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August 27th, 2008

Microsoft triplica vendas no Brasil dando desconto

Desde o anúncio da redução média em 40% nos preços das versões do Windows Vista, em junho deste ano, a Microsoft triplicou a venda de licenças do sistema no Brasil. Entretanto, a gigante da informática não revelou o número de caixas comercializadas no país, limitando-se a dizer que o Windows Vista teve cerca de 40 milhões de cópias vendidas entre abril e junho em todo o mundo - recorde de licenças desde seu lançamento, ocorrido em janeiro de 2007. Com os novos números, chega-se a mais de 180 milhões de licenças do produto negociadas em todo o mundo no período.
Para a Microsoft, os descontos oferecidos no mercado brasileiro foram essenciais para atrair público corporativo, incluindo empresas como Bradesco e Comgás, que habilitaram o sistema em seus equipamentos nesse período.
Segundo a pesquisa Windows Vista Tracking Poll, realizada pela CDW, uma das maiores revendedoras de tecnologia e integradora de sistemas do mundo, o Windows Vista está ganhando impulso entre as organizações: 48% dos entrevistados afirmaram que a empresa onde trabalham está utilizando ou avaliando o Windows Vista. Há um ano atrás, apenas 29% faziam essa afirmação.

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August 27th, 2008

Consegi 2008 debate software livre e estratégias para inclusão digital

Congresso gratuito em Brasília assina Protocolo Open Document Format e defende projeto internacional de software livre.

Para disseminar informações sobre a atuação do governo na área da tecnologia, será realizado, nos dias 27 a 29 de agosto, o Congresso Internacional Sociedade e Governo Eletrônico - Consegi 2008.

O Congresso tem por objetivo debater as estratégias para resgatar a parcela da população brasileira que ainda não tem acesso à internet e às novas tecnologias da informação.

Sob o slogan “Tecnologias Livres a Serviço da Sociedade”, o evento reforça a discussão sobre a adoção e difusão do Software Livre. Para abordar o tema, será apresentado o Seminário Coalizão Sul-Sul, que vai discutir os padrões abertos e modelos alternativos de software de países da América do Sul, do Caribe, da África e Índia. O objetivo é que exista um projeto internacional, que também interaja com outros países.

As reflexões sobre a democratização da informática pública terão como pano de fundo os temas: “Políticas de Tecnologia da Informação e Comunicação”, “Governo Eletrônico” e “Inclusão digital”. Além disso, o evento oferecerá breves apresentações de soluções tecnológicas livres como o Cocar, um programa de administração de redes de computadores que permite monitorar o tráfego entre as máquinas de forma centralizada e o Sagui, ferramenta de gestão de ativos para ambientes que utilizam o sistema operacional GNU/Linux.

No primeiro dia de evento, além das apresentações, também será assinado o Protocolo Open Document Format - ODF Brasília, documento público de intenção para a adoção de formatos abertos, que garante a troca de documentos entre órgãos de forma efetiva. A assinatura pode ser um passo importante na democratização do acesso aos serviços públicos eletrônicos.

O Consegui será realizado no Centro de Eventos e Treinamentos da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio, na Avenida W5 - SGAS, 902, Bloco C, em Brasília. O evento também será transmitido ao vivo pela web através da tecnologia streaming.As inscrições podem ser feitas pelo site do Consegi.

Fonte: idgnow

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August 26th, 2008

Portabilidade: custo da tarifa pode ser fator negativo

A IDC investigou o processo de implantação da portabilidade numérica em outros países e constatou que um dos fatores negativos para a mudança de operadora foi o custo da tarifa de portabilidade repassado ao consumidor.

Entretanto, o problema tende a se resolver pela alta competitividade do setor, que faz as operadoras começarem a subsidiar a taxa.

“A análise do grupo de países mostrou que o sucesso da portabilidade depende de custos atraentes e da agilidade do processo”, ressalta o analista sênior de telecom da IDC Brasil, Alex Zago.

Agilidade na prestação do serviço

O tempo de espera após a mudança do número, por conta das dificuldades técnicas ou burocráticas, foi outro fator determinante para inibir a migração. “O usuário não pode ficar sem comunicação por dias ou por uma semana inteira”, observa Zago.

No grupo de países com situação mais condizente ao do Brasil - no caso foram investigados os países do Leste Europeu -, o índice de consumidores que optaram por mudar de operadora variou muito.

Entre os países mais desenvolvidos e com opção pela portabilidade desde 1995, como Hong Kong, por exemplo, o processo de portar o número também foi lento no início, o que retardou a adoção.

Telefonia fixa e móvel

Segundo o analista, a portabilidade fixa chega em um bom momento ao Brasil, principalmente para as operadoras que entraram no mercado há pouco tempo ou as que estão abrangendo novas regiões.

Isso porque a competitividade deverá obrigar as concessionárias a ampliar suas ofertas e serviços, reduzir seus preços e ainda aumentar a minutagem, o que trará vantagens ao consumidor.

No caso da portabilidade móvel, Zago acredita que terá um impacto maior no segmento pós-pago, o qual possui um perfil de consumidor médio já maduro e mais avesso a mudar o número de celular, ou ainda por agregar parte do público corporativo, a quem não interessa a mudança do número.

“Mas tanto fixa ou móvel, o sucesso da portabilidade dependerá muito do governo brasileiro, das regulamentações a serem seguidas em termos de processos, tarifas e prazos”, afirma o analista.

Fonte: administradores

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August 25th, 2008

Anatel não cede a apelo de teles e mantém prazos da portabilidade

Apesar do apelo das operadoras de telefonia, o conselho diretor da Anatel decidiu nesta sexta-feira, 22, manter o início da implementação da portabilidade numérica no dia 1º de setembro. Os diretores também decidiram, por meio de circuito deliberativo, que o Grupo de Implementação da Portabilidade (GIP) deve acompanhar diariamente as dificuldades apresentadas durante os testes realizados pelas operadoras e cobrar a resolução dos problemas. A equipe de fiscalização da Anatel vai acompanhar a veracidade dos resultados dos testes de rede apresentados pelas operadoras.

Na quarta-feira, 20, sete operadoras de telefonia enviaram uma carta à agência solicitando mudanças no cronograma da portabilidade. As empresas alegam que ainda é preciso concluir os testes antes de colocar o sistema em prática (veja mais informações em “links relacionados” abaixo).

A portabilidade, que vai permitir que o usuário troque de operadora sem ter que mudar o número do telefone, passa a valer no dia 1º de setembro para as regiões com código 14 (SP), 17 (SP), 27 (ES), 37 (MG), 43 (PR), 62 (GO), 67 (MS) e 86 (PI). A previsão é que até março de 2009 o sistema já esteja disponível em todo o país.

O conselho diretor decidiu, ainda, que será feito um acompanhamento diário, por meio do GIP, da resolução dos problemas apresentados durante os testes de processo e de rede, tanto das operadoras quanto da Entidade Administradora, com ênfase na cobrança da resolução dos problemas listados nos boletins de anormalidade (BAs), determinando, inclusive, os principais ofensores dos testes; acompanhamento diário, por meio da equipe de fiscalização da Anatel, da veracidade dos resultados dos testes de rede apresentados pelas operadoras; envio diário pelo GIP e pela Superintendência de Radiofreqüência e Fiscalização, às Superintendências de Serviços Públicos e de Privados das informações resultantes dos acompanhamentos constantes; e coordenação diária entre as Superintendências de Serviços Públicos, Serviços Privados e de Radiofreqüência e Fiscalização no sentido de cobrar resultados e propor ações imediatas para a solução de possíveis problemas.

Fonte: tiinside

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August 22nd, 2008

Operadoras pedem adiamento da portabilidade numérica

Com exceção da Claro, Embratel e GVT, operadoras assinaram carta enviada à Anatel para solicitar que sistema só comece a funcionar em 2009

Alegando problemas técnicos e prazo curto, as operadoras de telefonia fixa e celular enviaram uma carta à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pedindo o adiamento do início da portabilidade numérica para janeiro de 2009. Só não assinaram o documento Claro, Embratel e GVT.

Em julho, a Associação Brasileira de Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutável (Abrafix) e a Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel) já tinham enviado correspondências à Anatel informando sobre os problemas das empresas em cumprir o cronograma definido pela Anatel. A Agência garante que o prazo não será revisto.

A portabilidade deve começar a ser implantada no dia 1º de setembro, estando plenamente estabelecido em março de 2009.

Para Marcos Bellotti, diretor de negócios e assuntos regulatórios da Clear Tech, empresa que será responsável pela implementação e operação da plataforma de portabilidade, a complexidade do processo e os gastos que envolvem o sistema podem ser as principais dificuldades encontradas pelas operadoras. Segundo ele, se a Anatel não alterar o prazo para entrada em vigor da portabilidade, é possível que o sistema comece a funcionar mesmo sem estar completamente pronto. “Os primeiros dias serão um período piloto, para a realização dos ajustes necessários, e cada operadora deve determinar suas estratégias de contingência”, diz.

O preço da portabilidade ainda será definido pelo conselho diretor da Anatel e será cobrado do usuário apenas uma vez pela prestadora para a qual ele deseja mudar. Bellotti acredita que o valor cobrado deve ficar em torno de R$ 10,00. “Esse é um valor mundialmente competitivo”, afirma.

Fonte:itweb

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August 22nd, 2008

Banda larga pode chegar a 12 milhões em 2008

No primeiro semestre, acessos móveis foram responsáveis por um terço das novas assinaturas de internet rápida, segundo o Barômetro Cisco

Impulsionado pelos acessos móveis, que cresceram 464% em um ano, o número de conexões em banda larga no Brasil ultrapassou os 10 milhões, segundo o Barômetro Cisco. Na comparação com junho de 2007, o total de acessos cresceu 48,3%, passando de 6,78 milhões para 10,04 milhões. Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, a variação foi de 9,7%.

Pedro Ripper, presidente da Cisco, acredita que se o ritmo de crescimento apresentado nos primeiros seis meses do ano for mantido, o País deve chegar a 12 milhões de conexões em banda larga. “A chegada da 3G trouxe uma dinâmica importante para o mercado”, comentou. O executivo acredita que no próximo semestre, só no segmento móvel, mais um milhão de acessos por meio de modens e placas de dados devem ser adicionados. Hoje o número está em 1,31 milhão, sendo algo entre 20% e 30% no mercado corporativo.

Para Ripper, as operadoras de telefonia móvel subestimaram a demanda pela 3G, por isso, no segundo trimestre, o número de novos assinantes cresceu menos (de 500 mil no primeiro trimestre para 200 mil no segundo). No entanto, alguns gargalos, como a disponibilidade de equipamentos e espectro e o dimensionamento de links de antenas e das redes IP estão próximos da resolução, o que garantirá a expansão do serviço. “Nos próximos dois meses as operadoras móveis devem estar com suas redes IP adicionais rodando”, diz.

Por conta dos investimentos das operadoras móveis, que, por conta das metas de cobertura da 3G, levarão opção de acesso à internet a todo o Brasil, e dos esforços das operadoras de TV a cabo de levar velocidades entre 20 Mbps e 30 Mbps a clientes de mais alto padrão (o que na opinião dele deve acontecer nos próximos 12 meses), Ripper acredita que a dinâmica competitiva do mercado de banda larga estará mantida nos próximos anos. “As operadoras de telefonia terão que ser mais competitivas”, diz.

Apesar de “caminhar sozinho”, Ripper acredita que medidas governamentais ainda são necessárias para estimular a penetração da banda larga no País. “Nos países em que a banda larga apresentou boa expansão, os governos criaram condições de competição e estruturas de fomento, como fundos, subsídios etc.”, destaca. O Barômetro da Cisco indica que a penetração da banda larga no Brasil chegou a 4,6% da população. Na Coréia, por exemplo, o número é de 26%. Nos Estados Unidos ele chega 19%, e na Argentina, e no Chile, a 6,6% e 8,8%, respectivamente. O executivo acredita que algo como o que foi feito com a troca de metas de instalação de Postos de Serviços de Telecomunicações (PSTs) por backhaul de internet precisa ser feito para a instalação da última milha (infra-estrutura de acesso que chega à casa ou escritório das pessoas).

Ripper afirma ainda temer a proposta que está sendo estudada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de transformar a banda larga em um serviço público. “Criar muita regulamentação em um setor tão dinâmico pode engessar mais do que promover o desenvolvimento”, avalia.

Fonte: itweb

August 22nd, 2008

Microsoft comprará mais US$ 100 milhões em certificados Linux

Valor se somará aos US$ 240 milhões previstos inicialmente na parceria assinada com a Novell em 2006

A Novell e a Microsoft anunciaram uma expansão em seu acordo de interoperabilidade. Além dos US$ 240 milhões anunciados em 2006 quando as empresas firmaram uma parceria, a Microsoft irá adquirir mais US$ 100 milhões em certificados a partir de 1º de novembro.

Em 18 meses, a Novell afirma ter registrado mais de US$ 157 milhões em receitas de certificados, ou 65% do que foi previsto inicialmente. Entre as empresas que estão aproveitando a oportunidade para rodar Linux e Windows juntos em seus ambientes com suporte da Novell e da Microsoft estão Wal-Mart, HSBC, Renault, Southwest Airlines, BMW, entre outras.

“A colaboração entre as duas empresas foi construída com base na nossa intenção de atender as necessidades reais de TI de nossos clientes, como também oferecer aos nossos parceiros uma maior amplitude em sua oferta de soluções,” afirmou Kevin Turner, COO da Microsoft. “A interoperabilidade oferecida pela Microsoft e Novell resultou em uma demanda muita alta dos clientes e canais parceiros pelo SUSE Linux Enterprise, validando ainda mais a estratégia de Linux da Novell,” disse Ron Hovsepian, presidente e CEO da Novell.

A duas empresas também criaram um laboratório conjunto em Cambridge (EUA), dedicado a pesquisas sobre itens de interoperabilidade associados com virtualização e gerenciamento de sistemas, entre outros.

Fonte: itweb

August 22nd, 2008

Intel vai integrar widgets do Yahoo a novos chips para TVs

Depois de anos de largadas falsas em seus esforços de levar a Web aos televisores, o Yahoo anunciou na quarta-feira que está cooperando com a Intel para criar canais de Web em computadores que permitirão acompanhar programas de TV.

A empresa de Internet e a maior fabricante mundial de chips estão trabalhando no que chamam de “Canal Widgets”, que permitirá que os telespectadores interajam com e assistam a uma série de widgets dinâmicos de TV -pequenos aplicativos que rodam na Web e complementam programas de TV.

Os widgets aparecerão no canto da tela de TV e trabalharão mais ou menos como as janelas do sistema picture-in-picture disponíveis nos televisores mais avançados. As pequenas janelas permitirão que os telespectadores conversem ou troquem e-mails com amigos, assistam a vídeos, acompanhem ações ou placares esportivos ou se mantenham atualizados e termos de notícias e informações meteorológicas, tudo isso por meio do controle remoto do televisor.

Os serviços widget de TV estão sendo desenvolvidos para operar com uma nova classe de chip Intel para bens de consumo eletrônico, que permite imagens de alta definição, áudio com qualidade de home theater, recursos gráficos tridimensionais e a fusão de recursos de Internet e televisão.

Os aparelhos baseados no chip Intel CE3100 devem chegar ao mercado no primeiro semestre de 2009, anunciou a Intel. A Comcast, maior operadora de cabos dos Estados Unidos, anunciou em comunicado separado, também em parceria com a Intel, que planejava oferecer widgets a partir do ano que vem, em televisores, decodificadores e outros aparelhos conectados a eles.

“A TV mudará fundamentalmente a maneira pela qual falamos sobre, imaginamos e experimentamos a Internet”, afirmou Eric Kim, vice-presidente sênior da Intel e gerente geral de seu grupo digital doméstico, no comunicado conjunto com o Yahoo.

A Intel exibiu a nova estrutura de software para os televisores e aparelhos integrados a televisores que usarão seus chips em sua conferência anual de programadores, realizada esta semana em San Francisco.

Fonte: reuters

August 21st, 2008

Lei de grampos pode adiar portabilidade

As companhias de telefonia estão usando uma polêmica em torno de grampos telefônicos para tentar adiar a estréia da portabilidade numérica no país.

Pelo acordo inicial entre as empresas telecom e a Anatel, a portabilidade deveria começar a funcionar em algumas partes do Brasil já em setembro.

Portabilidade numérica é o nome que se dá ao fato do usuário de uma linha fixa ou móvel poder mudar de operadora e manter seu número original.

Este mês, as teles apresentaram uma lista de dificuldades técnicas à agência reguladora e pediram o adiamento do início da portabilidade. A Anatel, no entanto, negou o pedido.

Agora, uma nova polêmica em torno de grampos telefônicos serve de argumento a favor das teles. Pela lei que regula escutas no Brasil, a empresa de telefonia não pode vazar quais números estão sendo grampeados.

Assim, se o usuário grampeado pedir para mudar de operadora mantendo o mesmo número, então ele escaparia do grampo, uma vez que a ordem de manter a escuta não pode, pela lei, ser repassada de uma empresa para outra.

As teles argumentam que precisam de uma solução para esse caso, pois não querem ser acionadas na Justiça depois. Segundo a Anatel, algumas operadoras já apresentaram a controvérsia como justificativa para adiar o início da portabilidade no país.

Fonte: infoabril

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August 21st, 2008

Conexão de banda larga no país supera meta prevista para 2010

O Brasil alcançou em junho deste ano o número de conexões de banda larga esperado inicialmente só para 2010 pelos organizadores do Barômetro Cisco de Banda Larga.

O barômetro avalia o número de conexões de banda larga desde fevereiro de 2006, trimestralmente, por meio de uma pesquisa da consultoria IDC.

Quando iniciaram os estudos, os organizadores esperavam que o número de conexões de banda larga no Brasil alcançasse 10 milhões até 2010. A marca, entretanto, foi alcançada em junho deste ano, segundo dados divulgados nesta quarta-feira.

No início deste ano, diante da proximidade da meta, a Cisco decidiu rever a previsão para 15 milhões até 2010.

O número de 10,04 milhões de conexões representa um crescimento de 48 por cento frente ao primeiro semestre de 2007. As conexões fixas –via cabo, linha telefônica e IP dedicado, por exemplo– responderam por 6,55 milhões do total, com alta de 33,24 por cento sobre o primeiro semestre de 2007.

As conexões de banda larga móveis, pelo celular, que começaram a ganhar força no final do ano passado com as redes de terceira geração, tiveram salto de quase seis vezes, para 1,31 milhão ante 233 mil em junho de 2007.

“A utilização dessa modalidade de conexão tem potencial para suprir a demanda de usuários que buscam acesso à Internet e que não têm infra-estrutura ou cabeamento disponível nas regiões onde vivem ou trabalham. A popularização ainda maior das ofertas dessa modalidade tende a trazer uma nova dinâmica ao mercado brasileiro”, explicou Pedro Ripper, presidente da Cisco Brasil, em comunicado à imprensa.

A pesquisa detectou que a banda larga está presente em 13 por cento dos lares brasileiros, enquanto na Coréia do Sul, maior índice do mundo, o número é de 65 por cento.

Fonte: portalexame

August 21st, 2008

Windows ganha pacote para gravação de Blu-ray

A Microsoft acaba de criar um pacote que acrescenta ao sistema Windows a opção de gravação em alta definição Blu-ray e acesso a smart cards. Chamado de Windows Feature Pack for Storage, o produto ainda está em fase beta de testes, e terá versões para Windows Vista, XP, Server 2003 e Server 2008.

A Microsoft ainda não divulgou como ou quando o novo pacote será distribuído, mas a maioria dos usuários não precisa se preocupar. O que o pacote faz, basicamente, é acrescentar suporte ao Windows para os novos padrões de hardware que estão surgindo no mercado. De modo geral, os PCs atuais ainda não têm este nível de equipamentos. Na versão beta o pacote é formado por três programas separados:

Active Storage Platform - esse recurso permite que o Windows restrinja o acesso a dispositivos de armazenamento externos por meio de certificado digital ou senha.

Atualização da Imapi - a nova versão da API para gravação de discos ópticos traz compatibilidade com Blu-ray.

Controlador de Smart Card - vai acrescentar suporte a novos tipos de smart card, como ICCD/CCID.

Fonte: wnews

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August 20th, 2008

Vista: 1 em cada 3 PCs corporativos voltou para o XP

Dados da xpnet mostram que cerca de 35% dos PCs que foram comprados com o Vista tiveram o sistema operacional trocado pelo XP.

Ao encerrar a comercialização do Windows XP, no final de junho, a Microsoft deu aos seus clientes a opção de fazer um downgrade do Vista para o XP, ainda que fosse necessário adquirir uma licença do novo sistema operacional da empresa.

Pois bem, de acordo com dados da comunidade exo.performance.network (xpnet), voltada para usuários de sistemas baseados em Windows, cerca de 35% dos equipamentos vendidos com Vista tiveram seus sistemas operacionais “rebaixados” para o XP.

“O número é extremamente alto, até mesmo para o impopular Vista”, afirmou Randall C. Kennedy, um colaborador da Infoworld cuja empresa, Devil Montain Software, desenvolveu a ferramenta Windows Sentinel e analisa dados da xpnet.

A idéia de fazer um downgrade não é nova para grandes companhias, que possuem ambientes nos quais pode levar um bom tempo para desenvolver e implantar novos softwares.

Mas, por conta de uma mudança nessa política, usuários finais também puderam migrar do Vista para o XP. A maioria dos fabricantes oferece esse tipo de serviço, sem custo, que é utilizado em grande escala por pequenos empresários e gamers.

Fonte: computerworld

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August 20th, 2008

Como será o Linux em 2012

Aplicações baseadas em web dominam e a virtualização progride. Confira série de quatro matérias sobre o futuro do sistema operacional

Especialistas da InformationWeek EUA em código aberto prevêem o futuro do Linux: até 2012 o sistema operacional terá amadurecido, tendo três modelos básicos de uso. As aplicações baseadas em web dominam, a virtualização progride e as linhas de comando para acesso às configurações básicas do sistema são coisas do passado. Como será o desktop Linux daqui quatro anos?

Nesse período, que também é o tempo que se leva para uma formação universitária, o Linux deve continuar amadurecendo e se desenvolvendo para ser um sistema operacional que usuários não-técnicos podem abraçar por completo.

A maior mudança notável será a maneira como o Linux deve desenvolver-se para suprir a demanda do mercado usuário que ainda não o conhece, mas que busca uma alternativa mais barata do que a Microsoft ou o Mac. Esse fato isolado já deve estimular uma enorme mudança, mas várias outras coisas devem surgir nos próximos quatro anos, e valerá a pena esperar.

Nos últimos quatro anos, o Linux tem caminhado a passos largos na direção da usabilidade e amplitude de adoção. Em uma série de quatro matérias (até sexta-feira 22, o IT Web revela uma visão especulativa de como o Linux poderá ser daqui a quatro anos.

Gratuito versus pago
Espere uma divisão em três diferentes versões do Linux. Não são distribuições diferentes em si, mas três modelos básicos de uso:

1 - Pago: nas lojas, Ubuntu vendido por US$ 20 é um bom exemplo. E, por um valor simbólico, você tem suporte Linux profissional e licença para usar as tecnologias patenteadas. Pode se esperar que isso ao menos receba uma atenção momentânea, especialmente, se o custo for baixo e as pessoas souberem que o Ubuntu pode compartilhar uma máquina com o Windows, sem problema algum. Espere também que, pelo menos, um outro fornecedor de Linux assimile este modelo - como o openSuSe, por exemplo - e que tenha preload em novos sistemas incorporados.

2. De uso livre: esse é o modelo mais comum atualmente - distribuição gratuita com suporte opcional e suporte opcional adicional para componentes de código fechado: aplicações proprietárias e recurso de drivers binários.

3. Gratuito/livre: essas distribuições não contêm componentes com carga patenteada ou outros problemas, de qualquer tipo. As distribuições como a gNewSense ou a Blag Linux já são assim; e uma nova versão do Ubuntu (8.10/”Intrepid Ibex”), a ser lançada em outubro, também deve apresentar uma opção de instalação completamente gratuita. É importante ressaltar que nos próximos anos, as distinções entre esses três modelos licenciados deve ser mais acentuada tanto por parte da comunidade Linux quanto pelos criadores dessas distribuições. Isso deve ajudar muitas pessoas não-técnicas a solidificar as distinções entre os tipos de serviços gratuitos.

Fonte: itweb

August 20th, 2008

Empresas querem ir além do Twitter

Um dos desafios é bolar modelos de negócio que envolvam o uso dos celulares.

Com a possibilidade de enviar mensagens de texto, rodar aplicativos, acessar a web e incorporar as tecnologias 3G e GPS os celulares estão na mira de muitas empresas que correm para encontrar modelos de negócios baseados nesses recursos. A idéia é criar esquemas de interação com suas atividades específicas e ir além da conexão web-computador-celular promovida hoje pela rede Twitter.

Representantes de quatro dessas empresas participaram do painel “Redes Móveis”, no Seminário Info Redes Sociais - A Nova Mídia e o Consumidor: Sandra Jimenez, diretora de TI e novos negócios da MTV; Fiore Mangone, diretor de serviços e software da Nokia; Jeff Paiva, gerente de mídias sociais da AgênciaClick; e Luís Gracioli, diretor de internet e inovação da RBS.

O objetivo de todos, segundo ficou claro no debate, é criar canais de aproximação com o consumidor, via web 2.0, permitindo a compartilhamento de mensagens, fotos e vídeos, envolvendo telefone celular. Um dos problemas atuais, no desenvolvimento desses canais, é o custo alto da comunicação móvel, que o usuário deve pagar.

Além disso, somente uma pequena parcela do público-alvo possui os celulares mais caros, capazes de lidar com todas essas tecnologias. Um dos desafios a enfrentar é desenvolver aplicações capazes de conquistar o usuário. Há muito a explorar em áreas como navegação por mapa (GPS) e redes sociais de compartilhamento de conteúdo.

Fonte: info

August 20th, 2008

Mercado Eletrônico: R$ 18 bi no semestre

O Mercado Eletrônico encerrou o primeiro semestre do ano com R$ 18 bilhões em volume transacionado pelos clientes em cotações e pedidos de compras. O número representa um aumento de 28% em comparação ao mesmo período de 2007, quando foram movimentados R$ 14 bilhões. Já em todo ano passado, o portal superou os R$ 35 bilhões.

Em 2008, a companhia obteve um crescimento de 41% no faturamento em relação ao ano anterior. O desempenho positivo no primeiro semestre foi impulsionado pelo crescimento do outsourcing (terceirização de compras), que registrou aumento de 44%.

Outro destaque foi o sourcing (metodologia de negociação que analisa cada categoria de compra para obter o menor custo de aquisição), juntamente com negociações realizadas por meio do leilão reverso (negociação eletrônica em que os fornecedores disputam pelos melhores lances). No primeiro semestre de 2008, o Mercado Eletrônico aumentou em 30% o faturamento nesses serviços, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O resultado positivo vem também das soluções de e-procurement e de colaboração, que cresceram 36% no período. Além disso, o business intelligence também impulsionou os negócios. A solução de BI da empresa é baseada em conceitos da Web 2.0 e RIA (Rich Internet Application), o que possibilita maior interatividade nas informações, além relatórios feitos sob medida, e em tempo real, de acordo com a necessidade do usuário.

O Mercado Eletrônico oferece soluções tecnológicas, serviços operacionais para processos de compras e consultoria em gestão de suprimentos. Fundado em 1994, possui em seu portfólio soluções que se integram aos sistemas de gestão das empresas. A companhia conta com clientes como Brasil Telecom, Nestlé, Philips, Grupo Accor, Braskem e TAM, entre outros.

Fonte: baguete