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Archive for August 22nd, 2007


Published August 22nd, 2007

Nextel e Intel defendem PCs com WiMAX

A Sprint Nextel está negociando com a produtora de chips Intel e com fabricantes de computadores sobre o desenvolvimento de PCs com suporte à tecnologia de rede banda larga sem fio WiMax.

“Eu espero que a tecnologia seja bastante implementada (em PCs) até 2010″, disse o executivo de banda larga sem fio da Sprint, Barry West.

Ele acredita que a maior parte dos acessos a redes WiMax aconteça por PCs compatíveis em vez de notebooks que equipados com modems.

Mais cedo, a companhia informou que pretende investir até 5 bilhões de dólares na construção de uma rede WiMax nos Estados Unidos até 2010.

Fonte: Info

Published August 22nd, 2007

Sterling Commerce quer simplificar a integração de TI

Simplificar a complexidade. Essa é a mensagem básica que a Sterling Commerce, uma empresa da AT&T, quer transmitir para os cerca de 750 clientes e parceiros de negócios que participaram na manhã desta terça-feira (21/8), em Denver, nos Estados Unidos, da Conferência Customer Connection 2007.

Na palestra de abertura, o presidente e CEO da empresa, Bob Irvin, que há oito meses está à frente do cargo, disse que a previsão de crescimento é otimista, 19% em relação ao ano anterior, quando o faturamento atingiu cerca de US$ 580 milhões.

O número de funcionários cresceu também em 15%, dos quais 12% nas áreas de engenharia, cujo orçamento de pesquisa e desenvolvimento também sofreu um acréscimo de 21%. Além disso, a empresa continua na sua estratégia de investir em criar centros de desenvolvimento globais.

O destaque do evento de abertura foi a solução de supply chain management, com o lançamento da Sterling Selling and Fulfilment Suíte, que promete maior visibilidade, rapidez e eficiência na integração das soluções de armazenamento, transporte, logística e finanças com as plataformas B2B e B2C.

A solução totalmente web tem uma série de características, que permite seu uso desde uma empresa com operações off shoring até uma cadeia de lojas, onde o usuário final pode escolher e comprar um produto e retira-lo na loja que for sua melhor conveniência, por exemplo.

Nesta terça-feira, a empresa também promoveu o lançamento de novas versões de suas ferramentas de integração Gentram e Connect, além de implementações em de sua plataforma Sterling Control Center. Além disso, a solução Multi-Enterprise Finance Gateway (MEFG), poderá agora para ligar diretamente as corporações interessadas em realizar transações financeiras com a rede mundial Swift, que liga mais de 8.100 instituições financeiras em 208 países.

A Gentran Integration Suíte – GIS, a partir de outubro, com o release 4.3, permitirá a interoperabilidade com padrões de novos tipos de indústrias ( além das atuais) de forma horizontal e vertical, como a área química, de petróleo, aeroespacial, etc.

Fonte: TI inside

Published August 22nd, 2007

USP anuncia serviço de IPTV

Objetivo inicial é oferecer vídeos à comunidade acadêmica e também transmitir eventos e palestras realizadas, mas no futuro a interatividade deve ser adicionada.

A Universidade de São Paulo coloca no ar a partir do dia 21 de agosto o seu serviço de IPTV (Internet Protocol Television). O objetivo inicial é a divulgação de vídeos, mas não no futuro deverá avançar para a interatividade, segundo o coordenador do Centro de Tecnologia de Informação (CTI), o professor Gil da Costa Marques.

O primeiro serviço será a oferta de vídeo sob demanda, que funcionará como uma videoteca virtual para atender a públicos distintos. “A idéia é disponibilizar tudo o que a USP produzir e atender a públicos distintos”, explica o professor. Nem todos, no entanto, serão acessíveis para qualquer pessoa.

Em caso de um vídeo de um docente de medicina com imagens de uma cirurgia, só ficará disponível para alunos da turma que estuda aquilo e o acesso será mediante login com as referências do aluno.

A segunda principal aplicação do serviço será a transmissão de eventos. “A idéia é que seja possível acompanhar qualquer palestra e conferência”, planeja Marques. No projeto foram investidos 500 mil reais, em kits de transmissão de imagens nas salas e nos três pontos iniciais de produção.

De acordo com o professor, seis canais estarão disponíveis. O principal será o IPTV USP, que vai reunir conteúdos dos outros canais, que são divididos por conteúdos: ciências, tecnologia, humanidade, saúde e arte e saúde. “No começo esses canais terão programação de duas ou três horas que se repete e com o tempo serão estendidas – mas nem vemos problemas nisso porque ninguém passa tantas horas assistindo vídeos no computador”, explica.

Além disso, a iniciativa começa com quatro importantes centros de produção de vídeos, mas o número crescerá para 15, para atender a todo o estado. Depois também cada campus terá um servidor. “Hoje são três, em São Paulo, São Carlos e Ribeirão Preto, mas no futuro serão sete, contando São Paulo como um (apesar da faculdade de direito ser distante, por exemplo)”, relata.

Fonte: COMPUTERWORLD

Published August 22nd, 2007

Decisão sobre bloqueio de programas na TV digital será de Lula

A decisão de permitir ou não o bloqueio da gravação de programas na TV digital será tomada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Folha Online apurou que, como os ministros do Comitê de Desenvolvimento da TV digital não chegam a um consenso sobre o assunto, a questão deverá ser apresentada ao presidente que é quem dará a palavra final sobre o assunto.

“O comitê fará as avaliações, mas a decisão será do presidente”, declarou à Folha Online uma fonte do governo.

O principal opositor ao bloqueio de gravação no comitê é o Ministério da Cultura, que quer que todos os programas sejam graváveis. Já o Ministério das Comunicações e a Casa Civil seriam favoráveis à permissão de bloquear alguns programas. O próprio ministro Hélio Costa, que inicialmente achava o bloqueio inconstitucional, declarou que é necessário criar algum mecanismo para proteger os direitos autorais dos produtores de programa.

O bloqueio é reivindicado pelas emissoras de televisão, que alegam que, com as transmissões em sinal digital, o telespectador poderia regravar programas com a qualidade de DVD e revendê-los. “Com o conteúdo digital, há uma grande possibilidade de haver pirataria. O que queremos é que seja proibida a segunda cópia. Isso não restringe que o cidadão faça uma cópia do programa para assistir depois”, explicou à Folha Online o presidente da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), Daniel Slaviero.

A proposta das emissoras é permitir o bloqueio de alguns programas. Eles poderão ser “baixados” para a televisão do telespectador, que poderá vê-los várias vezes depois, mas não copiá-los em um DVD, por exemplo.

Slaviero reclama que as emissoras não conseguirão os direitos para transmitir programas internacionais como Copa do Mundo e Olimpíadas caso não seja proibida a gravação e teriam problemas também na contratação de filmes. “A proibição já faz parte dos contratos de eventos internacionais. No mundo todo é assim”, afirmou.

Como faltam menos de quatro meses para o início das transmissões digitais, que começarão em São Paulo no dia 2 de dezembro, as emissoras sugeriram ao governo que deixe a questão do bloqueio de fora das especificações técnicas em um primeiro momento, e que forme um grupo de trabalho específico para debater essa questão.

O bloqueio é o último ponto a ser definido para que a indústria possa produzir os conversores, mas a indústria entende que as primeiras caixinhas que chegarão ao mercado são simples e podem nem sequer permitir a gravação de programas. “O que nós queremos é que não seja incluído nas normas técnicas categoricamente a proibição nesse momento, mas o ideal é que a decisão seja tomada em tempo hábil, antes de 2 de dezembro”, pediu Slaviero.

Fonte: O documento

Published August 22nd, 2007

TV digital acelera as importações no setor de telecom

Segundo Abinee, compras externas subiram 55% no primeiro semestre impulsionadas pelo movimento das emissoras em busca de equipamentos digitais de transmissão de TV e rádio.

As importações brasileiras de equipamentos de telecomunicações subiram 55% de janeiro a junho de 2007, somando 877 milhões de dólares no período, revelou balanço da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica.

O crescimento foi motivado principalmente pela movimentação de emissoras de TV e rádio para a aquisição de equipamentos transmissores de sinal digital, segundo Humberto Barbato, presidente da instituição.

“Acreditamos que essa movimentação reflete especialmente a aquisição de bens de capital por parte das emissoras para adequação à TV e rádio digitais. Especialmente para transmissões do sinal digital em grandes cidades,  todos os equipamentos são importados”, enfatiza.

Por outro lado, o setor de telecom registrou uma queda expressiva nas exportações, passando de 1,54 bilhão de dólares nos seis primeiros meses de 2006 para 1,2 bilhão de dólares em 2007. Na contabilização geral das exportações, telefones celulares continuaram como o item mais exportado, mas apresentaram queda de 22% nas vendas – de 1,3 bilhão para 1 bilhão de dólares no período.

“A saída da Nokia da lista de empresas exportadoras de celulares foi um dos fatores que refletiu nesse resultado”, complementa Barbato. A Nokia reduziu quase pela metade as exportações a partir da unidade brasileira em 2006. Enquanto em 2005 a companhia exportou o equivalente a 1 bilhão de dólares, o montante caiu para 550 milhões de dólares no ano passado. Atualmente o montante exportado é praticamente irrelevante.

Fonte: COMPUTERWORLD

Published August 22nd, 2007

Actualidade: Nova tecnologia contra os incêndios em testes na Lousã

Investigadores da Universidade de Coimbra estão a testar na Serra da Lousã uma nova tecnologia de prevenção e combate a incêndios, que se distingue pela possibilidade de cobertura em zonas remotas e elevada capacidade de transmissão de dados.

A tecnologia que está neste momento a ser testada na Serra da Lousã, designadamente, nas vertentes de prevenção e monitorização, poderá mesmo passar a uma fase experimental, no combate a incêndios no terreno, já no próximo ano.

Coordenado pelo professor Edmundo Monteiro, a tecnologia que está a ser desenvolvida por uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, no âmbito do projecto europeu WEIRD (WiMax Extension to Isolated Research Data Networks), trata-se de uma melhoria da tecnologia WiMax. Esta tira partido do acesso à Internet sem fios, suportando transmissão de imagens de vídeo e parâmetros meteorológicos das torres de vigilância para o Centro de Coordenação da Protecção Civil.

Segundo a FCTUC, a tecnologia em testes na Serra da Lousã permite “a comunicação de voz entre os elementos da brigada de combate a fogos e o centro de coordenação, emissão de imagens de vídeo e comunicação de voz entre os helicópteros da brigada e o Centro de Coordenação”, facultando ainda o envio de informação sobre a temperatura, direcção do vento e humidade, recolhidos por sensores que poderão ser colocados em zonas de acesso remoto.

Fonte: Campeão OmLine

Published August 22nd, 2007

Universidade de Coimbra desenvolve sistema WIMAX para detectar incêndios.

Cientistas da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra desenvolvem um projecto pioneiro utilizando as potencialidades da nova
tecnologia de comunicação Wimax, que permite comunicações sem fios a grande distância, para construirem um novo sistema de prevenção e combate
a incêndios.
Em 2006, a Universidade de Coimbra candidatou-se ao projecto europeu de investigação WEIRD (WiMAX Extension to Isolated Research Data Networks),
que promove o desenvolvimento de aplicações WiMAX. Uma oportunidade irrecusável, explicou ao PÚBLICO Edmundo Monteiro, coordenador dos
investigadores do Laboratório de Comunicações e Telemática, uma vez que a Faculdade precisa de internacionalizar a sua missão na área da investigação e
os projectos europeus permitem dar trabalho a muitos mais investigadores do que as iniciativas nacionais.
“A Wi-Max é uma tecnologia recente, em vias de ser desenvolvida, e permite a comunicação sem fios a grandes distâncias, ao contrário de outras tecnologias
sem fios já existentes como o wifi, que está limitado a umas centenas de metros, e as tecnologias 3G e GSM que precisam de uma grande rede de antenas para
funcionar. A WiMAX só precisa de uma antena, com um raio de cobertura de cerca de 50km”, diz Edmundo Monteiro. “A partir daqui vai ser possível instalar
câmaras e sensores que permitam caracterizar a fase antes do incêndio, medir a humidade ou a temperatura. Este sistema traz uma possibilidade de evolução
em relação àquilo que os bombeiros já utilizavam, mais qualidade, mais cobertura e maior mobilidade, o que é muito importante numa situação de combate
a um incêndio”.

Os investigadores estão neste momento a desenvolver uma experiência piloto na zona de Poiares, na Serra de Lousã. Segundo uma nota de imprensa divulgada
hoje, o caso de estudo prevê “a transmissão de imagens de vídeo e parâmetros meteorológicos das torres de vigilância para o Centro de Coordenação (CC)
da Protecção Civil, a comunicação de voz entre os elementos da brigada de combate a incêndios e o CC, emissão de imagens de vídeo e comunicação de voz
entre os helicópteros da brigada de combate a incêndios e o CC e envio de informação ambiental como temperatura, direcção do vento e humidade, recolhidas
por sensores distribuídos em zonas de difícil acesso”.

Têm um ano para realizar testes, só depois se procederá ao licenciamento do sistema. Edmundo Monteiro estima que a tecnologia seja depois integrada pelas
operadoras de telecomunicações e fabricantes europeus para entrar no mercado dentro de cerca de três anos.

Fonte: IP Jornal