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Archive for September, 2007


Published September 27th, 2007

TV Brasil: formato jurídico e organograma são definidos

A TV Brasil será uma empresa não-dependente. O formato jurídico foi conhecido em reunião na terça-feira (25/09) entre assessores da Secretaria de Comunicação Social (Secom) e representantes de TVs públicas, comunitárias, legislativas e universitárias. Dos 16 formatos disponíveis, foi escolhido este por ser o “menos estatal possível”.

O encontro adiantou alguns dos termos da MP que criará a TV Brasil. O conselho consultivo, sua instância máxima, terá 19 membros e um presidente, que será escolhido pelo próprio conselho e não terá poder de voto, a não ser para desempate. Um integrante representará os funcionários, 15 serão representantes da sociedade civil e os quatro restantes virão dos ministérios da Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Secom.

Inicialmente, os membros serão indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A partir do próximo mandato, a escolha será por consulta popular. Os mandatos terão inclusive diferentes durações, de um, dois ou três anos, para uma renovação permanente. Foram citados nomes na reunião, como MV Bill, Luiz Gonzaga Belluzzo e Maurício de Sousa, mas nada foi confirmado. Também não está decidido se os integrantes serão remunerados.

Sem intervenção presidencial
Responderá ao conselho um diretor-presidente, que terá um mandato de quatro anos. Foi enfatizado que ele não poderá ser demitido pelo presidente da República, somente pelo conselho. Subordinados ao diretor-presidente, um conselho administrativo e um conselho fiscal, como exige a lei das sociedades anônimas. O organograma terá também um diretor-geral e seis diretores de área, sendo finanças, conteúdo e jornalismo diretorias fixas. As outras três podem variar de acordo com as prioridades.

Na consideração dos participantes, tanto a MP como o processo de criação da TV Brasil foram fiéis a Carta de Brasília estabelecida no I Fórum Nacional de TVs Públicas. O texto será publicado até sexta-feira (28/09) no Diário Oficial, e alguns nomes podem ser conhecidos na semana que vem.

“Este é o primeiro dos quatro canais previsto pelo decreto 5820/2006 [que estabelece a TV digital], que seria o ‘canal do executivo’. E os demais? Apoiamos o governo. Agora é hora de o governo nos apoiar na regulamentação dos outros canais, como o canal da cidadania. Queremos ir além do que chamamos de ‘gueto do cabo’ e ir para a TV digital aberta”, comentou Fernando Mauro Trezza, presidente da Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCcom).

Fonte: A notícia

Published September 27th, 2007

A Internet matou a Taís?

Esta semana termina mais uma daquelas novelas que leva milhões de telespectadores a aguardar com grandes expectativas o seu desfecho final, diante de aparelhos de TV. Até quem não assiste à novela “Paraíso Tropical” deve estar sabendo que uma das perguntas mais feitas nos últimos dias foi “Quem matou Taís?”.

Tramas de mistério não são uma novidade na TV brasileira. “Quem matou a Odete Roitmann?” é o que o país se perguntava em 1988, durante a exibição de “Vale Tudo”. Mais que isso, há trinta anos, o mistério da morte de Salomão Hayala notabilizou a novela “O Astro”.

Faço esta referência relacionada a uma peculiaridade da televisão brasileira porque acontece nestes primeiros dias de outubro em Florianópolis o principal evento realizado no setor de Telecomunicações e Tecnologia da Informação da América Latina, o Futurecom. É uma ótima oportunidade para pensar sobre o futuro da televisão e seu modelo de negócio com a convergência de tecnologias. Afinal, a televisão como sempre conhecemos está passando por uma transformação.

Eu pergunto: será que num futuro próximo ainda teremos multidões grudadas em frente a aparelhos de TV, no mesmo horário, acompanhando um mesmo programa, com intervalos comerciais?
Como se comportará o público diante do uso da internet com as tecnologias de IPTV?

Um novo modelo de mercados de nicho e personalizados capaz de levar um milhão de programas para cada pessoa vem mudando a televisão como negócio. Ele não elimina a comunicação de massa, mas ambos modelos irão conviver, compartilhando tempo e atenção do telespectador. Na TV tradicional, temos poucos canais, as receitas vêem de propaganda e são concentradas nos horários nobres.

No mundo digital, não existirão restrições de canais. Não existirão limites para produção de conteúdo: toda a sociedade, em princípio, poderá gerar um. A popularidade dos sites como a do YouTube e MySpace são exemplos reais desta transformação. Curiosamente, a mudança é proporcional ao crescimento do uso de câmeras de vídeos para uso doméstico.

Neste mercado de nichos pode deixar de existir os campeões de audiência. Hoje, temos de assistir ao programa no horário escolhido pela rede e propagandas pré-determinadas. Com o advento da IPTV, e tecnologias como o DVR (Digital Video Recorder), TIVO, etc, acabamos com o componente tempo e podemos assistir ao programa quando quisermos. Podemos criar nossos próprios “canais virtuais”, selecionando de forma automática os programas que queremos assistir.

Por outro lado, com a IPTV e a TV Digital, onde a propaganda está altamente focada e interativa, é possível colocar os comerciais durante a programação e estimular o consumidor a comprar produtos que estão inseridos na programação com o apertar de um botão. Esta tendência representa uma grande oportunidade para a indústria de Telecom, principalmente para as operadoras móveis. Em setembro de 2006 a EMI Music e a T-Mobile juntaram esforços para um projeto piloto na Inglaterra com uma oferta para vídeo no celular com comerciais embutidos no pacote que tornam mais barato (até mesmo de graça) o preço do filme desejado.

Essa convergência se confirma em dados de uma pesquisa de opinião do IBM Institute for Business Value feita em 2,4 domicílios dos EUA, Reino Unido, Alemanha, Japão e Austrália, entre os meses de abril e junho de 2007. A consulta sobre os hábitos dos consumidores de mídia e entretenimento mostra ainda que o tempo gasto à navegação na internet está competindo francamente com o tempo dedicado à audiência diante da TV.

Entre os entrevistados, uma maior porcentagem se considerou usuária “maciça” da internet em vez de espectadora de TV: 19% afirmaram que passam seis horas ou mais por dia usando a web para interesses pessoais, contra 9% dos entrevistados que informaram assistir à TV durante este mesmo tempo. Uma média de 83% dos consumidores pesquisados no mundo todo afirmou ter assistido ou querer assistir vídeos no computador, e uma média de 43% disse ter assistido ou querer assistir vídeos no celular.

São tópicos como estes que quero ver em discussão no Futurecom. Tal qual um fã de novela assistindo ao capítulo final da trama, acompanharei o evento como muita atenção na expectativa pelas próximas cenas desta história das convergências.

Fonte: Baguete

Published September 27th, 2007

Enterasys oferece infra-estrutura para VoIP

A Enterasys Networks, empresa especializada em infra-estrutura de redes seguras, anuncia o seu ingresso no mercado de telefonia IP com o lançamento de um pacote abrangente de infra-estrutura de segurança para este segmento. Bastante abrangente e perfeitamente adequado para suportar as diferentes soluções de VoIP encontradas no mercado, o Secure Open Convergence da Enterasys fornece meios de detecção e reação a ameaças de segurança contra a infra-estrutura de telefonia IP.

Além de cumprir políticas de controle do acesso à rede e de obedecer aos regulamentos de monitoração e segurança, com a mesma confiabilidade, qualidade, gerenciabilidade, mobilidade e segurança do PBX tradicional.

Dentro do pacote, a segurança é proporcionada pelos aplicativos avançados de segurança Enterasys NAC e Dragon e pela infra-estrutura de redes seguras disponibilizadas pelos switches, roteadores e produtos para rede wirelles da companhia, incluindo proteção para qualquer usuário e aplicativo, de modo a prever e impedir de forma pró-ativa que ameaças interrompam as comunicações de voz, vídeo e dados. O Sistema Dragon de Detecção/Prevenção de Invasões (IDS/IPS) oferece assinaturas específicas e análise comportamental para os protocolos necessários, como o H.323 e o SIP, utilizados em ambientes de telefonia IP. Já a solução NAC analisa, autentica e autoriza usuários de VoIP e dispositivos de telefonia antes do ingresso na rede, adequando-se a todas as políticas determinadas antes do acesso. O cumprimento do regulamento E911 é habilitado por serviços de localização exclusivos do NAC da Enterasys, que identificam imediatamente o usuário e sua localização física quando é feito um chamado de emergência.

A mobilidade é fornecida pelo RoamAbout Direct Path Forwarding, que proporciona Comunicação de Voz sem fio (VoWiFi) sem concessões ou retardo. Os switches wirelles otimizam o tráfego na rede com base no aplicativo subjacente, permitindo a comunicação inteligente no ponto de acesso, sem que seja necessário o retorno de todo o tráfego através de um controlador WLAN. Enquanto, a confiabilidade é assegurada pelos componentes de hardware e software de alto grau de disponibilidade dos switches e roteadores Enterasys Matrix e SecureStackTM, cuja arquitetura não possui um único ponto de falha e suporta IEEE 802.3af PoE de 15.4 watt em todas as interfaces para alimentar os aparelhos de telefone de IP ou outros dispositivos PoE.

Por fim, a família Enterasys NetSight, que são aplicativos de gerenciamento de rede, fornecem visibilidade e controle sobre usuários, aplicativos e dispositivos de convergência. É possível inclusive saber o status de determinadas conversações de voz, vídeo e dados, priorizando separadamente telefones, câmeras, impressoras e computadores conectados a uma única porta de rede, para cada um dos usuários.
Fonte: B2B Magazine

Published September 27th, 2007

Aplicação para VoIP no iPhone

Começam a surgir aplicações para permitir o uso de VoIP através da rede Wi-Fi no iPhone.
Ainda em versões iniciais e com a necessidade de recorrer ao terminal, é já uma boa perspectiva para o futuro nesta área.

ATruPhone promete um lançamento de uma aplicação que inclua a simplicidade de usar uma rede aberta wi-fi quando existente e o cartão SIM quando não existir Wi-fi.

Fonte: MNO

Published September 27th, 2007

Nova operadora fixa usará rede da Motorola

Motorola é a responsável por toda a infra-estrutura tecnológica da RNTW, nova operadora de telefonia fixa que abrangerá as regiões de Maringá e Londrina, no Paraná. O sistema escolhido pela RNTW é o Canopy, que oferece acesso de alta velocidade em banda larga para telefonia fixa, internet e voz sobre IP (VoIP). 

Com foco no mercado corporativo, a expectativa é alcançar cerca de mil empresas com a nova rede da Motorola. “Para cada ativação feita, 30 telefones serão instalados. Ou seja, o objetivo é agregar mais de 30 mil usuários até o final do ano”, destaca Herlon Scmeiske, diretor executivo da RNTW. Uma das vantagens da nova operadora é o fato de ser a única a fornecer linhas fixas, banda larga e VoIP. “Hoje, as companhias precisam contratar diversos fornecedores para cada tipo de tecnologia necessária às suas operações. Nosso diferencial é oferecer o pacote de todos os serviços com um gerenciamento integrado de toda a solução”, complementa o executivo.

Para realizar a implementação do sistema, a Motorola contou com o apoio da BearCom, distribuidor da empresa e fornecedor dos equipamentos para a RNTW. A tecnologia da operadora foi construída com backbones de fibra ótica, e as pontas de atendimento, com sistema Canopy. “A solução possibilita uma vasta gama de aplicações, como provisionamento de dados, voz sobre IP (VoIP), videomonitoramento de segurança, acesso rápido à internet e conexões corporativas. Certamente, a população de Londrina só tem a ganhar com esse novo sistema de telefonia fixa”, diz Joeval Martins, gerente de canais de Soluções para Governo e Empresas da Motorola Brasil. Atualmente, a plataforma de banda larga sem fio Canopy está implementada em configurações ponto-a-ponto e ponto-a-multiponto em 85 países.

Desde sua instalação como município, há 70 anos, Londrina tem passado por um processo de crescimento diversificado de sua base econômica. Hoje, a cidade tem 495.696 habitantes, dos quais 231.145 são considerados economicamente ativos, de acordo com estudo do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). “Decidimos que a região precisava de uma nova operadora justamente porque os índices de desenvolvimento regional são muito altos”, comenta Schmeiske.

Os clientes da RNTW serão empresas, indústrias e companhias que necessitam de uma velocidade maior no tráfego de dados e de bandas mais robustas para suas transações. A próxima cidade paranaense a ter a tecnologia da nova operadora é Foz do Iguaçu, ainda sem data para início das atividades. A Motorola inaugurou um projeto de cidade digital no município no mês de junho, no qual 55 escolas, seis secretarias municipais e 28 postos de saúde estão interligados por meio de uma rede sem fio municipal disponibilizada pelo Canopy.

Fonte: B2B Magazine

Published September 27th, 2007

Telefones fixos lideram reclamações à Anacom

Durante o primeiro semestre deste ano, a Anacom viu aumentar em 28 por cento, em relação ao memso período de 2006, o número de reclamações recebidas respeitantes a serviços de comunicação.
O maior número de queixas recebidas pela ANACOM no período descrito diz respeito a serviços telefónicos da linha fixo, seguido dos serviços de acesso à Internet e dos serviços telefónicos móveis.

Por outro lado, no relatório semestral divulgado pelo regulador, os serviços VoIP foram os que motivaram o maior número de reclamações por cada mil clientes.

Neste segmento de mercado, 0,13 por cento dos subscritores destes serviços acabaram por apresentar uma reclamação.

Fonte: BIT

Published September 26th, 2007

Internet à borla na Capinha

A antena de distribuição de Internet à borla para a população da freguesia da Capinha já está instalada e os primeiros acessos foram feitos na segunda-feira a partir do Centro de Dia da localidade, onde há quatro computadores com webcam, disse ao Diário XXI, Rogério Palmeiro, presidente da Junta. O sistema instalado “por um conjunto de amigos da freguesia, permite distribuir sinal para 160 utilizadores em simultâneo”, destaca o autarca. O equipamento foi instalado “por amigos da freguesia, especializados na área da informática”, acrescentou Rogério Palmeiro, adiantando que ao longo das próximas semanas “serão feitas medições nas casas de particulares” para saber o equipamento que cada família terá de comprar para receber o sinal de Internet gratuita. Segundo Rogério Palmeiro, as medições permitirão saber os locais onde serão instalados os repetidores do sinal.

AUTARQUIA NÃO DESISTE DO WIMAX
O investimento feito pela junta de freguesia rondou os mil 250 euros, acrescidos de uma mensalidade de 80 euros pagos à PT para garantir tráfego ilimitado no acesso à Internet.
Segundo Rogério Palmeiro, a Junta de Freguesia avançou para a instalação da rede sem fios, mas não desistiu a instalação de um sistema Wimax. “Esperamos a abertura do QREN para candidatar o projecto, avaliado em mais de milhão e meio de euros”, disse Rogério Palmeiro.
A vantagem da tecnologia Wimax em relação à tradicional Wi-Fi é que o sinal tem muito maior alcance. Enquanto que nas actuais redes sem fios (Wi-Fi) uma antena cobre a área de um escritório, uma antena Wimax pode cobrir um bairro. Ou seja, é uma tecnologia que dispensa a utilização de vários servidores e quilómetros de cabos de rede como suporte, bastando um posto de serviço e um determinado número de antenas, variável, mediante a área de abrangência.

Fonte: Diário XXI

Published September 26th, 2007

Setor eletroeletrônico deve faturar R$ 117 bi este ano, prevê Abinee

As expectativas da indústria eletroeletrônica em relação ao crescimento do faturamento para o terceiro trimestre são otimistas. Do total das empresas pesquisadas, 52% delas esperam comportamento melhor em relação ao trimestre anterior e, na comparação com o mesmo período do ano passado, o percentual ainda é maior, atingindo 71%, segundo divulgou a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

De acordo com a associação, a taxa é a maior dos últimos dois anos, período que não ultrapassou 60%. Das áreas mais otimistas em relação ao crescimento das vendas/encomendas para o terceiro trimestre, destacam-se automação industrial (90%), equipamentos industriais (78%) e GTD (82%). Nos dois primeiros casos, a manutenção dos investimentos em diversos setores da economia está favorecendo as expectativas de continuidade de crescimento dos negócios.

Para os fabricantes de bens de Informática, porém, a expectativa é que o crescimento nos próximos meses seja mais modesto do que o registrado anteriormente, em decorrência da forte base de comparação, uma vez que, neste período do ano passado, os negócios da área de Informática já apresentavam grande expansão.

Já as empresas de telecomunicações, por seu lado, aguardam a definição da liberação da terceira geração de telefones celulares (3G) e da tecnologia WiMAX. Enquanto isso não ocorrer, a área deverá permanecer com baixo volume de negócios, prevê a Abinee. A área de componentes elétricos e eletrônicos está contando com o aquecimento do mercado dos demais setores da economia.

Para o ano, a projeção da Abinee é que o faturamento nominal da indústria eletroeletrônica cresça 12%. Resultado que, se confirmado, ficará muito próximo dos apresentados nas previsões anteriores, que eram entre 15% e 12%, totalizando R$ 117 bilhões. Boletim divulgado pela associação ressalta que, com exceção da área de telecomunicações, que deverá permanecer estável em relação a 2006, as demais áreas terão taxas de incremento superiores a 5%.

A Abinee projeta que as exportações deverão ficar estáveis, somando US$ 9 bilhões e as importações atingirão US$ 21,5 bilhões, com acréscimo de 15%. Assim sendo, o déficit da balança comercial de produtos atingirá US$ 12,5 bilhões, 28% acima do registrado em 2006.

O número de empregados do setor deverá alcançar 153 mil, o que significa 10 mil trabalhadores a mais do que o apontado no fim do ano passado. Já participação do faturamento do setor em relação ao PIB do país, permanecerá na faixa de 4,5%.

Fonte: TI Inside

Published September 26th, 2007

FAO: Aproveitar a Internet para acelerar o desenvolvimento rural

Ajudar as comunidades rurais a aproveitar a nova tecnologia da Internet em benefício do desenvolvimento rural e da gestão adequada dos recursos naturais é o objectivo duma conferência internacional a decorrer na sede da FAO em Roma.

A reunião Web2forDev 2007 (acrónimo do inglês Web participativa para o desenvolvimento) é o primeiro fórum internacional que discute a forma como as novas ferramentas da Internet – conhecidas como Web 2.0 - podem ser aproveitadas pelos países do Sul para criar redes entre elas, colaborar e intercambiar informação.

Entre os dias 25 a 27 de Setembro a conferencia vai analisar a evolução da Internet, oferecendo ferramentas interactivas grátis ou a baixo custo para criar, publicar e partilhar informação. Abarcará três temas principais: o uso e impacto de espaços virtuais para colaborar e partilhar conhecimentos à distância; o uso das tecnologias adequadas para a publicação online e o acesso à informação que se encontra na Internet.

Entre as questões que se vão debater durante as sessões de trabalho figuram desde como partilhar conhecimentos entre as aldeias do Egipto, como usar as ferramentas Web 2.0 para vencer as barreiras culturais, linguísticas e geográficas que se encontram na África subsaariana e outras regiões do mundo.

Principais oradores

Um dos principais oradores da conferncia ^´e Ethan Zuckerman, investigador no Berkman Center for Internet and Society da Faculdade de Direito de Harvard. Zuckerman é cofundador da Global Voices, que agrupa um grande número de blogs e de meios de comunicação a nível urbano. Zuckerman esteve envolvido no desenvolvimento de ferramentas da Internet e de forma específica de tecnologia adaptada ao mundo em desenvolvimento desde 1994, enquanto cofundador da Tripod.com.

Entre os participantes encontram-se também Anriette Estherhuysen, cofundadora do grupo WomenNet na África do Sul e o perito do CIRAD Thierry Helmer. O CIRAD é um centro francês de investigação agrária que trabalha no campo do desenvolvimento internacional.

Fonte: AgroNoticias

Published September 26th, 2007

Conferência WEB 2.0 apresenta estratégias de colaboração

A web vive uma fase de popularização e participação dos usuários sem precedentes. A criação de ambientes digitais colaborativos internos que realmente agreguem valor para o negócio ainda é um grande desafio para as empresas. Cada vez mais é importante conhecer as estratégias para a construção de ambientes digitais participativos no mundo corporativo: mobilização, reconhecimento, reputação digital, arquitetura da participação, gameware etc.

Este é o foco de Cacau Guarnieri, consultor da Plena Consultoria, em sua palestra na 1ª Conferência WEB 2.0 Corporate, que acontece nos dias 3 e 4 de outubro próximo, na Amcham, em São Paulo, patrocinada pelas revistas TI INSIDE e TELETIME, e organizada pela Converge Comunicações.

Na Conferência serão abordados temas como gestão colaborativa, liderança de mudanças, a volta do interesse dos fundos de investimentos na internet, sistemas e plataformas de colaboração, infra-estrutura, CRM e gestão de relacionamento, segurança, mobilidade e apresentação das novas aplicações de WEB 2.0.

O evento terá também a apresentação de alguns cases de sucesso de empresas que já estão no novo ambiente WEB 2.0, como IBM, Banco do Brasil, Benner, IBM, TAM, Peugeot, RBS, Ipiranga, General Motors, entre outras.

Fonte: TI Inside

Published September 26th, 2007

Nokia revela celular que faz ligações via WiFi e Bluetooth

HELSINQUE (Reuters) - A Nokia, maior fabricante mundial de telefones celulares, revelou nesta quinta-feira o modelo 6031, que apresenta tecnologia de acesso móvel por redes sem fio que não precisam de licenças (UMA, na sigla em inglês).

A empresa afirmou que o novo modelo será lançado na Europa no quarto trimestre de 2007 com preço estimado em 230 euros (322 dólares), sem contar impostos e subsídios.

Os usuários de um portátil com tecnologia UMA podem realizar ligações telefônicas pela Internet quando estiverem no raio de ação de uma rede sem fio WiFi ou próximos de uma conexão padrão Bluetooth. Quando o aparelho sai do alcance da rede, a conexão é automaticamente convertida para a rede de telefonia celular convencional nos padrões GSM, GPRS ou UMTS.

A Nokia iniciou testes com a tecnologia UMA em julho de 2006 e já lançou um telefone com essa tecnologia, o 6086.

Fonte: REUTERS

Published September 26th, 2007

TELECOM: EMC apresenta novos serviços para telefonia IP

SÃO PAULO, 25 de setembro de 2007 - A EMC Corporation, considerada líder mundial em armazenamento e gerenciamento de informação, apresenta na Futurecom deste ano as soluções mais abrangentes do mercado para gerenciar ambientes de telefonia IP e voz sobre IP (VoIP). […]
Os lançamentos que os visitantes da feira podem conhecer são a linha EMC Smarts VoIP Performance Manager e EMC Smarts VoIP Performance Reporter, que maximizam a disponibilidade e o desempenho de serviços VoIP críticos para o negócio.

SÃO PAULO, 25 de setembro de 2007 - A EMC Corporation, considerada líder mundial em armazenamento e gerenciamento de informação, apresenta na Futurecom deste ano as soluções mais abrangentes do mercado para gerenciar ambientes de telefonia IP e voz sobre IP (VoIP). Com uma diretoria voltada para o gerenciamento de informações, a EMC lança produtos e traz Peter Charland, diretor sênior de produtos da EMC Corporation para fazer palestra sobre os novos serviços no leque de soluções da companhia.

Os lançamentos que os visitantes da feira podem conhecer são a linha EMC Smarts VoIP Performance Manager e EMC Smarts VoIP Performance Reporter, que maximizam a disponibilidade e o desempenho de serviços VoIP críticos para o negócio.

Conforme Guilherme Azevedo, consultor sênior da EMC Brasil, a nova família é composta por soluções que fecham a lacuna entre telefonia IP e gerenciamento de rede IP. “Recursos como monitoria, alerta, diagnóstico e relatório abrangentes de todos os aspectos de um sistema que podem afetar os serviços de telefonia IP, estão os recursos que nossos clientes poderão usufruir”, explica Azevedo por meio de nota.

Com o EMC Smarts, empresas e provedores de serviços gerenciados podem modelar componentes de TI e suas relações em rede, aplicativos e armazenamento para entender como os níveis de serviço são afetados. O software analisa eficazmente dados de múltiplas fontes para identificar a causa raiz de problemas na infra-estrutura de TI automaticamente e em tempo real, possibilitando que as empresas maximizem a disponibilidade e o desempenho de recursos de TI críticos e dos serviços (como VoIP) que eles suportam. (Redação - InvestNews)

Fonte: Gazeta.com.br

Published September 26th, 2007

Cursos básicos capacitam profissionais em tecnologia IP

 Um dos objetivos do IP Communications Brasil 2007 será o de oferecer cursos destinados à capacitação em tecnologia e serviços de comunicação IP. Cursos estão programados para o dia 06 de novembro, primeiro dia do evento, que acontece na capital paulista.

A proposta é a de transmitir informação para uma mão-de-obra interessada em trabalhar nesse filão, que não pára de crescer no Brasil. Várias oportunidades de empregos despontam entre os provedores de serviços, especialmente, naqueles que apostam no impulso de produtos como o IPTV, o Vídeo on Demand, a Vídeo Conferência, o Webcasting, assim como, na ampliação da oferta da telefonia VoIP.

Dados do Ministério da Ciência e Tecnologia revelam que o Brasil sofre com a falta de mão-de-obra especializada em tecnologia. Haveria, conforme o ministério, um déficit de aproximadamente 17 mil profissionais no mercado. Com os cursos básicos em IP, o intuito do IP Communications Brasil 2007 é o de mostrar o potencial de empregabilidade da área. Maiores informações podem ser obtidas no site: www.ipcoombrasil.com.br

Fonte: Convergência Digital

Published September 26th, 2007

À espera da TV digital

SÃO PAULO - Publicitários e anunciantes se preparam para o novo formato de televisão no Brasil - com suas vantagens e riscos.

O próximo dia 2 de dezembro foi programado para ser um marco na história da TV brasileira. É quando se inaugura oficialmente a televisão digital no Brasil. A partir desse dia, os recursos de alta definição e interatividade da nova tecnologia estarão disponíveis para os moradores de São Paulo, cidade que concentra 12% dos televisores do país. A maior parte da população - que precisará ter um aparelho adaptador cujo custo está estimado em cerca de 800 reais - pouco ou nada vai notar de imediato. Mas, nos bastidores das emissoras, da indústria e principalmente do mercado publicitário, as mudanças são mais uma etapa de uma longa corrida de obstáculos para ver quem chega primeiro e de forma mais eficaz ao telespectador de uma nova mídia. Em jogo está um desafio tão ou mais difícil do que o enfrentado pela publicidade com a internet no fim da década de 90: fazer dinheiro num mercado novo e fragmentado.

As cifras envolvidas são gigantescas e ainda difíceis de estimar com precisão. Estudos do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) encomendados pelo governo federal estimam que só as emissoras de TV deverão investir 5,5 bilhões de reais em equipamentos nos primeiros cinco anos da mudança. Todos os grandes fabricantes de eletroeletrônicos, por sua vez, começam a vender a partir de dezembro um adaptador para conectar as TVs ao novo sinal, o set-top box. Serão pelo menos 50 milhões de aparelhinhos até 2016 - um mercado emergente de pelo menos 125 bilhões de reais. Sem falar na troca progressiva de televisores e nos novos aparelhos que surgirão em decorrência da tecnologia, criando um mundo tão rico em oportunidades quanto em riscos para o mercado publicitário.

Entre os aparelhos eletrônicos que surgiram a reboque da TV digital no exterior - e são um sucesso - está o gravador digital de vídeo (DVR, na sigla em inglês), que permite ao espectador armazenar o conteúdo transmitido ao vivo para assistir quando quiser. Um dos recursos do dispositivo é “pular” os comerciais, o que tem provocado calafrios nos publicitários. Por enquanto, no Brasil, o DVR está disponível apenas para usuários de TV a cabo digital ou por satélite dispostos a pagar cerca de 1 000 reais pelo apetrecho, mas a tendência é que o equipamento se popularize com a disseminação da TV digital. Quando isso acontecer, a publicidade brasileira deverá estar preparada para um desafio poderoso. Nos Estados Unidos, estudos da Nielsen Media Research mostram que os usuários do DVR não assistem a 60% da publicidade em programas gravados. Não há evidências de que no Brasil será diferente. A operadora Sky constatou que 41% dos usuários do DVR não vêem comerciais.

Os publicitários já descobriram qual a primeira e mais óbvia alternativa para driblar essa espécie de fuga de telespectadores: incluir mais e mais merchandising na programação. O problema será fazer isso de forma que não irrite o consumidor. Para Angelo Frazão, vice-presidente de mídia da agência McCann Erickson, a tendência é replicar experiências como a do filme Náufrago, estrelado por Tom Hanks e repleto de inserções de merchandising que se misturam com a história. “Para poder ocupar mais espaço, esse tipo de inserção terá de ficar mais refinada na programação brasileira”, diz Frazão. Outro modelo de inserção avaliado pelos publicitários são comerciais interativos, como o que a rede de fast food KFC veiculou no ano passado nos Estados Unidos, para promover um novo sanduíche. Visto em ritmo lento, o anúncio fornecia uma senha para que o consumidor acessasse com o controle remoto da TV o site do KFC e ganhasse o tal sanduíche grátis nas lojas da rede. Além de ter virado uma febre na internet, com os usuários trocando senhas entre si, o anúncio gerou polêmica entre as redes de TV - uma delas recusou-se a veiculá-lo e acusou o KFC de fazer propaganda subliminar. No Brasil, ficou famosa uma campanha interativa criada para o Mitsubishi Pajero veiculada em 2004 pela operadora Sky. O comercial permitia ao espectador navegar pelo filme com o uso do controle remoto como num site para conhecer os detalhes do carro. Os interessados recebiam depois um material promocional da Mitsubishi por mala direta.

O fato é que ainda há muito mais experimentação nessa área do que certezas - seja no Brasil, seja no resto do mundo. “Ter anúncios interativos não garante que todos os telespectadores estarão dispostos a interagir”, diz Alexandre Gama, presidente da Neogama/BBH, responsável pelo anúncio da Mitsubishi. Depois dele, a Neogama/BBH não produziu nenhum outro filme nesses padrões. O argumento é que tais campanhas ainda atendem um público limitadíssimo. “Mas é uma tendência que inevitavelmente deverá vingar no futuro e para a qual precisamos estar preparados”, diz Gama. Há três meses, a AgênciaClick, maior criadora de publicidade para internet no Brasil, instalou em sua sede em São Paulo um laboratório de pilotos de filmes interativos para clientes, produzindo e testando novos softwares para interatividade na TV. “A hora de aprender é agora, e é claro que isso tem custos”, diz Abel Reis, sócio da Click. A agência já investiu 100 000 dólares no laboratório, que por enquanto é usado basicamente para testes. O mercado de publicidade brasileiro, que já passa por um momento de transformação, deve ficar ainda mais agitado com a estréia da TV digital.

O impacto na publicidade

Como a tecnologia digital afetará as propagandas na televisão

INTERATIVIDADE: Os espectadores poderão usar o controle remoto para “navegar” no comercial. Os publicitários deverão levar em conta essa particularidade no processo de produção dos anúncios e do conteúdo extra

SELETIVIDADE: A televisão digital favorecerá o uso de gravadores digitais de vídeo (DVRs), muito populares nos Estados Unidos.Assistindo apenas àquilo que quiser, no horário que quiser, o espectador poderá “pular” comerciais indesejados

QUALIDADE: As produtoras de filmes publicitários terão de investir em novos equipamentos de filmagem e iluminação em decorrência do aumento da qualidade das transmissões. Isso deve aumentar os custos de produção de comerciais

Fonte: Info OnLine

Published September 26th, 2007

PT será forte concorrente à TV Cabo dentro de três a seis meses

A Portugal Telecom assume que, dentro de três a seis meses, será uma forte concorrente à TV Cabo.De acordo com o «Diário de Notícias», a operadora está a preparar-se para apostar em novos serviços de televisão e constituir alternativas ao «Meo», pacote de televisão que a PT já disponibiliza.A operadora, que conta já com Zeinal Bava entre os seus quadros administrativos, está atenta à Televisão Digital Terrestre e às emissões por satélite.

«Até agora as pessoas têm olhado para a PT como um gigante defensivo, hoje vão começar a ver o gigante a atacar», afirmou Henrique Granadeiro ao «DN».

Recorde-se que a administração da empresa garantiu no final da semana passada que a operação de «spin-off» estará concluída até ao final de Outubro.

O ex-presidente da PT Comunicações, Rodrigo Costa, assumiu entretanto a presidência da PT Multimédia.

Fonte: Agência Financeira