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Archive for September 14th, 2007


Published September 14th, 2007

TV Digital: Ação Direta de Inconstitucionalidade do P-Sol é ato político

A Ação Direta de Inconstitucionalidade ingressada no Superior Tribunal de Justiça pelo Partido Socialismo e Liberdade (P-Sol) é mais um ato político do que jurídico, segundo o consultor jurídico do ministério das Comunicações, Marcelo Bechara. “A questão tanto é política que foi encabeçada o questionamento constitucional e o pedido de liminar foi liderado por um partido político”, afirma.

O P-Sol pede a suspensão do início das transmissões, porque alega que se a TV Digital entrar no ar, será impossível reverter a situação. Entretanto, Bechara garante que já é irreversível, porque a TV Digital já está no ar. “As emissoras já compraram os transmissores, Band, Globo e SBT já estão com o sinal do ar, a indústria se mobilizou e o set up box já está em produção, o que significa que a TV Digital já está no ar”, argumenta.

O consultor acrescenta que o padrão nipo-brasileiro também já foi normatizado (só falta a questão da cópia de conteúdo, que vai ser decidida pelo presidente Lula), audiências públicas, pesquisas e investimentos já foram feitos, o que fez inclusive o debate se popularizar. “A data é só um dia de festa, para todas as empresas entrarem no ar no mesmo dia e não virar competição, porque na verdade já está tudo no ar e esse o partido está atrasado”, destaca.

Outros destaques do COMPUTERWORLD:
> Faltam profissionais especializados em TV Digital
> Conheça algumas opções de cursos de TV Digital
> Ministro promete conversor de TV digital a R$ 180
> Brasil corre contra o tempo para implantar TV Digital

Bechara diz ainda que a atitude do P-Sol mostra desconhecimento sobre o assunto e juridicamente não tem sustentabilidade. Ele lembra que há aproximadamente um ano o Ministério Público Federal questionou com uma Ação Pública o decreto da TV Digital, mas que foi considerado inépito. “Isso mostra que o judiciário já teve a oportunidade de questionar os fatos”, diz.

A Advocacia Geral da União já prestou informações adicionais ao ministro relator do caso e não se sabe quando o resultado será divulgado. “Mas eu quero crer que não vai resultar em nada tudo isso, até porque seria um prejuízo grande para o País”, conclui Bechara.

Fonte: COMPUTERWORLD

Published September 14th, 2007

Costa: TV Digital no Uruguai equivale a uma cidade do interior de São Paulo

 No velho estilo ‘atire primeiro, pense depois’, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, bateu pesado nesta quarta-feira (05/09) no Uruguai, ao ser indagado se a decisão daquele País pelo sistema europeu de TV Digital impactava a estratégia brasileira de defender um único padrão nipo/brasileiro para o Cone Sul.

“Olha é mais ou menos como se uma pequena cidade do interior de São Paulo decidisse fazer uma experiência com algum outro projeto”, disparou em tom irônico o ministro das Comunicações, contra o parceiro do Brasil no Mercosul. “Nosso projeto é tão grande, tão abrangente e complexo, que não faz muita diferença”, concluiu.

Para Hélio Costa, quem perde com a decisão é o Uruguai. Isso porque o Brasil já estará produzindo TV Digital no ano que vem e o País vizinho não terá como captar nossas imagens na fronteira, em função da escolha feita por uma plataforma diferente da brasileira.

Mesmo na eventualidade da Argentina e do Chile não acompanharem o padrão japonês - há rumores que a Argentina optaria pelo padrão europeu, enquanto no Chile há uma disputa entre o padrão norte-americano e europeu - o ministro Hélio Costa entende que o Brasil dispõe de uma população muito maior, ou seja, detém mercado para, sozinho, suprir os interesses dos fabricantes ligados à TV Digital.

Fonte: Convergência Digital

Published September 14th, 2007

Tandberg adquire Codian

A Tandberg, empresa de comunicações visuais, anunciou neste início de setembro a compra da Codian, empresa que desenvolve produtos de infra-estrutura de videoconferência em alta definição. A transação que totaliza 270 milhões de dólares, sendo parte em moeda e parte em ações, deverá estar concluída no terceiro trimestre de 2007.

Incorporados na solução total da Tandberg, os produtos de infra-estrutura da Codian vão proporcionar aos clientes uma plataforma para instalações em grande escala de sistemas de videoconferência de alta definição.

A linha de produtos da Codian inclui unidades de controle multipontuais (MCU, Multipoint Control Unit) nas categorias empresariais e de operadora, gateways, servidores de videoconferência e software de gestão. A Tandberg continuará desenvolvendo e conferindo suporte às linhas de produtos Codian e Tandberg, inclusive às plataformas MCU da Codian e à linha MPS da MPS de MCUs da Tandberg.
 

Fonte: B2B MAGAZINE

Published September 14th, 2007

Aumenta acesso por banda larga

O mercado de banda larga na América Latina está crescendo graças aos esforços dos provedores em atrair e encorajar novos clientes a trocarem o velho acesso discado por uma conexão mais rápida. Segundo um estudo da Frost & Sullivan, empresa internacional de consultoria e inteligência de mercado, este setor alcançou 12,5 milhões de acessos em 2006 e deve chegar a 28,5 milhões em 2012. “Este movimento ocorre devido a dois fatores: a migração da conexão discada para banda larga, altamente incentivada pelas empresas, e o baixo custo dos novos planos, com ofertas mais completas”, afirma Andrés Sciarrotta, analista da Frost & Sullivan.

Neste mercado altamente competitivo, as operadoras a cabo e as comuns estão constantemente desenvolvendo estratégias para expandir sua base de assinantes. A introdução de novas tecnologias, como Triple Play e WiMax, é um passo decisivo na direção do sucesso.

Contudo, os serviços de banda larga sofrerão um revés caso continuem a custar caro em alguns países, e também se os provedores de internet (ISPs) mantiverem cobranças extras em algumas áreas. “A maioria dos consumidores ainda está indeciso sobre adquirir banda larga, não apenas por causa do alto preço em alguns países, mas também devido ao alto custo que serviços como voz e vídeo representa para eles”, observa Sciarrotta, complementando que “a falta de regulação impede a distribução total das novas tecnologias”.

Aplicações mais baratas e mais personalizadas vão permitir que os operadores aumentem o número de assinantes residenciais e empresariais. Neste cenário, o Triple Play pode se tornar uma opção com potencial para expandir a penetração da banda larga na região. “Para superar estes desafios, é crucial para as operadoras e para os provedores fazerem alianças e aquisições, pois assim eles podem oferecer os três serviços (voz, vídeo e dados)”, sugere o analista. “Uma oferta tão completa permite que as empresas sejam mais competitivas e obtenham mais usuários”, conclui Sciarrotta.

Fonte: B2B MAGAZINE

Published September 14th, 2007

Integração macro

Com web services e SOA, a companhia aérea Gol facilitou a comunicação com as agências de turismo, cortou custos e inovou de novo no check in

Luana Pavani

 Um conjunto de web services vem sendo reutilizado pela companhia aérea Gol em diversas situações de negócios. A empresa, que opera 630 vôos diários para 50 destinos no Brasil e oito na América do Sul, começou a utilizar aplicativos de integração para ampliar o relacionamento com as agências de turismo e desenvolver soluções de mobilidade. Hoje, o sistema de reservas é atualizado por web services que interagem com todos os canais de venda, identificando se a confirmação do bilhete vem do site ou do telefone celular. Já no serviço de alerta por e-mail ou SMS, o cliente recebe uma mensagem da companhia aérea com a opção de remarcar o vôo ou cancelar a reserva. Um clique na resposta faz a atualização automática das informações do passageiro na base de dados, que está integrada ao ERP. O mais novo projeto em arquitetura orientada a serviços (SOA) da Gol vai permitir que o celular seja usado como cartão de embarque. A idéia é que a imagem do código de barras no visor do aparelho possa ser lida na sala de embarque. “Queremos eliminar de vez o papel nos processos”, diz Wilson Maciel Ramos, vice-presidente de gestão e TI da Gol. Segundo Maciel, o projeto de check in pelo celular já foi apresentado à Infraero, empresa pública que administra parte dos aeroportos brasileiros. Para que o cliente apresente seu celular ao funcionário da Infraero, a estatal teria de adotar um tipo diferente de leitor de código de barras e se responsabilizar pela conferência dos documentos dos passageiros, o que hoje é feito pelas companhias aéreas. “A tecnologia está pronta, mas exige uma mudança de procedimentos”, diz Maciel. O que não muda são os web services, também presentes na nova aplicação. A primeira experiência com integração de sistemas com conectores web foi realizada com as agências de viagem, para terem acesso direto ao site da Gol. O sistema de reservas que a Gol utiliza é o Open Skies, da Navitaire, empresa que atua no ramo de aviação de baixo custo, controlada pela Accenture. A aplicação é gerenciada como serviço, incluindo o hosting dos servidores, nos Estados Unidos, com capacidade contratada sob demanda, para garantir disponibilidade das vendas no site www.voegol.com.br. Quando a Gol começou a operar, em janeiro de 2001, o meio principal de compra de passagens no mercado brasileiro eram as agências de viagem, que, por sua vez, tinham contratos com operadoras globais de reservas, ou GDS (Global Distribution System).

Rapidez no ROI
A maior agência de turismo do Brasil, a Flytour, tem parceria com a rede Amadeus. E a Gol com sua concorrente, a rede Sabre. Portanto, a Flytour não enxergava os vôos da Gol. Só as agências associadas à rede Sabre consultavam os preços praticados pela Gol, e nem sempre eram os melhores, pois as promoções relâmpago aconteciam no site de vendas diretas da companhia. Com a utilização do conector XML, a Flytour e centenas de outras passaram a ver as tarifas no site da Gol. “Os web services automatizaram a transação entre o sistema que as agências de viagem usam e o software de reservas da Gol”, diz Maciel. Hoje, 83,5% da receita da Gol vem da internet, gerada tanto por pessoas físicas quanto por agentes de viagem. As transações que utilizam web services respondem por 5,8% das vendas da companhia, índice superior ao proveniente da rede global de reservas, o GDS, que hoje representa menos de 2% do total das vendas da Gol. Outra parte da receita (9,7%) vem do call center e das lojas em aeroportos. Para os primeiros passos da integração com as agências, o sistema da Navitaire recebeu interfaces de programação (APIs), e servidores web foram adicionados à infra-estrutura. O Grupo TBA desenvolveu os web services em .Net. Após uma semana de implementação na Flytour, começou o piloto. O ROI se deu em quatro meses após o início da operação. A conta é feita sobre a economia gerada com a queda nas vendas de passagens usando sistemas globais de reservas (GDS), que têm um custo de 3 dólares para cada vôo doméstico e de 7 dólares nos internacionais. “Com o uso de web services, cada venda representa 3 dólares ou 7 dólares a menos de custo”, diz Maciel. A segunda fase do projeto foi a integração das agências de viagem com as ferramentas de workflow dos seus principais clientes corporativos, com os mesmos conectores XML. “A reutilização das aplicações é a grande sacada da arquitetura SOA”, afirma Maciel. Os equipamentos da Gol, adquiridos em leasing, são gerenciados pela Tivit, em São Paulo. Para a Varig, que a Gol adquiriu em março passado, a busca de sinergia passa pela consolidação e virtualização dos 67 servidores, com intenção de reduzi-los para 15 máquinas. Os sistemas de reserva da Varig serão mantidos.

Fonte: InfoCorporate

Published September 14th, 2007

Gestão de riscos é crucial para teles no novo cenário, diz consultor

As enormes transformações pelas quais as telecomunicações vêm passando estão impondo às operadoras um duplo desafio. Além do desenvolvimento de modelos de negócio que possam trazer vantagem competitiva, elas agora necessitam dispor de ferramentas e processos que lhes dêem um visão integrada da gestão de riscos e de segurança da informação.

“O momento que as operadoras estão vivendo é um período que envolve enormes riscos, pois há uma avalanche de novas tecnologias, uma forte demanda dos usuários por novos serviços, como VoIP, IPTV, web 2.0, entre outros, e isso tem exigido que estejam preparadas para garantir uma gestão de riscos efetiva”, avalia do diretor de Advisory Service da PricewaterhouseCoopers (PwC), Antonio Gesteira, que foi um dos palestrantes do 1º Fórum de TI para Operadoras, promovido nesta quarta-feira (12/9) pelas revistas TI INSIDE e TELETIME, publicadas pela Converge Comunicações.

Em meio a esse cenário, o consultor alerta que as operadoras hoje têm de pensar a gestão de risco olhando para os processos internos, as mudanças organizacionais, as novas tecnologias, a capacitação profissional e as operações. E essa visão, segundo Gesteira, pode nascer da área de TI, já que é ela que detém as informações e que pode alavancar uma boa gestão de risco. “O mercado está passando por uma grande mudança e a reboque está trazendo uma série de desafios às operadoras, como a necessidade de atendimento a inúmeras regulamentações, a busca pela excelência operacional e rentabilidade, a melhoria dos processos e estar preparada para atender o crescimento da demanda, além de aumentar a produtividade e a confiabilidade dos serviços”, diz ele.

De acordo com o consultor da PwC, o contexto da gestão de risco passa também pela redução do número de incidentes, gerenciamento dos custos e redução das perdas financeiras. Segundo Gesteira, uma dos principais tipos de riscos que envolvem as operadoras é o operacional, como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falhas, deficiência ou inadequação dos processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Ele diz que outros riscos associados à parte operacional é o de fraudes, internas e externas, demandas trabalhistas, segurança deficiente no local de trabalho e práticas inadequadas relativas aos clientes, produtos ou serviços.

Frentes a esses desafios, Gesteira diz que as operadoras têm de levar em conta alguns aspectos cruciais. Entre os principais, ele cita a necessidade de a operadora ter uma estratégia de atuação junto aos órgãos reguladores, de desenvolver uma estratégia tecnológica, que contemple a arquitetura e a capacidade de integração de sistemas e de migração, além de uma estrutura de sistemas que cubra as principais áreas, como billing, atendimento ao cliente e segurança. Por fim, ele chama atenção para a necessidade de se ter o desenho dos processos, visando a garantia de receita.

A visão da PwC, segundo Gesteira, é que a empresa entenda a essência dos processos e identifique os objetivos do negócio. “A partir daí é possível a operadora passar para a avaliação de risco e definir quais são os controles e planos de ação que devem ser implementados”, finaliza. Erivelto Tadeu

Fonte: TI Inside

Published September 14th, 2007

Produção em alta para a tv digital

A chegada da televisão digital no país marcada para 2008 torna os proprietários de televisores analógicos consumidores potenciais de set–top-boxes, os decodificadores. Para atender ao aumento repentino na demanda deste aparelho, a Tecnoworld, fabricante nacional de placas e decodificadores, anuncia ampliação da sua produção de decodificadores de 50 mil por mês para 300 mil por mês.

“Segundo o Ministério das Comunicações, no Brasil existem mais de 65 milhões de aparelhos de televisão, que se não forem trocados por receptores digitais, necessitarão do set-top-box para canais de TV aberta”, explica Cláudio Princz, gerente para integradores da Tecnoworld.

“A concorrência será acirrada, mas vale a lei da oferta e da procura. Quanto maior a produção, menor o custo para o consumidor final e esse é o objetivo da companhia. Para isso, estamos abertos a negociações, tanto com varejistas como com canais de distribuição corporativa”, conclui Princz.

Fonte: B2B MAGAZINE