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Archive for September 17th, 2007


Published September 17th, 2007

Parceria da Aethra com Telesul tem foco em tripleplay

Empresa quer atingir grandes empresas com soluções de vídeo

No Brasil desde 2001, a fabricante Aethra espera atingir grandes empresas por meio da recém anunciada parceria com a Telesul. Gadafe Alexandre, country manager da companhia para a América Latina, afirma que a distribuidora fará um trabalho qualificado para atendimento das revendas.

“Nossa estratégia é, com o aumento da demanda, atender ao mercado brasileiro e latino americano via Brasil”, diz ele. A idéia com a parceria é fazer eventos e workshops em conjunto para apresentar aos parceiros as oportunidades de negócio, como locação de equipamentos, outsourcing de plataformas de vídeo com foco no tripleplay e 3G. A fabricante continua atuando com outros parceiros de distribuição, mas a Telesul vai desempenhar um papel de destaque na geração de demanda.

O executivo afirma que está “fazendo a parte de certificação pelas equipes de pré-vendas e comercial para que a Telesul tenha autonomia para desenvolvimento de projetos de grandes plataformas, incluindo grandes operadoras”. Alexandre destaca o crescimento pela procura de projetos com plataformas de solução triple play, vídeo, áudio conferência, colaboração de dados e web conferência.

“Atendemos todas as áreas governamentais, educação, saúde, universidades federais, além de bancos e tribunais federais”, conta o executivo, que espera crescer 35% em relação ao ano passado.

Além do segmento enterprise, a companhia atinge também as pequenas e médias, de forma indireta, conforme explica o diretor da Aethra: “Um exemplo é o contrato com a Brasil Telecom, que disponibiliza nossas soluções de plataforma de vídeo em comodato para os clientes dela. Para a operadora, esse tipo de contrato é vantajoso, pois serve como uma ferramenta para geração de demanda”.

Fonte: ITWeb

Published September 17th, 2007

Rádio Digital: a indústria acorda

A ABINEE, associação nacional dos fabricantes de produtos eletro-eletrônicos, está começando a entrar no debate sobre a escolha do padrão brasileiro de rádio digital. O representante da indústria na audiência pública da Câmara dos Deputados sobre os testes com os padrões de rádio digital disse recentemente que… “Não vejo a intenção dos americanos (do padrão IBOC) em transferir tecnologia. A questão da transferência de conhecimento precisa ser negociada inclusive para que os preços dos produtos atendam a realidade do país. Se isso não acontecer, estamos fadados a extinção” .

Nós, no caso, são os fabricantes nacionais de transmissores de rádio, segundo a ABINEE responsáveis por 90% do mercado brasileiro de rádio analógico. O padrão IBOC é fechado, propriedade de uma empresa, que cobra para que se fabrique ou use equipamentos que dependem de sua propriedade intelectual. No que está muito certa, por sinal: arriscou, investiu e quer seu rico dinheirinho de volta.

Pelo andar da carruagem, quem vai errar, de novo, é o Brasil. A preocupação da indústria é a fabricação — agora — de equipamentos e a correspondente receita, no mercado, de preferência fechado à competição internacional. A das emissoras, principalmente as pequenas, também explicitada no debate da Câmara, é do custo de transição do sistema de transmissão analógica para o digital. Como não poderia deixar de ser, há promessa de financiamento público, facilitado, para que isso aconteça. Se o leitor não sabe, quase toda estação de rádio tem um deputado, senador ou, de resto, político por trás. Até Renan tem pelo menos uma. Mesmo que não seja no nome dele. Mas isso é outra história, outro processo. Voltemos à nossa discussão.

Do ponto de vista de uma política para rádio digital, o que o Brasil deveria estar fazendo? Deveríamos pensar no mundo e no futuro. Ao contrário do que fizemos em TV digital, ao desenhar um mercado digital semelhante ao definido pela nossa escolha analógica por PAL-M. Nosso padrão de TV digital, como o analógico, é brasileiro mesmo: só vai existir aqui. Mas… como pensar grande?

O Brasil é grande o suficiente para ter um impacto considerável na globalização de qualquer padrão. Somos quase 200 milhões e nosso mercado interno de produtos universalizáveis, como rádio ou TV, é significativo. Ocorre que nenhum dos fabricantes locais de produtos eletrônicos é global ou capaz, minimamente, de interferir de fato em padrões mundiais. Até agora, justamente por causa disso, nossos fabricantes olham somente para o mercado interno; sabem que não conseguirão competir no externo. Em certos casos, não terão licenças, que seja, para produzir daqui para outros mercados.

Uma política real para o Brasil, no cenário de rádio e convergência digitais, é nos associarmos a padrões abertos que tenham a chance de se tornarem realmente globais (o que não é o caso, definitivamente, do padrão IBOC). E fazer isso em dois passos: 1) introduzir, aqui, o estado da prática de um padrão global, seja lá qual escolhermos, sem nenhuma modificação e 2) participar, desde já, da criação da próxima versão de tal padrão, fazendo acordos e criando condições para introdução de conhecimento e propriedade intelectual nacionais nas versões futuras, para o que é necessário um investimento alinhado, entre governo, academia e indústria, em inovação e empreendedorismo.

Trazer um padrão aberto, global, não modificado, nos faria entrar na escala global de custos e investimento em sistemas e dispositivos. Tirar, daí, recursos para investir na evolução do próprio padrão é questão de inteligência e sobrevivência. Só que nossas decisões recentes de política industrial não primam por nenhuma destas qualidades. No caso de rádio digital, agora é esperar pra ver. Ou nem isso: a indústria parece só querer saber o que vai fabricar agora, as estações dinheiro bom e barato para trocar os transmissores e o governo, até agora, não tem política e estratégia, de mercado ou indústria, do tamanho do Brasil, para se contrapor às pressões e criar uma visão de mundo.

Fonte: Tv Cidade

Published September 17th, 2007

Pesquisa ladeira abaixo

Domingo destes repeti o ritual de ir ao mesmo local em que tomo um expresso duplo sem açúcar e me deixo disponível para algumas consultorias camaradas. Me diverte ver a lógica dos outros sustentando certezas que, por experiência, vejo que seguem rotas desastradas.

Por exemplo, a dona do estabelecimento resolveu colocar o preto no branco. E descobriu que está no vermelho. A situação, claro, a alarmou um bocado pois a obriga a adotar uma decisão inovadora qualquer para recuperar pelo menos o equilíbrio financeiro do empreendimento.

Descobriu que tinha algo errado ao ter que se valer repetidas vezes do cheque especial, de prolongar contas no cartão de crédito, de estar há vários meses sem investir na manutenção da casa etc.

Por isso, agiu rapidamente. Inventou uns pratos com nomes bonitos e preços um pouquinho acima da média para apresentar ao seu público seleto, que ainda não freqüenta o estabelecimento. Colocou uma placa discreta mas em um canto bem chamativo do lado externo e abusa da paciência, com o que acha ser uma propaganda amigável, dos seus cada vez mais poucos fregueses.

Tá tudo tão difícil, os preços na hora da morte, os empregados que não adianta treinar, a ladainha de sempre. Estupidamente e talvez antecipando que a nova estratégia traz, embutida, algumas decepções resolvi ajudar, informalmente.

Conversei com um freguês ou outro e descobri em dez minutos que o pessoal quer cadeiras mais confortáveis, poltronas para leitura, um ponto Wifi de internet e um cardápio que antecipe o almoço do dia.

Ao sugerir minha pesquisa besta para a proprietária a resposta foi taxativa: meu filho me disse que mais conforto para os clientes significará que eles passarão o dia aqui sem gastar.

Então, tá, pensei com meus botões.

E retomei a leitura de “O Universo Autoconsciente”, de Amit Goswami. E percebi que tinha na prática uma das lições que aprendo no livro: as pessoas tendem a cristalizar certos conceitos, mesmo errados, em vez de ampliar a alma para o Universo do qual são parte essencial e captar os sinais de mudança.

Uma pesquisa ladeira abaixo diminuiria, muito provavelmente, os problemas do local. Mas a certeza de um filho abestado de que conforto para cliente significa gente à-toa no local sem gastar se transforma num risco imenso de falência.

Fonte: Terra

Published September 17th, 2007

e-Gov: gestor da UMIC elege 5 novos desafios para a UE

A União Europeia enfrenta cinco novos desafios em termos de e-Government, entre os quais apostar na liderança das novas gerações de redes de banda larga e desenvolver serviços personalizados, disse à Lusa o ex-gestor da UMIC - Agência para o Conhecimento.
Diogo Vasconcelos falava à agência Lusa a propósito da conferência sobre e-Government (Governo Electrónico), que se realiza em Lisboa a 19 e 20 de Setembro.

Numa primeira fase, de acordo com o director da Cisco Systems para a área do sector público e antigo gestor da UMIC, o e-Government resultou na disponibilização na Internet dos serviços públicos, mas actualmente o conceito é muito mais largado e os desafios são maiores.

«Ao falarmos da transformação do sector público, devemos abandonar a ideia de e-Government como o mero tornar electrónicos os serviços públicos», afirmou Diogo Vasconcelos.

«O novo desafio é explorar novas formas de juntar conhecimento, recursos dispersos provenientes do sector privado, do sector social e do sector público para dar resposta a desafios de serviço público. Mais que e-Government deveremos falar de Connected Government [Governo Ligado]», afirmou.

Segundo Diogo Vasconcelos, os cidadãos europeus passaram de meros consumidores a intervenientes, com poder de criar conteúdos na Internet.

Perante esta tendência - de consumidores passivos a interventivos -, «abre-se espaço para mudar o tipo e a natureza das organizações envolvidas na distribuição de serviços públicos e para explorar serviços mais personalizados e, em alguns casos, produzidos com os cidadãos que deles precisam», sublinhou o responsável.

Garantir o acesso à Internet de alta velocidade a todos os cidadãos europeus e apostar na liderança da nova geração de redes de banda larga são outros dois desafios apontados por Diogo Vasconcelos para a União Europeia.

Actualmente, quase um terço (30 por cento) dos cidadãos europeus não têm acesso ao e-Government, segundo o responsável, que disse que a solução passa pela banda larga disponível a todos, em qualquer lugar.

«A Europa só poderá concretizar o desígnio da Estratégia de Lisboa se conseguir incluir todos os cidadãos nesta dinâmica de acesso e valorização do conhecimento», afirmou o antigo responsável da UMIC.

«O acesso à informação e ao conhecimento é o factor estrutural fundamental para o crescimento económico, aumento da produtividade e coesão social. A banda larga pode ser vista como a nova infra-estrutura do século XXI, comparável à água, caminhos-de-ferro ou estradas», explicou, sublinhando que a «a nova geração de banda larga é a plataforma para uma nova forma de funcionamento do sector público: pôr as pessoas e as comunidades no centro de redes de conhecimento, inovação, serviço, confiança e criatividade».

Por isso, Diogo Vasconcelos defendeu que «urge criar na Europa um clima favorável ao investimento nas redes de nova geração, em ambiente concorrencial».

«Projectos de fibre-to-the-home [fibra óptica até casa] teriam um forte impacto no fomento da inovação e da competitividade europeias», considerou o consultor da Cisco Systems.

Outro dos desafios passa pela União Europeia assumir «o paradigma da colaboração e orquestração», ou seja, a participação de entidades e cidadãos de variadas áreas, mas como uma visão comum.

«Os governos europeus têm de apanhar a transição de um mundo antigo, hierárquico e rígido, em que a lógica era a do tradicional »comando e controlo«, para um mundo novo, de colaboração e orquestração de pessoas e de comunidades, evidenciado na revolução web 2.0 [ligação em rede]», adiantou.

«Ligar pessoas, ideias e organizações em novas formas de colaboração e comunicação: eis um grande desafio para a administração pública em toda a Europa», acrescentou.

O quinto desafio, e nem por isso o menos importante, é o de avançar com uma ideia mobilizadora, com impacto directo na vida dos Europeus.

«Uma das iniciativas mais interessantes e promissoras de e-Gov que tenho acompanhado de perto está a arrancar na Alemanha. Trata-se da Germany 115, a criação de um número telefónico para todos os serviços públicos alemães, nacionais, regionais e locais. Este novo canal de atendimento, acessível a qualquer pessoa, vai implicar profundas mudanças no sector público, exigir uma enorme capacidade de simplificação de procedimentos, de colaboração e de coordenação», diz.

Este serviço, segundo o responsável, deveria ser replicado em cada um dos Estados-membros.

«Uma iniciativa deste tipo teria grande impacto, pela sua utilidade, na vida dos europeus. E teria um fortíssimo efeito mobilizador, de milhares de agentes de mudança do sector público, em todos os países da União Europeia», considerou o responsável.

«Pelo seu simbolismo, relevância e impacto, este serviço integrado estaria para o e-Gov como o euro está para o mercado único ou como o Erasmus está para a mobilidade estudantil. Precisamos de mais Europa em matéria de e-Gov», rematou.

Fonte: SAPO PT

Published September 17th, 2007

Poder legislativo comemora abertura da TV Assembléia

Entusiasmo e muita festa durante o café da manhã de lançamento da TV Assembléia ocorrida neste domingo em que se comemora a Emancipação Política de Alagoas. Para os parlamentares e autoridades presentes, a TV é um marco histórico e representa mais uma conquista da democracia.

Diversas autoridades políticas estiveram presentes ao café da manhã que ocorreu no prédio da Associação Comercial de Maceió, onde funciona provisoriamente a sede da Assembléia Legislativa, entre os quais o governador Teotonio Vilela Filho, que falou sobre a importância de estreitar os laços entre o parlamento e a sociedade.

“Não existe democracia sem um parlamento forte, nem parlamento sem o apoio da sociedade. A abertura da TV Assembléia é mais um forte instrumento da democracia, e representa um avanço, um passo a mais no aperfeiçoamento do parlamento alagoano. Com isso, ganha o eleitor, os parlamentares e sobretudo, o Estado”, disse Vilela.

Apesar de Alagoas ser o penúltimo Estado a ter uma Tv do Legislativo – o último é o Piauí – algumas novidades na programação trarão benefícios a sociedade alagoana sobretudo no campo cultural. Como é o caso dos programas Cine Alagoas, que pretende a veiculação de curtas metragem de pouca circulação no mercado, além do incentivo a produção local; e o programa Todos os Sons, onde artistas da terra poderão mostrar o talento e divulgar seu trabalho.

“Para o empreendimento histórico uma data histórica. A idéia é aperfeiçoar cada vez mais esse canal de comunicação e batalhar por um canal aberto, que está cada vez mais próximo com a chegada da TV digital. O alcance desse veículo é importante até no campo cultural onde os programas ofertados proporcionarão uma aproximação maior entre o parlamento e a sociedade. Além das sessões plenárias, que poderão ser acompanhadas de perto pela população”, afirmou Joaldo Cavalcante, coordenador-geral da assessoria de comunicação da Assembléia Legislativa.

Fonte: Alagoas 24H

Published September 17th, 2007

Primeiros cartões do Bolsa Trabalho

Uma ação simultânea nos municípios de Belém, Santarém (oeste do Pará) e Marabá (sudeste do Estado) marcará na manhã desta segunda-feira (17), o início da entrega dos cartões provisórios do Programa Bolsa Trabalho – voltado à qualificação profissional e geração de renda à população.

Em Belém, os cartões serão entregues pela governadora Ana Júlia Carepa e pela secretária de Estado de Trabalho, Emprego e Renda (Seter), Ivanise Gasparim, em cerimônia no Hangar - Centro de Convenções da Amazônia, que inicia o credenciamento a partir das 9 horas.

O “Bolsa Trabalho” é um programa do governo do Pará que visa dar oportunidade ao jovem de ingressar no mercado de trabalho. Em uma lista de 70 cursos, o bolsista poderá escolher entre receber qualificação profissional voltada ao mercado formal ou orientações para novos empreendimentos individuais, coletivos ou solidários.

Os empreendedores terão acesso a uma linha de crédito especial, no Banco do Cidadão. “Para que o jovem tenha oportunidade no mundo do trabalho é preciso que ele se qualifique, principalmente, os mais necessitados. Essa é a oportunidade que o governo Ana Júlia Carepa está dando a eles”, explica Ivanise Gasparim.

Além da capacitação, o jovem selecionado também receberá um auxílio financeiro mensal, no valor de R$ 70,00.

Alguns dos critérios para ter acesso ao programa é ter entre 18 e 29 anos, estar desempregada há mais de seis meses, ter pelo menos cinco anos de escolaridade e morar no Pará há no mínimo três anos.

Ineditismo - De acordo com o Banco Mundial, o “Bolsa Trabalho” é uma iniciativa inédita ao reunir, de uma só vez, o benefício financeiro, a qualificação profissional para o mercado formal, o incentivo à criação de empreendimentos e a oferta de crédito para empreendedores.

Este ano, o programa atenderá 22 mil pessoas em 18 municípios das microrregiões de Belém, Marabá e Santarém. A meta é beneficiar, até o final do governo, 120 mil pessoas. Nesta primeira etapa, vão ser entregues 7.500 cartões em Belém, 3.500 em Santarém e 2.000 em Marabá.

Videoconferência – Na entrega dos cartões nos dois outros municípios, a governadora Ana Júlia Carepa, a secretária Ivanise Gasparim e o representante do governo federal participarão de uma videoconferência, com autoridades de Marabá e Santarém.

Com transmissão via satélite e por rede de fibra óptica, a videoconferência estará a cargo da Empresa de Processamento de Dados do Estado do Pará (Prodepa).

Todos os participantes do evento poderão ver e ouvir a videoconferência no Hangar, em Belém, no Ginásio Poliesportivo de Marabá e no Comercial Atlético-Cearense, em Santarém.

Convênios - O governo do Estado e as Universidades Federal do Pará (UFPA) e Rural da Amazônia (UFRA) consolidarão a parceria no programa, com a assinatura de convênio.

Em Santarém, A UFRA será responsável pela orientação dos bolsistas que optarem por criar o próprio negócio, abrigando-os na incubadora de empresas.

Em Belém e Marabá a orientação será dada pela UFPA, onde estudam os Agentes de Desenvolvimento Social (ADS). São alunos de diversos cursos, como Serviço Social e Pedagogia, que acompanharão os bolsistas no processo de qualificação.

Texto: Úrsula Ferro - Seter

 

Fonte: Governo do Pará

Published September 17th, 2007

Novo iPod Touch chega a Portugal ainda este mês

O novo iPod da Apple Touch chegará em Portugal ainda este mês, adiantou Marco Rodrigues, responsável pela Apple IMC Portugal, dizendo que não tem previsões quanto à aceitação do novo dispositivo no mercado nacional.

O novo iPod Touch inclui um interface de utilizador multi-toque com um ecrã “widescreen” que muda a um simples toque.

Este dispositivo inclui capacidades wifi, uma tecnologia utilizada pela primeira vez nos iPod, que irá permitir que o utilizador tenha acesso à Internet. O iPod Touch permitirá ainda o acesso ao novo iTunes Wifi Music Store que permite uma navegação e pré-audição gratuita e posterior aquisição de musicas.

Este aparelho tem um ecrã de 3,5 polegadas e um acelerador embutido que detecta automaticamente quando o roda na posição horizontal.

“Não tenho uma estimativa para Portugal”, confessou Marco Rodrigues, à margem da apresentação dos novos produtos da Apple, em Portugal.

Actualmente, no mercado nacional o iPod Nano é líder de vendas da Apple em Portugal pesando cerca de 50% das vendas, seguindo-se o iPod Classic e o iPod Shuffle.

O modelo 8Gb estará disponível por 299 euros e o de 16GB por 399 euros.

Fonte: Jornal de negocios

Published September 17th, 2007

Novo momento do mercado mundial de leite estimula empresas brasileiras

A seção Análises & Cenários do serviço AE Empresas e Setores traz a cada semana uma visão aprofundada dos temas mais relevantes para os principais segmentos da economia.

Leite em alta

A nova conjuntura do mercado mundial de leite, com demanda aquecida e perspectiva de déficit na oferta, aumenta o interesse das empresas brasileiras nesta área, segundo o cenário de Alimentos e Bebidas. Os altos preços estimulam a melhora na produtividade e o aumento dos investimentos, podendo aumentar exportações. A Parmalat, sob nova gestão, voltou a fazer publicidade e anunciou planos grandiosos de integração de sua cadeia produtiva, assim como a Perdigão, que revelou recentemente seu interesse de entrar para o mercado de leite em pó. A Eleva comprou na última quarta-feira a unidade industrial da CCL, em Itumbiara (GO) e a Nestlé iniciou a construção de uma fábrica de lácteos no Rio Grande do Sul.

Margem ameaçada

A eventual restrição do mix de produtos à venda em farmácias e drogarias brasileiras, proposta em uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), deverá ter impacto significativo nas margens do varejo de medicamentos e até mesmo no bolso do consumidor, conforme relata o cenário dos setores de Química e Petroquímica e de Comércio e Serviços. De acordo com a Associação Brasileira de Farmácias (Abrafarma), 25% do faturamento bruto dessas empresas - de R$ 7 bilhões no ano passado - vêem da venda de não-medicamentos e a perda dessas receitas poderia pressionar ainda mais as margens do setor ou mesmo levar à alta de preços em alguns produtos.

Fator país

Apesar dos altos investimentos realizados pelas montadoras instaladas no Brasil para atender o crescimento das vendas, o País precisa ganhar mais competitividade para receber aportes mais vultosos das multinacionais do setor, conforme estudo da consultoria WaterhouseCoopers. Segundo aborda o cenário Automotivo, as economias de países como China, Rússia e Índia têm um desempenho hoje que os credenciam a receber um volume maior de recursos das montadoras do que o Brasil. Um fator fundamental para a indústria do setor é a retomada da atratividade das exportações brasileiras, perdida com a valorização do real perante o dólar.

Tecnologia da discórdia

O início das transmissões da TV digital, programado para dezembro deste ano na capital paulista, pode colocar empresas de canais abertos e fechados na arena. O cenário de Telecom e TI mostra que é possível que o confronto não seja direto, mas é certo que a mudança trará importantes desafios às companhias que vendem programação aos telespectadores. Os radiodifusores já começam a falar em cobrar das tevês fechadas a transmissão de seus conteúdos por meio do sinal digital em alta definição. Além disso, existem barreiras tecnológicas, isso porque os decodificadores destas empresas são incompatíveis com as caixas conversoras fabricadas para a TV digital.

Barreiras legais

O cenário de Mineração e Siderurgia mostra as dificuldades para a expansão da extração e a consolidação do Brasil como grande produtor mundial de bauxita, a principal matéria-prima do alumínio. A falta de uma legislação ambiental para o setor poderá impedir, por exemplo, que a região da Zona da Mata de Minas Gerais se torne o próximo pólo de expansão do metal no País, que hoje é o segundo produtor global, perdendo apenas para a Austrália. A produção brasileira anual de bauxita é de 32,97 milhões de toneladas.

Conta não fecha

Dona da segunda maior reserva de gás natural na América Latina, a Bolívia colhe os resultados do processo de nacionalização de suas reservas de hidrocarbonetos, segundo o cenário de Energia. Os investimentos em exploração e produção vêm caindo nos últimos anos e o governo de La Paz assumiu compromissos externos sem ter gás suficiente para atendê-los. Só para cumprir o novo contrato com a Argentina, que começa em 2010, será necessário adicionar 27 milhões de metros cúbicos diários (m³/d) à produção. Mesmo hoje, a Bolívia não tem gás suficiente. O país produz 40 milhões m³/d e têm compromissos de vender 47,2 milhões. Faltam, portanto, todos os dias, 7,2 milhões de m³ para a conta fechar.

Há vagas para empresas

As empresas de corretagem de imóveis estão entre as mais promissoras para a abertura de capital na Bolsa de Valores de São Paulo. Conforme o cenário de Construção Civil, as corretoras ou intermediadoras imobiliárias são atraentes por conta da diversificação de seus portfólios e pelo fato de não exigirem volumes expressivos de investimentos, diferentemente, por exemplo, das construtoras que operam na bolsa. Os analistas alertam, entretanto, que um fator de risco para os investidores é a tendência de imediatismo na tomada de decisões pelas companhias do setor.

Salto do leasing

De acordo com o cenário do setor Financeiro, a autorização para as empresas cederem crédito para serem securitizados, uma medida que vem sendo estudada pelo Banco Central, poderá ajudar na expansão das atividades do setor de leasing, que vem crescendo a taxas recordes e registrou no primeiro semestre de 2007 o melhor desempenho da década. A previsão é de que a mudança ocorra até o ano do ano que vem mas, para que a securitização ocorra, o BC precisa mudar a forma de reconhecimento da receita e do resultado da operação de cessão dos contratos de leasing para a emissão dos títulos.

Entrando nos trilhos

Os investimentos do setor privado em ferrovias continuam a crescer no País, enquanto os aportes do setor público patinam, conforme o cenário de Transportes e Logística. A produção ferroviária nacional aumentou na faixa de 70% entre 1997 e 2006. Mas, de acordo com um estudo elaborado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), intitulado PLB, o Brasil precisa de pelo menos mais 10 mil quilômetros de ferrovias para alcançar pelo menos o patamar que havia em 1958.

A versão completa dos cenários está disponível para os assinantes na área de Análises & Cenários. Para mais informações, ligue para 0800 011 3000.

Fonte: Portal EXAME

Published September 17th, 2007

TV brasileira se prepara para a tecnologia digital

A 20ª edição do Congresso SET – Tecnologia de Televisão marcou uma representativa mudança na comunicação do País. Encerrou-se o debate sobre transmissão analógica e a radiodifusão brasileira entrou na era da TV digital. Mais de 1,5 mil congressistas e 150 palestrantes debateram a tecnologia digital e os rumos da televisão brasileira. Durante o evento, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, como bom mineiro, lembrou da criação do grupo de trabalho para a TV Digital Brasileira e a legislação pertinente e, em seguida sacou do bolso um celular, mostrando a todos a recepção do novo sistema no aparelho móvel.

Paralelo ao Congresso, a SET realizou a feira de equipamentos e serviços Broadcast & Cable. O evento foi aberto ao público. No total, mais de dez mil visitantes conferiram as novidades nos 130 estandes. Roberto Franco (presidente da SET e diretor de engenharia do SBT), foi extremamente feliz ao citar na abertura do evento duas frases que certamente ficarão na história. Em uma delas lembrou que “o Brasil é um dos únicos países do mundo que discute e busca seus próprios caminhos na radiodifusão. O exemplo é o padrão digital de TV e rádio”. A outra frase soou para os radiodifusores como um desafio: “A convergência digital ainda terá um longo caminho, não mudou muito do ano passado para cá, mas teremos que continuar estudando muito. Onde debates, discussões, opiniões divergentes será o caminho para o bem de nossos negócios.”

Para João Braz Borges, diretor-geral de Operações da TV Anhanguera e membro do Comitê Editorial da SET, “vivemos o último Congresso analógico e o primeiro digital da história brasileira”. De acordo com ele, o evento, que movimentou a cidade de São Paulo no período entre 22 e 24 de agosto, foi bastante criterioso, percorrendo o lado técnico científico da radiodifusão, telecomunicação e TV paga, sempre atento à discussão acadêmica do mildlewere Ginga (software desenvolvido para a TV Digital Brasileira), que além de brasileiríssimo traz no seu bojo a viabilidade de interatividade na programação regional.

“São muitos os caminhos que poderão ser percorridos, mas o que fica latente é a necessidade da produção de conteúdo para as diversas mídias, com qualidade para garantir audiência e presença no mercado dos players”, explica João Braz Borges.

Ele destaca que a TV brasileira aberta mais uma vez saiu na frente, pela inteligência e dedicação ao estudo de um padrão e midleware que atendessem ao povo brasileiro em todas as suas nuances. “Agora, é torcer para que os incentivos fiscais do Governo Federal e financiamentos especiais do BNDES não fiquem apenas na legislação, mas que venham para a prática, para que o radiodifusor tenha fôlego para investir em plataformas de produção, geração, transmissão e retransmissão digitais”, ressalta.

Fonte: Na Hora OnLine

Published September 17th, 2007

Austrália ajuda a ligar regiões remotas

O governo australiano criou um fundo especial, a partir de um programa de melhoria das telecomunicações, para financiar projectos que tenham como objectivo melhorar o alcance e utilização de comunicações em comunidades indígenas remotas.
No total vão ser abrangidas 35 iniciativas, envolvendo cerca de 130 comunidades, que vão poder beneficiar de um fundo de 1.2 milhões de euros. Estes projectos envolvem acções tão diferentes como a criação de conteúdos on-line em línguas indígenas, instalação de equipamentos de videoconferência ou programas comunitários de acesso à Internet.
Nos projectos onde está prevista a instalação de Internet, 84 comunidades avança o portal ZDNet, estes vão ter direito a hardware e software, assim como ajudas para custos de manutenção até Junho de 2010.

Fonte: IGov

Published September 17th, 2007

Tandberg compra concorrente por US$ 270 milhões

A norueguesa Tandberg, fornecedora de soluções de videoconferência que mantém filial no Brasil, anunciou a compra, por US$ 270 milhões, da Codian, empresa que desenvolve produtos de infra-estrutura para videoconferência em alta definição. A transação será feita com pagamento de parte em dinheiro e outra parte em ações, e a previsão é que seja concluída ainda neste trimestre.

De acordo com a Tandberg, a união das soluções das duas empresas proporcionará melhorias, principalmente na qualidade do vídeo e na facilidade de uso em conferências que envolvam muitos participantes. “Cada vez mais, as pessoas estão dando preferência a vídeo para suas comunicações, o que, por sua vez, determina a demanda por soluções confiáveis e expansíveis”, afirma Fredrik Halvorsen, principal executivo da Tandberg. “A incorporação das equipes de vendas e de pesquisa e desenvolvimento da Codian, assim como de seus produtos, capacitará ainda mais a Tandberg e permitirá que conquiste uma posição de destaque no mercado de comunicações IP.”

A linha de produtos da Codian inclui unidades de controle multiponto (MCU), gateways, servidores de videoconferência e software de gestão. A Tandberg adiantou que continuará desenvolvendo e fornecendo suporte às linhas de produtos Codian, inclusive às plataformas MCU e à linha MPS.

Fundada em 2002 e com sede no Reino Unido, a Codian é uma empresa de capital fechado que mantém estruturas de serviços e suporte nos Estados Unidos, Europa e Ásia, com um total de 107 funcionários. No primeiro semestre, a empresa registrou receita de aproximadamente US$ 13 milhões.

Fonte: Ti Inside

Published September 17th, 2007

Estado disputa multinacional da área de tecnologia da informação

Pernambuco pode ser beneficiado com a instalação de mais uma multinacional da área de tecnologia que pretende ampliar atividades na América Latina. O secretário de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco, Aristides Monteiro, discutiu o assunto com o presidente da empresa de software norte-americana ACI Worldwide, Les Real. A empresa, que possui unidades em 83 países dos continentes americano, europeu e asiático, estuda a implantação de uma filial no Estado. A articulação vem sendo feita pelo próprio Aristides Monteiro. Les Real veio ao Recife acompanhado por diretores da empresa para avaliar o mercado de tecnologia da informação local. O objetivo da empresa é instalar uma unidade na América Latina destinada à produção de softwares que atendam ao mercado bancário em todo o mundo. Pernambuco disputa o empreendimento com a Costa Rica.

“Estamos muito satisfeitos com a nossa visita ao Estado. Saímos com uma impressão muito boa de Pernambuco. A ACI vai priorizar o local que lhe oferecer disponibilidade de profissionais de nível técnico e superior qualificados no desenvolvimento de tecnologias de softwares, que tenham conhecimento nas linguagens Java e C++”, destacou o dirigente da multinacional.

“Este Governo está trabalhando arduamente para preparar mão-de-obra qualificada para atender aos novos empreendimentos de empresas que aqui desejam se instalar. Vamos atuar com a ACI para que ela veja Pernambuco como um local propício à expansão”, disse Aristides Monteiro.

A empresa pretende empregar 150 pessoas no primeiro ano de funcionamento da unidade. A decisão sobre o local onde ela será instalada deverá ser tomada até o fim do ano. Além da Sectma, Les Real visitou o Porto Digital, o C.E.S.A.R e o Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco.

Perfil _ A ACI é responsável pela produção de softwares que processam transações de pagamentos eletrônicos. A estrutura de soluções da empresa é integrada e amplia a cadeia de valor de pagamentos, oferecendo soluções que possibilitam a aquisição de transações provenientes da web e canais wireless (além dos canais tradicionais).

A empresa emprega atualmente 2,2 mil pessoas na Ásia, Europa e Américas. No ano passado, as soluções da ACI foram utilizadas, aproximadamente, 32 bilhões de vezes na realização de negócios por meio eletrônico, compras em lojas ou pela internet, acesso a bancos pelo telefone, realização de saques em ATMs, recebimento de faturas pelo computador, conferência de extratos bancários e pagamento de contas.

Fonte: Fisepe

Published September 17th, 2007

Tec Toy lança TV digital e cool toys

SÃO PAULO, 13 de setembro de 2007 - A Tec Toy anunciou a entrada em dois novos mercados: TV digital e cool toys. Como parte dessas medidas a empresa lançará um receptor de sinal de TV digital para uso em computadores e o brinquedo eletrônico Nabaztag, que recebe e transmite dados e voz por tecnologia Wi-Fi. Para impulsionar a comercialização dos novos produtos e aumentar a presença nos pontos de venda, a companhia estabeleceu um plano de revitalização da marca, com nova roupagem e focará na ampliação dos negócios com redes varejistas.

Fonte: Gazeta Mercantil

Published September 17th, 2007

TV Digital: por que indústria e governo divergem sobre preço dos receptores

Por que o governo fala em receptores de 200 reais e a indústria em set up box de 800 reais? Ao que parece, os dois se referem a produtos diferentes e também a níveis de recursos distintos.

O anúncio do ministro Hélio Costa sobre o valor veio logo após a indiana Incor, que tem uma parceria com a RF Telavo, apresentar um equipamento com o software de interatividade (Ginga) e outros recursos, dizendo que custaria 200 reais. “Quando vimos o aparelho com todas essas características, tivemos certeza de que é possível chegar a esse preço e nos pareceu estranho que outros fabricantes tenham falado em 800 reais”, lembra Marcelo Bechara, consultor jurídico do ministério das Comunicações.

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A diferença entre o receptor apresentado ao governo, de 200 reais, e o que a indústria defende que vale 800 reais são as especificações técnicas. “Eu não sei exatamente que tecnologia tem ali dentro, mas sei que eu vi funcionando e que eles nos garantiram aquele preço”, diz Bechara.

Uma influente fonte envolvida com as definições da TV Digital, que prefere não se identificar, garante que esse produto apresentado ao governo utiliza o padrão one-seg, usado para transmissão de sinais em MPGE 4 (de compressão de imagens), indicado para equipamentos móveis.

O one-seg é ideal para telas pequenas, do tamanho de telefones celulares e handhelds, conforme explica o especialista de um centro de estudos. Se usada em televisores tradicionais, a imagem exibida será pobre e sem riqueza de detalhes.

“O problema é que em aparelhos de televisão de mais de 19 polegadas a imagem fica distorcida, porque são menos linhas do que existem nas telas grandes. Assim, os pixels (ou pontos) são ampliados e a imagem fica ruim”, explica o diretor de marketing da Tectoy, André Faure.

O diretor-executivo da RF Telavo, Jakson Sosa, prefere não comentar as espeficidades técnicas do produto apresentado ao governo, mas diz que a indústria e o poder público estão sim falando de produtos diferentes quando tratam de um sistema a 200 reais e outro a 800 reais. “É como uma geladeira. Tem aquelas básicas e existem as melhores, as frost free, as que oferecem água gelada por um canal na porta etc. Com os aparelhos receptores é a mesma coisa e quem não viu os testes e não está no Fórum não pode falar sobre as limitações técnicas”, garante.

O executivo da RF Telavo acredita que muitas afirmações são prematuras e que o governo deve saber do que está falando. Segundo ele, no próximo mês de outubro serão apresentados os modelos de referência e, em novembro, finalmente acabará o mistério sobre o preço dos receptores com as campanhas da indústria, que vai se preparar para que os aparelhos estejam nas prateleiras da cidade de São Paulo em dezembro.

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Bechara, do Minicom, afirma que o governo acredita no aparelho que viu. “A maior parte da população tem tevê de até 19 polegadas e, portanto, será atendida com um set up box de valor mais baixo e vai inclusive dispor de recursos de interatividade”, garante. As pessoas no Brasil que têm televisores de LCD ou plasma com telas grandes que oferecem 1080 linhas, segundo o consultor jurídico, são as que podem pagar os 800 reais, que é por volta do que custa o receptor mais desenvolvido.

Fontes garantem, inclusive, que esse preço de 800 reais é irreal e que o custo do set up box ficará abaixo de 500 reais.

Fonte: COMPUTERWORLD

Published September 17th, 2007

Propaganda & Mercado

Os 30 anos da Central de Outdoor/Bahia

A Central de Outdoor/Bahia, primeiro capítulo regional do meio constituído no país, comemora 30 anos de atividades em outubro próximo. Para marcar a data, a entidade programou uma série de atividades, a começar pela veiculação de campanha institucional com quatro motivos diferentes, um em cada quinzena. O último motivo será criado por estudantes de publicidade, escolhido através de concurso, cujo prêmio consiste em duas passagens ida-e-volta para São Paulo e convite para a festa de entrega do Prêmio Central de Outdoor nacional.

Além das campanhas, cujo posicionamento é mostrar a importância do outdoor baiano como parceiro na divulgação de causas sociais, promoção de cultura, contribuição para preservação do meio ambiente urbano… a entidade reformulou o Prêmio Central de Outdoor. O júri, este ano, será constituído por profissionais representantes de entidades empresariais, como de praxe, mas sem a participação de publicitários da terra. No seu lugar serão convidados representantes dos Clubes de Criação do Rio de Janeiro e São Paulo e do Grupo de Mídia de São Paulo. Outra novidade diz respeito a apresentação dos trabalhos, que será digital, e as peças inscritas em formato Jpg. E, no dia 19 de outubro, a Central de Outdoor programa uma grande festa à noite para entrega dos prêmios.

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Empresas de comunicação em destaque no Top de Marketing

TV Bahia, A Tarde e Uranus2, empresas da área de comunicação, e mais a construtora OAS foram os vencedores do Top de Marketing dos 20 anos, solenidade de entrega dos prêmios realizada na última segunda feira. A TV Bahia conquistou o troféu Nizan Guanaes, conferido ao melhor “case” dos 20 anos, escolhido entre os vencedores no período 1987-2006. A Tarde e a OAS, por sua vez, conquistaram os tops de marketing 2007 das duas categorias em disputa: serviços e institucional. Já a Uranus2 conquistou o Top de Marketing do Voto Popular, escolha feita pelo mercado publicitário através do site da ADVB/Ba, entidade promotora do evento.

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Aberta votação interna do Prêmio ABMP

Começou a ser veiculada esta semana a campanha de pré-lançamento do Prêmio ABMP/2008, peças criadas pela Rocha Market com conceito de prêmio mais democrático do mercado publicitário baiano. O Prêmio ABMP destaca anualmente os profissionais do mercado publicitário melhor avaliados pelo próprio mercado, através de um colégio eleitoral que abrange empresas de todos os segmentos da comunicação. A votação é realizada em duas etapas: a primeira, já iniciada, é restrita aos associados da entidade que através do site (www.abmp.com.br) estarão selecionando três profissionais por categoria. Numa segunda fase, a votação será extensiva a todo o mercado.

A novidade do Prêmio ABMP/2008 é a criação de duas novas categorias: profissional de marketing promocional e profissional de produção. Além das categorias referidas, permanecem as anteriores, de profissionais de  marketing de varejo, imobiliário, de serviços, de marketing político, de veículo, de criação, de atendimento, de mídia, empresário de agência da capital e do interior e fornecedor de serviços de comunicação. A divulgação e entrega dos prêmios será no dia 4 de dezembro, data em que se comemora o Dia Mundial da Propaganda.

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RAPIDINHAS

O Prêmio Estúdio Zero será realizado em 2 de outubro próximo. Marco Balena já cuida dos preparativos da festa, onde serão revelados os vencedores, formato de apresentação pautado na linguagem do veículo. O evento, que tem o apoio do Sinapro/BA, vai acontecer no cinema do Shopping Itaigara.

A Terco Grant Thortnton renovou com a ABMP o contrato de auditoria do prêmio da entidade. Caberá à empresa auditar as duas etapas de votação, a primeira já em andamento, exclusiva para associados e a etapa final, que envolve mais de 700 votos de representantes de agências, veículos e fornecedores.

“Irresistível” é o slogan da campanha da Cheiro de Pizza, comemorativa do aniversário de 15 anos da empresa. As peças publicitárias são assinadas pela Mago Publicidade. A tradição dos 15 anos da Cheiro de Pizza também é representada com  spots, que utilizam a conhecida música La Donna é Móbile, da ópera Rigoletto, de Giuseppe Verdi.

Na próxima semana, nos dias 20 e 21 de setembro, a Faculdade da Cidade realiza o III Job de Redação Publicitária. Entre os convidados palestrantes estão os criativos Bruno Cartaxo (Idéia 3), Beto Freitas (.K) e Diego Albuquerque (Rinha). O tema abordado será as contribuições da redação nas áreas que impactam a construção de marcas. No ensejo, a faculdade lança o prêmio interno “All-Type”.

A Rocha Market divulgando, através de anúncio, a festa de reencontro dos ex-alunos do Colégio Anchieta, concluintes de 1982. O anúncio convida para a festa, no Yatch Clube, que marcará o reencontro de professores, funcionários e alunos da primeira turma formada pelo colégio. A agência veiculando, também, campanha de matrículas 2008 do Colégio Anchietinha.

Apostando no aquecimento do mercado imobiliário, está sendo lançada na cidade mais uma alternativa de mídia direcionada às construtoras: o Guia Vitrine Imóveis que terá sua primeira edição nas ruas a partir da primeira quinzena de outubro. Tiragem inicial de 70 mil exemplares.

A Apsa, empresa de gestão condominial, que recém iniciou atividades na Bahia, acaba de lançar campanha institucional sustentada em três linhas centrais estratégicas: qualidade no atendimento, diversificação de ofertas e serviços, além de expansão dos negócios a novos mercados.

A TIM patrocina, no próximo dia 18, a palestra Brasil 2007 – Presente e Futuro, ministrada pelo cineasta e jornalista Arnaldo Jabor. A palestra de Arnaldo Jabor acontece no Centro de Convenções de Salvador.

Através da Agecom, o Governo do Estado da Bahia fechou o patrocínio de cota do MaxiMídia Sat-Salvador 2007, evento que acontecerá na capital baiana simultaneamente ao MaxiMídia, em São Paulo, entre os dias 2 e 4 de outubro. Outros patrocinadores que já assinam o projeto são a Rede Bahia, Central de Outdoor, A Tarde, Ibope e TV Itapoan.

Beto Freitas diretor de Criação da .K, é o entrevistado da semana do site www.dupladecriacao.com.br. Confira, já está no ar.

Depois do bem-sucedido lançamento Morada dos Príncipes, em Alphaville, o grupo português Mikatys programa um novo empreendimento residencial. Dessa vez será no Litoral Norte. A campanha do novo lançamento já está sendo produzida pela Objectiva.

Diretor de Criação da Agência Única e professor da Ucsal e Unifacs, Dude é o convidado de WorkShop promovido pela Além da Propaganda, todos os sábados deste mês, a partir de amanhã. O evento será realizado no prédio de aulas 5 da Unifacs das 8h às 12h. Saiba mais acessando o site: www.alemdapropaganda.com.br.NA Próxima semana, acontece em Salvador o encontro anual da Federação de Agências de Propaganda-Fenapro. A programação inclui eventos fechados no âmbito dos sindicatos e também eventos para o mercado com oficinas e uma palestra, dia 20/9, de Maurício Magalhães, diretor da Tudo, empresa do Grupo Ypi. Vera Rocha, presidente do Sinapro/BA é a anfitriã do encontro.

Terça feira próxima, na Pizzaria Piola (Rio Vermellho), o mercado publicitário baiano vai conhecer a Zona de Produção, produtora de filmes que chega ao mercado. A idéia é ser uma produtora local,  com qualidade nacional e custo compatível com a nossa realidade. A Zona também conta com um setor especializado em produção de conteúdo para TV Digital, internet e telefonia.

 Fonte: Correio da Bahia