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Archive for September 27th, 2007


Published September 27th, 2007

TV Brasil: formato jurídico e organograma são definidos

A TV Brasil será uma empresa não-dependente. O formato jurídico foi conhecido em reunião na terça-feira (25/09) entre assessores da Secretaria de Comunicação Social (Secom) e representantes de TVs públicas, comunitárias, legislativas e universitárias. Dos 16 formatos disponíveis, foi escolhido este por ser o “menos estatal possível”.

O encontro adiantou alguns dos termos da MP que criará a TV Brasil. O conselho consultivo, sua instância máxima, terá 19 membros e um presidente, que será escolhido pelo próprio conselho e não terá poder de voto, a não ser para desempate. Um integrante representará os funcionários, 15 serão representantes da sociedade civil e os quatro restantes virão dos ministérios da Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Secom.

Inicialmente, os membros serão indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A partir do próximo mandato, a escolha será por consulta popular. Os mandatos terão inclusive diferentes durações, de um, dois ou três anos, para uma renovação permanente. Foram citados nomes na reunião, como MV Bill, Luiz Gonzaga Belluzzo e Maurício de Sousa, mas nada foi confirmado. Também não está decidido se os integrantes serão remunerados.

Sem intervenção presidencial
Responderá ao conselho um diretor-presidente, que terá um mandato de quatro anos. Foi enfatizado que ele não poderá ser demitido pelo presidente da República, somente pelo conselho. Subordinados ao diretor-presidente, um conselho administrativo e um conselho fiscal, como exige a lei das sociedades anônimas. O organograma terá também um diretor-geral e seis diretores de área, sendo finanças, conteúdo e jornalismo diretorias fixas. As outras três podem variar de acordo com as prioridades.

Na consideração dos participantes, tanto a MP como o processo de criação da TV Brasil foram fiéis a Carta de Brasília estabelecida no I Fórum Nacional de TVs Públicas. O texto será publicado até sexta-feira (28/09) no Diário Oficial, e alguns nomes podem ser conhecidos na semana que vem.

“Este é o primeiro dos quatro canais previsto pelo decreto 5820/2006 [que estabelece a TV digital], que seria o ‘canal do executivo’. E os demais? Apoiamos o governo. Agora é hora de o governo nos apoiar na regulamentação dos outros canais, como o canal da cidadania. Queremos ir além do que chamamos de ‘gueto do cabo’ e ir para a TV digital aberta”, comentou Fernando Mauro Trezza, presidente da Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCcom).

Fonte: A notícia

Published September 27th, 2007

A Internet matou a Taís?

Esta semana termina mais uma daquelas novelas que leva milhões de telespectadores a aguardar com grandes expectativas o seu desfecho final, diante de aparelhos de TV. Até quem não assiste à novela “Paraíso Tropical” deve estar sabendo que uma das perguntas mais feitas nos últimos dias foi “Quem matou Taís?”.

Tramas de mistério não são uma novidade na TV brasileira. “Quem matou a Odete Roitmann?” é o que o país se perguntava em 1988, durante a exibição de “Vale Tudo”. Mais que isso, há trinta anos, o mistério da morte de Salomão Hayala notabilizou a novela “O Astro”.

Faço esta referência relacionada a uma peculiaridade da televisão brasileira porque acontece nestes primeiros dias de outubro em Florianópolis o principal evento realizado no setor de Telecomunicações e Tecnologia da Informação da América Latina, o Futurecom. É uma ótima oportunidade para pensar sobre o futuro da televisão e seu modelo de negócio com a convergência de tecnologias. Afinal, a televisão como sempre conhecemos está passando por uma transformação.

Eu pergunto: será que num futuro próximo ainda teremos multidões grudadas em frente a aparelhos de TV, no mesmo horário, acompanhando um mesmo programa, com intervalos comerciais?
Como se comportará o público diante do uso da internet com as tecnologias de IPTV?

Um novo modelo de mercados de nicho e personalizados capaz de levar um milhão de programas para cada pessoa vem mudando a televisão como negócio. Ele não elimina a comunicação de massa, mas ambos modelos irão conviver, compartilhando tempo e atenção do telespectador. Na TV tradicional, temos poucos canais, as receitas vêem de propaganda e são concentradas nos horários nobres.

No mundo digital, não existirão restrições de canais. Não existirão limites para produção de conteúdo: toda a sociedade, em princípio, poderá gerar um. A popularidade dos sites como a do YouTube e MySpace são exemplos reais desta transformação. Curiosamente, a mudança é proporcional ao crescimento do uso de câmeras de vídeos para uso doméstico.

Neste mercado de nichos pode deixar de existir os campeões de audiência. Hoje, temos de assistir ao programa no horário escolhido pela rede e propagandas pré-determinadas. Com o advento da IPTV, e tecnologias como o DVR (Digital Video Recorder), TIVO, etc, acabamos com o componente tempo e podemos assistir ao programa quando quisermos. Podemos criar nossos próprios “canais virtuais”, selecionando de forma automática os programas que queremos assistir.

Por outro lado, com a IPTV e a TV Digital, onde a propaganda está altamente focada e interativa, é possível colocar os comerciais durante a programação e estimular o consumidor a comprar produtos que estão inseridos na programação com o apertar de um botão. Esta tendência representa uma grande oportunidade para a indústria de Telecom, principalmente para as operadoras móveis. Em setembro de 2006 a EMI Music e a T-Mobile juntaram esforços para um projeto piloto na Inglaterra com uma oferta para vídeo no celular com comerciais embutidos no pacote que tornam mais barato (até mesmo de graça) o preço do filme desejado.

Essa convergência se confirma em dados de uma pesquisa de opinião do IBM Institute for Business Value feita em 2,4 domicílios dos EUA, Reino Unido, Alemanha, Japão e Austrália, entre os meses de abril e junho de 2007. A consulta sobre os hábitos dos consumidores de mídia e entretenimento mostra ainda que o tempo gasto à navegação na internet está competindo francamente com o tempo dedicado à audiência diante da TV.

Entre os entrevistados, uma maior porcentagem se considerou usuária “maciça” da internet em vez de espectadora de TV: 19% afirmaram que passam seis horas ou mais por dia usando a web para interesses pessoais, contra 9% dos entrevistados que informaram assistir à TV durante este mesmo tempo. Uma média de 83% dos consumidores pesquisados no mundo todo afirmou ter assistido ou querer assistir vídeos no computador, e uma média de 43% disse ter assistido ou querer assistir vídeos no celular.

São tópicos como estes que quero ver em discussão no Futurecom. Tal qual um fã de novela assistindo ao capítulo final da trama, acompanharei o evento como muita atenção na expectativa pelas próximas cenas desta história das convergências.

Fonte: Baguete

Published September 27th, 2007

Enterasys oferece infra-estrutura para VoIP

A Enterasys Networks, empresa especializada em infra-estrutura de redes seguras, anuncia o seu ingresso no mercado de telefonia IP com o lançamento de um pacote abrangente de infra-estrutura de segurança para este segmento. Bastante abrangente e perfeitamente adequado para suportar as diferentes soluções de VoIP encontradas no mercado, o Secure Open Convergence da Enterasys fornece meios de detecção e reação a ameaças de segurança contra a infra-estrutura de telefonia IP.

Além de cumprir políticas de controle do acesso à rede e de obedecer aos regulamentos de monitoração e segurança, com a mesma confiabilidade, qualidade, gerenciabilidade, mobilidade e segurança do PBX tradicional.

Dentro do pacote, a segurança é proporcionada pelos aplicativos avançados de segurança Enterasys NAC e Dragon e pela infra-estrutura de redes seguras disponibilizadas pelos switches, roteadores e produtos para rede wirelles da companhia, incluindo proteção para qualquer usuário e aplicativo, de modo a prever e impedir de forma pró-ativa que ameaças interrompam as comunicações de voz, vídeo e dados. O Sistema Dragon de Detecção/Prevenção de Invasões (IDS/IPS) oferece assinaturas específicas e análise comportamental para os protocolos necessários, como o H.323 e o SIP, utilizados em ambientes de telefonia IP. Já a solução NAC analisa, autentica e autoriza usuários de VoIP e dispositivos de telefonia antes do ingresso na rede, adequando-se a todas as políticas determinadas antes do acesso. O cumprimento do regulamento E911 é habilitado por serviços de localização exclusivos do NAC da Enterasys, que identificam imediatamente o usuário e sua localização física quando é feito um chamado de emergência.

A mobilidade é fornecida pelo RoamAbout Direct Path Forwarding, que proporciona Comunicação de Voz sem fio (VoWiFi) sem concessões ou retardo. Os switches wirelles otimizam o tráfego na rede com base no aplicativo subjacente, permitindo a comunicação inteligente no ponto de acesso, sem que seja necessário o retorno de todo o tráfego através de um controlador WLAN. Enquanto, a confiabilidade é assegurada pelos componentes de hardware e software de alto grau de disponibilidade dos switches e roteadores Enterasys Matrix e SecureStackTM, cuja arquitetura não possui um único ponto de falha e suporta IEEE 802.3af PoE de 15.4 watt em todas as interfaces para alimentar os aparelhos de telefone de IP ou outros dispositivos PoE.

Por fim, a família Enterasys NetSight, que são aplicativos de gerenciamento de rede, fornecem visibilidade e controle sobre usuários, aplicativos e dispositivos de convergência. É possível inclusive saber o status de determinadas conversações de voz, vídeo e dados, priorizando separadamente telefones, câmeras, impressoras e computadores conectados a uma única porta de rede, para cada um dos usuários.
Fonte: B2B Magazine

Published September 27th, 2007

Aplicação para VoIP no iPhone

Começam a surgir aplicações para permitir o uso de VoIP através da rede Wi-Fi no iPhone.
Ainda em versões iniciais e com a necessidade de recorrer ao terminal, é já uma boa perspectiva para o futuro nesta área.

ATruPhone promete um lançamento de uma aplicação que inclua a simplicidade de usar uma rede aberta wi-fi quando existente e o cartão SIM quando não existir Wi-fi.

Fonte: MNO

Published September 27th, 2007

Nova operadora fixa usará rede da Motorola

Motorola é a responsável por toda a infra-estrutura tecnológica da RNTW, nova operadora de telefonia fixa que abrangerá as regiões de Maringá e Londrina, no Paraná. O sistema escolhido pela RNTW é o Canopy, que oferece acesso de alta velocidade em banda larga para telefonia fixa, internet e voz sobre IP (VoIP). 

Com foco no mercado corporativo, a expectativa é alcançar cerca de mil empresas com a nova rede da Motorola. “Para cada ativação feita, 30 telefones serão instalados. Ou seja, o objetivo é agregar mais de 30 mil usuários até o final do ano”, destaca Herlon Scmeiske, diretor executivo da RNTW. Uma das vantagens da nova operadora é o fato de ser a única a fornecer linhas fixas, banda larga e VoIP. “Hoje, as companhias precisam contratar diversos fornecedores para cada tipo de tecnologia necessária às suas operações. Nosso diferencial é oferecer o pacote de todos os serviços com um gerenciamento integrado de toda a solução”, complementa o executivo.

Para realizar a implementação do sistema, a Motorola contou com o apoio da BearCom, distribuidor da empresa e fornecedor dos equipamentos para a RNTW. A tecnologia da operadora foi construída com backbones de fibra ótica, e as pontas de atendimento, com sistema Canopy. “A solução possibilita uma vasta gama de aplicações, como provisionamento de dados, voz sobre IP (VoIP), videomonitoramento de segurança, acesso rápido à internet e conexões corporativas. Certamente, a população de Londrina só tem a ganhar com esse novo sistema de telefonia fixa”, diz Joeval Martins, gerente de canais de Soluções para Governo e Empresas da Motorola Brasil. Atualmente, a plataforma de banda larga sem fio Canopy está implementada em configurações ponto-a-ponto e ponto-a-multiponto em 85 países.

Desde sua instalação como município, há 70 anos, Londrina tem passado por um processo de crescimento diversificado de sua base econômica. Hoje, a cidade tem 495.696 habitantes, dos quais 231.145 são considerados economicamente ativos, de acordo com estudo do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). “Decidimos que a região precisava de uma nova operadora justamente porque os índices de desenvolvimento regional são muito altos”, comenta Schmeiske.

Os clientes da RNTW serão empresas, indústrias e companhias que necessitam de uma velocidade maior no tráfego de dados e de bandas mais robustas para suas transações. A próxima cidade paranaense a ter a tecnologia da nova operadora é Foz do Iguaçu, ainda sem data para início das atividades. A Motorola inaugurou um projeto de cidade digital no município no mês de junho, no qual 55 escolas, seis secretarias municipais e 28 postos de saúde estão interligados por meio de uma rede sem fio municipal disponibilizada pelo Canopy.

Fonte: B2B Magazine

Published September 27th, 2007

Telefones fixos lideram reclamações à Anacom

Durante o primeiro semestre deste ano, a Anacom viu aumentar em 28 por cento, em relação ao memso período de 2006, o número de reclamações recebidas respeitantes a serviços de comunicação.
O maior número de queixas recebidas pela ANACOM no período descrito diz respeito a serviços telefónicos da linha fixo, seguido dos serviços de acesso à Internet e dos serviços telefónicos móveis.

Por outro lado, no relatório semestral divulgado pelo regulador, os serviços VoIP foram os que motivaram o maior número de reclamações por cada mil clientes.

Neste segmento de mercado, 0,13 por cento dos subscritores destes serviços acabaram por apresentar uma reclamação.

Fonte: BIT