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Archive for October 1st, 2007


Published October 1st, 2007

Governo dobra número de pregoeiros eletrônicos

O número de servidores aptos a realizar pregões eletrônicos no Estado vai dobrar com o curso iniciado nesta quinta-feira, 27, pela Rede do Saber, ligada a Secretaria Estadual da Educação. O objetivo do Curso de Pregão Eletrônico para Servidores Públicos é qualificar pregoeiros na modalidade eletrônica, trazendo mais agilidade, transparência e economia para as unidades de compra do Executivo. São Paulo conta atualmente com cerca de cinco mil pregoeiros. Destes, 1.500 já estão capacitados para a atividade eletrônica e outros 1.514 iniciaram hoje os treinamentos.

“O que a comunidade que paga imposto quer é que o dinheiro arrecadado seja utilizado com sabedoria e o pregão eletrônico representa um grande avanço nesta direção”, disse o governador José Serra durante videoconferência para mais de 1.500 funcionários públicos espalhados por 52 pontos do Estado (28 na região metropolitana de São Paulo e 24 no interior).

O curso para pregoeiros é uma iniciativa das Secretarias Estaduais de Gestão Pública, da Fazenda e da Educação, em parceria com a Procuradoria Geral do Estado, Corregedoria Geral da Administração e da Fundap (Fundação do Desenvolvimento Administrativo).

As aulas são transmitidas pela Rede do Saber, a maior rede pública de videoconferências com finalidade pedagógica da América Latina. “Além de proporcionar muitos resultados, a Rede do Saber melhora a racionalidade da administração estadual”, observou a Secretária Estadual da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.

O curso foi aberto pelo Secretário Estadual de Gestão Pública, Sidney Beraldo. Ele fez uma saudação inicial aos “estudantes” e agradeceu a todos os órgãos do governo envolvidos no trabalho. “Essa experiência de utilização da Rede do Saber para cursos de longa distância vai ser disseminada para capacitar e treinar cada vez mais os servidores com o intuito de atender melhor os cidadãos. Estamos usando a estrutura existente no Estado para disseminar conhecimento usando uma tecnologia de ponta, que é a videoconferência”, disse o Secretário.

Aulas em duas etapas

O curso é gratuito e será dividido em duas etapas. A exposição teórica será hoje, das 9h às 12h e das 13h às 17h, por videoconferência, com conteúdo jurídico a cargo da Procuradoria Geral do Estado e com uma demonstração do sistema pela Secretaria Estadual da Fazenda.

A segunda fase do curso ocorrerá nos dias 2, 4 e 9 de outubro, das 9h às 17h, com aulas práticas para turmas de 40 servidores, divididas nas salas de informática da Rede do Saber no Estado. Nesta fase, professores da Secretaria da Fazenda ficarão de prontidão no estúdio da Rede do Saber, na Capital, e poderão ser acionados a qualquer instante para esclarecer eventuais dúvidas por videoconferência.

Os servidores serão capacitados a fazer compras de bens e serviços por meio do pregão eletrônico, que substitui o modo presencial. Além de trazer mais agilidade ao processo, o formato permite atrair maior número de fornecedores e aumentar a competitividade.

Pregão econômico

O pregão é uma modalidade de licitação utilizada para a aquisição de bens e de prestação de serviços comuns, qualquer que seja o valor estimado da contratação. São considerados como bens e serviços comuns aqueles cujos padrões de desempenho e qualidade possam ser objetivamente definidos em edital, por meio de especificações usuais de mercado.

Para acompanhar os pregões realizados pelos diversos órgãos e entidades da administração estadual, basta acessar o site www.pregao.sp.gov.br. Lá estão reunidas, por segmento de mercado, informações como etapa em que o pregão se encontra, natureza do bem ou serviço, preços referenciais e negociados em cada pregão, economia obtida com menor lance e com valor negociado, legislação, minutas de editais-padrões, apoio ao fornecedor, entre outros.

A obrigatoriedade da adoção da modalidade “Pregão Eletrônico” para toda a administração pública paulista foi determinada pelo Decreto 51.469, de 2 de janeiro de 2007. Anualmente, o Estado de São Paulo adquire bens e serviços no valor aproximado de R$ 7 bilhões. A adoção do pregão para a realização de compras públicas, como alternativa às licitações tradicionais, possibilitou a economia de mais de R$ 5 bilhões aos cofres públicos desde o ano de 2003.

Prêmios

Os esforços do Governo do Estado na adoção do pregão eletrônico foram reconhecidos no 2º Congresso Brasileiro de Pregoeiros, realizado no final de março deste ano. O pregão mais eficiente e que gerou maior economia aos cofres públicos foi realizado pela Secretaria Estadual da Saúde. A Prodesp foi premiada com o maior valor global negociado e a Sabesp ganhou na categoria inovação.
Fonte: B2B Magazine

Published October 1st, 2007

Pesquisa mostra a atuação dos bancos

Essa é uma das principais conclusões a que chegou a pesquisa “sustentabilidade corporativa no setor financeiro”, elaborada pela Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sus-tentável (Fbds) e apresentada ontem na Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O levantamento entrevistou 67 executivos - gerentes, supervisores, presidentes e vice-presidentes - das 10 principais instituições financeiras brasileiras.

“Os grandes bancos, e esses dez representam cerca de 73% do mercado, ainda não acordaram para essa nova realidade”, critica a diretora-executiva da Fbds, Clarissa Lins.

Envolvimento

O levantamento foi montado com base em um questionário de 126 itens, cujas diretrizes foram divididas em foi módulos. O primeiro deles analisou a capacidade de finanças sustentáveis das instituições e buscou avaliar o nível de envolvimento dos bancos nacionais com relação às práticas de concessão responsável de crédito à Pessoa Física. A segunda vertente metodológica da pesquisa procurou fixar-se na maneira como as instituições financeiras gerenciam suas próprias demandas. “Trata-se da capacidade interna de agregar o conceito e da tomada de atitudes gerenciais que o apliquem. Exemplos como a utilização de fontes sustentáveis de energia e da utilização da água, assim como a adoção da videoconferência de um executivo que deixou de viajar e, portanto, de contribuir com a emissão de gases que impactam o efeito estufa”, explica Lins.

De acordo com a executiva, a maior dificuldade descrita pelo alto escalão das instituições financeiras refere-se à pouca capacidade dos bancos de comunicação do que têm realizado em termos de sustentabilidade. (Luciano Feltrin - Gazeta Mercantil)

Fonte: Gazeta Mercantil

Published October 1st, 2007

TV capaz de receber Sinal Digital sem ajuda de outro suporte

A Samsung apresenta no Hi-Fi Show 2007, a primeira TV LCD de 52 polegadas (LN52F81) que manda sinais digitais integrados padrão ISDTV (Built-in). Preparada para a recepção das transmissões digitais,ela não requer a utilização de outro aparelho adicional, como um set-top box.

Segundo,José Roberto Campos, vice-presidente Executivoda Samsung,disse que já foram proporcionados aos consumidores brasileiros a oportunidade antecipada em mais de seis meses de conhecer a imagem digial,a Samsung apresenta a TV com sinalizador interno que comprova a qualidade e a alta tecnologia de nossos produtos permitindo aos usuários se beneficiarem do conjunto de diferenciais da TV Digital.Ele completou ainda que o produto chega ao mercado nacional no fim de novembro.

A nova TV LCD alia alta tecnologia e design primoroso. Com formato retangular, acabamento suave nas bordas e iluminação em azul para os controles sensíveis ao toque, o televisor configura-se também como um objeto de decoração para todos os tipos de ambiente.

Entre os seus diferenciais, destacam-se a reprodução de imagem com a mais alta resolução do mercado – Full HD (1920×1080p), permitindo perceber alto nível de detalhes, profundidade e clareza. Além disso, o produto oferece entradas HDMI e USB, que possibilitam conexão simples com outros equipamentos digitais, como DVD e Blu-Ray players, home theaters e filmadoras e a exclusiva tecnologia Auto Motion Plus, que reproduz movimentos mais nítidos em cenas rápidas, sem qualquer traço de embaçamento ou duplicação de quadros.

Para o Eduardo Mello, diretor da área de eletrônicos de consumo da Samsung, a empresa está preaparada para oferecer os recursos mais modernos para TV Digital.

Fonte: Informe Digital

Published October 1st, 2007

Imbra investe em ERP, VPN, thin client e VoIP em três meses

Uma idéia de negócio fez com que a Imbra, especializada em implantes odontológicos, crescesse de três para 1,3 mil funcionários em menos de um ano e meio. A área de tecnologia da informação se viu diante do desafio de rapidamente preparar a infra-estrutura para atender a demanda e realizou diversos investimentos nas últimas semanas.

Os projetos de adoção de ERP, adaptação da rede, thin client e outros estão sendo executados por Francisco Garcia, que entrou na companhia há três meses e assumiu as responsabilidades de execução dos projetos de tecnologia.

A primeira iniciativa do executivo foi a de organização da rede e adaptação dos servidores. “Antes era uma máquina simples e tivemos de comprar um servidor de verdade”, conta ele. Na seqüencia, quase que simultaneamente, o executivo liderou a implantação de um sistema de VoIP (voz sobre IP) e a instalação de uma rede virtual privada, que interligou as oito unidades da empresa com a matriz.

O executivo também decidiu pela adoção do modelo de thin clients e adquiriu 300 máquinas, porque avaliou que essa seria a maneira mais fácil de instalar e manter, assim como a mais barata de acompanhar gradualmente o crescimento da empresa. “As vezes só nos parece difícil de fazer os funcionários entenderem que alguns sistemas demoram mais para serem implementados, porque a rede se tornou mais complexa”, lembra.

Mais surpreendente, no entanto, foi a escolha do sistema de gestão empresarial. Segundo Garcia, a avaliação das opções do mercado foi feita em três dias e a decisão do fornecedor em uma hora e meia. “E a nossa principal exigência aos fornecedores era que fizessem a implementação em dois meses, o que significa que terá de ser concluído em novembro”, afirma. O diretor de tecnologia diz ainda que também faz parte do trabalho mostrar aos fornecedores qual é o ritmo da empresa. “Eles estão acostumados a projetos a passos de elefantes e o nosso passo é de lebre”, compara.

Para cumprir a meta de velocidade, a Imbra diz que vai realizar um caminho contrário da maioria das empresas: vai mais se adaptar ao ERP do que o contrário, porque não faz parte dos planos a customização.

Outros destaques do COMPUTERWORLD:
>TI depois das fusões: delicada relação
> Mais de 50% dos europeus pagaria mais por tecnologia ‘verde’
> China investe pesado em tecnologia de gestão de risco
> Forrester: corporações continuam dizendo não ao Vista
> Seis práticas que mais fazem os CIOs perderem tempo

Apesar das decisões rápidas, Garcia defende que nada está feito sem cuidados, estudo ou planejamento. “Eu sempre fui um técnico e só há pouco tempo passei para o lado de gestão. Então sempre avalio o que está sendo feito e consigo avaliar se as opções vão nos causar problemas”, revela. Ele se recusa a dizer quanto foi investido nos últimos três meses, no conjunto de projetos, mas garante que o que foi pago não é nada exorbitante – dando como parâmetro de exorbitância a quantia de 2 milhões de reais.

Para o futuro, a área de TI da Imbra deverá solidificar os projetos que estão em andamento e continuar a preparação a infra-estrutura para atender ao contínuo crescimento. Entre as prioridades, segundo Garcia, está a melhora dos processos de negócios.

Fonte: COMPUTERWORLD

Published October 1st, 2007

WiMax móvel ganha primeira demonstração pública

A Motorola fez a primeira demonstração pública da tecnologia móvel para WiMax durante o WiMax World, que acontece esta semana em Chicago, nos Estados Unidos.

Com quatro células distribuídas pela cidade, a empresa procurou mostrar a capacidade de handoff, ou seja, mudança de células sem perda da conexão, durante o percurso de um barco que navegou cerca de 6 quilômetros pelo Chicago River (cruzado por dezenas de pontes metálicas e confinado em um canal cujas paredes têm mais de 10 metros de altura).

Com o sinal sendo transmitido para aparelhos celulares com chip para recepção de WiMax, notebooks e para CPEs (terminais), a demonstração funcionou, com apenas pequenas interrupções, já que as células estavam posicionadas no topo dos edifícios.

“É um momento histórico. Havíamos feito experiências controladas e uma pequena demonstração para alguns clientes durante o 3GSM em Barcelona (Espanha), mas o que pode ser visto aqui é a tecnologia funcionando na prática”, comemorou Jaime Borras, vice-presidente de tecnologia e inovação de terminais da Motorola.

Na verdade, toda a expectativa sobre o desenvolvimento do WiMax está depositada nas primeiras operações em grande escala nos EUA, que começam este ano com a Sprint Nextel (Xohm) e com a Clearwire. A Sprint começa justamente por Chicago, paralelamente a Washington e Baltimore.

Após a tensão da primeira demonstração de um serviço de WiMax móvel funcional, a Motorola aproveitou para comemorar. Assim, nesta quarta, 26, durante o evento WiMax World, Fred Wright, vice-presidente sênior de celular e WiMax da empresa, foi enfático: “WiMax é a coisa mais importante que já aconteceu no mundo wireless desde a invenção do celular.”

Salto

“Há pouco mais de um ano, o acesso banda larga por redes wireless era apenas 2% do total, e hoje já é 18%, ou seja, 73 milhões de usuários, ante 343 milhões que têm acesso banda larga por redes fixas. Isso nos faz acreditar que o futuro da banda larga é wireless”, disse Wright.

A empresa aposta que o crescimento pode ser exponencial considerando que há 1.272 licenças de uso de faixas do espectro que podem ser aplicadas ao WiMax no mundo, sendo 580 na faixa em 2,5 GHz, 563 em 3,5 GHz e 76 em 2,3 GHz.
“Outras tecnologias similares de banda larga wireless, como LTE, não chegam antes de 2010 ou 2011. O WiMax chega dois anos antes, o que dá uma grande vantagem aos operadores”, acrescentou Wright.

Para Sean Maloney, vice-presidente executivo da Intel (uma das empresas que mais aposta no WiMax), haverá em 2008 três grandes operadores de WiMax, e a fase móvel da tecnologia estará a pleno vapor. “A rampa de adoção da banda larga é muito parecida com o que foi a curva de adoção do telefone celular, então podemos prever histórias parecidas na adoção da banda larga móvel”, disse Maloney.

América Latina

Segundo Tomhas Mitoraj, diretor de WiMax da Motorola para a América Latina, a Sprint foi quem “colocou fogo” no mercado de WiMax ao adotar a faixa de 2,5 GHz para sua plataforma. Perguntado se não faltaria para o mercado latino-americano um impulso para o WiMax como foi o da Sprint Nextel nos EUA, Mitoraj deu a entender que as grandes operadoras entrarão em breve nesse mercado.

“Na América Latina, temos conversa com uma dúzia de grandes empresas, das quais pelo menos metade são nomes bem conhecidos da área de telecomunicações. O interesse das teles é muito maior do que se vê na superfície. É só observar que no Chile a Telmex já comprou uma empresa que tem a licença de uma faixa para WiMax e no Brasil a Telefônica investiu na TVA, que tem várias licenças na casa dos 2,5 GHz”, diz ele.

A todo momento, os fornecedores de plataformas WiMax, não apenas a Motorola, gostam de enfatizar que os custos da tecnologia criam grandes atrativos para países em desenvolvimento, como o Brasil.

Tanto que a primeira operação real de WiMax da Motorola está em funcionamento no Paquistão. “Fazendo uma comparação com plataformas de ADSL e cabo, podemos dizer com certeza que o custo de instalação do WiMax é menor, o custo de operação é similar e o custo de modem é ainda mais alto, cerca de duas vezes o que é para estas tecnologias. Mas acredito que em 2009 o custo geral já será muito menor em todas as etapas do processo.” Samuel Possebon, de Chicago

Fonte: TI Inside

Published October 1st, 2007

Parks quer vender WiMAX no início de 2008

 O gerente de produto WiMAX da Parks, Ivan Saidenberg, ministrará no dia 02 de outubro, às 18h15, uma palestra abordando o tema WiMAX Made in Brazil. Nela, o executivo mostrará como a empresa tem atuado para ser a primeira fabricante a oferecer ao mercado estações rádio-base (ERB-WiMax) e CPEs (Constumer Premises), produzidas localmente.

Os participantes poderão ter acesso aos primeiros produtos que a fábrica desenvolveu e que devem estar disponíveis no mercado brasileiro no primeiro trimestre de 2008. A empresa disponibilizará ao mercado tanto o 802.16d como o 802.16e em 2008. “Acreditamos muito na versão fixa para atender as operadoras e provedores, mas estamos nos alinhando para a fabricação do WiMAX móvel também no ano que vem”, diz Saidenberg.

“A falta de uma definição legal por parte da Anatel na banda de 3,5Ghz e dos órgãos certificadores internacionais no padrão 802.16e impediram que colocássemos o nosso produto no mercado brasileiro em 2007. Como nossa expectativa é que o leilão aconteça em 2008, já estamos preparados para isso”, completa o executivo.

Na palestra, o gerente de produto da Parks também mostrará ao público os testes que estão sendo feitos em clientes parceiros, assim como, a iniciativa de inclusão digital que a empresa desenvolve em parceria com a ONG Solidariedade, em Belford Roxo, na baixada fluminense, no Rio de Janeiro.

O projeto objetiva oferecer conexão banda larga, monitoramento, e voz para a população. A meta do projeto é atender aproximadamente 1000 usuários na região. Também no ano que vem, a Parks pretende apresentar ao mercado uma unidade de WiMAX híbrida (802.16d e 802.16e).

Fonte: CD FUTURECOM

Published October 1st, 2007

Myanmar: ONU vai fazer ponto da situação

O Conselho dos Direitos Humanos da ONU reúne-se de emergência na terça-feira em Genebra para fazer o ponto da situação do levantamento popular na Birmânia e da repressão da junta militar no poder há quase duas décadas, escreve a Lusa.

Esta iniciativa da União Europeia foi esta sexta-feira anunciada à imprensa, em comunicado, pelo embaixador português junto da ONU em Genebra, Francisco Xavier Esteves.

«Devido à situação verdadeiramente preocupante em matéria de direitos humanos decidimos pedir ao presidente do Conselho dos Direitos Humanos (CDH) - o romeno Doru Costea - para promover uma reunião de emergência na terça-feira visando analisar especificamente o dossier da Birmânia», declarou.

«As situações urgentes requerem uma acção correspondente e o CDH tem de trabalhar para encontrar uma solução», acrescentou, frisando que este órgão não tem, contudo, mandato para sugerir ou pedir medidas concretas - como a aplicação de sanções - ao Conselho de Segurança da ONU.

De acordo com o diplomata, na sessão de terça-feira deverá ser apresentada uma petição formal para que o relator especial da ONU para a Birmânia, o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, seja autorizado a entrar naquele país asiático, onde até agora esbarrou com o «não» da junta militar.

A missão de Paulo Sérgio Pinheiro reforçaria a incumbida pelo secretário-geral da ONU, o sul-coreano Ban Ki-moon, ao seu representante especial para a Birmânia, o nigeriano Ibrahim Gambari, que já recebeu «luz verde» de Rangum para um visto, por pressão da China, principal aliada da ditadura, à qual fornece armamento a troco de gás natural.

Na sequência de intensos contactos no CDH para lograr o «sim» de um terço dos membros efectivos, a petição acabou por obter 53 assinaturas, contando as de observadores que apoiaram a iniciativa, com ressalvas para a China e Índia.

Desde o princípio da semana que organizações não-governamentais como a Federação Internacional da Liga dos Direitos Humanos e a Human Right Watch estavam mobilizadas para exigir a reunião de emergência do Conselho dos Direitos Humanos da ONU.

Sensibilizar Junta militar

Na quarta-feira, a canadiana Louise Harbour, alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, sensibilizou a junta militar birmanesa para permitir «manifestações pacíficas da oposição» pró-democrática, ameaçando com processos judiciais os autores de eventuais atrocidades.

«O abuso da força e detenções arbitrárias estão proibidos pelo direito internacional», frisou.

O embaixador português valorizou ainda um encontro hoje à tarde com o seu colega de Pequim, para «vislumbrar o alcance» da possível missão de Paulo Sérgio Pinheiro.

O comunicado lido pelo diplomata instou as autoridades birmanesas a dialogar com os diferentes actores sociais do país e a libertar os presos políticos, entre os quais a Nobel da Paz (1991) e dirigente da Liga Nacional para a Democracia (NLD), Aung San Suu Kyu, reclusa há quatro anos.

Se Paulo Sérgio Pinheiro conseguir entrar na Birmânia, deverá apresentar um relatório ao CDH a 7 de Dezembro, no reatamento da actual sessão deste órgão da ONU.

O Conselho dos Direitos Humanos da ONU, inaugurado em Junho de 2006, celebrou até à data quatro reuniões de emergência, respectivamente votadas ao Líbano, duas à Faixa de Gaza e a última a Darfur, província oeste do Sudão.

Depois de 11 dias de protestos liderados por monges budistas, com um saldo de pelo menos 15 mortos e um milhar de detidos, a junta militar birmanesa voltou hoje a ser confrontada com as reacções da comunidade internacional, especialmente as da Grã-Bretanha e Estados Unidos, para pôr imediatamente cobro à repressão dos manifestantes.

O Presidente norte-americano, George W. Bush, e o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, voltaram a insistir, durante uma videoconferência, no fim dos confrontos na Birmânia.

Fonte: Portugal Diário

Published October 1st, 2007

Campinas sedia curso de TV digital

O curso “Desenvolvendo aplicações para TV digital interativa utilizando JavaTV, MHP, ACAP e ARIB” acontece nos dias 24 e 25 de outubro na Unicamp e é voltado para pessoas que queiram trabalhar no mercado promissor da TV digital. Com carga horária total de 14 horas dividas em dois dias, o curso, ministrado pelo Mestre em Ciência da Computação pela Unicamp, Rodrigo Araújo, abordará características e ferramentas de desenvolvimento baseadas em software livre voltadas para as especificações de middleware para TVDI adotadas na Europa, EUA e Japão.

No primeiro dia será feita introdução geral sobre TV digital interativa e suas particularidades sobre o ponto de vista do desenvolvimento de aplicações. Logo após, os conceitos básicos da programação em JavaTV. Desenvolvimento de aplicações para TVDI utilizando as especificações de middleware para TVDI seré abordado no último dia do curso.

O programa completo e a ficha de inscrição podem ser acessados no site www.rcasoft.com.br.Além do programa presencial, os alunos terão direito a um período de 30 dias de acompanhamento a distância, para troca de experiências e complementação do aprendizado. O acompanhamento será realizado através de um ambiente de aprendizado colaborativo via Internet.

Serviço

Desenvolvendo Aplicações para TV Digital Interativa
Data: 24 e 25 de outubro de 2007
Horário: 8h30 às 17h45
Local: CPV - Unicamp, Campinas – SP
Investimento: 950,00 reais. Incluindo 14 horas de programa presencial, aulas práticas com no máximo dois estudantes por computador, 30 dias de acompanhamento a distância, CD-ROM contendo o material didático e ferramentas de desenvolvimento, coffee breaks e almoço no local do evento.
Inscrições: pelo site www.rcasoft.com.br/cursotvdi_preinscricao.asp

Fonte: B2B Magazine

Published October 1st, 2007

Vale a pena contratar TV a cabo digital?

Vale contratar TV a cabo digital? Na minha opinião…não. As operadoras de TV a cabo do Brasil (NET, Vivax e TVA) utilizam o padrão europeu para TV digital. Este padrão não é de alta definição, suporta no máximo 480 linhas. Na prática, tem qualidade comparada ao DVD. O padrão europeu é o DVD-C, digital vídeo broadcasting – Cabo.

Explicando melhor: se você assinar a TV a cabo digital e usar uma TV de plasma ou LCD, elas terão uma imagem pior do que a de um aparelho analógico. Não entendeu? Imagine um investimento de R$ 5 mil em uma TV e perceber que a imagem está pior do que na TV antiga.

Isso acontece porque as TVs de plasma e LCD estão preparadas para trabalhar em um formato de alta definição, além disso tudo, os serviços disponíveis de TV digital no mercado brasileiro têm conteúdo produzido em 4×3, igual da TV analógica. No caso das TV de plasma e LCD, o formato é 16×9 com estas diferenças você terá distorções de imagem.

Meu conselho é que você continue com a TV analógica até que o mercado de TV aberta se adeque à TV digital. Isso fará com que a mesma tenha imagem superior a da TV a cabo, fazendo com que as operadoras corram atrás do prejuízo. E tenho dito!

Fonte: BRASIL WIKI

Published October 1st, 2007

Conferência WEB 2.0: inscrições encerram nesta terça

Encerra-se nesta terça-feira, 2, o prazo de inscrição para a 1ª Conferência Web 2.0 Corporate, que será realizada em S. Paulo, nos dias 3 e 4 de outubro, na Amcham (rua da Paz, 1.431). Promovida pelas revistas TI INSIDE e TELETIME e organizada pela Converge Comunicações, ela é destinada a executivos de tecnologia, marketing, venture capital, gestão e negócios.
Na Conferência serão abordados temas como gestão colaborativa, liderança de mudanças, a volta do interesse dos fundos de investimentos na internet, sistemas e plataformas de colaboração, infra-estrutura, CRM e gestão de relacionamento, segurança, mobilidade e apresentação das novas aplicações de Web 2.0.
O evento terá a apresentação de alguns cases de sucesso de empresas que já estão no novo ambiente de negócio como IBM, Banco do Brasil, TAM, Peugeot, RBS, General Motors, entre outros.
Serão discutidos também os conceitos da Web 2.0 aplicados ao software de CRM com o objetivo de conquistar mais clientes, aumentar o market share e a margem de contribuição e ainda de que forma a Web 2.0 pode acelerar a inovação e a colaboração nas empresas.
Informações sobre o evento podem ser encontradas no site www.convergeeventos.com.br ou pelo e-mail info@convergeeventos.com.br

Fonte: TI Inside

Published October 1st, 2007

Motorola testa WiMAX móvel em Chicago

SÃO PAULO - A Motorola realizou um teste público de sua rede WiMAX móvel em construção na cidade de Chicago, nos Estados Unidos.

Segundo a Motorola, foi a primeira transmissão de WiMAX móvel 802.16e feita ao vivo para jornalistas, especialistas e empresas que tem interesse em contratar o serviço.

Durante o teste, usuários com laptops rodaram aplicações de voz, tráfego de dados e streaming de vídeo enquanto se movimentam pela cidade.

Um dos grupos fez uma viagem de barco pelo rio Chicago e outro viajou no trem elevado que corta o município e atinge velocidades superiores a 80 km/h.

A rede da Motorola foi construída em parceria com a Sprint e poderá funcionar comercialmente já em 2008. As empresas afirmam que o teste no rio Chicago foi definido para mostrar a eficácia da rede, mesmo em um local abaixo do nível das ruas e cercados por prédios e pontes de aço.

Fonte: Info OnLine

Published October 1st, 2007

Via VoIP fecha parceria com Oi

 A operadora de voz sobre IP, Via VoIP, fechou parceria com a Oi para iniciar suas atividades na cidade de Santa Rita do Sapucaí, região Sul de Minas Gerais. O valor do contrato não foi declarado, mas segundo Eudes Batista, sócio-diretor da Via VoIP, a operadora começa a operar dentro de dois meses.

Os clientes que comprarem serviços da empresa irão trafegar uma parte pela rede da operadora e a outra por meio do sistema TDM da Oi. “Compraremos um pacote de minutagem e distribuiremos para os nossos clientes”, afirma.

A Via VoIP é uma empresa mineira, mas estruturou suas atividades em São Paulo. “Voltamos para Minas após fecharmos esse contrato. Acredito que teremos grandes negócios aqui na cidade”, declarou Batista.

Fonte: Convergência Digital - Canl VoIP

Published October 1st, 2007

Escritórios de advocacia tentam atrair geração YouTube

Como os estudantes de direito que estão tentando selecionar como estagiários assistem ao YouTube, diversos escritórios de advocacia nos EUA estão tentando aproveitar essa descoberta como uma ferramenta de seleção de candidatos, criando vídeos de recrutamento e sites com o mesmo conceito e visual do YouTube. Os escritórios esperam convencer os estudantes de que seus advogados e, por extensão, os próprios escritórios, são modernos e cabeça aberta.

A necessidade de atrair estagiários altamente qualificados é crucial. Eles integram o grupo de onde sai a maioria dos novos contratados.

Mais de 19 mil formados ingressam em escritórios de advocacia por ano nos EUA. Até o momento, as iniciativas das firmas incluíram uma série de diálogos simples com os estagiários com vídeos divulgando a área de especialidade ou a diversidade da firma.

“Os vídeos ainda estão engatinhando”, declarou Brian Dalton, editor sênior de direito da Vault Reports, que classifica as firmas de advocacia. “Muitos acabam com um resultado bastante amador”.

Há exceções. A Choate Hall & Stewart, escritório de Boston com cerca de 200 advogados e mais de 100 anos de história, criou uma série inspirada nas propagandas “Mac versus PC” da Apple. Em vez de associados, os anúncios da Choate usaram atores.

Em quatro spots chamados “Choate versus Megafirm”, um associado azarado da concorrente Megafirm é visto tentando encontrar a pasta em uma das diversas salas de sua firma; todo amarrado com uma corda, explicando que a firma o colocou nas áreas de “arrendamento com alavancagem e financiamento para construção naval” quando ele na verdade queria contencioso; e vestindo terno com as barras da calça dobradas e uma bóia em volta da cintura, em suas férias a “trabalho”.

Uma colega de profissão, uma jovem estagiária da Choate, por sua vez, está bastante satisfeita enquanto explica como a vida lá é diferente. Assim como no YouTube, existem classificações, embora falsas, como a publicada por um visitante com o codinome “Jdhound”, que escreve, “Isso é tão profissional. O nosso site não é assim”.

Os vídeos da Choate foram criados pela Greenfield Belser, uma empresa de marketing de Washington especializada em escritórios de advocacia. O presidente da empresa, Burkey Belser, decidiu fazer uma paródia dos anúncios da Apple em parte devido à limitação de orçamento. A empresa cobrou da Choate US$ 75 mil pelos 4 anúncios e 20 depoimentos de 9 estagiários e outros advogados.

Belser contou que instruiu os estagiários da Choate a cortar os depoimentos para 30 segundos e dizê-los em uma poltrona de couro vermelha com a intenção de associá-la à escolha da firma pela cor vermelha. Em outra abordagem, o site de seleção da Morrison & Foerster, de São Francisco, desafia os estudantes de direito, perguntando se eles possuem o “encanto” necessário para entrar na empresa.

O site passou por mudanças no ano passado por uma parceira financeira, Anna T. Pinedo, que afirmou que a versão anterior era “maçante”. Um link na seção “achievements” (”conquistas”) traça a definição da firma de um fenômeno que chama de “rankfilia”. Ele oferece aos estudantes de direito a oportunidade de criar os próprios rankings, classificando desde quais são os legumes mais feios até os lanches mais viciantes. O mais popular entre os estudantes? Legumes mais feios.

Na Quinn Emanuel Urquhart Oliver & Hedges, firma de Los Angeles onde chinelos de dedo são aceitos como parte do vestuário, as tentativas de se mostrar descolada saíram um pouco pela culatra. A firma inaugurou um site que, entre outras coisas, deveria apresentar “Um dia na vida de um estagiário”.

O vídeo contava a história de Ivey, uma jovem morena, que aparece inicialmente revelando fotos e jogando Ultimate Frisbee. Ivey (na verdade, uma atriz) diz que obteve bacharelado em Yale e certificação em direito pela Stanford, e aparece vestindo camiseta justa, calças jeans e colares de pedras enquanto consulta os sócios.

Mas, quando o site entrou no ar na semana passada, o vídeo ficou de fora. “Alguns estagiários e sócios acharam artificial demais. Talvez cafona seja uma palavra melhor”, declarou A. William Urquhart, sócia da empresa contratante.

Por outro lado, os depoimentos de estagiários da Ropes & Gray, empresa sediada em Boston, atêm-se estritamente ao trabalho. Os cinco segmentos, sendo cada um, uma montagem de vozes com duração de três minutos, começam com um estagiário dizendo, “Pessoas com problemas pequenos não procuram a Ropes & Gray”. (A empresa possui cerca de 850 advogados em cinco cidades dos Estados Unidos).

Uma das ferramentas usadas pelos estudantes para decidir para onde se candidatar é o Vault.com, que classifica as firmas de maior prestígio, com base nas opiniões de estagiários na web. Em uma das firmas da lista, a Sullivan & Cromwell, há 16 vídeos exibindo diálogos de advogados aparecendo no site. Cada um é uma edição de três minutos, filmada por Muffie Meyer, um documentarista cujo trabalho já foi veiculado na PBS.

“Os estudantes de direito às vezes têm a idéia de que as grandes firmas de Wall Street de prestígio são cheias de pessoas iguais”, declarou Frederic C. Rich, o sócio que supervisionou a produção dos vídeos. Os vídeos tinham a intenção de mostrar a diversidade de pessoas que trabalham lá. Rich aparece em um vídeo falando sobre a peça musical que ele realizou em uma sala de conferência da firma.

Em outro vídeo, Joseph C. Shenker, vice-presidente do escritório, judeu praticante e natural do Brooklyn formado pela City University de Nova York, afirma que não possui o histórico de vida que normalmente se associaria a alguém de uma firma outrora antiquada.

“A única preocupação das pessoas que trabalham aqui é a busca pela excelência”, afirmou ele, em conversa com Lisa A. Lofdahl, uma advogada que fala sobre a atitude de assumir a homossexualidade.

Norm Rubenstein, da Zeughauser Group, e ex-representante de marketing de três escritórios de advocacia, disse que os vídeos são interessantes porque são direcionados a uma “geração que considera a web como algo comum, que valoriza a rede social baseada na internet”.

“É isso que faz das ‘conversas’ em vídeo do site da Sullivan ou dos comerciais do site da Choate tão contundentes”, declarou Rubenstein. “Em comparação com a interação tradicional com clientes de peso, grandes negociações e disputas, isso expressa a verdadeira personalidade e de uma maneira marcante”.

Fonte: G1

Published October 1st, 2007

Neovia se prepara para o WiMax móvel

A Neovia, que hoje é a única empresa brasileira a operar comercialmente com a tecnologia WiMax, está se preparando para a fase móvel da tecnologia. Segundo Maurício Coutinho, CEO da empresa, que participou de uma das sessões de debate durante o WiMax World, evento que aconteceu esta semana em Chicago, já há o sinal verde dos investidores (entre eles a Intel) para o desenvolvimento do business plan e a busca de financiamento e tecnologias.

Mas o que será o WiMax móvel para a Neovia, que hoje opera basicamente no provimento de acesso fixo em banda larga para empresas e residências? “Não acho que veremos pessoas andando no carro e navegando na internet ao mesmo tempo. A minha visão é que WiMax móvel é uma tecnologia para dar a comodidade da portabilidade do acesso, ou seja, conectividade onde você estiver, como faz o Wi-Fi hoje em pequena escala”, disse Coutinho a este noticiário.

A operadora entende que existe uma questão regulatória a ser resolvida em relação à mobilidade. “O fato é que a tecnologia está sendo resolvida e os modelos de negócio também. Agora, a bola está com a Anatel.”

Mais faixas

A Neovia também quer mais freqüências para sua operação, hoje com 21 MHz de banda na faixa dos 3,5 GHz. “Entramos na licitação de 3,5 GHz e estamos esperando que ela seja retomada rapidamente. Para nós, o mais importante é que isso se resolva rápido. Tenho pouca preocupação com o fato de se a Telefônica vai ou não poder participar na sua área de concessão, até porque já competimos com ela. Para nós, o pior é a licitação não sair”.

A Neovia hoje opera para clientes corporativos e 30 mil usuários residenciais no Estado de São Paulo, mas o foco tem sido o mercado empresarial. “Existe uma demanda muito grande por parte das pequenas e médias e empresas, e por isso estamos priorizando esse mercado, ainda que a geração de caixa do mercado residencial seja muito importante para nós”, disse Coutinho durante o debate de que participou. A empresa trabalha com backbone próprio em praticamente todas as cidades em que opera. “Esta é a forma de não repartir as receitas e manter a nossa margem alta.”

Segundo levantamento da empresa Maravedis, hoje 57,7% das operações de WiMax do mundo estão focadas no mercado residencial, que geram receita média por usuário (Arpu) de US$ 40,7, ante US$ 145,54 para o usuário comercial. No caso da Neovia, o número bate na Arpu residencial, mas em relação ao serviço corporativo, disse Coutinho, a operação brasileira tem um número quatro vezes maior.

Mobilidade

Já na argentina, a Arpu da Ertach (que oferece serviços de acesso corporativo apenas via WiMax) é de US$ 100, diz Luis Galli, gerente geral da operadora. “O maior problema para a América Latina é que não temos espectro para mobilidade e os reguladores só olham o WiMax como tecnologia fixa”, disse.

No México, contudo, o cenário pode começar a mudar. Segundo Reynaldo Bustamante, diretor de administração de espectro da Comisión Federal de Telecomunicaciones, este ano uma resolução deverá permitir a mobilidade nas faixas de 2,3 GHz, 2,5 GHz e 3,5 GHz. Bustamante participou de sessão no WiMax World na quarta, 26. Samuel Possebon, de Chicago

Fonte: TI Inside

Published October 1st, 2007

A comunicação na era digital

Nos últimos tempos, a comunicação tem passado por mudanças grandiosas. Em menos de 100 anos, toda a mídia, que antes se limitava à escrita e, no máximo, à falada, adotou novas formas de transmitir informações. Os sinais de radiodifusão melhoraram significantemente, tornando possível o acesso longínquo à transmissão das cadeias de rádio por todo o mundo. Então, veio a televisão e a possibilidade de se transmitir imagens juntamente com os sons. A televisão ganhou cores, passou a ser via satélite, cabo e sinal digital. Surgiu a internet e, com ela, a facilidade de acesso às informações quase instantaneamente. 

Rádio, TV, internet e a mídia impressa, finalmente, começam a se misturar, formando um aglomerado de informações, que mais confundem do que informam. Em meio a tudo isso, surge uma nova proposta, a de interatividade, onde o telespectador, mistura de público e cliente, passa a escolher ele mesmo o que quer e o que não quer ver. A era digital começou.

Anos atrás, grandes estudiosos da comunicação previram esse acontecimento, quando a mídia perderia seu imenso poder de controlar as massas e passaria a ser controlada por elas. Não que o telespectador ganhou status de ‘produtor’, mas em suas mãos está o poder de decidir que deseja se expor, o que perceber e o que memorizar. Ou seja, não basta produzir informação. É necessário convencer o ‘cliente’ de que vale a pena vê-la. E aí é que entra a grande dúvida dessa era em que tudo é tão rapidamente exposto nas telas dos computadores e das TVs: como prender a atenção do público, transmitindo o necessário (seja notícia, produto, entretenimento) e torná-lo cativo, um cliente que voltará sempre? Não há respostas para essa pergunta. 

Pelo menos não uma fixa, imutável. É obrigação do comunicólogo e de cada veículo de comunicação buscar essa resposta e cativar seu público fazendo sua informação indispensável. Para chegar a isso, não basta tentar diversas formas diferentes e ver qual é a melhor para se transmitir algo, é necessário um estudo rigoroso do que se pretende fazer, como se pretende fazer, a quem se pretende atingir e onde se pretende chegar. Talvez o grande mistério dessa era digital seja justamente este: descobrir o que se pretende.

Essa nova geração de telespectadores que surge na era digital trás consigo outro grande ‘porém’ dessa história. São jovens, adolescentes e crianças que já crescem com uma enorme quantidade de informação embutida pela mídia e que já aprenderam a questionar o que vêem, ouvem e sentem. Essa geração se tornou ainda mais complexa e exigente, tornando a missão do novo comunicólogo ainda mais difícil. O segredo está em dominar as novas tecnologias, entender a convergência dos meios de comunicação e saber utilizar os recursos para não só atrair a atenção do público, mas cativá-lo.

Enquanto a era digital revoluciona o modo como nos comunicamos, também muda a forma de estudarmos essa comunicação. Novas teorias surgiram com base na comunicação virtual, a chamada cybercultura, como os estudos de Pierre Lévy que revelaram o surgimento da Inteligência Coletiva. E não para por aí. Com o surgimento da TV Digital, que em breve será implantada no Brasil, as coisas podem mudar ainda mais. Não só as empresas deverão se adaptar e produzir novos modelos de eletrodomésticos como toda a indústria - seja ela automobilística, siderúrgica, têxtil, midiática, esportiva etc - deverá voltar os olhos para a forma como o seu cliente (no sentido literal) reage às mudanças que acontecerão.

Cabe também ao comunicólogo observar essas mudanças e se antecipar ao que acontecerá na mídia de uma forma geral, se preparando para o novo mundo que o espera. A Era Digital está aí! Será que estamos preparados?

Fonte: BRASIL Wiki