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Archive for October 8th, 2007


Published October 8th, 2007

Criar ambientes digitais colaborativos exige estratégia, diz consultor

Apesar do avanço contínuo do uso da web nas empresas brasileiras, a criação de ambientes digitais colaborativos internos que realmente agreguem valor para o negócio ainda é um grande desafio para maioria das corporações. E entre os problemas para que essa barreira possa ser superada estão a cultura da empresa, a existências de elos de confiança frágeis entre os funcionários – ou entre estes e a empresa – e a ausência ou dificuldade de acesso a cases robustos. Estes foram os principais aspectos apontados pelo consultor da Plena Consultores, Cacau Guarnieri, durante palestra nesta quinta-feira (4/10) na 1ª Conferência Web 2.0 Corporate, promovida pelas revistas TI INSIDE e TELETIME e organizada pela Converge Comunicações.

Na opinião do consultor, um grande número de empresas ainda tem uma concepção de web que se baseia na arquitetura da informação clássica, cujo foco é a hierarquização da informação, a usabilidade, a navegabilidade e a medição. Poucas companhias, segundo Guarnieri, entendem que a construção de ambientes digitais participativos vai muito além dessa estrutura tradicional.

O consultor salienta que para criar o que ele chama de uma estratégia vencedora de colaboração, que traga, de fato, ganhos para o negócio, as empresas precisam ter a visão voltada para a arquitetura da informação. Nesse conceito, os pontos para os quais a web deve convergir são a emergência da informação, a vivência, feedback e flexibilidade e análise estratégica. “As plavras-chaves da web 2.0 são colaboração, inteligência coletiva, participação mashups, abertura e emergência”, diz Guarnieri.

Ele cita como os três grandes conceitos para a construção de uma ambiente digital baseado na arquitetura da informação: a virtualização, a simulação e a “caixa de areia”. “No primeiro caso, como o próprio nome diz, trata-se de virtualizar o mundo corporativo. Já o seguinte, envolve simular situações como, por exemplo, a criação de ambientes colaborativos complexos em rede. E, por último, é você usar essa rede como se fosse uma espécie de tanque de areia para o grande salto”, ilustra Guarnieri.

O consultor diz, ainda, que a criação de um ambiente colaborativo exige sejam fixados a estratégia, regras e papéis, a construção de comunidades pelo coletivo de pessoas, o reconhecimento, cenários e avatares. “Em síntese, a arquitetura da participação enseja a construção coletiva digital, e esse é um grande desafio para as empresas”, finaliza.

Fonte: Ti inside

Published October 8th, 2007

WDC Networks abre inscrições para treinamento VoIP

A WDC Networks, distribuidora de Wi-Fi, WiMAX, VoIP e câmeras de vigilância, realiza no dia 18 de outubro, em São Paulo, o curso de VoIP que ensinará como configurar e aplicar os equipamentos da fabricante Grandstream. O curso terá duração de cinco horas e é destinado para pessoas que atuam na área técnica responsáveis por configurar e instalar produtos. Todos os participantes ganharão um Handy-Tone 488.

Serão abordados temas como: por que usar VoIP, exemplos de aplicações VoIP, funcionamento de uma ligação VoIP, telefonia IP sobre rede wireless, integração com PABX convencional, entre outros.

Inscrição: Os interessados podem confirmar a inscrição através do site www.wdcnet.com.br/Workshops.asp até o dia 08\10. A taxa de inscrição é de R$ 270 e inclui carga horária de cinco horas, material didático, certificado e uma unidade do Handy-Tone 488. As vagas são limitadas a 10 participantes por curso.

Fonte: Caderno Digital

Published October 8th, 2007

Conheça as 14 maiores vulnerabilidades do VoIP

Autores do livro ‘Securing VoIP Networks’ analisam as vulnerabilidades existentes na infra-estrutura de uma rede de voz sobre IP. E alertam: muitas delas dizem respeito a falhas humanas.

O livro “Securing VoIP Networks” (”Garantindo a segurança de redes VoIP”, na tradução para o português), escrito por Peter Thermos e Ari Takanen, analisa as vulnerabilidades existentes na infra-estrutura de uma rede de voz sobre IP. E muitas das ameaças, segundo eles, dizem respeito a falhas humanas.
 
Confira aqui as principais vulnerabilidades identificadas pelos autores:
 
1.Verificação insuficiente de dados: em uma implementação de VoIP, isso permite que usuários entrem na rede para promover ataques.
 
2. Falhas de execução: bancos de dados padrão são normalmente utilizados como o backbone de serviços de VoIP e seus registros. Na hora da implementação, é preciso olhar com atenção para filtros de conteúdo ativo, como solicitações SQL envolvendo nomes de usuários, senhas e URLs de sessões. A maioria dos problemas relacionados a falhas de execução resulta da má implementação de filtros e programação insegura.
 
3. Pacotes mal formados, com conteúdo e estruturas inesperadas exsitem em qualquer protocolo de mensagem, incluindo SIP, H.323, SDP, MGCP, RTP e SRTP. A maioria das mensagens mal formadas envolve ataques de buffer overflow. O resultado é que o input dado pelo invasor é escrito sobre outros conteúdos de memória interna, como registros e pointers, que permitirão ao invasor total controle sobre o processo vulnerável.
 
4. Poucos recursos: especialmente em equipamentos embutidos, os recursos disponíveis para implementações VoIP podem ser muito escassos. Pouca memória e baixa capacidade de processamento podem ajudar o invasor a derrubar os serviços VoIP nesses equipamentos.
 
5. Pouca largura de banda: o serviço precisa ser criado de forma a suportar a demanda mesmo que todos os usuários decidam utilizá-lo simultaneamente. Um serviço pode receber uma série de falsas solicitações ou mesmo, por engano, carga de usuários reais. Se não tiver capacidade suficiente, o resultado é a paralisação do serviço.
 
6. Falhas de manipulação de recursos e arquivos: estes são resultados típicos de erros de implementação e programação, e incluem o acesso inseguro a arquivos.

Outros destaques do COMPUTERWORLD:
> Cobrança por pulsos acabou, mas consumidor tem dúvidas
> Vivo compra a Telemig em negócio de até R$ 2,8 bi
> Prazo de validade do cartão pré-pago de celular pode acabar
> Portabilidade numérica será realidade no Brasil até 2009
> Governo não deve permitir bloqueio de conteúdo na TV Digital
7. Gerenciamento de senhas: a única identificação que um usuário de VoIP tem é o número de seu telefone ou a URL SIP e uma eventual senha para o serviço. A senha é armazenada tanto no cliente quanto no servidor. Se as senhas forem armazenadas no servidor em um formato que possam ser revertidas, qualquer um com acesso a esse servidor pode obter o nome de usuário e a senha referente a ele.

Fonte: COMPUTERWORLD

Published October 8th, 2007

Televisão se multiplica em três telas

Digitalização amplia os meios de distribuição de imagens e leva o vídeo também para a internet e o celularRenato Cruz

A digitalização multiplicou a televisão por três. Além do televisor, é possível assistir aos programas nas telas do computador e do celular. Ela também ampliou os meios de distribuição de conteúdo. O vídeo digitalizado se transforma em bits, conjuntos de zeros e uns, e pode trafegar por redes de dados. Assim surgiu a IPTV, sigla em inglês de televisão sobre protocolo de internet. A conexão de banda larga, que pode ser uma linha telefônica, é ligada a um conversor, igual ao da TV a cabo, conectado ao televisor.

O próximo ano dever ser o ano da IPTV, a televisão por banda larga das operadoras de telecomunicações. A Brasil Telecom já lançou em Brasília, a Oi (ex-Telemar) prevê que seu serviço chegará ao mercado no primeiro trimestre e a Telefônica prepara a sua rede até o fim deste ano. Será possível receber a TV aberta digital em dispositivos móveis. A concorrência das diversas telas pelos olhos dos espectadores já afeta a audiência do horário nobre da TV aberta. A consultoria Gartner prevê que, em 2010, haverá 48,8 milhões de assinantes de IPTV no mundo.

“Esperamos que a agência avance com a regulamentação”, disse Antônio Carlos Valente, presidente da Telefônica, durante o evento Futurecom. Hoje, as operadoras de telefonia fixa não podem oferecer canais, como as empresas de TV paga. Apenas vídeo sob demanda, em que o espectador escolhe o que quer e assiste na hora.

Uma pesquisa da consultoria Accenture, realizada com executivos de todo o mundo, mostrou que a preocupação de Valente é também a principal de atores em outros mercados. Cinqüenta e seis por cento dos entrevistados disseram sentir falta de uma regulação transparente. Em segundo lugar na lista do que não está pronto para a oferta da IPTV, os executivos apontaram a compreensão do consumidor sobre a proposta do produto (48,2%), seguida do desenvolvimento de padrões unificados (40,8%).

A incerteza regulatória, no entanto, não tem impedido o lançamento comercial de serviços. A pioneira PCCW, de Hong Kong, tem 750 mil assinantes. Na Europa, região que lidera a oferta de IPTV, a France Telecom passou de 200 mil assinantes em junho de 2006 para 590 mil assinantes em dezembro, sendo 577 mil na França. A Belgacom comprou os direitos para transmitir via IPTV o campeonato belga de futebol em maio de 2005, um mês antes de lançar o serviço. Hoje, a operadora tem a quinta maior operação de televisão via banda larga da Europa, com 100 mil clientes. O Imagenio, da Telefónica, tem 450 mil clientes na Espanha. A IPTV é importante para as operadoras oferecerem o triple play, pacote que reúne TV, internet e telefonia.

“Fora do Brasil, quem domina o setor de IPTV são as concessionárias de telefonia fixa”, disse Petronio Nogueira, sócio da Accenture. “Aqui no Brasil, todo mundo está testando o mercado.” O consultor acha difícil reproduzir, na IPTV, o modelo da radiodifusão, de canais com grade de programação. O diferencial da tecnologia, segundo ele, são o conteúdo sob demanda e a autoprogramação. “Existem hoje três telas que se tornaram ponto de entrega interativa de conteúdo.”

O padrão japonês, base tecnológica do sistema de TV digital adotado aqui, permite transmitir TV aberta para os celulares. As operadoras não têm ganhos diretos com isso, porque o sinal não trafega na rede delas.

Mesmo assim, o resultado deve ser positivo para a indústria. “A TV aberta no celular vai ajudar na progressão da terceira geração”, afirmou Nogueira. “Ela vai incentivar o usuário a consumir conteúdos móveis.” A terceira geração traz a banda larga para o celular e permite a transmissão de vídeo com qualidade para o aparelho. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) espera fazer leilão de licenças ainda este ano.

A evolução da TV tem levado a desenvolvimentos que não eram imaginados há poucos anos. O Xbox, videogame da Microsoft, funciona como um centro de mídia, que transfere vídeo do computador para o televisor. Em janeiro, nos EUA, os canais Starz, da Liberty Media, Showtime, da CBS, e Nickelodeon, da Viacom, fecharam acordo com a Microsoft para tornar seus programas que estão na web disponíveis no aparelho de TV via Xbox ou microcomputadores equipados com o Windows Vista.

“Devem surgir set-top boxes que combinam TV aberta e IPTV”, disse Nogueira. O set-top box é um aparelho que converte o sinal digital em analógico. Um equipamento como esse permitiria ao telespectador ver os canais abertos e ainda comprar os filmes e programas que quiser assistir da operadora de telecomunicações.

As mudanças trazidas pela digitalização e pela convergência têm um grande impacto na publicidade. A maioria dos executivos ouvidos pela Accenture acreditam que a principal fonte de receita da IPTV serão os anúncios dirigidos (46,5%), parecidos com o que existem na internet. É possível mandar para o espectador publicidade de acordo com o seu perfil, mostrando, por exemplo, lojas próximas da sua casa ou produtos relacionados com os programas que ele mais costuma assistir.

Fonte: O estado de São Paulo

Published October 8th, 2007

Técnicos vão fazer auditoria integrada na Saúde

Técnicos da Superintendência de Regulação, Controle, Avaliação e Auditoria da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) e do Sistema de Auditoria (Seaud) do Ministério da Saúde em Alagoas participaram, esta semana, de uma capacitação por meio de videoconferência, no auditório do Tribunal de Contas da União, visando a realização de uma auditoria de análise, com objetivo de construir um diagnóstico da gestão estadual da Saúde.

Conforme informou a superintendente de Regulação, Controle, Avaliação e Auditoria da Sesau, Ivana Falcão Bastos Costa, a auditoria compartilhada instituída pelo MS é dirigida a todas as unidades federadas. “Trata-se de uma proposta inédita do Ministério, de caráter analítico e segue a lógica do Pacto pela Saúde envolvendo o Seaud, que é o componente federal do Sistema Nacional de Auditoria e o setor similar no Estado”, explicou Ivana.

Durante a videoconferência, nos dias 2 e 3 deste mês, com a participação de todos os Estados, foi apresentado o roteiro da auditoria, possibilitando a troca de idéias e alinhando a compreensão da proposta de auditoria de gestão estadual.

Pelo roteiro, os auditores vão analisar, entre outros pontos, as características gerais do Estado com relação aos principais agravos, principais causas de internação e de mortalidade. Também vai contemplar a gestão em trabalho e educação em saúde; análise da regionalização, planejamento e programação; o Controle Social, incluindo o Conselho Estadual de Saúde, a Conferência Estadual de Saúde e a Ouvidoria em Saúde, além da Regulação, Controle, Avaliação e Auditoria.

Fonte: Gazetaweb.com

Published October 8th, 2007

Sistema chega em 2008

Tecnologia deve estar acessível aos mato-grossenses a partir do 2° semestre do próximo ano, prevê TVCA

TVCA terá investido cerca de R$ 25 milhões até o próximo ano entre obras físicas e aquisição de equipamentos

MARCONDES MACIEL
Da Reportagem

Lançado no final de 2005, o Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) vira realidade no Brasil a partir do próximo dia 2 de dezembro, começando por São Paulo e Rio de Janeiro. Para Mato Grosso, a previsão é de que o novo sistema de transmissão – que passará de analógico para digital - entre em operação no segundo semestre de 2008.

Pelo menos essa é a expectativa da TV Centro América – afiliada da Rede Globo de Televisão – que já concluiu as instalações físicas para a recepção dos novos equipamentos da TV Digital. “A estrutura física já está pronta e só estamos definindo os fornecedores e a marca dos equipamentos para iniciarmos efetivamente a implantação do novo sistema em nosso Estado”, informa o diretor-geral da empresa, Zilmar Melatte.

Pelo cronograma do Ministério das Comunicações, segundo ele, o prazo para a implantação do SBTVD começa a contar a partir de julho do próximo ano. “Estamos acelerando este processo para colocarmos a digitalização em operação ainda em 2008”, anuncia. A escolha dos fornecedores, bem como a marca dos equipamentos, deverá ser definida ainda este ano pela emissora.

Os investimentos da TVCA no sistema digital deverão consumir R$ 25 milhões, incluindo as obras de reforma, ampliação e construção da nova sede da emissora em Cuiabá.

O SBTVD vai remeter Mato Grosso à era do sistema digital, revolucionando o conceito de transmissão e garantindo a todos os mato-grossenses imagens de melhor qualidade. “Esta melhoria se dará porque o SBTVD vai transmitir simultaneamente o analógico e o digital, através dos recursos de uma caixinha. A TV Digital é aquela que recebe sinal na forma de bites, ou seja, as informações são codificadas no formato de dígitos”, explica Melatte.

De acordo com o executivo, os equipamentos internos (de edição) e os externos (captação) serão digitalizados para receber a TV de alta definição. Contudo, para implantar o sistema digital a TVCA terá de investir na aquisição de um equipamento muito caro - o transmissor - assegurando o sinal em satélite para atender o Estado. Todos os receptores nos municípios serão substituídos.

Segundo Melatte, em relação ao sistema analógico a tevê digital permite maior qualidade de som e imagem, multiprogramação, interatividade, mobilidade e possibilidade de assistir a programação em aparelhos diferentes da televisão.

BENEFÍCIOS - A TV digital proporciona imagem com maior definição, além de som mais rico. O formato da imagem no sistema digital é widescreen (16:9), como a tela de cinema, diferente do padrão analógico (4:3). Enquanto no sistema analógico a emissora pode enviar apenas um programa por vez, no digital é possível enviar até seis programas simultaneamente, permitindo variar a programação ou oferecer uma experiência mais rica, como assistir um jogo a partir de câmeras diferentes. Além disso, é possível receber informações junto com a programação, como detalhes do que aconteceu no último capítulo da novela, dados estatísticos em um jogo de futebol ou a sinopse de um filme.

“Para recepção do sinal digital, o telespectador terá apenas que instalar um conversor nos televisores analógicos ou comprar um aparelho digital”, esclarece Melatte.

“O consumidor disporá de serviço de radiodifusão de som e imagem de melhor qualidade e poderá comprar tanto o aparelho digital quanto o conversor nas mesmas lojas que usa hoje para comprar os televisores analógicos”, acentua. “Com isso, a emissão prestará serviço de melhor qualidade e terá a possibilidade de usar o canal digital inclusive para a multiprogramação, ou seja, a transmissão de mais de um programa ao mesmo tempo”.

Fonte: Diário de Cuibá

Published October 8th, 2007

Instituto Eldorado propõe WiMAX nacional na freqüência 1 GHz

Nesta faixa, custos de implementação são menores. Padrão brasileiro ainda precisa ser certificado pelo WiMAX Forum

Com a promessa de menores custos na implantação da rede WiMAX, o Instituto Eldorado apresenta ao mercado uma tecnologia 100% nacional e que vem sendo estuda e desenvolvida pela associação desde 2005. Batizado de WiMAX-700, o padrão opera em uma freqüência abaixo de 1 GHz - faixa que permite atingir um raio de 65 km. “A qualidade é a mesma das bandas de 2,5 GHz e 3,5 GHz, mas, como o alcance é maior - o padrão tradicional tem raio de 3 km -, o custo de infra-estrutura fica bem mais barato, porque se usa menos estações radiobase (ERBs)”, esclarece o diretor de desenvolvimento de negócios, Paulo Ivo. Apesar de não ter estudos brasileiros que demonstrem quanto menor é a implementação, Ivo cita uma pesquisa, realizada nos Estados Unidos, que apontou um gasto 90% mais baixo em comparação com os outros padrões. Além do maior raio, uma alternativa seria usar a infra-estrutura já existente das redes de televisão.

Desde seu início, o projeto consumiu investimentos da ordem de R$ 1,5 milhão, financiados pela Finep e pelo Instituto Eldorado. No entanto, a tecnologia brasileira ainda precisa ser aprovada como padrão internacional no WiMAX Forum para, em seguida, o Instituto pleitear junto à Anatel a definição de uma faixa exclusiva para o WiMAX, uma vez que a freqüência abaixo de 1 GHz está ocupada com as transmissões UHF.

Até a segunda quinzena de novembro, Ivo pretende ter a especificação da proposta brasileira versada para o inglês para enviá-la para reconhecimento e certificação do WiMAX Forum. Para reforçar o pedido junto à organização, o Instituto está trabalhando para realizar um projeto piloto. “Estamos conversando com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Ministério das Comunicações e Anatel para o piloto. Eles apostam muito que vamos conseguir a certificação junto ao WiMAX Fórum.”

De acordo com Ivo, oito multinacionais fornecedoras de hardware e o MCT estão empenhados para viabilizar o projeto piloto, que poderia ocorrer na região de Fortaleza, em parceria com a prefeitura de uma pequena cidade.

O projeto do Instituto Eldorado, que ocorreu em parceria da Unicamp, poderia representar uma alternativa para provedores menores levar a internet banda larga em cidade menores, que não justifiquem grandes investimentos.

Fonte: ITWEB

Published October 8th, 2007

Para usuários de internet wi-fi, vcs conhecem uma tecnologia chamada ”FON” ?

Fonte:pplware.com/?cat=22 FON: a maior comunidade WiFi em todo o mundo. Porquê pagar por um acesso outdoor à Internet quando já se paga um acesso em casa? Foi desta ideia que partiu o conceito da FON, empresa com o aval da Google e do Skype. A FON é uma comunidade de partilha de acesso WiFi, todos os seus utilizadores partilham o seu acesso de casa à Internet, e como retorno usufruem do livre acesso sempre que encontrem outro subscritor FON. Em todo o mundo a FON reclama já cerca de 75 mil subscritores, e em muito graças á sua agressiva estratégia de marketing ao vender routers wireless Linksys (FON Social Router) por apenas 5€. Os subscritores da FON podem ser de 3 tipos: Aliens: utilizadores sem conta na FON, e que têm de pagar para aceder à rede FON. Linus: utilizadores FON que partilham livremente o seu acesso à Internet e podem aceder livremente à rede FON. Bills: utilizadores FON que partilham o seu acesso à Internet mediante um retorno financeiro, contudo têm também de pagar para aceder à rede FON.

Fonte: IP Jornal

Published October 8th, 2007

MAI estuda alargamento da polícia do futuro

As imagens recolhidas pelo sistema de videovigilância instalado nos calabouços da esquadra da PSP do Estoril já serviram para fazer prova em Tribunal. Um detido infligiu agressões a si próprio e atribuiu a culpa a um agente. As imagens mostraram que estava a mentir. Esta é uma das vantagens da Esquadra do Século XXI e uma mais- -valia que a subcomissária Vanessa Reis gostava de ver implementada noutras esquadras.

“Foi elaborado um documento para saber qual é a viabilidade de reaplicar toda esta tecnologia a outras esquadras mas ainda não houve resposta do MAI”, afirma Vanessa Reis. O relatório do primeiro ano de vida da esquadra do futuro foi entregue em Setembro. Agora resta esperar que a tutela – o ministro Rui Pereira – o analise.

Os custos são elevados, embora a comandante não saiba precisar valores, e é preciso ponderar as necessidades de cada esquadra. “Somos privilegiados. Temos sete computadores topo de gama e um portátil, viaturas equipadas, e cada agente tem os seus próprios equipamentos”, diz a subcomissária, acrescentando que o projecto já singrou nem que seja pelo facto de ter conseguido que os mais velhos da casa aprendessem a utilizar as novas tecnologias. “Há um ano e meio os elementos das notificações usavam máquinas de escrever. Houve resistentes à adaptação, mas agora os inquéritos de satisfação mostram que 78% dos agentes muito satisfeitos e os restantes satisfeitos”, revela Vanessa Reis.

Não foi tarefa fácil pôr o projecto a funcionar. A missão coube, principalmente, à subcomissária e às agentes Ana Peralta e Alexandra Campino que conseguiram que a esquadra estivesse operacional a 9 de Janeiro de 2006. “Foram muitos dias de 24 horas de trabalho seguido, mas conseguimos que funcionasse”, elogia.

A nível interno o sistema de videovigilância é fundamental quer para os calabouços, quer para os parques de viaturas. Poupa meios humanos e impede que os reclusos se autoinflijam. A videoconferência é outra mais-valia. Permite que o comandante de esquadra, o da divisão e do metropolitano se reunam sem haver um desgaste das viaturas e partilhem ficheiros confidenciais através do sistema informático interno. “Os ficheiros confidenciais só são partilhados pelas pessoas que estão dentro do processo e isso evita fugas de informação”, afirma Vanessa Reis.

A gestão de correspondência permite digitalizar ofícios dos tribunais, cartas dos cidadãos e, entre outros, processos disciplinares. Diminuem-se os gastos.

Quando os agentes estão no terreno, a subcomissária sabe onde estão através da georeferência. “Ao início pensavam que os queria controlar mas depois perceberam que lhes pode ser útil se estiverem numa situação de perigo e que não consigam pedir ajuda, por exemplo, via rádio”, prossegue.

Apesar de ter muitas vantagens, frisa a subcomissária, “ter uma esquadra do século XXI não é um mar de rosas… há muitos problemas técnicos para resolver”.

É COMO TER A ESQUADRA NO BOLSO

São 40 os agentes, homens e mulheres, que têm à sua responsabilidade um PDA e um aparelho GPS dotado com um mapa pormenorizado onde se podem consultar os circuitos pedonais do Estoril. Além de facilitar a vida aos agentes também ajuda o cidadão. Quem é que não aproveita a presença de um elemento policial para perguntar onde é a rua X ou Y? “Assim podem melhor servir o cidadão. Consultam o PDA e o GPS e informam a pessoa por onde deve ir para chegar a determinada rua”, explica a subcomissária Vanessa Reis.

Através destes equipamentos electrónicos, ligados ao sistema informático interno da PSP e dotados de internet, um agente pode de imediato e a qualquer hora pesquisar matrículas, pessoas e saber, por exemplo, se um qualquer segurança privado está certificado pelo Ministério da Administração Interna. Na rua têm acesso a todo o tipo de informação, sem precisar de ir à esquadra porque os aparelhos andam sempre no bolso.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA LIDERA E-MAILS

No início da semana passada a subcomissária Vanessa Reis tinha 100 e-mails na caixa de correio electrónico da PSP para responder. Chegam 15 mensagens por dia, dos Açores à Austrália, e o seu conteúdo é variável. Desde queixas de agressões, quezílias entre vizinhos, pedidos de informação, reclamações a queixas sobre o comportamento de agentes da autoridade. Mas os mais frequentes são os e-mails de vítimas de violência doméstica. Segundo Vanessa Reis, a maior parte das vezes, as vítimas só querem saber como agir porque, por pena ou medo, não querem fazer queixa dos companheiros. “Querem saber como se podem proteger, mas raramente formalizam as queixas”, diz ao CM. Não é por acaso que a página dedicada a este tema é uma das mais procuradas: 752 visitas em pouco mais de um ano. A comandante responde a quase todos os pedidos. “Só não têm resposta os que mandam mensagens descabidas”.

PORMENORES

EXCENTRICIDADE

A ‘Onda Musical’ é um sistema sonoro que dá música à sala de espera. Apesar de, como considera a subcomissária Vanessa Reis, “ser uma excentricidade”, o apetrecho é bastante útil. “Quem espera para ser atendido é, regra geral, vítima de uma qualquer situação. A música vai ajudar a relaxar”.

FORMULÁRIOS ON-LINE

Para pedir uma licença ou autorização de uso e porte de arma, ou para relatar desaparecimentos, o cidadão pode fazê–lo através do site da PSP do Estoril (http://esquadrasecxxi.psp.pt). Os formulários têm depois de ser autenticados.

ESCOLA SEGURA NA NET

São 26 as escolas que aderiram à Escola Segura On-line. Através da internet os responsáveis podem, por exemplo, requisitar visitas de estudo à esquadra ou relatar factos.

COMPUTADORES

Todas as viaturas da PSP do Estoril têm uma impressora e um computador portáteis. Os agentes podem registar as ocorrências na hora e podem passar mais tempo na rua a fazer serviço de patrulha.

Fonte: Correio da manhã

Published October 8th, 2007

Conversores da TV Digital devem custar R$ 700

Gratuito, porém nem tanto. Para desfrutar dos benefícios da TV Digital que chega ao Brasil em 2 de dezembro na região metropolitana de São Paulo, o consumidor terá que colocar a mão no bolso.

Segundo o presidente da Eletros - Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletrônicos, Lourival Kiçula, o conversor ou “set-top box”, aparelho que possibilita a recepção do sinal digital, deve chegar ao mercado com o preço na faixa de 700 reais.

A justificativa ficou por conta dos componentes e oferta limitada no início das transmissões, que encarecem o produto. “Não tem volume, a produção ainda é pequena. A medida que o volume aumentar o custo de produção baixa e o repasse do preço deve chegar ao consumidor”, alega Kiçula.

As previsões, no entanto, não são muito animadoras. De acordo com ele, a expectativa é de que o custo só caia quando ganhar escala, projetada apenas para o quinto ano após a implantação da TV Digital no Brasil.

Os fabricantes LG, Panasonic, Philips, Samsung, Semp Toshiba, Sony e Tectoy já se preparam para o lançamento de seus produtos que variam entre conversores puramente e até televisores em LCD ou Plasma com o conversor já embarcado. Os primeiros aparelhos devem chegar às lojas a partir deste mês, acompanhando a campanha que anuncia o lançamento da TV Digital.

Ao que tudo indica, o acesso inicial à novidade deve ficar restrito a alguns curiosos, de renda média e alta, dispostos a pagar por ela.

Hoje há cerca de 70 milhões de TVs no Brasil. Os consumidores que não quiserem correr atrás dos conversores agora e preferirem esperar os preços baixarem podem ficar tranquilos, que não deixarão de ter acesso aos canais. A transmissão analógica da programação das TVs abertas funcionará simultaneamente em VHF com a versão digital, exibida em UHF.

“O sinal analógico só será desligado quando a penetração e transição para o digital for completa”, assegurou José marcelo Amaral, diretor de tecnologia da TV Record e membro do conselho deliberativo do Fórum Brasileiro de TV Digital. O desligamento da TV analógica está previsto para 29 de junho de 2016.

Fonte: B2B Magazine

Published October 8th, 2007

Microsoft lança-se na telefonia via Internet

A Microsoft lançou na Suíça o novo software Office Communication Server 2007, que permite ao gigante norte-americano colocar-se no espaço lucrativo da telefonia na Internet (VoIP), anunciou o director-geral Steve Ballmer.

O Office Communication Server 2007 e o Office Communicator 2007 serão comercializados no resto do mundo dentro de duas semanas.A Microsoft entra em concorrência directa com os pioneiros de telefonia na Internet (Voice on IP - VoIP) como o Skype ou o Vonage, concentrando-se na rede lucrativa do mundo das empresas.

O novo Office dispõe, ao lado das funções clássicas de mensagens electrónicas, de um software com mensagens instantâneas, uma versão profissional do Windows Live Messenger, agora chamado Communicator.

Esta versão do software Office permitirá também conversar via áudio por VoIP, através de um telefone compatível, e organizar conferências áudio e vídeo.

O software da empresa de Redmond possibilitará ainda partilhar documentos.

Fonte: SAPO PT

Published October 8th, 2007

Comercial estréia para divulgar a TV digital

As principais emissoras de televisão começam a exibir hoje, dia 3, um comercial anunciando a chegada da TV digital ao Brasil.

A idéia é começar a preparar as pessoas para a estréia das transmissões digitais da televisão aberta, marcada para 2 de dezembro, na cidade de São Paulo. No comercial, uma família comum vai descobrindo as vantagens da TV digital – é o que é preciso ter para desfrutar os recursos dessa tecnologia.

Um dos requisitos é um receptor digital – ou set-top box –, que diversos fabricantes prometem colocar à venda já em novembro. O preço médio dos aparelhos deverá ficar em torno de 700 reais.

A Semp, por exemplo, promete lançar dois modelos de set-top box. Um básico, nessa faixa de preço. Outro mais sofisticado, com saída HDMI (para alta definição) e custo mais alto. Já a Samsung pretende vender dois modelos de TV LCD com o receptor incorporado: de 50 e de 40 polegadas. Ambos serão produzidos no Brasil, na fábrica da Samsung em Manaus.

Fonte: O barriga verde

Published October 8th, 2007

Restrição ao WiMAX tem ‘causas técnicas’, afirma Anatel

O constrangimento público gerado pelas críticas sobre a mobilidade restrita, feitas pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, fez com que a Anatel providenciasse uma explicação nesta terça-feira (2/10) sobre suas polêmicas decisões envolvendo o WiMAX.

Mas o esclarecimento foi ainda mais polêmico. Depois de uma série de explicações, o superintendente de Serviços Privados da agência, Jarbas Valente, alegou que o problema é a falta de designação da faixa na qual o WiMAX será operada para serviços com mobilidade (o que é uma decisão que cabe apenas à Anatel tomar). Antes disso, Valente chegou a afirmar que não havia qualquer restrição para o uso móvel dos equipamentos.

Independentemente dos motivos que levaram a Anatel a optar pela restrição de mobilidade ao WiMAX, o conselho diretor da agência sinalizou que uma mudança nas decisões tomadas não será tão tranqüila quanto Hélio Costa gostaria. “A Anatel toma decisões por autoridade própria. Temos o maior respeito pelo ministro, mas essas questões vão passar por uma análise dentro da Anatel e não são feitas a toque de caixa”, afirmou o presidente da agência, embaixador Ronaldo Sardenberg.

Jarbas Valente jura que não houve pressão das operadoras móveis para limitar o uso móvel do WiMAX. “É uma questão apenas técnica, não de mercado.” Segundo ele, bastaria a designação do serviço móvel para a faixa de 3,5 GHz para que a regulação fosse alterada no sentido desejado pelo Minicom. Atualmente, a principal restrição está localizada no regulamento de certificação dos equipamentos para WiMAX, onde os fornecedores são obrigados a desativar as ferramentas de mobilidade dos produtos que serão comercializados no país. E vale lembrar que para outras faixas em que é possível a prestação do serviço de WiMAX, como a de 2,5 GHz, a Anatel também criou a figura da mobilidade restrita, que não está definida na regulamentação, ainda.

Leilão do 3G em outubro

A principal crise em torno da mobilidade gira em torno das críticas das operadoras de celular. Elas temem que operadoras de SCM que consigam faixas no leilão de 3,5 GHz – a preços bem mais baixos do que as freqüências do 3G – virem concorrentes se for permitido o uso móvel dos equipamentos. Outra preocupação de ordem prática é que o debate pode gerar uma mudança de regras no licenciamento do WiMAX tão logo as empresas tenham investido no 3G.

Nesse aspecto, Sardenberg tentou tranqüilizar os empresários. “Não é interesse dar nenhum susto no mercado”, afirmou. “O problema é que estamos tentando mudar de cavalo no meio do rio. E isso é muito difícil.”

Pelo calendário da Anatel, o leilão do 3G será realizado ainda neste mês. O presidente da agência disse que ainda será avaliada a “conveniência política” de se realizar a venda em outubro, mas que esta é a data mais provável para a concorrência. Na abertura do Futurecom, o ministro Hélio Costa falou que a licitação será em novembro, mas a agência insiste que o cronograma ainda não foi alterado.

Fonte: TI Inside