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Archive for November 14th, 2007


Published November 14th, 2007

Foz do Iguaçu recebe evento sobre software livre

Com mais de 2.600 pessoas inscritas – entre pesquisadores, autoridades, profissionais e estudantes – começa hoje, em Foz do Iguaçu, a Conferência Latino-Americana de Software Livre (Latinoware 2007). A programação para os dois dias de evento, que está em sua quarta edição, prevê cerca de 60 palestras e 16 minicursos sobre os benefícios da utilização do software livre e os seus avanços, a tecnologia da informação e a integração latino-americana.

Entre os principais expoentes de informática que participam do evento estão Richard Stallman, John Maddog Hall e Bruce Perens. Richard é o criador da Free Software Foundation, responsável pela difusão do sistema. Perens é co-fundador do movimento Open Source Iniciative e líder do projeto Debian – nome adotado para uma distribuição não-comercial dos programas de código aberto GNU/Linux. Maddog é um dos fundadores do movimento Open Source Internacional e presidente da Linux Internacional.

Promovida pela Itaipu Binacional, Fundação Parque Tecnológico Itaipu, Companhia de Informática do Paraná (Celepar) e Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpo), a Latinoware 2007 foi criada para diversos órgãos públicos e privados apresentarem suas soluções em software livre.

 

Fonte: B2bmagazine

Published November 14th, 2007

Google abre concurso de aplicações para o Android

Uma semana depois de anunciar a sua entrada no mercado móvel através do desenvolvimento de um novo sistema operativo para telemóveis, o Android, a Google lança agora um desafio a todos os criadores de software. A empresa revela que irá oferecer 10 milhões de dólares em prémios a quem desenvolver as melhores aplicações para o sistema operativo.

Para isso será disponibiliza uma ferramenta que permitirá aos criadores o desenvolvimento das aplicações destinadas ao software, o Android SDK. As aplicações são concebidas utilizando a linguagem Java e correm em Dalvi, uma máquina virtual que corre sobre kernel Linux.

Os criadores interessados em participar na iniciativa devem fazer o download do Android SDK e desenvolver as suas aplicações, submetendo-as a concurso entre os dias 2 de Janeiro e 3 de Março do próximo ano.

Após esta fase, um júri destacado para o efeito distribuirá o prémio em dois Android Developer Challenges, o primeiro, referente aos projectos entregues até Março, e um segundo, atribuído numa segunda fase que ocorre após o primeiro telemóvel construído sob a plataforma ser lançado, o que deverá acontecer no segundo semestre de 2008.

No Android Developer Challenge I, os 50 projectos mais promissores recebem um prémio no valor de 25 mil dólares. Estes seleccionados serão então qualificados para uma segunda oportunidade onde serão atribuídos dez prémios de 275 mil dólares e outros dez no valor de 100 mil dólares. O valor restante é atribuído na segunda fase.

O concurso está aberto a qualquer tipo de aplicações desde que sejam “úteis e se façam valer das capacidades do Android para levar uma melhor experiência de utilização” ao cliente. No entanto, a Google deixa algumas áreas de sugestão para o desenvolvimento dos projectos, entre os quais, redes sociais, ferramentas de partilha de documentos, jogos, entre outras.

Para já fica a garantia de que os melhores produtos estarão disponíveis no Android que, desde já, será embutido em alguns modelos de telemóveis da Motorola, Samsung, HTC e LG Electronics.

Fonte: Tek sapo

Published November 14th, 2007

Oracle entra na área de virtualização para brigar com VMware e Red Hat

Disposta a entrar na briga direta com a VMware, empresa pertencente a EMC que desenvolveu um dos melhores softwares de virtualização, a Oracle anunciou durante o seu evento anual, o Oracle OpenWorld, que acontece até a próxima quinta-feira (15/11), em San Francisco (EUA), o seu software de virtualização de servidores que, segundo a empresa, é três vezes mais eficiente do que os existentes para plataformas x86 e x86-64.

Batizado de Oracle VM, o software é baseado na tecnologia de código aberto Xen Hypervisor e inclui um console de gerenciamento para web.

Mas não é apenas a VMware que está na mira da empresa. A Oracle também quer bater de frente com a Red Hat. No último Oracle OpenWorld, a empresa já havia a anunciado uma distribuição Linux e o suporte com um preço substancialmente menor do que o da Red Hat, mas ela não tem efetivamente conseguido aplacar sua concorrente.

Agora, com o software de virtualização, alguns analistas avaliam que a Oracle talvez esteja apenas tentando desgastar Red Hat antes de fazer uma oferta de compra à empresa. É claro que, por enquanto, trata-se de mera especulação, mas os analistas não descartam essa possibilidade.

Segundo a fabricante de software, várias companhias, entre elas a Dell, HP, NetApp, entre outras, já anunciaram que irão suportar o Oracle VM, que opera tanto com Linux quanto com Windows (Oracle Enterprise Linux 4 e 5; Red Hat RHEL 3, 4 e 5; Windows 2003, Windows Server 2003 e Windows XP).

O Oracle VM já está disponível para download gratuito, e o suporte 24 x 7 é cobrado por sistema. O preço para servidores com até duas CPUs é de US$ 499 por ano por sistema, e para servidores com CPUs ilimitadas o preço é de US $ 999 por ano por sistema. Da Redação

Fonte: TIInside

Published November 14th, 2007

Como rodar aplicações Windows no Linux, com emulador open source

Usuário detalha como fazer isso usando o Qemu nos computadores de uma pequena empresa

Instalar mais de um sistema operacional em um PC, quer por dual boot ou por intermédio de softwares de virtualização como o Virtual PC 2007 ou VMWare Server, permite que o usuário tire proveito do que de melhor cada plataforma oferece sem que ele tenha de abrir mão do seu sistema operacional preferido.

Configurar adequadamente essas soluções exige mais do que o usuário comum tem condições de oferecer, independentemente de a instalação ser realizada no Windows ou em alguma distribuição do Linux. Para entender a complexidade desse processo, conversamos com o Cristiano Meira Magalhães, que utiliza Linux nos PCs de sua pequena empresa, e que relata, neste Blue Print, as dificuldades encontradas e o que fazer para contorná-las.

Engenheiro com grande experiência com o ambiente de código aberto, Magalhães recentemente passou a utilizar um conjunto de aplicativos de cálculos na área de construção civil desenvolvidos pela AltoQi e que rodam em Windows.

Adepto do Linux também na estação de trabalho, ele foi obrigado a criar uma partição no PC – equipado com chip Intel Pentium IV de 2,8 GHz, com um HD de 80 gigabytes e 1GB de memória RAM – e, nela, instalar o Windows XP. Como essas são as únicas aplicações que usam a plataforma Microsoft, Magalhães precisava reinicializar o equipamento toda vez que tinha de acessar um software diferente.

“Se fosse produtivo executar dualboot, eu não me importaria em deixar as coisas como estavam. Só que acabava perdendo todos os benefícios de estar usando o Linux na minha estação de trabalho”, diz Magalhães. Usuário do Ubuntu Fiesty, o engenheiro identificou duas possibilidades para solucionar o problema.

A primeira delas utilizando o Wine, uma camada de software open source que tenta transformar todas as chamadas de funções Windows (como bibliotecas DLL) em chamadas compatíveis, só que no Linux.

Ele relata que já teve sucesso com a execução do AutoCAD R14 no PC com o Wine, mas as versões posteriores do software não funcionaram. Para completar, Magalhães descobriu que os programas da AltoQi utilizam a tecnologia de hardlock (que vincula o software ao hardware, para impedir uso de cópias ilegais) e são compilados utilizando recursos mais recentes do Windows, razão pela qual seu uso sob a camada do Wine não funcionou.

Magalhães chegou a fazer testes com o VirtualBox, mas acabou optando por outro emulador, também em código livre, chamado Qemu. “O projeto deste emulador
está mais maduro, estável e faz parte do repositório oficial do Ubuntu, distribuição que utilizo”, diz.

O Qemu, que também funciona como virtualizador, permite a execução de sistemas operacionais e programas escritos para um determinado hardware (ou vinculado a ele, como é o caso da técnica de hardlock) por meio de tradução dinâmica – em tempo real – dos recursos exigidos para o processamento.

Segundo o engenheiro, este método torna a execução das tarefas um pouco mais lenta, fato que pode ser corrigido utilizando um equipamento mais robusto, ou optar pelo módulo acelerador, o KQemu, que é distribuído junto com o emulador.

Passo-a-passo
A instalação do Qemu e do Windows dentro do Ubuntu não é difícil, mas requer uma série de passos que precisam ser seguidos. A primeira coisa a fazer, explica Magalhães, é – dentro do Ubuntu – instalar o Qemu: $sudo aptitude install qemu. A seguir, é necessário instalar o Windows XP (ou o sistema operacional que o usuário desejar).

Pode copiar o CD de instalação do XP para um arquivo de imagem ISO no disco rígido: $dd if=/dev/cdrom of=cdwinxp.iso bs=1024 e depois $ qemu-img create -fqcow hdc.img 5000M. “Usei o qemu-img para criar uma imagem de um disco de 5 GB que viria a ser o meu HD virtual dentro do Qemu”, ressalta. Mas também é possível instalar o XP diretamente do CD: $qemu -m 192 -win2k-hack -usb -hda hdc.img -cdrom /dev/hdc -boot d.

Depois disso, é preciso fazer o Qemu “enxergar” a imagem criada como um CD ROM virtual: $qemu -m 192 -win2k-hack -usb -hda hdc.img -cdrom cdwinxp. iso -boot d e executar o XP a partir do emulador: $qemu -m 190 -usb -win2k-hack -boot cd_winxp.img.

Como os programas da AltoQi utilizam o recurso de hardlock instalado em um pendrive, foi necessário fazer a instalação reconhecer as portas USB da máquina virtual. Para obter uma lista das portas disponíveis: $ lsusb.

Agora, execute o Windows no Qemu: $ qemu -m 190 -usb -win2k-hack -boot c hd_winxp.img e “informe” a ele que existem portas USB disponíveis. Para isso, pressione, simultaneamente, as teclas CTRL, ALT e 2 e, na janela do shell, digite: (qemu) usb_add host:vendor_id:product_id, onde vendor_id e product_id são os resultados obtidos no comando $ lsusb acima (por exemplo: (qemu) usb_add host:0529:0001).

Habilite mais recursos
Com as configurações acima, o usuário passa a contar com um arquivo de imagem “hd_winxp.img” pronto para ser usado pelo Qemu. Para ter acesso a outros recursos de hardware e software do Linux (como reconhecer o drive óptico; acessar a rede, entre outros) como sendo um CD-ROM do Windows XP emulado, basta digitar: $ qemu -cdrom /dev/hdc-snapshot -m 384 -usb -usbdevice host:0529:0001 -win2k-hack -localtime -net nic -net tap,ifname=tun0-full-screen –boot c -hda$DIR_SO/hd_winxp.img -hdb$DIR_SO/hd_swap.img. A tabela abaixo mostra o que cada um destes parâmetros representa.

Magalhães ressalta que existem outras boas ferramentas de emulação e virtualização, e cita o VMWare.”Mas a dupla Qemu e KQemu não deixa nada a dever e resolveu meu problema”, completa.

Fonte: PCWorld

Published November 14th, 2007

Celepar tem distribuição própria de Linux

A Celepar - Informática do Paraná acaba de lançar sua distribuição própria de Linux. Adaptada às necessidades do Governo do Estado, a versão foi batizada de Desktop Paraná e é baseada no Debian Etch e na interface gráfica Gnome.

O pacote personalizado da Celepar é composto por dois CDs: um de instalação do Linux e outro de exibição, contendo a suíte de escritório BrOffice, o navegador de internet Mozilla e diversos outros aplicativos.

Além dos órgãos do governo paranaense, a distribuição Desktop Paraná poderá ser instalada em qualquer computador. Porém, a Celepar só fornece suporte a seus clientes, ou seja: instituições da administração estadual.

Os interessados em adquirir o pacote de aplicativos da Celepar devem entrar em contato pelo site abaixo.

Fonte: Baguete