Universo TI - Informações sobre Redes, Wimax, TV Digital, Videoconferência, WebTV, Webrádio, e outras tecnologias


Archive for November 23rd, 2007


Published November 23rd, 2007

Polícia de São Paulo adota sistema de rádio digital

Segurança por criptografia impede escuta e interferência nas conversas por rádio

Criminosos que interceptam conversas de rádio da polícia devem encontrar maior dificuldade com o novo sistema de comunicação baseado em rádio digital adotado pelas Polícias Militar, Civil e Técnico Científica da região metropolitana de São Paulo. Pelo menos é o que garante Bruno Nowak, diretor de estratégias da área de governo e empresas da Motorola.

A companhia lidera o consórcio de empresas responsáveis pela solução integrada de rádio digital, que inclui criptografia de voz, despacho de voz e dados, expansão de PABX e backbone de microondas. Sobre infra-estrutura IP, o sistema também permite aplicação de computação móvel, por meio de uma rede, que forma um subsistema de rádio com transmissão a 96 kbps a notebooks e palmtops robustecidos, adaptados às viaturas policiais.

“São cerca de 10 mil rádios com o sistema digital. Com a criptografia de voz, fica praticamente impossível ouvir as conversas ou interferir na rede e fazer falsas chamadas, como ocorria com a transmissão analógica”, conta Nowak. Segundo ele, a segurança da rede é feita em diferentes camadas, incluindo firewall, detecção de intrusão e a própria estrutura.

O sistema, segundo ele, foi desenhado para missão crítica, desenvolvido para proteger a própria Motorola. “Quando houve o acidente com o avião da TAM (em agosto passado, no aeroporto de Congonhas, São Paulo), identificamos saturação total de sistemas celulares na região. O sistema da polícia não sofreu nenhum pico, porque sua capacidade está preparada para estes casos”, conta Nowak.

Na época, a solução de rádio digital estava em fase de operação assistida. O projeto teve início em 2004, começando por Campinas, Santos e São José dos Campos. Desde então, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo investiu cerca de R$ 150 milhões, considerando equipamentos, infra-estrutura, integração, software e todos os componentes.

Fonte: Itweb

Published November 23rd, 2007

Conversor para TV digital a R$ 750 é caro, afirma Lula

Da FolhaNews
16/11/2007
09h19
-Em encontro anteontem com empresários que foram levar o convite para o lançamento da TV digital no país, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu com contrariedade quando lhe disseram que o conversor para captar o novo sinal custaria para o consumidor aproximadamente R$ 750.

Lula disse que era muito caro e afirmou que o governo tomaria medidas, sem especificar quais, na hipótese de o conversor custar mais do que R$ 250. “Não se pode achacar o povo”, disse Lula, segundo relato à Folha de duas pessoas que estavam na reunião que contou com empresários do ramo de TV e integrantes da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão).

No encontro, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, chegou a dizer que, no mundo, o custo de um conversor desse tipo gira em torno de US$ 100 -na cotação de hoje, algo entre R$ 170 e R$ 180. O preço máximo de R$ 250 seria mais do que suficiente para que os empresários tivessem lucro, avaliaram Lula e ministros que estiveram na reunião.

Hoje, a grande maioria dos aparelhos de TV no Brasil não está preparada para receber o sinal digital. A data marcada para o início da transmissão digital no Brasil é 2 de dezembro -pouco mais de duas semanas. Para que as TVs em uso recebam o sinal, será preciso um conversor. Esse aparelho receberá o sinal digital e o transformará em analógico.

A escolha do padrão japonês de TV digital e o início dessas operações foram “vendidas” pelo governo e os empresários como uma evolução tecnológica que beneficiaria o espectador. A qualidade do sinal é superior. No entanto Lula ficou preocupado com a estimativa de custo do conversor que lhe foi apresentada na reunião de anteontem à tarde, que aconteceu no Palácio do Planalto.

Empresários argumentaram que, no início da produção, não teriam escala para lucrar e que o custo necessariamente seria maior, com queda no futuro. O presidente e ministros argumentaram que, mesmo que no início das vendas houvesse pouco lucro ou até prejuízo, os empresários ganhariam no médio e longo prazos porque a TV é, de longe, o meio de comunicação de massa mais importante do país.

Na visão de Lula, um custo elevado teria impacto político negativo na população. As vendas de TV cresceram nos últimos anos -mesmo consumidores de baixa renda têm mais de um aparelho em casa. Depois do encontro, o presidente chegou a dizer que R$ 750 são suficientes para comprar aparelhos de TV grandes, de 20 ou mais polegadas.

Na reunião, Lula se mostrou disposto a dialogar com os empresários. Já foram adotados incentivos à produção de bens para a tecnologia de sinal de TV digital, como redução de impostos e financiamento.

Fonte: Noticias CorreioWeb

Published November 23rd, 2007

´O telespectador brasileiro é um pássaro na gaiola´

Jornalista, produtor, pesquisador, diretor de cinema (prepara para 2008 um filme sobre Abelardo Barbosa, o Chacrinha), Nelson Hoineff passou pelas grandes emissoras de TV do país. Atualmente, dirige o Instituto de Estudos de Televisão - IETV. Em entrevista ao Caderno 3, ele fala sobre a expectativa quanto à TV digital e à nova TV pública no Brasil. Confira:

A menos de um mês para a implantação da TV digital e da nova TV pública, como você avalia esse momento da televisão brasileira? Foram feitas ressalvas quanto à escolha do padrão japonês de TV digital e quanto à criação da TV pública por medida provisória…

É um grande momento, por essas duas razões. Dia 2 de dezembro temos o lançamento da TV pública e da TV digital também. A TV está sofrendo profundas transformações, e o IETV está muito atento a isso. Temos feito uma quantidade muito grande de encontros, além do grupo permanente sobre construção de conteúdo pra TV Digital. Também somos parte do Conselho Consultivo do Sistema Brasileiro de TV Digital. A escolha do padrão japonês pra TV digital, a meu ver, foi completamente acertada, porque ele permite transmissões móveis, sem passar por telefonia, e é um modelo avançadíssimo. Já a criação de uma TV pública que possa atender aos anseios da sociedade brasileira, em relação a uma TV de qualidade, é uma coisa muito boa. Se isso vem por medida provisória, ou não, não me cabe comentar. Participei de dezenas de debates sobre isso. Se é como o ministro Franklin Martins garantiu, com um modelo de gestão da TV pública com pouquíssima interferência do Estado, acho uma coisa muito boa. É bom que tenhamos uma TV pública forte, de qualidade.

Como ficam as experiências anteriores de TV não-comercial, como a Cultura e a TVE do Rio?

Há várias experiências boas de TV Pública, como essas que você falou, e outras nem tão boas. O que se está querendo criar agora, pelo que percebo, é uma TV pública mais abrangente, que vai estar absorvendo a TVE, a Radiobrás… Acho que quando se investe com sabedoria, pode-se fazer uma TV pública de muita qualidade. Torço muito pra que isso aconteça. Não tô dizendo que vai acontecer, porque não tô lá dentro, mas vejo a possibilidade que a gente possa criar um televisão pública forte e competitiva no Brasil, uma TV de alto nível. Espero que seja voltada para uma programação de qualidade, para a diversidade da cultura brasileira, em um nível competitivo, ou seja, não pra pequenos nichos, mas pra várias camadas da sociedade e que ao mesmo tempo imponha padrões de qualidade dentro da TV brasileira, carente de pesquisa, experimentação. E que tenha um jornalismo isento.

Também houve críticas de alguns setores à indicação de Teresa Cruvinel, uma jornalista de batente em um grande jornal diário, pra direção da TV pública…

Eu não quero falar de nomes. A Teresa é uma pessoa que eu conheço muito pouco, estive com ela uma vez só na vida. Mas leio os textos dela, acho uma boa pessoa. E vejo ali na direção executiva da TV nomes como Orlando Senna, que conheço há muitos anos e teve um desempenho extraordinário na Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura. O Leopoldo Nunes, que trabalhou comigo e estava na Ancine. Vejo bons nomes na direção.

As TVs comerciais temem, de algum modo, o impacto dessa nova TV pública?

Não, acredito que não . Quando uma televisão nova é boa, isso beneficia todas as TVs. E acredito na boa fé das emissoras comerciais. Acho que ninguém acorda de manhã com o propósito de emburrecer o público. Agora, a TV em geral é muito limitada, segue o mesmo padrão. À medida que existir uma rede de TV de qualidade, em vez de assustar, pode contribuir com as outras.

Recentemente a revista Carta Capital deu capa para uma matéria apontando que a Globo estaria tendo dificuldades, com maior concorrência…

Também não tô dentro da Globo, mas não vejo dessa forma não. Acho muito bom que haja uma competição sendo estimulada. A Globo é uma rede comercial de televisão muitíssimo boa. Acho que a Record tá tendo um grande avanço, o SBT tá cheio de problemas, mas é uma rede bastante boa. A Bandeirantes tem tido conquistas no jornalismo muitíssimo boas. O que acontece é que estamos acostumados, no Brasil, à falta de competitividade na televisão. Quando essa competitividade aumenta um pouco, a gente se assusta, mas isso não é negativo. É muito bom que no Brasil a gente tenha duas ou três televisões competindo.

A TV digital trará uma programação mais plural, ou mais canais gravitando em torno das principais emissoras, como ´Globo 1´, ´Globo 2´…?

A multiprogramação dessa forma não vai existir nas emissoras comerciais, por duas razões. Primeiro porque elas escolheram usar todo o espectro pro HDTV (TV de alta definição). Segundo porque o governo sinalizou que não seria uma coisa desejável, dentro das emissoras comerciais. Você vai ter multiprogramação pras emissoras públicas, isso vai ser bom, vai aumentar as possibilidades. A gente, dentro do IETV, montou um grupo de estudos que hoje tem 20 e poucos pesquisadores, trabalhando em termos de modelos de conteúdo pra plataforma digital. Na tentativa de elaboração de modelos de conteúdo que levem em consideração aplicações alternativas. E lançamos um prêmio às melhores monografias que digam respeito à construção de conteúdo para TV digital. Estamos fazendo um esforço para juntar todo mundo que tá pesquisando isso no Brasil, fazendo a nossa parte, também com o Encontro Internacional de Televisão, no último dia do festival. Acreditamos que temos uma possibilidade muito grande de afastar a mesmice. As plataformas digitais podem colaborar muito pra melhoria da TV, não somente de qualidade de imagem e som, mas de trazer novos paradigmas.

Com o preço alto esperado para o ´set top box´ (receptor do sinal digital) e as TVs com HDTV, em quanto tempo a TV digital vai, de fato, ser acessível às pessoas?

Esse é um processo dinâmico, como toda nova tecnologia. Cada coisa vai vir a seu tempo, o HDTV, a multiprogramação, a mobilidade, a interatividade… O custo dos equipamentos começa lá em cima e depois cai, como em toda mudança tecnológica. Acho que serão uns dois anos pra cada coisa. Minha previsão é que em dois anos seja generalizada a TV em receptores móveis, celulares ou outros receptores. Isso muda a TV por completo, subverte a idéia de horário nobre. Agora, cada uma dessas aplicações vem a seu tempo.

Pra concluir, o que o público de Fortaleza pode esperar da Mostra Panorama da TV Mundial?

Uma amostra do que é a diversificação da produção de TV em vários países. O telespectador de modo geral é levado a acreditar que TV se produz em três ou quatro grandes centros. Não é verdade. A TV se produz no mundo inteiro, e reflete o local onde ela está. É como um pássaro dentro da gaiola, ele não sabe a extensão do mundo, até que se abra a janela da gaiola. O telespectador brasileiro é um pouco isso, um pássaro dentro da gaiola. As medições de audiência não dizem o que ele gostaria de ver, e sim o que ele viu, dentro de três ou quatro escolhas que lhe foram dadas. O que o IETV tenta fazer é abrir um pouco a gaiola do espectador, mostrar que há muito mais pra se ver.

DALWTON MOURA
Repórter

Fonte: DiariodoNordeste

Published November 23rd, 2007

Perito alemão descarta administração da internet pela ONU

Em entrevista à DW-WORLD.DE, perito alemão em regulamentação da web defende a liberdade da rede e descarta sua administração pela ONU, como sugeriu o ministro da Cultura, Gilberto Gil, no Fórum de Governança da Internet.

De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 1,2 bilhão de pessoas usam a internet, enquanto 5 bilhões ainda não têm acesso à rede. A exclusão digital, bem como a liberdade de expressão, crime cibernético, pornografia infantil, segurança, infra-estruturas críticas e a administração da WWW são temas discutidos no 2º Fórum de Governança da Internet (IGF), que termina nesta quinta-feira (15/11), no Rio de Janeiro.

 

Fundado no ano passado por decisão da Cúpula Mundial da Sociedade da Informação de 2005 na Tunísia, o fórum reúne no Rio cerca de 1.200 peritos de mais de 70 países. A Alemanha participa com um workshop sobre “melhores práticas” na área de tecnologia da informação, coordenado por Horst Zuse, filho do inventor do computador programável, Konrad Zuse.

 

Além disso, a iniciativa “Invest in Germany” distribuiu aos participantes do fórum o livro The Power of Ideas: Internet Governance in a Global Stakeholder Environment, de autoria de Wolfgang Kleinwächter e patrocinado pelo presidente alemão Horst Köhler, no qual 34 peritos internacionais em tecnologia da informação apresentam suas visões sobre o futuro da internet. Em entrevista à DW-WORLD.DE, Kleinwächter fala sobre os principais temas do encontro no Rio.

 

DW-WORLD.DE: A Alemanha apresenta-se no 2° Forum de Governança da Internet como “país das idéias”. Como deve ser a futura ordem mundial da internet na visão dos alemães?

 

Wolfgang Kleinwächter: Não é fácil definir uma “posição alemã”, visto que a governança da internet é um processo multi-stakeholder, em que o governo, a sociedade civil e a iniciativa privada nem sempre defendem a mesma idéia. Apesar disso, existe uma grande concordância de que a rede precisa ser livre e segura. No tocante à supervisão pela Icann [Internet Corporation for Assigned Names and Numbers – corporação responsável por regras para o uso da internet, sediada na Califórnia] e à administração dos recursos centrais da internet há pelo menos o consenso de que o papel único do governo norte-americano precisa ser reduzido.

 

O ministro brasileiro da Cultura, Gilberto Gil, propôs na abertura do IGF no Rio um mandato da ONU para administrar a internet em vez da Icann. O senhor é a favor dessa proposta?

 

Atualmente, a Icann (EUA) define regras para uso da internet

 

De forma alguma. A Icann firmou-se como inovação estável no sistema da política internacional, apesar das fraquezas desse mecanismo. O processo de elaboração política é de baixo para cima, decisões só são tomadas pelo board após amplas discussões públicas, das quais qualquer um pode participar, e após consultas a todos os stakeholders.

 

O board é bem internacional e se renova constantemente, visto que ninguém pode integrá-lo por mais de seis anos. Além disso, o processo de revisão garante um controle permanente da efetividade das estruturas. Caso se subordinasse isso tudo à ONU, seria grande o risco de que o processo predominantemente técnico se tornasse um brinquedo nas mãos dos políticos, prejudicando sobretudo os usuários da internet.

 

O Fórum de Governança da Internet, como “representante da sociedade civil mundial”, não poderia assumir essa tarefa?

 

O IGF é uma plataforma maravilhosa para a discussão. Aqui qualquer pessoa pode dar a sua contribuição e apresentar argumentos fortes para mudanças desse complexo sistema, formado por muitos players e níveis. Justamente por não ter poder decisório, o IGF pode discutir livremente. Transformá-lo numa espécie de autoridade negociadora resultaria no oposto do que os usuários da internet esperam: o desenvolvimento inovador de uma rede segura e livre para todos.

 

É possível administrar (”governar”) a internet sem que isso vire controle?

 

Determinados recursos, como nomes de domínios e endereços IP, naturalmente precisam ser administrados. E muitas coisas da internet – por exemplo, a luta contra o crime cibernético – dependem de cooperação e acordos internacionais. Mas isso é um sistema muito descentralizado de gerenciamento e administração. Entregar todas essas tarefas a uma autoridade seria puro absurdo e não levaria a nada.

 

No Rio também se discute sobre crime cibernético. A armazenagem preventiva de dados telefônicos e de internet, aprovada na semana passada pelo Parlamento alemão, é um bom exemplo de como o Estado pode enfrentar criminosos na internet?

 

Participantes do IGF acessam a internet durante a conferência no Rio

 

Minha opinião pessoal é que um Estado democrático deve prestar muita atenção para não ferir direitos e liberdades fundamentais ou colocá-los à disposição, ao perseguir o objetivo legítimo de combater criminosos também na internet. Crimes precisam ser investigados. Mas colocar todos sob suspeita, espionar ou observar quem faz o quê na web é outra questão. Precisa-se de um sistema muito equilibrado, que também controle principalmente os possíveis controladores e siga regras estritamente democráticas. Caso contrário, rapidamente se pode ter uma situação como na China ou cair nas mãos de um espião.

 

Um outro tema do IGF é o direito ao acesso à informação. Como se poderia diminuir o fosso digital entre países industrializados e nações em desenvolvimento?

 

Este é o grande desafio para o futuro. Aqui se fala muito do “próximo bilhão de usuários de internet”. A Cúpula Mundial da Sociedade da Informação decidiu que, até 2015, metade da humanidade, portanto cerca de três bilhões de pessoas, devem estar online. Para atingir isso, precisam ser mobilizados muitos recursos críticos, desde eletricidade até educação. As chances para tanto, porém, não são ruins, considerando-se o boom da telefonia celular na África e na América Latina e levando em conta que, em três a cinco anos, todos esses celulares serão minicomputadores com acesso à internet.

 

No seu livro The Power of Ideas: Internet Governance in a Global Stakeholder Environment são feitas sugestões práticas para a democratização da internet. O que poderia ser feito imediatamente sem grande esforço?

 

O importante seria fortalecer mundialmente a conscientização e o conhecimento sobre os problemas da internet, isto é, investir mais dinheiro em educação. Na Alemanha, por exemplo, a educação para a internet já deveria começar no jardim-de-infância.

 

Wolfgang Kleinwächter é professor de Política e Regulamentação da Internet na Universidade de Aarhus (Dinamarca), bem como consultor especial da direção do Internet Governance Forum (IGF) da ONU e da Aliança Global para Tecnologia da Informação e Comunicação (Gaid). Desde o final dos anos 1990, atuou em várias funções na Icann. Ele é autor de vários livros sobre governança da internet e sociedade da informação.

Geraldo Hoffmann

 

Fonte: Dw-world