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Archive for December 3rd, 2007


Published December 3rd, 2007

Conversor é requisito básico para TV digital

O primeiro item de que você vai precisar para receber sinais de TV digital na boa e velha TV da sala vai ser um receptor de sinal digital, também chamado de “set-top box”. Esta caixinha recebe os sinais da antena, os decodifica e repassa para a TV.

A maioria dos fabricantes anunciou até agora dois modelos de conversores: um mais simples, para as TVs de tubo, com saída de imagem via conexões RF, vídeo-composto e video-componente, e um mais sofisticado, com uma saída HDMI para conexão a TVs de alta definição.

O modelo mais simples, além de receber o sinal, o converte para um formato analógico com resolução mais baixa, compatível com as TVs mais antigas. O modelo mais sofisticado apenas decodifica o sinal e o repassa em formato digital, mantendo a imagem em alta definição, diretamente para a TV.

O preço dos conversores e receptores para TV digital é motivo de controvérsia. Quando anunciou os planos para o SBTVD, o Ministro das Telecomunicações, Hélio Costa, divulgou uma estimativa de preço de R$ 100 para o modelo mais básico. Mas quando os fabricantes começaram a divulgar seus primeiros modelos, em outubro deste ano, veio o choque: os preços para o conversor mais barato estão variando entre R$ 500 e R$ 800. Dependendo do fabricante, os modelos mais sofisticados custam mais de R$ 1.000.

Segundo as empresas, o preço divulgado pelo ministro só seria possível mediante subsídio pesado do governo no custo das caixinhas, o que não aconteceu. Além disso, os primeiros conversores a chegar ao mercado são importados, o que aumenta ainda mais o preço. A Semp-Toshiba, por exemplo, traz seus aparelhos de Taiwan, mas tem planos para iniciar a produção local em março de 2008. Com a popularização do produto e a entrada de novos fabricantes no mercado, os preços não devem demorar muito a cair &madsh;mais um motivo para segurar a ansiedade.

Quatro fabricantes já anunciaram suas set-top boxes para a TV digital. A Semp Toshiba tem dois modelos: o DC 2007M é para as TVs de tubo, com preço sugerido de R$ 800. Já o DC 2008H é para TVs de alta definição. Equipado com uma saída HDMI, ele tem preço sugerido de R$ 1.100. Ambos têm controle remoto (que também comanda as TVs da Semp-Toshiba) e recursos como bloqueio de canais e de classificação indicativa (podem, por exemplo, proibir a exibição de programas para menores de 18 anos), guia eletrônico de programação e um sistema de redução de ruído, para aprimorar a imagem.

A Sony anunciou seu “Receptor HDTV Bravia”, exclusivo para os televisores da marca. Ele se conecta à sua TV LCD Bravia via HDMI, e é controlado via Bravia Theatre Sync com o controle remoto da própria TV. O preço sugerido é de R$ 999.

A Philips anunciou o seu conversor DTR1007 em duas cores, preto (DTR1007B/78) e branco (DTR1007W/78). Inclui controle remoto que também pode comandar TVs e DVD Players da Philips e tem uma porta USB frontal, que pode ser usada para exibir na TV fotos, música e vídeos armazenados em um pendrive.

A Positivo Informática também anunciou dois conversores, que são os modelos mais baratos no mercado até o momento: o DigiTV, para TVs de tubo, tem preço sugerido de R$ 499, e o DigiTV HD, para TVs de alta definição, sair por R$ 699.

Fonte: Tecnologia

Published December 3rd, 2007

UOL prepara entrada no mercado de serviços corporativos

Para disputar o mercado de serviços de hosting e colocation para grandes corporações, o UOL deve anunciar no começo da próxima semana a aquisição da Plugin, provedora de serviços com sede em Porto Alegre.

O serviço, que deverá se chamar UOL Empresas, de saída já incorpora a carteira de grandes clientes da empresa gaúcha. No decorrer de 2008, o UOL deverá unir também os serviços para pequenas empresas, que por enquanto continuarão a ser oferecidos de forma independente, com características e planos de pagamentos diferenciados.

A Plugin, fundada em 1995, é hoje uma sociedade anônima fechada, de capital 100% nacional, e tem foco no mercado de desenvolvedores, integradores e agências digitais.

A equipe de funcionários será mantida e, segundo fontes do mercado, o diretor presidente, Jaime Wagner, permanece como consultor até completar o processo de absorção das atividades pelo UOL.

Com essa iniciativa, o portal amplia seu portifólio de serviços para empresas que inclui conexão VoIP, Wi-Fi, banda larga, meios de pagamento (PagSeguro). Recentemente, o UOL lançou o TodaOferta, serviço gratuito de compra e venda para usuários finais.

A transação está sujeita à aprovação dos acionistas do UOL e a outros procedimentos inerentes ao processo de fechamento do negócio. Até esta quarta-feira (28/11), o UOL ainda não havia enviado a comunicação de fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Procurada pela reportagem de TI INSIDE Online, a empresa negou qualquer negociação com a Plugin, por meio de sua assessoria de imprensa.

O UOL registrou receita bruta de R$ 180,2 milhões com serviços no terceiro trimestre, totalizando nos nove meses do ano R$ 524,8 milhões, com crescimento de 14% e 13%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2006. A receita líquida com serviços ficou em R$ 132,2 milhões no trimestre e de R$ 378,7 milhões no acumulado dos nove meses. Em comparação com o ano anterior, esse resultado significou 16% e 8% de crescimento, respectivamente. Da Redação

Fonte: TIInside

Published December 3rd, 2007

Webcams turbinam comunicação virtual, mas produzem imagens de baixa qualidade

As webcams são pequenas câmeras digitais que ficam conectadas ao computador e podem ser utilizadas por programas de mensagem instantânea ou telefonia VoIP, como o MSN Messenger e o Skype. Elas gravam filmes e fazem fotos.

Em uso, incrementam conversas virtuais e permitem que os participantes se vejam no monitor do PC. É um reforço ao bate-papo digital que torna a conversa mais dinâmica e próxima do que seria um encontro real.

Marcelo Ayres/UOL

Use os links abaixo para navegar pelo teste

Mas, engana-se quem pensa que estas câmeras diminutas ficam apenas no entretenimento: hoje, já podem ser utilizadas como compactos sistemas de vigilância, funcionando ininterruptamente e monitorando o que acontece à frente do computador.

Dos primeiros modelos, que usavam a porta serial do micro para se conectar, aos equipamentos atuais, que se conectam via USB, avanços aconteceram e a tecnologia das webcams se barateou.

De olho nessa popularização, o UOL Tecnologia testou seis modelos de webcams low-end, equipamentos “de entrada”, mais acessíveis e simples: as câmeras Clone 11123 e 11158; a Webcam Instant, da Creative; a Logitech QuickCam Chat 96142; os modelos da Trust WB-1400T e WB-3350P.

Todas as webcams avaliadas custam entre 50 e 120 reais e têm 350k de resolução de captura —exceções feitas à Clone 11158, que tem 1.3 MP, e à Trust 1400T, que vem com resolução de 100k.

Fonte: Tecnologia

Published December 3rd, 2007

Internet pode entrar em colapso em 2010, diz estudo

Brasília - O mundo é mesmo injusto. No Cazaquistão, o acesso à internet pode custar até US$ 22.032 mensais, por uma conexão de 6Mbps. Uma linha DSL de 1.5 Mbps custa só US$ 3.335 mensais e o modem não está incluído no serviço. Uma conexão via telefone sai mais em conta, US$ 111 mensais. Imagine esses preços num país cuja renda média mensal é US$ 399. Ou seja, o custo da internet no Cazaquistão é mil vezes maior do que na Europa Ocidental, por exemplo. Controle de informação é isso, o resto é bobagem.

Blogueiros no Cazaquistão não podem falar mal do governo. E mesmo quem acessa sites que atacam a honra e a dignidade do presidente podem ser espancados e/ou presos. O Cazaquistão é só um exemplo, de como pode ser dura a vida dos internautas em países pobres e autoritários.

Até Sacha Baron Cohen, o ator inglês que interpretou o jornalista cazaquistanês Borat, perdeu o seu domínio Borat.com. O governo não achou graça nas críticas embutidas no filme. Sacha tinha o seu domínio www.borat.com hospedado no Cazaquistão.

Do outro lado da economia, o Japão lidera o ranking dos países mais baratos do mundo para se conectar à rede, em segundo lugar vem a Coréia do Sul. Nesses dois países o custo é perto de zero, se levada em conta a renda per capita.

No Brasil, o preço do acesso ainda é elevado, mas vem caindo. Nosso país é o sétimo maior mercado de internet, e disparado o primeiro da América Latina. O número de internautas brasileiros não pára de crescer.

No mundo civilizado o custo de acesso à rede vem caindo mais ainda, até porque o conceito da internet é ser free. A brincadeira começou gratuita porque ninguém se apercebeu do admirável mundo novo que viria pela frente. A rede é gratuita por natureza, o acesso, não.

Os jornais americanos que cobravam por seu conteúdo, descobriram a roda. O NY Times liberou todo o seu material. Antes, algumas áreas do site eram restritas aos assinantes. O Wall Street Journal, recentemente comprado pelo barão da mídia mundial, Rupert Murdoch, planeja abrir todo o seu website. A edição online do WSJ rende mais que a edição impressa. O raciocínio é simples. O que é mais rentável? Um site pago com milhares de leitores ou um site aberto com milhões de visitas? A resposta é simples também, quanto mais visitas, mais caro é o anúncio no website.

O NY Times e o WSJ são negócios de bilhões de dólares. Eles não estão fazendo isso porque são bonzinhos. Fazem dessa maneira porque simplesmente um site aberto rende mais. Pageview is money.

O grande problema que se apresenta no horizonte é o volume de informações que trafega na rede. Como pode o Skype, por exemplo, ter 246 milhões de usuários espalhados pelo planeta? E como pode dar certo um sistema de conversação que chega a ter 10 milhões de pessoas falando ao mesmo tempo? E que ainda por cima é grátis. E o Google, de onde vem tanto dinheiro? Sem falar nos You Tubes e FaceBooks da vida.

Imagine quantos vídeos, fotos e outros arquivos estão cruzando os céus do planeta nesse exato momento. Se alguém consegue entender tudo isso, me explique, porque eu já desisti. Minha parca inteligência não chega para tanto. Prefiro usufruir da rede e acreditar que tudo é um grande milagre cibernético.

A internet vai acabar em 2010 — Mas como milagres não existem, a internet está chegando no limite, está quase saturada. Um estudo realizado pelo grupo americano Nemertes Research, divulgado no dia 19 de novembro, alerta para a possibilidade de a internet sofrer um colapso no ano de 2010.

Os dutos de transmissão estão ficando entupidos e a culpa maior é do volume de vídeos que trafegam na rede. Vídeos são os grandes arquivos e os grandes vilões dessa história. Em maio deste ano, perto de 75% dos internautas norte-americanos assistiram a 158 minutos de vídeo em média e viram 8,3 bilhões de vídeos pendurados no You Tube e outros sites similares.

Os internautas irão criar em 2007 arquivos da ordem de 161 exabytes. Um exabyte é igual a um quintilhão de bytes ou 1,1 bilhão de gigabytes e é equivalente a 50.000 horas de vídeo em DVD.

O mundo tem 1,2 bilhão de internautas, 234 milhões só nos EUA. O números de aparelhos ligados na rede é impressionante, hoje são 3 bilhões. Para 2012, está previsto um total de 5 bilhões. Os celulares e similares correspondem a 50% desse número.

O volume de investimento na internet, aqui na América, nos próximos cinco anos, deve chegar a US$ 38,6 bilhões. Dependendo da demanda da rede, essa quantia poderá saltar para US$ 55 bilhões.

Os donos da internet – as grandes operadoras de telefonia e empresas de informática –já estão testando soluções. A tecnologia de terceira geração de celulares 3G nem bem chegou e eles estão investindo na 4G. As redes 3G incorporam internet de altíssima velocidade e vídeo telefonia. Em 2005 existiam apenas 100 redes 3G no mundo.

Outra solução é a tecnologia WIMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access), que possibilita conexões sem fio de longas distâncias. Os computadores podem funcionar como os celulares, ou seja, com sinal em todo lugar.

E mais revolucionário ainda seria a adoção do sistema “White Space”, que propõe o uso dos buracos que existem entre uma freqüência e outra nas ondas de televisão. A White Spaces Coalition é uma associação de mega empresas mundiais que ambiciona oferecer conexão a partir de 10Mbyte/s. Ah sim, o grupo é formado por Microsoft, Google, Dell, HP, Intel, Philips, Earthlink e Samsung.

Com licença, eu vou ali transmitir umas fotos, fazer um download de uma música no ITunes e falar com minha filha via Skype, ela mora longe. E ainda pretendo assistir a um filme do Brian de Palma via internet. Preciso descansar, depois de tantos exabytes, minha cabeça pifou.

Fonte: Jornal da Mídia

Published December 3rd, 2007

TV digital tem início com incentivo do BNDES

Programa de R$ 1 bilhão tem como objetivo dar apóio à rede varejista para baratear a venda de conversores

A exibição de um vídeo explicativo sobre a TV digital marcou, neste último domingo (02/12), às 20h30, o início das transmissões deste novo formato, primeiramente na região metropolitana de São Paulo e, em seguida, em Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

No pronunciamento em cadeia nacional, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai desenvolver um programa de incentivo à implantação do sistema no valor de R$ 1 bilhão.

O objetivo é dar apóio à rede varejista para baratear a venda do conversor. “As vendas serão ampliadas”, justificou o presidente, mostrando-se otimista que a medida estimule e aumente a produção nacional. “Espero que, daqui a pouco, possamos produzir tudo o que a TV digital precisa”, enfatizou.

A entrada na “era digital”, de acordo com Lula, vai permitir ao País um grande salto tecnológico, econômico, social e cultural. “A TV digital vai trazer melhor qualidade, mais canais e interação com público”, disse.

Fonte: IT Web