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Archive for December 4th, 2007


Published December 4th, 2007

Para expandir uso do software livre

Com o objetivo de atender o aquecido mercado de tecnologia, a Red Hat, especializada em soluções open source, fechou parcerias com novos Training Partners, que ministram cursos e exames de certificação em diversas localidades do País. Os novos parceiros Unimix, DBA Engenharia de Sistemas, Fontoura Education e Synos estão localizados em Brasília, no Rio de Janeiro, em Porto Alegre e em Belo Horizonte, respectivamente. A Red Hat já possui um parceiro (En-Sof Consultoria e Informática), além de seu próprio Centro de Treinamento na sede da empresa, ambos em São Paulo.

Uma pesquisa da consultoria IDC de 2006 mostra que a base de sistemas operacionais Linux instalados no Brasil cresce 30% ao ano e já está em 64% das empresas brasileiras. Com os novos Training Partners, a Red Hat trabalha para expandir o conhecimento da tecnologia open source nesse mercado crescente.

“O mercado linux no Brasil e na América Latina está em franca expansão e esperamos que a demanda por treinamento continue aumentando em toda a região”, diz Mariano Fernandez, gerente regional de serviços da Red Hat para a América Latina e responsável pela área de treinamento. “Nossos novos parceiros de treinamento nos ajudarão a prover um melhor treinamento aos profissionais de linux e expandir o entendimento e adoção da tecnologia open source no Brasil”.

Os Training Partners ministrarão treinamentos Red Hat (tecnologia Linux) e JBoss (tecnologia Java). Os da Red Hat são variados, do básico ao avançado, e englobam temas como administração de sistemas, implementação avançada em empresas, desenvolvimento e segurança. Dentre as certificações, as de maior projeção internacional são: a RHCT (Red Hat Certified Techinician) e a RHCE (Red Hat Certified Engineer) e a RHCA (Red Hat Certified Architect).

Já os cursos JBoss oferecem uma cobertura completa nas plataformas SOA (Arquitetura Orientada a Serviços), Enterprise e Portal, trazendo sua expertise na configuração avançada, fine tuning e boas práticas com soluções JBoss. Os cursos ministrados estão divididos em dois grupos: JBoss Enterprise Application Platform e JBoss Enterprise Framework Platform; as certificações são Certified JBoss Developer, Certified JBoss Web Developer, Certified JBoss Administrator, Certified JEMS Middleware Expert e Certified JEMS Master Architect.

Fonte: B2bmagazine

Published December 4th, 2007

Linux: 54% das empresas usam Ubuntu

Informações prévias da pesquisa anual da Linux Foundation sobre uso corporativo de software aberto apontam para a liderança do Ubuntu, com 54% de market share. Em segundo lugar, com 50,2%, vem a Red Hat. Em terceiro, o Suse, da Novell, presente em 35,2% das corporações.

A soma passa de 100% porque boa parte das companhias utiliza mais de uma versão de Linux em seus desktops, informa a Info Online.

Outro dado do estudo mostra que 68,4% dos desktops com Linux estão em empresas que possuem entre um e cem computadores. As médias companhias – entre 101 e 500 máquinas – concentram 9,7% dos PCs com software livre. Já as corporações que possuem entre 1001 e 5 mil estações respondem por 6,2%.

Das companhias que disseram possuir desktops com Linux, 39,5% afirmaram que rodam o sistema open source em mais da metade de suas máquinas. O Windows ganha nesse quesito e aparece em mais de 50% dos computadores das companhias, em 59,6% dos casos.

A pesquisa oficial da Linux Foundation será divulgada na sexta-feira, 30. Em 2007, sua terceira edição, ela ouviu 20 mil empresas.

Fonte: Baguete

Published December 4th, 2007

Asus tropeça no código do Linux

O mininotebook  Eee PC, da Asus, roda Linux com perfeição – isso ninguém discute. O problema é que a Asus não respeitou as convenções do pingüim…

O Eee PC, um dos equipamentos econômicos mais inspirados para acesso à internet já fabricados, tem recebido elogios por toda parte. Segundo a Asus brazuca, deve chegar aqui em dezembro por cerca de 1100 reais.

Pelas regras do mundo Linux, a Asus deveria ter publicado todas as modificações feitas no sistema operacional usado, uma exigência da licença GPL. Aparentemente, tinha feito isso. Mas  linuxistas veteranos rastrearam o código-fonte exibido no site da empresa e viram que nem tudo estava lá.

O que aconteceu? Segundo a própria Asus, um funcionário da equipe técnica esqueceu de colocar lá uma parte do código. E está providenciando o software para download. Pelo menos é o que diz o site DigiTimes.  Veja em  http://www.digitimes.com/news/a20071127PD221.html

Quem se sentir animado a conferir pessoalmente o que está lá e o que não está pode ir direto ao site da Asus, em http://support.asus.com/download/download.aspx?SLanguage=en-us&model=Eee%20PC% 204G(701)

Fonte: Info

Published December 4th, 2007

TV de alta definição patina diante da falta de estímulo político

BERLIM (Reuters) - A indústria da televisão está pronta para oferecer novas maneiras de os consumidores usufruírem do vídeo em alta definição (HD), mas muitos fabricantes estão frustados com a falta de estímulo político.

Por trás de demonstrações com telas e imagens deslumbrantes de uma casa digital completamente conectada na IFA, maior feira de eletrônicos da Europa, esconde-se a realidade de uma indústria ocupada com uma guerra de preços em meio a consumidores ainda resistentes à adoção da tecnologia.

Espera-se uma queda de cerca de 30 por cento no preço das TVs de tela plana este ano, enquanto aumenta a concorrência entre os fabricantes por um pequeno grupo de “tecnólatras” dispostos a gastar milhares de euros por uma TV de alta definição mesmo sem existir muito conteúdo HD para se assistir.

E há ainda uma disputa não vencida pela supremacia do mercado entre os novos formatos de discos de alta definição, o Blue-ray e o HD-DVD, o que significa que os consumidores ainda esperam o fim dessa batalha antes de decidir gastar centenas de dólares ou euros num player que lide somente com um padrão ou outro.

“Vim dar uma olhada nas novas tecnologias. Gosto de TVs de tela plana e dos celulares com player MP3, mas estou só olhando, sem comprar”, disse Silvana Kinst, 27, funcionária de um hotel em Berlim.

Ela afirmou que não tinha uma TV que suportasse alta definição e que o máximo que estaria disposta a gastar em um aparelho desse tipo era 1.000 euros (1.364 dólares).

A TV de alta definição não deve ganhar transmissões em TV aberta na maior parte dos países europeus até 2010 ou 2011, o que significa que o consumidor terá pouco incentivo para comprar um televisor de alta definição até então, quando o equipamento deverá custar provavelmente metade de seu valor atual.

Por enquanto, as únicas formas que o europeu possui para usufruir da alta definição é comprar um aparelho Blue-ray ou HD-DVD –correndo o risco de ter escolhido o formato que irá perder a disputa– ou filmar seu próprio filme em alta definição e assisti-lo em casa.

O presidente da Sony na Europa, Fujio Nishida, afirmou acreditar que levará de dois a três anos para que a alta definição se popularize. E que, diante dessa expectativa, a Sony já treinou sua equipe para demonstrar a alta definição em câmeras e filmadoras em lojas.

“Estamos evangelizando”, disse Nishida à Reuters na IFA.

Fonte: REUTERS