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Archive for January 3rd, 2008


Published January 3rd, 2008

CPqD prepara transferência de tecnologia WiMAX

Primeiros produtos baseados no protocolo tem chegada ao mercado prevista para primeiro semestre de 2008

O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) anuncia para o primeiro semestre de 2008 a transferência de tecnologia WiMAX de comunicação wireless para a indústria nacional. A empresa fornecerá tecnologia de equipamentos e sistema de gerenciamento de rede e serviços, dentro do projeto de desenvolver infra-estrutura de acesso sem fio banda largaa de baixo custo.

O desenvolvimento de tecnologia WiMax do CPqD teve início este ano, e contou com recursos do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel). A tecnologia que será transferida à indústria baseia-se em redes Ad Hoc e Wi-Fi Mesh, com  padrão IEEE 802.16e.

A solução a ser transferida para a indústria é composta de estações rádio-base (ERBs), ERBs padrão WiMAX na freqüência de 3,5 GHz, terminais de assinantes com interfaces WiMAX (3,5 GHz), acesso Wi-Fi (5,8 GHz, 2,4 GHz e 900 MHz) para o usuário e sistema de gerência de rede e serviço. A idéia é suportar serviços de vídeo, voz e dados para atendimento de áreas urbanas e rurais, bem como áreas mais remotas do Brasil.

A solução pode operar em múltiplas faixas de frequência, em diferentes tipos de serviços. Diversas faixas serão implementadas: no intervalo de 200MHz e 5,8 GHz, para enlaces ponto-multiponto; faixa 10,5 GHz para enlaces backhaul ponto-a-ponto; e de 2,5 GHz e 3,5 GHz para grandes operadoras de telecomunicações. A TV Digital também será beneficiada pela tecnologia, que pode permitir o tão desejado canal de interatividade, quando alcançar faixas de 450 MHz e 700 MHz.

Fonte: Itweb

Published January 3rd, 2008

2008, o ano da banda larga sem fio

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai abrir as propostas do leilão da terceira geração da telefonia celular (3G) na próxima semana e planeja retomar a licitação das freqüências para o WiMax no primeiro trimestre do ano que vem. Falo, no podcast desta semana, que 2008 será o ano da banda larga sem fio. Com produção da Netpress, o arquivo em MP3 está aqui.

Fonte: Blog.estadao

Published January 3rd, 2008

Linux ganha espaço nos PCs de empresas

Os sistemas operativos baseados em Linux estão a ganhar algum espaço nos computadores pessoais. Esta é uma das conclusões do inquérito da Linux Foundation 2007 que este ano contou com o dobro dos participantes em relação ao ano passado.

De acordo com o estudo a maioria dos utilizadores de software livre, 69,4 por cento, trabalha em pequenas empresas, grande parte como programadores ou com funções ligadas às tecnologias.

O inquérito revela que alguns implementaram mesmo soluções open source nas suas empresas e nas empresas em que pelo menos um computador tem Linux, 40,6 por cento tem-no em mais de metade dos seus computadores.

Estes valores surpreenderam um antigo responsável da Linux Foundation, John Cherry, que citado pelo portal Desktop Linux afirma que as empresas preferem adoptar sistemas mistos com várias soluções de software livre em vez de utilizar uma versão pré-instalada.

Para o especialista «estas respostas vêm de uma perspectiva de desenvolvimento empresarial», pois «quando os decisores de TI e os administradores de sistemas listam os seus problemas em relação a ofertas de Linux pré-instaladas, referem que a liberdade atropela a conveniência», conclui.

Fonte: I-gov

Published January 3rd, 2008

Pouca memória prejudica performance de laptop Compaq C730

O Compaq Presario C730BR tem configuração bem simples. Se você espera potência, esqueça. A memória de 512 Mbytes deixa o Windows Vista Home Basic bem lento -essa versão do sistema operacional já é bastante limitada.

Seria necessário 1 Gbyte para melhorar a performance da máquina, ou, então, trocar o sistema operacional para Windows XP ou Linux.

Entre os modelos testados, o C730BR é o único a não oferecer webcam, recurso valorizado por grande parte dos usuários.

No entanto, o modelo também tem aspectos positivos, como a tela intermediária, de 15,4 polegadas, confortável para a navegação, e o teclado macio, sem teclas frouxas.

Fonte: Folha

Published January 3rd, 2008

De olho nas novas tecnologias para 2008

O TecnoGuia antecipa, em uma série de matérias, algumas tendências para 2008 na área de tecnologia

Quem gosta de tecnologia está sempre com o olhar em direção ao futuro. E não há momento mais espontâneo para isso do que a virada de ano. Para aqueles que guiam seus passos de consumidor de olho nas tendências, o TecnoGuia antecipa, em uma nova série de matérias, algumas previsões de como será o ano de 2008 em relação às tecnologias que nos próximos 365 dias devem conquistar seu espaço no dia-a-dia dos usuários. Nesta edição, o destaque vai para as novas TVs de alta definição.

Embalados pela chegada das transmissões de TV digital ao Brasil, os televisores de alta definição — com tecnologias como LCD e plasma e telas bem maiores que as de 29 polegadas convencionais e de pouca espessura — são uma das tendências para 2008. Segundo o cronograma do Ministério das Comunicações, a cidade de Fortaleza está entre as capitais que até julho de 2008 podem começar a operar comercialmente o sistema digital.

Com a tecnologia digital, os consumidores passam agora a avaliar as TVs por um parâmetro comum a quem vai comprar uma câmera digital: a quantidade de pixels, os elementos que traduzem a qualidade de imagem. Para garantir a imagem de alta resolução — a chamada HDTV (High Definition Television) — o aparelho deve ter resolução de pelo menos 1280×720 pixels. Quanto ao número de linhas que formam a imagem, enquanto uma TV de tubo convencional conta com 480 linhas, uma de alta definição tem pelo menos 720 linhas e pode chegar até 1.080 linhas (1920×1080 pixels, a chamada Full HD).

Os consumidores que esperam 2008 para comprar seu televisor de alta definição vão encontrar promoções e preços menores do que em 2007. Neste quesito, as TVs de plasma são as que apresentam as maiores reduções nos preços. Um aparelho de 42 polegadas (widescreen), por exemplo, é vendido por menos de R$ 3 mil — já um aparelho LCD de características semelhantes custa cerca de R$ 1 mil a mais.

Mas, em termos de avanços tecnológicos, a tecnologia LCD se mostra mais promissora do que a plasma. ‘‘A tecnologia de plasma não permitiu a mesma evolução a que chegaram nossas TVs de LCD’’, afirmou ao TecnoGuia o gerente de produtos da Sony, William Lima, quando do lançamento das TVs de LCD Bravia no Brasil, em outubro passado.

E os fabricantes, como a Samsung, já trabalham uma outra tecnologia sucessora do LCD. É a OLED (do inglês ‘‘diodos orgânicos emissores de luz’’), que resulta em telas ultrafinas e de baixo consumo de energia. Uma tela OLED consome até 40% menos energia do que um LCD e pode ser duas vezes mais fina, porque não precisa da iluminação de fundo. Mas sua popularização deverá custar ainda alguns anos.

RECEPÇÃO DIGITAL

Conversor ainda é a melhor alternativa

Quanto à conectividade dos novos televisores e os dispositivos periféricos, como aparelhos de DVD (que também vão perdendo espaço em 2008 para os aparelhos de Blu-ray e HD DVD) e home-theaters, a novidade é a conexão HDMI (High Definition Multimedia Interface). Totalmente digital, esse tipo de conexão é capaz de substituir em um único fio todas as outras conexões de áudio e de vídeo entre os aparelhos e, melhor, com uma qualidade bem superior.

Para captar os sinais de TV digital, entretanto, os televisores de LCD ou plasma à venda atualmente não dão conta do recado sozinhos. Eles são capazes de exibir, sim, a imagem em alta resolução, mas a recepção desse sinal das emissoras de TV só será feita com a ajuda de um aparelho adaptador.

Para o diretor executivo da CPD Consult, Cláudio José Carvajal Júnior, o aparelho com sistema integrado de TV digital pode não ser um bom negócio para o consumidor, pelo menos por enquanto. ‘‘Os aparelhos equipados com software para utilização da TV de alta definição que estão sendo vendidos ainda não possuem a tecnologia que permite a interatividade, por isso tendem a ser ultrapassados e desvalorizados rapidamente’’, afirma o consultor.

Uma alternativa, segundo Carvajal, são os conversores. ‘‘Estes aparelhos são bem mais em conta do que os novos televisores com sistemas integrados, sendo assim uma boa opção para o consumidor que quer entrar para a era da TV digital agora’’. O governo tem como alvo o preço desses equipamentos em R$ 200. Os fabricantes, porém, lançaram os primeiros conversores por cerca de R$ 1 mil. Mas, como acontece com os televisores, a tendência é de redução nos preços ao longo do ano.

Ebenezer Fontenele
Editor do TecnoGuia

Fonte: Diariodonordeste