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Archive for January 4th, 2008


Published January 4th, 2008

Novo Eee PC pode incluir Windows e Wimax

Segundo alguns rumores, a nova versão do Eee PC da Asus vai incluir Windows e Wimax.
A Asus tem agendada uma conferência de imprensa na CES (a maior feira de electrónica de consumo do mundo que vai realizar-se em Las Vegas na próxima semana) em parceria com a Intel e com a Sprint, operador de telecomunicações norte-americano, onde se espera que seja revelado este novo equipamento.

O rumor tem vindo a ganhar maior credibilidade à medida que se aproxima o dia sete de Janeiro, data desta conferência. É suposto o novo Eee PC vir com Windows instalado, ter Wimax e um ecrã de dimensão superior (8,9 polegadas).

Fonte: Exameinformatica

Published January 4th, 2008

Previsões para 2008: XP vive e a TI fica mais verde

Um olhar atento para dentro da bola de cristal mostra que em 2008 a TI fica verde, há uma extensão do suporte ao Windows XP, boa adoção de Linux e mais redes móveis abertas.

As previsões para 2008 na área de TI foram feitas nas últimas semanas ouvindo analistas, fornecedores, consultores e outros amigos geeks. Algumas vezes aceitamos e em outras rejeitamos as previsões recebidas. Como as nossas expectativas do ano passado se confirmaram, você pode dar um crédito às nossas previsões. Portanto, para esse ano, a bola de cristal prevê:

1. Adiamento do decreto de morte do XP

A Microsoft vai anunciar a extensão até o final de 2008 da disponibilidade do Windows XP, em vez de encerrá-lo no dia 30 de junho, como era sua estimativa anterior. Em setembro de 2007, a empresa ampliou a extensão do final de janeiro para junho, após reclamações dos usuários, sem mencionar o fato de que muitas companhias decidiram adiar a mudança para o Vista. A migração vai continuar lenta pelo menos até a metade de 2008.

2. Quem está hackeando quem?

Um importante incidente internacional vai surgir quando os hackers chineses se comprometerem com a defesa ou os sistemas de segurança (ou também ambos) de outro governo. Documentos classificados vão ser arrombados. Acusações vão ser feitas. Relacionamentos vão ficar tensos e difíceis por um tempo.

3. TI fica cada dia mais verde

A “TI Verde” vai se tornar um modelo sustentável no mercado corporativo. A última linha do balanço das empresas será a força principal para que escritórioa e data centers sejam cada vez mais verdes. Preocupações ambientais (estimuladas por relatórios alarmantes) vão ser temas dominantes em 2008, incentivando ações de empresas, consumidores e governo que vão incluir até trabalhos em conjunto para salvar o planeta e os orçamentos traçados.

A União Européia vai novamente ser a principal força governamental por trás das regulamentações verdes de 2008.

4. Evolução de rede
Redes móveis não vão apenas se abrir para dispositivos, equipamentos e aplicações, mas também a uma infinidade de serviços e aplicações. Conteúdos de mídia, pesquisa, redes sociais, compras e uma variedade de serviços vão todos ser partes padronizadas de uma experiência em rede móvel.

As redes “tem que se envolver em muitas formas radicais”, diz Jake Seid, parceiro geral da Lightspeed Venture Partners. Quanto radical ainda não sabemos, mas analistas acreditam que 2008 será um divisor de águas para redes serem abertas e para grandes mudanças no ambiente móvel, particularmente por causa do efeito provocado pelo iPhone.

5. Um ano Linux
Como o Vista continua tropeçando na corrida para sua adoção em massa, o Linux vai fazer uma grande jornada no mercado corporativo, assim como no governo. Ao mesmo tempo, o magro sistema operacional vai se tornar uma opção mais atraente para usuários domésticos e aparelhos eletrônicos de consumo, é estimulado pelo Open Handset Alliance e o advento da plataforma móvel Android, do Google, que vai ser construída no centro do Linux.

Jim Zemlin, o presidente da Linux Foundation, vê 2008 como um ano muito interessante e um marco para o Linux e nós pensamos que ele está certo sobre isso.

6. Crescimento das redes sociais
As redes sociais vão invadir empresas até o final do ano. Serviços ligados ao Salesforce.com que permitem aos profissionais compartilhar informação vão se tornar padrão neste segmento de mercado.
Mas aumentando, as aplicações de redes sociais vão penetrar nas empresas, mesmo se o departamento de TI como isso ou não. “Isso vai ser guiado mais por adoções pessoais”, prevê Konstantin Guericke, co-fundador da LinkedIn e CEO da Jaxtr. “Nós somos seres sociais – nós gostamos de ver o que nossos amigos e colegas estão fazendo”.

7. Linhas nebulosas
As distinções entre consumidores e mercado corporativo de TI vão continuar nebulosas e o fenômeno das redes sociais é um elemento disso. A compra de iPhone vai trazer o equipamento para o ambiente corporativo, forçando os departamentos de TI a lidar com isso.

Segurança e proteção contra hackers, spams, phishers e outros vai continuar causando uma grande dor de cabeça para administradores de rede, assim como a fusão da TI doméstica com a corporativa.

8. O movimento de consolidação

Fornecedores de software exclusivos vão ser cada vez mais coisa do passado, na medida em que a Oracle e outros gigantes miram mais opções de possíveis aquisições no ano novo.

E o IDC previu para 2007 e novamente para 2008 que o Salesforce.com vai ser comprado (já que isso ainda não aconteceu em 2007). Isso parece um bom palpite. Nós não esperamos que a Palm atravesse 2008 sem ser comprada e que os boatos de longa data sobre um negócio entre a Microsoft e a RIM possam passar também.

9. Virtualização chega ao desktop

Nós não queremos fazer uma previsão de virtualização, mas seríamos negligentes demais. Muitos prognósticos apostam em suas bolas de cristal que a virtualização está chegando aos desktops. Enquanto alguns analistas estão prevendo que uma parte vai acontecer em Thin Client 2.0, Barry Eggers, parceiro geral da Lightspeed, infra-estrutura corporativa, antevê alguma coisa diferente. “Thin clients estavam reduzindo custos de capital com um hardware fino. A virtualização é sobre prover aplicações inteligentes aos usuários de desktops”, ele diz.

Ele antevê que um modelo de mais sucesso vai encontrar as compras em TI usando a virtualização de desktop em conjunção com servidores virtualizados. Early adopters estão percebendo que usuários não eram tão afiados neste modelo porque a “experiência do usuário é muito menos satisfatória do que um desktop completo”, ele diz, mas que vai começar a mudar no próximo ano. Como? Vai funcionar? Bom, isso nós vamos deixar para as previsões de 2009.

10. Vote cedo e freqüentemente

Embora nós percebamos que os EUA não são o centro do universo, as eleições do próximo ano parecem mais importante na escala global do que as demais de um passado recente. Então, nós prevemos níveis históricos de número de presentes nas urnas em novembro e que isso vai elevar também a números históricos os problemas com votações eletrônicas. O estado de Ohio vai ser uma bagunça nesse sentido.

A Flórida não vai ser muito melhor. Enquanto o resultado da corrida presidencial não vai estar em perigo por questões de voto eletrônico, alguns estados e locais precisam de recontagens manuais por causa de problemas com máquinas.

Fonte: Computerworld

Published January 4th, 2008

Assespro-RS tem 45 vagas para estágio

A Central de Estágios da Associação da Assespro –RS oferece 45 vagas para estágio. As oportunidades são para suporte técnico, desenvolvedores de software, administração e área comercial. Os candidatos devem ser estudantes de cursos técnicos ou de graduação em informática e administração.

Para os estágios em informática, o pré-requisito é conhecimento básico de Linux, Microsoft (rede de dados), Liguagens e banco de dados, Oracle, Delphi, Asp .Net, C#, SQL, PHP e Java. Já para as vagas administrativas, o candidato precisa ter conhecimento do Pacote Office.
A bolsa auxilio varia de R$ 500 a R$ 1.200, mais benefícios. Interessados podem enviar currículo para o e-mail estagios@assespro-rs.org.br, ou pelo site relacionado abaixo.

Fonte: Baguete

Published January 4th, 2008

SCO fora da Nasdaq

Empresa foi retirada da lista da bolsa por conta dos procedimentos para evitar a falência

A bolsa de valores norte-americana Nasdaq excluiu de sua lista o Grupo SCO por conta de procedimentos para evitar a bancarrota. A companhia se pronunciou por uma nota oficial.

A SCO, distribuidora do sistema operacional Unix, briga há alugns anos com players como a IBM, alegando que parte do código do Linux distribuido por essas empresas seria de sua propriedade. No entanto, a companhia sofreu um revés no ano passado, quando pediu permissão à corte que julga sua falência para vender alguns ativos relacionados ao Unix para o grupo de investimento privado York Capital Management.

No entanto, um juiz dos Estados Unidos definiu que a Novell, e não a SCO, era a proprietária dos direitos de cópia do sistema operacional Unix. Como resultado, a SCO terá que entregar à Novell parte das receitas que obteve pela venda do Unix através do programa SCOSource. O total a ser pago pode ultrapassar US$ 25 milhões - mais do que os ativos da SCO.

Pouco tempo depois, a empresa entrou com o pedido de recuperação judicial.

Fonte: Itweb

Published January 4th, 2008

Vonage finaliza acordo com a Nortel

A Vonage Holdings, empresa especializada em VoIP, finalizou um acordo relativo a patentes com a Nortel Networks.

O caso remonta a 2004, quando a Digital Packet Licensing lançou uma disputa legal contra a Nortel. Há dois anos aquela empresa foi comprada pela Vonage e entretanto a Nortel decidiu reactivar o processo, centrado nas patentes dos números emergência e informação 911 e 411 e na tecnologia «click to call ».

Em tribunal a Vonage e a Nortel concordaram agora estabelecer uma licença limitada comum para três patentes de cada uma, sem contrapartidas financeiras, independentemente de danos causados no passado.

Este é o mais recente caso envolvendo a operadora de chamadas pela Internet, que ao longo do ano passado esteve nos tribunais contra as operadoras AT&T, Verizon Wireless e Sprint Nextel. Citado pela Reuters o porta-voz da empresa, Charles Sahner, revelou que «este é o último e estamos muito contentes por ter sido deixado para trás».

Fonte: I-gov

Published January 4th, 2008

Aposta no conhecimento

Conscientes da capacidade do coletivo criativo e sabedores de que é sobre ela que iremos formar a base da sociedade do futuro, estamos nos organizando para planejar o ingresso dos cidadãos fluminenses na nova era.

O conhecimento, alicerçado na ciência, na tecnologia e na informação, é considerado hoje o fator de produção por excelência, determinante do progresso e da riqueza das nações. Tanto é assim que, de acordo com o Institute for the Future, 50% a 60% do PIB das economias mais avançadas do mundo já advêm de atividades relacionadas ao conhecimento. No Brasil, essa perspectiva pode ser considerada bastante desafiadora, uma vez que implica em avançarmos para um novo estágio do desenvolvimento, não apenas em sua dimensão econômica – levando o conhecimento a todos os setores produtivos –, mas também em sua dimensão social, estendendo o conhecimento a todos os segmentos da sociedade, inclusive às classes de baixa renda.

Em ambas as dimensões, as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) assumem um papel fundamental, dada a sua importância no processamento e disseminação de informações. No âmbito social, especialmente, o Estado aparece como um ator indispensável, a quem cabe uma ação positiva em prol da repartição desse elemento essencial do poder político e econômico: o conhecimento.

Partindo exatamente dessa premissa, o governo fluminense tem se debruçado nos últimos meses sobre o estudo de diferentes iniciativas para tornar a Sociedade do Conhecimento Digital uma realidade para os cidadãos do Rio de Janeiro, preferencialmente em um intervalo de tempo que seja marcado pela brevidade. Conseguimos alguns avanços e, agora que nossos passos parecem um pouco mais definidos, julguei conveniente compartilhar com os leitores, nesta primeira coluna do ano 2008, um pouco dessa expectativa que nos move como uma mola propulsora rumo a um desafio encantador e, antes de tudo, fundamental.

Para quem não tem muita intimidade com o assunto “Economia do Conhecimento”, vale esclarecer aqui, rapidamente, alguns conceitos relevantes à compreensão deste tema. Não é novidade para nenhum de nós que estamos vivendo uma era de total revolução nos modos de produção. Cada vez mais, os processos de automação avançam de forma irreversível sobre os procedimentos industriais, administrativos e comunicativos, conectando-os às redes cibernéticas mundiais e padronizando-os segundo a racionalidade. Neste contexto, a subjetividade e o conhecimento alcançam um papel de grande destaque – e por que não dizer, essencial – no modo produtivo moderno, uma vez que constituem o seu diferencial e sua força central.

Ikujiro Nonaka define esse fenômeno com muita propriedade quando diz que “em uma economia onde a única certeza é a incerteza, apenas o conhecimento é fonte segura de vantagem competitiva”. Isso significa que os principais meios de produção e troca da atualidade, ou seja, de relação econômico-social, são o conhecimento, a criatividade e o talento intelectuais. Já há consenso em torno da máxima de que é no conhecimento que repousa o nosso futuro e, como bons visionários, não podemos fugir dessa aposta que, pouco a pouco, está se tornando mundial.

Pois bem, pensando a Economia do Conhecimento sob a ótica da vida digital, percebemos com clareza que sua lógica está centrada na abundância, diferentemente da lógica da economia atômica, que é a da escassez. E isso muda tudo, pois as novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s) transformam, aumentam e exteriorizam a inteligência e grande parte das funções cognitivas humanas, tais como a memória, o raciocínio, a imaginação, a percepção e compreensão de mundo.

Como diz Pierre Lévy, o ciberespaço abre campos de conhecimentos totalmente novos. São novas formas de acesso à informação, propiciadas pela livre navegação e pela livre associação e, sendo assim, criar caminhos para a constituição de uma verdadeira Sociedade do Conhecimento Digital torna-se uma tarefa árdua.

Tal complexidade, no entanto, em vez de nos assustar, nos motivou. Conscientes da capacidade do coletivo anônimo criativo e sabedores de que é sobre esta capacidade que iremos formar a base da sociedade do futuro, estamos nos organizando com cautela para planejar o ingresso dos cidadãos fluminenses em uma nova era. Sem querer plagiar o famigerado slogan de final de ano da maior emissora de TV brasileira: para o Estado do Rio de Janeiro, literalmente, “o futuro já começou”.

Desde sempre, nossas iniciativas de inclusão digital, governo eletrônico, infra-estrutura tecnológica e modernização da gestão pública tiveram como principal objetivo o desenvolvimento econômico e social. Sempre trabalhamos com a premissa de que as TIC’s não são um fim em si mesmas, mas sim um suporte para que a informação exista verdadeiramente como um bem público, a comunicação como um processo participativo e interativo e o conhecimento como uma construção social compartilhada.

Havia, entretanto, a necessidade de se construir uma base concreta de sustentação desse sonho que agora vemos tão de perto. Querendo ou não, os investimentos em infra-estrutura eram necessários, demorados e dispendiosos. Hoje, com a Infovia.RJ batendo à porta de todos os municípios do Estado do Rio de Janeiro, com seis cidades fluminenses já iluminadas por tecnologias wireless e com um projeto bem estruturado para universalização da banda larga em todo o nosso território, podemos dizer que estamos prontos para dar o grande passo que sempre foi a nossa verdadeira meta: fazer do Rio de Janeiro um Estado do Conhecimento, moderno, transparente, ágil, democrático, socialmente responsável e economicamente bem-sucedido.

Estamos, portanto, indo além dos cabos, redes, antenas, bits e bytes. Nosso foco daqui por diante será cada vez mais o conteúdo digital. Estamos estudando maneiras de estimular localmente a produção de conhecimento nas comunidades já beneficiadas por nossos projetos de inclusão digital, acreditando que esta seja a melhor estratégia para incentivar o seu crescimento socioeconômico. Nas localidades ainda não contempladas, buscamos atrair parceiros na área de conteúdo desde o início das atividades, com o mesmo objetivo.

Internamente, temos hoje um grupo de trabalho selecionando possíveis cursos a serem oferecidos em cada local onde já estamos presentes, seja com os 72 Centros de Internet Comunitária em funcionamento ou nas seis cidades digitais já implantadas. A secretaria estadual de Cultura – cujo programa de governo prevê um crescimento de 30% do PIB fluminense a partir de projetos de conteúdos digitais –, o Serpro e o programa de inclusão digital do Paraná (Paranavegar) são exemplos de parceiros em potencial, com os quais já estamos fazendo contato.

A idéia é oferecer à população tanto cursos ligados ao mercado da Economia Digital (de programação em Java e PHP, por exemplo) quanto de conteúdos mais específicos, voltados ao suporte da atividade econômica principal de cada cidade, como a agricultura ou o turismo.

Outra iniciativa que compõe este cenário e merece destaque: seguindo o modelo desenvolvido em Pernambuco junto ao Instituto Telemar, o governo fluminense também está articulando parceria com a Oi Futuro e com duas empresas privadas dos ramos de TI e Telecom para criar uma escola pública experimental na área de convergência digital, cuja grade curricular tradicional será complementada por disciplinas ligadas à telefonia e à produção de conteúdo para TV Digital.

Como se vê, não são poucas as iniciativas já em curso. Outras idéias também não faltam e, no tempo certo, todas ganharão corpo. O otimismo é contagiante e a experiência do caminho trilhado até aqui nos dá a certeza do êxito. Que venha 2008, que nosso trabalho seja recompensado e nossos sonhos se realizem!

Fonte: Computerworld

Published January 4th, 2008

Famílias dos EUA vão receber cupom para conversor de TV digital

Famílias que ainda não recebem a TV digital nos Estados Unidos terão direito a cupons, pagos pelo governo, para comprar conversores para suas televisões.

A partir de hoje, os norte-americanos que ainda recebem o sinal da TV aberta analógica poderão pedir dois cupons de US$ 40 para comprar os conversores, que custam entre US$ 50 e US$ 70, segundo informações da agência Associated Press.

O Congresso dos EUA autorizou a disponibilização de US$ 1,5 bilhão para custear a transição, o que vai financiar cerca de 34 milhões de cupons.

Nos EUA, as emissoras começaram a receber em 1996 um canal adicional para transmitir a programação por meio digital. Em 18 de fevereiro de 2009, a transmissão de TV analógica em todo o país será encerrada, e desde março de 2007 está proibida a venda de TVs com sintonizador analógico (que não pegam TV digital) nos EUA.

No entanto, a maioria da população nos EUA tem TV paga, via cabo ou satélite, que já são digitais no país.

Brasil
No Brasil, a TV digital estreou na região metropolitana de São Paulo no dia 2 de dezembro e vai começar a ser transmitida em outras capitais em 2008. No entanto, a transmissão analógica vai continuar sendo feita até 2016.

Os conversores para TV digital, porém, custam a partir de R$ 500 no País.

Fonte: Iparaiba