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Archive for January 5th, 2008


Published January 5th, 2008

Qualcomm é barrada de usar patentes 3G da Broadcom nos EUA

NOVA YORK (Reuters) - A fabricante de chips para telecomunicação sem fio Qualcomm foi impedida no início da semana de continuar vendendo nos Estados Unidos processadores de terceira geração (3G) que infringem patentes da Broadcom, mas a companhia contornou o problema anunciando nesta quarta-feira novos conjuntos que atendem à determinação do tribunal.

Segundo a Qualcomm, os novos chipsets já estão disponíveis e estarão em celulares antes do final de março.

A Qualcomm também informou que está avaliando opções que incluem apelações depois que um juiz de um tribunal da Califórnia decidiu que a empresa tem que parar imediatamente de vender nos EUA chips WCDMA que violam patentes da rival Broadcom.

Um tribunal da Califórnia decidiu no ano passado que a Qualcomm infringiu três patentes da Broadcom.

Fonte: Reuters

Published January 5th, 2008

Leilões de freqüência de celular puxam crescimento

Mercado de telecom prevê aquecimento para 2008

Ao contrário de 2007, que começou tímido e experimentou aquecimento gradual ao passar do tempo, 2008 promete desde os primeiros dias se tornar um ano de crescimento importante no mercado de telecomunicações.

Essa perspectiva está apoiada nos leilões realizados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), os quais licitaram as faixas de freqüência que sobraram do Serviço Móvel Pessoal (SMP) e a terceira geração (3G), em dezembro último, acredita o vice-presidente da Ericsson, Carlos Duprat.

“Como as operadoras móveis vão implantar redes de banda larga ainda no primeiro semestre, as teles fixas tendem a correr atrás e multiplicar por dois ou três as taxas de velocidade de suas próprias redes”, disse Duprat referindo-se à opticalização.

“A exemplo das americanas Verizon e AT&T, as operadoras brasileiras também tendem a sofisticar o fornecimento de banda larga com fibra óptica”, afirma Duprat. O mercado de grandes e médias corporações já está praticamente atendido por fibra, de forma que a partir deste ano começarão a ser focados os segmentos residenciais de alto poder aquisitivo, e a seguir os demais”, previu o executivo. Todas as operadoras já estão testando a fibra, cada qual na área de abrangência de sua concessão.

Enquanto isso, entre as celulares o momento é de contratar fornecedores de terceira geração (3G). Há processos em andamento para aquisição de redes de praticamente todas as operadoras. A TIM contratou a Ericsson para implantar a rede em São Paulo. A Claro e a Telemig, que já têm 3G funcionando na faixa de 850 Mhz, têm contrato em andamento com Ericsson e Huawei. Enquanto isso, Vivo, Oi e Brasil Telecom ainda não divulgaram a definição de seus fornecedores, mas é sabido que os processos estão em andamento.

Além das redes de terceira geração, há algumas de segunda geração sendo compradas, como a da Claro na Amazônia, a da Vivo no Nordeste e a da Oi em São Paulo. Tudo isso aquece o mercado de telefonia móvel, lembra o presidente do site especializado em telecomunicações Teleco, Eduardo Tude. “A banda larga móvel promete ser o sucesso do ano”, admite o executivo.

Segundo as previsões do Teleco, a relação entre o número de habitantes e o de telefones celulares (teledensidade) deve ser ampliada dos atuais 60% para 75% até o final do ano. “Passaremos de 70% com certeza”, afirmou o presidente do site.

Tude não quis arriscar que 2008 será o último ano de crescimento vigoroso da telefonia celular. “Afinal, a Rússia partiu dos 70% e foi a 120% feito foguete”, comparou. Mas a tendência normal é de o mercado experimentar uma queda no crescimento no ano que vem, depois de ter registrado aceleração por todos esses anos.

Oi puxa em São Paulo
Em São Paulo, onde a taxa de teledensidade é menor do que a de Brasília e outros centros econômicos menos importantes, pode assistir a um crescimento da penetração do celular com a chegada da Oi. O próprio presidente da quarta operadora a chegar à cidade, Luis Eduardo Falco, prometeu agressividade e chamou de “mole”a competição paulistana.

Portabilidade alavanca
Outro fator que promete alavancar o mercado de telefonia é a chegada da portabilidade. “As teles vão poder atrair os usuários umas das outras com mais ferramentas, pois muitos consumidores não trocaram de operadora até hoje por não quererem perder o número”, afirmou Tude.

Além da expansão da segunda e terceira gerações, da portabilidade e da banda larga fixa, o mercado pode assistir à entrada da operadora de radiocomunicação Nextel no mercado de banda larga 3G e à chegada da tecnologia Wimax.

Fonte: Itweb

Published January 5th, 2008

Vencedores da 3G terão que escolher os municípios sem celular

A agência irá convocar as operadoras até a próxima semana para que escolham, entre elas, os 1.836 municípios que ainda não têm o serviço e que, dentro de dois anos, deverão contar com a rede celular.

Da Redação

Brasília - A Anatel confirmou a vitória das empresas Vivo, Oi, Tim, Claro, Brasil Telecom Celular, CTBC Celular e Telemig Celular no leilão de venda de freqüências da terceira geração da telefonia móvel, realizado entre 18 a 20 de dezembro. O ato com a adjudicação das propostas vencedoras foi publicado no Diário Oficial da União no dia 31 dezembro de 2007.

A agência irá convocar as operadoras até a próxima semana para que escolham, entre elas, os 1.836 municípios que ainda não têm o serviço e que, dentro de dois anos, deverão contar com a rede celular. Conforme as regras do edital, cada empresa terá que atender 25% dos municípios que ainda não têm o sinal, e a escolha dessas cidades se dará em cinco etapas, para que nenhuma fique apenas com as cidades melhores, dessas que não têm o serviço.

A Anatel arrecadou para a União R$ 5,33 bilhões, ágio de 86,67% sobre o preço mínimo estipulado no edital, que era de R$ 2,85 bilhões.

Disputa

A aquisição de um lote (a faixa G que cobre os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Sergipe) não foi confirmada pela agência, porque a Tim ingressou com recurso questionando a decisão da comissão de licitação, por ter aceitado uma oferta da Claro fora do prazo de 15 minutos que havia no edital para cada empresa aumentar seu lance. Como a comissão entendeu que a empresa entregou a proposta no prazo regimental, a Tim teve que pagar alguns milhões a mais para confirmar o seu interesse por essa freqüência. As informações são do site Tele.Síntese.

 

Fonte: Portugaldigital

Published January 5th, 2008

Data center virtual

O que as empresas que querem contratar serviços de data center podem esperar desse mercado? Um contínuo processo de modernização pode ser a melhor resposta. Os fornecedores de data centers têm investido em soluções para consolidar e virtualizar servidores, storage e equipamentos de rede, além de ir na direção de sistemas blade e em tecnologias para reduzir o consumo de energia. A preocupação tem crescido à medida que o conceito de TI verde avança.

A inquietação faz sentido. Segundo dados do Gartner, um rack que há três anos consumia entre 2 mil e 3 mil watts de energia, hoje pode chegar a 30 mil watts, dependendo da quantidade de equipamentos empilhados. Com isso, estima-se que por volta de 2009 a conta de energia elétrica passará a ocupar o segundo lugar na lista de principais custos operacionais em 70% dos data centers.

A onda de consolidação e virtualização dos servidores deve ajudar a resolver problemas como o de energia. Cria novas formas de aproveitar a capacidade de processamento e evita que máquinas sejam subutilizadas. A virtualização vai ainda pautar a TI nos próximos anos e, segundo o Gartner, as empresas que não se adaptarem a esse conceito correm o risco de verem seus negócios atropelados pela concorrência.

O termo virtualização nasceu no tempo dos mainframes. Na atual versão para servidores e storage, um software permite que cada máquina real seja multiplicada em várias virtuais. Desse modo, as empresas conseguem enxergar a capacidade de processamento total disponível, independentemente do servidor. As aplicações não ficam restritas a um único computador, e os usuários não percebem que estão compartilhando recursos.

De acordo com a demanda por processamento, o poder computacional pode ser deslocado de uma aplicação para outra. Há, assim, uma economia em recursos físicos para servidores, já que o uso torna-se compartilhado. “A consolidação resolve bem o passado e a virtualização prepara as máquinas para o futuro”, afirma André Vilela, diretor de soluções corporativas da Unisys América Latina.

Com a virtualização, é possível reduzir em cerca de 40% o consumo de energia. Os custos operacionais também podem cair. Uma companhia que tenha 250 servidores dual core pode economizar 4 milhões de dólares, em três anos, com a adoção de tecnologias de virtualização. O cálculo é da consultoria The Butler Group, que conduziu um estudo sobre infra-estrutura de TI no Reino Unido.

“Nos próximos dois ou três anos, a virtualização será prática normal na maioria das grandes empresas”, afirma Eraldo Jiaqueto, diretor de data center da Global Crossing. Há seis anos, a empresa, que oferece serviços de data center dos tipos hosting e colocation, consolidou os servidores de seus três data centers, que abrigam 4 mil processadores.

No serviço de hosting, o cliente loca o data center e o fornecedor é também responsável pela provisão das máquinas. No colocation, ou housing, o cliente utiliza seus próprios servidores, no data center alugado. Esses serviços são atualmente os de maior demanda no mercado. Segundo o Gartner, empresas que possuem máquinas ecologicamente corretas optam pelo colocation e as que não têm condições de investir em modernização do parque preferem o hosting.

BAIXO CUSTO

Além da preocupação com a otimização do uso de equipamentos, o que mais os clientes de data centers demandam? Segundo Roberto Lucas, vice-presidente de operações da Matrix Internet DataCenter, a busca por custo menor é uma constante e tem gerado contratos com tempo cada vez mais curto. “Antes os negócios eram de 36 meses. Hoje são de no máximo 24 meses. O cliente não quer se amarrar a um fornecedor de soluções por muito tempo, porque uma nova tendência de mercado pode surgir e outra empresa oferecer o serviço por um preço menor com a mesma qualidade”, diz Lucas.

Mesmo com a busca por preço, a procura pela virtualização tem sido grande. “Em um ou dois anos, teremos um boom dessa prática”, afirma Lucas. Além de oferecer a tecnologia do momento e uma boa relação custo-benefício, é papel do fornecedor de data center entender o negócio do cliente para oferecer uma solução na medida, com segurança e total disponibilidade. “O data center deve ser flexível, atualizado e automatizado, para criar novas soluções”, afirma Lucas.

Avaliar o negócio para depois adaptar os recursos é o mantra da Unisys. Segundo André Vilela, essa estratégia é chamada na empresa de infra-estrutura em tempo real. A Unisys, a exemplo de concorrentes como a IBM e a HP, possui um grupo de consultoria que oferece aos clientes serviços de avaliação e diagnóstico de data center e de impacto nos negócios. “Alguns clientes preferem o hosting, outros o colocation, mas é possível ainda simplificar a infra-estrutura que ele tem dentro da empresa”, afirma Vilela.

Outra tendência na Unisys é a virtualização de desktops, com terminais nas pontas e CPUs em um servidor centralizado. Apesar de limitar o poder de processamento, isso pode contornar problemas, como a propagação de vírus, e diminuir o custo na hora da renovação das máquinas.

Na HP, a virtualização foi testada dentro de casa. Para diminuir os custos de TI em 1 bilhão de dólares, a HP consolidou em 40 os antigos 85 data centers espalhados pelo mundo. A intenção é que até 2008 eles passem a ser apenas seis, alocados nas cidades americanas de Atlanta, Houston e Austin. Com essa solução, Cláudio Rangel, gerente de indústria de telecomunicações da HP, afirma que a companhia deve economizar 80 milhões de quilowatts/hora por ano. No Brasil, a experiência com virtualização virou serviço. A HP oferece aos clientes um estudo que avalia e faz um diagnóstico de sua infra-estrutura, independentemente de o cliente contratar ou não os serviços.

A AGF Seguros, subsidiária brasileira do Grupo Allianz, é uma das empresas que investiram na virtualização. Em 2005, a seguradora começou a implementar um projeto de governança de TI que incluiu um plano de virtualização dos servidores, em um investimento de 2,5 milhões de reais. “Tínhamos 14 servidores de banco de dados e outros 25 de aplicações. Depois do projeto, concentramos o banco de dados em três servidores e as aplicações em cinco. A virtualização nos permitiu reduzir custos com licenças, criar um plano de recuperação de desastres e consolidar os servidores”, diz Emílio Vieira, CIO da AGF Seguros. Segundo ele, o projeto gerou uma redução de tempo de 50% nas operações. “Quase um ano depois de instalado, o sistema não caiu nenhuma vez”, afirma.

TEMPERATURA ALTA

Um dos principais problemas de um data center é o crescimento não planejado, que provoca aumento na densidade de equipamentos dentro do ambiente, com mais calor e aumento da necessidade de refrigeração para evitar problemas de indisponibilidade das máquinas. Quando estruturou seu data center, inaugurado em maio do ano passado, a LocaWeb investiu na virtualização para manter uma estrutura enxuta, sem equipamentos ociosos, para reduzir custos. O data center abriga 1 800 servidores, e a estratégia foi utilizar equipamentos de maior capacidade e menor consumo de energia, com 10 a 20 servidores virtuais dentro de cada máquina. “Temos ambientes virtuais desde 2004. Essa é uma tendência irreversível”, afirma Gilberto Mautner, vice-presidente de tecnologia e novos negócios da LocaWeb.

A Alog, fornecedora especializada em hosting gerenciado, utiliza um software proprietário para controlar seus dois data centers, localizados no Rio de Janeiro e em São Paulo. Segundo Sidney Breyer, presidente da Alog, o software, chamado Persa, mapeia o ambiente, a temperatura dos racks e vários outros dados. Depois informa ao administrador quais áreas precisam ser mais ou menos refrigeradas. “Investimos em um layout onde extraímos o ar quente do ar-condicionado e jogamos ar frio”, afirma Breyer. A Alog usa ainda virtualização e certificação de processos para sustentar o plano de crescimento dos negócios. Após a fusão, em julho passado, com a .comDominio, outra empresa de data center, a Alog passou a contar com 800 clientes corporativos de hosting gerenciado e location.

Climatização é uma preocupação também da Tivit, empresa pertencente ao Grupo Votorantim. Seus sistemas de refrigeração são compostos de equipamentos industriais automatizados e redundantes, com autonomia no fornecimento de água. “Conseguimos manter a temperatura ideal e constante no interior do data center, com água gelada para as unidades de evaporação e com válvulas de isolamento que permitem a manutenção do sistema sem a interrupção do fluxo de água gelada. Essa solução gera uma economia de até 40 mil reais por mês com energia”, afirma Carlos Mazon, diretor de infra-estrutura da Tivit. Os data centers da empresa ficam em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Já a IBM anunciou, em agosto deste ano, que vai consolidar 3 900 servidores em cerca de 30 mainframes System z, que rodam Linux, na mais significativa transformação de seus data centers, que ocupam um total de 743 mil metros quadrados de espaço. O novo ambiente deve consumir cerca de 80% menos energia, e a companhia espera economizar também com software e sistemas. Essa iniciativa faz parte de um projeto chamado Big Green, avaliado em 1 bilhão de dólares. Seu objetivo é reduzir o consumo de energia dos data centers da própria IBM e de seus clientes. “Esperamos economizar eletricidade suficiente para abastecer uma pequena cidade, além de reduzir custos com licenças de software e ampliar o uso de vários aplicativos, já que o projeto prevê a adoção de Linux”, afirma Carlos Pane, gerente da área de comunicação integrada e infra-estrutura de data centers da IBM.

Os sistemas de refrigeração são responsáveis por quase 60% do consumo de energia de um data center. Por isso, qualquer iniciativa na direção de uma TI verde deve passar pela avaliação do ambiente onde estão instalados os equipamentos. O cálculo do retorno dos investimentos também leva em conta o consumo de energia. De acordo com a APC (American Power Conversion), empresa especializada em soluções de disponibilidade de energia, aproximadamente metade da energia usada em um data center destina-se à manutenção da infra-estrutura física de rede. A outra metade vai para a carga de processamento de dados.

A eliminação de um servidor significa uma redução de consumo de aproximadamente 200 a 400 watts, dependendo da tecnologia de virtualização utilizada. Esse ganho pode ser transformado em reais, multiplicado pelo valor do watt, para mostrar a redução de custos por ano. A projeção em dez anos pode apontar um valor igual ou superior ao custo da máquina em si.

É possível economizar mais ainda com ações no plano operacional, como aposentar sistemas ou migrá-los para plataformas mais eficientes. O projeto Big Green, da IBM, ilustra essa preocupação. “Com as novas tecnologias, esperamos duplicar a capacidade computacional dos data centers, nos próximos três anos, sem aumentar o consumo de energia e sem que isso implique maiores emissões de dióxido de carbono. A economia de energia anual deve ser de mais de 5 bilhões de quilowatts-hora”, afirma Carlos Pane, da IBM. Segundo a consultoria IDC, atualmente são gastos com energia cerca de 50 centavos para cada dólar investido em equipamentos de informática e espera-se que esse valor aumente 54% nos próximos quatro anos.

Fonte: Info

Published January 5th, 2008

Reforma geral no Oracle

O ano era 1977. Larry Ellison, então com 33 anos, encontra um artigo sobre bancos de dados relacionais numa publicação da IBM. Esse tipo de software estava em fase de pesquisas e ainda não tinha virado produto. Fascinado pela tecnologia descrita no artigo, Ellison convence dois colegas seus da Ampex, Bob Miner e Ed Oates, a fundar uma empresa com ele para desenvolver um gerenciador de bancos de dados relacional. Trinta anos depois, o Oracle Database chega à sua décima-primeira edição com participação de 47,1% no mercado mundial, contra 21,1% dos produtos da IBM, a segunda colocada. O Oracle 11g traz aperfeiçoamentos em desempenho, disponibilidade, segurança, gerenciamento e escalabilidade. São cerca de 400 aprimoramentos, na contagem da própria Oracle, que atendem tanto às aplicações de processamento de transações como às de armazém de dados. O INFOLAB avaliou o Oracle Database 11g Enterprise rodando no Oracle Linux 5. Vejamos alguns dos destaques dessa nova versão.

GERENCIAMENTO
Como seu antecessor, o Oracle 11g traz o Enterprise Manager para controle do gerenciador de bancos de dados. Mas traz também novos recursos de autogerenciamento, como ajuste automático de memória e uma ferramenta de diagnóstico para clusters. O Support Workbench, também novo, faz registros de incidentes e provê informações, ao administrador, que ajudam na solução de problemas.

TESTE ANTES DE MIGRAR
Quando cresce o volume de acessos ao banco de dados, chega um momento em que é inevitável movê-lo para um servidor mais poderoso. Mas nem sempre é trivial avaliar o desempenho que os aplicativos terão na nova máquina. Um novo recurso do Oracle 11g, o Database Replay, possibilita registrar as operações realizadas num banco de dados, e, depois, repeti-las em outra máquina. Assim, é possível verificar na prática qual será o desempenho depois da migração. Funcionou muito bem no teste do INFOLAB.

COMPRESSÃO
Um item opcional do Oracle 11g, chamado Advanced Compression, economiza espaço de armazenamento ao lidar com dados de uso menos freqüente. Armazenando um lote de dados para teste, o INFOLAB obteve uma economia de até 47% no espaço ocupado nos discos quando a compressão é ativada. Essa opção trouxe uma perda de velocidade de 17% no acesso aos dados.

ADITIVOS NO MOTOR
Há vários melhoramentos que afetam o desempenho do software. Um deles é a possibilidade de armazenar na memória resultados de consultas. Isso reduz o número de leituras no disco e agiliza o processo. No INFOLAB, uma seqüência de leituras repetitivas que demorou 40 segundos sem o cache de resultados foi realizada em cerca de 1 segundo com esse recurso. Outra novidade é o suporte a XML binário, que agiliza a execução de código XML

PARTIR E CONQUISTAR
O Oracle 11g permite dividir a base de dados em múltiplas partições e manter cada uma num volume de armazenamento diferente. Um banco, por exemplo, pode guardar os dados das transações mais recentes em suas unidades de disco mais rápidas, enquanto as informações mais antigas residem em meios de armazenamento menos velozes e mais baratos. O módulo Partition Advisor ajuda a planejar as partições.

DESENVOLVIMENTO
O Oracle Database continua oferecendo recursos como o Application Express, para a criação rápida de aplicativos para a web. Há também novidades como o Real Application Testing, módulo opcional para teste de aplicativos. A nova versão também se integra melhor ao Visual Studio, da Microsoft.

Fonte: Info

Published January 5th, 2008

Progressão mínima para Linux, mas espetacular para o MAC OS X

As cifras de representatividade dos sistemas operacionais na Internet em dezembro de 2007 são impressionantes: a erosão da fatia de mercado do Windows parece favorecer ao Mac OS X e não ao Linux.

A maioria dos 40.000 web sites auditados pelo gabinete de estudos americano NetApplications.com é muito positiva em relação à Apple. Sua fatia de mercado teria crescido, entre novembro e dezembro, 7,5%.

Esta progressão parece afetar diretamente os sistemas Windows. De 93,05% em fevereiro de 2007, a Microsoft registrou um recuo para 91,79% em dezembro do mesmo ano. O Linux passou de 0,42 a 0,63% no mesmo período.

Leia a reportagem completa no TooLinux.

Fonte: Under-linux

Published January 5th, 2008

Matrix lança cartão pré-pago nos EUA

A Matrix (www.matrix.com.br), empresa desenvolvedora de soluções em telecomunicações, associada à Primus Telecommunications, por meio de sua divisão de Telecom (Matrix Telecom), anuncia para este mês de dezembro o lançamento do seu mais novo serviço de telefonia, um econômico cartão pré-pago, nos EUA.

O cartão “Brazilino fala d+ e não te passa pra trás” é um pré-pago VoIP que oferece uma proposta diferente nos quesitos preço e qualidade do serviço oferecido, em comparação com os outros meios existentes.

Desta forma, com preço reduzido para o imigrante, a empresa passa a vender os cartões nos estados de Massachusetts e Nova York e, posteriormente, em outras localidades. Os cartões serão vendidos em lojas brasileiras por U$ 1,5 e U$ 10,00. Com o cartão de um dólar, a pessoa consegue falar até 100 minutos, de cinco dólares, 315 minutos e de 10 dólares, até 630 minutos, isso sem cobrança de nenhum adicional, seja taxa de conexão ou qualquer taxa mensal, e proporcionando ao usuário a quantidade real de minutos.

E para os brasileiros matarem as saudades de quem está em outro país, a Matrix Internet oferece ainda o CallShop, um eficiente e econômico sistema de telefonia com cabines telefônicas que funciona por meio da tecnologia VoIP. Ele pode ser instalado em locais onde há grande circulação de pessoas, tais como rodoviárias, aeroportos, shoppings centers, centros de eventos e turísticos do Brasil (locais com grande tráfego de ligações DDD e DDI), desde que tenham conexão com banda larga.

Já para o turista brasileiro que está conhecendo o mundo afora, outra opção prática e econômica é o Softphone, que pode ser levado junto com o notebook. Ele transforma o computador pessoal em um telefone multimídia, com capacidade de voz e dados, que otimiza o uso da banda do cliente.

Sobre a Matrix Internet

A Matrix Internet (www.matrix.com.br), desenvolvedora de soluções em telecomunicações, associada à Primus Telecommunications, atua desde 1995 no mercado brasileiro de telecomunicação, por meio de serviços globais de voz, dados e imagens. Com presença em mais de 60 cidades do Brasil, a empresa é uma das poucas do mercado nacional a atuar com infra-estrutura própria. Sob a marca Primus Telecommunications, a empresa figura na lista da Fortune One Thousand, com um faturamento anual de mais de US$ 1,8 bilhões e cerca de 2,4 milhões de clientes. A Matrix Internet conta com as divisões Matrix IDC, responsável por serviços relacionados ao acesso à internet e serviços de Data Center, como Hospedagem Compartilhada e Dedicada; Co-Location e Carriers com Infra-estrutura própria de Nível 5 e total segurança e qualidade nos serviços; e Matrix Telecom, provedora de soluções de telefonia IP (VoIP) para empresas de todos o portes.

Fonte: Paranashop

Published January 5th, 2008

TV digital e iPhone marcaram tecnologia em 2007, dizem leitores

A estréia da TV digital (29%), o lançamento do iPhone (23%) e o bloqueio do YouTube (15%) foram, nesta ordem, os fatos mais importantes no mundo da tecnologia em 2007, segundo leitores da Folha Online. Em enquete, 750 internautas escolheram o que mais marcou no ano passado na informática.

Sem interatividade, cara e problemática, a TV digital debutou oficialmente no país em 2 de dezembro. A estréia aconteceu na Sala São Paulo (confira os bastidores da festa) e contou com a promessa de R$ 1 bilhão do governo para baratear os conversores.

Marcelo Soares/Folha Imagem
Estréia oficial da TV digital aconteceu em 2 de dezembro, na capital paulista
Estréia oficial da TV digital aconteceu em 2 de dezembro, na capital paulista

O iPhone, por sua vez, chegou às prateleiras dos EUA em 29 de junho. O aparelho fabricado pela Apple já era chamado de revolucionário antes mesmo de ser vendido. A revista “Time” o elegeu depois como “invenção do ano”.

A compra do produto veio junto com a obrigação de assinar um contrato com a operadora de telefonia AT&T, o que gerou críticas e originou o surgimento de desbloqueadores de iPhone.

Em janeiro de 2007, a modelo Daniella Cicarelli bloqueou o YouTube para aproximadamente 5,5 milhões de internautas. O caso eclodiu após um vídeo em que ela aparece em cenas íntimas com o ex-namorado numa praia pública cair na internet.

A apresentadora entrou com processo judicial contra os sites que divulgaram as imagens. Após virar alvo de protestos, a modelo pediu desculpas aos internautas.

Outros fatos

O coqueluche do videogame Wii (11%), o sistema operacional gratuito baseado em Linux Ubuntu (8%), e o lançamento do Windows Vista (7%) também foram destacados pelos internautas, seguidos pela tentativa da operadora de telefonia móvel Claro em lucrar com trotes no Brasil (4% dos votos).

Fecharam a lista a estréia Joost (2%), o lançamento do sistema operacional da Apple, o Leopard (2%), e chegada do MySpace ao Brasil, com 1% dos votos.

O resultado não tem valor de amostragem científica e se refere apenas a um grupo de leitores da Folha Online.

Fonte: Folha

Published January 5th, 2008

Motorola revela tocador de mídia portátil que sintoniza TV digital

A Motorola, terceira maior fabricante mundial de celulares, apresentou nesta quinta-feira seu player portátil de mídia que exibe programas de TV ao vivo e conteúdo armazenado por gravadores digitais de vídeo.

Reuters
Novo tocador portátil da Motorola sintoniza TV digital
Novo tocador portátil da Motorola sintoniza TV digital

O aparelho –batizado DH01– é compatível com o padrão de transmissão de TV digital europeu, que também tem suporte da Nokia, maior fabricante mundial de celulares.

A TV móvel, que está em seus primeiros estágios de desenvolvimento, une internet e música em um novo dispositivo sem fio. O aparelho da Motorola possui uma tela de 4,3 polegadas.

O dispositivo é capaz de comportar até 5 minutos de conteúdo, o que permitirá aos usuários interromper programas ao vivo para visualização em seguida. O aparelho suporta ainda cartões de memória capazes de armazenar até 90 minutos de vídeo.

Segundo a companhia, o reprodutor de mídia terá uma bateria recarregável com suporte de até 4 horas de uso sem interrupção.

Fonte: Folha