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Archive for January 17th, 2008


Published January 17th, 2008

Fitch não prevê impacto no crédito das móveis por conta da 3G

No médio prazo, a oferta de serviços para a terceira geração de telefonia móvel deve contribuir para introdução de novas fontes de receita

Em relatório setorial, a agência de risco Fitch Ratings prevê que a conclusão do leilão para a terceira geração de telefonia móvel no Brasil não trará “impactos materiais para a qualidade do crédito do setor local”, ou seja, não terá impacto na capacidade das operadoras de se financiarem através do mercado financeiro.

Segundo análise da agência, no médio a longo prazo, a oferta do serviço contribuirá para a geração de novas fontes de ou manutenção de receita média por usuário, o que acabará por incrementar a liquidez do setor.

Em relação aos pagamentos das operações concedidas, a Fitch observa que a TIM Participações e a Claro provavelmente serão as empresas com mais chances de financiar os seus passivos, devido à atual baixa liquidez de ambas as companhias. As demais empresas dispõem de liquidez suficiente para pagar à vista, ou financiar com nova dívida, afirma o relatório.

Pelas regras do leilão, a empresa contemplada deve pagar 10% na concessão da licença e, após uma carência de três anos, o restante em seis prestações anuais de 15% do valor original. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) conseguiu quase R$ 6 bilhões no processo realizado entre 18 e 20 de dezembro de 2007.

Fonte: Itweb

Published January 17th, 2008

Pronto para comprar tudo de novo?

UM ELEFANTE NA SUA SALA - A incrível televisão de 150 polegadas da Panasonic; tela tem 4 vezes mais resolução do que uma HDTV comum

TVs, celulares, notebooks, câmeras – a CES 2008, que aconteceu semana passada nos EUA, traz as novidades do futuro

Celular, computador, câmera, TV digital… Querendo ou não, você ainda vai comprar tudo isso de novo, pela enésima vez. E vai adorar fazer isso: na feira Consumer Electronics Show 2008, que é uma das maiores do mundo e aconteceu semana passada em Las Vegas, a indústria de tecnologia mostrou argumentos de sobra para convencer qualquer pessoa.

O que dizer, por exemplo, da arrasadora televisão de 150 polegadas, levada à feira pela Panasonic? Além do tamanho alucinante – na diagonal, a tela de plasma mede 3,7 metros –, ela é a primeira do tipo QuadHD: com resolução de 4.000 x 2.000 pontos, tem quatro vezes mais qualidade de imagem que as atuais TVs de alta definição.

Por enquanto, a tecnologia QuadHD só é viável em telas muito grandes, acima de 80 polegadas. Mas duas outras novidades prometem turbinar as TVs comuns. A primeira é a tecnologia OLED (Organic Emitting Light Display), que vai deixar as TVs ainda mais finas – 1 cm de espessura. Na feira, a Samsung mostrou um protótipo de 31 polegadas (até então, a maior OLED tinha apenas 11”).

E a televisão a laser, da Mitsubishi, arrepiou os visitantes da feira. Como o laser emite uma luz muito pura, e muito concentrada, ela supostamente é capaz de reproduzir duas vezes mais cores do que as telas convencionais – e com contraste praticamente infinito.
Segundo a Mitsubishi, a TV a laser chega ao mercado até o Natal – e terá preço similar ao das telas de plasma de LCD.

Já pensou ter uma dessas em casa? E para acompanhar, que tal uma filmadora com 120 GB de memória? Ou uma câmera digital furiosa, que tira 60 fotos por segundo? Talvez você prefira um notebook… Serve um com 1 terabyte (1000 gigabytes) de capacidade?

Parece ficção científica, né? Mas é tudo verdade – e estava na CES. A seguir, confira os melhores momentos da feira.

Fonte: Estadao

Published January 17th, 2008

Linux transforma pequenos em gigantes

O Linux mais uma vez mostra sua capacidade de transformar pequenas empresas em Davi (história bíblica, conta que Davi, um pequeno homem derrubou 7 gigantes).

Em janeiro de 2007 surge um pequeno provedor de internet tão pequeno que era apenas um P4 3.0 com 1 GB de RAM, HD de 80 GB conectado a uma antena setorial wireless. Mas dentro deste servidor roda GNU/Linux muito bem configurado (distro Slackware).

Este “pequeno provedor”, graças ao Linux, era comparável a provedores ADSL como BrasilTelecom e Telemar, não em proporção de tamanho ou capacidade de usuários, mas em desempenho. Fornecendo velocidades semelhantes e contando com um sistema de autenticação pppoe, o mesmo usado nas ADSLs.

Uma única máquina fazia o papel de DNS, Web, Autenticador, Router, Proxy, Firewall, E-mail e outros. O Linux faz qualquer “hardware parecer super hardware”, eram mais de 100 clientes conectados e navegando neste provedor.

Do ponto de vista dos usuários, o provedor parecia um daqueles de ADSL. Fiquei muito surpreso ao ver pessoalmente o que era de fato.

O custo total para se montar este provedor foi algo em torno de 4 mil reais, incluíndo torre. No segundo mês de funcionamento este valor já havia sido recuperado.

GNU/Linux representa economia, estabilidade, segurança e desempenho. Um sistema operacional totalmente grátis e completo. Maravilhas do Software Livre.

Um outro provedor na cidade vizinha, sem conhecimentos em Linux, resolveu trabalhar com Windows. O resultado foi um investimento de 25 mil reais incluindo 4 servidores e as licenças de todos os softwares. Dependendo do administrador de redes, dá para fazer o Windows trabalhar com boa estabilidade, no entanto, em desempenho, ainda perde 70% se comparado ao GNU/Linux, quando o assunto é aplicação em rede.

Tive a oportunidade de conversar com este admin e ele reclamou que possui pouco mais de 40 clientes e, quando conectam acima de 30 ao mesmo tempo, os problemas começam a surgir, tais como máquinas travando, serviços parando, lentidão, dentre outras coisas.

Não sou “xiita”, inclusive ainda utilizo Windows (Flight Simulator X e Photoshop CS3).

No final de 2007 voltei ao pequeno provedor rodando GNU/Linux e para mais uma surpresa a rede foi reestruturada, agora tem 6 servidores, um link de 10 Mbits e 8 torres espalhadas pela cidade.

O admin explicou que a distribuição dos servidores facilita em atualizações e manutenção. Ressaltou ainda que o Linux é o responsável pelo crescimento do provedor, pois estabilidade e desempenho é a base sólida para este tipo de serviço, não esquecendo ainda da segurança. Hoje este provedor possui mais de 400 clientes e, afirma seu administrador, a estrutura está preparada para 3 mil clientes.

Além disso, completou dizendo que seus clientes vieram a ele por instatisfação ao serviço dos outros provedores, incluindo falta de suporte técnico e lentidão do sinal.

Em resposta ao pequeno provedor, a gigante empresa de telecomunicação que presta serviço ADSL implantou ADSL2 para combater a “concorrência”, mas a péssima qualidade dos cabos pioraram ainda mais a situação, velocidades de 4 Mbits tinham rendimento semelhante a um sinal de 250 Kbits, isso aumentou ainda mais a insatisfação das pessoas devido ao alto custo do serviço.

GNU/Linux é sem dúvida um sistema para quem precisa de confiabilidade e bons rendimentos. Há muito tempo conhecemos aquela velha história de PC 486 com Linux fazendo serviço de roteador semelhante a um equipamento da CISCO e custando dezenas de vezes mais barato.

Milhares de empresas no mundo inteiro utilizam Linux não pela paixão ou tendência, mas para cortar gastos e prestar um serviço melhor. Temos grandes exemplos como: Casas Bahia, Faculdades e Bancos.

Este é mais um caso onde o GNU/Linux levanta pequenas empresas.

Fonte: Under-linux

Published January 17th, 2008

Maior feira do mundo apresenta as últimas novidades da tecnologia digital

Você já imaginou morar numa casa onde tudo é tecnologia? Onde, antes de sair do escritório, com um comando de voz através do celular, você põe o jantar para esquentar no mircroondas, pede para abrir as cortinas e deixa a temperatura da casa do jeitinho que você quer? Isso não está tão longe. Já está no mercado, por exemplo, um computador de cama que garante sono tranqüilo ao combinar tecnologias para monitorar o sono do usuário. O aparelho administra temperatura do ambiente, movimentos do corpo e alivia o ronco. O preço varia de R$ 20 mil a R$ 50 mil.

O aparelho foi mostrado na Consumers Electronics Show (CES), uma feira de tendências e novidades tecnológicas que, há 40 anos, é realizada em Las Vegas. E neste ano não foi diferente. De 7 a 10 de janeiro, cerca de 140 mil visitantes percorreram estandes espalhados num espaço de exposição de 168 mil metros quadrados para conferir o que há de mais novo no mundo da tecnologia. E ao final da feira, um consenso: o futuro nos reserva uma vida sem fios.

A CES é voltada para o consumidor final. Os participantes da CES ficam, literalmente, diante de um palco lotado e ruidoso, no qual empresas de tecnologia de todo o mundo lançam seus mais recentes produtos. O JC mostra hoje o que foi apresentado na CES.

Nesta edição da feira, o serviço especializado em notícias de tecnologia CNET fez uma votação, que contou com a contribuição de especialistas, consumidores e leitores. No quesito “show”, a TV da Philips que segue a linha ecologicamente correta - com uma tecnologia especial para economia de energia - foi a grande vencedora. Entre os celulares, venceu o Moto Rokr E8, da Motorola, que segue a linha focada em música e tem tela sensível a toque. Já quando o assunto é tecnologia emergente, a plataforma Bug Lab, considerado na CES o “lego dos Gadgets”, é a preferida. O acessório vem como um minicomputador que pode ser “quebrado” em vários módulos separados e acoplados a câmeras digitais, GPS ou telas LCD, por exemplo.

Aliás, é possível dizer que a TV foi a grande vedete da CES. Vários fabricantes mostraram na feira aparelhos de ultra-alta definição, com cerca de 4.000 x 2.000 linhas (a resolução da chamada alta definição plena ou full HD é de 1.920 x 1.080 linhas). Mas nada chamou mais atenção do a monstruosa tela de plasma de 150 polegadas (quase quatro metros), da Panasonic.
A apresentação foi feita na segunda-feira, dia 7, na abertura oficial da feira, com a palestra oficial de Toshihiro Sakamoto, presidente da Panasonic AVC Networks. Mas a abertura de fato já tinha ocorrido na noite de domingo, com a palestra de Bill Gates, que aproveitou para anunciar que vai se aposentar.

Mas o co-fundador e quase-ex-funcionário em tempo integral da Microsoft deu o tom ao fazer suas previsões para a próxima década digital. Na avaliação dele, a alta definição será um dos pilares do mundo tecnológico em que passaremos a viver.

“Alta definição é pouco, mister Gates”, parecem dizer as fabricantes de TV, com seus aparelhos de ultra-alta definição, que certamente exibirão imagens de muito impacto se e quando tivermos conteúdo gerado com essa qualidade, seja em discos ou outras mídias, transmitido pela TV digital. No Brasil, estamos em compasso de espera.

Mas apesar da monstruosa tela de plasma de 150 polegadas, há quem aposte no minimalismo, pelo menos no que se refere à espessura. A Hitachi espalhou pelos milhares de metros quadrados da feira cartazes enigmáticos que diziam apenas “1.5.” O número se refere à espessura, em polegadas, das TVs que a empresa está mostrando. Não se sabe ao certo, porém, quando elas estarão definitivamente no mercado e a que preço.

Já a Sony apresentou na CES os bons e velhos televisores “gordos”. Porém, baseados numa tecnologia chamada Oled (diodo orgânico emissor de luz), que permite fazer telas superbrilhantes, superfinas e de baixo consumo de energia. A empresa coloca neste mês, no mercado norte-americano, aparelhos Oled de 11 polegadas. Neles, só o preço não é singelo: US$ 2,5 mil, cerca de cinco vezes o preço de uma boa TV LCD várias vezes maior.

Fonte: Jcnet