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Archive for January 18th, 2008


Published January 18th, 2008

Comunicação integrada: US$ 24 bilhões em 2012

A Wainhouse Research, empresa de consultoria americana especializada na análise de comunicação integrada, juntamente com a consultoria de comunicação In-Stat, acabam de concluir estudos sobre as tendências mundiais no mercado de produtos e serviços de comunicação integrada. Os resultados foram divulgados pela Seal Telecom.

Se não houver nenhuma calamidade, as projeções realizadas pelos consultores indicam que o mercado de serviços de comunicação integrada saltará dos atuais 8,8 bilhões de dólares para a marca de 24,2 bilhões em 2012. A taxa de crescimento anual estimada para todas as categorias de serviço durante este período é de 24,9%, excetuando os serviços de conferência que seguirão um ritmo constante de crescimento em torno de 7%.

Os prognósticos traçados pelas consultorias vão até 2012 e dizem respeito a produtos e serviços ligados a diferentes segmentos da comunicação: mensagens instantâneas, telefonia – que engloba PBXs (IP e TDM), IP Centrex e banda larga VOIP – áudio-conferência, internet (soluções próprias ou hospedadas), área de trabalho planejadas para atividades em grupo, mensagens integradas e vídeo-conferência.

De acordo com a pesquisa, liderada pelos analistas Dave Lemelin e Brent Kelly, muitas companhias estão investindo em serviços de plataforma IMS (IP multimedia subsystem) com a esperança de que novos serviços de assinatura surgirão a ponto de sustentar o grande fluxo da comunicação integrada, cujas fronteiras entre empresas e indivíduos são muito bem amarradas entre as mais diversas formas de conectividade.

Outra tendência detectada pelos estudos é a de que as grandes empresas como Cisco, IBM, Microsoft e Nortel, cada vez mais têm oferecido os softwares não como um produto, mas sim como um serviço (SaaS). Muitos destes serviços incluirão componentes da comunicação integrada de forma a viabilizar as soluções hospedadas. Um exemplo bem sucedido de empresa que vem utilizando o modelo Saas, apontado pelos analistas, é a WebEx, recém adquirida pela Cisco, que certamente vai penetrar a fundo neste mercado evolutivo.

O estudo ainda prevê que em breve a Microsoft disponibilizará uma versão totalmente hospedada da plataforma Office Communication Server 2007, que será perfeitamente conciliável com os demais serviços hospedados, como o Exchange e o Sharepoint.

Para maiores detalhes, os interessados em ler a pesquisa na íntegra podem visitar o site da Wainhouse e adquirir uma cópia em pdf da pesquisa.

Fonte: B2bmagazine

Published January 18th, 2008

SETOR DE SERVIÇOS DE TELEFONIA

GVT quer crescer mais

Empresa sai de um prejuízo de R$ 71,75 milhões para lucro de R$ 59,2 milhões

Após atingir um lucro de R$ 59,2 milhões no ano de 2007, a GVT Holding, empresa que oferece serviços de telefonia fixa convencional, Internet e serviços de voz sobre IP (VoIP), prevê expansão ainda maior dos negócios esse ano, ampliando a quantidade de cidades abrangidas e os investimentos na rede. Em 2006, a empresa havia registrado um prejuízo de R$ 71,75 milhões.

Segundo o vice-presidente Administrativo e de Finanças e diretor de Relações com Investidores, Karlis Kruklis, o crescimento do resultado líquido foi gerado principalmente pelo aumento do Ebitda, bem como dos ganhos financeiros.

O resultado financeiro líquido apresentou aumentou R$ 138,7 milhões, fechando 2007 com uma receita líquida de R$ 53,2 milhões. Essa variação foi causada pela redução das despesas financeiras como resultado da conversão e do pagamento de uma parcela da dívida de longo prazo, ganhos com a variação cambial e com aplicações financeiras de recursos captados na oferta pública de ações (OPA).

O Ebitda apresentou elevação de 40,8% em comparação ao quarto trimestre de 2006 e 40,1% em relação ao ano anterior, totalizando R$ 108,4 milhões e R$ 358,1 milhões, respectivamente. O resultado deve-se ao crescimento das receitas líquidas de produtos e serviços mais rentáveis e otimização dos custos, propiciando o crescimento da margem Ebitda em 3,2 pontos percentuais, gerando 36,5% no total de 2007.

“Acreditamos na continuidade do aumento das margens ao longo de 2008, na comparação trimestre contra trimestre, devido à melhora do mix de produtos”, explicou Kruklis durante a divulgação dos resultados da empresa nesta terça-feira. A receita líquida da companhia cresceu 27,6% em comparação ao ano de 2006, somando R$ 980,7 milhões, enquanto as receitas relacionadas ao negócio principal da GVT (receita de serviços relacionados a LIS) apresentaram crescimento de 33,8%.

A GVT adicionou 291.047 linhas em serviço no ano de 2007, totalizando no final de dezembro 1.243.501 linhas, aumento de 30,6% em comparação a 2006. Para 2008, o vice-presidente estima uma aceleração do incremento do número de linhas, o que deve causar a ampliação do volume investido. Ele prevê a construção de 400 mil novos acessos. Assim, os investimentos (Capex) devem ficar em torno de R$ 600 milhões, contra R$ 410 milhões em 2007, sem levar em consideração as aquisições.

Expansão geográfica

Os planos de expansão geográfica envolvem duas frentes principais: crescer onde a empresa já está estabelecida, nas cidades atuais ou novas cidades da área original de atuação, no Sul e Centro-Oeste e na região de Belo Horizonte, além de ingressar em novas localidades fora dessa região.

A empresa realiza estudos de viabilidade de investimentos no Sudeste e Nordeste. A rede da Geodex também deve crescer. Atualmente já atende a um terço das necessidades de transmissão intra-regional da GVT, proporção que deve aumentar com as construções previstas.

O início da implantação da portabilidade numérica, a partir de agosto, com várias cidades dentro da área coberta pela GVT - Londrina, Rolândia, Cambé, Arapongas e Apucarana (PR), Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia (GO) e Campo Grande(MS) - contempladas ainda este ano, também é visto como uma grande oportunidade de crescimento, porque elimina a principal barreira que inibe a mudança de operadora pelo consumidor, a alteração do número.

Sobre a VU-M - tarifa de interconexão paga pelas operadoras fixas para o uso das redes móveis, a expectativa da empresa é que a Anatel ou os órgãos de defesa da competição determinem a redução, conforme demanda formal da GVT, para acabar com os altos preços pagos pelo consumidor a cada ligação de telefone fixo para celular. Desde outubro de 2007, a empresa está depositando em juízo os valores referentes à diferença entre os aproximadamente R$0,40 cobrados atualmente pelas operadoras de celular e os R$0,28 determinados provisoriamente pela 4ª Vara da Justiça Federal de Brasília. O caso está em revisão no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e na Secretaria de Defesa Econômica (SDE).

Outro plano de expansão é a abertura programada de quatro centro de dados. O primeiro será na cidade de São Paulo, no segundo trimestre, numa área com 600 metros quadrados. Essa unidade custará R$ 8 milhões. Na segunda metade do ano, a operadora prevê implantar mais quatro centros de dados - no Rio de Janeiro, em Curitiba e em Brasília ou Belo Horizonte. Cada um deles demandará investimentos um pouco menores do que os programados para a unidade paulistana.

Sobre a consolidação entre a Oi (ex-Telemar) e a Brasil Telecom (BrT), o executivo declarou que a operação poderá abrir oportunidades de negócios para a GVT. Segundo Kruklis, não haverá mudança no plano estratégico por conta da consolidação.

Fonte: Monitormercantil

Published January 18th, 2008

GVT foca portabilidade, serviços e IPTV em 2008

Inauguração de três data centers, coberutra em mais cidades da região sudeste, IPTV no segundo semestre e portabilidade estão nos planos

Ao encerrar seu primeiro ano fiscal de lucro, a GVT prepara-se para manter o ritmo acelerado de crescimento e “subir na cadeia de valor”, como destaca Leonardo Queiroz, vice-presidente da unidade de negócios corporativos da operadora. Já no primeiro trimestre, a GVT inaugura, em São Paulo, seu primeiro data center, que oferecerá serviços de collocation, hosting e telefonia para clientes da operadora de todo o Brasil. “A idéia é atender os atuais clientes da GVT, que demandam este tipo de serviço”, explica Queiroz.

Até o fim do ano, mais três unidades (Curitiba, Rio de Janeiro e Brasília ou Belo Horizonte) devem ser inauguradas. O investimento total pode chegar a R$ 16 milhões. “Mas o único certo, por enquanto, são os R$ 8 milhões de São Paulo”, pontua Karlis Kruklis, vice-presidente de administração e finanças e relações com investidores. Outra fonte de receitas que deve crescer bastante à partir de 2008 é o fornecimento de infra-estrutura para operadoras de telefonia fixa e móvel (por conta da chegada da 3G), através, principalmente, da rede conquistada com a compra da Geodex.

Em agosto, a empresa começa a implantar a portabilidade numérica (as primeiras cidades serão Londrina, Goiânia e Campo Grande), um investimento que gira entre R$ 20 milhões e R$ 25 milhões e está sendo desenvolvido pela própria equipe de TI da GVT. “Somos os maiores interessados na portabilidade”, destaca Alcides Troller Pinto, vice-presidente para o mercado de varejo da operadora.

Ainda no segundo semestre, a GVT deve lançar sua oferta de IPTV. Segundo Pinto, as conversas com provedores de conteúdo começaram no ano passado e o processo de escolha do fornecedor da infra-estrutura deve ser finalizado em março. “Queremos um fornecedor único, que funcione também como integrador”, destacou.

No ano passado, comentou, a operadora teve a oportunidade de lançar o serviço. Mas o oferta feita naquele momento não era robusta o suficiente para a proposta da empresa: lançar o serviço no maior número de localidades possível e sem restrições geográficas dentro delas. “No primeiro momento devem ficar de fora cidades com menos de 200 mil ou 300 mil habitantes”, adiantou.

Quanto a expansão da rede, Kruklis afirma que no segundo semestre, a GVT pode chegar a uma ou mais de uma cidade com mais de 1 milhão de habitantes na região sudeste. Já no mercado corporativo, a expansão deve acontecer na região Nordeste do País.

Fonte: Itweb

Published January 18th, 2008

Inatel oferece curso em TV Digital e IPTV

O Instituto Nacional de Telecomunicações – Inatel oferece novas turmas para o curso de pós-graduação Lato Sensu em Engenharia de Sistemas de TV Digital e IPTV, na cidade de São Paulo. Aliado à experiência adquirida nos últimos anos cinco anos pela instituição na área de TV Digital, o curso tem como objetivo atualizar e capacitar profissionais para atuarem nesse segmento de grande demanda de recursos humanos com qualificação específica, devido à implantação do sistema de TV Digital no país.

O curso, que teve início em 2004, foi pioneiro no país e destina-se a engenheiros e outros profissionais da área de Ciências Exatas. Com uma carga horária de 360 horas, é formado por 18 meses de aulas presenciais, às sextas e sábados e 3 meses destinados ao Trabalho de Conclusão de Curso – TCC.

Dentre as disciplinas previstas na ementa do curso estão “Transmissão Digital em Canais com Múltiplos Percursos”, “Áudio Digital”, “Vídeo Digital”, “Distribuição de Sinais de TV por Rádios Digitais”, “TV Digital por Assinatura: Cabo, Satélite e MMDS/LMDS”, “Sistemas de Difusão de TV na Faixa de UHF”, além de aulas práticas realizadas nos laboratórios do Inatel, em Santa Rita do Sapucaí.

Informações e inscrições no site www.inatel.br/pos, pelo e-mail pos@inatel.br ou ainda pelo telefone (35) 3471-9292.

Fonte: B2bmagazine

Published January 18th, 2008

Acordo levará celular para 17 mi de pessoas

Segundo a agência reguladora, há 1836 cidades do país onde não há sinal de redes móveis. Ao todo, 17 milhões de habitantes não têm acesso à telefonia móvel em seus municípios.

Pelas regras de concessão de licenças 3G, as operadoras que compraram licenças no final de 2007 deverão se responsabilizar por levar redes móveis a estas regiões. A distribuição de regiões por operadoras foi anunciada esta semana pela Anatel. As teles terão dois anos para universalisar o acesso às redes móveis no Brasil.

Na área II (Acre, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins), há 673 municípios sem acesso ao celular. A tarefa de montar redes nestas regiões será compartilhada por Tim, Vivo e Brasil Telecom.

Já na área IV (Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Roraima), os 264 municípios sem rede móvel serão atendidos por Oi, Claro, Tim e Vivo. As mesmas operadoras ficaram responsáveis por cobrir os 656 municípios da área VI (Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte). As empresas Oi, Claro e Tim, cobrirão os três municípios de São Paulo (área V) que ainda não possuem os serviços.

O contrato de concessão de licenças prevê ainda que todas as cidades com mais de 500 mil habitantes, além das capitais dos Estados e o Distrito Federal tenham serviços 3G disponíveis em até dois anos.

Fonte: Info

Published January 18th, 2008

Japão da vanguarda tecnológica vê mercado de PCs encolher

O japonês tem feiras e apresentações de informática o ano todo para revelar novos robôs, televisores maiores, videogames realistas, celulares mais potentes e, claro, computadores pessoais de última geração. Até por isso, um dado divulgado no final do ano passado chama atenção da imprensa internacional: o mercado de PCs do país está diminuindo e as empresas que vendem micros, desesperadas.

O número de PCs distribuídos no Japão caiu por cinco trimestres consecutivos. Este é o primeiro encolhimento duradouro do volume de vendas de computadores pessoais em um grande mercado, segundo a consultoria IDC. No segundo trimestre de 2007, a quantidade de desktops vendidos sofreu uma queda de 4,8%. O quadro não dá sinais de reversão.

O que à primeira vista soa como sinal de debilidade na área da informática nipônica é mais complexo do que parece.

O espaço dos PCs nos lares japoneses diminui à medida que seu antes notável monopólio sobre o poder de processamento deixa-se substituir por equipamentos como celulares e consoles de jogos. Eles funcionam como computadores de bolso, conectam os usuários à internet, baixam e tocam música e têm câmeras digitais.

Um exemplo dessa tendência antiPC está na rede de relacionamentos que mais cresce por lá. O Mobagay Town, o “Orkut japonês”, foi projetado para rodar apenas em celulares. A dúvida do japonês hoje é: compro um televisor de alta definição total ou um celular “faz-tudo”? Um videogame Wii ou um iPod Touch? Acima de tudo, o japonês se pergunta: PC para quê?

Fonte: Folha

Published January 18th, 2008

RFS quer crescer 12% na AL

A RFS - Radio Frequency Systems, fabricante de soluções para comunicação sem fio, encerrou 2007 com um crescimento 20% e alcance de metas como a conquista de grandes clientes na América Latina, entre eles nomes como Globo, SBT, Bandeirantes e RedeTV.

Além disso, no ano passado a produção de antenas microondas da companhia quadriplicou em relação a 2006, totalizando mais de 10 mil unidades vendidas no Brasil e México.

Para 2008, a RFS prevê crescer 12% na América Latina, consolidando sua posição em relação à tecnologia e serviços de WiMAX e soluções óticas.  Para crescer, a empresa aposta também no segmento de TV Digital, que deve estimular a fabricação e as vendas de soluções wireless na região.

Fonte: Baguete

Published January 18th, 2008

Avaliado o futuro do notebook de US$ 100

Boston - Negroponte diz que Intel é bem-vinda de volta ao conselho e revela possível laptop XO com Windows e Linux, além de OLPC nos EUA.

O fundador da iniciativa One Laptop Per Child, Nicholas Negroponte, compareceu ao Consumer Electronics Show (CES 2008) para promover seus notebooks educacionais. A iniciativa, atualmente, soa um pouco confusa para a indústria, após a saída da Intel de seu conselho.

Negroponte, contudo, esclarece a situação em entrevista ao IDG News Service e confirma uma versão do laptop XO que roda Windows e Linux. Além disso, ele revela planos de ampliar a iniciativa da OLPC aos Estados Unidos. A equipe norte-americana da iniciativa já possui um diretor e presidente, segundo o fundador.

Recentemente, foi anunciado o plano de estender as operações da OLPC para a Europa.

A entrevista conta também com a participação do Ministro da Ciência e Tecnologia de Ruanda, Romain Murenzi.

Quais serão as mudanças benéficas do projeto para 2008?
Este ano nos levará a grandes mudanças. Até agora, temos sido como um grupo terrorista que ameaça fazer algo por meio de afirmações grandiosas. E 2008 é o ano em que nos tornamos não uma revolução, mas uma civilização.

Os notebooks foram apresentados em diversos países. Milhões de crianças em todos os continentes foram alcançadas e criamos uma comunidade para apoiar e promover a idéia da OLPC. Não é necessário que este modelo seja usado, mas sim que existe qualquer laptop que conecte as crianças e jovens muito pobres e que estão distantes da tecnologia.

Fonte: Gazetaweb