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Archive for January 23rd, 2008


Published January 23rd, 2008

Ásia prepara-se para liderar mercado do WiMax

Dentro de cinco anos a Ásia vai ser a região do mundo com mais utilizadores de tecnologia WiMax. Segundo previsões da Juniper Research em 2013 mais de metade dos subscritores  destes serviços serão asiáticos.

Numa análise feita a vários países desta área geográfica a empresa defende que tal irá acontecer devido a um rápido desenvolvimento da tecnologia em algumas locais com poucas infra-estruturas de países como a Austrália, Coreia do Sul, Índia e Paquistão.

Uma forte ajuda poderá vir de alguns Governos, como o de Taiwan, que estão a apostar na tecnologia com vista ao seu crescimento, potenciando vendas na ordem dos 23 mil milhões de dólares em 2013.

Citado pelo portal VNUNet o autor do estudo, Howard Wilcox, defende que «a utilização de WiMax móvel vai ter um grande desenvolvimento inicial para serviços fixos e portáteis». O analista destaca a plataforma 802.16e que considera ser «flexível» e que «pode funcionar nos três modos de utilização» da WiMax.

Contudo para o sucesso da tecnologia vai ser fundamental a disponibilidade de dispositivos compatíveis e o licenciamento a operadores, com Howard Wilcox a realçar que «a WiMax móvel será uma tecnologia baseada em aparelhos, sejam telemóveis, computadores portáteis, modems ou outros tipos de dispositivos para consumidores, como leitores de Media».

O autor revela que no próximo ano são já vários os países asiáticos, como a Índia, Japão ou Tailândia, que preparam o lançamento de concursos para a atribuição de licenças. Em 2013 a consultora prevê que existam mais de 80 milhões de subscritores de WiMax em todo o mundo, com o Japão, Coreia do Sul e EUA a liderarem o mercado.

Fonte: I-gov

Published January 23rd, 2008

30 mil usuários pedem que Microsoft ’salve o Windows XP’

Abaixo-assinado organizado pela InforWorld ganha adeptos e indica a dificuldade que a Microsoft terá para extinguir o sistema operacional.

Em apenas quatro dias, nada menos do que 30 mil pessoas, metade delas nos Estados Unidos, assinaram o abaixo-assinado “Salve o XP” (Save XP), organizado pela redação da InfoWorld.

O documento pede à Microsoft que não descontinue o Windows XP no próximo dia 30 de junho, conforme seu calendário. Ao invés disso, o abaixo-assinado pede que ele seja mantido por tempo indeterminado em paralelo com o novo Windows Vista. A Infoworld entregará o documento à Microsoft em maio deste ano.

Mais de cem pessoas também postaram comentários ao blog Salve o XP, da InfoWorld, e outros tantos sites externos aderiram à campanha – eles acrescentaram o relógio de contagem regressiva da InfoWorld em suas páginas.

A grande maioria dos comentários apóia a criação do abaixo-assinado, por uma série de razões pelos quais tanto os usuários domésticos quanto os corporativos não querem perder a opção de comprar novas licenças após o dia 30 de junho.

A falta de alguns recursos no Vista, somada a questões de treinamento, suporte e outros custos de atualização são as razões mais citadas pelos usuários. Alguns mencionaram, inclusive, a incompatibilidade de sistemas.

Alguns internautas julgaram a campanha antipática, alegando que mudanças são fato na vida das tecnologias e que não faz nenhum sentido querer manter uma velha tecnologia.

Em uma entrevista, Ken Anderson, executivo estrategista do Burton Group, sugeriu que os comentários emocionalmente fortes postados no blog indicam o quanto mudou o pensamento dos usuários, incluindo os corporativos, em relação ao sistema operacional.

Eles se tornaram uma extensão familiar daquilo que fazemos e como trabalhamos, e estas são coisas que não queremos mudar com freqüência. “Quando a tecnologia se torna parte de você, você não quer que as pessoas mexam com ela.”

Anderson comparou a reação ao fim do suporte ao XP ao que aconteceu nos anos 80, quando a Coca-Cola substituiu a fórmula original da Coca pela Nova Coca, causando protestos em massa e forçando a companhia a relançar a bebida como Coke Classic. “O XP chegou ao ponto de se tornar a Coke Clássica”, disse ele.

Fonte: Computerworld

Published January 23rd, 2008

Novell localiza aliança de interoperabilidade com Microsoft

Principais apostas da companhia para 2008, as frentes de negócios de Linux e segurança devem ganhar participação mais incisiva do canal

O processo de transformação da Novell para uma empresa focada em unidades de negócios permeia praticamente todos os planos de Sérgio Toshio, country manager da fabricante no País, para o exercício de 2008. Há dois anos, a companhia deu início à segmentação das atividades e, hoje, entre suas principais apostas, menciona a divisão de Open Plataform Solutions (OPS), a partir da distribuição do sistema operacional Suse Linux. “Temos crescido ano a ano no segmento e esta é uma área em que temos investido para que seja uma das frentes de maior destaque na companhia”, conta o executivo.

Os planos de expandir os negócios da unidade estão apoiados na composição de uma série de alianças, segundo Toshio, com a da Microsoft, anunciada no final de 2006, com o objetivo de promover a interoperabilidade entre as plataformas Linux e Windows. “Também temos um trabalho forte com outros parceiros de tecnologia, como Dell e IBM. Recentemente, houve o anúncio ainda do acordo com a SAP, que passa a recomendar aos clientes que queiram utilizar Linux a adoção do Suse”.

Pouco mais de um ano após a formalização da aliança e o anúncio de cases globais - como HSBC, Wal-Mart e Deutsche Bank -, o momento atual, para a Novell, é de mostrar ao mercado da América Latina as vantagens de um ambiente heterogêneo. “A parceria foi desenhada fora do País, mas é preciso ver como isso se operacionaliza localmente”, afirma o country manager. De acordo com ele, a companhia tem discutido, em conjunto com a Microsoft, questões com a tributária e o modelo comercial. “”Existe uma proximidade com a Microsoft para desenhar o processo de aquisição pelo cliente final”, completa o executivo.

Embora a subscrição aconteça por meio da Microsoft, a companhia vai começar a testar a atuação dos parceiros dentro da aliança. A tarefa é de Marcus Almeida, que, além de diretor de canais, passa a responder pelo desenvolvimento do acordo na América Latina. “Ainda estamos em fase de planejamento. Primeiro, precisamos mostrar ao mercado que dá resultado, colocar a visão da parceria para fora. Depois disso, começa o treinamento dos canais”, avisa o executivo.

Segundo Almeida, haverá um trabalho conjunto para definir alguns canais que têm relacionamento com Novell e Microsoft. A previsão é de que o primeiro parceiro esteja pronto para o projeto-piloto já nas próximas semanas.

No País, o único case divulgado, fruto da aliança, é o da Conductor, fornecedora de soluções para processamento de cartões de crédito. “É o único caso que já está publicado e operacionalizado, mas já existem outros que estamos trabalhando”, garante o diretor.

Segurança em foco

Outra frente de negócios que ganha destaque dentro das operações da fabricante, no País, é a parte de segurança. Na avaliação de Toshio, trata-se da unidade em que a Novell está mais consolidada, com uma base instalada bem representativa, e que é uma referência para a Novell no mundo. “Neste ponto, também há uma mudança significativa para o parceiro, já que, tradicionalmente, investimos muito na equipe interna para criar essa base de referência”, comenta o executivo, que adiciona: “De um ano para cá, temos trabalhado na qualificação dos canais para entregar esses projetos, pois segurança tem um componente de consultoria. E a Novell é uma empresa focada em tecnologia”.

Fonte: Itweb

Published January 23rd, 2008

Vishing substitui phising

O FBI está a alertar para uma nova prática utilizada pelos cibercriminosos para roubar dados pessoais. O vishing é uma prática semelhante ao phishing mas que consiste no envio de um SMS ou e-mail para o telemóvel com pedido de informações sobre contas bancárias.

Segundo o portal Computer World este tipo de ataques surge numa altura em que as pessoas já estão mais alertas para os perigos do phishing , casos em que um falso e-mail de instituições bancárias é enviado a pedir informações da conta pessoal de quem o recebe.

Tal como no caso do phishing , as principais razões invocadas pelos responsáveis por ataques de vishing referem problemas de segurança e pedem ao utilizador para telefonar ao seu banco para reactivar o seu cartão de crédito ou débito.

No alerta que está a ser enviado pelo FBI a força policial refere que «depois de telefonar o tal número, o receptor é recebido com um ‘bem vindo ao banco de…’ e depois é-lhe pedido para introduzir o número do seu cartão para resolver uma questão de segurança pendente».

Vários especialistas defendem que com o surgimento da tecnologia VoIP e software de call center baseado em open source tornou-se mais fácil para os hackers criar estes esquemas. E uma vez que ainda não são tão conhecidos podem ser mais eficazes.

O FBI aconselha quem receber uma mensagem deste tipo a ver bem o número de telefone e a telefonar directamente para o seu banco para saber do que se trata.

Fonte: I-gov