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Archive for January 27th, 2008


Published January 27th, 2008

Vista SP1 pode chegar dentro de três semanas

O tempo de espera pelo Service Pack 1 do Windows Vista pode estar prestes a terminar. Fontes próximas da empresa informam que o pacote de actualizações poderá chegar já a 15 de Fevereiro, antecipando-se à data previamente estabelecida - 31 de Março.

A Microsoft ainda não confirmou publicamente se as informações divulgadas pelas fontes correspondiam aos planos da empresa preferindo apenas realçar que o software está previsto para o primeiro trimestre deste ano.

Mesmo assim, vários especialistas afirmam que a disponibilização do service pack daqui a pouco mais de duas semanas é bastante provável por vários factores, entre os quais o impulso que o software dará para adopção do Vista em ambientes empresariais, onde a Microsoft está a ter dificuldades em garantir a actualização. Um factor que pode vir a potenciar a migração é a combinação do lançamento do Vista SP1 com a disponibilização do Windows Server 2008, que sai já no próximo dia 27 de Fevereiro.

O Vista SP1 Release Candidate foi disponibilizado em Dezembro passado tendo sido actualizado no início deste mês, altura em que saiu uma versão pública do software.

Fonte: Sapo

Published January 27th, 2008

Microsoft supera todas as expectativas e fecha trimestre com lucro recorde

Os resultados financeiros da Microsoft no segundo trimestre fiscal de 2008 superaram todas as previsões feitas pelos analistas. De acordo com o informe de balanço, divulgado nesta quinta-feira (24/1), a empresa registrou receita, lucro operacional e ganho por ação de US$ 16,37 bilhões, US$ 6,48 bilhões e US$ 0,50, respectivamente. Na comparação com o mesmo período do exercício fiscal anterior esses números representam crescimento de 30%, 87% e 92% para a receita, lucro operacional e ganho por ação.

Os analistas haviam previsto que a Microsoft teria crescimento de 66% no lucro líquido no trimestre e alcançar US$ 4,35 bilhões, ou US$ 0,46 por ação, e um aumento de 27% nas receitas, totalizando US$ 15,93 bilhões.

A receita registrada no trimestre superou o recorde anterior da companhia, de US $ 2 bilhões. “Durante todo o primeiro semestre do nosso ano fiscal, considerando todas as nossas unidades de negócio, os resultados ficaram acima das expectativas”, disse Chris Liddell, diretor financeiro da Microsoft.

Desde que o Windows Vista ser tornou disponível, há um ano, a unidade Microsoft Client cresceu mais de 20% em média e as vendas do Vista já ultrapassaram 100 milhões de licenças. Do mesmo modo, as vendas para o segmento corporativo também registraram aumento no trimestre com as divisões de Negócios e de Servidor e Ferramentas, que apresentaram taxa de crescimento de dois dígitos na comparação com igual período fiscal do ano anterior, totalizando uma receita conjunta de mais de US $ 1 bilhão.

A Divisão de Negócios registrou um crescimento de 23% na receita, impulsionada pelas novas versões do pacote de programas de escritório Office, SharePoint e Exchange, que foram lançadas em novembro. “Estamos em meio a um outro forte ano e num ótimo momento do ano calendário de 2008 “,disse Kevin Turner, diretor de operações da Microsoft.

Para o terceiro trimestre fiscal, que termina em 31 de março, a expectativa da Microsoft é que a receita fique entre US$ 14,3 bilhões e US$ 14,6 bilhões, um lucro operacional de US$ 5,6 bilhões a US$ 5,7 bilhões e um ganho por ação na faixa de US$ 0,43 e US$ 0,45. Já para todo o ano fiscal, que se encerra em 30 de junho, a companhia prevê receita de US$ 59,9 bilhões a US$ 60,5 bilhões, lucro operacional entre US$ 24,2 bilhões e US$ 24,4 bilhões e ganho por ação de US$ 1,85 a US$ 1,88. Da Redação

Fonte: Tiinside

Published January 27th, 2008

Conferência & Expo Internacional para o setor de Service Desk será realizado do Brasil

Dezessete anos atrás, o presidente e CEO do Help Desk Institute, Ron Muns, teve a seguinte iniciativa: criar um evento que pudesse reunir profissionais de suporte e serviços de TI, para assistirem seminários variados, participarem de dinâmicas e, de fato, formar uma comunidade sólida do setor de Service Desk.

A primeira conferência anual do HDI nos EUA aconteceu exatamente 15 meses após a fundação do instituto, e hoje, depois de 16 edições, é o maior evento vertical do mundo. Os números atuais impressionam: 3.000 participantes, 03 dias de pre-conference com 14 workshops e treinamentos, 04 dias de conferência, mais de 120 sessões entre Keynote Speakers e palestras paralelas, participantes dos 05 continentes, entre outras coisas.

O HDI Brasil, que comemorou seu 3º aniversário em 2007 com números expressivos, sente-se preparado para o início da formação de uma comunidade sólida de profissionais de Service Desk no país, e anuncia a Conferência & Expo Internacional HDI Brasil 2008, que acontecerá anualmente.

O palco do evento será o WTC Hotel São Paulo, nos dias 19 e 20 de maio de 2008. A conferência, como nos EUA, dará a oportunidade ao profissional de participar de pre-conferences nos dias 16, 17 e 18 de maio, com treinamentos de HDA BC (Help Desk Analyst Boot Camp), HDM (Help Desk Manager), HDI Maturity Model, ITIL V2, ITIL V3, ITIL Bridge (V2 para V3) e COBIT. Os cursos de ITIL e COBIT serão ministrados pela Quint Wellington Redwood.

Nos dias 19 e 20 de maio, iniciam-se as atividades da conferência, com palestras e área de exposições. Com o tema “Vista a Camisa 10: aprenda, compartilhe e celebre!”, totalmente brasileiro por fazer menção ao futebol e a excelência da camisa 10, o evento apresentará 04 Keynote Speakers internacionais e 20 break-out sessions durante os dois dias, além de cocktails, atrações nos estandes de patrocinadores e muito networking.

”Iremos preparar um evento diferente para os profissionais da indústria, como nos Estados Unidos. A idéia é trazer um evento dinâmico, com aprendizado e muita diversão, algo jamais visto em TI no Brasil. Além das palestras, estamos preparando uma série de surpresas aos participantes. Esse evento será um marco para o profissional de Service Desk”, conta Luiz Couto, Diretor Geral do HDI no Brasil.

Ron Muns, fundador e CEO do Help Desk Institute, será um dos Keynote Speakers do evento. Além dele, apresentaremos Malcolm Fry, ícone internacional em Gestão de Serviços de TI (ITIL), La Veta Gibbs, Diretora de Telefonia IP da Cisco Systems, responsável pela estratégia de call center voltado a resultados e Paul Clark, Gerente do Service Desk Integrado da Intel nos Estados Unidos.

“A união dos profissionais de Service Desk no Brasil será muito efetiva para a melhora dos serviços prestados, pois a formação de uma comunidade sólida promove troca de informações e networking entre pares de mercado. Por isso esse evento no Brasil é tão importante!”, conta Ron Muns, entusiasmado.

Fonte: Cadernodigital

Published January 27th, 2008

Intel procura simplicar gestão de centros de dados

A Intel revelou um novo software que auxilia os programadores no desenvolvimento e teste de soluções de Fibrechannel sobre Ethernet em sistemas baseados em Linux. O projecto da Intel tenciona ajudar os administradores de TI a simplificarem a gestão de centros de dados, através da junção dos componentes de redes locais e dos da infra-estrutura SAN num só sistema de 10-gigabit.

“Reunimos com especialistas em Linux da Red Hat e da Novell para assegurar que a oferta se adaptasse o melhor possível ao sistema operativo Linux”, garantiu Jordan Plawner, investigador de sistemas de armazenamento da Intel.Este pacote de software de código aberto da Intel inclui uma chave de software para aceder ao canal de Fibra sobre Ethernet com ferramentas de suporte, de acordo com executivos da Intel. A chave de software inicia uma sessão com um objectivo de fonte para estabelecer a ligação e envia dados para o dispositivo de destino ou aplicação.

O Fiberchannel sobre Ethernet é uma especificação de padrão proposta, que visa permitir que o tráfego de redes de armazenamento SAN possa ser transmitido por redes Ethernet. Apoiado por diversos fabricantes de TI, espera-se que seja ratificado pelo American National Standards Institute em meados de 2008, segundo Jordan PLawner, investigador de sistemas de armazenamento da Intel.

Avançou ainda que o projecto de código aberto para o protocolo foi desenhado para permitir à comunidade Linux a criação de um software próprio baseado em padrões que possa ser integrado nos distribuidores do  sistemas operativo LInux. “ O OS Linux está um pouco atrás do Windows da Microsoft em termos de capacidade de armazenamento no centro de dados”, acrescentou Plawner.

A oferta está disponível para download em http://www.open-fcoe.org/.

Fonte: Computerworld

Published January 27th, 2008

OpenSuse expande suporte para Red Hat e CentOS

O OpenSuse Build Service, uma plataforma de inovação que fornece infra-estrutura para desenvolvedores de software para facilitar a criação e a compilação de pacotes para múltiplas distribuições Linux, agora suporta e constrói soluções para CentOS e Red Hat Enterprise Linux. O openSuse já suporta várias distribuições de Linux incluindo Ubuntu, Suse Linux Enterprise, Debian e outros.

Desenvolvedores que querem oferecer seus softwares para um público maior de usuários de Linux muitas vezes têm problemas com seus pacotes construídos para uma única distribuição não funcionam em outras distribuições.

O openSuse Build Service é a única construção em plataforma aberta que ajuda os desenvolvedores a fornecer pacotes com a mesma qualidade para múltiplas distribuições do mesmo código fonte. Com o sistema de ferramenta de imagens KIWI, os desenvolvedores de código aberto podem construir mais rapidamente uma distribuição Linux de acordo com suas necessidades, rigorosamente testadas garantindo a qualidade do produto e produzir facilmente o pacote para uma rápida instalação.

Uma parte essencial do projeto openSuse, o openSuse Build Service está disponível no web site da comunidade openSuse.org da Novell. Com mais de 50 mil membros registrados, o projeto openSUSE é uma comunidade patrocinada pela Novell que promove o uso do Linux mundialmente.

O openSuse Build Service é produzido em plataforma aberta, dando aos desenvolvedores e usuários livre acesso para construir seu pacote de Linux de preferência, baseado no openSuse, Suse Linux Enterprise, Fedora, Debian, Ubuntu, Red Hat, CentOS ou outros projetos. Para mais informações sobre o openSUSE Build Service, visite www.opensuse.org/Build_Service.

Fonte: B2bmagazine

Published January 27th, 2008

AT&T oferece iPhone para clientes corporativos

Esta é a primeira vez que um produto para usuário final é comercializado pela operadora diretamente para as empresas.

A AT&T iniciou a oferta de planos de dados corporativos para iPhones esta semana, marcando a primeira vez que a operadora oferece também para as empresas um telefone popular entre usuários domésticos.

Segundo a AT&T, cada plano corporativo para o iPhone implicará a assinatura de um contrato de prestação de serviços de dois anos, e incluirá o pagamento de uma taxa de ativação. Os três planos oferecidos pela operadora incluem serviços ilimitados de dados, como internet e e-mail. Os planos oferecem três opções de SMS – um pacote de 200 mensagens de texto (45 dólares), plano de 1,5 mil mensagens (55 dólares) ou um formato ilimitado (65 dólares).

Bastante semelhante à versão do iPhone para usuários domésticos, o iPhone corporativo oferece acesso à internet por meio do browser Safári e conexões via WiFi, EDGE e Bluetooth 2.0+EDR. Segundo a AT&T, a versão corporativa do aparelho trará suporte a VPN, incluindo RSA SecureID, que proverá acesso a intranets corporativas. os telefones também darão acesso a e-mail corporativo através de serviços IMAP ou POP3.

Ainda que a oferta corporativa do iPhone seguramente desperte interesse, a companhia ainda precisa responder a dúvidas sobre se os aparelhos são compatíveis com a infra-estrutura corporativa nas empresas, já que muitos especialistas em segurança vêm alertando para o perigo que esses equipamentos podem representar às redes corporativas.

Em junho do ano passado, por exemplo, o Gartner sugeriu aos executivos de TI que mantivessem os iPhones longe de suas redes, sob a alegação que os equipamentos não possuem firewall nem suporte a plataformas de e-mail como Microsoft Exchange e Lotus Notes.

Andrew Storms, diretor de operações de segurança da nCircle Network Security, expressou preocupação semelhante e disse que o iPhone não traz as ferramentas de gerenciamento de segurança necessárias para determinar quais equipamentos podem ou não se conectar à rede corporativa.

Outros, porém, argumentaram que as preocupações de segurança relacionadas ao iPhone são exageradas e que, de qualquer forma, os dispositivos de usuários domésticos volta e meia estão conectados a redes corporativas.

Fonte: Computerworld

Published January 27th, 2008

Nokia 7900 Crystal Prism, Um Celular 3G com Design Original

nokia7900prism.jpg

O Nokia[bb] 7900 Crystal Prism é um celular com um design muito original, todo preto com pormenores em roxo, e teclas triangulares que circulam um joystick inspirado em uma pedra preciosa. Ele é um celular 3G com 1 GB de cor interna, tela OLED, câmera de 2 megapixels.

Este modelo leva a assinatura da designer francesa Frédérique Daubal, e tem pormenores gravados a laser no case de alumínio. O usuário pode personalizar a cor entre 49 opções e pode abaixar outros papéis de parede no site da Nokia Prism Collection.

Leia o press release no site da Nokia.

Fonte: Ipjornal

Published January 27th, 2008

Demissões na Tellabs não afetam filial brasileira

Subsidiária deve crescer 40% este ano; oportunidades estão em 3G e metro ethernet

A subsidiária brasileira da Tellabs não deve sofrer os 225 cortes de postos que estão programados. A companhia anunciou o plano ontem, depois de divulgar que os resultados de 2007 fecharam em US$ 1,9 bilhão, 6% abaixo do que foi registrado em 2006.

Segundo Tarcísio Ribeiro, vice-presidente de vendas e diretor geral da empresa para América Latina e Caribe, ao faturamento na região foi 5% em 2007 em relação ao ano anterior e, este ano, deve chegar aos 30% este ano.

No Brasil, os negócios são ainda mais promissores. O executivo afirma que os negócios no País cresceram 21% em 2007, comparado com o ano anterior, e que a expectativa para este ano é de um aumento de 40%.

A principal aposta é na tecnologia 3G - a empresa já tem “mais de um contrato” assinado com operadoras para fornecer infra-estrutura - e metro ethernet. Ribeiro também vê oportunidades junto a grupos de operadoras que estão se consolidando. “As companhias que estão se fundindo têm redes muito diferentes e vemos aí a chance de oferecer serviços de redesenho destas redes”, comenta.

Outro assunto que tem sido discutido em relação à Tellabs no exterior é a possível aquisição da companhia. Na semana passada, algumas publicações online estrangeiras afirmaram que a Nokia Siemens e a Nortel estariam interessadas em comprar a Tellabs. “Trabalho aqui há sete anos e, durante todo esse período, ouço que vamos ser comprados”, rebate Ribeiro. “Temos condições de permanecer sozinhos”, garante.

Fonte: Itweb

Published January 27th, 2008

Títulos da Apple tocam em mínimos de cinco anos com previsões decepcionantes

As acções da gigante tecnológica norte-americana recuaram hoje para o nível mais baixo dos últimos cinco anos depois de os seus resultados terem ficado aquém do esperado pelos analistas, renovando os receios de que os consumidores estão a retrair-se no que diz respeito à compra de computadores Macintosh e dos leitores iPod.

Tiago Figueiredo Silva
O responsável máximo da Apple, Steve Jobs, desapontou os investidores ao falhar as projecções mais optimistas relativas às vendas do primeiro trimestre que deverão recuar 29% face aos 35% registados nos três meses anterior. As vendas do iPod ficaram ligeiramente inalteradas nos Estados Unidos, sinalizando que a procura por produtos electrónicos está a abrandar.
“Existe o medo que o abrandamento da procura por produtos de alta tecnologia tenha um forte impacto na Apple. As taxas de crescimento das vendas do iPode têm vindo a recuar ao longo dos últimos 10 trimestres e está a alarmar os investidores”, considerou Gene Munster, analista na Piper Jaffray & Co.
A Apple anunciou hoje que o seu resultado líquido totalizou os 1,58 mil milhões de dólares, ou 1,76 dólares por acção, no seu primeiro trimestre fiscal que terminou a 29 de Dezembro, traduzindo-se numa subida de 57% face aos mil milhões de dólares verificados um ano antes, mas abaixo das previsões mais optimistas de Wall Street.

Deste modo, as acções da Apple já recuaram hoje 13%, a maior queda desde Junho de 2002, e seguem agora a tombar 17,64 dólares para os 138 dólares.

Fonte: Diarioeconomico

Published January 27th, 2008

Em 2008, operadoras enfrentam mais competição e demanda por convergência

Na lista de prioridades levantadas pela Frost & Sullivan estão quadruple play, WiMax móvel, portabilidade numérica, desenvolvimento de redes 3G e IPTV.

A consolidação do mercado de telecomunicações em 2007 se materializou por dois caminhos diferentes na América Latina. Por um lado, a estabilidade política e econômica na região permitiu que as economias locais crescessem a taxas de 4% a 6%, atraindo ainda mais investimentos estrangeiros. Por outro lado, também em 2007 o setor testemunhou mudanças substanciais – as operadoras, principalmente as concessionárias locais, entenderam que não têm condições de manter suas operações dispersas entre três ou quatro modelos de negócios.

Assim, o que se pode esperar para este ano é que a implementação de novos produtos e tecnologias mude rapidamente o rumo do mercado, segundo pesquisa da Frost & Sullivan. O ano de 2008 surge como um ano repleto de desafios para os participantes do setor, cheio de novos aplicativos e melhores ofertas para os usuários finais.

Gina Sanchez, analista da Frost & Sullivan, preparou uma análise sobre este mercado. A lista de prioridades das operadoras para 2008 inclui quadruple play - oferta qu envolve banda larga, telefonia fixa, celular e TV paga -, WiMax móvel, portabilidade numérica, desenvolvimento de redes 3G e IPTV.

Confira abaixo o que vem por aí em 2008, em cada uma dessas áreas, segundo as previsões da analista.

Quadruple play
A consolidação do mercado na América Latina está configurando o cenário para um novo pacote de ofertas na região. Serviços de voz fixa, telefonia móvel, banda larga e TV por assinatura em um pacote independente são o próximo passo para as operadoras de telecomunicações.

Espera-se que as concessionárias atualizem suas diferentes unidades para oferecer o “quad-play” em 2008. A Telmex está adquirindo operadoras de TV a cabo na região e é provável que a empresa una esforços com a América Móvil no curto prazo para oferecer serviços móveis e fixos. No Brasil, a Telmex detém participação na NET Serviços, através da Embratel.

A Telefónica também está começando a oferecer “quadruple play” através de sua unidade móvel Movistar em alguns países da América Latina. Brasil, México e Chile devem ser os primeiros com uma oferta consolidada de “quadruple play” na região. No Brasil, ela já comprou a TVA, além de conquistar licença de TV via satélite, e controla 50% da Vivo.

WiMax Móvel
Empresas que estão investindo na versão fixa da tecnologia sem fio WiMax poderão migrar para a versão móvel ao longo de 2008. Para isso, porém, precisam ter contratado um provedor que ofereça infra-estrutura fixa com recursos de migração.

Considerando que muitas operadoras estão instalando tecnologia com este recurso, elas precisarão fazer mudanças topográficas importantes em suas redes. Se elas desejarem usar a mesma banda espectral, as operadoras terão de instalar novas estações radiobase para reduzir o tamanho da célula para o serviço móvel.

No Brasil, entretanto, o desafio será retomar o leilão de freqüências (que ainda previa a versão fixa), já que ele foi suspenso pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em setembro de 2006 e desde então não avançou.

Portabilidade numérica
A portabilidade numérica está atualmente em análise no México, República Dominicana e Chile. Espera-se que em 2008 ocorra a primeira experiência na região (depois de Porto Rico).

A Comisión Federal de Telecomunicaciones (Cofetel) do México foi a primeira agência reguladora da América Latina a discutir o assunto e anunciou que a portabilidade numérica se tornará realidade naquele país já no 1º trimestre de 2008.

Os usuários se beneficiarão diretamente desta determinação, já que poderão manter o número de sua linha telefônica mesmo que optem por outra operadora. Este benefício será mais expressivo no ambiente corporativo, de acordo com a Frost & Sullivan.

Indiretamente, os usuários também se beneficiarão pela maior concorrência entre os provedores de serviço, que precisarão encontrar estratégias mais agressivas para manter seus clientes.

O desafio para os países latino-americanos consiste nas questões regulatórias que precisam ser resolvidas para que a portabilidade numérica vire realidade – todas as atenções devem estar voltadas à experiência mexicana neste ano.

No Brasil, a Anatel já traçou o cronograma de implantação da portabilidade , tanto para a telefonia fixa como celular. O serviço começa a ser oferecido em agosto deste ano em algumas regiões e deverá chegar a todo o Brasil até março de 2009.

Redes 3G
A América Latina deve chegar a uma taxa de penetração móvel de 65% em 2008, com mais de 340 milhões de assinantes móveis. Com países como Argentina, Chile e Colômbia, onde esse índice chega a aproximadamente 80%, a região ocupa uma posição comparável a algumas das economias mais desenvolvidas, como Japão, Estados Unidos ou Europa Ocidental.

Entretanto, diz a Frost & Sullivan, o fato de o crescimento da penetração ser decorrente da inclusão dos segmentos da população com renda mais baixa significa que o receita média por usuário (ARPU) da região não ultrapassará a casa dos 15 dólares.

Em busca de estratégias que elevem o ARPU, as operadoras devem recorrer à implementação de serviços 3G na região. A tecnologia é vista como um caminho possível para receitas mais altas, e espera-se que várias operadoras móveis do Brasil, Chile, Colômbia, Peru e Venezuela lancem serviços 3G durante 2008.

Entretanto, as operadoras enfrentarão dois grandes desafios ao introduzir os serviços 3G: terão de garantir que têm um espectro suficiente para oferecer serviços de qualidade e precisarão se certificar que podem fornecer aparelhos compatíveis a preços acessíveis.

O leilão de freqüências no Brasil aconteceu entre os dias 18 e 20 de dezembro passado, mas operadoras como Claro e Telemig já lançaram serviços em faixas ociosas do espectro de 850 MHz.

IPTV
O IPTV é certamente um dos principais tópicos para 2008, não apenas porque é o ponto inicial para mudar os modelos de negócio das operadoras, mas também por causa do impacto que terá na infra-estrutura de rede na região.

Agora é o momento de os vídeos exercerem um importante papel na região da América Latina, começando em 2008 com o VoD (vídeo sob demanda). Apesar disso, 2008 não será ainda o ano de adoção massiva de serviços IPTV, segundo o instituto, uma vez que a região se dedicará mais a adaptar a infra-estrutura de rede às futuras necessidades e, em muitos casos, as operadoras terão de lidar com questões regulatórias para transmitir conteúdo.

Fonte: Computerworld

Published January 27th, 2008

WiMax “ataca” espectros de 3G

Fabricantes de produtos de rede têm vindo a desenvolver uma tecnologia WiMax capaz de tirar o WiMax dos limites do seu actual espectro e colocá-lo na principal banda 3G, a ser alocada durante este ano.O Fórum WiMax está a conceber um perfil para WiMax móvel que utiliza sinalização FDD (Frequency Division Duplex) “paralela” com canais separados para uplink e downlink. As empresas de telecomunicações e entidades reguladoras como a ITU preferem a FDD, e a maioria do espectro para redes 3G e 4G exigem esta tecnologia. O WiMax, porém, tem vindo a centrar-se em TDD (Time Division Duplex), no qual o uplink e o downlink estão no mesmo canal, apenas separados pelo tempo. No entanto, o canal neste caso tem bandas de espectro mais reduzidas. “O Fórum WiMax terá um perfil FDD para WiMax móvel em seis meses. Há um ano que têm vindo a ser desenvolvidos trabalhos nessa área”, afirma Paul Sénior, CTO do fabricante Airspan.

As operadores esperavam, na sequência da permissão da ITU para o WiMax, utilizar o espectro do IMT-2000 de 2,6Ghz, limitar a sua implementação a uma pequena parte desse espectro, designada para tecnologias TDD. No Reino Unido, a entidade reguladora Ofcom irá leiloar o espectro de 2,6Ghz este ano. O Fórum WiMax, aparentemente, está a fazer uma jogada estratégica, procurando obter a aprovação da ITU antes de anunciar um passo mais agressivo, como criar um perfil FDD. “O Fórum tem mantido o silêncio sobre o assunto porque aguarda a decisão do IMT-2000”, afirma Senior. “Provavelmente, se o Fórum tivesse tentado de início com um perfil FDD, não teria obtido resultados.”

As tecnologias TDD, tradicionalmente, dispõem de pouco espectro. Mas mesmo o pouco que têm não tem sido devidamente aproveitado – as versões TDD de redes 3G nunca passaram de meros projectos. Ao aprovar o WiMax, a ITU julga estar a confinar a tecnologia ao território TDD, mas o perfil FDD pode permitir o seu acesso a áreas do espectro mais alargadas. Mais do que isso, pode colocar o WiMax em concorrência com outras tecnologias 3G, como o HSPA ou o EVDO, por exemplo, no espectro de 2,5Ghz.

Fonte: Computerworld

Published January 27th, 2008

Analistas prevêem alta de 66% no lucro trimestral da Microsoft

A Microsoft espera anunciar um forte aumento no lucro trimestral na divulgação nesta quinta-feira (24/1) dos resultados financeiros do segundo trimestre fiscal de 2008. A projeção da empresa tem como base o aumento das vendas de computadores no período e que devem impulsionar as receitas do sistema operacional Windows e o pacote de programas de escritório Office.

O anúncio é um dos mais esperados pelos investidores de Wall Street, já que o resultado vai servir como balizador das perspectivas para o ano por se tratar da maior fabricante de software do mundo. Um forte ritmo de crescimento da empresa no trimestre, face à crescente preocupação com os rumos da economia dos Estados Unidos, pode significar uma mudança nas estimativas para o setor.

Os analistas prevêem que a Microsoft deve registrar um crescimento de 66% no lucro líquido no trimestre e alcançar US$ 4,35 bilhões, ou US$ 0,46 por ação, e um aumento de 27% nas receitas, totalizando US$ 15,93 bilhões. Essas taxas de crescimento, embora pareçam exageradas diante dos resultados obtidos pela Microsoft no mesmo período do exercício fiscal anterior, quando deixou de ganhar mais de US $ 1 bilhão em receita devido a atrasos na liberação do Windows Vista e do Office 2007, que chegou às lojas somente no início de 2007, levam em conta o crescimento exponencial na venda de PCs em quase todas as regiões do mundo durante o ano calendário de 2007.

O Windows, que equipa mais de 90% dos PCs em todo o mundo, foi o principal catalisador da Microsoft e respondeu por mais de 20% do crescimento da receita e do lucro da companhia no primeiro trimestre.

“Acreditamos que as fortes vendas de PCs, que se mantiveram no trimestre, devem contribuir para o bom desempenho do Windows e deve dar algum impulso aos resultados”, disse o analista Charles Di Bona, da Bernstein Research, em comunicado aos seus clientes.

Na semana passada, a Sprint Nextel anunciou que estava perdendo clientes de forma mais rápida do que o esperado, o que aumentou o receio do mercado de que os gastos com celulares e outros dispositivos móveis devem se retrair em toda a indústria. Intel também foi cautelosa quanto as perspectivas financeiras, em parte devido a preocupações com a possibilidade recessão da economia americana. Um bom resultado da Microsoft ajudaria a reverter essa percepção do mercado. Da Redação

Fonte: Tiinside

Published January 27th, 2008

Microsoft desbloqueia Vista para a virtualização

Para analistas, a decisão da companhia foi motivada pelo medo de perder espaço do sistema operacional para usuários de Mac.

A Microsoft anunciou nesta semana que mudou sua decisão de impedir que versões mais baratas do Windows Vista rodassem em máquinas virtuais, dobrando as opções para os usuários de Macintosh que rodam o sistema operacional da rival no Fusion, da VMWare, e no Parallels, da empresa homônima.

Tanto a versão Vista Home Basic quanto a Vista Home Premium já podem rodar em um ambiente virtualizado, de acordo com a Microsoft. Estas são as edições mais econômicas do sistema operacional disponível no varejo, vendidas a 199 dólares e 239 dólares (no mercado norte-americano), respectivamente. Até então, a Microsoft só permitia que o Vista Business (299 dólares) e o Vista Ultimate (399 dólares) fossem instalados em uma máquina virtual.

Em junho de 2007, a Microsoft esboçou tomar esta mesma decisão, mas não o fez e também não explicou porque mudou de idéia. Na ocasião, apenas divulgou um comunicado por meio de sua assessoria de imprensa: “A Microsoft reabilitou as regras de virtualização do Windows e decidiu que manteremos a política anunciada originalmente.”

Há sete meses, porém, alguns analistas sugeriram que a companhia tivesse voltado atrás por conta de alguns problemas com o software de gerenciamento de direitos autorais (DRM) do Vista.

A única mudança que a Microsoft precisava fazer era nos acordos de licenciamento para usuário final do Vista Home Basic e do Vista Home Premium. Nunca houve um obstáculo técnico para a virtualização, fosse no Mac ou em qualquer outra plataforma.

Os analistas aprovaram a decisão em todos os níveis. Foi uma decisão prática, disse Chris Swenson, analista do The NPD Group. “É cada vez mais difícil encontrar uma cópia do Windows XP no varejo. Então, os usuários de Mac que estão usando o Fusion ou o Parallels precisam realmente comprar o Vista”, explica. “E quando o assunto é o Vista, o Home Premium é o mais atraente”, completa.

Além disso, Swenson está convencido que o sucesso do Mac e dos aplicativos de virtualização da Parallels e da VMware foram fundamentais para a decisão da Microsoft. “Se você fosse a Microsoft e visse a migração para outra plataforma, seria natural facilitar o uso do Windows, ao invés de dificultá-lo. A empresa quer manter usuários do Windows, especialmente do Vista”, explica o analista.

Michael Gartenberg, analista da JupiterResearch LLC, engrossa o coro. “Embora a virtualização em desktops para usuários domésticos ainda não seja tão expressiva, ela certamente ganhará importância no futuro”, diz ele. “Parece que a Microsoft quer assegurar que, se existe um desejo do consumidor de usar o Windows, é preciso realizá-lo, independentemente da plataforma sobre a qual irá rodar.”

Para Paul DeGroot, analista de Microsoft da Directions, porém, vê um outro motivo para a decisão da companhia. “Parece que a Microsoft reconheceu que suas restrições relacionadas a máquinas virtuais terão pouco impacto para a concorrência, e provavelmente machucará a si própria e à sua fatia de mercado mais do que a qualquer um”, disse DeGroot.

“A Microsoft está realmente tentando mostrar que tem a mais completa oferta para virtualização. E fica difícil fazer isso se você continua impondo restrições e dando desculpas esfarrapadas, como “ninguém quer fazer isso, então estamos proibindo”, para explicar essas restrições.”

No passado, a Microsoft citou a falta de interesse em virtualização e os potenciais problemas de segurança para justificar o fato de não permitir que as versões Home Basic e Home Premium rodassem em VMs.

De acordo com Bem Rudolph, diretor de comunicações da Parallels, a mudança é uma vitória para a Microsoft, sua empresa e os usuários de Mac. “É um bom passo para a Microsoft porque representa uma boa forma para que seus usuários migrem para o Vista. O fato de não ter mais obstáculos para a virtualização pode atrair usuários. Para os clientes da Apple, a decisão é ainda melhor”, disse Rudolph. “É uma excelente maneira de alcançar aqueles outros 6% do mercado de desktops, e dá aos usuários outra motivação para lidar com o Windows.”

Embora nenhum representante da Microsoft tenha comentado a decisão, Rudolph deu seu palpite. “No ano passado, eles nos disseram que a decisão [de bloquear a virtualização] não era final, e eu acredito que tenham recebido retornos de clientes e parceiros sugerindo que repensassem a decisão.”

A Microsoft divulgou um suplemento para o acordo de licenciamento do usuário final que se aplica a quatro versões de varejo do Vista, liberando-as para a virtualização.

“Ao invés de usar o software diretamente no equipamento licenciado, você deve instalar e utilizar o software em apenas um sistema de hardware virtual (ou então em um emulado) desse equipamento licenciado”, explica o comunicado da Microsoft.

Fonte: Computerworld