Demissões na Tellabs não afetam filial brasileira
Subsidiária deve crescer 40% este ano; oportunidades estão em 3G e metro ethernet
A subsidiária brasileira da Tellabs não deve sofrer os 225 cortes de postos que estão programados. A companhia anunciou o plano ontem, depois de divulgar que os resultados de 2007 fecharam em US$ 1,9 bilhão, 6% abaixo do que foi registrado em 2006.
Segundo Tarcísio Ribeiro, vice-presidente de vendas e diretor geral da empresa para América Latina e Caribe, ao faturamento na região foi 5% em 2007 em relação ao ano anterior e, este ano, deve chegar aos 30% este ano.
No Brasil, os negócios são ainda mais promissores. O executivo afirma que os negócios no País cresceram 21% em 2007, comparado com o ano anterior, e que a expectativa para este ano é de um aumento de 40%.
A principal aposta é na tecnologia 3G - a empresa já tem “mais de um contrato” assinado com operadoras para fornecer infra-estrutura - e metro ethernet. Ribeiro também vê oportunidades junto a grupos de operadoras que estão se consolidando. “As companhias que estão se fundindo têm redes muito diferentes e vemos aí a chance de oferecer serviços de redesenho destas redes”, comenta.
Outro assunto que tem sido discutido em relação à Tellabs no exterior é a possível aquisição da companhia. Na semana passada, algumas publicações online estrangeiras afirmaram que a Nokia Siemens e a Nortel estariam interessadas em comprar a Tellabs. “Trabalho aqui há sete anos e, durante todo esse período, ouço que vamos ser comprados”, rebate Ribeiro. “Temos condições de permanecer sozinhos”, garante.
Fonte: Itweb
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