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Archive for January, 2008


Published January 27th, 2008

OpenSuse expande suporte para Red Hat e CentOS

O OpenSuse Build Service, uma plataforma de inovação que fornece infra-estrutura para desenvolvedores de software para facilitar a criação e a compilação de pacotes para múltiplas distribuições Linux, agora suporta e constrói soluções para CentOS e Red Hat Enterprise Linux. O openSuse já suporta várias distribuições de Linux incluindo Ubuntu, Suse Linux Enterprise, Debian e outros.

Desenvolvedores que querem oferecer seus softwares para um público maior de usuários de Linux muitas vezes têm problemas com seus pacotes construídos para uma única distribuição não funcionam em outras distribuições.

O openSuse Build Service é a única construção em plataforma aberta que ajuda os desenvolvedores a fornecer pacotes com a mesma qualidade para múltiplas distribuições do mesmo código fonte. Com o sistema de ferramenta de imagens KIWI, os desenvolvedores de código aberto podem construir mais rapidamente uma distribuição Linux de acordo com suas necessidades, rigorosamente testadas garantindo a qualidade do produto e produzir facilmente o pacote para uma rápida instalação.

Uma parte essencial do projeto openSuse, o openSuse Build Service está disponível no web site da comunidade openSuse.org da Novell. Com mais de 50 mil membros registrados, o projeto openSUSE é uma comunidade patrocinada pela Novell que promove o uso do Linux mundialmente.

O openSuse Build Service é produzido em plataforma aberta, dando aos desenvolvedores e usuários livre acesso para construir seu pacote de Linux de preferência, baseado no openSuse, Suse Linux Enterprise, Fedora, Debian, Ubuntu, Red Hat, CentOS ou outros projetos. Para mais informações sobre o openSUSE Build Service, visite www.opensuse.org/Build_Service.

Fonte: B2bmagazine

Published January 27th, 2008

AT&T oferece iPhone para clientes corporativos

Esta é a primeira vez que um produto para usuário final é comercializado pela operadora diretamente para as empresas.

A AT&T iniciou a oferta de planos de dados corporativos para iPhones esta semana, marcando a primeira vez que a operadora oferece também para as empresas um telefone popular entre usuários domésticos.

Segundo a AT&T, cada plano corporativo para o iPhone implicará a assinatura de um contrato de prestação de serviços de dois anos, e incluirá o pagamento de uma taxa de ativação. Os três planos oferecidos pela operadora incluem serviços ilimitados de dados, como internet e e-mail. Os planos oferecem três opções de SMS – um pacote de 200 mensagens de texto (45 dólares), plano de 1,5 mil mensagens (55 dólares) ou um formato ilimitado (65 dólares).

Bastante semelhante à versão do iPhone para usuários domésticos, o iPhone corporativo oferece acesso à internet por meio do browser Safári e conexões via WiFi, EDGE e Bluetooth 2.0+EDR. Segundo a AT&T, a versão corporativa do aparelho trará suporte a VPN, incluindo RSA SecureID, que proverá acesso a intranets corporativas. os telefones também darão acesso a e-mail corporativo através de serviços IMAP ou POP3.

Ainda que a oferta corporativa do iPhone seguramente desperte interesse, a companhia ainda precisa responder a dúvidas sobre se os aparelhos são compatíveis com a infra-estrutura corporativa nas empresas, já que muitos especialistas em segurança vêm alertando para o perigo que esses equipamentos podem representar às redes corporativas.

Em junho do ano passado, por exemplo, o Gartner sugeriu aos executivos de TI que mantivessem os iPhones longe de suas redes, sob a alegação que os equipamentos não possuem firewall nem suporte a plataformas de e-mail como Microsoft Exchange e Lotus Notes.

Andrew Storms, diretor de operações de segurança da nCircle Network Security, expressou preocupação semelhante e disse que o iPhone não traz as ferramentas de gerenciamento de segurança necessárias para determinar quais equipamentos podem ou não se conectar à rede corporativa.

Outros, porém, argumentaram que as preocupações de segurança relacionadas ao iPhone são exageradas e que, de qualquer forma, os dispositivos de usuários domésticos volta e meia estão conectados a redes corporativas.

Fonte: Computerworld

Published January 27th, 2008

Nokia 7900 Crystal Prism, Um Celular 3G com Design Original

nokia7900prism.jpg

O Nokia[bb] 7900 Crystal Prism é um celular com um design muito original, todo preto com pormenores em roxo, e teclas triangulares que circulam um joystick inspirado em uma pedra preciosa. Ele é um celular 3G com 1 GB de cor interna, tela OLED, câmera de 2 megapixels.

Este modelo leva a assinatura da designer francesa Frédérique Daubal, e tem pormenores gravados a laser no case de alumínio. O usuário pode personalizar a cor entre 49 opções e pode abaixar outros papéis de parede no site da Nokia Prism Collection.

Leia o press release no site da Nokia.

Fonte: Ipjornal

Published January 27th, 2008

Demissões na Tellabs não afetam filial brasileira

Subsidiária deve crescer 40% este ano; oportunidades estão em 3G e metro ethernet

A subsidiária brasileira da Tellabs não deve sofrer os 225 cortes de postos que estão programados. A companhia anunciou o plano ontem, depois de divulgar que os resultados de 2007 fecharam em US$ 1,9 bilhão, 6% abaixo do que foi registrado em 2006.

Segundo Tarcísio Ribeiro, vice-presidente de vendas e diretor geral da empresa para América Latina e Caribe, ao faturamento na região foi 5% em 2007 em relação ao ano anterior e, este ano, deve chegar aos 30% este ano.

No Brasil, os negócios são ainda mais promissores. O executivo afirma que os negócios no País cresceram 21% em 2007, comparado com o ano anterior, e que a expectativa para este ano é de um aumento de 40%.

A principal aposta é na tecnologia 3G - a empresa já tem “mais de um contrato” assinado com operadoras para fornecer infra-estrutura - e metro ethernet. Ribeiro também vê oportunidades junto a grupos de operadoras que estão se consolidando. “As companhias que estão se fundindo têm redes muito diferentes e vemos aí a chance de oferecer serviços de redesenho destas redes”, comenta.

Outro assunto que tem sido discutido em relação à Tellabs no exterior é a possível aquisição da companhia. Na semana passada, algumas publicações online estrangeiras afirmaram que a Nokia Siemens e a Nortel estariam interessadas em comprar a Tellabs. “Trabalho aqui há sete anos e, durante todo esse período, ouço que vamos ser comprados”, rebate Ribeiro. “Temos condições de permanecer sozinhos”, garante.

Fonte: Itweb

Published January 27th, 2008

Títulos da Apple tocam em mínimos de cinco anos com previsões decepcionantes

As acções da gigante tecnológica norte-americana recuaram hoje para o nível mais baixo dos últimos cinco anos depois de os seus resultados terem ficado aquém do esperado pelos analistas, renovando os receios de que os consumidores estão a retrair-se no que diz respeito à compra de computadores Macintosh e dos leitores iPod.

Tiago Figueiredo Silva
O responsável máximo da Apple, Steve Jobs, desapontou os investidores ao falhar as projecções mais optimistas relativas às vendas do primeiro trimestre que deverão recuar 29% face aos 35% registados nos três meses anterior. As vendas do iPod ficaram ligeiramente inalteradas nos Estados Unidos, sinalizando que a procura por produtos electrónicos está a abrandar.
“Existe o medo que o abrandamento da procura por produtos de alta tecnologia tenha um forte impacto na Apple. As taxas de crescimento das vendas do iPode têm vindo a recuar ao longo dos últimos 10 trimestres e está a alarmar os investidores”, considerou Gene Munster, analista na Piper Jaffray & Co.
A Apple anunciou hoje que o seu resultado líquido totalizou os 1,58 mil milhões de dólares, ou 1,76 dólares por acção, no seu primeiro trimestre fiscal que terminou a 29 de Dezembro, traduzindo-se numa subida de 57% face aos mil milhões de dólares verificados um ano antes, mas abaixo das previsões mais optimistas de Wall Street.

Deste modo, as acções da Apple já recuaram hoje 13%, a maior queda desde Junho de 2002, e seguem agora a tombar 17,64 dólares para os 138 dólares.

Fonte: Diarioeconomico

Published January 27th, 2008

Em 2008, operadoras enfrentam mais competição e demanda por convergência

Na lista de prioridades levantadas pela Frost & Sullivan estão quadruple play, WiMax móvel, portabilidade numérica, desenvolvimento de redes 3G e IPTV.

A consolidação do mercado de telecomunicações em 2007 se materializou por dois caminhos diferentes na América Latina. Por um lado, a estabilidade política e econômica na região permitiu que as economias locais crescessem a taxas de 4% a 6%, atraindo ainda mais investimentos estrangeiros. Por outro lado, também em 2007 o setor testemunhou mudanças substanciais – as operadoras, principalmente as concessionárias locais, entenderam que não têm condições de manter suas operações dispersas entre três ou quatro modelos de negócios.

Assim, o que se pode esperar para este ano é que a implementação de novos produtos e tecnologias mude rapidamente o rumo do mercado, segundo pesquisa da Frost & Sullivan. O ano de 2008 surge como um ano repleto de desafios para os participantes do setor, cheio de novos aplicativos e melhores ofertas para os usuários finais.

Gina Sanchez, analista da Frost & Sullivan, preparou uma análise sobre este mercado. A lista de prioridades das operadoras para 2008 inclui quadruple play - oferta qu envolve banda larga, telefonia fixa, celular e TV paga -, WiMax móvel, portabilidade numérica, desenvolvimento de redes 3G e IPTV.

Confira abaixo o que vem por aí em 2008, em cada uma dessas áreas, segundo as previsões da analista.

Quadruple play
A consolidação do mercado na América Latina está configurando o cenário para um novo pacote de ofertas na região. Serviços de voz fixa, telefonia móvel, banda larga e TV por assinatura em um pacote independente são o próximo passo para as operadoras de telecomunicações.

Espera-se que as concessionárias atualizem suas diferentes unidades para oferecer o “quad-play” em 2008. A Telmex está adquirindo operadoras de TV a cabo na região e é provável que a empresa una esforços com a América Móvil no curto prazo para oferecer serviços móveis e fixos. No Brasil, a Telmex detém participação na NET Serviços, através da Embratel.

A Telefónica também está começando a oferecer “quadruple play” através de sua unidade móvel Movistar em alguns países da América Latina. Brasil, México e Chile devem ser os primeiros com uma oferta consolidada de “quadruple play” na região. No Brasil, ela já comprou a TVA, além de conquistar licença de TV via satélite, e controla 50% da Vivo.

WiMax Móvel
Empresas que estão investindo na versão fixa da tecnologia sem fio WiMax poderão migrar para a versão móvel ao longo de 2008. Para isso, porém, precisam ter contratado um provedor que ofereça infra-estrutura fixa com recursos de migração.

Considerando que muitas operadoras estão instalando tecnologia com este recurso, elas precisarão fazer mudanças topográficas importantes em suas redes. Se elas desejarem usar a mesma banda espectral, as operadoras terão de instalar novas estações radiobase para reduzir o tamanho da célula para o serviço móvel.

No Brasil, entretanto, o desafio será retomar o leilão de freqüências (que ainda previa a versão fixa), já que ele foi suspenso pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em setembro de 2006 e desde então não avançou.

Portabilidade numérica
A portabilidade numérica está atualmente em análise no México, República Dominicana e Chile. Espera-se que em 2008 ocorra a primeira experiência na região (depois de Porto Rico).

A Comisión Federal de Telecomunicaciones (Cofetel) do México foi a primeira agência reguladora da América Latina a discutir o assunto e anunciou que a portabilidade numérica se tornará realidade naquele país já no 1º trimestre de 2008.

Os usuários se beneficiarão diretamente desta determinação, já que poderão manter o número de sua linha telefônica mesmo que optem por outra operadora. Este benefício será mais expressivo no ambiente corporativo, de acordo com a Frost & Sullivan.

Indiretamente, os usuários também se beneficiarão pela maior concorrência entre os provedores de serviço, que precisarão encontrar estratégias mais agressivas para manter seus clientes.

O desafio para os países latino-americanos consiste nas questões regulatórias que precisam ser resolvidas para que a portabilidade numérica vire realidade – todas as atenções devem estar voltadas à experiência mexicana neste ano.

No Brasil, a Anatel já traçou o cronograma de implantação da portabilidade , tanto para a telefonia fixa como celular. O serviço começa a ser oferecido em agosto deste ano em algumas regiões e deverá chegar a todo o Brasil até março de 2009.

Redes 3G
A América Latina deve chegar a uma taxa de penetração móvel de 65% em 2008, com mais de 340 milhões de assinantes móveis. Com países como Argentina, Chile e Colômbia, onde esse índice chega a aproximadamente 80%, a região ocupa uma posição comparável a algumas das economias mais desenvolvidas, como Japão, Estados Unidos ou Europa Ocidental.

Entretanto, diz a Frost & Sullivan, o fato de o crescimento da penetração ser decorrente da inclusão dos segmentos da população com renda mais baixa significa que o receita média por usuário (ARPU) da região não ultrapassará a casa dos 15 dólares.

Em busca de estratégias que elevem o ARPU, as operadoras devem recorrer à implementação de serviços 3G na região. A tecnologia é vista como um caminho possível para receitas mais altas, e espera-se que várias operadoras móveis do Brasil, Chile, Colômbia, Peru e Venezuela lancem serviços 3G durante 2008.

Entretanto, as operadoras enfrentarão dois grandes desafios ao introduzir os serviços 3G: terão de garantir que têm um espectro suficiente para oferecer serviços de qualidade e precisarão se certificar que podem fornecer aparelhos compatíveis a preços acessíveis.

O leilão de freqüências no Brasil aconteceu entre os dias 18 e 20 de dezembro passado, mas operadoras como Claro e Telemig já lançaram serviços em faixas ociosas do espectro de 850 MHz.

IPTV
O IPTV é certamente um dos principais tópicos para 2008, não apenas porque é o ponto inicial para mudar os modelos de negócio das operadoras, mas também por causa do impacto que terá na infra-estrutura de rede na região.

Agora é o momento de os vídeos exercerem um importante papel na região da América Latina, começando em 2008 com o VoD (vídeo sob demanda). Apesar disso, 2008 não será ainda o ano de adoção massiva de serviços IPTV, segundo o instituto, uma vez que a região se dedicará mais a adaptar a infra-estrutura de rede às futuras necessidades e, em muitos casos, as operadoras terão de lidar com questões regulatórias para transmitir conteúdo.

Fonte: Computerworld

Published January 27th, 2008

WiMax “ataca” espectros de 3G

Fabricantes de produtos de rede têm vindo a desenvolver uma tecnologia WiMax capaz de tirar o WiMax dos limites do seu actual espectro e colocá-lo na principal banda 3G, a ser alocada durante este ano.O Fórum WiMax está a conceber um perfil para WiMax móvel que utiliza sinalização FDD (Frequency Division Duplex) “paralela” com canais separados para uplink e downlink. As empresas de telecomunicações e entidades reguladoras como a ITU preferem a FDD, e a maioria do espectro para redes 3G e 4G exigem esta tecnologia. O WiMax, porém, tem vindo a centrar-se em TDD (Time Division Duplex), no qual o uplink e o downlink estão no mesmo canal, apenas separados pelo tempo. No entanto, o canal neste caso tem bandas de espectro mais reduzidas. “O Fórum WiMax terá um perfil FDD para WiMax móvel em seis meses. Há um ano que têm vindo a ser desenvolvidos trabalhos nessa área”, afirma Paul Sénior, CTO do fabricante Airspan.

As operadores esperavam, na sequência da permissão da ITU para o WiMax, utilizar o espectro do IMT-2000 de 2,6Ghz, limitar a sua implementação a uma pequena parte desse espectro, designada para tecnologias TDD. No Reino Unido, a entidade reguladora Ofcom irá leiloar o espectro de 2,6Ghz este ano. O Fórum WiMax, aparentemente, está a fazer uma jogada estratégica, procurando obter a aprovação da ITU antes de anunciar um passo mais agressivo, como criar um perfil FDD. “O Fórum tem mantido o silêncio sobre o assunto porque aguarda a decisão do IMT-2000”, afirma Senior. “Provavelmente, se o Fórum tivesse tentado de início com um perfil FDD, não teria obtido resultados.”

As tecnologias TDD, tradicionalmente, dispõem de pouco espectro. Mas mesmo o pouco que têm não tem sido devidamente aproveitado – as versões TDD de redes 3G nunca passaram de meros projectos. Ao aprovar o WiMax, a ITU julga estar a confinar a tecnologia ao território TDD, mas o perfil FDD pode permitir o seu acesso a áreas do espectro mais alargadas. Mais do que isso, pode colocar o WiMax em concorrência com outras tecnologias 3G, como o HSPA ou o EVDO, por exemplo, no espectro de 2,5Ghz.

Fonte: Computerworld

Published January 27th, 2008

Analistas prevêem alta de 66% no lucro trimestral da Microsoft

A Microsoft espera anunciar um forte aumento no lucro trimestral na divulgação nesta quinta-feira (24/1) dos resultados financeiros do segundo trimestre fiscal de 2008. A projeção da empresa tem como base o aumento das vendas de computadores no período e que devem impulsionar as receitas do sistema operacional Windows e o pacote de programas de escritório Office.

O anúncio é um dos mais esperados pelos investidores de Wall Street, já que o resultado vai servir como balizador das perspectivas para o ano por se tratar da maior fabricante de software do mundo. Um forte ritmo de crescimento da empresa no trimestre, face à crescente preocupação com os rumos da economia dos Estados Unidos, pode significar uma mudança nas estimativas para o setor.

Os analistas prevêem que a Microsoft deve registrar um crescimento de 66% no lucro líquido no trimestre e alcançar US$ 4,35 bilhões, ou US$ 0,46 por ação, e um aumento de 27% nas receitas, totalizando US$ 15,93 bilhões. Essas taxas de crescimento, embora pareçam exageradas diante dos resultados obtidos pela Microsoft no mesmo período do exercício fiscal anterior, quando deixou de ganhar mais de US $ 1 bilhão em receita devido a atrasos na liberação do Windows Vista e do Office 2007, que chegou às lojas somente no início de 2007, levam em conta o crescimento exponencial na venda de PCs em quase todas as regiões do mundo durante o ano calendário de 2007.

O Windows, que equipa mais de 90% dos PCs em todo o mundo, foi o principal catalisador da Microsoft e respondeu por mais de 20% do crescimento da receita e do lucro da companhia no primeiro trimestre.

“Acreditamos que as fortes vendas de PCs, que se mantiveram no trimestre, devem contribuir para o bom desempenho do Windows e deve dar algum impulso aos resultados”, disse o analista Charles Di Bona, da Bernstein Research, em comunicado aos seus clientes.

Na semana passada, a Sprint Nextel anunciou que estava perdendo clientes de forma mais rápida do que o esperado, o que aumentou o receio do mercado de que os gastos com celulares e outros dispositivos móveis devem se retrair em toda a indústria. Intel também foi cautelosa quanto as perspectivas financeiras, em parte devido a preocupações com a possibilidade recessão da economia americana. Um bom resultado da Microsoft ajudaria a reverter essa percepção do mercado. Da Redação

Fonte: Tiinside

Published January 27th, 2008

Microsoft desbloqueia Vista para a virtualização

Para analistas, a decisão da companhia foi motivada pelo medo de perder espaço do sistema operacional para usuários de Mac.

A Microsoft anunciou nesta semana que mudou sua decisão de impedir que versões mais baratas do Windows Vista rodassem em máquinas virtuais, dobrando as opções para os usuários de Macintosh que rodam o sistema operacional da rival no Fusion, da VMWare, e no Parallels, da empresa homônima.

Tanto a versão Vista Home Basic quanto a Vista Home Premium já podem rodar em um ambiente virtualizado, de acordo com a Microsoft. Estas são as edições mais econômicas do sistema operacional disponível no varejo, vendidas a 199 dólares e 239 dólares (no mercado norte-americano), respectivamente. Até então, a Microsoft só permitia que o Vista Business (299 dólares) e o Vista Ultimate (399 dólares) fossem instalados em uma máquina virtual.

Em junho de 2007, a Microsoft esboçou tomar esta mesma decisão, mas não o fez e também não explicou porque mudou de idéia. Na ocasião, apenas divulgou um comunicado por meio de sua assessoria de imprensa: “A Microsoft reabilitou as regras de virtualização do Windows e decidiu que manteremos a política anunciada originalmente.”

Há sete meses, porém, alguns analistas sugeriram que a companhia tivesse voltado atrás por conta de alguns problemas com o software de gerenciamento de direitos autorais (DRM) do Vista.

A única mudança que a Microsoft precisava fazer era nos acordos de licenciamento para usuário final do Vista Home Basic e do Vista Home Premium. Nunca houve um obstáculo técnico para a virtualização, fosse no Mac ou em qualquer outra plataforma.

Os analistas aprovaram a decisão em todos os níveis. Foi uma decisão prática, disse Chris Swenson, analista do The NPD Group. “É cada vez mais difícil encontrar uma cópia do Windows XP no varejo. Então, os usuários de Mac que estão usando o Fusion ou o Parallels precisam realmente comprar o Vista”, explica. “E quando o assunto é o Vista, o Home Premium é o mais atraente”, completa.

Além disso, Swenson está convencido que o sucesso do Mac e dos aplicativos de virtualização da Parallels e da VMware foram fundamentais para a decisão da Microsoft. “Se você fosse a Microsoft e visse a migração para outra plataforma, seria natural facilitar o uso do Windows, ao invés de dificultá-lo. A empresa quer manter usuários do Windows, especialmente do Vista”, explica o analista.

Michael Gartenberg, analista da JupiterResearch LLC, engrossa o coro. “Embora a virtualização em desktops para usuários domésticos ainda não seja tão expressiva, ela certamente ganhará importância no futuro”, diz ele. “Parece que a Microsoft quer assegurar que, se existe um desejo do consumidor de usar o Windows, é preciso realizá-lo, independentemente da plataforma sobre a qual irá rodar.”

Para Paul DeGroot, analista de Microsoft da Directions, porém, vê um outro motivo para a decisão da companhia. “Parece que a Microsoft reconheceu que suas restrições relacionadas a máquinas virtuais terão pouco impacto para a concorrência, e provavelmente machucará a si própria e à sua fatia de mercado mais do que a qualquer um”, disse DeGroot.

“A Microsoft está realmente tentando mostrar que tem a mais completa oferta para virtualização. E fica difícil fazer isso se você continua impondo restrições e dando desculpas esfarrapadas, como “ninguém quer fazer isso, então estamos proibindo”, para explicar essas restrições.”

No passado, a Microsoft citou a falta de interesse em virtualização e os potenciais problemas de segurança para justificar o fato de não permitir que as versões Home Basic e Home Premium rodassem em VMs.

De acordo com Bem Rudolph, diretor de comunicações da Parallels, a mudança é uma vitória para a Microsoft, sua empresa e os usuários de Mac. “É um bom passo para a Microsoft porque representa uma boa forma para que seus usuários migrem para o Vista. O fato de não ter mais obstáculos para a virtualização pode atrair usuários. Para os clientes da Apple, a decisão é ainda melhor”, disse Rudolph. “É uma excelente maneira de alcançar aqueles outros 6% do mercado de desktops, e dá aos usuários outra motivação para lidar com o Windows.”

Embora nenhum representante da Microsoft tenha comentado a decisão, Rudolph deu seu palpite. “No ano passado, eles nos disseram que a decisão [de bloquear a virtualização] não era final, e eu acredito que tenham recebido retornos de clientes e parceiros sugerindo que repensassem a decisão.”

A Microsoft divulgou um suplemento para o acordo de licenciamento do usuário final que se aplica a quatro versões de varejo do Vista, liberando-as para a virtualização.

“Ao invés de usar o software diretamente no equipamento licenciado, você deve instalar e utilizar o software em apenas um sistema de hardware virtual (ou então em um emulado) desse equipamento licenciado”, explica o comunicado da Microsoft.

Fonte: Computerworld

Published January 26th, 2008

IP Tellfree chega a Camboriú

A telefonia IP da Tellfree está em funcionamento no Balneário Camboriú, após parceria entre empresários locais e a empresa.

“Estimamos um crescimento de, no mínimo, 100% nos primeiros seis meses de 2008”, afirma Leonardo Lain, representante da Tellfree em Balneário Camboriú.

Ligações a partir de telefones fixos para a cidade custam R$ 0,13 (treze centavos) o minuto e, entre telefones Tellfree, a ligação é gratuita.

A empresa possui a maior área de cobertura entre as operadoras de telefonia IP do Brasil, com 43 pontos de presença instalados, cobrindo um total de 197 cidades.

Fonte: Baguete

Published January 26th, 2008

Novell cresce 65% em Linux após acordo com MS

A informação foi dada por Tim Wolfe, presidente da Novell para as Américas, que está em visita ao Brasil. De acordo com o executivo, o crescimento da Novell foi mais de três vezes maior do que o do mercado de software livre, que evoluiu cerca de 20% no ano passado, segundo a IDC.

A área da Novell chamada de Open Plataform Solutions já representa 13% da receita mundial da empresa, cerca de 120 milhões de dólares no ano. Já o OES2, a evolução do sistema operacional NetWare, ainda é a maior fonte de ganhos da empresa com participação de 46%.

“Vamos ampliar o número de alianças com grandes empresas. Devemos anunciar uma ou duas parcerias globais em 2008”, afirma Wolfe. A Novell já mantém um relacionamento estreito com a alemã SAP.

No Brasil, a corporação acaba de fechar dois grandes contratos. No Bradesco, a Novell ficará responsável pelo sistema de gerenciamento de identidades. Já na Arcelor Mittal Tubarão, a companhia oferecerá um sistema de sincronização de informações dos funcionários entre os diferentes sistemas da siderúrgica. Entre os clientes de peso da corporação aparecem também Casas Bahia e Brasil Telecom.

De acordo com Sergio Toshio, diretor geral da Novell no Brasil, a operação da empresa no país tem apresentado crescimento nos últimos quatro anos. Para 2007, a empresa deve mudar a estratégia de vendas, concentrando-as em parceiros de negócios. “Queremos passar de 40% para 60% a parcela das vendas feitas de forma indireta”, afirma Toshio.

A estratégia segue a mudança que está ocorrendo globalmente na companhia, que deverá ampliar o número de distribuidores para facilitar o atendimento ao mercado de pequenas e médias empresas.

Bruno Ferrari, da INFO

Fonte: Info.abril

Published January 26th, 2008

ListaOnline lança ferramenta para anúncio via Internet

Informações exclusivas e detalhadas sobre produto ou serviço pesquisado é o principal diferencial para o usuário.

A principal ferramenta de pesquisa comercial e residencial está de cara nova. Agora a ListaOnline (www.listaonline.com.br), lança o Saiba Mais, uma nova ferramenta onde os usuários terão mais informações sobre as empresas e serviços anunciados por meio de links, que direcionam o internauta às páginas com conteúdo exclusivo. “O Saiba Mais inova no layout e na linguagem porque não se restringe ao padrão de texto para anúncios veiculados na Internet”, explica Luiz Marcelo Correia, gerente de Marketing Internet da Publicar do Brasil.

O Saiba Mais valoriza a exposição da empresa. O material fornecido pelos próprios anunciantes, preza pela qualidade visual, com ícones personalizados, textos curtos e precisos que facilitam a leitura e abrem espaço para a divulgação de vantagens e diferenciais do negócio no mercado, horários de funcionamento, cases de sucesso e até mesmo para fotos.

Para estreitar ainda mais a comunicação entre o usuário ListaOnline e seu cliente, também está disponível na página o serviço Ligue Grátis, um sistema que permite contatar a empresa desejada estabelecendo imediatamente uma ligação telefônica gratuita via tecnologia VOIP. Tudo isso para o conforto e praticidade do usuário e para a satisfação do anunciante.

Fonte: Revistafator

Published January 26th, 2008

Motorola lança gateway WiMAX

O fabricante aproveitou a Consumer Electronics Show (CES) para revelar uma série de produtos entre os quais uma gateway para comunicações em fios, capaz de funcionar na banda dos 2,5Ghz

A Motorola revelou na CES o seu mais recente equipamento WiMAX, a gateway CPEi 100. A gateway, porém, tem como alvo utilizadores empresariais que não dispõem de uma ligação de alta velocidade à Internet.

A CPEi 100 está em conformidade com o padrão 802.16e da IEEE, e envia e recebe dados na banda de 2,5 GHz, ligando-se a um computador através de uma porta Ethernet RJ-45. “Creio que será, inicialmente, um sucesso no mercado empresarial”, afirmou Ashish Dayama, gestor sénior de marketing global e soluções da Motorola, “por permitir aos utilizadores ligarem-se à Internet a partir de qualquer localização dentro do alcance da estação base do seu operador”.

“Os serviços WiMAX devem ser atractivos para os pequenos negócios”, considera Craig Mathias, director do Grupo Farpoint. “Não creio que as grandes empresas os vão adoptar para já, uma vez que terão de adquirir unidades de subscrição. Mas quando tiverem feito todas as avaliações, então certamente que irão considerar a tecnologia WiMAX também”. Mathias prevê ainda que outros fabricantes de equipamentos sem fios lancem em breve produtos similares ao CPEi 100. Mónica Paolini, presidente da Senza Fili ConsultingLLC, considera porém que para empresas, uma antena exterior é melhor do que um gateway interior. “Se for possível ter uma antena exterior, haverá ganhos no desempenho”, afirmou. “E o investimento inicial poderá fazer sentido para alguns negócios”. Paolini acrescenta, todavia, que o WiMAX deverá tornar-se popular em zonas sem cobertuda de cabo, fibra ou DSL.

A CPEi 100 faz parte da gama MOTOwi4 da Motorola. Esta gama de equipamentos tem sido utilizada pelo operador canadiano Primus Telecommunications Canada nas suas experiências com WiMAx em Toronto. A Primus e a sua subsidiária Mipps declararam porém ter encontrado algumas inconsistências no desempenho do equipamento sem fios.

 

Leitor de código de barras com VoIP

A Motorola anunciou também um dispositivo manual que combina VoIP, Wi-Fi e um leitor de códigos de barras. O CA50 tem como alvo o mercado de retalho e da saúde, e pode ser utilizado para verificar preços ou inventários em lojas, ou para pedir entregas de equipamento hospitais.
O CA50 pesa cerca de 105 gramas, sendo suficientemente pequeno e leve para poder ser transportado num bolso. Corre o sistema operativo móvel Windows CE 5.0, tem 64MB de memória RAM e 32MB de memória flash. A ligação sem fios é feita através de uma antena que permite ligar a redes 802.11a, b ou g. E a funcionalidade de VoIP sobre Wi-Fi permite a ligação a um computador, e chamadas podem ser redireccionadas para o CA50. O dispositivo irá estar disponível no mercado durante o presente trimestre.

Fonte: Computerworld

Published January 26th, 2008

Tendências de telecom na América Latina

O ano de 2007 foi excelente para o setor de telecomunicações na América Latina. A consolidação do mercado se materializou por dois caminhos diferentes. Por um lado, a estabilidade política e econômica na região permitiu que as economias locais crescessem a taxas de 4% a 6%, acrescentando muita atratividade aos investimentos estrangeiros. Por outro lado, 2007 testemunhou mudanças substanciais no cenário do mercado. As operadoras, principalmente as telcos locais, entenderam que não têm condições de manter suas operações dispersas entre três ou quatro modelos de negócios.

Para este ano, espera-se que a implementação de novos produtos e tecnologias mude rapidamente o rumo do mercado. O ano de 2008 surge, então, como um ano repleto de desafios para os participantes do setor, cheio de novos aplicativos e melhores ofertas para os usuários finais. A analista da Frost & Sullivan Gina Sanchez preparou uma análise sobre este mercado. A lista de prioridades para 2008 inclui “quadruple play”, Wi-MAX móvel, portabilidade de número, desenvolvimento de redes 3G e IPTV.

Quadruple play

A consolidação do mercado na América Latina está configurando o cenário para um novo pacote de ofertas na região. Serviços de voz fixa, telefonia móvel, banda larga e TV por assinatura num pacote independente são o próximo passo para as operadoras de telecomunicações. Espera-se que as incumbents alavanquem suas diferentes unidades para oferecer “quad-play” em 2008. A Telmex está adquirindo operadoras de TV a cabo na região e é provável que a empresa una esforços com a América Móvil a curto prazo para oferecer serviços móveis e fixos. A Telefónica também está começando a oferecer “quadruple play” através de sua unidade móvel Movistar em alguns países da América Latina. Brasil, México e Chile provavelmente serão os primeiros países com uma oferta consolidada de “quadruple play” na região.

Wi-MAX Móvel

Empresas que estão investindo na versão WiMAX fixo poderão migrar para a móvel ao longo de 2008, contanto que tenham contratado um provedor que tenha infra-estrutura fixa com recursos de migração. Considerando que muitas operadoras estão instalando tecnologia com este recurso, elas precisarão fazer mudanças topográficas importantes em suas redes. Se elas desejarem usar a mesma banda espectral, as operadoras terão que instalar novas estações-base para reduzir o tamanho da célula para o serviço móvel.

Portabilidade numérica

A portabilidade numérica está atualmente em análise no México, Brasil, República Dominicana e Chile. Espera-se que em 2008 ocorra a primeira experiência na região (depois de Porto Rico). A Comisión Federal de Telecomunicaciones (Cofetel) do México foi a primeira agência regulatória da América Latina a discutir o assunto e anunciou que a portabilidade numérica se tornará realidade naquele país durante o primeiro trimestre de 2008.

Os usuários se beneficiarão diretamente reduzindo o tempo gasto ao mudar seu número e comunicar a alteração ao seu círculo de contatos (isto é particularmente verdadeiro para empresas), e também indiretamente, pela maior concorrência entre os provedores de serviço, que precisarão encontrar estratégias mais agressivas para manter seus clientes. O desafio para os países latino-americanos consiste nas questões regulatórias que precisam ser resolvidas para que isso possa acontecer, razão pela qual todos os olhos estarão atentos na experiência mexicana neste ano.

Redes 3G

A América Latina atingirá uma penetração móvel de 65% em 2007 com um total de mais de 340 milhões de assinantes móveis. Com países como Argentina, Chile e Colômbia, com taxas de penetração de aproximadamente 80%, a região ocupa uma posição comparável com algumas das economias mais desenvolvidas como Japão, Estados Unidos ou Europa Ocidental. Entretanto, o fato de o crescimento da penetração ser decorrente da inclusão dos segmentos da população com renda mais baixa significa que o ARPU [Receita Média Por Usuário] da região não ultrapassa 15 dólares.

Sendo assim, as operadoras móveis estão desenvolvendo várias estratégias para aumentar o ARPU. A implementação de serviços 3G na região é vista como um caminho possível para receitas mais altas, e espera-se que várias operadoras móveis do Brasil, Chile, Colômbia, Peru e Venezuela lancem serviços 3G durante 2008. Entretanto, as operadoras terão que enfrentar dois grandes desafios ao introduzir os serviços 3G. Primeiro, terão que garantir que têm um espectro suficiente para oferecer serviços de qualidade, e segundo, precisarão se certificar que podem fornecer aparelhos compatíveis a preços razoáveis.

IPTV

O IPTV é certamente um dos principais tópicos para 2008, não apenas porque é o ponto inicial para mudar os modelos de negócio das portadoras, mas também por causa do impacto que terá na infra-estrutura de rede na região. O atendimento ao consumidor cresceu drasticamente nos últimos anos e novos serviços estão sempre gerando mais trânsito do que os antigos. Agora é o momento de os vídeos exercerem um importante papel na região da América Latina, começando em 2008 com o VoD. Embora 2008 não seja o ano de adoção massiva de serviços IPTV, uma vez que a região se dedicará mais a adaptar a infra-estrutura de rede às futuras necessidades e, em muitos casos, as operadoras terão que lidar com questões regulatórias para transmitir conteúdo. Espera-se que ocorram algumas iniciativas e o IPTV certamente começará a aparecer nas estratégias das operadoras.

Fonte: B2bmagazine

Published January 25th, 2008

Yahoo pode cortar mais de 2 mil funcionários em todo o mundo

Sem conseguir fazer frente ao rival Google no mercado de publicidade online e enfrentando a concorrência feroz de redes sociais como o MySpace e Facebook, o Yahoo deve anunciar nas próximas semanas a demissão de grande parte dos 14 mil funcionários que tem espalhados pelo mundo, num esforço para aumentar a sua rentabilidade, estancar a queda do preço de suas ações e reduzir o foco do portal na internet para um menor número de áreas cruciais.

O número total final de demissões ainda não determinado, mas é provável que seja anunciado no fim do mês, durante a conferência com analistas em 29 de janeiro, depois da divulgação dos resultados financeiros do quarto trimestre.

A empresa tem se recusado a comentar sobre qualquer plano de demissões. Em e-mail enviado ao jornal The New York Times, a porta-voz da empresa, Diana Wong, disse apenas que o “Yahoo tem planos de investir em algumas áreas, reduzir ênfase em outras e eliminar algumas áreas de negócio que não são compatíveis com as prioridades da empresa”. “O Yahoo continua a atrair e contratar talentos para criar valor no longo prazo para os acionistas”, diz ela no e-mail.

No fim de semana, alguns blogs disseram, no entanto, ter obtido a informação de fontes próximas à empresas de que os cortes devem ficar entre 10% e 20% do quadro total de funcionários. A empresa quer iniciar 2008 com o mesmo número de funcionários do início de 2007 e tentar recuperar rentabilidade frente ao Google, que hoje é dono de 32% da receita de publicidade na internet em nível mundial, ante os 20% que detém nesse mercado.

Segundo essas mesmas fontes, os executivos da empresa ainda estão tentando determinar exatamente em quais áreas serão feitos os cortes. Uma delas disse que um plano final, ou talvez alguns planos alternativos, seria apresentado ao conselho de administração em uma próxima reunião. E adiantou que o número final de demissões pode ser influenciado pelo desempenho do Yahoo no trimestre.

Para os analistas, as demissões podem ser parte da estratégia esboçada nos últimos meses por Jerry Yang, co-fundador da companhia, que foi reconduzido ao cargo de CEO em junho do ano passado, em meio à crescente insatisfação dos acionistas. Ele havia solicitado o prazo de 100 dias para a revisão estratégica, mas as grandes mudanças do quadro de dificuldades por que passa a empresa não têm sido nada animadoras.

Em outubro, após o vencimento do prazo, Yang disse que as modificações no Yahoo iriam incidir sobre três aspectos: tornar-se um “ponto de partida” para a maioria dos usuários da internet, estender suas ofertas publicitárias para sites na web e abrir a sua infra-estrutura tecnológica para programadores e editores. Mas agora, ao que tudo indica, deve lançar mão também dos cortes de funcionários.

No Brasil o grupo vem intensificando a presença no mercado da banda larga móvel, seguindo estratégia mundial. Para isso fechou parceria com a Claro e a Vivo para sistemas de busca e notícias pelo celular, com o propósito de aumentar receita na publicidade móvel. Da Redação

Fonte: Tiinside