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Archive for February 1st, 2008


Published February 1st, 2008

TIM faz acordo com o Google e se prepara para lançar 3G

Serviço - que facilita acesso à web pelo celular - será lançado este trimestre.

A TIM Brasil planeja lançar seu serviço de celular de terceira geração (3G) até o fim do trimestre. Segundo seu presidente, Mario Cesar Pereira de Araujo, o serviço - que facilita o acesso à internet de banda larga pelo celular - será oferecido em São Paulo, no Rio de Janeiro e em outras localidades. No fim do ano passado, a TIM pagou R$ 1,3 bilhão por licenças para operar nacionalmente o 3G, em um leilão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

link Informações complementares

“Não adianta botar banda larga na mão do cliente, se não houver conteúdo”, disse ontem Araujo, ao anunciar um acordo com o Google. Os clientes da TIM poderão acessar, a partir do portal da operadora no celular, o YouTube, serviço de vídeo via internet do gigante americano de buscas. Eles também poderão fazer um vídeo com o aparelho celular e transmiti-lo direto para o YouTube, sem ter que usar um computador.

O acordo não é exclusivo. Clientes de outras operadoras podem até mesmo digitar o endereço do YouTube no navegador de internet do aparelho de telefonia móvel e assistir aos vídeos. Segundo Marco Lopes, diretor de marketing da TIM, a vantagem para os clientes da operadora é a facilidade de já ter o YouTube integrado no portal para celulares da TIM. O acesso ao YouTube custará R$ 1,50, mais impostos, por megabyte. Lopes apontou que assistir a um minuto de vídeo sairá por cerca de R$ 0,90.

A parceria prevê que, depois do YouTube, serão oferecidos a busca do Google no celular e o Orkut via mensagens de texto. “A plataforma de celulares é cada vez mais importante”, afirmou Alexandre Hohagen, diretor-geral do Google no Brasil. “Principalmente aqui no Brasil, onde existem três usuários de celular para cada internauta.” O Google lançou mundialmente o YouTube Mobile na semana passada e, antes da TIM Brasil, só havia anunciado um acordo com a NTT DoCoMo, no Japão.

A TIM faz parte da Open Handset Alliance, grupo liderado pelo Google para levar aos celulares a mesma experiência de internet que existe nos computadores. Hohagen preferiu não comentar quais são os planos para o Android, software de celular criado pela aliança, no Brasil, mas acrescentou que vai levar para o celular outros serviços da empresa, como o Google Maps (mapas), o Gmail (correio) e o Picasa (fotos).

Araujo projetou que, este ano, o mercado de celulares deverá ter um desempenho pelo menos igual ao de 2007, com o impulso da 3G. A expansão do número de linhas móveis no ano passado foi a mais expressiva desde a instalação dos serviços no Brasil, em 1990. O movimento subiu 21,08%, para 120,980 milhões de acessos.

Fonte: Estadao

Published February 1st, 2008

Ações da Apple despencam e chegam a 130 dólares

Há um mês as notícias mostravam as ações da companhia batendo os 200 dólares. Mas desde lá as ações da companhia só caíram e hoje fecharam em 130 dólares.

Por Luiza Dalmazo

No dia 27 de dezembro de 2007, você leu aqui no COMPUTERWORLD que as ações da Apple tinha ultrapassado a barreira dos 200 dólares. Antes de que completasse um mês desse acontecimento, o cenário se inverteu e a cotação das ações da Apple despencaram nas últimas semanas, alcançando os 130 dólares.

Entre as causas da queda estão os já famosos rumores e ventos de recessão dos EUA e o baixo entusiasmo em relação aos novos produtos apresentados pela Apple em janeiro – é habitual que as ações subam logo depois das apresentações de produtos da empresa e que caiam na seqüência.

Além disso, há o fato de que o MacBook Air – a estrela dos lançamentos – estar voltado para um público elitizado e não ser tão adequado para triunfar em tempos de crise.

Independentemente das causas, os alarmes já foram sentidos em Cupertino. Steve Jobs já tratou de enviar uma mensagem a seus funcionários para tranqüilizar-los sobre a situação em que o CEO da Apple diz: “Continuo acreditando no que é fundamental: nossos destacados empregados, nossa clara e enfocada estratégia, nossos próximos produtos, nossas mais de 200 lojas, nossos 18 bilhões de dólares em caixa (…) e que isso servirá para os próximos meses e anos”.

Analistas da Morgan Stanley indicaram que, embora a desaceleração do crescimento do mercado do iPod suponha um cenário negativo para a Apple, não é um bom momento para “estar contra” a companhia. Os analistas apuraram que os investimentos em desenvolvimento e pesquisa da Apple tenha crescido 32% durante a última metade de 2007 e portanto é provável que a fabricante tenha “novos produtos sem fio e com caracterísitcas ainda desconhecidas prontas para serem lançadas ao mercado”.

O preço que estimam os investidores como objetivo é de 185 dólares, embora acreditem também que o valor possa cair até os 120 dólares se os produtos anunciados este mês não tenham a demanda esperada.

Fonte: Computerworld

Published February 1st, 2008

TV digital deve chegar ao Rio dentro de três meses

As empresas de televisão do Rio de Janeiro receberam hoje (29) a autorização do governo para operar com sinal digital. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, espera que as primeiras transmissões aconteçam a partir de abril, mas o prazo depende das próprias emissoras.

“Nós começamos em São Paulo no dia 2 de dezembro. O cronograma nos traz para o início da TV digital no Rio de Janeiro, com a assinatura das consignações para as emissoras. Nos próximos 90 dias nós devemos ter a cara da TV digital no Rio. Até o final do ano nós devemos estar com todas as capitais transmitindo digitalmente.”

De acordo com o ministro, o prazo para que todas as cidades do país recebam o sinal digital é 2016. Mas só terá acesso à transmissão quem tiver um televisor digital ou comprar um aparelho conversor para ser acoplado na TV antiga.

O ministro Hélio Costa afirmou que o preço do conversor - um equipamento parecido com o receptor de TV a cabo - deve custar cerca de R$ 200. “Nós devemos lançar, até o final de fevereiro, aqui no Rio de Janeiro, o conversor da TV digital a R$ 230, com todos os instrumentos capazes de pegar a imagem em alta definição, com o sistema operacional Ginga (desenvolvido no Brasil), o que vai permitir a interatividade.”

Em São Paulo, a primeira cidade brasileira a receber o sistema de TV digital em 2 de dezembro do ano passado, já existem cerca de 700 mil televisores aptos à nova tecnologia, segundo Hélio Costa. “Todos os televisores e conversores disponíveis no mercado para receber a televisão de alta definição foram vendidos e estão esgotados.”

O ministro disse que na capital paulista já é possível captar televisão no telefone celular, sem pagar nada por isso, embora lamente que só haja um modelo de aparelho no mercado brasileiro capacitado para isso.

Hélio Costa contou que no Japão, onde já existem mais de 4 milhões de celulares captando sinal de televisão, os horários de pico de audiência estão mudando, pois as pessoas começaram a assistir a programação televisiva durante o trajeto para o trabalho ou para casa e na hora do almoço, em vez de somente à noite, como é tradicional em quase todos os países do mundo.

Sobre a demora do Japão na instalação de uma fábrica de semicondutores, que faria parte da negociação que definiu pela utilização da tecnologia japonesa na televisão digital brasileira, Hélio Costa afirmou que isso nunca foi um condicionante, nem há obrigação daquele país.

“O fato é que tem que existir uma demanda de mercado brasileira e latino-americana para a instalação de uma fábrica de semicondutores. Não é apenas um desejo de governo que faz isso. Nós estamos provando para os japoneses que existe no Brasil esse mercado.”

O sinal digital melhora a imagem, que fica livre de fantasmas e chuviscos, e permite que a pessoa interaja com a programação, podendo saber mais informações sobre os programas e até mesmo fazer compras usando apenas o controle remoto.

Da Agência O Globo

Fonte: Pernambuco

Published February 1st, 2008

Consolidação do setor de telecom na AL deve gerar novo pacote de ofertas, diz estudo

A consolidação do mercado de telecomunicações na América Latina se materializou por dois caminhos diferentes em 2007. De um lado, a estabilidade política e econômica na região permitiu que as economias locais crescessem a taxas de 4% a 6%, acrescentando muita atratividade aos investimentos estrangeiros. Por outro lado, o ano testemunhou mudanças substanciais no cenário do mercado. As operadoras, principalmente as teles locais, entenderam que não têm condições de manter suas operações dispersas entre três ou quatro modelos de negócios.

A análise é da Frost & Sullivan, empresa de consultoria e pesquisa de mercado, que listou as prioridades para 2008. O estudo, coordenado pela analista Gina Sanchez, inclui entre elas o quadruple play, Wi-MAX móvel, portabilidade numérica, desenvolvimento de redes 3G e IPTV. Ela diz que se espera para o ano que a implementação de novos produtos e tecnologias mude rapidamente o rumo do mercado. “2008 surge, então, como um ano repleto de desafios para os participantes do setor, cheio de novos aplicativos e melhores ofertas para os usuários finais”, observa Gina.

De acordo com o estudo, a consolidação do mercado na América Latina está configurando o cenário para um novo pacote de ofertas na região. Serviços de voz fixa, telefonia móvel, banda larga e TV por assinatura num único pacote são o próximo passo das operadoras de telecomunicações. Espera-se que as incumbents alavanquem suas diferentes unidades para oferecer “quadruple play em 2008. A Telmex está adquirindo operadoras de TV a cabo na região e é provável que a empresa una esforços com a América Móvil no curto prazo para oferecer serviços móveis e fixos. A Telefónica também está começando a oferecer “quadruple play” através de sua unidade móvel Movistar em alguns países da América Latina. Brasil, México e Chile provavelmente serão os primeiros países com uma oferta consolidada de quadruple play na região.

As empresas que estão investindo na versão WiMAX fixo, conforme observa a Frost & Sullivan, poderão migrar para a móvel ao longo de 2008, contanto que tenham contratado um provedor que tenha infra-estrutura fixa com recursos de migração. Considerando que muitas operadoras estão instalando tecnologia com este recurso, elas precisarão fazer mudanças topográficas importantes em suas redes. Se elas desejarem usar a mesma banda espectral, as operadoras terão que instalar novas estações radiobase (ERBs) para reduzir o tamanho da célula para o serviço móvel.

Portabilidade numérica e 3G

A portabilidade numérica, que atualmente está em análise no México, Brasil, República Dominicana e Chile, deve ter a sua primeira implantação na região neste ano (depois de Porto Rico). A Comisión Federal de Telecomunicaciones (Cofetel) do México foi a primeira agência reguladora da América Latina a discutir o assunto e anunciou que a portabilidade numérica se tornará realidade naquele país ainda durante este trimestre.

Os usuários se beneficiarão diretamente reduzindo o tempo gasto ao mudar seu número e comunicar a alteração ao seu círculo de contatos (isto é particularmente verdadeiro para empresas), e também indiretamente, pela maior concorrência entre os provedores de serviço, que precisarão encontrar estratégias mais agressivas para manter seus clientes. O desafio para os países latino-americanos consiste nas questões regulatórias que precisam ser resolvidas para que isso possa acontecer, razão pela qual todos os olhos estarão atentos à experiência mexicana neste ano.

Ainda segundo o estudo, a América Latina atingirá uma penetração móvel de 65% em 2008 com um total de mais de 340 milhões de assinantes móveis. Com países como Argentina, Chile e Colômbia, com taxas de penetração de aproximadamente 80%, a região ocupa uma posição comparável com algumas das economias mais desenvolvidas como Japão, Estados Unidos ou Europa Ocidental. Entretanto, o fato de o crescimento da penetração ser decorrente da inclusão dos segmentos da população com renda mais baixa significa que a receita média por usuário (Arpu) da região não ultrapassará U$S 15.

Sendo assim, as operadoras móveis estão desenvolvendo várias estratégias para aumentar a Arpu. A implementação de serviços 3G na região é vista como um caminho possível para receitas mais altas, e espera-se que várias operadoras móveis do Brasil, Chile, Colômbia, Peru e Venezuela lancem serviços 3G durante 2008. Entretanto, as operadoras terão que enfrentar dois grandes desafios ao introduzir os serviços 3G. Primeiro, terão que garantir que têm um espectro suficiente para oferecer serviços de qualidade, e segundo, precisarão se certificar que podem fornecer aparelhos compatíveis a preços razoáveis.

O IPTV é certamente um dos principais tópicos para 2008, de acordo com a Fost & Sullivan. Isso, não apenas porque é o ponto inicial para mudar os modelos de negócio das portadoras, mas também por causa do impacto que terá na infra-estrutura de rede na região. O atendimento ao consumidor cresceu drasticamente nos últimos anos e novos serviços estão sempre gerando mais trânsito do que os antigos. Agora é o momento de os vídeos exercerem um importante papel na região da América Latina, começando neste ano com o vídeo sob demanda (VoD, na sigla em inglês).

Embora 2008 não seja o ano de adoção em massa de serviços IPTV, uma vez que a região se dedicará mais a adaptar a infra-estrutura de rede às futuras necessidades e, em muitos casos, as operadoras terão que lidar com questões regulatórias para transmitir conteúdo. Espera-se que ocorram algumas iniciativas e o IPTV certamente começará a aparecer nas estratégias das operadoras, finaliza a Frost & Sullivan.

Fonte: Tiinside

Published February 1st, 2008

TV digital atinge só 10 mil domicílios na Grande SP, informa Daniel Castro

Após quase dois meses desde sua estréia, a TV digital atingiu apenas 10 mil domicílios na Grande SP. A estimativa é dos próprios fabricantes e emissoras, segundo informa nesta terça-feira (29) a coluna Outro Canal, de Daniel Castro –conteúdo exclusivo para assinantes UOL ou Folha. De acordo com a coluna, fabricantes e radiodifusores esperam alavancar o novo sistema a partir de março. O início “micado” da TV digital já era aguardado por especialistas no segundo semestre do ano passado.

Segundo eles, o alto preço da caixinha conversora (set-top box) e a demora para ela chegar às prateleiras foram as culpadas. Um aparelho que já venha com conversor embutido pode custar R$ 15 mil.

Sem interatividade, cara e problemática, a TV digital debutou oficialmente no país em 2 de dezembro. A estréia aconteceu na Sala São Paulo (confira os bastidores da festa) e contou com a promessa de R$ 1 bilhão do governo para baratear os conversores.
Fonte: Folha

Published February 1st, 2008

Frost & Sullivan analisa a provável a fusão

São Paulo, 1º de fevereiro de 2008 - A principal fusão prevista para o mercado de telecomunicações provavelmente acontecerá ainda no primeiro semestre de 2008, ums vez que o governo está disposto a colaborar e, ao que parece, a união de duas das maiores operadoras de telefônia do país, Oi e Brasil Telecom, não deverá ser contestada pelos competidores. As operadoras rivais analisam maneiras de serem compensadas por esta mudança nas regras atuais.

A fusão das operadoras terá como resultado a companhia com maior capilaridade de rede do Brasil, além de um extenso backbone, o que permitirá à empresa não apenas um maior acesso ao usuário final mas também uma maior capacidade de transmissão. Além de já ser líder em suas áreas, a nova empresa se posicionará de forma importante em São Paulo, uma vez que ambas possuem operações de infra-estrutura na região através da Pégasus, Metrorede e Vant.

“O novo mapa de serviços de comunicação móvel, banda larga e serviços tradicionais de voz e de dados para as redes fixas impactará nos competidores e nos usuários, uma vez que todos sentirão o reflexo desta união”, analisa Francisco Molnar, consultor sênior da Frost & Sullivan.

No cenário de voz fixa tradicional, a nova empresa será uma competidora poderosa, liderando o mercado com mais de 21 milhões de assinantes e pressionará inicialmente os pequenos competidores (espelhos e operadoras de cabo com ofertas de voz). Embora a Telefônica também deva estar atenta a uma possível ameaça, isso só deverá ocorrer com a implementação da portabilidade numérica (prevista para o segundo semestre de 2008), levando ao aumento de competição o que poderá beneficiar o usuário final no médio prazo.

Já no mercado corporativo, a Oi, que notadamente tem se posicionado mais próximo ao usuário residencial, será beneficiada por muitos contratos da Brasil Telecom com o governo, concentrando na nova empresa cerca de 40% das receitas do segmento. Para os clientes corporativos esta fusão significará uma maior concentração do mercado, menor competição e consequentemente maiores preços e uma menor inovação de serviços.

A empresa também se tornará líder de mercado nos serviços de banda larga, atingindo cerca de 3 milhões de usuários fixos e, aliada a estratégia de implementação de 3G e WiMAX, será a única empresa com a mesma abrangência da Telmex (Net - residencial/cabo, Embratel - corporativo/WiMax e Claro - móvel/3G) para a cobertura destes serviços. Isso deverá forçar a Telefônica a acelerar uma estratégia com a Vivo (mesmo que uma união mais comercial do que de operacional).

Inovação

Serviços inovadores sobre banda larga ganharão escala. Hoje a Brasil Telecom já comercializa o VoD e uma maior pressão pelo IPTV ganhará espaço como estratégia de recuperar clientes da classe A e B, alguns dos quais migraram para a Net devido às ofertas de triple-play.

Outra estratégia inovadora deverá ser a convergência fixo-móvel , uma vez que a maior vantagem competitiva da empresa é o fato dela ser a única com operações em redes fixa e móvel (a Telefônica tem participação na Vivo, mas não comanda as operações da empresa).

Telefonia Móvel

O fato da Oi ter adquirido as licenças para operar em 3G em São Paulo, permitirá uma abrangência nacional. Contudo, a nova empresa teria somente 16,5% de marketing share e com cerca de 20,2 milhões de usuários, a nova empresa só deverá pôr em cheque as três grandes do setor: Vivo, Claro e TIM no médio prazo. Para isso, ela deverá se valer da portabilidade numérica para uma entrada mais agressiva e uma estratégia bem sucedida em 3G. 

Os usuários de telefonia móvel da Brasil Telecom seriam os mais beneficiados, pois a nova empresa ganharia em escala na negociação de handsets, que poderiam ser repassados sob forma de promoções e incentivos para aquisição e fidelização dos usuários. Além disso, a necessidade de uma proposta mais agressiva poderá definir pela continuidade da estratégia da Oi de comercialização de chips desbloqueados.

R20;A empresa ganharia ainda em sinergia nas ações de marketing e possivelmente se valeria do R20;brandR21; mais forte: OiR21;, conclui Andrés Sciarrotta, analista sênior para o mercado de telefonia móvel da Frost & Sullivan.

Sobre a Frost & Sullivan

A Frost & Sullivan, empresa de consultoria de crescimento, atua em parceria com seus clientes para acelerar seu crescimento. Os serviços de Growth Partnership, Growth Consulting e Career Best Practces da companhia incentivam os clientes a criarem uma cultura focada no crescimento que gera, avalia e e implementa estratégias de crescimento efetivas. A Frost & Sullivan tem mais de 45 anos de experiência e parceria com 1000 empresas globais, negócios emergentes e a comunidade de investimento, em mais de 30 escritórios nos seis continentes. Para mais informações, acesse www.frost.com

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