Universo TI - Informações sobre Redes, Wimax, TV Digital, Videoconferência, WebTV, Webrádio, e outras tecnologias


Archive for February 7th, 2008


Published February 7th, 2008

Expectativa com a chegada da 3G marca 2008

por Carlos Rocha*/ Especial para InformationWeek Brasil

Todas as operadoras, mesmo as que ainda não iniciaram operação nesta tecnologia já estão prontas para lançar a terceira geração

Todo mês de dezembro, o mercado e as pessoas se inflam de expectativas para a chegada de um próximo ano. Fechamento de números, especulações, previsões. Sim, eu sei que o calendário é apenas uma marcação no tempo e que nada vai mudar no dia 1º de janeiro de 2008, mas o ser humano tem uma grande necessidade de marcar o tempo, não somente por questões práticas, mas também psicológicas.

Pensando nisso, também tenho as minhas previsões e apostas para o ano que vem.  Acredito que, dentro do segmento de telecom, 2008 será o ano da 3G - terceira geração de celulares. Em 2007, muito se falou sobre o assunto. Os leilões das freqüências estão aí e temos até alguns lançamentos de operações de 3G, ainda que tenham sido feitas de uma forma bastante comedida mais para testar a tecnologia e o mercado. No entanto, todas as operadoras, mesmo as que ainda não iniciaram operação nesta tecnologia já estão prontas para lançar a terceira geração de telefonia móvel, esperando apenas a compra da licença e conseqüente autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para iniciar as ofertas.

A expectativa em cima da chegada da 3G ao Brasil, a meu ver, é porque ocorrerá uma universalização do acesso à internet que permitirá conexão em banda larga de uma forma que não conseguimos ter até o momento. A 3G será uma solução de oferta de banda larga e, conseqüentemente, de dados para a população de uma maneira geral, permitindo que um número muito maior de pessoas venham a ter conexão em alta velocidade à Rede Mundial a um custo muito menor do que com os meios atuais. Hoje, esta conexão está restrita às redes das empresas de telefonia fixa e das operadoras de TV a cabo. Depois da 3G,  a universalização do acesso poderá ser feita também pelas redes sem fio de larga capacidade, não se restringindo às redes de Wi-Fi existentes até agora.

Tudo isso faz muito sentido se pensarmos que hoje no Brasil existem mais de 114 milhões de telefones celulares ativos, com um crescimento acumulado no ano de 12%. No mesmo período, o número de telefones fixos em operação no País é de 39 milhões, praticamente o mesmo volume do fim de 2006, segundo dados da Anatel. Talvez seja esta a explicação de tamanha euforia ao redor da 3G. Usuários não faltarão, mesmo levando-se em conta que cerca de 80% destes consumidores são de pré-pagos. Esta tecnologia permitirá que as operadoras elaborem pacotes de produtos e serviços bem mais convergentes do que têm feito até então, permitindo um atendimento mais completo das necessidades dos seus clientes. Além disso, a competição com as fixas, por razões óbvias, tenderá a aumentar, e muito. Até então, a banda larga era um produto praticamente cativo das fixas quando comparado com as móveis. Daqui em diante, este cenário irá se alterar.

De maneira geral, eu acredito que a tendência é um aumento do portfólio de produtos convergentes por parte das operadoras. A idéia é ter um único provedor de serviços de telecomunicações e não mais a utilização de provedores divididos por região ou por tipo de serviços.

Portabilidade
O próximo ano será de muito trabalho de casa, já que a implementação deve estar pronta em março de 2009. No entanto, vai haver muito trabalho para adaptar sistemas e processos internos das operadoras à nova regulamentação e dos primeiros testes de mercado. Para os usuários, a portabilidade numérica será um grande benefício, pois eles passarão a ser donos de seu número e terão a possibilidade de escolher a prestadora do serviço sem as barreiras psicológicas existentes atualmente quanto à perda do número.

A portabilidade aquecerá o mercado de telecomunicações. As operadoras enfrentarão um grande desafio, pois terão de oferecer serviços mais sofisticados para reter seus usuários.  Um dos pontos a favor do Brasil ter demorado a permitir a portabilidade é que nos beneficiaremos de um acúmulo mundial de experiências sobre o tema, ou seja, poderemos aprender com os erros e acertos da implantação em diferentes locais. Hoje, a portabilidade numérica já existe em mais de 30 países ao redor do mundo, como Estados Unidos, Porto Rico e Hong Kong. Este último teve uma das iniciativas mais bem-sucedidas do ponto de vista do consumidor, já que existiu uma guerra de preços entre as operadoras e uma redução de até 70% das tarifas. Apesar da movimentação e preparo do mercado como um todo para o início da portabilidade, veremos os efeitos somente a partir de 2009.

Não acho que se vislumbre grandes movimentações para o próximo ano. A possível fusão da Brasil Telecom com a Oi não tem como ocorrer em curto prazo. Os próprios participantes do processo trabalham com um período de dois anos para isso efetivamente se concretizar.

Para finalizar, focando a área de TI no segmento em telecom, acredito que teremos algumas mudanças de comportamento com o passar do tempo. Por exemplo, o outsourcing do gerenciamento dos aplicativos será uma tendência. Este modelo de trabalho, que consiste na contratação de serviços para operar e manter os sistemas, sejam eles de suporte ou da atividade core, está mostrando uma tendência que vai se confirmar como um padrão de mercado. Antes contratados apenas por bancos, os serviços de outsourcing foram adotados entre as grandes empresas de manufatura, varejo e serviços. Neste modelo, as operadoras contratam serviço de manutenção dos sistemas atuais e, com o mesmo fornecedor, adquirem uma parte variável de serviços, no qual estão englobados novos projetos.

Este artigo faz parte de uma série especial, na qual especialistas em TI e telecom antecipam os principais acontecimentos do ano.

* Carlos Eduardo Rocha é diretor da área de comunicação e mídia da BearingPoint

Fonte: Itweb

Published February 7th, 2008

Fujitsu ingressa no mercado de WiMax

Empresa começa a vender em abril estações radiobase que vão de um raio de cobertura de quilômetros até dezenas de metros.

Por IDG News Service

A japonesa Fujitsu decidiu ingressar no mercado de banda larga sem fio pela tecnologia WiMax. A companhia anunciou a decisão nesta quarta-feira (06/02) com o lançamento da marca BroadOne de produtos e de três estações radiobase.

A empresa, que tem uma divisão de infra-estrutura de telecomunicações de tamanho considerável, também firmou uma aliança com a Airspan Networks para revenda em comum de produtos.

A primeira estação radiobase da Fujitsu que chegará ao mercado é a BroadOne WX300, que pode cobrir uma área de vários qulômetros de extensão e estará à venda em todo o mundo a partir de abril deste ano.

O equipamento pesa cerca de 20 quilos e será, segundo a Fujitsu, a menor estação radiobase disponível.

A unidade unidade que a empresa colocará no mercado, para uso em áreas rurais ou localidades com número reduzido de pessoas, terá cobertura de centenas de metros. A empresa ainda terá uma microcélula capaz de cobrir dezenas de metros de extensão, para uso em prédios e escritórios.

As estações radiobase da Fujitsu serão aptas para as freqüências 2,3 GHz e 2,5 GHz. A empresa vai divulgar as estações no Mobile World Congress, que acontece de 11 a 14 de fevereiro, em Barcelona (Espanha).

Fonte: Computerworld

Published February 7th, 2008

As cinco tecnologias mais inovadoras para 2008

por David Strom/ Information Week EUA

Segundo Information Week EUA, entre os destaques para este ano estão virtualização e vídeo corporativo

InformationWeek EUA apresenta sua lista anual das tecnologias mais importantes que deverão ganhar grande destaque na indústria, este ano. As escolhas incluem virtualização de servidores, vídeo corporativo e aplicativos de “presence-aware”.

Um novo ano sempre traz mudanças e novos desafios para os gerentes de TI, e 2008 não será exceção. Embora existam dezenas de tecnologias emergentes que têm o potencial de romper com os padrões atualmente estabelecidos, as cinco que apresentaram uma oportunidade significativa de levar a importantes implicações para as companhias, em 2008, são: virtualização, o papel da Apple e a administração de empresas de plataforma cruzada, centrais de dados gerenciadas, redes de vídeo sobre IP, e aplicações de “presence-aware”.

O que todas essas cinco tecnologias têm em comum é a capacidade de mudar o curso de seus planos de TI, redefinir sua infra-estrutura de rede, gerenciar seus desktops e alterar o modo como você desenvolve e implementa seus aplicativos.

Virtualização já!
Muitas coisas aconteceram no setor da virtualização, nos últimos 12 meses, e esta tecnologia continuará a aparecer nas manchetes em 2008. Embora o conceito geral não seja novo, ele está se expandindo praticamente para todos os mais diversos pontos do data center e está mostrando ser uma ferramenta muito útil para uma maior variedade de situações.

Dan Kusnetzky, analista e diretor no Kusnetzky Group, pesquisa vários tipos de tecnologias de virtualização e acompanha inúmeros fabricantes especializados que fornecem desktops virtuais que executam aplicativos virtuais a partir de sistemas de armazenamento virtuais em redes virtuais, e até mesmo utilizam segurança virtual. Ele observa uma maior atividade em todas essas áreas, com novos produtos, como o Fusion, da VMware, que permitem que as máquinas virtuais sejam executadas no Mac OS, assim como possibilitam que a virtualização seja integrada em algumas das mais novas distribuições do Linux e com processadores da Intel e da AMD. “Colocar toda essa “carga” de executar uma máquina virtual no hardware faz com que tudo possa ser executado muito mais rapidamente”, declarou Kusnetzky.

No ano passado, as companhias ofereceram aplicativos virtuais, ou a capacidade de “carregar” novos aplicativos por meio de uma rede, sem precisar primeiramente instalá-los no disco rígido de um usuário. Os produtos nesse setor, de companhias como Thinstall, Appstream, Altiris e Microsoft estão, cada vez mais, aperfeiçoando e acrescentando recursos.

Eles têm diversos aspectos a favor: primeiro, os aplicativos estão sempre sendo corrigidos e atualizados, de modo que as novas atualizações são triviais; e isto é particularmente atrativo para os aplicativos que podem expor uma empresa a problemas de segurança, como os navegadores na web e outras conexões a internet. Em segundo lugar, os usuários podem trabalhar a partir de qualquer computador conectado à internet. Por fim, à medida que uma empresa de TI desenvolve novos aplicativos internamente, eles podem ser implementados rapidamente com controles de acesso centralizado somente para aqueles usuários que precisam executá-los. A virtualização com base em servidores também está se aperfeiçoando, com versões nativas do Xensource, adquiridas em 2007 pela Citrix, e hipervisores VMware disponíveis para processadores de 64 bits.

E existe um conjunto cada vez maior de “imagens” pré-criadas, da Microsoft (que as chama de discos rígidos virtuais) e da VMware (que utiliza o termo dispositivos virtuais), que podem tornar a configuração de um novo sistema operacional de desktop mais fácil do que nunca.
Kusnetzky fala sobre novos desenvolvimentos na área de virtualização, que permitirão a um usuário inicializar uma máquina virtual no local, suspender suas operações e, então, continuar a trabalhar a partir de outro computador, exatamente no ponto em que o trabalho foi interrompido - de modo similar a como um laptop consegue “acordar” do modo sleep. “Isso significa que você pode ter um desktop virtual que está constantemente em execução e acessível a partir de qualquer local no mundo e, ainda assim, permanece completamente seguro”, ele esclarece.

Fonte: Itweb

Published February 7th, 2008

Avaya aperfeiçoa plataforma VoIP

A Avaya melhorou o seu dispositivo de telefonia por IP, de modo a oferecer melhor suporte ao Session Initiative Protocol – SIP, que permite disponibilizar mais funções de telefone e ainda instalações de VoIP mais eficientes, de acordo com o fabricante. As melhorias incluem a integração de uma nova versão de software em algumas plataformas de VoIP da Avaya, bem como um novo telefone e um portal de média.

Um dos elementos centrais das melhorias é o Communications Manager 5.0, preparado para o protocolo SIP, permitindo eliminar a necessidade de instalação de um servidor SIP à parte, bem como redireccionar o tráfego multimédia quando a rede está congestionada, de acordo com o fabricante.

O novo portal de media G450 foi concebido para estender as capacidades do Communications Manager a filiais das empresas e dispõe de processadores de dois núcleos.

A Avaya afirma ter adicionado o SIP à sua solução Vídeo Telephony, de modo a permitir que os utilizadores criem chamadas de vídeo tão facilmente como fazem chamadas de telefone. O Call Center 5.0 da Avaya conta também com funcionalidades SIP, que permitem aos colaboradores perceberem quais os especialistas disponíveis para dar a melhor resposta aos clientes. O novo telefone da Avaya, o Agent Deskphone 16CC, consegue receber mensagens SIP directamente, sem que para isso seja necessário, a intervenção dos servidores de chamadas para completar a ligação.

Os telefones podem ser movidos e manterão a ligação à infra-estrutura de contact center através de VPN, facilitando o tele-trabalho. A Avaya também apresentou uma nova versão do software Proactive Contact, a qual permite aos supervisores dos contact centers fazer listas dos clientes a contactar, facilitando o trabalho dos administradores. O novo software encripta todos os dados transmitidos pelos PC’s dos colaboradores.

Fonte: Computerworld

Published February 7th, 2008

LiMo prepara lançamento de plataforma Linux para telefonia

Primeira versão do software de plataforma aberta para telefones móveis deve ser lançada em março deste ano. Na próxima semana sai a versão beta dos APIs.

Por IDG News Service

A LiMo Foundation planeja lançar em março a primeira versão de sua plataforma de software Linux para telefones móveis, com aparelhos rodando o software logo em seguida. O objetivo da LiMo é oferecer aos fabricantes de aparelhos uma plataforma aberta e independente de hardware que ofereça um ambiente seguro para o download de aplicativos.

Para Morgan Gillis, diretor executivo da LiMo Foundation, “publicar o código em tempo é uma coisa, mas colocar os aparelhos em funcionamento nas mãos dos consumidores é um ponto importante a provar. Isso vai acontecer muito em breve”.

Na segunda-feira (11/02), a fundação vai publicar uma versão beta das APIs (application programming interfaces), permitindo que os desenvolvedores comecem a escrever aplicativos. O executivo explicou que as APIs ainda estão em versão beta porque o software ainda não está completo e pode mudar até seu lançamento.

A LiMo Foundation está mantendo seu foco no middleware para telefones, permitindo que os fabricantes e as operadoras possam escolher sua própria interface e aplicativos de conteúdo. “Esta liberdade é importante, porque o custo de desenvolvimento do primeiro telefone sobre a plataforma pode ser maior que meio bilhão de dólares”, disse Gillis.

O executivo afirmou que os fabricantes de telefones podem estar receosos de se comprometer com um novo sistema operacional que os obrigue a usar interfaces ou aplicativos de conteúdo de outros fornecedores. “Por isso o Windows Mobile e a Series 60 não ganharam muito espaço. Os fornecedores não se sentem confortáveis”, explicou.

A LiMo enfrenta a competição de outra plataforma aberta, a Android, suportada pelo Google e pela Open Handset Alliance. Para Gillis, a ligação entre o Androide e o conteúdo do Google são outro exemplo de sistema operacional que pode não dar certo.

Embora o código da LiMo não esteja pronto, boa parte dele já vem sendo testada em aparelhos vendidos ou distribuídos por seus membros fundadores, como Motorola, NEC, NTT DoCoMo, Panasonic, Samsung Electronics e Vodafone. A nova plataforma deve ganhar novos elementos, principalmente em seu modelo de segurança. “Segurança nos aparelhos é uma área que tem que ser resolvida rapidamente”, disse Gillis.

O fato de a plataforma da LiMo ser aberta não obriga que os aparelhos também o sejam. O código inclui suporte para assinatura de aplicativos, permitindo aos desenvolvedores de aparelhos ou operadoras bloquearem a execução de downloads não permitidos.

“As regras usadas para a assinatura de aplicativos são geralmente determinadas pela operadora”, explica Gillis. No entanto, ele lembra que algumas estão adotando procedimentos mais flexíveis em favor de uma abordagem mais aberta.

Fonte: Computerworld

Published February 7th, 2008

Chipset X48, da Intel, chega em março

De acordo com o site de notícias taiwanês Digitimes, a Intel justificou o atraso devido ao grande volume de chipsets da família X38 que a empresa ainda mantém em estoque.

Alguns fabricantes, como Gigabyte e Micro-Star International (MSI), já anunciaram modelos de placa-mãe preparados para os chipsets X48. A Asus mostrou nesta quarta-feira (6) a P5E3 Premium WiFi-AP @n, primeiro modelo da marca com o novo chipset.

Entre as novidades do X48 está o suporte ao poderoso processador Core 2 Extreme QX9770, da Intel. A nova família também tem capacidade de receber pentes de memória DDR3 de 2000 MHz de duplo canal e traz Wi-Fi 802.11n integrado.

Bruno Ferrari, da INFO

Fonte: Info

Published February 7th, 2008

Apple apresenta novos modelos do iPod e do iPhone

NOVA YORK (Reuters) - A Apple apresentou nesta terça-feira novos modelos de seu popular computador portátil iPod Touch e do iPhone com o dobro da memória disponível em comparação com as versões anteriores.

A Apple, que em janeiro informou ter vendido mais de 4 milhões de iPhones desde seu lançamento, em junho, afirmou que o aparelho agora terá capacidade de 16 gigabytes de memória.

O iPod Touch, um dispositivo com tela sensível ao toque e rede sem fio capaz de reproduzir vídeos e músicas, ganha um modelo de 32 gigabytes. Ambos os aparelhos serão vendido a 499 dólares nos Estados Unidos, segundo a empresa.

A companhia continuará a vender seu modelo de iPhone com 8 gigabytes de memória por 399 dólares, e versões com menos capacidade de armazenamento do iPod Touch, de 16 e 8 gigabytes, por 399 e 299 dólares, respectivamente.

Os modelos atualizados chegam após forte queda nas ações da Apple, devido a temores de que uma recessão nos Estados Unidos possa desmotivar os consumidores a comprar iPods e iPhones. Os papéis da empresa já desvalorizaram mais de 33 por cento este ano.

(Reportagem de Franklin Paul)

Fonte: Br.reuters