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Archive for March 5th, 2008


Published March 5th, 2008

Microsoft abre parte de seus programas em mudança de estratégia

Por Daisuke Wakabayashi

REDMOND, Estados Unidos (Reuters) - A Microsoft, que está enfrentando as autoridades regulatórias européias e clientes em dificuldades com sistemas complexos, anunciou na quinta-feira que divulgará informações críticas para permitir que programas rivais funcionem melhor com o Windows, Office e outros softwares importantes que vende.

A maior produtora mundial de software vai liberar o acesso às informações que guiam a conexão de seus softwares com outros programas, chamadas de APIs e que são consideradas como vantagem inerente da empresa por autoridades antitruste que investigam as práticas comerciais da companhia.

A nova estratégia da Microsoft é vista como maneira de evitar futuras batalhas com as autoridades regulatórias da Europa, Ásia e Estados Unidos, que há muito vêm acusando a empresa de utilizar sua posição dominante a fim de ingressar em novos setores de negócios e forçar a saída de concorrentes.

A Microsoft afirma ter publicado 30 mil páginas de documentação sobre o Windows que anteriormente só estavam disponíveis para quem obtivesse uma licença de utilização de segredos comerciais. A companhia também prometeu licenciar patentes cobrando taxas de royalties moderadas e sem discriminação.

A empresa acrescentou que adotará outras medidas, de maneira a atender a todas as exigências das autoridades regulatórias européias. Apesar disso, a Comissão Européia declarou que as medidas anunciadas na quinta-feira não resolvem uma questão crucial sobre a maneira pela qual os produtos da Microsoft se interligam, e afirmou que a empresa já havia feito promessas semelhantes no passado.

MICROSOFT MAIS PRÓXIMA DE SISTEMAS ABERTOS

As decisões da Microsoft aproximam a empresa da tendência de desenvolvimento de software que está tomando impulso na Internet e se baseia em criar novos programas utilizando partes de aplicativos existentes. Companhias de Internet como o Google e o Facebook adotam esses sistemas abertos e o mesmo se aplica ao software desenvolvido cooperativamente, como o Linux.

A Microsoft afirmou que os clientes desejam que todos os sistemas de computação sejam capazes de operar uns com os outros, independente se são executados sobre Windows ou Linux. Os clientes também querem transmitir e compartilhar informações e dados facilmente entre diferentes sistemas.

O presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, que definiu o impacto financeiro das medidas adotadas quinta-feira como “relativamente mínimo”, reconheceu que a Microsoft pode perder algum mercado como resultado dessas políticas, mas disse que aquilo que é bom para os consumidores em última análise será bom para a companhia.

“O sucesso da Microsoft em longo prazo depende de nossa capacidade de oferecer uma plataforma de software e serviços aberta e flexível, e de propiciar liberdade de escolha aos nossos clientes”, disse ele.

A Microsoft foi criticada por excluir concorrentes ao incorporar de maneira muito estreita ao Windows componentes como seu player de mídia. A empresa também foi acusada de manter em segredo detalhes sobre produtos que criadores rivais de software precisam para garantir operação correta de seus produtos com o Windows e outros produtos da gigante.

Em um exemplo citado pela Microsoft, agora se tornará mais fácil para criadores externos de software desenvolverem um aplicativo de email para concorrer com o Office Outlook, porque eles dispõem das mesmas informações que os engenheiros da Microsoft sobre como se conectar ao servidor Microsoft Exchange.

EUROPA QUER MAIS

Em setembro, um tribunal da União Européia manteve uma decisão história que determinou que a Microsoft abusou de sua posição dominante no mercado de sistemas operacionais.

O tribunal aprovou as sanções da União Européia contra a Microsoft por integrar aplicativos e se recusar a fornecer a produtores de software servidor informações que permitiriam que seus produtos trabalhassem facilmente com o Windows.

As autoridades regulatórias européias dizem que o anúncio da Microsoft na quinta-feira se assemelha a promessas que a empresa fez no passado. A Microsoft afirmou que se trata de um avanço significativo e informou que já tinha publicado documentação importante em seu site.

“O anúncio não se relaciona à questão da Microsoft ter ou não seguido as regras antitruste da União Européia nessa área, no passado”, afirmou a União na quinta-feira.

Em janeiro, a Comissão Européia lançou nova investigação antitruste sobre a empresa, para determinar se ela violou as normas de defesa da competição para ajudar na disseminação entre os usuários de seu browser e seus produtos Office e Outlook.

(Reportagem adicional de Duncan Martell em San Francisco e Peter Henderson em Los Angeles)

Fonte: Br.reuters

Published March 5th, 2008

Claro lança Vídeo Chamada Web no Paraná

A Claro traz para a Vídeo Chamada Web, um conceito inovador que permite ao usuário da operadora e também aos internautas brasileiros mais interatividade entre os interlocutores, possibilitando comunicar-se e ver o outro em tempo real. A videochamada pela web é mais um passo para a consolidação da convergência entre celular e Internet.

A Claro, que foi pioneira em lançar a videochamada para celulares 3G em novembro do ano passado  em algumas das principais cidades brasileiras, agora amplia o serviço e oferece a Vídeo Chamada Web para todos os clientes Claro Conta 3G e Claro Conta GSM, com ou sem telefone compatível, que poderão originar e receber videochamadas através da Web. A operadora também disponibiliza o recebimento de videochamada pela web por Claro Cartão ou Claro Controle. E, melhor ainda, a Claro vai possibilitar que todo usuário de Internet, não cliente da Claro, possa receber videochamadas pela web.

“A terceira geração nos possibilita buscar serviços cada vez mais inovadores e é isso que queremos oferecer aos nossos assinantes. Com a Vídeo Chamada Web ampliamos a capacidade de interação entre celular e Internet”, afirma Alexandre Olivari, gerente de Serviços de Valor Agregado da Claro.

Para utilizar a Vídeo Chamada Web, é necessário que o usuário faça um cadastro no serviço acessando o portal Claro Idéias (www.claroideias.com.br). Ao acessar a página “Claro Vídeos”, deve-se clicar em “Vídeo Chamada 3G”. Após o cadastro, o usuário deve informar o número de seu celular Claro e aceitar o termo de uso. Em seguida, receberá um Torpedo com seu número de usuário (*345 xx xxxx xxxx) e senha para utilização do serviço. Com o login, o cliente pode divulgar a informação aos seus amigos e receber chamadas pela web. Os não-clientes da operadora devem cadastrar-se no link indicado e, em seguida, receberão um e-mail com o número de usuário, uma senha temporária e um outro link para finalizar o cadastro. Após essas etapas, basta seguir as instruções para iniciar o uso do serviço. Em caso de dúvidas, o usuário poderá encontrar um documento completo no site Claro Idéias.

Para fazer uma Vídeo Chamada Web, basta digitar o número de telefone de um cliente Claro pós-pago 3G no campo indicado e clicar no botão de discagem ou também acionando a agenda do serviço para fazer a chamada. O valor cobrado da videochamada será de R$ 0,60 por minuto. Os pacotes com franquias para videochamada podem ser adquiridos em qualquer plano Claro Conta Estilo ou em Reais, desde que em conjunto com os pacotes de serviços de 10, 40, 100, 500 e 2.000 Mb, com 10, 40, 100, 500 e 2.000 minutos inclusos, respectivamente. Ou também por meio dos novos planos 3G: 80, 120, 240, 600 e 900, respectivamente com 10, 20, 40, 100 e 150 minutos de videochamada inclusos.

Para usufruir do serviço Vídeo Chamada Web é necessário um computador com câmera web acoplada e microfone, além de conexão banda larga à Internet com velocidade igual ou superior a 128 Kbps.

3G – Um novo modelo de negócios

A Claro foi a primeira operadora de atuação nacional a lançar a rede de Terceira Geração. A nova rede da Claro – que permite acesso aos serviços de conexão de banda larga móvel em alta velocidade para celular e Internet, além de Vídeo Chamada 3G – está disponível, desde novembro do ano passado na Grande Porto Alegre. Cerca de 33 milhões de pessoas em 40 municípios de todo o Distrito Federal e regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife (PE), Fortaleza (CE) e Porto Alegre (RS) contam com mais velocidade e qualidade para os seus serviços atuais, como o Idéias TV, o Claro VídeoMaker, o Idéias Music Store, Jogos e Vídeo Downloads.

Sobre o Claro Idéias

O Claro Idéias é um conceito inovador de serviços de telefonia móvel voltado especialmente para o público jovem.  A iniciativa inclui serviços, interatividade, relacionamento, conteúdo exclusivo, mídia e eventos para os clientes da operadora. O Claro Idéias engloba todos os serviços da Claro, como vídeos, músicas completas, hits, jogos download, foto, torpedo, imagens e notícias. Além disso, oferece de forma conjunta conteúdo inovador e constantemente atualizado, com foco em quatro grandes temas - Música, Cinema, Jogos e o Cliente Claro como gerador de conteúdos, por meio dos serviços VideoMaker, Demo Hits e Toque de Arte. No caso do Claro VideoMaker, a Claro foi a primeira operadora da América Latina a remunerar clientes por vídeos produzidos.

Em novembro de 2007, a Claro iniciou suas operações com os serviços de terceira geração (3G), disponíveis em 40 cidades do país – Distrito Federal e regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza e Porto Alegre. Além da banda larga móvel, usuários da operadora têm acesso ao serviço de videochamada (transmissão simultânea de áudio e vídeo em tempo real) e agora também contam com mais tecnologia e novos recursos nos serviços do Claro Idéias 3G (Idéias TV, Claro VideoMaker, Idéias Music Store, Jogos e Vídeos Download). Com os celulares de terceira geração, os clientes têm muito mais velocidade para baixar arquivos, vídeos com mais qualidade, músicas, jogos, sons e imagens do maior e mais diversificado portal de conteúdo móvel do país. A navegação WAP também é mais rápida.

Acesse: www.claroideias.com.br.

Fonte: Paranashop

Published March 5th, 2008

CTBC vê seu lucro líquido crescer 41,6%

A CTBC, empresa de telecomunicações do grupo Algar, registrou lucro líquido de R$ 25,2 milhões em 2007, um aumento de 41,6% em relação ao ano anterior. A receita bruta da companhia passou de R$ 1,448 bilhão, em 2006, para R$ 1,512 bilhão em 2007, um crescimento de 4,5%.

O Ebitda de 2007, retirando os fatores pontuais não recorrentes, foi de R$ 323,4 milhões, 3,1% maior que o de 2006, o que, com a redução de 13,1% nas despesas financeiras líquidas, propiciou um aumento do lucro.

O investimento total que a CTBC realizou em todas as suas áreas de negócio (Capex), em 2007, foi de R$ 159,9 milhões, 27,3% a mais que em 2006. Deste total, 21% foram destinados à implantação de sua rede NGN, 17% à área de expansão e 11% à banda larga. As informações são do relatório de administração da empresa, que apresenta as demonstrações financeiras consolidadas da companhia de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2007.

Segundo Marcos Bicalho, diretor de relações com investidores da CTBC, os bons resultados da empresa podem ser atribuídos à expansão de serviços da companhia fora de sua área de concessão e à capacidade da organização de substituir as tradicionais receitas de telecomunicações, em declínio em todo o setor mundialmente, por novas receitas, propiciando a manutenção do faturamento da telefonia fixa e o aumento do faturamento de outros negócios (telefonia celular, e comunicação multimídia).

Na sua área de concessão, a companhia está presente em 304 localidades, distribuídas por 87 municípios de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul, atendendo cerca de 2,6 milhões de habitantes. Na área de expansão, onde atua desde 2003, a empresa oferece serviços convergentes para as regiões de Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Goiânia, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro e São Paulo. No total, a CTBC fechou 2007 com 1,202 milhão de clientes em telefonia fixa, celular e banda larga, um aumento de 4% em relação ao ano anterior.

Só em telefonia fixa, a base de clientes apresentou aumento de 0,8%, enquanto o setor sofreu redução de 0,5%. Isso porque, no final de 2007, 31% da base de telefonia fixa da CTBC era composta por planos pré-pagos. Parte importante do foco estratégico da empresa, o setor de telefonia celular aumentou sua carteira de clientes pós-pagos, que passou de, 116 mil, em 2006, para 127 mil no ano seguinte.

“Esse número representa a maior percentual base da indústria brasileira de Telecom (35%) e faz da CTBC referencial de mercado no indicador ARPU (receita média por usuário), que encerrou o quarto trimestre de 2007 em R$ 63,00”, afirma Bicalho. Houve, também, crescimento em 40% do número de acessos à internet banda larga, com adição de 53 mil novos clientes neste último ano.

Em 2007, a CTBC redefiniu sua missão e resgatou em sua história o conceito “gente servindo gente”, que sempre permeou os negócios não só da CTBC, mas de todo Grupo Algar. Neste sentido, iniciou um importante processo de reorganização das áreas internas para garantir um atendimento ainda mais preciso, personalizado e ágil a seus clientes.

Logo no início do ano, a empresa colocou em prática seu programa chamado “i.você”, que prevê, para os próximos anos, a migração de todas as redes para uma rede sobre o protocolo IP, ou de próxima geração (NGN). Para essa iniciativa, foram destinados, em 2007, 21% dos investimentos totais da companhia.

Em junho, passou a ter uma relação mais estreita e transparente com o mercado, principalmente após a realização de sua primeira emissão pública de debêntures, sob as regras da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Em dezembro, a empresa adquiriu o direito de oferecer serviços com a tecnologia 3G na freqüência 2.100 MHz para toda sua área de concessão, onde já opera com tecnologia GSM e possuía licença 3G na freqüência 850 MHz, onde poderá ofertar produtos de terceira geração.

“Com essa autorização, a CTBC passará a oferecer a seus clientes facilidades como a utilização de aparelhos móveis para acessar a internet banda larga, com transmissão e recebimento de dados, vídeos, imagens e músicas”, completa Bicalho.

Para 2008 e próximos anos, as apostas de investimentos e crescimento estão no avanço da tecnologia IP e na rede NGN. No segmento de telefonia celular, as operações com a tecnologia 3G serão o principal foco da companhia.

Na área de expansão, a empresa reforçará sua atuação junto às pequenas e médias empresas, oferecendo soluções integradas para o ambiente corporativo. Já na área de concessão, a CTBC pretende manter sua estratégia na fidelização dos clientes, com relacionamento e oferta de melhores pacotes de soluções convergentes aos seus usuários.

Fonte: B2bmagazine

Published March 5th, 2008

Siemens simplifica Comunicações Unificadas

A Siemens espera tornar as comunicações unificadas (UC) menos complexas e mais fáceis de implementar com o OpenScape Unified Communications Server.

O conceito de UC, baseado na combinação de voz, instant messaging (IM) e video numa única plataforma, já existe há algum tempo, mas poucas empresas o utilizam. Gerhard Otterback, CMO da Siemens Enterprise Communications, crê que a culpa para esta situação reside nos fabricantes. “Implementar soluções de UC tem-se revelado uma tarefa bastante complexa, com demasiado trabalho envolvido para ser uma tarefa prática”, afirma Otterbach. A Siemens tenciona mudar isso com o OpenSpace Unified Communications Server, uma plataforma de software baseada em padrões abertos como Session Initiation Protocol (SIP), com uma única oferta de gestão.

O OpenScape UC Server terá três versões distintas A Médium Edition dispõe de funcionalidades de UC para até 1000 utilizadores num único servidor. A Large Edition tem capacidade para 100.000 utilizadores, com funcionalidades completas de UC para 20.000. A terceira versão está desenhada para soluções alojadas. Mas o OpenScape UC Server é apenas uma plataforma – sobre ela correrão várias aplicações. A mais óbvia é voz, que para Otterbach ainda é de grande importância. Mas IM e mobilidade não deverão ser excluídas.

Na Cebit, a Siemens introduziu o OpenScape Vídeo, um sistema de conferência de vídeo e voz que pode ser utilizado numa sala de reuniões num computador de secretária. Baseia-se em SIP e suporta vídeo de alta definição. As soluções OpenScape UC Server e Vídeo deverão estar disponíveis em finais de Abril.

Fonte: Computerworld

Published March 5th, 2008

Acordo pode baratear preço do conversor de TV digital, diz executivo

Para diretor da Sun, abertura de códigos de interatividade fará cair custo do aparelho.
Segundo ele, Brasil é o primeiro país a adotar a medida.

Um acordo fechado pela Sun Microsystems com o Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD) permitirá a redução nos custos dos aparelhos conversores, afirmou afirmou à agência Reuters o diretor sênior de vendas governamentais nas Américas da Sun, Luiz Maluf. Hoje, tais aparelhos custam até R$ 1.000.

O acordo acertado esta semana tornará aberto os códigos do módulo de interatividade que está sendo desenvolvido para o sistema de TV Digital brasileiro. Isso permitirá que que fabricantes de aparelhos e emissoras não tenham que pagar royalties pelo licenciamento da tecnologia, disse o executivo.
“O Brasil é o primeiro país do mundo que publicará o código da plataforma de interatividade. Nós entendemos que o simples fato de não se ter royalties vai diminuir bastante os custos de produção” dos aparelhos conversores, disse Maluf. Ele acrescentou que a produção de aplicativos poderá ser acelerada sem a barreira do licenciamento da tecnologia.

O executivo evitou precisar quanto o preço dos aparelhos poderá cair se os fabricantes optarem pela versão livre da plataforma, mas afirmou que países como Finlândia, Itália e Córeia do Sul “dão subsídio de US$ 400 dólares por conversor”.

 Alto custo

As transmissões de TV digital começaram em dezembro do ano passado em São Paulo, mas a adoção da nova tecnologia pelo público tem esbarrado no preço elevado dos conversores que permitem que televisores analógicos exibam imagens em formato digital. No mercado, aparelhos de conversão custam de R$ 500 a R$ 1.000.
As especificações do módulo aberto de interatividade Ginga deverão estar prontas até o começo de junho. A partir daí ,os códigos serão disponibilizados no site ginga.org.br, explicou Maluf.
A companhia, que produz servidores e vende serviços relacionados, vê nos 98 milhões de televisores instalados no país um potencial de aumento de receitas por meio do crescimento do tráfego de informações e do volume de armazenamento de dados que será gerado na transição do sistema analógico para o digital.
“Isso cria um mercado para nós de crescimento exponencial. Os datacenters vão subir sua capacidade para petabytes até 2016, com as emissoras podendo oferecer uma série de serviços”, disse Maluf. Em 2016, as emissoras do país serão obrigadas a parar de usar sinais analógicos, passando a transmitir seu conteúdo somente em modo digital.

 Fatia principal

Do faturamento anual da Sun no mundo, de US$ 13,4 bilhões, cerca de 80 por cento é gerado por receitas com servidores e armazanemanto de dados, disse o executivo. A América Latina viu em 2007 um crescimento de quase 31 por cento nas receitas em relação ao ano anterior, uma das taxas mais expressivas no conjunto de regiões em que a Sun atua no mundo, disse Maluf.
A disponibilização dos códigos também pode incentivar outros países a adotar a tecnologia usada pelo Brasil, incentivando também os negócios da Sun com servidores e serviços, afirmou o executivo.

Fonte: G1