GlobalWave expande Wimax em SC
A GlobalWave Telecom, provedora de conexão à Internet por WiMax de Florianópolis, vai expandir até o final do ano a zona de cobertura do serviço. Hoje restrita ao centro, à área continental da capital catarinense e a partes de São José, ela deve chegar ao Norte da Ilha e aos municípios vizinhos de Biguaçú e Palhoça, além da extensão total de São José.
O investimento em equipamentos ficará na casa dos R$ 2 milhões. “Em 2009, a idéia é atingir Joinville, Blumenau e talvez Chapecó”, informa o diretor executivo da companhia, Vinicius Santos. Desde a fundação da empresa, em outubro de 2006, já foram investidos cerca de R$ 10 milhões na expansão e melhoria da cobertura do sinal.
Hoje, a GlobalWave Telecom tem cerca de 2 mil clientes domésticos – responsáveis por 65% do faturamento – e 150 empresariais, incluindo organizações como Carioca Calçados, prefeitura de Florianópolis e Escritolândia. “Até dezembro, nossa idéia é que os usuários corporativos sejam responsáveis pela maior parte do bolo”, revela Santos.
A meta do executivo é pelo menos dobrar o número de clientes nas duas áreas. “No corporativo, acredito que podemos bater isso e chegar a 500 contas”, aponta o diretor executivo, que tem por meta começar a operar no azul em três meses. Santos e seu sócio, Ronaldo Bonfim, são ex-colaboradores da Alcatel e começaram o negócio com um aporte de capital de investidores.
Santos não se intimida com a possível concorrência de empresas como Brasil Telecom e Embratel, que têm planos de entrar na oferta de WiMax na banda de 3,5 GHZ. “A entrada deles pode até ser benéfica, pois ajudará a divulgar o conceito, o que deve deixar a abordagem comercial mais fácil”, explica o empresário catarinense.
A GlobalWave Telecom atende seus clientes na freqüência 5,8 GHZ, aberta ao uso comercial, ao contrário da 3,5 GHZ, que está pendente de uma licitação para ser aberta à participação de novas empresas. Segundo Santos, o fato de trabalhar em freqüência aberta não afeta a qualidade do serviço, já que em cidades de pouca população como as catarinenses não há maior disputa pelo uso do espectro.
Fonte: Baguete
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