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Archive for March 19th, 2008


Published March 19th, 2008

Portugal Telecom quer mudanças de regras para a telefonia móvel no Brasil

O presidente da PT-Brasil defendeu a liberdade das operadoras de escolher onde ofertar a tecnologia 3G.

Rio de Janeiro - A Portugal Telecom quer aproveitar o momento de revisões no marco regulatório do setor de telecomunicações para apresentar agenda de mudanças de regras para a telefonia móvel, afirmou o presidente da operadora, Shakhaf Wine. A PT, em joint-venture com a espanhola Telefónica, controla a operadora Vivo, líder no mercado brasileiro de telefonia móvel.

Entre as sugestões apresentadas por Wine, durante evento promovido pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telecom), estão a revisão da obrigatoriedade de prestação do serviço de 3G em municípios com menos de 30 mil habitantes, agilização de processos internos na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), flexibilização das regras de transmissão de conteúdo e o fim da obrigatoriedade do Código de Seleção de Prestadora (CSP) no celular, noticiou o Jornal do Commercio. A intenção é tornar as regras mais flexíveis e aumentar a competitividade dentro do setor.

Segundo Wine, as propostas serão apresentadas em uma das consultas públicas realizadas regularmente pela Anatel, embora não tenha especificado quando.

O presidente da PT-Brasil defendeu a liberdade das operadoras de escolher onde ofertar a tecnologia 3G. “Para algumas comunidades pode ser melhor ter o serviço com tecnologia de segunda geração, que tem aparelhos mais baratos, do que o serviço de 3G. O mercado é competitivo e é preciso deixá-lo decidir”, afirmou Wine, de acordo com a mesma fonte.

Outro item da agenda está diretamente relacionado ao 3G: a oferta de conteúdo. Shakhaf Wine afirmou também que o marco regulatório do setor limita as possibilidades de oferta de conteúdo. Ele citou formato de vídeos para download e se referiu ao Projeto de Lei nº29, que assegura às empresas de telefonia o direito de produzir e distribuir conteúdo eletrônico.

“O celular tem regulamentos que limitam a oferta de conteúdo. Estamos em época em que os usuários são criadores de conteúdo. Queremos marco regulatório que permita ampliar essa oferta”, acrescentou Wine.

O presidente da Portugal Telecom no Brasil defendeu o fim da obrigatoriedade de CSP para a telefonia móvel, no qual o usuário escolhe, ao fazer uma chamada interurbana, qual operadora de longa distância deseja utilizar. Wine disse acreditar que o sistema é confuso e afirmou que seria melhor deixar as operadoras negociarem entre si a oferta do serviço.

As mudanças dependem da Anatel, mas a agência precisaria, na avaliação da Portugal Telecom, buscar meios de agilizar seus processos internos. A Vivo adquiriu em agosto de 2007 a Telemig e Amazônia Celular, por R$ 1,213 bilhão. A operação só foi completamente aprovada pela Anatel em abril deste ano.

A Portugal Telecom (PT) foi homenageada segunda-feira, no Rio, em um almoço da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telecom), de que o Portugal Digital foi um dos apoiantes institucionais.

Fonte: Portugaldigital

Published March 19th, 2008

Panasonic pode participar de Vila Digital no Brasil

Interesse da empresa seria no desenvolvimento da tecnologia que permite a conexão pela rede elétrica.

A Panasonic do Japão enviou ao Brasil um grupo de técnicos com o objetivo de avaliar a possibilidade de participar de um projeto de vila digital no País. O grupo visitou a cidade de Barreirinhas (MA), que possui um projeto de inclusão digital denominado Vila Digital de Barreirinhas. O programa é coordenado pela Associação de Empresas Proprietárias de Infra-Estrutura e Sistemas Privados de Telecomunicações - Aptel, em parceria com a Cemar; TV Mirante; Sebrae-MA; além de outras entidades nacionais como a Universidade de São Paulo (USP); Universidade de Fortaleza; Ministério das Comunicações e internacionais como a Iberdrola (Espanha); Create-NET e Digilab (centros de pesquisa italianos).

O motivo do interesse da Panasonic em se instalar em uma vila digital no Brasil é a intenção da empresa em testar e divulgar a tecnologia Power Line Communication (PLC) que viabiliza a transmissão de voz, dados e imagens por meio da rede elétrica convencional. O projeto permitirá que regiões que hoje não possuem acesso a uma conexão de banda larga na Internet possam acessar a rede mundial de computadores com uma qualidade superior à discada (embora atualmente o PLC ofereça qualidade inferior à conexão de banda larga convencional).

Ao investir na tecnologia PLC em sua estratégia corporativa, a Panasonic pretende desenvolver produtos eletrônicos com capacidade para se comunicar por intermédio da rede elétrica, o que viabilizará a inclusão digital de várias pessoas que hoje não possuem acesso a uma conexão de qualidade com a web.

Caso a permanência da Panasonic na Vila Digital de Barreirinhas se confirme, os maiores beneficiados serão os habitantes e visitantes da região. A cidade fica a 250 km da capital São Luís, na região norte do Maranhão e, segundo o Censo de 2006, possui 45 mil habitantes.

A Panasonic é uma empresa japonesa controlada pelo grupo Matsushita que atua no mundo inteiro e que possui mais de 300 companhias e 250 mil empregados. O grupo possui uma cartela de produtos variada e é responsável pelas marcas Panasonic, National, Technics, Quasar e Ramsa.

Fonte: Ipcdigital

Published March 19th, 2008

Empresas de capital de risco perdem entusiasmo por Web 2.0

Por Anupreeta Dias

SAN FRANCISCO (Reuters) - O fluxo de capital para empreendimentos dirigido às redes sociais, blogs e outras aplicações interativas que formam a chamada Web 2.0 está começando a se reduzir, o que indica que o segmento está amadurecendo.

Os investimentos em empresas de Web 2.0 — que incluem grupos como Facebook, hi5 e RockYou!, uma produtora de software de apresentações para redes sociais e outros sites — cresceu 25 por cento em 2007, ante o ano anterior, de 143 para 178 transações.

Em cada um dos quatro anos anteriores, o investimento do setor de capital de empreendimentos nessas empresas havia duplicado, de acordo com o relatório Dow Jones VentureSource.

Mas embora o capital para empreendimentos esteja em desaceleração, as redes sociais e empresas semelhantes estão recebendo mais atenção do setor estabelecido de tecnologia e mídia, bem como dos investidores institucionais.

As empresas iniciantes, especialmente as de tecnologia, dependem do capital para empreendimentos em seus períodos iniciais. Os grupos de capital para empreendimentos apostam no futuro das empresas e esperam se beneficiar ao vender suas participações nas companhias iniciantes a empresas ou investidores estabelecidos, ou quando o capital dos novos grupos for aberto em bolsa.

A divisão America Online de Internet, da Time Warner, por exemplo, recentemente adquiriu o Bebo, um dos serviços britânicos de redes sociais mais populares, por US$ 850 milhões.

No ano passado, o setor de capital para empreendimentos e outros investidores ofereceram 1,34 bilhão de dólares em capital a empresas iniciantes de Web 2.0, de acordo com o relatório. Mas 22 por cento desse total, ou 300 milhões de dólares, foram investidos no site de redes sociais Facebook.

O grupo tem 67 milhões de usuários ativos e recebeu 240 milhões de dólares da gigante do software Microsoft, em 2007, além de levantar outros 60 milhões de dólares junto a investidores individuais em todo o mundo.

Fonte: Br.reuters

Published March 19th, 2008

Vasco lança server para B2B e grandes

A Vasco Data Security lança o Identikey Server 3.0, solução que compreende as ferramentas de autenticação forte do Digipass e recursos de assinatura eletrônica. O produto é voltado a grandes empresas e ao segmento de Business-to-Business, sendo ideal para aplicações via web e de acesso remoto.

O software do servidor de autenticação suporta a preparação, uso e administração dos autenticadores Digipass. Já o conceito plug-and-play do Identikey Server 3.0 tem como ponto de partida os consumidores que desejam integrar autenticação ou validação de assinatura digital a aplicações customizadas. O desenho modular da solução oferece ao usuário gerenciamento centralizado, suporte a multiplataformas e funções de relatório em XML ou HTML. Todos os recursos de administração são disponíveis através de interfaces web.

O Identikey atua tanto como uma aplicação isolada como integrado a ambientes de TI já existentes. A solução roda em Windows e Linux.

Fonte: Baguete

Published March 19th, 2008

“Plataformas proprietárias são passado”, afirma executiva da SAP

por Jordana Viotto*

Pat Hume, vice-presidente da empresa alemã, anuncia aliança estratégica com a Novell por plataformas abertas

A Novell e a SAP anunciaram a ampliação de sua parceria. As empresas tinham alguns acordos de cooperação, mas, a partir desta semana, o SuSE Linux, fornecido pela Novell, passa a ser o sistema operacional aberto recomendado pela SAP, para rodar seus ERPs. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (18/03), durante o Brainshare, evento promovido pela Novell em Salt Lake City (Utah, EUA), que reúne 6 mil participantes durante uma semana.

Pat Hume, vice-presidente sênior de canais e alianças estratégicas da SAP, iniciou seu discurso afirmando categoricamente que o futuro está nos sistemas abertas. “Plataformas proprietárias fazem parte do passado e percebemos que se queremos continuar liderando os sistemas corporativos, temos que, cada vez mais, ingressar no mundo das plataformas abertas”, disse ela.

Isso significa que a SAP pensa em abrir seus próprios códigos? Por enquanto, não. “Vamos ingressar mais a fundo no mundo do código aberto com parcerias como essas e o resto o tempo dirá”, lançou Pat.

Susan Heystee, vice-presidente e gerente-geral de alianças estratégicas da Novell, disse que a parceria deve beneficiar as duas companhias. De acordo com a executiva, além de cada uma delas poder buscar oportunidades entre os clientes da outra, ambas devem, em conjunto, buscar novos negócios.

O foco principal está em companhias de pequeno e médio portes - um conceito que varia entre as empresas. Para a SAP, o perfil é de empresas que faturem abaixo de US$ 1 bilhão, o que a Novell considera um corte muito alto. “Este é nosso tamanho, para você ter uma idéia”, lembra Susan. Por isso, a Novell estabeleceu que as médias são as que estão acima do faturamento de US$ 300 milhões.

No ano passado, a Novell anunciou uma parceria de interoperabilidade com a Microsoft, que também abrangia vendas e marketing do SuSE Linux junto aos clientes da empresa de Bill Gates. O acordo gerou controvérsias entre a comunidade de código aberto, mas foi positiva para a Novell. Segundo o CEO Ron Hovsepian, dos US$ 932 milhões que a companhia faturou em 2007, US$ 112 milhões foram resultado da aliança.

Logo depois do anúncio, a Microsoft começou a abrir partes do seu código, um movimento que aponta o desejo da gigante de conquistar novos clientes e a comunidade desenvolvedora de software livre. “Aplaudimos esta iniciativa, no fim, todo mundo ganha, principalmente os clientes”, pontua Susan.

*A jornalista viajou a Salt Lake City, EUA, a convite da Novell.

Fonte: Itweb

Published March 19th, 2008

IPconnection atinge faturamento de R$ 6,2 milhões

A IPconnection, especializada em integração de serviços e soluções em TI e Telecomunicações, anunciou um faturamento de R$ 6,2 milhões em 2007. A empresa espera transformar esse resultado em R$ 9 milhões em 2008. Atualmente, o foco da integradora está na implantação de produtos e serviços em tecnologias emergentes, tais como, telefonia IP, VoIP, videoconferência, entre outros.

Além disso, estão previstas ações como a incorporação de novos fabricantes no portfólio na área de tecnologia para balanceamento de carga e controle de acesso a Internet. A empresa também focará fortemente no aumento da receita em serviços por meio do gerenciamento remoto com suporte 24×7 aos clientes.

Outra meta da companhia é investir nos colaboradores das áreas comercial, projetos e pós-vendas. Todas as expectativas estão vinculadas a um sistema de gestão de metas desenvolvido pela empresa com base no BSC (Balanced Scorecard), com objetivos qualitativos e quantitativos para o alcance do crescimento estabelecido em 2008.

Fonte: B2bmagazine

Published March 19th, 2008

Depois do iPod, Beatles podem chegar aos videogames

Segundo executivo da Sony, banda teria versão especial e exclusiva do game Guitar Hero.
Joystick em forma de guitarra é o grande segredo do sucesso da série de jogos.

Divulgação

Divulgação

Beatles: tecnologia para manter sucesso de quarteto de Liverpool (Foto: Divulgação)

Em breve, viciados em música e videogames poderão competir para ver quem toca melhor o solo de “Day Tripper”, dos Beatles. Em entrevista ao ‘Los Angeles Times’, o presidente da Sony Music, Martin Bandier, afirmou que são grandes as possibilidades de um acordo entre sua empresa, que detém os direitos de publicação das músicas de John Lennon e Paul McCartney, e a Activision, responsável pelo games da série Guitar Hero, um dos maiores sucessos do mercado de entretenimento eletrônicos dos últimos anos.

Bandier admitiu que a idéia de um jogo exclusivo com músicas dos Beatles é uma idéia atraente. “Já conversamos sobre isso, e gostaria muito de realizar esse plano”, afirmou o executivo, que assumiu o comando da Sony Music em 2007.

Guitar Hero é jogado com um joystick especial, em formato de guitarra. A idéia é que o jogador reproduza as ‘notas’ da música, mas com botões no lugar das cordas do instrumento musical.

A simplificação funciona: Guitar Hero já está em sua terceira edição e, atualmente, é um dos serviços mais lucrativos de venda de conteúdo digital, já que os gamers podem comprar músicas avulsas pela internet. Além disso, o game já gerou ‘clones’ que também fazem sucesso, como Rock Band, da MTV.

Em fevereiro, a Activision anunciou que vai lançar uma versão especial de Guitar Hero apenas com músicas da banda Aerosmith.

Fonte: G1

Published March 19th, 2008

Produtividade em 3G

Marco Quatorze, diretor de inovação e roaming do grupo América Móvil, controlador da Claro, mostra como aproveitar a banda larga móvel

Pelas contas da operadora Claro, sua cobertura de rede 3G já alcança 35 milhões de pessoas, em 40 cidades brasileiras. Mas o que vem por aí para aproveitar a velocidade nominal de 1 Mbps nos celulares e modems? A resposta pode ser um significativo aumento da produtividade para as empresas e as pessoas, com o uso dos novos serviços de banda larga móvel, como as videochamadas. Na Claro, um time de aproximadamente 30 pessoas trabalha para identificar essas novas funcionalidades.Até fevereiro, quem comandava essa operação no Brasil era o engenheiro eletrônico Marco Quatorze, de 43 anos. Com 18 anos de experiência na área, Quatorze foi promovido a diretor de serviços de valor agregado, inovação e roaming internacional do grupo América Móvil, controlador da operadora brasileira.Acompanhe sua entrevista à revista INFO.

INFO Como está a cobertura da rede 3G da Claro hoje?

MARCO QUATORZE Começamos com o 3G em novembro do ano passado, nas cidades do Recife, Fortaleza, Brasília e Porto Alegre. Em dezembro, lançamos o serviço em São Paulo e no Rio de Janeiro. Hoje, são 40 cidades e suas regiões metropolitanas.Cobrimos aproximadamente 35 milhões de pessoas com a rede 3G.

INFO A que velocidade é possível navegar?

QUATORZE Na prática, estamos prometendo velocidade de até 1 Mbps. A rede está preparada para chegar a até 3,6 Mbps, mas essa é a velocidade máxima teórica.

INFO Quantos modelos de celulares suportam o 3G?

QUATORZE Temos disponíveis nove aparelhos, dois modems e uma placa PCMCIA.

INFO Que novos serviços vão surgir?

QUATORZE O que tem chamado mais a atenção é a videochamada, que permite fazer a ligação com transmissão de vídeo de um celular para outro. Para isso, os dois aparelhos precisam ser 3G e ter o recurso de videochamada, além de estar dentro da zona de cobertura da rede 3G. O telefone tem duas câmeras. Uma é usada para tirar fotos normalmente. A outra é a de videochamada, que fica mandando o vídeo ao vivo, em streaming. Na tela aparecem duas imagens: a maior mostra as que o outro telefone está mandando e a menor, no cantinho, mostra o que está sendo enviado. Além disso, dá para compartilhar imagens capturadas na hora com a câmera.

INFO Quantos clientes já aderiram às videochamadas?

QUATORZE Não posso informar números. No caso de pessoa física, ainda trata-se de um gadget. Já no mercado corporativo existem várias empresas querendo usar o recurso de videochamada como mecanismo para aumentar a produtividade. Em sinistros de companhias de seguro, por exemplo, como numa batida de carro, o serviço permite falar com o corretor de seguros e mostrar ao vivo o que aconteceu, para avaliar se vale a pena fazer ou não um boletim de ocorrência.

INFO Que outros serviços vão aparecer com a rede 3G?

QUATORZE A internet móvel em banda larga vem tendo grande aceitação. Com um modem que se conecta ao laptop e pode ser levado para qualquer lugar, o usuário acessa a internet com velocidade de 1 Mbps, desde que esteja numa zona de cobertura 3G. E é muito fácil e rápido usar serviços como o Google Maps, porque dá para carregar mapas com grande nível de detalhes numa velocidade muito boa. Por isso, a internet móvel está ganhando cada vez mais espaço. E isso vale não só para as aplicações, mas também para o e-mail móvel.

INFO O e-mail móvel deve substituir as mensagens SMS?

QUATORZE Sim, o e-mail móvel já está ocupando esse espaço. Nos Estados Unidos, por exemplo, no lugar de enviar uma mensagem SMS, os usuários mandam e-mails pelo BlackBerry. Hoje, o SMS ainda é, de longe, o recurso mais usado nos celulares no mundo – depois de falar, é claro. Em seguida vêm o e-mail e a internet móvel. Mas a tendência é aumentar o uso desses serviços e a posição se inverter.

INFO Como está a adesão a esses serviços?

QUATORZE Na Claro, a demanda por smartphones que permitem o acesso aos e-mails e à internet móvel está numa curva de crescimento exponencial. De 2006 para 2007 o número de aparelhos ativados pelos clientes cresceu aproximadamente 300%.

INFO Esse crescimento se deve aos usuários corporativos?

QUATORZE Hoje tem muita pessoa física usando também. Antes de oferecer o BlackBerry no Brasil, a Claro fez uma pesquisa e descobriu que pouquíssimas pessoas conheciam essa tecnologia. Pior ainda: elas achavam que deveria ser a coisa mais cara do mundo. Adotamos, então, o mote BlackBerry para todos e colocamos um preço aceitável nos aparelhos e no serviço. A adesão foi muito boa, não só ao BlackBerry, mas também às outras soluções de e-mail móvel. Atualmente oferecemos mais de 20 aparelhos com esses recursos, incluindo os smartphones da rede 3G.

INFO E a TV no celular? Já existe procura?

QUATORZE Esse é outro recurso disponível em 3G. Não é TV digital. Trata-se de streaming, no conceito de IPTV. No 3G, a imagem chega a 15 quadros por segundo. Temos acordo com vários canais, como Bloomberg, CNN International, MaxxSports, Cartoon Network, Climatempo, Discovery Móvel, A&E, Fashion TV e History Channel. Mas não está tendo muita procura. As pessoas querem assistir os canais nacionais e as emissoras de TV – com exceção da Band – não estão com muita disposição para oferecer esse serviço. Elas querem ir para a TV digital. Só que no celular ela tem um problema: ainda não existe um aparelho compatível com o padrão usado no Brasil. Ele ainda não funciona nos telefones móveis.

INFO Mas a Globo já está fazendo testes com um modelo de telefone celular da marca Samsung…

MELLO Sim, mas o aparelho só vai ser fabricado se houver demanda. O problema é que o padrão de TV digital escolhido para o Brasil é baseado no ISDB japonês e o de telefonia celular que nós usamos – o GSM – é europeu. Essa combinação não existe no mercado. O GSM não é usado no Japão e o sistema ISDB não é utilizado nos países da Europa. Então, vai ser preciso fazer um aparelho especificamente para ser vendido no Brasil. Mas nós somos um mercado pequeno em relação ao resto do mundo. Isso cria um problema de escala que vai ter de ser resolvido, e pode consumir mais tempo e custar um pouco mais caro.

INFO Como é formada e quantos profissionais trabalham na área de inovação da operadora Claro?

MELLO Trabalham aproximadamente 30 pessoas. Uma das grandes missões dessa equipe é identificar quem são os melhores parceiros no mercado para criar as novas aplicações 3G. Basicamente tudo o que fazemos é por meio de parceria. É o caso do Claro VideoMaker, por exemplo, que funciona como um YouTube em que o usuário que postou o vídeo é remunerado por download. A gente fez uma sociedade com a empresa Compera, que tinha essa aplicação praticamente pronta. Só moldamos o serviço para deixá-lo com a cara da Claro. O modelo de negócios é sempre de partilhamento de receita. Assim, o parceiro entra com uma parte do risco na inovação.

Fonte: Info

Published March 19th, 2008

MS libera SP1 do Windows Vista

A Microsoft liberou nesta terça-feira, 18, o primeiro service pack do Windows Vista dentro das atualizações automáticas do sistema.

Os brasileiros, no entanto, terão de esperar até o final do semestre, quando outros 30 idiomas serão atualizados, segundo comunicado divulgado esta manhã pela Microsoft Brasil.

O SP1 está disponível nos idiomas inglês, francês, alemão, espanhol e japonês. A empresa afirma que o pacote torna o sistema mais estável e compatível com diferentes tipos de software e hardware.

Fonte: Baguete

Published March 19th, 2008

Londres lidera implementação de WiFi

De acordo com um estudo relativo à implementação de hotspots para o acesso à Internet sem fios apresentado pela iPass, relativo ao segundo semestre de 2007, a cidade de Londres volta a ser considerada a capital mundial do WiFi.

Segundo os dados do «WiFi Hotspot Index » durante os últimos seis meses do ano passado a capital britânica registou um aumento na utilização de hotspots 156 por cento, com os utilizadores a navegarem em média cerca de 72 minutos.

A iPass defende que estes números surgem devido à crescente popularidade das tecnologias 3G para navegar através de banda larga móvel. As restantes posições do pódio encontram-se ocupadas por Singapura e Tóquio, em segundo e terceiro lugar respectivamente.

O estudo revela ainda que os principais utilizadores de hotspots são empresários, em termos de região geográfica os EUA dominam, seguindo-se a Europa e Ásia/Pacífico e os locais de implementação são sobretudo aeroportos, hotéis e restaurantes.

Fonte: I-gov