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Archive for March 26th, 2008


Published March 26th, 2008

Gartner reduz sua previsão de vendas de PCs no mundo

SAN FRANCISCO (Reuters) - O instituto de pesquisas de mercado Gartner reduziu nesta terça-feira sua previsão de crescimento de vendas de computadores pessoais pelo mundo, citando o enfraquecimento da economia e alertando que o aumento pode ficar na casa de apenas um dígito.

A expectativa agora é que a indústria venda 10,9 por cento mais computadores este ano que em 2007, segundo a Gartner, contra uma previsão anterior de 11,6 por cento. No ano passado as vendas foram de 271,2 milhões de unidades, de acordo com estimativas da empresa em janeiro, com uma elevação de 13,4 por cento sobre o ano anterior.

“O consenso entre os economistas é de que haja uma recessão”, explicou o diretor de pesquisa da Gartner, George Shiffler, por telefone. “Não é uma questão de se haverá uma recessão, mas quão profunda ela será e o quanto ela irá durar”.

Além dos Estados Unidos mergulharem numa recessão, a possibilidade de uma desaceleração aguda na economia da China após os Jogos Olímpicos e alta no preço do petróleo podem afetar as vendas de computadores, apontou a Gartner.

As maiores fabricantes de PCs pelo mundo incluem a Hewlett-Packard, Dell, Acer e Lenovo .

Shiffler afirma que o mercado corporativo dos Estados Unidos pode atrasar a substituição de PCs até o ano vem com a redução nos orçamentos para tecnologia. As empresas podem decidir manter as versões antigas do sistema operacional Windows antes de migrar para o Windows Vista, que na maior parte dos casos requer uma máquina mais potente, complementou.

O último grande ciclo de substituições de computadores foi de 2004 a 2005, indica a Gartner. A empresa espera um novo ciclo de renovação do final de 2008 até o início de 2010.

Mesmo assim, o Gartner considera que o mercado de PCs está “em um momento fundamentalmente bom”, com fortes vendas de laptops e crescente demanda nos mercados emergentes.

(Por Philipp Gollner)

Fonte: Reuters

Published March 26th, 2008

WiMAX é um desastre, diz australiano

O CEO da primeira operadora de WiMAX da Austrália decidiu se voltar contra a tecnologia e mudar para o lado do 3G. É Garth Freeman, presidente da Hervey Bay’s Buzz Broadband. Durante uma conferência em Bangcoc na semana passada, ele atirou: “o WiMAX é um desastre”, para surpresa da platéia. É claro que não demorou para a história cair nas garras do Slashdot.

Segundo Freeman, não é possível ter boa performance a uma distância de 2 quilômetros da base, e a latência da tecnologia impede uma boa experiência usando aplicações como o VoIP. E afirmou: o WiMAX está ancorado num hype oportunista. Em seu discurso, ele mostrou que a empresa resolveu se render à tecnologia HSDPA das redes celulares. Segundo Freeman, o WiMAX é para startups. Faz algum sentido?

Aqui no Brasil, grandes operadoras como a Embratel e a Telefônica continuam a investir pesado na tecnologia. Na semana passada, a Embratel, por exemplo, anunciou a implantação de uma rede WiMAX para atender ao mercado corporativo. A briga 3G e WiMAX, de fato, está só começando.

Fonte: Info

Published March 26th, 2008

BrT leva NF-e a Santa Cruz e anuncia 3G

Santa Cruz do Sul será o próximo destino da comitiva da Brasil Telecom que promove o lançamento do serviço de Nota Fiscal Eletrônica da operadora no Rio Grande do Sul. O presidente da companhia para o estado, Marco Antônio Gomes Alves, participou do evento de apresentação da solução em Porto Alegre nesta terça-feira, 25, e segue para a cidade-pólo da atividade fumageira gaúcha na quarta, 26.

A BrT é a primeira operadora do Brasil a entrar no nicho da NF-e. A escolha por Santa Cruz não é difícil de explicar: a cidade congrega os principais fabricantes e distribuidores de fumo e cigarros do RS, como Philip Morris, Souza Cruz, Universal Leaf Tabacos, ATC e Alliance One, entre outros.

“Com o lançamento da solução para NF-e, em parceira com a South Consulting, incrementamos nossa oferta de serviços de valor agregado”, destaca Alves. “Este é um portfólio que já conta com, por exemplo, nosso Ciber Data Center, que mantém sete unidades pelo Brasil, localizadas em Porto Alegre, Curitiba, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Recife”, acrescenta.

Ainda no cardápio de valor agregado, a BrT planeja outro lançamento para 2008: IPTV.

3G – Agora vai!
Ao contrário do que foi noticiado – inclusive pelo Baguete - no começo de fevereiro, a Brasil Telecom não iniciou a oferta de seus serviços 3G em março. A operadora, que já havia até definido Ericsson e ZTE como fornecedores para construção de sua rede, retoma o assunto e anuncia uma nova data: abril.

Conforme Alves, os serviços de telefonia de terceira geração da operadora serão oferecidos, inicialmente, para todas as capitais onde a empresa atua. “Com o lançamento, disponibilizaremos para nosso cliente recursos como vídeo-chamada e navegação na web pelo celular com uma velocidade muito superior aos padrões atuais da internet rápida móvel brasileira”, destaca o diretor para o RS.

Fonte: Baguete

Published March 26th, 2008

Avaya se volta ao mercado de pequenas e médias no Brasil

por Thaís Costa/ Gazeta Mercantil

Companhia desenvolve equipamento de baixo custo para oferecer telefonia IP para este setor

A Avaya, fornecedora de equipamentos para callcenter, telefonia sobre internet e desenvolvimento de software, registrou em 2007 o melhor ano de sua história, com receitas de US$ 6,8 bilhões.

A empresa americana, controlada hoje pelos fundos de private equity TPG e Silver Lake, fechou o capital em outubro passado e nesse primeiro trimestre aproveita o bom momento da economia brasileira para desenvolver no País os segmentos que já fazem parte do seu negócio no resto do mundo, como telefonia sobre internet (VoIP) para a pequena e média empresa e desen-volvimento de software.

O presidente Cleber Morais, recém-trazido da Sun, onde atuou por onze anos, 4,5 dos quais como presidente, está animado com as mudanças estratégicas da Avaya e o potencial que enxerga no mercado sob sua responsabilidade. Cleber justifica seu entusiasmo com o crescimento da demanda, que por sua vez é fruto do aquecimento da economia. “A telefonia IP vive uma verdadeira revolução! Trata-se da segunda onda das comunicações, reduzindo sensivelmente os custos com telecomunicações”, disse.

Até o momento, as grandes corporações têm sido as mais beneficiadas pela voz sobre internet, cortando os gastos das comunicações entre matriz e subsidiárias espalhadas pelo mundo. Mas há muito mais mercado a considerar. Nos Estados Unidos, por exemplo, 70% do segmento corporativo já aderiram ao VoIP, enquanto por aqui a adesão não ultrapassa os 30%.

O investimento para implantar telefonia IP era alto e as pequenas e médias ficavam de fora. Hoje, a Avaya desenvolveu um equipamento econômico, que permite aos pequenos e médios implantá-lo e passar a usufruir de seus resultados. O custo desse equipamento é apenas R$ 5 mil, e isso o tornou de imediato um campeão de vendas. “De janeiro até agora vendemos 50 equipamentos e a perspectiva até o fim do ano é atingir 500″, planeja Morais. O produto vem acompanhado de software de contact center e Unidade de Resposta Audível (URA), bem como de conferência telefônica e transferência de chamada. Nessa área de atuação, a Avaya enfrenta a concorrência da Ericsson, Panasonic e Siemens.

Enquanto 40% das vendas da Avaya vêm da área de equipamentos de contact center, incluindo URA, plataforma de software, gravador, etc, outros 50% são oriundos da fábrica de software. “Há uma camada de software que se sobrepõe ao VoIP e ao contact center”, afirmou Morais, indicando a sinergia de suas áreas de atuação.

Com capital fechado desde outubro, a Avaya está podendo fazer investimentos de mais longo prazo, afirmou Morais. “Os acionistas investidores não costumam permitir prazos muito longos de espera pelo retorno, o que atrapalha os negócios de futuro”, diz Morais comemorando.

O centro de desenvolvimento de software brasileiro exporta para outras unidades da Avaya, e não deve perder a atenção da matriz apesar de vir a concorrer com um novo em implantação na Argentina. As comunicações unificadas estão no centro dos investimentos em futuro. “Os equipamentos atuais - telefone e PC - vão se tornar um só”, previu

Fonte: Itweb

Published March 26th, 2008

TI e Telecom convergentes

A Trellis desenvolveu um sistema próprio que converge TI e Telecom. Com ele, a companhia consegue gerenciar e administrar as redes das operadoras (Telecom) e dos clientes (TI), independente se são pequenas, médias ou grandes empresas, oferecendo um nível de serviço acima dos disponíveis hoje no mercado.

Para manter esse serviço, a Trellis conta com uma equipe garante a operação da rede dos clientes. “Criamos uma metodologia para identificar tudo o que acontece nessas redes. A partir daí, indicamos a melhor solução para evitar que essas situações levem a conseqüências mais graves”, explica Cassio Spina, diretor executivo da Trellis. Além disso, o sistema de CRM da Trellis é leve, pois não carrega o legado que é tão prejudicial a soluções convergentes, e seu principal diferencial é que ele está inserido no pacote de serviços do hIPer Voip. “Ele é oferecido com um serviço gratuito de consultoria”, enfatiza Spina.

A empresa está investimento para ampliar essa solução com o objetivo de aprimorar a qualidade do nível de suporte que o cliente recebe. Hoje todos os clientes da solução hIPer Voip da Trellis já contam com esse serviço.

Fonte: Consumidormoderno

Published March 26th, 2008

VP afirma que 2008 será “bem melhor” para Novell

por Jordana Viotto *

Executivo se diz satisfeito pela empresa ter cumprido o que prometeu ao mercado

Engraçado e despachado sem ser inconveniente (o que, diga-se de passagem, é para poucos), Tom Francese arranca risos de qualquer um. Mas fica sério quando são mencionadas palavras como meta, resultado, faturamento e vendas. O vice-presidente de vendas da Novell passou o último ano trabalhando no novo modelo de parcerias da companhia - dez alianças estratégicas e uma relação mais próxima com os canais.

A tática foi um dos itens que ajudou a companhia a frear sua queda. Ele também menciona a divisão da empresa nas quatro unidades e a conseqüente especialização dos funcionários em suas respectivas áreas. “Tínhamos poucas pessoas especializadas e, agora, metade do time tem especialização”, comenta. Além disso, a empresa trabalhou na ampliação do portfólio, na reestruturação dos programas de canais com parceiros, que ficaram mais especializados e obtêm retorno melhor sobre as vendas.

Desde 1999, os relatórios financeiros têm mostrado faturamentos entre US$ 900 milhões e US$ 1,1 bilhão e caiu no ostracismo, mesmo depois de ter comprado a SuSE, empresa que tinha uma das principais distribuições do Linux. Para sobreviver no mercado, nomeou um novo CEO - Ron Hovsepian -, reorganizou-se internamente em quatro unidades de negócio (soluções para plataformas abertas, segurança e gerenciamento de identidade, colaboração e serviços), mudou a apresentação dos relatórios financeiros a Wall Street para mostrar o crescimento das unidades e, principalmente, deixou claro aos funcionários e executivos a estratégia de crescimento e de que maneira seguiria o plano.

O objetivo da empresa para este ano é atingir um faturamento de US$ 920 milhões a US$ 945 milhões - em 2007, o volume ficou em US$ 932 milhões deste ano. Mas, se depender da vontade de Francese, haverá crescimento - ainda que modesto. “As vendas serão melhores este ano, juro pelo meu cadáver”, diz ele, em um tom mais relaxado durante uma conversa tensa sobre as dificuldades do passado e os caminhos para a retomada de um crescimento significativo. O executivo jura que está feliz com as vendas do útlimo ano fiscal. “Fizemos exatamente o que prometemos ao mercado”, finaliza.

* A jornalista viajou a Salt Lake City (EUA) a convite da Novell

Fonte: Itweb

Published March 26th, 2008

Anatel aprova certificação para TV Digital

O Conselho Diretor da Anatel aprovou, em sua 472ª reunião, a Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Retransmissores para o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (ISDB-T), resultado da Consulta Pública 830, realizada entre 24 de outubro e 12 de novembro de 2007.

O texto contém os requisitos mínimos para teste e certificação dos transmissores e retransmissores da TV Digital no Brasil, incluindo largura de banda de freqüência, limites de emissões espúrias (qualquer emissão ou parte dela fora da faixa autorizada), potência de transmissão, máscara de transmissão (intermodulação ou interferência gerada pelo equipamento) e a taxa de erro de modulação.

Os requisitos constantes da Norma se aplicam a todos os transmissores e retransmissores utilizados no Sistema Brasileiro de Televisão Digital, considerado de interesse coletivo. Elaboradas pela Gerência-Geral de Certificação e Engenharia do Espectro (RFCE) da Superintendência de Radiofreqüências e Fiscalização, as regras foram amplamente discutidas com os fabricantes de transmissores nacionais e importados, os integrantes do Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) e os representantes da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (Set) e da Associação Brasileira de Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).
Fonte: Anatel