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Archive for March 30th, 2008


Published March 30th, 2008

Vendas globais de PCs devem saltar 10% em 2008

por Reseller Web

Apesar da boa projeção, especialistas prevêem abalos nos mercados emergentes em função do enfraquecimento da economia

Mesmo com projeções de crescimento de dois dígitos para 2008, o mercado global de PCs deve sentir, futuramente, o enfraquecimento da economia nos Estados Unidos e no mundo, na avaliação do Gartner.

Especificamente este ano, as vendas mundiais de PCs devem alcançar 293 milhões de unidades, um crescimento de 10,9% em relação aos 264 milhões de equipamentos negociados no ano passado. “Acredito que o mercado de computadores pessoais está em boa forma”, diz George Shiffler, diretor de pesquisa do Gartner. “Mas a questão é: essa base está forte o suficiente para manter novos crescimentos de dois dígitos?”

Essa base incluiria um crescimento robusto nos mercados emergentes. Mesmo com o grosso das vendas concentrado na América do Norte, os mercados emergentes correspondem a 45% do total e incluem China, Leste Europeu, África, Oriente Médio e América Latina, lembra Shiffler.

Conforme divulga a pesquisa, os negócios entre os emergentes cresceram 22% no quarto trimestre de 2007, respondendo por 60% do crescimento mundial. “A forte demanda por PCs móveis também amortece o mercado”, declara Shiffler. Ele cita também as melhorias na tecnologia e no design, que têm ajudado a cortar os custos e “incrementaram a proposta de valor dos desktops.”

Um terceiro fator que poderia indicar boas condições para o mercado de PCs são os ciclos de reposição. Shiffler diz que as reposições respondem por 60% das vendas mundiais de computadores. O último ciclo foi entre 2004 e 2005 e o Gartner projeta que as máquinas estejam a caminho de uma nova rodada de trocas - mais modesta -, entre o final de 2008 e o começo de 2010.

Porém…

Há o outro lado da moeda: a economia norte-americana sob pressão e - surpreendentemente -, o novo sistema operacional da Microsoft (Windows Vista) podem impactar negativamente as reposições. “Se a economia seguir em ritmo de recessão, pode haver um atraso nas reposições. O tempo de vida útil de um desktop pode ser estendido”, afirma.

“Além disso, há um aspecto negativo: muitas empresas planejam migrar para o Vista em 2009. Isso ainda está no estágio do planejamento, mas as pessoas vão questionar se devem trocar um desktop de quatro anos agora, ou segurar e mudar para o Vista em 2009. Se migrar depois, tende a ficar mais caro, mas vale a pena correr o risco”, diz.

Outras razões para se preocupar: a economia no mercado emergente da China deve esfriar após as Olimpíadas e pode criar um potencial real para uma recessão, que poderia refletir em outros mercados.

“Acho que as pessoas estão muito otimistas em relação ao grau em que os mercados emergentes podem ser afetados. Eles são críticos porque suas taxas de crescimento foram aproximadamente três vezes superiores às dos mercados maduros, então, se essas caírem, o mercado todo poderá ser atingido”, opina Shiffler. E PCs não estão imunes às recessões.

A boa notícia? Shiffler não prevê uma queda brusca no mercado e “mesmo diante das piores circunstâncias, nada será como 2001, quando a economia global desacelerou e o mercado de computadores móveis caiu muito nos Estados Unidos e no mundo”, finaliza.

Fonte: Itweb

Published March 30th, 2008

Provedores levam reivindicações à Frente de Informática

A Frente Parlamentar Mista de Informática se reúne nesta quinta-feira, às 8h30, no restaurante do 10º andar do anexo 4, para definir sua pauta deste ano. Na oportunidade, a Rede Global Info, entidade que reúne mais de 700 provedores banda larga cerca de 1.300 municípios, apresenta aos deputados suas principais propostas para o setor.

Representada por seu presidente, Jorge de La Rocque, que também é membro fundador e efetivo do Conselho Nacional dos Provedores de Serviço de Internet (Conapsi), a Rede Global Info defenderá a livre concorrência de mercado, a manutenção do mercado de provimento de acesso, o fortalecimento da produção e distribuição de conteúdo nacional regional e da redução dos custos da banda larga no País.

Entre as propostas estão: a desagregação das redes de telecomunicações, a utilização da rede física da Eletronet para o acesso à internet, a participação do BNDES no financiamento de projetos alternativos de inclusão digital via banda larga, a prática de preços justos de insumos e a readmissão dos provedores internet no modelo simplificado de tributos (um projeto complementar que já está para ser votado pela Câmara dos Deputados).

A Rede Global Info ainda vai defender a oferta de serviços Triple Play (banda larga, IPTV e VoIP) pelos provedores, porque, de acordo com entidade, o aumento da oferta de serviços reduziria os custos operacionais das empresas, que seria repassado aos usuários finais.

“Os provedores querem que as leis existentes sejam regulamentadas e cumpridas, com isso garantindo isonomia de preços e competitividade, porque assim, na última milha junto ao usuário final, pela nossa história e inovação, temos como garantir preços, agilidade e principalmente a inserção digital através de uma produção educativa que ainda garanta a sobrevivência dos produtores regionais”, afirma La Rocque.

Para ele, o papel do Legislativo deve ser valorizado como uma salvaguarda da democracia e da produção e distribuição dos conteúdos locais. Ele explica que a produção de conteúdo local é, em grande parte dos casos, coibida pela falta de investimentos e canais de distribuição.

“O produtor de conteúdo regional muitas vezes é financiado pelo poder público local. Essa implicação muitas vezes acaba custando sua isenção e imparcialidade em troca de uma atuação tendenciosa em relações de vantagens ou de não prejuízo ao financiador. Além disso, o produtor ainda enfrenta problemas no momento de distribuição desse conteúdo. Nesse sentido, os provedores banda larga locais e os produtores de conteúdo regionais podem e devem ser parceiros, estimulando mutuamente os seus serviços tão importantes para o acesso e a democracia”, conclui.

Fonte: Camara

Published March 30th, 2008

Empresas brasileiras preferem softwares livres

Pesquisa realizada pela ISF (Instituto Sem Fronteiras) revelou que 73% das grandes empresas brasileiras, com mais de mil funcionários, utilizam softwares livres. Entre as menores empresas que participaram do estudo, aquelas com até 99 colaboradores, 31% demonstram essa mesma preferência. Entretanto, quando analisada a adoção de um software livre no servidor, o índice é de 56% no total de empresas avaliadas, sem distinção do porte, informou o site InfoMoney.Ficou claro o equívoco existente na crença geral, de que o software livre seria utilizado em maior escala pelas empresas pequenas, que enfrentam mais dificuldades financeiras. Por exemplo, no caso do software livre usado como sistema operacional, o Linux, o índice mais alto de adoção é registrado as maiores empresas que participaram do estudo: 53%.

A lógica é clara: quanto maior a organização, há mais riscos referentes ao uso de softwares piratas. O professor de pós-graduação em redes da FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista), Marcelo Okano, a multa para a empresa pega ou denunciada por se beneficiar da pirataria é ‘altíssima’, variando entre 10 vezes e 3 mil vezes o valor do programa original.

Quanto aos computadores, em 12 meses, houve um avanço de 12,4% no uso do softwares livres nos PCs das empresas que já os utilizam. Por outro lado, a pesquisa revelou que 53% dos entrevistados não utilizam softwares livres nos PCs e que apenas 1% das organizações os usam em seus computadores de forma integral. ‘Embora pareça pouco, transpondo este percentual para o universo de empresas brasileiras, os números são consideráveis’, esclarece o ISF.

O Instituto Sem Fronteiras salienta que os sistemas operacionais baseados em software livre estão de acordo com as especificações e expectativas técnicas de áreas em que há grande volume de transações e processamento de dados, bem como armazenamento. ‘Segurança, interoperabilidade e disponibilidade são, portanto, essenciais. Muitas atividades de tecnologia da informação do segmento de governo enquadram-se em tais características’, diz a entidade.

Entre as empresas que utilizam software livre, 48% mencionaram o uso em aplicações de missão crítica. Esta informação quebra outro tabu, relacionado à qualidade dos softwares livres. Marcelo Okano, confere inúmeras vantagens aos softwares livres frente aos aplicativos pagos.

A primeira é o custo. ‘A forma de licenciamento dos softwares livres é gratuita, o que constitui um atrativo. Para se ter uma idéia, um pacote Office custa, hoje, no mínimo R$ 500. Logo, uma empresa com dez computadores irá gastar R$ 5 mil’, explica. ‘As empresas que distribuem softwares livres não ganham com o desenvolvimento da tecnologia, ou seja, com os produtos, e sim com a prestação de serviços. Por exemplo, elas podem cobrar para instalar os programas’.

Além disso, estamos falando de produtos confiáveis hoje, e, em alguns casos, considerados até melhores. ‘Quanto à segurança, no caso do Linux, por exemplo, existem vários desenvolvedores. Por conta disso, em uma situação de vulnerabilidade, o problema é rapidamente corrigido. O mesmo não ocorre com o sistema operacional pago, em que o único desenvolvedor precisa corrigir o problema, como é o caso do Windows’.

O professor alerta que, às vezes, a situação de vulnerabilidade demora a ser revertida porque o desenvolvedor tem interesses de vender softwares de segurança. Nesse ponto, os softwares livres levam vantagem. Eles permitem que o usuário utilize programas gratuitos de segurança que, antigamente, eram caros. ‘Há um Firewall feito para Linux’, exemplifica.

Existe ainda um software para Linux chamado Samba que permite compartilhar arquivos no servidor. Todos esses avanços indicam que os softwares livres abriram portas, tornando acessíveis serviços e produtos da área de informática que, antigamente, eram inacessíveis por conta do alto custo. Nada mais adequado às micro e pequenas empresas, na opinião de Okano.

Para o consultor do ISF, Álvaro Leal, os pontos positivos do software livre são a estabilidade, a segurança e a facilidade de implantação. ‘As soluções se desenvolveram, melhoraram. Há uns anos, as pessoas usavam os programas gratuitos por conta do custo. Atualmente, a opção é feita com base na qualidade também’.

Okano explica que existem vários tipos de softwares livres. O Linux, por exemplo, é um sistema operacional, sendo o único livre. Ele substitui o Windows, mas não nasceu para ser seu concorrente. ‘Pessoas que desenvolvem softwares livres não entendem como uma empresa pode cobrar muito mais pelos programas do que gastou para desenvolvê-los. Como eram contra essa filosofia, lançaram os aplicativos gratuitos’, analisa.

Existem ainda alguns que são usados em bancos de dados, outros para o ensino à distância. Um deles é o Teleduc, produto desenvolvido pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e usado hoje por inúmeras universidades e centros educacionais que promovem cursos que não são presenciais.

O Apache, por sua vez, é um servidor de páginas da Internet usado por boa parte dos provadores, sendo compatível com os softwares livres. Aliás, graças à ele, uma das poucas desvantagens dos programas gratuitos está sendo transposto: a incompatibilidade dos sites desenvolvidos para o Windows com os softwares gratuitos. Exemplificando: muitos softwares bancários foram criados para o Windows, o que impossibilita a geração de boletos de pagamentos àqueles que não utilizam o programa.

Fonte: Empresas

Published March 30th, 2008

Eee PC 900, da Asustek, pode rodar tanto Linux quando Windows XP

Novo notebook de baixo custo tem trackpad multi-touch - como o MacBook Air -, câmera de 1.3 MP e tela de 8.9 polegadas.

A nova geração do laptop de baixo custo Eee PC, da Asustek Computer, terá um trackpad com a tecnologia multi-touch, tela maior, melhorias na webcam e na capacidade de armazenamento, informou a empresa nesta quinta-feira (27/03).

O Eee PC 900 exibe uma tela de 8,9 polegadas, maior do que as 7 polegadas do modelo original, além de uma câmera com resolução de 1.3 megapixel e drive de disco (SSD) de 12 Gigabytes. A câmera do modelo anterior tinha apenas 0.3 megapixel de resolução e SSD de 8GB.

O amplo touchpad (área do notebook usada como um mouse) do Eee PC 900 funciona de forma semelhante ao Macbook Air. Com dois dedos, uma pessoa pode aproximar e ampliar a imagem de fotos e documentos, rolar a tela e mais, segundo a Asustek. Ele poderá usar tanto o sistema operacional Windows XP quanto o Linux.

O Eee PC 900 chegará ao mercado em junho e seu preço sugerido, na Europa, é de 626 dólares.

Fonte: Pcworld

Published March 30th, 2008

Concurso premiará quem invadir máquinas com Linux, Vista e Mac OS X

O “PWN 2 OWN” dará 20 mil dólares ao primeiro hacker que invadir laptops com tais sistemas operacionais em ataque inédito.

Quem é o mais seguro: Linux, Mac OS X ou Vista? É isto que os organizadores da conferência de segurança CanSecWest pretende descobrir nesta semana com um concurso de hacking em Vancouver.

Os participantes terão que usar um ataque ainda sem correção e inédito e quem conseguir invadir o sistema, seja ele Windows, Mac OS X ou Linux, ganhará 20 mil dólares e ganhará o laptop usado no ataque.

O concurso será chamado de “PWN 2 OWN”, frase que, na terminologia hacker significa “invada para ganhar”.

Por mais que o preço pareça muito dinheiro, participantes afirmam que um ataque inédito, como o que o concurso exige, pode render muito mais dinheiro em tempo menor, pela venda da tecnologia seja para fabricantes de segurança ou para agências ligadas ao governo dos Estados Unidos.

Charlie Miller, mais conhecido como um dos pesquisadores da Independent Security Evaluators que hackeou o iPhone no último ano, afirmou que vai participar não pelo prêmio, mas pela emoção de ver se consegue ser o primeiro a invadir o sistema. “Para mim, este é o Super Bowl da pesquisa de segurança”, afirmou.

No primeiro dia do concurso, ninguém ainda tinha tentado invadir os três laptops. Isto não é basicamente uma surpresa já que, no primeiro dia, os organizadores permitiram apenas ataques usando funções de rede que não exigem interação do usuário, ameaça bastante rara ultimamente.

Miller afirma que tentará invadir o MacBook Air na quinta-feira quando as regras serão menos rígidas e os hackers poderão tentar ataques que permitem a ação do usuário, como visita a um site malicioso ou a abertura de uma mensagem eletrônica.

Existe um problema em esperar até quinta, porém. O prêmio cai pela metade a cada dia. Caso a invasão não tenha sido realizada até sexta, o prêmio cai para 5 mil dólares e os organizadores instalarão programas na máquina para facilitar invasões.

No ano passado, o concurso gerou muita atenção, mas tinha apenas um laptop MacBook Pro, invadido pelo pesquisador Dino Dai Zovi.

Fonte: Pcworld

Published March 30th, 2008

China estréia em abril tecnologia 3G própria

Os testes serão realizados em oito cidades da China, a partir do dia 1 de abril. Serão oferecidos gratuitamente 20 mil celulares compatíveis com a tecnologia. Haverá também aparelhos à venda.

O lançamento da 3G na China foi adiado porque o governo queria desenvolver sua própria tecnologia para evitar o pagamento de royalties para companhias que detém patentes de padrões utilizado na 3G.

A China Mobile está atrasada: tinha planos de começar a operar no primeiro semestre, com cobertura em 300 cidades, antes das Olimpíadas.

Kátia Arima, da INFO

Fonte: Info

Published March 30th, 2008

Proteção contra perda de dados vai movimentar milhões de dólares, diz IDC

Gerry Pintal, gerente de pesquisas da IDC, afirma que prevenção contra perda de dados vai mudar o setor de TI.

Por Vinicius Cherobino, do COMPUTERWORLD

Gerry Pintal, gerente de pesquisas da IDC para serviços e produtos de segurança, esteve no Brasil em março, quando participou da conferência de segurança realizada pela empresa de pesquisas. Apresentando os principais números do setor, o especialista destacou como a prevenção contra a perda de dados (DLP) vai mudar a TI em 2008.

Indo além do discurso que se tornou lugar-comum em segurança – acabou a era “romântica” dos hackers que buscavam apenas notoriedade – o especialista indicou o futuro de tendências como terceirização de segurança e a integração entre segurança física e digital, além de abordar o crescimento e a consolidação do setor de prevenção contra perda de dados (DLP, da sigla em inglês). Segundo ele, um grande fornecedor de TI prepara uma aquisição na área. Acompanhe.

Computerworld| A prevenção contra a perda de dados é um dos mercados que tem maior taxa de crescimento em segurança, tanto pelas exigências governamentais quanto pelo medo das empresas em perder dados críticos ou de clientes. O que vai mudar nesse setor?

Gerry Pintal| O conceito de DLP significa controlar e proteger informações sensíveis para a corporação, estando esses dados em movimento, parados ou em uso. Diversas organizações de segurança e de TI se movimentaram fortemente para adquirir outras empresas que tinham soluções pontuais, com objetivo de possuir uma oferta de DLP mais abrangente.

Recentemente, nove empresas fecharam diversas compras para oferecer soluções de DLP, o que dá uma idéia da atividade do mercado. Agora, eu tendo em dizer que os grandes fornecedores de tecnologia vão começar a buscar aquisições. Por exemplo, não ficaria surpreso em ver a Cisco fazendo um movimento desse tipo. De qualquer maneira, a consolidação vai crescer muito.

CW| Durante a sua apresentação, você indicou ótimas perspectivas de negócios em terceirização de segurança. É possível que os gestores superem a cultura de que segurança não pode ser terceirizada?

GP| Só algumas áreas de segurança são apropriadas para terceirização, na verdade. Hoje, a melhor opção – tanto em termos de ofertas dos fornecedores quanto pelas vantagens do modelo – está na proteção de e-mail, com eliminação do spam e dos malwares que acompanham as mensagens. É possível o cliente corporativo conseguir bloquear os spams antes que eles cheguem a sua infra-estrutura. Além disso, esses fornecedores passam a analisar a saída de e-mails, evitando que sejam enviados de dentro da empresa. Mas ainda é cedo para pensar que esses serviços possam bloquear o vazamento de informações críticas.

Ao terceirizar a proteção de e-mail, a empresa cliente também ganha com a gestão centralizada, com o monitoramento e a gestão das políticas internas sendo feita de um único local por um único fornecedor. Esses relatórios podem ser úteis. A gestão de logs (registros computacionais) também pode ser interessante, mas em menor escala.

Outro setor que está gerando atenção para a terceirização é o de filtragem web. Como as ofertas vão além das tradicionais listas negras e bloqueio de URL, a empresa pode ganhar em adotar isso fora da sua infra-estrutura.

CW| A IDC apontou como grande tendência para 2008 a integração entre as áreas de segurança da informação e segurança física. Como esse processo vai acontecer?

GP| É relativamente normal que a segurança física funcione como um silo isolado dentro das empresas. Mas hoje os dispositivos eletrônicos para controlar o acesso a áreas ou salas estão sendo desenvolvidos com IP, o que permite e faz a integração ser mais simples. Os profissionais de segurança da informação sabiam que essa era uma transição natural, é apenas uma questão de tempo. Os fornecedores de SI estão se preparando para isso. No entanto, haverá problemas na questão de hierarquia e na integração de duas áreas que atuam em separado.

Neste momento, é importante também adicionar as informações que outras áreas da empresa possuem sobre os funcionários. O departamento de recursos humanos, por exemplo, precisa informar sobre qualquer mudança de cargo ou demissão, para que a gestão de acesso seja efetuada de maneira apropriada: tanto na parte física quanto na digital. Quando se possui o controle do funcionário no ambiente real e no virtual, aumenta muito o nível de segurança.

Fonte: Computerworld