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Archive for April 2nd, 2008


Published April 2nd, 2008

Triple play pode virar commodity

Pacotes que reúnem banda larga, TV a cabo e telefone, os chamados Triple Play, estão sendo bem recebidos pelos consumidores brasileiros, mas, segundo o IDC, apesar dos preços mais atrativos em razão da competitividade, seu caminho pode ser muito curto.

“O Triple Play será visto simplesmente como uma plataforma para agregar novos serviços. E as empresas que aqui ofertam os pacotes terão que se valer do Quadriple Play e de novos serviços para angariar mais receita”, prevê Vinicius Caetano, analista de telecom do IDC.

O Quadriple Play coloca à disposição dos consumidores os serviços de celular e mobilidade, como banda larga móvel, por exemplo, além de TV on demand, DVR, HDTV e banda extra on demand.

Fonte: Baguete

Published April 2nd, 2008

Desmistificando o triple play

As ofertas de pacotes que reúnem os serviços de banda larga, TV a cabo e telefone, denominados Triple Play, estão sendo muito bem recebidas pelos consumidores brasileiros, ávidos pelas vantagens de contar com a redução de seus custos, a concentração dos gastos numa única fatura e o “sonho” de um único número de suporte. Mas, apesar dos benefícios irem longe, com a competitividade revertendo em melhores serviços e preços mais atrativos, o caminho do Triple Play no Brasil pode ser muito curto.

De acordo com o último CIS (Continuous Intelligence Service) da IDC, boletim mensal dedicado aos clientes da consultoria com assuntos emergentes do mercado de telecomunicações, ao pegar como exemplo países mais maduros que já passaram pela experiência de ofertar o Triple Play, como é o caso do Canadá, existem alguns mitos a cercar esses serviços. Um deles é o das operadoras de telefonia fixa e das emissoras de TV a cabo acharem que a oferta de Triple Play é um diferencial competitivo. Outro, mais óbvio, é o de achar que ao ganhar usuários pelas ofertas de preços, isso significará mais receita.

A análise da consultoria explica que, antes, a transmissão via satélite predominava nas TVs por assinatura no Canadá. Depois de 2004, vieram as ofertas de Triple Play e o cabo se popularizou, tanto que rapidamente deixou as transmissões de satélite para trás. Passada a onda com o lançamento, entretanto, logo as empresas de cabo perceberam que não tinham a mina de ouro desejada e, para a receita subir, novos serviços teriam de ser agregados. Foi quando surgiu, daí com êxito, o Quadriple Play, que também coloca à disposição dos consumidores os serviços de celular e mobilidade, como banda larga móvel, por exemplo, além de TV on demand, DVR, HDTV, banda extra on demand, etc.

Para Vinicius Caetano, analista de telecom que desenvolveu este CIS, muito em breve o Triple Play vai deixar de ser um diferencial para virar commodity no mercado brasileiro. “Ou seja, o Triple Play será visto simplesmente como uma plataforma para agregar novos serviços. E, da mesma forma que no Canadá, as empresas que aqui ofertam os pacotes terão que se valer do Quadriple Play e de novos serviços para angariar mais receita”, prevê Caetano, que acrescenta, “sinergia para isso há. Importantes empresas de telefonia fixa e de cabo têm como matrizes companhias que possuem participação nas operadoras móveis brasileiras, permitindo a mobilidade tanto de voz quanto de dados”.

O que também reforça o passo ao Triple e ao Quadriple Play é tendência para a interatividade via TV, já que esses pacotes contemplam TV digital e banda larga. Uma ajuda importante para que a interatividade se concretize será a entrada do IPTV, que ainda está em estágio de testes devido a restrições regulatórias. A utilização desse novo sistema permitirá que as concessionárias telefônicas passem a oferecer ao menos três serviços sobre a mesma rede, dispensando a TV satelital e facilitando a  comunicação em tempo real entre assinantes e emissoras.

Fonte: B2bmagazine

Published April 2nd, 2008

D-Link Brasil fatura US$ 97 milhões em 2007

A D-Link fechou o ano com faturamento de US$ 97 milhões, o que representa 38% de crescimento em relação a 2006, e prevê um crescimento parecido para 2008. O faturamento anual global da D-Link Corporation é de US$ 1,38 bilhão.

Neste ano, como parte da sua estratégia de negócios e em busca de atingir sua meta de crescimento, a companhia inicia a venda de produtos e serviços para médias e grandes empresas. Para isso, anuncia a criação de uma nova área de negócios, denominada Business Solutions, que será responsável por 20% do faturamento total em 2008. Em 2010, esta área deverá responder por uma fatia de 35% da receita.

Com o anúncio, a D-Link passa a oferecer um portfólio de serviços e produtos amplo, com soluções de conectividade e segurança, mobilidade, vigilância IP, voz e telefonia IP, além de gerenciamento de internet e usuários. A empresa terá 45 novos VARs na área de Business Solutions. O atendimento comercial será especializado por área de negócio (Comércio, Educação, Finanças, Governo, Indústrias e Saúde).

Fonte: B2bmagazine

Published April 2nd, 2008

Vex mescla Wi-Fi com 3G

A Vex, empresa paulista especializada na instalação de redes sem fio com tecnologia Wi-Fi, anunciou que unirá conexão wireless à 3G, o que permite acesso sem fio em hotspots móveis.

“O serviço será muito útil para quem precisa de uma conexão veloz e de mobilidade. Vamos trabalhar em parceria principalmente com empresas de ônibus, fretados intermunicipais e interestaduais, táxis, além de pousadas e hotéis que ainda não tenham banda larga por conta da distância dos centros urbanos”, explica Roberto Ugolini Neto, presidente da Vex.

O acesso ao Wi-Fi 3G é feito da mesma maneira que um hotspot comum. Ao se conectar, o cliente busca a rede da Vex e faz a autenticação na página da empresa. Já a estrutura técnica para a instalação dos hotspots convergentes conta com um acess point (VexBox), o modem 3G de qualquer operadora (plug&play) e uma fonte de energia.

Fonte: Baguete

Published April 2nd, 2008

MS diz que OXML foi aprovado na ISO

A Microsoft divulgou comunicado em português e inglês afirmando que o padrão Open XML, desenvolvido pela empresa, obteve a chancela da ISO, organismo internacional que aprova formatos eletrônicos.

Ao longo dos últimos dias, os países membros da ISO enviaram seus votos ao órgão. Oficialmente o resultado da votação só será divulgado na quarta-feira (2).

Alguns documentos publicados na internet, no entanto, apontam para a vitória do Open XML, formato de documentos eletrônicos que rivaliza com o ODF, apoiado pela IBM e comunidades Linux.

Se confirmada a aprovação, o Open XML ganha o mesmo status que já tem as extensões HTML, PDF e ODF. O Brasil, por meio da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) votou conta o padrão apoiado pela Microsoft. Representantes do Brasil na ISO, no entanto, já admitem informalmente que o Open XML foi aprovado.

De acordo com documentos que representantes dos órgãos nacionais receberam da ISO, o Open XML contou com o voto favorável de 87 órgãos internacionais, mais do que o necessário para tornar-se padrão ISO.

“Com 86% dos votos, o Open XML recebeu um expressivo apoio. Esse resultado significa um avanço para os consumidores, provedores de tecnologia e governos que desejam escolher o formato que melhor atende às suas necessidades e têm uma voz na evolução desse padrão amplamente adotado”, escreve Tom Robertson, gerente de Interoperabilidade da Microsoft, em nota divulgada pela empresa.

Para tornar-se um padrão ISO, o formato precisa obter a aprovação num intrincado sistema em que é preciso conquistar mais de dois terços dos votos dos países e não receber veto de mais de 25% dos votantes. O critério também dá pesos aos países votantes, dando maior relevância aos maiores mercados.

Entre os países que votaram sim ao Open XML estão Estados Unidos e Japão. Entre as nações emergentes que formam o chamado BRIC, nenhum representante votou pelo OXML. Brasil, Índia e China votaram contra. A Rússia votou abstenção.

Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

Fonte: Info

Published April 2nd, 2008

Triplica o número de colaboradores individuais para o kernel do Linux

Por IDG News Service/EUA

 

Chris Kanaracus, editor do IDG News Service, de Boston

 

Mais de 3.700 desenvolvedores contribuíram com mudanças. Linus Torvalds promoveu 495 alterações, contra as 1.571 de Al Viro.

 

Nos últimos três anos, o número de desenvolvedores individuais que contribuem com mudanças do kernel do Linux triplicou. Um total de 3.700 desenvolvedores de mais de 200 empresas contribuíram com o kernel desde 2005, afirmou relatório da Linux Foundation nesta terça-feira (01/04).

O desenvolvedor particular que mais contribuiu com o kernel foi Al Viro, que já promoveu 1.571 mudanças. Já Linus Torvalds, hoje visto como sinônimo do Linux, contribuiu com 495 mudanças.

Os 10 principais desenvolvedores individuais do ranking contribuíram com aproximadamente 15% das mudanças no kernel, enquanto se somadas as contribuições dos 30 principais desenvolvedores - incluindo todas as categorias da pesquisa -, o total é de 30% de mudanças promovidas.

A categoria que foi mais responsável pelas alterações no kernel foi a de profissionais que trabalham sem contribuição financeira de empresas, com 13,9% das mudanças.

Em segundo lugar, com 12,9%, ficou a categoria “desconhecidos”, que agrega desenvolvedores de empresas, que não puderam ser encontrados. “Com poucas exceções, todos nesta categoria contribuíram com 10 ou menos mudanças ao kernel nos últimos três anos, embora o grande número de pessoas na categoria aumente sua contribuição total”, afirma a pesquisa.

O próximo lugar da lista foi ocupado pelos desenvolvedores filiados a empresas e fundações, com Red Hat na liderança (11,2%), seguida pela Novell (8,9%), IBM (8,3%), Intel (4,1%) e Linux Foundation (3,5%).

Mesmo com grande movimento, o projeto kernel do Linux não corre risco de ser “sequestrado” por interesses corporativos. “As empresas entendem os princípios e regras do processo de desenvolvimento”, afirma um dos autores do levantamento e também desenvolvedor para o kernel, Kroah-Hartman.

“A criação ocorre com relações de confiança, tanto na perspectiva individual quanto corporativa”, diz o desenvolvedor.

Fonte: Pcworld