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Archive for April 13th, 2008


Published April 13th, 2008

IOGEAR cria disco multimídia portátil

A fabricante americana IOGEAR anunciou seu Portable Media Player, um tocador multimídia portátil que, apesar de seu nome genérico, traz alguns recursos interessantes, como capacidade de reprodução de filmes em 720p (alta definição).

Embora o aparelho não tenha uma tela própria, pode ser conectado a uma TV ou HDTV para reproduzir arquivos transferidos a partir de um PC para seu disco rígido via porta USB em diferentes formatos, como DivX, Xvid, MPEG-1 e MPEG-2 (com suporte a legendas) ou ainda pastas com DVDs completos, reproduzindo com fidelidade os menus originais, conforme noticiou o site Gizmodo.

Em seu disco de 120 GB é possível gravar cerca de 34 mil fotos digitais, 30 mil músicas em MP3 (ou 3 mil descompactadas, com qualidade em CD), até 9 horas de vídeo digital (DV) ou 50 horas de vídeos em qualidade de DVD.

O modelo GMD2025U120 vem acompanhado de um completo controle remoto, complementar aos botões básicos embutidos no portátil e, ao menos por enquanto, o aparelho é vendido apenas para clientes dos Estados Unidos e Canadá por US$ 349,95.

Mais informações e imagens do produto podem ser obtidas aqui.

Fonte: Geek

Published April 13th, 2008

iPhone 3G em Junho

Uma nova versão do iPhone deverá ser apresentada na Worldwide Developers Conference 2008 da Apple, que decorrerá entre 9 a 13 de Junho.
A grande novidade é, como tem sido anunciado, o suporte para ligações de dados 3G, uma ausência muito criticada no actual smartphone da Apple.

Segundo o site TGDaily, o novo iPhone, 2,5mm mais estreito do que actual, deverá estar disponível em dois ou três modelos: 8GB (399 dólares nos EUA), 16GB (499 dólares) e uma possível versão de 32GB (599 dólares). Não foram avançados preços para a Europa.

Fonte: Exameinformatica

Published April 13th, 2008

3G no Brasil: 2008 terá lançamentos; comércio fica forte em 2009

Diretor da 3G Américas diz que Claro e Telemig (agora Vivo) saíram na frente, mas que serviço só vai se popularizar quando as demais operadoras lançarem suas redes.

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD

O dia das mães é uma data que pode pressionar o Tribunal de Contas da União (TCU) a acelerar a aprovação das transações de compra de espectro realizadas durante o leilão de terceira geração realizado em dezembro do ano passado – o que viabiliza o lançamento dos serviços.

Mas mesmo se isso acontecer, o diretor da 3G Américas para América Latina e Caribe, Erasmo Rojas, acredita que ainda leva algum tempo para que as atividades comerciais se tornem intensas. “Esse ano é mais de lançamentos e a assinatura dos primeiros pacotes de serviços, que na verdade se intensificam mesmo em 2009”, diz.

O executivo acredita que apesar de Claro e Telemig Celular (que a Vivo adquiriu) terem lançado seus serviços em novembro do ano passado, com espectro que já possuíam – de 850 MHz a 1800 MHz – as ofertas e adesão dos consumidores só vai ser expressiva quando esse mercado tiver concorrência.

O foco de quem já fez lançamentos é o mercado corporativo e também os usuários de planos pós-pagos. “Quem já fez lançamento – justamente para sair na frente e ter um diferencial, procura anunciar ofertas que chamem a atenção e um dos destaques são as videochamadas”, diz.

A liberação de mais lotes de banda de terceira geração, no entanto, pode representar um benefício para o Brasil, que poderá cobrir mais cidades do interior com sinal de celular e levar também acesso a banda larga. “A divisão digital tende a diminuir”, afirma Rojas.

Fonte: Computerworld

Published April 13th, 2008

Alcatel-Lucent integra tecnologias Red Hat

A Alcatel-Lucent e a Red Hat vão integrar as tecnologias Red Hat Enterprise Linux e Realtime nos produtos de comunicações Alcatel-Lucent para pequenas e médias empresas (PME). A colaboração suporta o compromisso Dynamic Enterprise da Alcatel-Lucent de interligar pessoas, redes, processos e conhecimentos num ambiente flexível e aberto, enquanto ajuda a Red Hat a expandir os seus negócios, segundo ambas as empresas.

A integração das tecnologias Enterprise Linux e Realtime - um dos principais componentes do recém-anunciado Red Hat MRG, vai permitir à Alcatel-Lucent aumentar a fiabilidade, escalabilidade, segurança e estabilidade durante a vida útil da sua carteira de produtos de voz, dados, mobilidade e colaboração para PME, segundo o comunicados.

A Alcatel-Lucent vai beneficiar do programa de certificação Red Hat nas suas plataformas e hardware de nova geração e dos ciclos de suporte alargado da Red Hat, incluindo actualizações de segurança. Os produtos Alcatel-Lucent baseados em Red Hat estarão disponíveis durante o primeiro semestre de 2009.

Escolher as tecnologias da Red Hat não foi difícil, segundo Tom Burns, COO das actividades empresariais da Alcatel-Lucent. “Ao apoiar-nos no líder do mercado em matéria de software e serviços open source para satisfazer as nossas necessidades de sistemas operativos e middleware, podemos concentrar-nos no desenvolvimento e entrega de métodos inovadores de comunicação e interacção para utilizadores fixos e móveis, em qualquer lugar, a qualquer momento, através de qualquer acesso e de qualquer dispositivo”, disse.

Para Paul Cormier, vice-presidente executivo de Engenharia na Red Hat, este acordo mostra que a Enterprise Linux é adequada para o segmento PME. “Isto vem mostrar não só que o Red Hat Enterprise Linux é uma plataforma ideal para o segmento das PMEs como, também, que a tecnologia da Red Hat está perfeitamente apta a gerir aplicações estratégicas como são as comunicações empresariais em tempo real”, disse.

Fonte: Computerworld

Published April 13th, 2008

Virtualização de desktops: O que é e por que virtualizar.

No momento atual da TI, quem acompanha as notícias no mercado, sabe que virtualização é a palavra da vez. Virtualizar virou sinônimo de abstrair e, portanto, praticamente tudo que tem um conceito de abstração leva virtualização em seu nome.

No contexto de virtualização de desktops, basicamente existem quatro conceitos ou tipos. Vou comentar brevemente quais são e aprofundar um pouco mais naquele que em minha opinião é o mais vantajoso para as grandes corporações. Obviamente cada tipo atende melhor determinada situação.

O primeiro tipo de virtualização de desktops que comentarei é aquele que se instala um aplicativo de virtualização no desktop do usuário. Alguns exemplos de aplicativos são: VMware Workstation, Microsoft Virtual PC e Parallels Workstation. Este tipo é comumente utilizado quando um usuário precisa utilizar dois ou mais sistemas operacionais, normalmente para teste de alguma aplicação que está desenvolvendo. Alguém aí ainda faz dual-boot no seu desktop para ter Linux e Windows no mesmo computador? Isso é coisa do passado! :) Algumas features como snapshots, clone VM, etc, facilitam a modificação e o rollback para um estado anterior, agilizando muitas tarefas.

Existe também aquele tipo muito útil para empresas que tem pontos de atendimento remoto, sem link com o data center principal da empresa, e que por estarem isolados, estão fora do controle e das políticas de segurança da empresa. Para estas situações a VMware oferece o VMware ACE, que permite a criação de máquinas virtuais com políticas de segurança, as quais podem ser entregue para estes usuários remotos utilizarem. As políticas de segurança serão mantidas mesmo sem conexão com a rede. Como exemplo de políticas, podemos citar: qual trafego de entrada e saída é permitida naquela máquina virtual, que dispositivos poderão ser utilizados, etc. Também é possível determinar um tempo de vida para a máquina virtual, criptografá-la e protegê-la contra cópia, evitando que a máquina virtual seja clonada.

Tem também aquele velho e conhecido tipo, que por ter surgido em outra época, não levou a virtualização em seu nome, mas que pode ser considerado como tal. Estou falando do terminal services, como o Microsoft terminal services e o famoso Citrix Presentation Server (antigo Metaframe e agora Citrix XenApp). Muitas empresas adotaram esta tecnologia e disponibilizaram terminais de servidores para que os usuários utilizassem como seus desktops, com o objetivo de centralizá-los e reduzir os custos de manutenção.
Apesar do bom número de empresas que utilizam esta tecnologia, ela não teve a aceitação que se esperava no início dos anos 2000. Isto pode ter sido causado por uma série de fatores, como licenciamento, incompatibilidade de algumas aplicações, o ambiente entregue para os usuários não é exatamente aquele com os quais estes estavam acostumados a trabalhar, etc. Outro fato que é importante ressaltar neste momento, para que depois eu possa comparar com o quarto tipo, é que em um ambiente de terminais, cada terminal é uma seção de um mesmo sistema operacional. Isto significa que não existe um real isolamento. Se um usuário de uma seção executar algum aplicativo que consuma 100% de CPU, todos os demais usuários serão afetados. Se um usuário ou aplicação executarem uma operação que cause uma falha de sistema operacional, o que acontece? Da mesma forma, todos os usuários conectados àquele servidor serão prejudicados.

Este seguinte é o conceito que mais me atrai, e que acredito que possa revolucionar o conceito de desktops nas empresas. Eu estou falando da utilização dos hypervisors para virtualização de desktops. Lembrando, hypervisor é a camada que virtualiza o Hardware, e é instalado diretamente sobre este.

Ok, mas qual a vantagem disso?

Bom, os hypervisors que me refiro, são aqueles mesmos da virtualização servidores, como o Vmware ESX (com o VDI – Vmware Desktop Infrastructure) e o Citrix XenServer (com o Citrix XenDesktop). Isto significa basicamente duas coisas:
Primeira, a virtualização de desktops terá todos os benefícios da virtualização de servidores.
Segunda, os destokps estão sendo levados para dentro do data center (o que traz mais uma série de benefícios).

Mas qual o diferença para o Terminal Services?
Diferente do serviço de terminais, neste conceito os desktops não são seções de uma mesma instalação de SO, mas são máquinas virtuais isoladas e encapsuladas. O encapsulamento proporciona mobilidade, o que significa que as máquinas podem ser migradas a quente de um servidor para outro, ou, atualmente também, de um storage para outro (no caso do VMware). Já o isolamento significa que problemas em um desktop não afetarão os demais, assim como uma máquina virtual nunca usará mais do que os recursos permitidos para ela de um servidor físico.

Este cenário também resolve dois outros problemas citados anteriormente, que são a incompatibilidade de algumas aplicações e o ambiente operacional, que será idêntico aquele utilizado pelo usuário num desktop comum.

Com todos os desktops dentro do data center, facilitamos o backup dos dados, aumentamos a segurança dos dados empresariais, simplificamos a instalação de novos desktops, centralizamos o gerenciamento, simplificamos a manutenção e o suporte (já que não haverão mais desktops físicos, agora eles serão lógicos) e facilitamos o business continuity no caso de um desastre. Ufa, cansei.

Ficarei apenas na citação, pois senão o post ficará muito extenso.

Como virtualizar? Por onde começar?
Como todo projeto, a virtualização de desktops exige um bom planejamento. E um bom planejamento depende de uma boa avaliação e análise do ambiente, e tudo isto vocês encontrarão na Virtue IT, uma empresa com foco em virtualização, que é parceira Enterprise VMware e Citrix, e que possui profissionais certificados em ambas as tecnologias, o que nos coloca como a maior equipe de virtualização do Sul do País.

Uma ótima semana a todos,

[]’s
Guilherme Schäffer
www.virtueit.com.br

Fonte: Baguete

Published April 13th, 2008

Leucotron participa do “Mato Grosso Digital 2008″ em parceria com a Stelmat

A Leucotron Telecom, empresa brasileira que desenvolve soluções integradas de telecomunicações para corporações e mercado SOHO (Small Office/Home Office), vai participar do “Mato Grosso Digital 2008″, em parceria com a Stelmat, maior concessionária Leucotron autorizada no estado de Mato Grosso. O evento acontece de 17 a 19 de abril, no Centro de Eventos Pantanal, em Cuiabá.

Uma das participações da Leucotron durante os três dias da feira será a apresentação de soluções VoIP da linha PABX Active IP nos estandes da Stelmat. O produto tem como principal diferencial o fato de ser híbrido, ou seja, mescla a tecnologia de telefonia convencional com a tecnologia VoIP. “Isto permite que as empresas incorporem a nova tecnologia sem alterar a estrutura física já existente, o que implicaria em altos custos”, explica o supervisor da Leucotron da região Centro-Oeste, Roberto de Souza Junior.

Outra inovação do PABX Active IP é o fato de também permitir que um telefone celular com wi-fi seja habilitado como ramal IP, que tem como vantagem a grande disponibilidade de acesso. Neste sistema, o ramal IP e o celular funcionam ao mesmo tempo, sendo possível realizar e receber chamadas tanto por um sistema quanto por outro. Além disso, ele pode ser usado em qualquer lugar do mundo, garantindo a disponibilidade de acesso e a mobilidade que um celular comum proporciona.

Porém, a presença da Leucotron no “Mato Grosso Digital” não pára por aí, pois no dia 18 de abril, às 18h, será a responsável pela palestra “Aplicações VoIP e Wireless VoIP nas PMEs (polícias militares) e Órgãos Públicos”. O palestrante será o gerente de Produto da Leucotron, Vinícius Soares da Silveira, que vai falar sobre os anseios do cliente, a infra-estrutura disponível e os produtos e serviços aplicáveis. “As empresas se beneficiam desta comunicação para conectar suas mais diversas unidades e com isto conseguem estar mais perto do cliente e reduzir suas contas telefônicas”, salienta Silveira.

Só para se ter idéia da importância da tecnologia Leucotron, segundo estimativa do Yankee Group, a voz sobre IP deverá representar 11,2% do tráfego de telefonia fixa no Brasil em 2009 e irá substituir totalmente a telefonia tradicional nos próximos sete anos. “A tecnologia VoIP avança rapidamente por diversos motivos, entre eles a melhora na qualidade e o baixo custo das operações. É possível reduzir as despesas com telefonia empresarial e residencial em cerca de 50%, levando em conta a quantidade e os tipos de ligações realizadas”, afirma o diretor de Marketing da Leucotron, Antônio Cláudio de Oliveira.

Para o supervisor da Leucotron da região Centro-Oeste, eventos como o “Mato Grosso Digital” são importantes para a disseminação das soluções e novidades tecnológicas para o mercado de Telecom desenvolvidas pela empresa. ”É um mecanismo de levar até o cliente soluções e situações que otimizam sua comunicação com economia”, observa Roberto de Souza Junior.

Fonte: Odocumento

Published April 13th, 2008

Estudo apresenta tendências para TI corporativa

Estudo divulgado pela Cisco revela que, à medida que a adoção de tecnologias de vídeo e Web 2.0 cresce, mais as se interessam em utilizá-las para ajudar na ampliação dos seus negócios, busca de novos clientes, aumento da colaboração entre seus funcionários e realização de meios mais ecológicos de comunicação.

Mais da metade dos 850 tomadores de decisão de empresas TI entrevistados disse que utiliza vídeo e Web 2.0. Outros 25% revelaram que estão conhecendo essas ferramentas. No entanto, quase todos reforçaram que é preciso preparar melhor suas redes, antes de poder implementar essas tecnologias, para dar suporte à comunicação e colaboração na organização.

Ferramentas como blogs, Wikis, telepresença, e Web conference ajudam as empresas a acompanhar as mudanças rápidas do mercado. Cerca de 30% dos pesquisados relataram que a principal razão para investir neste segmento é suprir a demanda de seus clientes por produtos e serviços inovadores. O desejo de ter mais consciência ecológica (26%) também foi apontado como justificativa para o uso de aplicativos de vídeo.

“A adoção de tecnologias de vídeo e Web 2.0 por grandes empresas dependerá de como se estabelecerá, de forma clara, o elo entre o crescimento dos negócios e a vantagem competitiva”, afirma Marie Hattar, diretora sênior de Sistemas de Rede da Cisco. “Com a globalização da mão-de-obra das empresas, o papel de TI está cada vez mais amplo, desde operações de gerenciamento de rede ao desenvolvimento do impacto do negócio, por meio da inovação na forma como funcionários, clientes e parceiros se comunicam e colaboram”, avalia Marie.

Nesta era do trabalhador dinâmico, colaborativo e com conhecimento, e das organizações cada vez mais horizontais e interativas, as empresas precisam inovar com suas ferramentas de comunicação para serem ágeis na resposta às mudanças do mercado. Cerca de metade dos entrevistados prevêem que o vídeo será mais amplamente utilizado nos próximos cinco anos, com uma colaboração mais eficiente entre os funcionários (66%) e redução nas despesas com viagens (56%), como os estimuladores de negócios.

“A colaboração pode ser um fator decisivo para as organizações”, acredita John Kaltenmark, diretor administrativo global da Accenture Technology Consulting. “Essas tecnologias são importantes para aprimorar a eficiência e a produtividade, além de ter um papel essencial na criação de um ambiente de trabalho mais responsável ecologicamente. No entanto, para que a promessa seja realmente cumprida, TI tem de trabalhar em conjunto com o negócio, para colocar em prática uma estratégia de longo prazo que aplique as tecnologias em um contexto mais amplo, possibilitando assim melhor desenvolvimento dos negócios”, finaliza Kaltenmark.

Fonte: Decisionreport

Published April 13th, 2008

Lucro vai alimentar programas de espionagem móveis

O spyware passou dos computadores para os telemóveis, e apesar de ainda existir em menor quantidade nestes, é consideravelmente mais difícil de detectar e de combater. Espera-se que os programas de espionagem para telemóveis se tornem mais sofisticados e mais difíceis de detectar à medida que o negócio em redor das ferramentas necessárias para esse software continue em expansão.

O alerta foi dado na conferência Black Hat. Jarno Niemela, investigador de anti-vírus do fabricante finlandês F-Secure, afirma que os programas de espionagem disponíveis no mercado são poderosos, apesar de o seu código não ser propriamente sofisticado. No entanto, os lucros deste mercado estão a gerar incentivos cada vez maiores para novos programadores – e isso, alerta Niemela, pode tornar este tipo de software mais difícil de detectar. O investigador traçou um paralelismo com os programadores de malware no mercado de computadores – onde actualmente muitos hackers dedicam-se a conceber e a vender ferramentas de hacking fáceis de utilizar a hackers menos experientes, ao invés de eles mesmos realizarem acções de hacking.

Uma das mais recentes ferramentas de espionagem móvel disponíveis no mercado é a Mobile SpySuite, que Niemela crê ser o primeiro gerador de ferramentas de espionagem para equipamentos móveis. O Mobile SpySuite está à venda por cerca de oito mil euros e permite a um hacker desenvolver uma ferramenta personalizada para vários modelos de telemóveis Nokia.

Ainda assim, a quantidade de programas deste tipo para telemóveis ainda é incomparavelmente inferior à quantidade que existe para computadores. No entanto, o software para telemóveis é bem mais difícil de detectar – sobretudo porque encontrar na Internet amostras de programas para análise ser uma tarefa complicada. Dois dos mais conhecidos programas de espionagem são o Neo-call e o FlexiSpy. O primeiro consegue enviar SMS secretamente para outro telefone, com uma lista de contactos telefónicos e combinações de teclas pressionadas. O segundo dispõe de uma interface baseada em Web para exibir detalhes sobre as SMS e as chamadas – como a hora, a duração ou os números de telefone. O FlexiSpy pode até utilizar o receptor de GPS de um telefone para determinar a localização da vítima do ataque.

Normalmente, porém, é necessário aos hackers terem acesso directo ao telefone para instalarem o software. Fabricantes de sistemas operativos como o Symbian já activaram funcionalidades de segurança como o registo de aplicações, que procura prevenir a instalação de programas nocivos.
Spyware móvel mais frequente em empresas

Há indícios de que as empresas encontram cada vez mais spyware móvel nos telemóveis corporativos – e esses indícios têm origem em organizações algo cautelosas em falar sobre esse assunto. “Houve casos de clientes corporativos a colocar perguntas muito detalhadas acerca de ferramentas de espionagem, sem mencionar para que fim necessitariam daquelas informações”, afirma Niemela.

Como medida de protecção contra esta ameaça, Niemela recomenda a actualização constante do sistema operativo, e a utilização de um software anti-vírus. E, claro, proteger o telemóvel com palavra-chave para o caso de alguém ter acesso indevido a ele. Os administradores de TI das empresas podem também tomar medidas para que nos telemóveis corporativos apenas seja possível instalar algumas aplicações pré-definidas.

Fonte: Computerworld

Published April 13th, 2008

Gartner vê Brasil mais maduro em SOA, BPM e governança

Analista do Gartner, Frank Kenney, compara usuários corporativos nacionais com empresas norte-americanas em conferência em São Paulo.

Por Luciana Coen, do COMPUTERWORLD

Na VII Conferência Anual de Integração Empresarial do Gartner, que ocorre entre os dias 10 e 11/04 no WTC, em São Paulo, diversos analistas e vice-presidentes de pesquisa vieram discutir temas como integração de aplicativos, serviços web, BPM e SOA.

Em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (10/04) o analista Frank Kenney afirmou que o Gartner aposta muito no Brasil e que CIOs nacionais são mais maduros no entendimento de conceitos como SOA, BPM (Business Processes Management) e governança do que seus clientes norte-americanos. “O Brasil é muito importante para o Gartner pelo que investe em tecnologia, e a comunidade de TI é mais ‘savvy’”, afirma Kenney.

O vice-presidente de pesquisas Jess Thompson, também presente na coletiva, falou sobre o nível de maturidade de SOA, apresentando uma curva que indica que a tecnologia está agora mais madura. “Se quiser ganhar competitividade, invista em SOA. Não há outra saída”, afirma Thompson. No entanto, é bom ressaltar que um projeto como este pode custar caro.

De acordo com o instituto de pesquisa, há três estilos de integração em SOA: consistência de dados (data consistency), multistep process (para melhor orquestração de tarefas) e composite application.

Estão participando desta conferência mais de 500 convidados. Entre os temas abordados estão as tecnologias ligadas a web 2.0. O analista David Gootzit, que fez uma palestra sobre portais, conteúdo e colaboração, acenou para o que pensa ser o mais importante em termos de software para estas tecnologias: “Quando se fala em web 2.0 é impossível comprar um pacote”, e reforça: “isto é um conceito e não uma ferramenta”.

Fonte: Computerworld

Published April 13th, 2008

EUA entram na era da TV de alta definição

Em setembro de 2009, ou seja, daqui a exatos dez meses, a TV analógica sairá do ar nos Estados Unidos. Só quem tiver televisores dotados de sintonizador digital receberão os programas da TV aberta norte-americana. A introdução da nova tecnologia começou há 10 anos e seu desenvolvimento tem sido muito lento. Ainda hoje, cerca de 48% dos domicílios deste país não dispõem nem de televisor nem de um sintonizador digital. E, para surpresa geral, esses 48% não incluem apenas famílias de baixa renda, mas também boa parte da classe média norte-americana, que ainda não vê razão para investir num televisor de plasma ou cristal líquido (LCD) de grandes dimensões para assistir a poucos programas de boa qualidade com imagens alta definição.

A indústria de televisores participa do NAB Show 2008, o maior evento especializado em rádio e televisão do mundo, com um propósito central: convencer mais da metade dos norte-americanos a investir num televisor digital ou, pelo menos, num sintonizador capaz de assegurar a recepção dos programas a partir de fevereiro de 2009. O maior argumento é a televisão de alta definição - razão principal da digitalização dos sinais da TV nos Estados Unidos. A pressão das emissoras e dos fabricantes é tão grande que seus lobistas já conseguiram convencer o Congresso a aprovar recursos federais para subsidiar a compra de um sintonizador digital em mais da metade dos domicílios do país. Estima-se que esse sintonizador (decodificador do sinal digital) não custe mais do que US$ 30,00 para o consumidor final.

A TV aberta não é tão popular nos Estados Unidos quanto no Brasil. A maioria dos domicílios dispõe de TV por assinatura, seja a cabo, satélite ou microondas, cujas imagens em definição padrão são plenamente satisfatórias ou já deram o salto para a tecnologia digital.

A grande surpresa pode vir de um terceiro fator: o Blu-ray Disc, o DVD de alta definição, que ingressa em quase 30 milhões de domicílios embutido nos aparelhos de videojogos Playstation-3 da Sony. Esses equipamentos podem justificar agora a compra do grande televisor de 42 polegadas, totalmente digital, isto é, com o sintonizador integrado. Assim, acoplados em televisores de alto padrão, esses players ou toca-discos de Blu-ray podem reproduzir filmes de alta definição, nos home theaters, e servir a toda a família.

Essa é a grande expectativa que domina os especialistas, antes da abertura do NAB Show 2008 em Las Vegas. Mais de 100 profissionais visitarão os quase 2 mil estandes desta feira, que nasceu para mostrar os progressos e debater o futuro do rádio e televisão abertos.

Até o Brasil tem um pavilhão, liderado pela Sociedade de Engenharia de Televisão e Telecomunicações (SET), com o objetivo de demonstrar o sistema brasileiro de TV digital e, assim, atrair a atenção dos países que ainda não optaram por nenhum dos três grandes sistemas de TV digital (norte-americano, europeu e o japonês).

O NAB Show 2008 termina na quinta-feira. Ao lado da feira, o evento promove mais de 800 palestras, debates e painéis sobre as tendências da TV aberta, da Televisão sobre protocolo da internet (IPTV), rádio digital aberto e rádio digital via satélite.

Fonte: Atarde

Published April 13th, 2008

NXP e STMicroeletronics anunciam fusão

A NXP, empresa de semicondutores oriunda da Philips, e a STMicroeletronics, fornecedora de soluções para produtos de telefonia móvel, divulgaram nesta sexta-feira, 11, seu plano de fusão das operações wireless, formando uma joint-venture. A nova unidade vai fortalecer a atuação das duas empresas no fornecimento de soluções para telefonia celular nas áreas 2G, 2.5G, 3G e multimídia.

A fusão unirá duas companhias que, juntas, registraram um faturamento de US$ 3 bilhões em 2007. A joint-venture também deterá centenas de patentes, tornando-se uma das três líderes do setor de telefonia e comunicação.

A nova empresa atua com soluções de UMTS (Universal Mobile Telecommunication System), voltadas a funcionalidades de telefonia celular como WiFi, Bluetooth, GPS, rádio FM, USB e UWB (Ultra-wide band). Além disso, a joint-venture integrará as operações sem fio da Silicon Laboratories e as operações GPS da GloNav, adquiridas recentemente pela NXP.

Fonte: Baguete

Published April 13th, 2008

Vivo não está mais vendendo smartphones 3G em suas lojas

Daniela Moreira, editora-assistente do IDG Now!

*Colaborou Nando Rodrigues, editor da PC World

Para analista, movimento sinaliza intenção da operadora de migrar toda a base de usuários da tecnologia CDMA para o GSM.

A Vivo não está mais abastecendo suas lojas com smartphones com suporte a 3G, como o popular Moto Q. Somente as lojas com estoque remanescente têm aparelhos compatíveis com a tecnologia EV-DO, de transmissão de dados em alta velocidade em redes CDMA, para oferecer.

Contudo, a oferta de placas PCMCIA, Express Card ou modem USB para conexão ao serviço EV-DO via computador será mantida. A operadora oferece serviços baseados na tecnologia há quatro anos e possui uma base de 400 mil usuários de banda larga móvel via rede celular.

De acordo com a assessoria de imprensa da operadora, a decisão de não oferecer mais aparelhos com suporte a EV-DO foi uma adequação de portfólio feita a partir da própria demanda dos usuários. Hoje, praticamente 100% do portfólio de celulares da operadora já é GSM.

Para o analista Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, a medida já antecipa a intenção da operadora de fazer uma transição total da sua base de usuários CDMA para a rede GSM.

“O EV-DO só deve ser mantido até estrear a nova rede HSDPA estrear”, opina Tude. “A transição da base será natural, até porque a cobertura da nova rede será maior”, ele acrescenta.

A Vivo sustenta que vai manter as duas redes. A empresa possui grandes clientes corporativos que utilizam serviços dados EV-DO – um deles é a Petrobras. “O serviço pode fazer sentido em situações específicas como esta”, admite Tude.

A decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de suspender a assinatura dos contratos da 3G – cuja licitação aconteceu em dezembro – nesta semana pode atrasar a estréia da rede de terceira geração da Vivo, assim como as das suas concorrentes. O órgão pediu um prazo para avaliar os contratos antes da assinatura.

Fonte: Pcworld

Published April 13th, 2008

CTBC inicia operação da rede 3G

A partir desta quinta-feira (10/04) a CTBC, empresa de telecomunicações do grupo Algar, começa a operar a terceira geração de telefonia celular (3G) em sua área de concessão. Inicialmente, a tecnologia será oferecida em banda larga móvel com até 1 Mbps e videochamada por celular.

Até o final do ano, o serviço será estendido a outras opções de transmissão de dados desenvolvidos pela própria CTBC. Nos primeiros meses, a primeira fase da operação estará disponível na freqüência 850MHz para Uberlândia e Uberaba, em Minas Gerais, e Franca, em São Paulo. A licença, adquirida pela empresa em 2005, favoreceu a rápida oferta do 3G na região do Brasil Central.

A partir de agosto, cidades como Itumbiara, Patos de Minas, Pará de Minas, Nova Serrana, Frutal, Ituiutaba e Iturama (MG), Itumbiara (GO), Paranaíba (MS), Batatais, Orlândia, São Joaquim da Barra, Guairá e Ituverava (SP) também poderão usufruir. Nestas regiões, a empresa usará a cobertura de 2100 MHz, licença adquirida pela empresa após o lance de R$ 32 milhões no leilão da Anatel em dezembro de 2007.

Até o final do ano, os clientes vão contar com a cobertura tanto nos Estados Unidos (850MHz) quanto na Europa (2100 MHz).

A estratégia da empresa é difundir a tecnologia em etapas, acompanhando a instalação de redes e antenas compatíveis nas diferentes regiões de atuação para que os clientes possam usufruir do serviço por completo, principalmente à medida que a empresa ofereça novas opções de uso do 3G.

Fonte: B2bmagazine

Published April 13th, 2008

Windows está entrando em colapso, avalia Gartner

Falta de modularidade, burocracia para atualização e licenciamento ruim representarão sérios problemas à MS em médio prazo, diz Gartner.

Por Computerworld, EUA

Classificando a situação de “insustentável” e descrevendo o Windows como “em colapso”, dois analistas do Gartner afirmaram nesta quinta-feira que a Microsoft deve fazer mudanças radicais em seu sistema operacional caso prefiram manter a dominação de mercado.

Em uma apresentação em uma conferência organizada pelo Gartner em Las Vegas, os analistas Michael Silver e Neil MacDonald afirmaram que a Microsoft não apenas não respondeu às exigências do mercado como também está “queimada” por quase duas décadas do seu legado de decisões e códigos fechados e vem enfrentando competição séria em todas as frentes que farão o Windows murchar caso a empresa não tome atitudes.

“Para a Microsoft, seu ecossistema e seus clientes, a situação é insustentável”, afirmaram Silver e MacDonald na apresentação, chamada de “O Windows está em colapso: como a próxima jogada ocorrerá”.

Entre os problemas da Microsoft, afirmaram, está a mudança rápida na base de códigos do Windows, o que torna virtualmente impossível criar uma nova versão com mudanças substanciais. Isto foi provado com o Vista, afirmaram, quando a Microsoft - frustrada pela falta de progresso durante os cinco anos de desenvolvimento - apertou o botão “reset” e apelou para o código do Windows Server 2003 como a fundação do Vista”.

“Esta é grande parte da razão pela qual o Windows Vista é vendido primordialmente como um apanhado de melhorias”, diz a dupla. Por outro lado, esta é também uma das razões pelos clientes corporativos adiarem seus planos de adotar o Vista. “A maioria não entende os benefícios do Windows Vista ou não o vê como algo melhor o suficiente que o XP para justificar o custo e sofrimento de uma migração”.

Outros analistas vêm alertando para a migração lenta do Vista. Em março, o Forrester afirmou que, até o final de 2007, apenas 6,3% dos 50 mil clientes corporativos entrevistado estavam trabalhando com Vista no primeiro ano após seu lançamento.

A natureza monolítica do Windows - mesmo que a Microsoft fale em modularidade no Vista - não apenas dificulta a publicação de atualização como também ameaça a Microsoft em médio e longo prazo.

Usuários querem um Windows menor que rode em hardware de baixo custo. E, cada vez mais, usuários trabalham com aplicativos sem relações diretas com sistemas operacionais, afirmaram ambos. Enquanto deverá demorar até que a Microsoft construa a próxima versão do Windows, a companhia será ultrapassada por rivais na arena da inovação e no futuro, talvez até nos próximos três anos, haverá problema de competição com aplicações online e pequenos aparelhos.

“A Apple introduziu seu iPhone rodando Mac OS X, mas a Microsoft precisa de uma produto diferente entre portáteis para o Vista, dado seu tamanho, o que faz o desenvolvimento de aplicativos, suporte e experiência do usuário mais difíceis”, de acordo com Silver e MacDonald.

“O Windows como conhecemos será substituído”, afirmaram.

O conselho para a Microsoft é apostar em virtualização. “Prevemos um mundo muito modular e virtualizado. Um sistema operacional, no caso do WIndows, rodará sobre a aplicação de virtualização, mas será menor e mais modular do que é hoje. Até a API do Win32 deve ser um módulo que pode ser integrado para manter o suporte a aplicativos tradicionais do Windows em alguns aparelhos”.

A dupla ainda sugeriu que a Microsoft facilitasse a migração para novas versões do Windows, repensasse o sistema de licenciamento do Windows e apresentassem uma versão modular do Windows que poderiam aumentar ou diminuir conforme necessário.

A Microsoft já tomou algumas medidas destacadas pelo Gartner, como o aumento do suporte do Windows XP Home para que fabricantes de ultraportáteis possam usar o sistema operacional em laptops mais leves e baratos até 2010.

Fonte: Computerworld