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Archive for May 7th, 2008


Published May 7th, 2008

O laboratório da Microsoft no Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) trabalha com software livre. Ele desenvolve sistemas para permitir que o Windows trabalhe com o Linux. O mais recente, chamado interop router, tem como objetivo fazer com que clusters (grupo de computadores que trabalham em conjunto) nos dois sistemas operacionais possam funcionar de forma integrada. “Tudo começou em 2002, com uma doação da Microsoft dos Estados Unidos”, diz o professor Sandro Rigo, O software livre da Microsoft

O laboratório da Microsoft no Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) trabalha com software livre. Ele desenvolve sistemas para permitir que o Windows trabalhe com o Linux. O mais recente, chamado interop router, tem como objetivo fazer com que clusters (grupo de computadores que trabalham em conjunto) nos dois sistemas operacionais possam funcionar de forma integrada. “Tudo começou em 2002, com uma doação da Microsoft dos Estados Unidos”, diz o professor Sandro Rigo, responsável pelo projeto. “Em agosto de 2006, fechamos um acordo com a Microsoft Brasil, e criamos o laboratório.”

O Linux é hoje o principal concorrente do Windows, que domina o mercado de sistemas operacionais. Trata-se de um software livre, que pode ser usado, copiado e modificado sem o pagamento de licenças. Muitos dos desenvolvedores do Linux trabalham sem receber nada por isso, com o único objetivo de ter um software melhor para usarem. O Windows, que tem o código fechado e exige pagamento de licenças, está presente em 97% dos computadores de mesa das empresas brasileiras, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ou seja, a participação do Linux é muito pequena. Nos servidores, no entanto, a situação é diferente. O Windows tem 65% e o Linux 17%, uma participação que já é importante.

Esse cenário dos servidores explica por que é importante para a Microsoft investir em interoperabilidade e se aproximar da comunidade de software livre. Em primeiro lugar, existe uma questão de imagem. Para muitos dessa comunidade, a empresa é uma espécie de império do mal. E esses programadores e técnicos são um público importante, que muitas vezes influencia a decisão de investimento das empresas. Em segundo lugar, há uma questão de mercado. Várias empresas já possuem servidores com Windows e servidores com Linux. Se não conseguirem fazer com que eles se conversem, elas podem postergar investimentos em tecnologia, fazendo com que a Microsoft feche menos contratos. Ou as empresas podem optar por fechar esses contratos com competidores da Microsoft, como a IBM e a Oracle, que trabalham com Linux. Em terceiro lugar, é importante conhecer o concorrente. A proximidade com a comunidade de software livre pode trazer informações importantes para a Microsoft, influenciando até o desenvolvimento de futuras versões de seus produtos.

Fonte: blogestadao

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Published May 7th, 2008

Portal oferece suporte para desenvolvimento em código aberto

Já está disponível o VIA Linux Portal, lançado pela Via Technologies, para ampliar a colaboração entre a comunidade de desenvolvedores em código aberto.

O VIA Linux Portal está on-line no endereço http://linux.via.com.tw e oferece inicialmente drivers gráficos para duas novas distribuições Linux: Ubuntu 8.04 com drivers para os chipsets VIA CN896, CX700/M e VX700 chipsets e SUSE Linux Enterprise Desktop (SLED) 10 Service Pack 1 com drivers para o chipset VIA CN896.

Nas próximas semanas estarão disponíveis mais documentações e código-fonte. Os fóruns e controle de bugs estão programados para ainda este ano.

“A iniciativa vem melhorar o suporte à comunidade dos desenvolvedores em código aberto”, diz Chris Kenyon, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Canonical. “A Canonical orgulha-se de ver o driver beta da VIA para Ubuntu 8.04 disponível no VIA Linux Portal. Esperamos trabalhar juntos para garantir que os desenvolvedores e usuários possam aproveitar o Ubuntu o máximo possível em plataformas VIA”, assinala ele.

Fonte: tiinside

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Published May 7th, 2008

Software para virtualização traz mobilidade para áreas de trabalho

Já está disponível para aquisição e testes o Software 2.0 de Infra-estrutura para Desktops Virtuais (VDI), desenvolvido pela Sun Microsystems com objetivo de ajudar as organizações a estabelecer e gerenciar áreas de trabalho remotas em qualquer sistema operacional, incluindo o Windows XP e Vista, Linux, Mac OS X, Solaris e até mesmo Windows Mobile.

O Sun VDI 2.0 integra o portfólio de softwares de virtualização da companhia, que inclui o Sun xVM Ops Center e, em breve, o Sun xVM Server. Segundo a Sun, o produto foi projetado para oferecer um ambiente seguro e centralizado, possibilitando backup de dados gerenciados, e permitindo que usuários acessem seus desktops de forma completa, a partir de qualquer dispositivo, sem a necessidade de instalação de programas adicionais.

“O software Sun VDI 2.0 proporciona maior segurança e mobilidade aos usuários, já que podem navegar em suas áreas de trabalho de qualquer lugar, a qualquer hora, por meio de redes corporativas. Além disso, as novas características permitem gerenciar o acesso a dados críticos de forma mais efetiva, além de reduzir o custo operacional da TI”, comenta Jim McHugh, vice-presidente de marketing para Solaris, da Sun Microsystems.

Fonte: tiinside

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Published May 7th, 2008

Suecas vêm para descobrir o Brasil

Estocolmo, 5 de Maio de 2008 - Roxtec, DubTools, Aktavara, MobileArts, Polystar, Birdstep: essas empresas suecas estão vindo ao Brasil. Atuam no mercado de telecomunicações fixas e celulares e enxergam o País como um campo importante para fincar raízes e vender seus produtos. Terão um primeiro contato dias 4, 5 e 6, no Rio e em São Paulo, guiadas pela Câmara Sueca de Comércio. A instituição promove um seminário nesses dias para dar a oportunidade aos empreendedores suecos de pequeno e médio portes a mostrar o que podem fazer às operadoras brasileiras, donas de um mercado de 125 milhões de clientes.

“Há diferenças de mercado que podem ser absorvidas com benefícios para os dois lados”, diz o cônsul sueco no Brasil, Barry Bysted. Segundo ele, as empresas suecas vão ajudar as teles a mesclar seus serviços de modo a atender a públicos tão distintos como o grande contingente de pré-pagos versus o segmento menos numeroso, mas que tem poder aquisitivo elevado, de donos de celulares pós-pagos.

Na Suécia o pré-pago não é relevante, a renda per capita é bem distribuída, o poder aquisitivo é elevado e as tarifas de telefonia estão incluídas entre as três mais baixas do mundo, acima somente das do Chipre e Holanda. A combinação dessas características é explosiva e o mercado de telefonia celular sueco, vigoroso. Apesar disso, há limites de crescimento diante da população - são apenas 9,2 milhões no país inteiro - e por isso as empresas suecas buscam crescer em outros continentes.

A Roxtec faz cabos que conectam redes. Tem crescido 30% ao ano, mas as ligações com estações radiobase crescem em dobro: 60%. Dentre as 12 subsidiárias espalhadas pelo mundo, a Roxtec pretende que a filial brasileira cresça 100% nos próximos três anos. A Roxtec já atua na Rússia e na Ásia, e também na América do Sul, inclusive com a indústria de óleo e petróleo. No Brasil mantém escritório de vendas com 10 empregados. Essa estrutura deve crescer agora. O segmento de telecomunicações tem representado 30% do negócio, a Marinha, outros 30%, petróleo e gasolina, 20% e aplicações industriais, 20%. A Roxtec planeja ter parceiros para se tornar mais abrangente fora de casa. E esse crescimento inclui também o México, Colômbia, Bolívia, Uruguai e Chile.


A DubTools desenvolve programas de música e de conteúdo no celular e tem planos de levar principalmente os primeiros aos clientes brasileiros. Trata-se de uma empresa nova, quase recém nascida. Surgiu no ano passado na Escandinávia e desenvolveu um programa especial para muçulmanos, contendo o Alcorão, com informações temáticas, como a mesquita mais próxima e cânticos.

A gerente Christina Henkel estará no seminário em São Paulo e Rio para mostrar esse serviço que servirá como modelo de serviços a serem desenvolvidos no futuro. A DubTools não planeja investimentos para o Brasil. Trabalhamos com receita compartilhada de seus produtos, diz a executiva. Na Suécia, as teles ficam com 50% e a fornecedora, os outros 50%.
A Aktavara tem 5 anos de existência fazendo software de arquitetura de rede. Seu produto vem sendo utilizado por dez clientes em 5 países diferentes. “Estamos presentes na O2, que é a operadora que mais cresce na Alemanha, na Alice, que é uma operadora de serviços de internet, Bredbands e HaseNet, entre outras”, diz o diretor Andrew Ruckemann.
A empresa atua em ambiente IP. Por isso, conta Ruckemann, tem a Banverket Networks como uma cliente importante. A empresa é a maior operadora de fibra da Escandinávia, com rede ao longo das ferrovias suecas. Eles vendem capacidade às operadoras como Tele, Telenor, e operadoras de TV a cabo.

A Bredbands Bolaged, que é uma operadora “triple play”, também se serve do software da Aktavara. Com a chegada da 3G ao Brasil, o executivo enxerga um potencial muito grande para sua empresa entre as teles brasileiras. “Vamos duplicar as vendas este ano, auxiliados pela internacionalização”, diz Ruckemann. O faturamento no ano passado foi de U$ 2 milhões.
A Polystar também atua na área de software, desenvolvendo planilhas a partir de informações da própria rede, ou seja, ao examinar estatísticas de ligações efetuadas, a Polystar fornece à operadora a chance de formatar serviços de interesse daquele grupo específico. Também funciona para evitar erros recorrentes.A Polystar não quer estar somente no Brasil, visa também a América Latina, mas acredita que somente com presença local conseguira uma boa penetração. Com 3 escritórios nos Estados Unidos, a empresa conta com tradição de 25 anos, mas sabe que precisa ter flexibilidade também para entender mercados novos e emergentes. Opera em 8 países e tem 130 empregados. Nos últimos dois anos, num salto de internacionalização, duplicou o número de pessoas. O desenvolvimento tem ocorrido na Suécia e na China, mas não há restrições para que isso também possa ocorrer no Brasil.

Serviços de mobilidade

Já a MobileArts, que faturou € 1,8 milhão em 2007, provê infra-estrutura para operadoras móveis, com soluções padronizadas, diz o principal executivo, Peter Sjogren, referindo-se a serviços de caixa postal, de localização e de formas de mensagens curtas de texto (SMS), inclusive a possibilidade de direcioná-las à internet. Fornece para operadoras na Noruega, Estônia, Rússia, Ucrânia e Paquistão. Não atua ainda na América Latina mas reconhece que o mercado é interessante e merece ser explorado. “Há muita gente jovem e cresce muito. Enquanto aqui é muito estável (a Suécia)”, comenta.

O seminário de empresas suecas ainda vai trazer a BirdStep, que desenvolve software de conexão de modem a computadores móveis e desktops. Atua em 35 operadoras celulares, entre as quais a TIM, que também está no Brasil, a TMN, controlada pela Portugal Telecom, dona de parte da Vivo, Telia, TurkCell, e outras. O software permite que os usuários usem hotspots.
Por fim, a Câmara Sueca de Comercio vai trazer ao encontro com os brasileiros a IS Tool, que faz sistemas de informação, sem a necessidade de programadores. Segundo o vice-presidente de vendas e negócios, Magnus Hakansson, a Ericsson usa esse sistema no mundo inteiro. Sem ser originalmente voltada a telecomunicações, a IS Tool enxerga no setor uma porta de oportunidade a partir da transformação das operadoras em prestadoras de serviços customizados. “Temos bom produto que se adapta a onde há crescimento. A América do Sul tem um mercado em expansão e as teles precisam gerir muito bem os recursos que entram e os que saem, em busca de ampliar os ganhos”, comenta o executivo.

Fonte: gazetamercantil

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Published May 7th, 2008

“Mashups” empresariais estão mais maduros

O mercado de “mashups” para empresas está mais maduro e já provou que veio para ficar, principalmente depois da IBM ter anunciado o lançamento de dois produtos baseados na tecnologia, segundo Michael Coté, analista da Redmonk, presente na última edição da Web 2.0 Expo, que decorreu em S. Francisco, nos Estados Unidos.

Os sistemas de “mashups” sites ou aplicações Web que usam conteúdo de mais de uma fonte para criar um novo serviço completo. O código usado é tipicamente código de terceiros através de uma interface pública ou de uma API (aplication programming interface).
A presença dos sistemas de “mashup” nas empresas e a adjacente maturação do mercado advém de três causas essenciais: os sistemas de “mashup” são o expoente máximo do potencial de criação de conteúdos e ferramentas por parte dos utilizadores e das capacidades de colaboração do conceito Web 2.0; beneficiam do facto de cada vez mais empresas publicarem as API das suas ferramentas; e, por último, beneficiam da IBM ter-se juntado ao grupo de fornecedores destas soluções, segundo Michael Coté, analista da Redmonk.
A IBM afirmou que vai disponibilizar ainda este ano o Mashup Center, um ambiente de programação, destinado a utilizadores com conhecimentos técnicos reduzidos e o WebSphere sMash, um conjunto de ferramentas para programadores mais completo que possibilita a utilização de linguagens de scripting dinâmicas. “Quando a IBM decide anunciar algo, esse acontecimento tende a acalmar os gestores de TI, porque transmite-lhes a sensação de que a tecnologia é suficientemente segura para funcionar na sua empresa - isso é o que se verifica depois de ter comunicado o lançamento de dois produtos baseados em ‘mashups’”, disse Michael Coté.
“O anúncio da IBM substancia o mercado de ‘mashups’”, disse John Crupi, CTO da JackBe, fabricante de ‘mashups’ empresariais, que vai lançou a versão 2.0 da sua plataforma Presto durante o evento.
A maturação do mercado pode ainda comprovar-se com o aparecimento de divisões: fabricantes como a SnaLogic, por exemplo, estão a focar-se na integração de dados. Outros, por oposição, delegaram a sua atenção para a categoria de RIA (rich Internet applications), logo dão maior importância à parte da apresentação das aplicações.
Eficiência dos sistemas depende da estratégia
Convém, disseram os analistas presentes no evento, que as empresas não se entusiasmem demasiado com as promessas de futuro perfeito para os “mashups” empresariais. Para haver retorno do investimento na tecnologia, é preciso relativizar informações dadas pelos fabricantes e sobretudo enquadrar os “mashups” na estratégia.
“As empresas não devem comprar primeiro e desenvolver depois. É importante que a programação para ‘mashup’ esteja devidamente alinhada com a estratégia de governação da empresa”, disse Jason Bloomberg, analista da Zapthink, uma consultora focada em SOA (service-oriented architecture).
A escolha do fabricante deve ser também antecedida de algumas precauções: verificar a interoperacionalidade das soluções antes de as adquirir, o que pode ser problemático nos produtos de grandes fabricantes - os de menores dimensões são mesmo obrigados a fornecer soluções independentes de fabricantes, segundo Bob Gourley, chairman da consultora Crucial Point LLC. Além disso, Coté e Gourley esforçaram-se por desmistificar a ideia de que qualquer pessoa consegue programar ‘mashups’ e que não são precisos programadores com conhecimentos avançados. “A maioria dos fabricantes de sistemas de ‘mashups’ afirmam que as suas ferramentas facilitam a utilização de pessoas sem conhecimentos avançados de programação, mas na realidade esses são necessários”, disse Coté.

Web 2.0 com impactos no marketing laboral

As tecnologias baseadas na Web 2.0 terão maior impacto no marketing laboral do que a passagem dos media impressos para o on-line, segundo Mark Hornung, vice-presidente da Bernard Hodes Group, uma empresa que ajuda os clientes a promoverem as suas oportunidades de emprego. À medida que vê as wikis, as redes sociais, os mundos virtuais e outras aplicações Web 2.0 chegam à indústria em que actua, o responsável afirma que estão a mudar os marketing laboral de modo mais disruptivo.
Antes da Web 2.0 e logo antes dos utilizadores se tornarem também produtores de conteúdo, os empregadores ainda conseguiam controlar a sua marca e a mensagem que passavam acerca da sua empresa através dos seus sites e comunicações via e-mail. Com a penetração das ferramentas de Web 2.0, as empresas empregadores não têm tanto controlo sobre a sua própria reputação.
“A população activa tem hoje à sua disposição ferramentas de comunicação que lhes permite partilhar conhecimentos acerca das empresas empregadoras, as quais deixam de conseguir controlar a mensagem que veiculam para potenciais funcionários”, explicou o responsável. Deste modo, é muito mais complicado manter uma mensagem consistente e coerente. “A mensagem que passo para os meus clientes é: já não é possível controlar a mensagem, é apenas possível influenciá-la”, disse.

Fonte: computerworld

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Published May 7th, 2008

A TI e os serviços de rede

Questões Chave para gerenciar os serviços de rede, 2008

A infra-estrutura de comunicação e os serviços em rede estão se tornando cada vez mais complexos. A rápida adoção de novas soluções para comunicações cria uma crescente demanda por serviços de TI centrados nas comunicações.

ANÁLISE

Os serviços de rede, também conhecidos pela sigla MPNS (Managed and Professional Network Service), são serviços terceirizados de suporte de TI que cobrem todos os ambientes corporativos de WAN, LAN e equipamentos dos centros de atendimento (CPE). Tais serviços podem ser entregues através de pessoal in-loco e cada vez mais por ferramentas remotas e recursos de automação. A demanda dos usuários finais por MPNSs continua a se expandir com a introdução de novas aplicações e ferramentas.

Os MPNS têm sido tradicionalmente impulsionados pelas soluções baseadas nas instalações da empresa. Porém, a indústria está agora observando uma maior adoção de serviços hospedados, com a aplicação residindo no centro de dados. A gestão remota da TI é o coração da oferta de MPNS. O Gartner espera um forte crescimento na gestão remota de LANs. A expectativa é que até 2011 haja um crescimento anual de 8.3%, pois essa é a única maneira certa de oferecer suporte ponta a ponta aos acordos de nível de serviço (SLAs) do Protocolo para voz sobre Internet (VoIP).

Espera-se que o MPNS mantenha-se relativamente bem frente à retração econômica de 2008. Os contratos costumam ser de três a cinco anos, protegendo os provedores de MPNS dos altos e baixos econômicos de curto prazo. Mas, tão importante quanto, o MPNS é uma estratégia de terceirização que permite à empresa contratar responsabilidade e pessoal junto a terceiros.

1- Como os modelos de entrega de serviços e as empresa evoluirão para o mercado de MPNS?

Antecedentes:

Serviços públicos tais como comunicações como um serviço (CaaS) continuarão a assegurar uma maior presença no ambiente corporativo de construção de rede de TI. O CaaS representa uma solução totalmente terceirizada através da qual cada usuário paga uma taxa mensal por VoIP, acesso de banda larga e os indispensáveis serviços de suporte e manutenção. A crescente disponibilidade do acesso à Internet de alta velocidade e uma plataforma de VoIP robusta e partilhada está permitindo que o CaaS se torne uma realidade. Porém, a projetada alta taxa de crescimento do CaaS deve ser contrabalançada pelo fato de que continua a ser um mercado nascente com receitas e uma base de usuários muito modestos.

Impacto:

O modelo do CaaS é um serviço terceirizado em relação ao qual muitas empresas têm sido reticentes na adoção devido em parte à inércia cultural. Mas espera-se que o atual clima de incertezas na economia resulte num maior apelo do CaaS pelos seguintes motivos:

Um modelo de preços que transforma as tradicionais despesas iniciais de capital num plano de pagamento contínuo de despesas operacionais.

A terceirização do suporte técnico para VoIP para liberar a empresa da contratação de pessoal interno.

Além disso, muitas empresas reduziram seus requisitos de confiabilidade de voz dada a existência de alternativas de comunicações tais como e-mail e sistemas sem fio. Isso é especialmente verdadeiro para pequenas ou médias empresas e escritórios regionais de empresas maiores.

O Gartner vê o CaaS conquistando adeptos para serviços VoIP juntamente com a funcionalidade das comunicações básicas unificadas (UC) ao longo de 2008. Os exemplos de serviços UC que vem dominando a paisagem incluem Outlook Integration, a convergência de presença, vídeos e serviços fixos e móveis. Porém, os provedores CaaS devem fazer mais investimentos em P&D para middleware para obter escala nos serviços, facilitar a interoperabilidade entre múltiplos revendedores e expandir a funcionalidade das aplicações. Isso inclui investimentos em processos corporativos ativados pela comunicação (CEBP) através dos quais o VoIP é integrado aos fluxos de trabalho e operações internas específicas das empresas. Tais investimentos adicionais são um pré-requisito para que a comunidade CaaS consiga explorar realmente a frágil economia atual.

2- Quais são as verificações de execuções chave para a indústria e as melhores práticas para serviços profissionais?

Antecedentes:

As referências para salários por serviços profissionais, os SLAs e as métricas de desempenho em tempo real têm enfrentado uma tumultuada transformação com a adoção de voz sobre IP, UC e centros de contato. No mercado atual, salários de seis dígitos são a norma ao mesmo tempo em que especialistas talentosos continuam a ser difíceis de recrutar e manter na empresa. Muitas empresas lutam para adaptar-se a esse novo ambiente de salários e assim procuram por serviços profissionais terceirizados.

Impacto:

As empresas, os integradores de sistemas e os provedores de serviços todos competem pela mesma base de especialistas certificados em IP. Isso é especialmente verdadeiro para os engenheiros da Cisco e, cada vez mais, da Microsoft.

3- Como a economia frágil alimentará os serviços de controle de custos de TI em toda a rede da empresa?

Antecedentes:

Serviços que enfatizam o controle de custos tais como a gestão de despesas de telecomunicações (TEM) - através dos quais os subcontratistas implementam ferramentas automatizadas e serviços profissionais para ajudar a empresa a minimizar seus gastos com telecomunicações - experimentarão um robusto crescimento. O modelo de TEM é ainda mais atraente agora que os maiores provedores de serviços estão começando a integrar seus produtos com fio e sem fio e suas vendas. Paralelamente a isso, muitos revendedores de TEM estão desenvolvendo produtos integrados sem fio e com fio que tratam as comunicações da empresa de forma mais holística. Esses eventos estão permitindo que os provedores de serviços de TEM (subcontratistas) ofereçam cada vez mais serviços de TEM para seus clientes corporativos.

Impacto:

A aquisição, aprovisionamento e gestão de ativos de telecomunicações e de rede continua a ser um desafio para os departamentos de TI e, como resultado, o Gartner está ampliando sua pesquisa sobre TEM de 2008. Continuamos a encorajar os clientes a considerar o TEM dado seu forte potencial de retorno sobre os investimentos já que a maioria das empresas paga custos em excesso por serviços e ativos de telecomunicações devido à falta de controles internos. Mas a adoção da TEM tropeçou em um mercado liderado por revendedores pequenos e de gestão privada. O Gartner projeta uma duradoura consolidação de revendedores em 2008, conforme demonstrado pela fusão entre a Rivermine e a BBR Wireless Management. Esperamos também que a adoção da TEM ganhe terreno agora que tem o suporte de uma ampla base de integradores de sistemas e provedores de serviços.

4- Quais são os pontos fortes e os pontos fracos dos principais provedores de serviços administrados?

Antecedentes:

As empresas que obtêm a prestação de serviços terceirizados enfrentam uma confusa campanha de marketing por partes dos integradores de sistemas, provedores de serviços e, cada vez mais, dos revendedores. Conforme os provedores de serviços expandem seus negócios para além da rede, os usuários devem avaliar quando, onde e se serão capazes de entregar serviços administrados e de TI. Os serviços representam atualmente cerca de 50% das receitas para alguns revendedores. Mas esses revendedores conseguirão operar num ambiente com múltiplos revendedores? Ou faria mais sentido operar num ambiente mais homogêneo em termos de revendedores?

Impacto:

O Gartner avalia os recursos dos provedores de serviços administrados qualificações através da análise de seus pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças (SWOT), do Magic Quadrants e do MarketScopes. Nossas avaliações SWOT focam um provedor de tecnologia em particular, enquanto que o Magic Quadrants e o MarketScopes servem como avaliação comparativa dos principais atores do mercado. Os usuários finais alavancam essas análises como ferramentas estratégicas em seu processo de seleção de revendedores, enquanto que os revendedores de tecnologias usam exatamente os mesmos documentos como uma avaliação crítica imparcial sobre o modo como eles e seus concorrentes são vistos pelo mercado.

5- Como as novas ferramentas e processos podem ser alavancados para melhorar a produtividade da força de trabalho remota?

Antecedentes:

Muitas empresas estão fechando escritório sub-utilizados e transferindo a base de funcionários restante para o modelo de trabalho à distância. Do mesmo modo, trabalhadores que viajam muito procuram obter todos os recursos que a tecnologia da TI oferece quando estão na estrada. Os setores de TI lutam para equilibrar as demandas conflitantes de:

Fornecer as mais recentes ferramentas e aplicações

Atender às obrigações de segurança

Administrar custos

Impacto:

O Gartner avalia o suporte remoto a partir de três perspectivas chave- o funcionário remoto/em viagens, o setor de TI corporativo e as ofertas de tecnologia dos revendedores. Uma variável crítica é à qualidade da estrutura residencial de acesso e o que a empresa local de serviços está disposta e é capaz de oferecer. As empresas assim lutam para oferecer uma experiência uniforme de qualidade para o trabalhador remoto devido a fatores além do seu controle.

6- Quais são os elementos impulsionadores e as demandas chave dos clientes para serviços MPNS?

Antecedentes:

Reduzir as despesas operacionais será um incentivo primário para que as empresas adquiram MPNS e serviços de TI na atual economia turbulenta. A terceirização continua a ser uma oportunidade chave para a redução de custos, especialmente por ter a capacidade de alavancar mão de obra de alta tecnologia em pontos de entrega de baixo custo. As empresas valorizam modelos completos de terceirização de MPNS com uma gestão de serviços adaptada às diferentes funções corporativas. Cada vez mais esses níveis de serviços baseiam-se nos resultados corporativos.

Impacto:

O Gartner realizará uma pesquisa primária para identificar os elementos impulsionadores e inclinações da terceirização. Isso se segue à uma percepção de longa da data de que as empresas focam suas competências chave. Porém, melhorias da gestão remota, uma melhor automação e a capacidade de entregar tarefas complexas em nações de baixo custo ampliam a oportunidade de terceirização.

Fonte: info

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