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Archive for May 14th, 2008


Published May 14th, 2008

O primeiro concorrente do iPhone 3G

A HTC lança o supercelular Touch Diamond e se adianta para brigar com o telefone da Apple que ainda será lançado

O modelo de terceira geração (3G) do iPhone, o mítico celular da Apple, ainda nem foi lançado e já ganhou um concorrente, o Touch Diamond do fabricante HTC. O supercelular foi apresentado na terça-feira em Londres, na Inglaterra, e começará a chegar na Europa no mês que vem, a mesma época que, segundo rumores, a Apple apresentará o iPhone 3G.

As tecnologias de terceira geração permitem se conectar à internet pelo telefone com uma velocidade maior. O iPhone, lançado em junho do ano passado nos Estados Unidos, não é compatível com a tecnologia.
No Brasil, a previsão é de que o Diamond será vendido a partir do último trimestre, próximo à data que a Claro divulgou na semana passada que colocará o iPhone à venda no País. A dúvida é se a operadora, que não quis dar entrevista, trará o modelo 3G ou a versão atual do telefone da Apple.

O Diamond é um 3G completo. Ele transmite em alta velocidade tanto para fazer download (baixar dados da internet para o celular) quanto para upload (enviar dados a partir do aparelho para a rede). Com isso, fica mais rápido, por exemplo, colocar um vídeo no YouTube direto do telefone ou publicar uma foto em um blog.
Quase todos os celulares 3G só têm alta velocidade no download. Essa tecnologia, conhecida como HSUPA, também depende da compatibilidade com as redes das operadoras.

EFEITOS 3D
O Diamond é o primeiro celular da HTC sem cara de “executivo”, ou seja, ele não se parece tanto com um computador de mão. Ele tem uma tela sensível ao toque e cada função é estilizada com efeitos gráficos.
A lista de contatos é parecida com um álbum de fotos e basta arrastar o dedo sobre a tela para “rolar” entre a face de cada uma das pessoas registradas. Se você tiver músicas no celular, também vê um efeito parecido ao navegar pelas capas dos CDs. Já as imagens do álbum de fotografias caem uma sobre as outras.
É efeito que não acaba mais. Até a visualização de mensagens de texto (SMS) é especial. Os textos surgem de baixo para cima (ou o contrário) girando quase em espiral. Os e-mails são exibidos dentro de um envelope.

“O foco do Diamond são os consumidores multimídia. No entanto, acho que todos nós (os presentes) somos usuários ‘executivos’, e ainda assim queremos ter o telefone mais atrativo dentro do nosso bolso”, disse Florian Seiche, vice-presidente da HTC para a Europa, durante a apresentação.

O Touch Diamond não tem o controle de zoom com os dedos do iPhone, mas ele aproxima e afasta ao contornar o botão principal com os dedos. Esse controle já estava presente em outros modelos da HTC, que utilizam um botão giratório.

O aparelho incorpora funções que começam a se tornar comuns nos celulares, como acesso à internet sem fio (Wi-Fi) e GPS embutido. Também tem 4 gigabytes de memória interna.
Ele ainda é fino, 1,13 centímetros de espessura. Isso tem um preço. A duração da bateria é menor.

Fonte: estadao

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Published May 14th, 2008

Intel vai operar rede WiMax na Suécia

A Intel foi uma das vencedoras do leilão de licenças para a oferta de uma rede nacional de banda larga na Suécia. A empresa pagou US$ 26 milhões por 15 anos para a operação de uma rede com tecnologia WiMax que compete com infra-estruturas celulares tradicionais.

A companhia está em busca de parceiros, mas planeja manter a licença e alugar sua capacidade para oferta de serviços.

Não é a primeira investida da companhia na tecnologia WiMax. Na semana passada, a Intel anunciou que vai contribuir com US$ 1 bilhão, de um aporte total de US$ 3,2 bilhões, na joint venture da Sprint Nextel com a Clearwire que vai cobrir os EUA com uma rede de banda larga.

A Intel também é um investidor minoritário em um grupo que ganhou uma licença de WiMAX no Japão, em dezembro.

Os outros ganhadores das licenças foram as operadoras suecas TeliaSonera, Tele2 e HI3G, além da Telenor, da Noruega, mas a Intel ficou com a maior fatia do espectro. O valor total do leilão alcançou US$ 348 milhões.

Fonte: itweb

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Published May 14th, 2008

ONS otimiza serviços com sistema de videoconferência da Seal Telecom

Em 1998, quando o ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico - foi criado, o processo de implantação da então nova entidade do setor elétrico demandou a realização de um grande número de viagens entre as localidades em que tem presença. Responsável pela coordenação e controle da operação das instalações de geração e transmissão de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional (SIN), logo sentiu a necessidade de implantar um novo sistema na empresa que reduzisse de forma expressiva os custos com as constantes reuniões que exigiam deslocamentos de seus técnicos e executivos para diversas regiões do país onde estão localizados os seus Centros Regionais.

Tal cenário fez com que o ONS alugasse um sistema de videoconferência multiponto (Multipoint Control Unit - MCU) da antiga Telemar (agora Oi), na tentativa de facilitar e tornar mais rápida a comunicação de sua equipe de profissionais. No entanto, já que a concessionária de telecomunicações atendia com o mesmo equipamento vários outros clientes, o crescimento da demanda pelo serviço levou o ONS a procurar por um sistema mais flexível, que permitisse maior autonomia de uso.

Foi com a intenção de implantar um sistema personalizado, que atendesse melhor suas necessidades, que o ONS resolveu abrir licitação para que as empresas de Telecom ofertassem seus produtos e soluções à entidade, levando-se em consideração dois critérios de peso: técnica e melhor preço. A empresa que venceu o processo licitatório foi a Seal Telecom, empresa especializada na distribuição de sistemas para comunicação presencial e à distância no país.

“Os equipamentos instalados pela Seal Telecom nos permitiram ter a liberdade que precisávamos para marcar reuniões e interagir com todas as unidades da empresa em qualquer horário do dia, com maior segurança e garantia de sigilo das informações internas. Sem esquecer, é claro, das consideráveis reduções de gastos corporativos”, argumenta José de Souza, gerente de Operação e Suporte de TI do ONS.

As soluções oferecidas pela Seal Telecom foram duas: um sistema multiponto da Radvision, e um novo parque de terminais Sony de videoconferência, modelo PCS -G50. A plataforma Radvision é formada por 1 unidade MCU, capaz de suportar até 15 conexões simultâneas a uma taxa de 128Kbps. Inclui ainda 1 gateway ISDN, que possui 2 interfaces ISDN-PRI, 1 software ECS (gatekeeper) que permite até 50 chamadas simultâneas, além de 1 software VCS com função de agendamento e um outro específico para gerenciamento.

Já os terminais da Sony tiveram de ser implantados por gerarem novos recursos que os terminais antigos não suportariam, servindo como contingência da plataforma Radvision. “O PCS-G50 possui uma série de vantagens sobre a concorrência. Ele funciona como colaboração de dados, por meio do módulo DSB que utiliza o protocolo H.239. Possui funcionalidade de streaming de vídeo a partir de um multicast, permite o controle do terminal de forma remota, possibilita a gravação em memory stick, além de acumular o recurso de funcionalidade multiponto no próprio terminal de videoconferência,” explica Douglas Miranda, diretor regional da Seal Telecom.

Afora estas soluções, a Seal Telecom distribui e comercializa outros equipamentos de uma vasta rede de parceiros comerciais, tais como ClearOne, Mitel, Konftel, VCON, diretamente e por meio de seus 150 canais cadastrados de distribuição em todo o território nacional.

Fonte: itweb

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