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Archive for June 6th, 2008


Published June 6th, 2008

Windows 7 vai dispor de tecnologia de ecrãs multi-tácteis

O sistema operativo Windows 7 vai incluir tecnologia de ecrãs multi-tácteis, segundo o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, e o arquitecto de software, Bill Gates. A tecnologia de ecrãs multi-tácteis permite aos utilizadores mover fotos, redimensionar e abrir o Windows com o tacto, sendo muito similar à interface Surface Table Top da Microsoft. Para funcionar, os PC precisam de dispor de digitalizadores. O toque será uma forma alternativa de utilização do PC, já que não vai substituir o rato nem o teclado. “O Windows 7 vai incluir muitas tecnologias, dando origem a um super-PC”, disse Ballmer.


Estas declarações contrariam o regime de silêncio gerado à volta do Windows 7. Devido, em parte, à política do novo vice-presidente sénior de engenharia do Windows e Windows Live da Microsoft, Steven Sinofsky, a informação disponibilizada até agora tem sido fragmentada. Apesar disso, se juntarmos todos os dados sobre o Windows 7 avançados por Bill Gates nos últimos doze meses, verificamos que, além de adicionar a tecnologia de ecrã multi-tácteis, a Microsoft tenciona ainda integrar o Live Services e do Windows 7.

Essa integração deve permitir a informação e configurações de um determinado utilizador o sigam, através do armazenamento “em nuvem”. O responsável adiantou ainda que a tinta digital e o discurso serão duas áreas proeminentes no Windows 7, bem como a computação paralela. As melhorias no desempenho devem advir das capacidades de sincronização para utilizadores com diversos computadores pessoais, segundo as informações partilhadas por Bill Gates ao longo do último ano.
A Microsoft deixou também implícito que o sistema operativo será mais modular e vai permitir a implementação de diversas configurações, da mesma forma que o Windows Server 2008 permite aos utilizadores implementar sistemas que respondam a necessidades especificas como o DNS. Tendo em conta que o lançamento está apenas previsto para 2009, os especialistas prevêem que até lá a Microsoft melhore o Windows Vista, em vez de o substituir, contrariando alguma especulação.

Fonte: computerworld

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Published June 6th, 2008

Governo da Bahia vai desenvolver projetos em software livre

O governo da Bahia vai desenvolver, em parceria com a Red Hat, uma série de projetos e atividades com base em plataforma de código aberto, assim como programas de capacitação e aperfeiçoamento de recursos humanos.

Um protocolo de intenções para cooperação e o intercâmbio técnico-científico foi assinado nesta quinta-feira (5/6) entre a Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb) e a fornecedora norte-americana de soluções de código aberto e deve contribuir para reduzir os custos do estado com a utilização de soluções de tecnologia da informação.

Além dos fatores econômicos, associados ao não pagamento de licenças, o uso, a customização e o desenvolvimento de soluções em software livre, de acordo com a Prodeb colaboram com a possibilidade de maior compartilhamento de tecnologia e a valorização dos profissionais da área.

Prova disso, segundo a Prodeb, é o Ambiente Colaborativo Expresso.BA, ferramenta desenvolvida em software livre que oferece os serviços de correio eletrônico, agenda corporativa, boletins informativos, comunicação instantânea, catálogo de endereços do governo do estado, entre outros.

O uso do programa vem gerando economias significativas, como ocorre na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), onde se pagava R$ 45 por mês para cada uma das licenças do antigo programa, e hoje, com o Expresso.BA o custo caiu para R$ 5 mensais, nas mesmas condições.

Fonte: tiinside

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Published June 6th, 2008

Vídeo quintuplicará tráfego IP global até 2011, diz Cisco

Estimativas da empresa apontam que volume chegará a cerca de 30 mil petabytes mensais, equipamentos de rede ganharão novas funcionalidades.

Entre 2007 e 2011, o tráfego IP global vai quintuplicar, atingindo aproximadamente 30 mil petabytes mensais em 2011, segundo estimativas da Cisco. A taxa de crescimento anual vai ser de 46% entre os anos de 2006 e 2011.

A popularização do download e da troca de arquivos de vídeo é o principal responsável por esse brutal crescimento, que exigirá das empresas uma ampliação da capacidade de suas redes. “Estamos entrando na era do hexabyte”, afirma Pedro Ripper, presidente da Cisco Brasil.

A Cisco também aponta que o tráfego global de internet residencial chegará a 12 milhões de petabytes por mês em 2011. Vídeo representará 30% do total, mais de três vezes os 9% registrados em 2006. “Vídeo hoje já gera mais tráfego do que todo o backbone dos Estados Unidos no ano 2000″, compara Ripper. O executivo diz que as grandes operadoras estão preparando suas redes para essas mudanças, provocadas, principalmente, por transformações na forma como as pessoas consomem conteúdo pela rede. “Em um período pequeno, o tráfego nas redes vai aumentar dez vezes”.

A internet tornou-se um meio de distribuição de vídeos, que, cada vez mais, deixam de ser caseiros e passam a ser programas em alta definição, como é o caso do conteúdo oferecido pelo media center da rede de TV americana ABC, que permite aos usuários assistir a programas da TV em alta definição, via streaming, no computador. Outro exemplo citado pelo executivo é o site Hulu, que oferece gratuitamente streaming de filmes e seriados de TV em alta definição, para os Estados Unidos.

Em paralelo, surgem equipamentos que permitem ao usuário baixar conteúdo da internet e assistir na TV, como é o caso dos consoles Playstation 3, Xbox e de outros aparelhos, como a Apple TV e o Vudu. “Com a rede IP, qualquer serviço pode ser oferecido sobre a mesma rede”, explica Ripper.

E isso traz uma nova dinâmica ao mercado: os prestadores de serviço não serão mais os donos da rede. “O desafio é achar um novo modelo de negócio, já que quem vende conteúdo não é o dono da rede”, pondera o presidente da Cisco, acrescentando que o vídeo vai abrir portas para outros aplicativos. “Em dois ou três anos, vídeo será mais de 10 vezes o que é hoje e em outros dois ou três anos, mais de cem vezes”, estima.

A mudança na capacidade de transmissão das redes vai gerar mudanças na internet, inclusive na arquitetura web. A previsão de Ripper é que a partir de 2008 começem a acontecer transformações que colocarão a rede IP no centro da vida digital, com os mais diversos tipos de equipamentos se conectando diretamente à rede, e não mais primeiro ao PC, como acontecia anteriormente. “A rede IP sairá do ambiente corporativo e entrará nas casas”, acredita Ripper.

Equipamentos de rede terão novos atributos
Para dar suporte a essa dinâmica, os equipamentos de rede ganharão novos atributos, como funcionalidades para promover a conversão de arquivos e verificar questões ligadas a direitos autorais.

Se antes cada conteúdo estava preso a um determinado tipo dispositivo, com plataforma própria e interface particular, com a rede IP, o conteúdo estará na rede, que absorverá a responsabilidade de promover a interoperabilidade entre plataformas e a conversão de diversos formatos. “A rede desempenhará o papel de simplificar o uso da tecnologia”, opina Ripper.

O presidente da Cisco Brasil também aposta no fortalecimento de conceitos como Web 2.0, SaaS (Software as a Service) e Cloud Computing, que farão com que as aplicações deixem de ficar presas ao software e ao computador e funcionem na web.

O executivo falou sobre a web semântica, que permitirá aos usuários terem acesso a informações complexas e coletivas na web, de forma simples e direta. O presidente da Cisco Brasil também aposta no surgimento de novas interfaces de navegação, com browsers que apresentam conteúdo em 3D, como, por exemplo, os sites PicLens e SearchMe. “O mapeamento de conteúdo será feito de forma mais intuitiva”, destaca.

Fonte: computerworld

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Published June 6th, 2008

Innovus ministrará palestra de Asterisk em Luanda - Angola

O Diretor Técnico da Innovus foi convidado para ministrar 2 palestras sobre Asterisk no I Fórum de Software Livre de Luanda, que acontecerá nos dias 27 e 28 de junho deste ano, na Universidade Católica de Angola.

O I Fórum de Software Livre de Luanda tem como objetivo incentivar os investimentos nas áreas acadêmica, social e corporativa, utilizando o Software Livre/Opensource como ferramenta fomentadora de tecnologia em Angola e valorizando o capital humano, pois o mais importante são as pessoas e conscientizá-las quanto ao uso, desenvolvimento e compartilhamento de código Opensource/Software Livre, bem como o Mercado de trabalho na área de Desenvolvimento e Tecnologia.

Os temas das duas palestras que serão ministradas no evento são:
- Asterisk - O PABX IP open source que está revolucionando as telecomunicações
- A evolução e utilização do Asterisk

Você pode obter maiores informações no site http://fsl-luanda.com/index.php

Published June 6th, 2008

Um passo a passo no caminho rumo a comunicação unificada

Fornecedores explicam como adotar o conceito de comunicações e unificadas e tirar o real valor da infra-estrutura de comunicação.

Uma pesquisa realizada recentemente pela empresa de pesquisas Butler Group mostra que as companhias ainda têm dificuldades para entender os benefícios das comunicações unificadas.

De acordo com o estudo, a redução dos custos operacionais e a consolidação das infra-estruturas de comunicação são os principais motivadores dos projetos. Mesmo se tratando de questões essenciais para os negócios, no caso de comunicações unificadas, esses tipos de melhoria não atingem o ponto principal.

O maior resultado que se pode tirar é a melhoria dos processos de negócios. E, para isso, a empresa precisa de uma série de sistemas que possibilitem integrar os diversos meios de comunicação disponíveis - voz, chat e vídeo - entre eles próprios e com os demais sistemas da companhia.

Mas a tarefa, que pode parecer simples, não é nada fácil. A maior dificuldade está justamente em fazer os sistemas e equipamentos conversarem. Ao decidir partir para uma infra-estrutura de comunicações unificadas, a empresa esbarra em vários protocolos e equipamentos com funcionalidades diferentes que tornam a implementação um enorme quebra-cabeças.

A boa notícia é que ser open source é uma das regras para definir a compatibilidade de um software com o conceito de comunicações unificadas. Ou seja, teoricamente, os sistemas são completamente customizáveis de acordo com o gosto do freguês.

PABX IP
Para começar a implementar o conceito, a empresa precisa conectar os sistemas de comunicação à rede de dados. “Essa rede tem de oferecer suporte à qualidade de serviços (QOS), que permite tratar diferentemente pacotes de dados de outros tipos de mídia, como voz”, explica Fernando Lucato, gerente de desenvolvimento de novos negócios da Cisco.

Sobre essa rede, a empresa necessita de uma plataforma de telefonia IP, o chamado PABX IP. No caso, é isso que vai permitir a integração das funções de comunicação com os sistemas e, conseqüentemente, com os processos da companhia.

Luiz Villela, diretor da área de enterprise da Nec Brasil, explica que a infra-estrutura de comunicações unificadas é composta de, basicamente, uma plataforma IP e, sobre essa plataforma, um middleware que faz a conexão das funções de comunicação com os sistemas corporativos. Já para Lucato, essa integração não é feita via middleware, mas pelos próprios aplicativos que rodam em cima da plataforma de telefonia.

Para Bill Gates, o software de voz vai matar o PABX.

No fundo, a idéia é a mesma, mas os diferentes discursos mostram uma dificuldade na implementação do conceito: as diferenças entre os fornecedores. “Cada equipamento tem funções diferentes”, relata Ricardo Rossi, gerente da área de Lótus da IBM Brasil.

Apesar de utilizarem o padrão SIP (Session Initiation Protocol), os PABX disponíveis no mercado demandam que os softwares sejam customizados para serem integrados ao equipamento. “A base é a mesma, mas não é igual”, diz Rossi.

Presença
A partir dessa infra-estrutura de rede, a empresa pode agregar, por meio de software, diversas funcionalidades que vão realmente atender ao conceito de comunicações unificadas.

A idéia básica é que o usuário possa receber, em uma mesma interface, qualquer tipo de comunicação, seja uma mensagem, um telefonema ou até uma videoconferência, em um terminal fixo ou móvel. Além de ser capaz de compartilhar documentos entre diversas pessoas.

Um dos principais elementos presentes no conceito de comunicações unificadas é o chamado suporte a presença. Basicamente, trata-se da capacidade de indicar sua disponibilidade ou vontade para se comunicar. Sistemas de voz sobre IP (VoIP) ou instant messaging (IM) normalmente já incorporam essa funcionalidade. Mas para um CRM, por exemplo, talvez seja necessário algum desenvolvimento.

Elizabeth Ussher, diretora de inteligência competitiva e marketing técnico da Avaya, resume, de forma bem simplista, o que é preciso fazer para implementar o conceito nas empresas. “O usuário é quem está forçando a adoção das comunicações unificadas. Ele está acostumado com as diversas ferramentas disponíveis hoje. A tecnologia só precisa dar condições para que o usuário utilize as ferramentas”, afirma.

Segurança
Segundo Lucato, de cada dez empresas que procuram a Cisco em busca das comunicações unificadas, nove colocam a segurança como principal preocupação.

Na verdade, o conceito não adiciona nenhuma camada nova de segurança. As preocupações a serem tomadas são as mesmas já presentes nas atuais estruturas de rede.

“O cliente tem sua política de segurança e, a partir dela, é que implementamos o sistema”, relata Villela. De acordo com Lucato, as políticas estão presentes desde a implementação da rede até os aplicativos, e todos os dados trafegados, mesmo os de voz e vídeo, precisam ser criptografados.

Fonte: computerworld

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