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Archive for June 10th, 2008


Published June 10th, 2008

Dez projetos de e-learning promissores e livres

O popular site de notícias Linux Today aponta os leitores para um artigo no TechWorld a respeito de dez projetos livres de e-learning a serem acompanhados. Segundo o artigo, “conforme as organizações corporativas e governamentais abraçam a Web para veicular mais programas educacionais e de treinamento, um grande conjunto de aplicativos abertos e gratuitos de e-learning ajudarão a reduzir a barreira de entrada.”

A primeira solução, em ordem alfabética, é o canadense ATutor, um LCMS (CMS educacional) GPL baseado na Web e criado para boa acessibilidade e adaptabilidade. O sistema é escrito em PHP e possui 25.000 instalações registradas. O ATutor permite o envio de mensagens entre alunos e professores, a criação de grupos de trabalho, a colaboração em cursos e a escrita de blogs, além do compartilhamento, rastreamento e armazenamento de conteúdo e arquivos.

O segundo software, o Claroline, consiste em uma plataforma de e-learning e “e-working” que permite que professores criem cursos online e gerenciem atividades de aprendizado e colaboração pela Web. De origem belga e licenciado sob a GPL, o Claroline foi escrito em 2004 e está disponível em 35 línguas. O software usa o conceito de “espaços” relacionados a um curso ou atividade pedagógica, de forma que seu uso é bastante simples uma vez que se domine esse conceito.

O Dokeos é mais um software belga GPL na lista. Porém, ele se concentra em atividades mais gerenciais, como a criação de cursos online a partir de material proveniente do Microsoft Powerpoint e a exportação para o Excel ou pacotes de Business Intelligence. Além disso, oferece soluções de vídeo-conferência para treinamentos a distância. Como tem um teor mais corporativo, o Dokeos já conta com vários clientes desse segmento, tanto na esfera privada quanto em governos, e vem ganhando diversas extensões criadas externamente ao projeto.

O eFront se intitula um sistema de “desenvolvimento de capital humano” adequado ao uso corporativo e educacional. A empresa por trás do sistema é a grega Epignosis, que tem como clientes o ministério grego da origem pública e o ministério polonês do interior. A versão mais recente do software é a de número 3.5, que se encontra em estágio beta e conta com uso de Ajax em seu gerenciador de arquivos. Um dos diferenciais do produto é a possibilidade de instalação sem um servidor web.

O Fle3 é uma solução finlandesa de e-learning criada na Universidade de Arte e Design de Helsinki. Ele tem funcionalidades mais voltadas ao compartilhamento e colaboração em torno de arquivos de imagens, texto, áudio e vídeo.

Como outro representante europeu, o alemão ILIAS foi iniciado na faculdade de administração, economia e ciências sociais da Universidade de Colônia e suporta funções típicas da Web 2.0 como RSS, podcasts e Google Maps, além de possuir uma interface SOAP.

O Learning Activity Management System (LAMS) é o único representante australiano da lista. Seu objetivo declarado é oferecer aos professores “um ambiente de autoração altamente intuitivo e visual” para criar seqüências de atividades de aprendizado. Essas atividades podem incluir várias tarefas individuais, trabalhos em grupos pequenos e grandes, envolvendo tanto o conteúdo quanto a colaboração. O LAMS é o primeiro sistema desta lista desenvolvido em uma linguagem diferente de PHP, usando Java sobre o servidor de aplicações JBoss. Também há a possibilidade de integração com outros sistemas de e-learning como Moodle, Blackboard e Sakai.

O Moodle é possivelmente a solução de e-learning mais famosa no Brasil, contando com 38.000 sites de 198 países, e se define como um sistema de gerenciamento de cursos que ajuda os educadores a criarem “comunidades efetivas de aprendizado online”. Possui escalabilidade suficiente para suprir as necessidades tanto de um único professor quanto de uma universidade com 200 mil alunos, podendo também funcionar como um CMS de uso geral.

O OLAT (Online Learning And Training) também usa Java e é o primeiro desta lista a ser licenciado sob termos diferentes da GPL, usando a licença Apache. Desenvolvido na Suíça, o OLAT contém recursos de wiki, calendário, Ajax e busca em texto. Sua versão 6 será lançada ainda este mês.

Por último, temos o Sakai, também feito em Java, e que desde o início é uma iniciativa internacional, desenvolvido por uma aliança de universidades, faculdades e empresas privadas. É adequado ao uso tanto em ambientes corporativos quanto universitários.

Fonte: undelinux

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Published June 10th, 2008

MC estimula uso popular do software livre

Monitores e coordenadores responsáveis por telecentros públicos em áreas de baixo índice de desenvolvimento econômico participaram de mais uma oficina de inclusão digital. A capacitação na Bahia foi promovida pelos implementadores sociais do Governo Eletrônico - Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac), do Ministério das Comunicações, em parceria com o projeto Casa Brasil e a Associação de Moradores de Plataforma.

De acordo com o ministro das Comunicações, Hélio Costa, é essencial investir na sustentabilidade técnica dos telecentros comunitários e na capacitação dos agentes de inclusão digital para o uso e manutenção de Sistema GNU/Linux (software livre).

Cerca de 5 mil usuários dos telecentros do Casa Brasil serão beneficiados mensalmente pela capacitação. Cinco pontos de presença do Gesac participaram, na primeira semana de junho, da oficina: Casa do Trabalhador e Associação de Moradores de Plataforma, em Salvador; Casa da Cultura, em Valente; Ponto de Cultura Terreiro Cultura, em Cachoeira; e Ponto de Cultura Fundal- Fundação Antônio Almeida e Silva, em Ipirá.

Fonte: b2bmagazine

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Published June 10th, 2008

Seis gigantes da tecnologia forma aliança para impulsionar WiMAX

Seis grandes empresas de tecnologia formaram uma aliança de patentes para encorajar a expansão do WiMAX, uma tecnologia de transmissão de dados sem fio em alta velocidade, afirmaram as empresa envolvidas em comunicado.

Alcatel-Lucent, Cisco, Clearwire, Intel, Samsung Electronics e Sprint afirmaram ter expectativa de que a criação de um pool de patentes ajude empresas envolvidas com o WiMAX a terem acesso a licenças de tecnologia patenteada a um custo previsível.

“É uma questão de abertura e previsibilidade do modelo de negócios”, afirmou Scott Richardson, executivo na Clearwire, em comunicado.

As companhias afirmaram em declaração que a aliança, chamada de Open Patent Alliance, existe para “ajudar a assegurar a diferenciação e interoperabilidade de produtos a um custo mais previsível”.

“Esse modelo irá se focar na oferta de uma estrutura de royalties mais competitiva que cobre somente pelos recursos exigidos para o desenvolvimento de produtos WiMAX”, acrescentaram a empresas.

Fonte: reuters

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