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Archive for June 19th, 2008


Published June 19th, 2008

Alcatel-Lucent investe US$ 4 mi em centro em SP

Unidade será usada para integração e testes de plataformas para clientes; seis projetos já estão sendo desenvolvidos para quatro operadoras

De olho no crescimento de “dois dígitos” do mercado brasileiro e na expansão de 10% do mercado da América Latina, a Alcatel-Lucent anunciou nesta terça-feira (17/06) a inauguração de um centro de integração e testes de plataformas em sua unidade em São Paulo.

Batizado de Executive Briefing Center (EBC), a unidade recebeu investimento de US$ 4 milhões, sendo US$ 2,5 milhões em integração e formação de pessoal e US$ 1,5 milhão na reforma do prédio que servirá de vitrine para os produtos fabricante e também de solução de problemas e integração de sistemas.

“Tínhamos vontade a algum tempo de agrupar tecnologias que estavam espalhadas”, afirmou Jonio Foigel, CEO da Alcatel-Lucent Brasil. “Também queríamos ter aqui para não usar lá fora”, completou.

O centro brasileiro é o primeiro na América Latina e o 23º no mundo - o primeiro foi criado nos Estados Unidos há três anos para o desenvolvimento do projeto de IPTV da operadora AT&T. Segundo Jonio Foigel, CEO da Alcatel-Lucent Brasil, atualmente seis projetos já estão em desenvolvimento: redes de nova geração (NGN) para Telefônica, Brasil Telecom, Oi e IP call center para Brasil Telecom e Vivo e controle de tráfego IP para a Oi - que conta com software desenvolvido no Brasil. Trabalharão dedicados no centro 85 pessoas para suporte aos clientes além dos profissionais dos projetos em desenvolvimento - mais de 100 no momento. Cinquenta por cento do faturamento da Alcatel-Lucent no Brasil provêm de serviços, de acordo com Foigel.

Segundo Victor Agnellini, CEO da região Caribe e América Latina da empresa, a escolha do Brasil para sediar o EBC foi tomada por conta da maturidade do negócio e da capacidade de se integrar as outras economias por conta da representatividade do País na região. “Os egos na região estão ficando de lado porque os clientes são globais e utilizam a escala para ter ganhos”, disse.

O peso da região de Caribe e América Latina varia entre 4% e 7% do faturamento da Alcatel-Lucent hoje. Enquanto a perspectiva da empresa globalmente é de uma estabilidade, a região deve crescer mais que 5%, segundo Foigel. Em fevereiro, Agnellini havia afirmado ao Reseller Web que o número poderia chegar a 10%. O Brasil deve ter uma expansão de dois dígitos, afirmou Foigel. “Estamos em um ano muito bom”, comemorou o executivo.

Fonte:itweb

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Published June 19th, 2008

Teles também querem prover serviços para a banda larga

Se em anos anteriores o tema que mais dominava dos debates da NXTComm (em outros tempos, Supercomm) era IPTV e serviços de vídeo, parece que uma nova fronteira começa a se desenhar. Não que IPTV tenha deixado de ser um assunto importante. Mas o tema da edição deste ano do evento, que acontece até esta quinta-feira (19/6), em Las Vegas (EUA), parece ser aplicações em rede, associadas à oferta de redes banda larga e à web 2.0.

Em resumo, o que algumas teles começam a vislumbrar é a possibilidade de não apenas entregar aos usuários a infra-estrutura de acesso, mas também as aplicações, o processamento e o armazenamento de informações.

“Um ponto que estamos olhando com muita atenção é o nosso papel como provedores de aplicativos. Seremos mais e mais provedores de softwares online “, diz Sol Trajillo, CEO da Telstra, maior operadora de telecom da Austrália. Ele lembra que isso é algo que empresas como Goolge e Microsoft estão fazendo, mas todas elas, lembra ele, têm a limitação da infra-estrutura de rede.

A aposta da AT&T, por exemplo, é que daqui a cinco anos a empresa estará muito mais concentrada no desenvolvimento de aplicações e inovações e redes sociais do que apenas no provimento de infra-estrutura. “Não seremos simplesmente carriers”, diz Chris Rice, vice-presidente da AT&T para serviços compartilhados. Lembrando que a AT&T é hoje não apenas uma empresa de telefonia fixa e banda larga mas também a segunda maior operadora de telefonia celular dos EUA.

A Verizon, que tem um perfil parecido com o da AT&T, faz uma aposta um pouco diferente, ainda centrada na infra-estrutura.

“A tendência de serviços multimídia exige a construção de redes com tecnologias adequadas. A chave é conseguir colocar essa rede e ao mesmo tempo entregar os serviços. Em cinco anos, o segredo estará em entregar uma rede robusta e confiável para todos os serviços”, diz Mark Wegleitner, vice-presidente sênior de tecnologia e planejamento da operadora.

Para Pieter Poll, CTO da Qwest (a última operadora de telefonia fixa que ainda não foi consolidada), o futuro da empresa será levar a rede de banda larga. “Voz e vídeo serão apenas serviços dessa rede”, diz

Fonte: tiinside

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