Universo TI - Informações sobre Redes, Wimax, TV Digital, Videoconferência, WebTV, Webrádio, e outras tecnologias


Archive for July, 2008


Published July 30th, 2008

Web 2.0 entra na moda, uma década depois

Após um processo que levou dez anos, marcado por curiosidade, negação, euforia e traição, o mundo corporativo adotou a Web como uma plataforma para marketing, gerenciamento da cadeia de fornecimento (SCM, na sigla em inglês) e coordenação interna.

Agora, uma década depois, a Web 2.0 é a última moda. Ao permitir a capacitação de novas estratégias de produção, consumo, colaboração e experimentação, a Web 2.0 pode deslocar as fontes locais e mundiais de vantagem competitiva.

Dois princípios definem a Web 2.0. Primeiro, um relaxamento da modularidade, que descreve uma arquitetura de pequenas tarefas “ligadas livremente” - por exemplo, o “mash-up”, no qual um site da net pode basear-se para a obtenção de dados (normalmente fornecidos gratuitamente por outros) para criar ofertas híbridas a um custo mínino. Segundo, um fortalecimento da periferia através de uma comunidade de confiança que compartilha propriedade intelectual e cuja reputação serve de motor e base de confiança.

Estes dois princípios tornam possível a distribuição da produção de “information goods” (espécie de commodity cujo valor de mercado depende da informação que ele contém) através da barata recombinação de contribuições anteriores. Os usuários podem tornar-se produtores e são constantemente motivados a retribuir à comunidade da qual eles extraíram aquilo de que necessitavam.

Motivações econômicas e não-econômicas aparecem misturadas. Esta colaboração acontece com pouquíssima coordenação formal. As iniciativas originam-se nos limites da rede. Comunidades de mercado, ou não, substituem as tradicionais organizações hierárquicas.

Estes princípios não são novos. O que é recentemente é a marcante possibilidade de alterar a escalabilidade de uma aplicação.
Mais de 220 milhões de membros do eBay movimentam mais de US$ 50 bilhões por ano - um volume bruto de merchandising maior do que o da Lowe’s. Mil pessoas escrevendo as 30 milhões de linhas do código Linux, competindo com o investimento da Microsoft de US$ 10 bilhões no Windows Vista. A questão não é que, então, a Lowe’s ou a Microsoft se tornaram obsoletas ou isto seja um fenômeno universal, mas sim que existe algo de inédito e vigoroso no mercado.

Vamos tomar o caso da Toyota como exemplo. A companhia e seus diversos fornecedores definem a sua colaboração mútua com base em contratos de longa duração, sem data definida para expirar. O aprendizado acerca da melhoria do processo é tratado como “capital intelectual” e deve ser compartilhado entre os colegas da cadeia de fornecimento. A reputação de toda esta rede sublinha não apenas o capital social de empresas, mas também de engenheiros e times, formando, assim, uma comunidade de confiança. O trabalho é dividido segundo pequenos e precisos ciclos de hipótese-teste-medida, conduzido paralelamente por times independentes; em seguida, os resultados são enviados de forma resumida e obedecendo um formato padronizado a todos, de modo que os outros possam desenvolvê-los: flexibilização da modularidade.

Esta última tendência é uma estratégia consciente, muito diferente da hierarquia de tarefas e papéis que caracterizam os negócios convencionais. Da mesma forma, a comunidade de confiança também representa uma escolha estratégica que difere em muito das relações de poder que tradicionalmente definem as organizações, cadeias de fornecimento e relações de marketing.

É planejado também o lançamento de um modem com antena para recepção de TV digital no padrão brasileiro. Quem tem esse projeto é a Onda. O lançamento pode acontecer ainda neste ano.

Fonte: gazetamercantil

Technorati :
Del.icio.us :
Zooomr :
Flickr :

Published July 30th, 2008

Vendas de modems USB superam celulares 3G

As vendas de modems USB para acesso em banda larga móvel superam as de celulares 3G no Brasil. A tendência já foi verificada na Claro e na Brasil Telecom, por exemplo, segundo a diretora de serviços de valor agregado da Claro, Fiamma Zarife, e o gerente de marketing de produtos da Brasil Telecom, Rivo Manhães.

Calcula-se que hoje exista mais de 1 milhão de usuários de banda larga móvel no país e estima-se que essa base alcance 3 milhões até dezembro. “No fim do ano, o mercado brasileiro estará vendendo mais acessos de banda larga móvel que fixa”, prevê o diretor de planejamento estratégico e novos negócios da TIM, Renato Ciuchini. O assunto é tema de matéria na edição de julho da revista TELETIME.

O crescimento do mercado brasileiro tem levado os fabricantes de modems a produzir no Brasil. A italiana Onda, que fornece para a TIM, começou a fabricar seus modems no país em abril, com a Celéstica. A Huawei também iniciou a produção de modens USB no Brasil no primeiro semestre, em contrato com a Flextronics. O mesmo passo foi dado pela ZTE, que em abril começou a produzir modems aqui em parceria com a Celéstica e a Evadin.

Avanços

Incentivados pelo bom momento nas vendas, os fabricantes planejam o lançamento de modems com novas funcionalidades agregadas. Uma novidade que deve chegar em breve ao mercado brasileiro através de diferentes fabricantes é o modem que serve como pendrive e vem com entrada para cartão de memória.

Outro passo esperado é a inclusão nos softwares de conexão da possibilidade de realizar chamadas de voz e de vídeo usando o microfone e a câmera do computador ao qual o modem está conectado. A maioria dos fabricantes está preparada para fazer isso e só dependeria da aprovação das operadoras, já que os equipamentos ainda não são vendidos diretamente para o varejo.

Fonte: tiinside

Published July 30th, 2008

Empresas que compram Vista voltam para o XP, aponta HP

Executiva da empresa afirma que, na maioria dos computadores vendidos para empresas, a opção do downgrade é realizada

A executiva de marketing da HP, Jane Bradburn, afirmou à publicação australiana APC que PCs com downgrade do Windows Vista para o XP representam “a maioria dos computadores vendidos para empresas hoje”.

A declaração levanta questões sobre os números apresentados pela Microsoft sobre o sistema operacional lançado em 2007. Na semana passada, Chris Flores, blogueiro oficial da empresa para o Vista, disse que já haviam sido vendidas 180 milhões de licenças e que o desempenho do Vista está próximo ao do XP em seus primeiros momentos no mercado.

Em seu último balanço trimestral, a empresa de Redmond também afirmou ter tido um sólido crescimento nas vendas do Vista, que ajudaram as receitas de sua unidade de clientes a subirem em 15% na comparação ano-a-ano, para US$ 4,4 bilhões. A Microsoft, no entanto, não revela o número de licenças que foram trocadas para o XP.

O XP foi oficialmente aposentado no último dia 30 de junho, depois de sete anos no mercado. Mas uma brecha nas regras de licenciamento da empresa permite que os usuários retornem ao antigo sistema operacional sem custos adicionais. E as empresas, que em sua maioria, estão evitando o Windows Vista, por ser muito pesado, ter medidas de segurança intrusivas e ser incompatível com muitas aplicações, estão, aparentemente, se aproveitando da opção. Além da HP, a Dell e outros fabricantes estão colocando no mercado equipamentos com o XP pré-instalado.

Fonte: itweb

Technorati :
Del.icio.us :
Zooomr :
Flickr :

Published July 30th, 2008

Web 2.0 entra na moda, uma década depois

Após um processo que levou dez anos, marcado por curiosidade, negação, euforia e traição, o mundo corporativo adotou a Web como uma plataforma para marketing, gerenciamento da cadeia de fornecimento (SCM, na sigla em inglês) e coordenação interna.

Agora, uma década depois, a Web 2.0 é a última moda. Ao permitir a capacitação de novas estratégias de produção, consumo, colaboração e experimentação, a Web 2.0 pode deslocar as fontes locais e mundiais de vantagem competitiva.

Dois princípios definem a Web 2.0. Primeiro, um relaxamento da modularidade, que descreve uma arquitetura de pequenas tarefas “ligadas livremente” - por exemplo, o “mash-up”, no qual um site da net pode basear-se para a obtenção de dados (normalmente fornecidos gratuitamente por outros) para criar ofertas híbridas a um custo mínino. Segundo, um fortalecimento da periferia através de uma comunidade de confiança que compartilha propriedade intelectual e cuja reputação serve de motor e base de confiança.

Estes dois princípios tornam possível a distribuição da produção de “information goods” (espécie de commodity cujo valor de mercado depende da informação que ele contém) através da barata recombinação de contribuições anteriores. Os usuários podem tornar-se produtores e são constantemente motivados a retribuir à comunidade da qual eles extraíram aquilo de que necessitavam. Motivações econômicas e não-econômicas aparecem misturadas. Esta colaboração acontece com pouquíssima coordenação formal. As iniciativas originam-se nos limites da rede. Comunidades de mercado, ou não, substituem as tradicionais organizações hierárquicas.

Estes princípios não são novos. O que é recentemente é a marcante possibilidade de alterar a escalabilidade de uma aplicação.
Mais de 220 milhões de membros do eBay movimentam mais de US$ 50 bilhões por ano - um volume bruto de merchandising maior do que o da Lowe’s. Mil pessoas escrevendo as 30 milhões de linhas do código Linux, competindo com o investimento da Microsoft de US$ 10 bilhões no Windows Vista. A questão não é que, então, a Lowe’s ou a Microsoft se tornaram obsoletas ou isto seja um fenômeno universal, mas sim que existe algo de inédito e vigoroso no mercado.

Vamos tomar o caso da Toyota como exemplo. A companhia e seus diversos fornecedores definem a sua colaboração mútua com base em contratos de longa duração, sem data definida para expirar. O aprendizado acerca da melhoria do processo é tratado como “capital intelectual” e deve ser compartilhado entre os colegas da cadeia de fornecimento. A reputação de toda esta rede sublinha não apenas o capital social de empresas, mas também de engenheiros e times, formando, assim, uma comunidade de confiança. O trabalho é dividido segundo pequenos e precisos ciclos de hipótese-teste-medida, conduzido paralelamente por times independentes; em seguida, os resultados são enviados de forma resumida e obedecendo um formato padronizado a todos, de modo que os outros possam desenvolvê-los: flexibilização da modularidade.

Esta última tendência é uma estratégia consciente, muito diferente da hierarquia de tarefas e papéis que caracterizam os negócios convencionais. Da mesma forma, a comunidade de confiança também representa uma escolha estratégica que difere em muito das relações de poder que tradicionalmente definem as organizações, cadeias de fornecimento e relações de marketing.

Fonte: gazetamercantil

Technorati :
Del.icio.us :
Zooomr :
Flickr :

Published July 30th, 2008

Há cinco anos, celular não fazia 2% que o de hoje faz

Telefonia evoluiu mais em dez anos de iniciativa privada que na era anterior

Nenhum aparelho avançou tanto e em tão pouco tempo como o celular. Para tirar a dúvida, basta olhar para os modelos anteriores nos últimos dez anos - período que marca o tempo de privatização da telefonia no Brasil.

Os telefones fixos também passaram por avanços, que vão do sistema analógico à voz sobre protocolo de Internet. identificador de chamadas, rádio, navegação na Internet, teleconferências e até televisão. Essas são algumas das possibilidades oferecidas pelos aparelhos fixos e móveis hoje. E a boa notícia é que tudo isso é só o começo.

Para especialistas, um dos fatores que contribuiu para esse avanço foi justamente a privatização da telefonia. Eduardo Winter, professor de engenharia de telecomunicações que trabalha há 30 anos na área, explica que a privatização ajudou a deslanchar a digitalização. “Na época, essa etapa andava a passos de tartaruga. Com a privatização, os aparelhos analógicos sumiram do mapa”, diz. Hoje somente 0,5% do mercado usa essa tecnologia,

“Aparelhos de cinco ano atrás não faziam nem 2% do que os de hoje fazem”, confirma um outro especialista do setor, Luiz Gonzaga Leal, diretor da TIM.

Banda larga- Voz sobre IP é avanço das linhas fixas

A telefonia fixa não apresentou tantos avanços quanto a móvel nos últimos dez anos, mas abriu portas para o futuro. Uma delas foi o Voz sobre IP (VoIP<SC2295,41>, o que significa telefonia em banda larga. A previsão de Eduardo Winter, engenheiro de telecom, é de que o serviço esteja sendo usado pela maioria das pessoas em até dois anos. “É muito mais barata e, nesse mercado, as pequenas empresas podem concorrer com as grandes”, explica.
Com o VoIP integrando voz e dados, dá para realizar videoconferências e desviar a ligação do fixo para o celular, por exemplo.

Usuários- Do sistema Telebrás até hoje, 100 mi

Mais de 100 milhões. Esse foi o aumento no número de usuários de telefonia celular desde quando o Sistema Telebrás foi privatizado, há dez anos. Além dos usuários, o que avançou foram as tecnologias. O top de linha hoje é a terceira geração (3G), que em até cinco anos estará na grande maioria do país, segundo previsões da Anatel. Para se ter uma idéia do que oferece um celular 3G, basta imaginar o contraste entre a Internet discada e a banda larga.

“As velocidades são maiores e com isso a transmissão de dados é muito mais rápida. E quando chegar a fibra óptica, a velocidade chegará a 100 milhões de bits por segundo, enquanto hoje o mais avançado permite 3 milhões de bits por segundo”, explica Nelson Takayanagi, gerente de comunicações pessoais terrestres da Anatel.

Ele arrisca palpites para o futuro: jogar tênis com alguém que está no Japão, ou projetar parte de um avião aqui e outra parte na Itália. “Essa troca de informação em realidade virtual exige enorme capacidade de transmissão.”

Acesso fácil e preço são destaques

Para Luiz Gonzaga Leal, diretor da TIM, um dos resultados da privatização foi o aumento da concorrência entre as operadoras, o que baixou os preços. Para ele, a telefonia celular se divide em três fases: analógica, digital e banda larga, cujo desafio será a massificação.
Edson Bortolli, diretor de produtos de telefonia da Motorola, destaca como sucesso da privatização a popularização. “O consumidor precisava entrar na fila e se cadastrar para comprar um aparelho. Hoje, basta ir à loja.”

Fonte: otempo

Published July 28th, 2008

Ganhe prêmios escrevendo notícias, dicas e artigos sobre VoIP, Asterisk ou Convergência de Redes

O Portal VoIPCenter está premiando as pessoas que escreverem qualquer notícia, dica ou artigo relacionados a VoIP, Asterisk ou Convergência de Redes.

Pode ser qualquer assunto, como por exemplo: dicas de configuração de equipamentos VoIP, artigo sobre codecs, protocolos VoIP, sinalização SIP, QoS em redes VoIP, requisitos para VoIP, mercado VoIP, VoIP móvel, segurança VoIP, regulamentação, ENUM, casos de sucesso, exemplos de utilização de Asterisk, integração Asterisk + OpenSER, Asterisk embarcado, TV Digital, interatividade com o Ginga, recursos da Web 2.0, portabilidade numérica, novos serviços em Redes Convergentes, comunicações unificadas, WiMAX, 3G, LTE; qualquer notícia, dica ou artigo relacionada a estes assuntos.

O trabalho deve ser original (não pode ser cópia de nenhuma fonte) e o ideal é que tenha no máximo uma página.

Premiação

Os melhores trabalhos apresentados serão publicados na Revista VoIPCenter, que será distribuída gratuitamente durante o III Encontro VoIPCenter. Além da publicação, os três primeiros lugares recebem uma premiação conforme a descrição abaixo:

1o. lugar - 1 Sipura 2100 + R$ 100,00 em créditos VoIP da LigVoIP + entrada para 3 dias do Congresso VoIPCenter
20. lugar - 1 HandyTone 486 + R$ 50,00 em créditos VoIP da LigVoIP + entrada para 2 dias do Congresso VoIPCenter
30. lugar - 1 HandyTone 286 + R$ 30,00 em créditos VoIP da LigVoIP + entrada para 1 dia do Congresso VoIPCenter

Além disso serão sorteados mais 3 prêmios entre todos os participantes:
- 1 HandyTone 486 + R$ 50,00 em créditos VoIP da LigVoIP
- 1 entrada para os 3 dias do Congresso VoIPCenter
- 1 entrada para os 4 Tutoriais do Encontro VoIPCenter

Para os sorteios, quanto maior a quantidade de trabalhos apresentados, maiores serão as chances de ganhar um dos prêmios.

A data limite para entrega dos trabalhos é 01/08/08 e a premiação e os sorteios serão divulgados nos Portais VoIPCenter e Asterisk on Line no dia 08/08/08.

Participando, além de concorrer a estes prêmios, você também estará contribuindo para a Comunidade, além de divulgar o seu trabalho, pois todos os trabalhos serão publicados no Portal VoIPCenter (www.voipcenter.com.br), Asterisk on Line (www.asteriskonline.com.br) ou no UniversoTI (www.universoti.com.br), além de que os melhores trabalhos serão publicados na Revista VoIPCenter, que será distribuída durante o III Encontro VoIPCenter - 2008 (www.encontrovoipcenter.com.br), que será realizado em São Paulo, nos dias 20 a 23 de agosto.

Todos os trabalhos devem ser enviados para o email “amsato em innovus . com . br“. com o Título: Trabalho para o III Encontro VoIPCenter.

Published July 28th, 2008

SOA chega a maioridade

A adoção de SOA (Arquitetura Orientada a Serviços) atinge níveis de maturidade no Brasil e várias empresas já se habilitam, com visão de processos, para alcançarem liderança em competitividade nos segmentos de negócios onde atuam. É o caso, por exemplo, do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul), presente em 79,6% dos municípios gaúchos, com mais de mil pontos de atendimento, três milhões de clientes e um patrimônio líquido de 2,94 bilhões de reais. Em 2005, o Banrisul decidiu criar um framework próprio de desenvolvimento orientado a serviços, baseado em forte metodologia de desenvolvimento, utilizando padrões de mercado, e hoje exibe ganhos consideráveis - em termos de gestão e alinhamento da TI (Tecnologia da Informação) ao negócio e crescimento da concessão de crédito.

“A carteira de crédito do banco mais do que dobrou e atingiu R$ 9 bilhões em 2007″, afirma Rubens Salvador Bordini, vice-presidente e responsável pela diretoria de Gestão da Informação. “O Banrisul avançou muito e está firme no mercado financeiro em função de ter adotado um sistema que lhe dá agilidade, transparência e segurança para transformar negócios”, avalia.

Para algumas empresas, a opção por SOA não é puro modismo. “É uma questão de sobrevivência, vital para ancorar a trajetória de crescimento”, concorda Tereza Sachetta, diretora corporativa de TI do grupo Fleury Medicina e Saúde, que atua em cinco estados brasileiros, com 130 unidades de atendimento, quatro mil funcionários e faturamento, em 2006, de R$ 520,5 milhões. “Há dois anos, nós operávamos com total falta de visibilidade, custo elevado do ambiente legado e falta de visibilidade. Se não fizéssemos nada, haveria entropia de governança”, contou ela durante a apresentação do projeto “Educação: Reconstrução da Vanguarda” no 3º Fórum SOA, promovido pela revista TI INSIDE, em São Paulo.

A implementação da nova arquitetura no grupo Fleury começou a ser feita a partir do ano passado, utilizando ferramentas de software da BEA, empresa recentemente incorporada pela Oracle. “Inicialmente fizemos um piloto na área de cadastro de clientes e de médicos, para acesso via Internet. Depois, criamos um programa para implementação de SOA de forma prioritária, por fases, e voltado a processos de governança. Podemos dizer, desde já, que ganhamos agilidade e flexibilidade para sustentar o crescimento do grupo Fleury e nos anteciparmos aos desejos dos clientes”, diz Tereza.

Escalada de implementações

Acreditar que quem adota SOA tem o dobro de chance de se tornar líder na indústria em 2010 não é uma proposição isolada de empresas como o Banrisul ou o grupo Fleury. Pelo menos 40% das empresas brasileiras já desenvolvem iniciativas utilizando a nova arquitetura orientada a serviços, informa Waldir Arevolo, consultor da TGT Consult, com longa experiência na execução de projetos na América Latina. Na verdade, é uma tendência mundial. Segundo a Research and Markets, as receitas provenientes dos investimentos das empresas com SOA alcançaram US$ 2 bilhões em 2007, e devem atingir algo próximo a US$ 9,1 bilhões em 2014.

Cezar Taurion, gerente de novas tecnologias aplicadas da IBM Brasil, vai mais longe. Ele acredita que a combinação de SOA e a tecnologia web 2.0 representa um dos segmentos de mais rápido crescimento da indústria de TI. “Com o mercado mundial para SOA, serviços web e web 2.0, as previsões são de que os negócios cheguem a US$ 142 bilhões em 2011″, diz ele.

Os atrativos realmente são fortes. Célia Barbieri, gerente sênior da BearingPoint, diz que as maiores vantagens são do ponto de vista de aumento de competitividade. “Além de maior qualidade para atender clientes, ganhos de time to market e redução de custo operacional, as empresas que estão adotando SOA obtêm mais flexibilidade e agilidade, inclusive, no processo de desenvolvimento de sistemas”, indica. Esse interesse está demonstrado, indica ela, na pesquisa InfoWorld 2007, segundo a qual 42% de um total de mil empresas, entre as quais estão as 500 Maiores da Fortune, relatam que estão planejando ou desenvolvendo projetos pilotos com SOA.

Desafios a serem vencidos

No Brasil, a situação não é muito diferente, embora as implementações estejam apenas começando. Mas existem muitos desafios a serem superados. Para Waldir Arevolo, consultor da TGT Consult, para que um projeto de SOA seja bem-sucedido, antes de tudo, é preciso que as empresas respondam adequadamente perguntas sobre critérios de negócios (como estão os negócios, se os clientes estão satisfeitos, se os objetivos são atingidos), sobre processos de negócios (onde estão os processos) e sobre a infra-estrutura de TI (onde estão os serviços). Arevolo recomenda ainda, como fatores de sucesso, a divulgação correta dos benefícios e limitações de SOA, o respeito às diferenças entre os objetivos táticos em projetos pontuais e os planos corporativos estratégicos e, principalmente, a criação de um centro de competência em informação, como a “torre de controle” das iniciativas relacionadas a SOA.

Enfim, é preciso que a organização esteja madura em algumas áreas específicas para usufruir bem dos benefícios que SOA proporciona. Segundo Márcio Gonçalves, gerente sênior da PriceWaterhouseCoopers, atingir o estado de agilidade empresarial é um processo que requer paciência e capacidade de adaptação na orientação a serviços, sem desprezar os níveis de maturidade em que a organização e TI se encontram. “As respostas provavelmente não estarão previamente disponíveis para todas as possíveis questões gerenciais, mas é importante que os princípios SOA estejam claros e acordados não somente para o momento atual, mas também na visão futura”, explica Gonçalves.

Fonte: tiinside

Published July 28th, 2008

Microsoft vai ampliar estratégia de negócios na internet

Segundo Steve Ballmer, a companhia deverá investir entre 1,2 e 1,5 bilhão de dólares para conseguir competir com o Google em tecnologia de buscas e ganhar mercado

A Microsoft ampliará seus investimentos em suas operações online como forma de ganhar participação no crescente mercado de anúncios na internet, revelou o CEO da empresa, Steve Ballmer.

Em uma conferência com analistas na quinta-feira (24/07), o executivo afirmou que a companhia deverá gastar pelo menos 1,2 bilhão de dólares anualmente para competir contra o Google, líder de mercado de serviços de internet. Esses gastos serão relativos a preparar as propriedades de internet da Microsoft para competir com o maior buscador do mundo.

“O Google gasta cerca de 2,5 bilhões de dólares e continua crescendo em pesquisa e desenvolvimento. Você pode tirar suas próprias conclusões, mas eles dizem publicamente que cerca de 70% disso está no âmago das áreas de busca e publicidade. Nós certamente vamos ter que pensar sobre 1,2 a 1,5 bilhão de dólares para ficarmos competitivos e reinventar a área de pesquisa e desenvolvimento. É um grande número”, disse.

Apesar dos reveses recentes na estrutura de internet - como as negociações fracassadas pela aquisição do Yahoo por 48 bilhões de dólares e da saída do mais importante executivo de internet, Kevin Johnson -, Ballmer disse que a companhia está no mercado de web para ficar.

Ele também informou que o mercado de mídia e comunicações é avaliado mundialmente em cerca de 1 trilhão de dólares e, portanto, a Microsoft com seu tamanho e força financeira “precisa ir atrás dele”. Neste ano, o prejuízo da divisão de serviços online da empresa foi de cerca de 5% do resultado operacional.

“O Google não precisa de marketing. Nós precisamos. Então, vamos ter que gastar para competir e nossas despesas de vendas, particularmente à medida que nós elevamos nossa receita por busca, nossas despesas por vendas estarão alinhadas. Se nossa receita por busca é baixa, nossas despesas de vendas vão parecer relativamente altas”, complementou.

Ballmer também informou que não há mais nada em discussão entre Yahoo e Microsoft. “Yahoo para nós sempre foi uma tática, não uma estratégica”, disse. Segundo ele, a aquisição iria acelerar o crescimento da Microsoft nas buscas e, para isso, as companhias começaram a conversar.

“Nós falamos sobre busca e como poderíamos trabalhar juntos. Existiam várias boas razões para fazer isso, (…) mas não formos capazes de apresentar algo que funcionasse. É uma tática, nós somos disciplinados e nós perdemos”, resumiu.

Além das desgastantes etapas de negociação com o Yahoo e também da perseguição à liderança do Google em web, a Microsoft se debate com o crescimento do modelo de software como serviço, em que o usuário paga uma assinatura mensal para acessar seus programas via internet - e que desafia a venda de licenças, pelo qual a internet enriqueceu.

“Nesse momento em que o navegador de internet é computador, a Microsoft precisa se reinventar É um dos momentos de maior fragilidade pelo qual a empresa já passou”, diz Adam Braunstein, analista sênior da consultoria norte-americana Robert Frances Group.

Fonte: portalexame

Published July 28th, 2008

Microsoft confirma lançamento do IE8 neste ano

Durante uma conferência de análise financeira na quinta-feira Bill Veghte, responsável pelas divisões de serviços online e Windows da Microsoft, afirmou que a versão final do Internet Explorer 8 estará disponível antes do fim de 2008.

Segundo o site BetaNews, até o evento não havia certeza da data de lançamento do navegador, que terá sua versão Beta 2 ainda em agosto, focada em novos recursos para o público final e profissionais de TI ao contrário da versão inicial, voltada para desenvolvedores web.

Ainda não se sabe, também, se existirá um terceiro beta para o IE 8, o que é improvável, conforme noticiou o site Ars Technica. Após o segundo beta, a Microsoft teria apenas quatro meses para corrigir os problemas encontrados e preparar sua versão RTM, que indica que o software já está sendo enviado para distribuição.

Além do Internet Explorer 8, Veghte também mencionou o próximo sistema operacional da Microsoft, Windows 7, que está progredindo muito bem, embora nenhum novo detalhe a seu respeito tenha sido revelado. O Windows 7 deve substituir o atual Windows Vista em 2010.

Fonte: olhardireto

Published July 25th, 2008

Vale a pena investir em graduação de tecnologia da informação?

Entenda como calcular se o retorno financeiro obtido com os cursos de graduação justifica o investimento.

O mercado de Tecnologia da Informação passa por um momento, no mínimo, curioso. Ao mesmo tempo em que as empresas reclamam de falta de profissionais e anunciam que estão com diversas vagas em aberto, a procura por cursos superiores de tecnologia caiu.

Por que os jovens não estão se sentindo atraídos pela profissão? Será que as empresas de TI não oferecem retorno suficiente para fazer uma pessoa investir quatro anos, ou mais, em um curso de graduação na área? Ou é apenas um fenômeno cultural brasileiro?

Para tentar entender a questão, o COMPUTERWORLD foi atrás de um especialista que pudesse definir em que categoria se encaixam os gastos com cursos de graduação e entender se vale a pena investir na profissão.

Segundo Gustavo Cerbasi, sócio-diretor da Cerbasi & Associados, empresa de planejamento financeiro, e autor de diversos livros sobre o assunto, como “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos” (editora Gente) e “Finanças para Empreendedores e Profissionais Não Financeiros” (editora Saraiva), explica que as despesas com educação própria devem ser encaradas como investimento.

“Investimos em nossa educação com o objetivo de aumentar nossa renda. É uma de nossas escolhas mais relevantes”, afirma o consultor. Na prática, só faz sentido dispor de tempo e dinheiro em cursos se for para melhorar o desempenho profissional ou aumentar as opções no mercado de trabalho. Ou seja, antes de encarar quatro anos pagando mil reais em uma faculdade, é preciso saber qual a rentabilidade desse investimento.

Calcular o retorno que o profissional terá ao investir em um curso é relativamente simples. Por exemplo, se um curso de R$ 5 mil certifica um profissional a prestar um serviço que pode ser vendido por R$ 100 cada (sem considerar os custos de software e hardware do serviço), ele terá que fechar negócio com 50 clientes para recuperar o valor investido. Só depois desses 50 clientes é que o investimento no curso começaria a gerar resultado para o profissional.

No caso de alguém que vai trabalhar apenas para uma empresa, é possível calcular o retorno com base nos meses de trabalho necessários para recuperar o que foi investido no curso.

Partindo desses princípios, e nos valores dos salários praticados no mercado, segundo pesquisa da consultoria Lopes & Borghi, é possível ter uma idéia do que faz os profissionais ficarem longe dos cursos de graduação mais longos, como Ciência da Computação ou Engenharia da Computação, optando por cursos mais curtos e baratos.

Um administrador de banco de dados, por exemplo, começa ganhando 1,8 mil reais por mês, de acordo com a pesquisa. Em dois anos, um aspirante a profissional pode concluir o curso de tecnólogo em Tecnologia em Banco de Dados da FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista), que custa 787 reais por mês. Em menos de um ano, e considerando a pior alternativa de salário, seria possível pagar o investimento e começar a receber os lucros.

Se optar pela graduação tradicional, o retorno do investimento em educação do estudante vai demorar o dobro para acontecer. E sem grandes perspectivas de ganhar mais do que o outro estudante que é formado em cursos de dois anos.

De acordo com Cerbasi, um investimento em profissionalização é razoável se possibilita um retorno em até dois anos. “Mais do que isso, o profissional ganhará mais aplicando suas reservas em alternativas de menor risco como imóveis ou produtos financeiros como fundos de ações”, explica.

Fonte: computerworld

Published July 25th, 2008

Facebook faz 1ª demonstração de projeto para levar perfis para sites

Facebook Connect ganha 1ª demonstração pública para desenvolvedores e deve ser integrado à rede em outubro.

O Facebook revelou um novo serviço para sua rede social que permitirá que pessoas usem seus perfis em outros sites pela web.

Chamado de Facebook Connect, o serviço foi anunciado em maio e recebeu sua primeira demonstração pública nesta quarta-feira (23/07) na conferência f8 da plataforma de desenvolvimento do Facebook, com testes que envolviam sua integração com Digg, Citysearch e Six Apart.

Quando um usuário vota em um conteúdo no Digg, a caixa de login dará a chance de se autenticar no Digg ou no Facebook. Caso escolha a rede social, os itens votados aparecerão no feed de atividades do Facebook. Usuários também poderão encontrar onde estão seus amigos dentro do Digg e interagir com eles.

Caso se autentiquem com a conta do Facebook no Citysearch a foto usada no perfil da rede social aparecerá ao lado do seu post no Citysearch, junto com o link de volta para o Facebook. Conteúdo publicado no Cityseach também aparecerá no feed de atividades do Facebook.

O serviço foi o destaque da apresentação do fundador da rede, Mark Zuckerberg, no começo da f8. Ele a chamou de ¨a nossa versão do Facebook para o resto da internet¨. As mudanças de privacidade também são transferidas para outros sites, com usuários escolhendo que informações serão mostradas.

Fonte: idgnow

Published July 25th, 2008

Microsoft lança campanha contra má fama do Windows Vista

Objetivo seria combater as opiniões negativas em torno do programa e atacar a concorrente, Apple

Uma nova campanha de divulgação da Microsoft com objetivo de combater as opiniões negativas em torno do Windows Vista está causando polêmica. Mas isso não faz parte do ataque real que a companhia está planejando contra a Apple e outros críticos do programa.

Desde o seu lançamento em 2007, a Microsoft vem tentando vender o Vista como um produto seguro e confiável. A divulgação não é tão memorável quanto a do MAC, da Apple, que conseguiu convencer o mundo de que o Vista é um “fracasso”.

Fonte: estadao

Technorati :
Del.icio.us :
Zooomr :
Flickr :

Published July 25th, 2008

Receita com transmissão de dados móveis pode superar US$200 bi

As receitas globais de serviços de dados pelo celular poderão superar 200 bilhões de dólares este ano, acima dos 157 bilhões de dólares gerados em 2007, comandadas pela expansão de redes avançadas e pela popularidade de dispositivos com navegador à Internet, como o iPhone da Apple.

A receita com dados pelo celular no primeiro trimestre deste ano cresceu 43 por cento, para 49 bilhões de dólares, divulgou nesta quarta-feira a empresa britânica de pesquisas Informa Telecoms & Media.

A operadora japonesa NTT DoCoMo foi a companhia que gerou a maior fatia dessa receita global, com 3,6 bilhões de dólares.

A NTT superou o volume gerado pela China Mobile, maior operadora mundial de celulares em número de clientes, que faturou 3,5 bilhões de dólares com serviços que não envolvem voz.

As operadoras de telefonia estão ansiosas por elevar a receita de dados, à medida que seu negócio tradicional de voz está em declínio, graças ao aumento do uso de telefonia pelo protocolo IP e às políticas de preços praticadas.

A Informa disse que as operadoras conseguem hoje um quinto de sua receita total com a transmissão de dados, como as mensagens de texto (SMS).

A Smart Communications, das Filipinas, foi a única operadora que gerou a maior parte de sua receita com outros serviços que não a voz, graças à popularidade do SMS naquele país.

A região Ásia-Pacífico como um todo gerou 40 por cento de toda a receita de transmissão de dados do primeiro trimestre, segundo a Informa.

Fonte: reuters

Published July 25th, 2008

Ligações no Skype podem ser grampeadas, dizem especialistas

A criptografia utilizada pelo Skype, sistema de telefonia via IP (internet protocol), não impede que as ligações feitas pelo programa sejam grampeadas e monitoradas. Segundo especialistas consultados pela Folha Online, o procedimento é muito mais refinado que em um telefone comum, mas plenamente possível.

Com isso, não há embasamento para a confiança demonstrada por investigados pela Operação Satiagraha, conforme informou o Painel da Folha. Segundo a coluna, os envolvidos na operação da Polícia Federal diziam estar “mais seguros” para falar pelo programa.

“Pode ser um procedimento até mais fácil. A questão é você ter expertise para fazer isso”, afirma Alexandre Freire, consultor de segurança na internet e especialista no assunto. Essa “expertise”, entretanto, é bastante restrita. A polícia da Alemanha, por exemplo, indicou no ano passado que tinha dificuldades nesse rastreamento.

Atrás dos pacotes

O que diferencia esse tipo de grampo é o fato de o Skype e outros serviços de telefone por IP “quebrarem” a informação de voz em pequenos “pacotes”. O processo é diferente do que ocorre em um telefonema comum, quando há um fluxo constante de informação entre as duas partes da conversa.

Quando um usuário inicia uma conversa de voz com alguém via Skype, está enviando e recebendo “pacotes” de informação com o uso do protocolo TCP/IP, padrão que permite o tráfego de dados pela internet.

Freire afirma que programas chamados “sniffers” têm a capacidade de monitorar os programas que fazem essa transmissão –eles capturam os pacotes e fazem o agrupamento, respeitando a seqüência de inicio, meio e fim.

O especialista afirma que o grampo pode ocorrer, mesmo com o Skype afirmando que criptografa todas as ligações. Um estudo feito pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) mostra que essa criptografia pode falhar. “O Skype pode usar criptografia, mas o faz pobremente”, diz o estudo, que reconhece, entretanto, que o uso do programa é “muito mais seguro” que ligações convencionais.

Consulta na rede

Para Marcelo Zuffo, professor da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo), para que esse monitoramento seja feito basta que o computador do usuário esteja plugado a uma rede –os sistemas espiões podem ser conectados a essa malha e filtrar as informações.

“Não é algo trivial, exige certa perícia”, diz. Entretanto, ele ressalta que há “vasto material” na internet sobre o assunto. Até mesmo a Wikipedia tem informações sobre como lidar com os protocolos do programa de voip.

Procurado pela Folha Online, o Skype informa, por meio de sua assessoria de imprensa, que todas as formas de comunicação pelo programa são criptografadas e que “não comenta sobre investigações”.

O uso dos programas de rastreamento, entretanto, não seria a única forma de grampear as ligações do Skype. Softwares espiões que se instalam no próprio computador do usuário poderiam fazer esse serviço. “Nada impede que um programa capture informações da placa de áudio, antes que ela seja criptografada”, afirma Eduardo D’Antona, diretor-executivo da empresa de segurança Panda Security.

Ele ressalta que não há registros de programas maliciosos do tipo, mas que pessoas interessadas em monitorar esses dados podem criar estratégias semelhantes às que existem para “bisbilhotar” o que o usuário digita no teclado ou vê na tela do computador.

Fonte: folhaonline

Published July 24th, 2008

Aumenta o acesso a redes sociais no trabalho

Nos últimos seis a 12 meses, os analistas e pesquisadores da Trend Micro descobriram várias formas de malware dentro de muitos sites de redes sociais.

“Em vez de serem distribuídas por meio de anexos de e-mail, as ameaças estão sendo incorporadas, cada vez mais, a links da web, muitos deles direcionados a sites de redes sociais”, afirma Fábio Picoli, diretor de Enterprise da Trend Micro.

A pesquisa mostrou ainda que os usuários japoneses são os que passam mais tempo — em relação aos de outros países — em aplicações da web 2.0 acessadas a partir da rede corporativa.

E-mail indiscreto
A pesquisa da Trend Micro revelou que 45% dos usuários corporativos afirmaram ter enviado informações confidenciais via web mail - que é a aplicação da web mais utilizada, segundo o estudo.

Fonte: baguete

Technorati :
Del.icio.us :
Zooomr :
Flickr :