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Archive for July 25th, 2008


Published July 25th, 2008

Vale a pena investir em graduação de tecnologia da informação?

Entenda como calcular se o retorno financeiro obtido com os cursos de graduação justifica o investimento.

O mercado de Tecnologia da Informação passa por um momento, no mínimo, curioso. Ao mesmo tempo em que as empresas reclamam de falta de profissionais e anunciam que estão com diversas vagas em aberto, a procura por cursos superiores de tecnologia caiu.

Por que os jovens não estão se sentindo atraídos pela profissão? Será que as empresas de TI não oferecem retorno suficiente para fazer uma pessoa investir quatro anos, ou mais, em um curso de graduação na área? Ou é apenas um fenômeno cultural brasileiro?

Para tentar entender a questão, o COMPUTERWORLD foi atrás de um especialista que pudesse definir em que categoria se encaixam os gastos com cursos de graduação e entender se vale a pena investir na profissão.

Segundo Gustavo Cerbasi, sócio-diretor da Cerbasi & Associados, empresa de planejamento financeiro, e autor de diversos livros sobre o assunto, como “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos” (editora Gente) e “Finanças para Empreendedores e Profissionais Não Financeiros” (editora Saraiva), explica que as despesas com educação própria devem ser encaradas como investimento.

“Investimos em nossa educação com o objetivo de aumentar nossa renda. É uma de nossas escolhas mais relevantes”, afirma o consultor. Na prática, só faz sentido dispor de tempo e dinheiro em cursos se for para melhorar o desempenho profissional ou aumentar as opções no mercado de trabalho. Ou seja, antes de encarar quatro anos pagando mil reais em uma faculdade, é preciso saber qual a rentabilidade desse investimento.

Calcular o retorno que o profissional terá ao investir em um curso é relativamente simples. Por exemplo, se um curso de R$ 5 mil certifica um profissional a prestar um serviço que pode ser vendido por R$ 100 cada (sem considerar os custos de software e hardware do serviço), ele terá que fechar negócio com 50 clientes para recuperar o valor investido. Só depois desses 50 clientes é que o investimento no curso começaria a gerar resultado para o profissional.

No caso de alguém que vai trabalhar apenas para uma empresa, é possível calcular o retorno com base nos meses de trabalho necessários para recuperar o que foi investido no curso.

Partindo desses princípios, e nos valores dos salários praticados no mercado, segundo pesquisa da consultoria Lopes & Borghi, é possível ter uma idéia do que faz os profissionais ficarem longe dos cursos de graduação mais longos, como Ciência da Computação ou Engenharia da Computação, optando por cursos mais curtos e baratos.

Um administrador de banco de dados, por exemplo, começa ganhando 1,8 mil reais por mês, de acordo com a pesquisa. Em dois anos, um aspirante a profissional pode concluir o curso de tecnólogo em Tecnologia em Banco de Dados da FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista), que custa 787 reais por mês. Em menos de um ano, e considerando a pior alternativa de salário, seria possível pagar o investimento e começar a receber os lucros.

Se optar pela graduação tradicional, o retorno do investimento em educação do estudante vai demorar o dobro para acontecer. E sem grandes perspectivas de ganhar mais do que o outro estudante que é formado em cursos de dois anos.

De acordo com Cerbasi, um investimento em profissionalização é razoável se possibilita um retorno em até dois anos. “Mais do que isso, o profissional ganhará mais aplicando suas reservas em alternativas de menor risco como imóveis ou produtos financeiros como fundos de ações”, explica.

Fonte: computerworld

Published July 25th, 2008

Facebook faz 1ª demonstração de projeto para levar perfis para sites

Facebook Connect ganha 1ª demonstração pública para desenvolvedores e deve ser integrado à rede em outubro.

O Facebook revelou um novo serviço para sua rede social que permitirá que pessoas usem seus perfis em outros sites pela web.

Chamado de Facebook Connect, o serviço foi anunciado em maio e recebeu sua primeira demonstração pública nesta quarta-feira (23/07) na conferência f8 da plataforma de desenvolvimento do Facebook, com testes que envolviam sua integração com Digg, Citysearch e Six Apart.

Quando um usuário vota em um conteúdo no Digg, a caixa de login dará a chance de se autenticar no Digg ou no Facebook. Caso escolha a rede social, os itens votados aparecerão no feed de atividades do Facebook. Usuários também poderão encontrar onde estão seus amigos dentro do Digg e interagir com eles.

Caso se autentiquem com a conta do Facebook no Citysearch a foto usada no perfil da rede social aparecerá ao lado do seu post no Citysearch, junto com o link de volta para o Facebook. Conteúdo publicado no Cityseach também aparecerá no feed de atividades do Facebook.

O serviço foi o destaque da apresentação do fundador da rede, Mark Zuckerberg, no começo da f8. Ele a chamou de ¨a nossa versão do Facebook para o resto da internet¨. As mudanças de privacidade também são transferidas para outros sites, com usuários escolhendo que informações serão mostradas.

Fonte: idgnow

Published July 25th, 2008

Microsoft lança campanha contra má fama do Windows Vista

Objetivo seria combater as opiniões negativas em torno do programa e atacar a concorrente, Apple

Uma nova campanha de divulgação da Microsoft com objetivo de combater as opiniões negativas em torno do Windows Vista está causando polêmica. Mas isso não faz parte do ataque real que a companhia está planejando contra a Apple e outros críticos do programa.

Desde o seu lançamento em 2007, a Microsoft vem tentando vender o Vista como um produto seguro e confiável. A divulgação não é tão memorável quanto a do MAC, da Apple, que conseguiu convencer o mundo de que o Vista é um “fracasso”.

Fonte: estadao

Technorati :
Del.icio.us :
Zooomr :
Flickr :

Published July 25th, 2008

Receita com transmissão de dados móveis pode superar US$200 bi

As receitas globais de serviços de dados pelo celular poderão superar 200 bilhões de dólares este ano, acima dos 157 bilhões de dólares gerados em 2007, comandadas pela expansão de redes avançadas e pela popularidade de dispositivos com navegador à Internet, como o iPhone da Apple.

A receita com dados pelo celular no primeiro trimestre deste ano cresceu 43 por cento, para 49 bilhões de dólares, divulgou nesta quarta-feira a empresa britânica de pesquisas Informa Telecoms & Media.

A operadora japonesa NTT DoCoMo foi a companhia que gerou a maior fatia dessa receita global, com 3,6 bilhões de dólares.

A NTT superou o volume gerado pela China Mobile, maior operadora mundial de celulares em número de clientes, que faturou 3,5 bilhões de dólares com serviços que não envolvem voz.

As operadoras de telefonia estão ansiosas por elevar a receita de dados, à medida que seu negócio tradicional de voz está em declínio, graças ao aumento do uso de telefonia pelo protocolo IP e às políticas de preços praticadas.

A Informa disse que as operadoras conseguem hoje um quinto de sua receita total com a transmissão de dados, como as mensagens de texto (SMS).

A Smart Communications, das Filipinas, foi a única operadora que gerou a maior parte de sua receita com outros serviços que não a voz, graças à popularidade do SMS naquele país.

A região Ásia-Pacífico como um todo gerou 40 por cento de toda a receita de transmissão de dados do primeiro trimestre, segundo a Informa.

Fonte: reuters

Published July 25th, 2008

Ligações no Skype podem ser grampeadas, dizem especialistas

A criptografia utilizada pelo Skype, sistema de telefonia via IP (internet protocol), não impede que as ligações feitas pelo programa sejam grampeadas e monitoradas. Segundo especialistas consultados pela Folha Online, o procedimento é muito mais refinado que em um telefone comum, mas plenamente possível.

Com isso, não há embasamento para a confiança demonstrada por investigados pela Operação Satiagraha, conforme informou o Painel da Folha. Segundo a coluna, os envolvidos na operação da Polícia Federal diziam estar “mais seguros” para falar pelo programa.

“Pode ser um procedimento até mais fácil. A questão é você ter expertise para fazer isso”, afirma Alexandre Freire, consultor de segurança na internet e especialista no assunto. Essa “expertise”, entretanto, é bastante restrita. A polícia da Alemanha, por exemplo, indicou no ano passado que tinha dificuldades nesse rastreamento.

Atrás dos pacotes

O que diferencia esse tipo de grampo é o fato de o Skype e outros serviços de telefone por IP “quebrarem” a informação de voz em pequenos “pacotes”. O processo é diferente do que ocorre em um telefonema comum, quando há um fluxo constante de informação entre as duas partes da conversa.

Quando um usuário inicia uma conversa de voz com alguém via Skype, está enviando e recebendo “pacotes” de informação com o uso do protocolo TCP/IP, padrão que permite o tráfego de dados pela internet.

Freire afirma que programas chamados “sniffers” têm a capacidade de monitorar os programas que fazem essa transmissão –eles capturam os pacotes e fazem o agrupamento, respeitando a seqüência de inicio, meio e fim.

O especialista afirma que o grampo pode ocorrer, mesmo com o Skype afirmando que criptografa todas as ligações. Um estudo feito pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) mostra que essa criptografia pode falhar. “O Skype pode usar criptografia, mas o faz pobremente”, diz o estudo, que reconhece, entretanto, que o uso do programa é “muito mais seguro” que ligações convencionais.

Consulta na rede

Para Marcelo Zuffo, professor da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo), para que esse monitoramento seja feito basta que o computador do usuário esteja plugado a uma rede –os sistemas espiões podem ser conectados a essa malha e filtrar as informações.

“Não é algo trivial, exige certa perícia”, diz. Entretanto, ele ressalta que há “vasto material” na internet sobre o assunto. Até mesmo a Wikipedia tem informações sobre como lidar com os protocolos do programa de voip.

Procurado pela Folha Online, o Skype informa, por meio de sua assessoria de imprensa, que todas as formas de comunicação pelo programa são criptografadas e que “não comenta sobre investigações”.

O uso dos programas de rastreamento, entretanto, não seria a única forma de grampear as ligações do Skype. Softwares espiões que se instalam no próprio computador do usuário poderiam fazer esse serviço. “Nada impede que um programa capture informações da placa de áudio, antes que ela seja criptografada”, afirma Eduardo D’Antona, diretor-executivo da empresa de segurança Panda Security.

Ele ressalta que não há registros de programas maliciosos do tipo, mas que pessoas interessadas em monitorar esses dados podem criar estratégias semelhantes às que existem para “bisbilhotar” o que o usuário digita no teclado ou vê na tela do computador.

Fonte: folhaonline