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Archive for July 30th, 2008


Published July 30th, 2008

Web 2.0 entra na moda, uma década depois

Após um processo que levou dez anos, marcado por curiosidade, negação, euforia e traição, o mundo corporativo adotou a Web como uma plataforma para marketing, gerenciamento da cadeia de fornecimento (SCM, na sigla em inglês) e coordenação interna.

Agora, uma década depois, a Web 2.0 é a última moda. Ao permitir a capacitação de novas estratégias de produção, consumo, colaboração e experimentação, a Web 2.0 pode deslocar as fontes locais e mundiais de vantagem competitiva.

Dois princípios definem a Web 2.0. Primeiro, um relaxamento da modularidade, que descreve uma arquitetura de pequenas tarefas “ligadas livremente” - por exemplo, o “mash-up”, no qual um site da net pode basear-se para a obtenção de dados (normalmente fornecidos gratuitamente por outros) para criar ofertas híbridas a um custo mínino. Segundo, um fortalecimento da periferia através de uma comunidade de confiança que compartilha propriedade intelectual e cuja reputação serve de motor e base de confiança.

Estes dois princípios tornam possível a distribuição da produção de “information goods” (espécie de commodity cujo valor de mercado depende da informação que ele contém) através da barata recombinação de contribuições anteriores. Os usuários podem tornar-se produtores e são constantemente motivados a retribuir à comunidade da qual eles extraíram aquilo de que necessitavam.

Motivações econômicas e não-econômicas aparecem misturadas. Esta colaboração acontece com pouquíssima coordenação formal. As iniciativas originam-se nos limites da rede. Comunidades de mercado, ou não, substituem as tradicionais organizações hierárquicas.

Estes princípios não são novos. O que é recentemente é a marcante possibilidade de alterar a escalabilidade de uma aplicação.
Mais de 220 milhões de membros do eBay movimentam mais de US$ 50 bilhões por ano - um volume bruto de merchandising maior do que o da Lowe’s. Mil pessoas escrevendo as 30 milhões de linhas do código Linux, competindo com o investimento da Microsoft de US$ 10 bilhões no Windows Vista. A questão não é que, então, a Lowe’s ou a Microsoft se tornaram obsoletas ou isto seja um fenômeno universal, mas sim que existe algo de inédito e vigoroso no mercado.

Vamos tomar o caso da Toyota como exemplo. A companhia e seus diversos fornecedores definem a sua colaboração mútua com base em contratos de longa duração, sem data definida para expirar. O aprendizado acerca da melhoria do processo é tratado como “capital intelectual” e deve ser compartilhado entre os colegas da cadeia de fornecimento. A reputação de toda esta rede sublinha não apenas o capital social de empresas, mas também de engenheiros e times, formando, assim, uma comunidade de confiança. O trabalho é dividido segundo pequenos e precisos ciclos de hipótese-teste-medida, conduzido paralelamente por times independentes; em seguida, os resultados são enviados de forma resumida e obedecendo um formato padronizado a todos, de modo que os outros possam desenvolvê-los: flexibilização da modularidade.

Esta última tendência é uma estratégia consciente, muito diferente da hierarquia de tarefas e papéis que caracterizam os negócios convencionais. Da mesma forma, a comunidade de confiança também representa uma escolha estratégica que difere em muito das relações de poder que tradicionalmente definem as organizações, cadeias de fornecimento e relações de marketing.

É planejado também o lançamento de um modem com antena para recepção de TV digital no padrão brasileiro. Quem tem esse projeto é a Onda. O lançamento pode acontecer ainda neste ano.

Fonte: gazetamercantil

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Published July 30th, 2008

Vendas de modems USB superam celulares 3G

As vendas de modems USB para acesso em banda larga móvel superam as de celulares 3G no Brasil. A tendência já foi verificada na Claro e na Brasil Telecom, por exemplo, segundo a diretora de serviços de valor agregado da Claro, Fiamma Zarife, e o gerente de marketing de produtos da Brasil Telecom, Rivo Manhães.

Calcula-se que hoje exista mais de 1 milhão de usuários de banda larga móvel no país e estima-se que essa base alcance 3 milhões até dezembro. “No fim do ano, o mercado brasileiro estará vendendo mais acessos de banda larga móvel que fixa”, prevê o diretor de planejamento estratégico e novos negócios da TIM, Renato Ciuchini. O assunto é tema de matéria na edição de julho da revista TELETIME.

O crescimento do mercado brasileiro tem levado os fabricantes de modems a produzir no Brasil. A italiana Onda, que fornece para a TIM, começou a fabricar seus modems no país em abril, com a Celéstica. A Huawei também iniciou a produção de modens USB no Brasil no primeiro semestre, em contrato com a Flextronics. O mesmo passo foi dado pela ZTE, que em abril começou a produzir modems aqui em parceria com a Celéstica e a Evadin.

Avanços

Incentivados pelo bom momento nas vendas, os fabricantes planejam o lançamento de modems com novas funcionalidades agregadas. Uma novidade que deve chegar em breve ao mercado brasileiro através de diferentes fabricantes é o modem que serve como pendrive e vem com entrada para cartão de memória.

Outro passo esperado é a inclusão nos softwares de conexão da possibilidade de realizar chamadas de voz e de vídeo usando o microfone e a câmera do computador ao qual o modem está conectado. A maioria dos fabricantes está preparada para fazer isso e só dependeria da aprovação das operadoras, já que os equipamentos ainda não são vendidos diretamente para o varejo.

Fonte: tiinside

Published July 30th, 2008

Empresas que compram Vista voltam para o XP, aponta HP

Executiva da empresa afirma que, na maioria dos computadores vendidos para empresas, a opção do downgrade é realizada

A executiva de marketing da HP, Jane Bradburn, afirmou à publicação australiana APC que PCs com downgrade do Windows Vista para o XP representam “a maioria dos computadores vendidos para empresas hoje”.

A declaração levanta questões sobre os números apresentados pela Microsoft sobre o sistema operacional lançado em 2007. Na semana passada, Chris Flores, blogueiro oficial da empresa para o Vista, disse que já haviam sido vendidas 180 milhões de licenças e que o desempenho do Vista está próximo ao do XP em seus primeiros momentos no mercado.

Em seu último balanço trimestral, a empresa de Redmond também afirmou ter tido um sólido crescimento nas vendas do Vista, que ajudaram as receitas de sua unidade de clientes a subirem em 15% na comparação ano-a-ano, para US$ 4,4 bilhões. A Microsoft, no entanto, não revela o número de licenças que foram trocadas para o XP.

O XP foi oficialmente aposentado no último dia 30 de junho, depois de sete anos no mercado. Mas uma brecha nas regras de licenciamento da empresa permite que os usuários retornem ao antigo sistema operacional sem custos adicionais. E as empresas, que em sua maioria, estão evitando o Windows Vista, por ser muito pesado, ter medidas de segurança intrusivas e ser incompatível com muitas aplicações, estão, aparentemente, se aproveitando da opção. Além da HP, a Dell e outros fabricantes estão colocando no mercado equipamentos com o XP pré-instalado.

Fonte: itweb

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Published July 30th, 2008

Web 2.0 entra na moda, uma década depois

Após um processo que levou dez anos, marcado por curiosidade, negação, euforia e traição, o mundo corporativo adotou a Web como uma plataforma para marketing, gerenciamento da cadeia de fornecimento (SCM, na sigla em inglês) e coordenação interna.

Agora, uma década depois, a Web 2.0 é a última moda. Ao permitir a capacitação de novas estratégias de produção, consumo, colaboração e experimentação, a Web 2.0 pode deslocar as fontes locais e mundiais de vantagem competitiva.

Dois princípios definem a Web 2.0. Primeiro, um relaxamento da modularidade, que descreve uma arquitetura de pequenas tarefas “ligadas livremente” - por exemplo, o “mash-up”, no qual um site da net pode basear-se para a obtenção de dados (normalmente fornecidos gratuitamente por outros) para criar ofertas híbridas a um custo mínino. Segundo, um fortalecimento da periferia através de uma comunidade de confiança que compartilha propriedade intelectual e cuja reputação serve de motor e base de confiança.

Estes dois princípios tornam possível a distribuição da produção de “information goods” (espécie de commodity cujo valor de mercado depende da informação que ele contém) através da barata recombinação de contribuições anteriores. Os usuários podem tornar-se produtores e são constantemente motivados a retribuir à comunidade da qual eles extraíram aquilo de que necessitavam. Motivações econômicas e não-econômicas aparecem misturadas. Esta colaboração acontece com pouquíssima coordenação formal. As iniciativas originam-se nos limites da rede. Comunidades de mercado, ou não, substituem as tradicionais organizações hierárquicas.

Estes princípios não são novos. O que é recentemente é a marcante possibilidade de alterar a escalabilidade de uma aplicação.
Mais de 220 milhões de membros do eBay movimentam mais de US$ 50 bilhões por ano - um volume bruto de merchandising maior do que o da Lowe’s. Mil pessoas escrevendo as 30 milhões de linhas do código Linux, competindo com o investimento da Microsoft de US$ 10 bilhões no Windows Vista. A questão não é que, então, a Lowe’s ou a Microsoft se tornaram obsoletas ou isto seja um fenômeno universal, mas sim que existe algo de inédito e vigoroso no mercado.

Vamos tomar o caso da Toyota como exemplo. A companhia e seus diversos fornecedores definem a sua colaboração mútua com base em contratos de longa duração, sem data definida para expirar. O aprendizado acerca da melhoria do processo é tratado como “capital intelectual” e deve ser compartilhado entre os colegas da cadeia de fornecimento. A reputação de toda esta rede sublinha não apenas o capital social de empresas, mas também de engenheiros e times, formando, assim, uma comunidade de confiança. O trabalho é dividido segundo pequenos e precisos ciclos de hipótese-teste-medida, conduzido paralelamente por times independentes; em seguida, os resultados são enviados de forma resumida e obedecendo um formato padronizado a todos, de modo que os outros possam desenvolvê-los: flexibilização da modularidade.

Esta última tendência é uma estratégia consciente, muito diferente da hierarquia de tarefas e papéis que caracterizam os negócios convencionais. Da mesma forma, a comunidade de confiança também representa uma escolha estratégica que difere em muito das relações de poder que tradicionalmente definem as organizações, cadeias de fornecimento e relações de marketing.

Fonte: gazetamercantil

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Published July 30th, 2008

Há cinco anos, celular não fazia 2% que o de hoje faz

Telefonia evoluiu mais em dez anos de iniciativa privada que na era anterior

Nenhum aparelho avançou tanto e em tão pouco tempo como o celular. Para tirar a dúvida, basta olhar para os modelos anteriores nos últimos dez anos - período que marca o tempo de privatização da telefonia no Brasil.

Os telefones fixos também passaram por avanços, que vão do sistema analógico à voz sobre protocolo de Internet. identificador de chamadas, rádio, navegação na Internet, teleconferências e até televisão. Essas são algumas das possibilidades oferecidas pelos aparelhos fixos e móveis hoje. E a boa notícia é que tudo isso é só o começo.

Para especialistas, um dos fatores que contribuiu para esse avanço foi justamente a privatização da telefonia. Eduardo Winter, professor de engenharia de telecomunicações que trabalha há 30 anos na área, explica que a privatização ajudou a deslanchar a digitalização. “Na época, essa etapa andava a passos de tartaruga. Com a privatização, os aparelhos analógicos sumiram do mapa”, diz. Hoje somente 0,5% do mercado usa essa tecnologia,

“Aparelhos de cinco ano atrás não faziam nem 2% do que os de hoje fazem”, confirma um outro especialista do setor, Luiz Gonzaga Leal, diretor da TIM.

Banda larga- Voz sobre IP é avanço das linhas fixas

A telefonia fixa não apresentou tantos avanços quanto a móvel nos últimos dez anos, mas abriu portas para o futuro. Uma delas foi o Voz sobre IP (VoIP<SC2295,41>, o que significa telefonia em banda larga. A previsão de Eduardo Winter, engenheiro de telecom, é de que o serviço esteja sendo usado pela maioria das pessoas em até dois anos. “É muito mais barata e, nesse mercado, as pequenas empresas podem concorrer com as grandes”, explica.
Com o VoIP integrando voz e dados, dá para realizar videoconferências e desviar a ligação do fixo para o celular, por exemplo.

Usuários- Do sistema Telebrás até hoje, 100 mi

Mais de 100 milhões. Esse foi o aumento no número de usuários de telefonia celular desde quando o Sistema Telebrás foi privatizado, há dez anos. Além dos usuários, o que avançou foram as tecnologias. O top de linha hoje é a terceira geração (3G), que em até cinco anos estará na grande maioria do país, segundo previsões da Anatel. Para se ter uma idéia do que oferece um celular 3G, basta imaginar o contraste entre a Internet discada e a banda larga.

“As velocidades são maiores e com isso a transmissão de dados é muito mais rápida. E quando chegar a fibra óptica, a velocidade chegará a 100 milhões de bits por segundo, enquanto hoje o mais avançado permite 3 milhões de bits por segundo”, explica Nelson Takayanagi, gerente de comunicações pessoais terrestres da Anatel.

Ele arrisca palpites para o futuro: jogar tênis com alguém que está no Japão, ou projetar parte de um avião aqui e outra parte na Itália. “Essa troca de informação em realidade virtual exige enorme capacidade de transmissão.”

Acesso fácil e preço são destaques

Para Luiz Gonzaga Leal, diretor da TIM, um dos resultados da privatização foi o aumento da concorrência entre as operadoras, o que baixou os preços. Para ele, a telefonia celular se divide em três fases: analógica, digital e banda larga, cujo desafio será a massificação.
Edson Bortolli, diretor de produtos de telefonia da Motorola, destaca como sucesso da privatização a popularização. “O consumidor precisava entrar na fila e se cadastrar para comprar um aparelho. Hoje, basta ir à loja.”

Fonte: otempo