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Archive for August 20th, 2008


Published August 20th, 2008

Vista: 1 em cada 3 PCs corporativos voltou para o XP

Dados da xpnet mostram que cerca de 35% dos PCs que foram comprados com o Vista tiveram o sistema operacional trocado pelo XP.

Ao encerrar a comercialização do Windows XP, no final de junho, a Microsoft deu aos seus clientes a opção de fazer um downgrade do Vista para o XP, ainda que fosse necessário adquirir uma licença do novo sistema operacional da empresa.

Pois bem, de acordo com dados da comunidade exo.performance.network (xpnet), voltada para usuários de sistemas baseados em Windows, cerca de 35% dos equipamentos vendidos com Vista tiveram seus sistemas operacionais “rebaixados” para o XP.

“O número é extremamente alto, até mesmo para o impopular Vista”, afirmou Randall C. Kennedy, um colaborador da Infoworld cuja empresa, Devil Montain Software, desenvolveu a ferramenta Windows Sentinel e analisa dados da xpnet.

A idéia de fazer um downgrade não é nova para grandes companhias, que possuem ambientes nos quais pode levar um bom tempo para desenvolver e implantar novos softwares.

Mas, por conta de uma mudança nessa política, usuários finais também puderam migrar do Vista para o XP. A maioria dos fabricantes oferece esse tipo de serviço, sem custo, que é utilizado em grande escala por pequenos empresários e gamers.

Fonte: computerworld

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Published August 20th, 2008

Como será o Linux em 2012

Aplicações baseadas em web dominam e a virtualização progride. Confira série de quatro matérias sobre o futuro do sistema operacional

Especialistas da InformationWeek EUA em código aberto prevêem o futuro do Linux: até 2012 o sistema operacional terá amadurecido, tendo três modelos básicos de uso. As aplicações baseadas em web dominam, a virtualização progride e as linhas de comando para acesso às configurações básicas do sistema são coisas do passado. Como será o desktop Linux daqui quatro anos?

Nesse período, que também é o tempo que se leva para uma formação universitária, o Linux deve continuar amadurecendo e se desenvolvendo para ser um sistema operacional que usuários não-técnicos podem abraçar por completo.

A maior mudança notável será a maneira como o Linux deve desenvolver-se para suprir a demanda do mercado usuário que ainda não o conhece, mas que busca uma alternativa mais barata do que a Microsoft ou o Mac. Esse fato isolado já deve estimular uma enorme mudança, mas várias outras coisas devem surgir nos próximos quatro anos, e valerá a pena esperar.

Nos últimos quatro anos, o Linux tem caminhado a passos largos na direção da usabilidade e amplitude de adoção. Em uma série de quatro matérias (até sexta-feira 22, o IT Web revela uma visão especulativa de como o Linux poderá ser daqui a quatro anos.

Gratuito versus pago
Espere uma divisão em três diferentes versões do Linux. Não são distribuições diferentes em si, mas três modelos básicos de uso:

1 - Pago: nas lojas, Ubuntu vendido por US$ 20 é um bom exemplo. E, por um valor simbólico, você tem suporte Linux profissional e licença para usar as tecnologias patenteadas. Pode se esperar que isso ao menos receba uma atenção momentânea, especialmente, se o custo for baixo e as pessoas souberem que o Ubuntu pode compartilhar uma máquina com o Windows, sem problema algum. Espere também que, pelo menos, um outro fornecedor de Linux assimile este modelo - como o openSuSe, por exemplo - e que tenha preload em novos sistemas incorporados.

2. De uso livre: esse é o modelo mais comum atualmente - distribuição gratuita com suporte opcional e suporte opcional adicional para componentes de código fechado: aplicações proprietárias e recurso de drivers binários.

3. Gratuito/livre: essas distribuições não contêm componentes com carga patenteada ou outros problemas, de qualquer tipo. As distribuições como a gNewSense ou a Blag Linux já são assim; e uma nova versão do Ubuntu (8.10/”Intrepid Ibex”), a ser lançada em outubro, também deve apresentar uma opção de instalação completamente gratuita. É importante ressaltar que nos próximos anos, as distinções entre esses três modelos licenciados deve ser mais acentuada tanto por parte da comunidade Linux quanto pelos criadores dessas distribuições. Isso deve ajudar muitas pessoas não-técnicas a solidificar as distinções entre os tipos de serviços gratuitos.

Fonte: itweb

Published August 20th, 2008

Empresas querem ir além do Twitter

Um dos desafios é bolar modelos de negócio que envolvam o uso dos celulares.

Com a possibilidade de enviar mensagens de texto, rodar aplicativos, acessar a web e incorporar as tecnologias 3G e GPS os celulares estão na mira de muitas empresas que correm para encontrar modelos de negócios baseados nesses recursos. A idéia é criar esquemas de interação com suas atividades específicas e ir além da conexão web-computador-celular promovida hoje pela rede Twitter.

Representantes de quatro dessas empresas participaram do painel “Redes Móveis”, no Seminário Info Redes Sociais - A Nova Mídia e o Consumidor: Sandra Jimenez, diretora de TI e novos negócios da MTV; Fiore Mangone, diretor de serviços e software da Nokia; Jeff Paiva, gerente de mídias sociais da AgênciaClick; e Luís Gracioli, diretor de internet e inovação da RBS.

O objetivo de todos, segundo ficou claro no debate, é criar canais de aproximação com o consumidor, via web 2.0, permitindo a compartilhamento de mensagens, fotos e vídeos, envolvendo telefone celular. Um dos problemas atuais, no desenvolvimento desses canais, é o custo alto da comunicação móvel, que o usuário deve pagar.

Além disso, somente uma pequena parcela do público-alvo possui os celulares mais caros, capazes de lidar com todas essas tecnologias. Um dos desafios a enfrentar é desenvolver aplicações capazes de conquistar o usuário. Há muito a explorar em áreas como navegação por mapa (GPS) e redes sociais de compartilhamento de conteúdo.

Fonte: info

Published August 20th, 2008

Mercado Eletrônico: R$ 18 bi no semestre

O Mercado Eletrônico encerrou o primeiro semestre do ano com R$ 18 bilhões em volume transacionado pelos clientes em cotações e pedidos de compras. O número representa um aumento de 28% em comparação ao mesmo período de 2007, quando foram movimentados R$ 14 bilhões. Já em todo ano passado, o portal superou os R$ 35 bilhões.

Em 2008, a companhia obteve um crescimento de 41% no faturamento em relação ao ano anterior. O desempenho positivo no primeiro semestre foi impulsionado pelo crescimento do outsourcing (terceirização de compras), que registrou aumento de 44%.

Outro destaque foi o sourcing (metodologia de negociação que analisa cada categoria de compra para obter o menor custo de aquisição), juntamente com negociações realizadas por meio do leilão reverso (negociação eletrônica em que os fornecedores disputam pelos melhores lances). No primeiro semestre de 2008, o Mercado Eletrônico aumentou em 30% o faturamento nesses serviços, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O resultado positivo vem também das soluções de e-procurement e de colaboração, que cresceram 36% no período. Além disso, o business intelligence também impulsionou os negócios. A solução de BI da empresa é baseada em conceitos da Web 2.0 e RIA (Rich Internet Application), o que possibilita maior interatividade nas informações, além relatórios feitos sob medida, e em tempo real, de acordo com a necessidade do usuário.

O Mercado Eletrônico oferece soluções tecnológicas, serviços operacionais para processos de compras e consultoria em gestão de suprimentos. Fundado em 1994, possui em seu portfólio soluções que se integram aos sistemas de gestão das empresas. A companhia conta com clientes como Brasil Telecom, Nestlé, Philips, Grupo Accor, Braskem e TAM, entre outros.

Fonte: baguete