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Archive for November 17th, 2008


Published November 17th, 2008

Leucotron disputa grande mercado de telecom

SÃO PAULO – A fabricante mineira Leucotron Telecom decidiu desafiar as grandes fabricantes do mercado de telecomunicações com novos produtos como PABX IP.

Até agora, o foco da Leucotron foi o mercado das pequenas e médias empresas. Para ingressar num mercado dominado por multinacionais como Alcatel, Avaya, Ericsson, Siemens, a Leucotron lança dois novos produtos que podem ser usados em empresas de grande porte.

O PABX Ision IP é uma central telefônica híbrida (para linhas IP, digitais e analógicas), com recursos de chamadas por VoIP em telefone comum, telefone IP, ATA, celulares Wi-Fi ou IP, softphones e videofones.

O GateCell é um dispositivo que concentra as chamadas feitas dos ramais internos a telefones celulares e os desvia para um ramal externo com o chip GSM de uma operadora móvel.

Sediada no pólo de eletrônica do sul mineiro em Santa Rita do Sapucaí, a Leucotron foi fundada em 1983 por engenheiros que começaram a empresa fabricando equipamentos médicos, como contadores de leucócitos – que originou o nome da empresa

A entrada no mercado de telecomunicações ocorreu cinco anos depois, com o desenvolvimento e fabricação de PABXs, aparelhos telefônicos e ramais.

Fonte: Info

Published November 17th, 2008

Em crise, Valleywag terá só um jornalista

SÃO PAULO - Mais uma empresa de internet dos Estados Unidos anunciou cortes drásticos. O site de personalidades do mundo da tecnologia agora terá só um jornalista.

O Valleywag ganhou popularidade ao publicar notícias da vida pessoal de figurões do mundo da tecnologia, como Steve Jobs, Bill Gates e Jimmy Wales.

Com o agravamento da crise financeira global, sumiram os anunciantes com disposição para financiar o projeto de criar uma revista online de celebridades de TI.

O blog de tecnologia TechCrunch chegou a anunciar que o Valleywag deixaria de existir. Em nota, os administradores do Valleywag desmentem as especulações e explicam que seu serviço continuará no ar, porém com um ritmo menor de atualizações.

Um único jornalista trabalhará para o serviço escrevendo notícias, diz o texto. Os demais serão alocados em outros projetos possivelmente mais lucrativos.

De forma bem humorada, o Valleywag diz que os profissionais que deixam o site “vão escrever sobre coisas mais importantes do que a forma como Steve Jobs manobra seu carro”.

Crise afeta empresas de web 2.0

Além do Valleywag, outros populares serviços de internet anunciaram cortes para adequar seus custos ao novo cenário financeiro. A empresa de web 2.0 do democrata Al Gore cortou 20% de seus colaboradores. O mesmo

A equipe online da revista americana Wired demitiu 3 de seus 28 funcionários, um corte de mais de 10%. Também o LinkedIn fez cortes em seu time, que ficou 10% menor.

Para muitos analistas, os cortes são ajustes que essas empresas fazem se antecipando à queda no faturamento publicitário e no menor número de investidores com disposição de arriscar seu capital em projetos de web 2.0.

Outros cortes, no entanto, são vistos como normais, pois o mercado de web 2.0 é muito volátil, com projetos que nascem e morrem todas as semanas. Este talvez seja o caso do BitTorrent, criador do padrão de troca de arquivos. A empresa cortou pela metade este semestre seu número de colaboradores.

Grandes empresas tradicionais, como a fabricante de chips AMD, Nokia ou mesmo o lucrativo Yahoo! comunicaram cortes acentuados em suas equipes. O Yahoo! pretende demitir até 10% de seus quadros no mundo até o final deste ano.

Fonte: Info

Published November 17th, 2008

Eletropaulo promete internet na tomada em 2009

Por Thiago Borges, em São Paulo - SP

Nada de cabos espalhados pelo chão. Para conectar-se à internet, o usuário apenas liga um modem na tomada e pronto: está on-line. A tecnologia que permite tal façanha é conhecida como Powerline Connect (PLC) ou Broadband Powerline (BPL), cujo conceito é a transmissão de dados e voz pela rede elétrica.

A AES Eletropaulo Telecom – braço do grupo no ramo de telecomunicações que começou a estudar meios para viabilizar a tecnologia em 2006 – fez uma demonstração de sua aplicação em um apartamento no bairro paulistano do Itaim Bibi, nesta quinta-feira (13/11).

A Eletropaulo promete a comercialização de banda larga na tomada já no primeiro trimestre do próximo ano que vem. A companhia tem 2 mil quilômetros de rede de fibra óptica sobre 24 municípios da Grande São Paulo (cerca de 4,5 milhões de residências e 770 mil empresas).

A empresa disponibilizará a rede – com conexão de até 80 Mbps por ponto – às operadoras para que elas vendam o serviço aos clientes. “Não vamos concorrer com nossos clientes”, garante Teresa Vernaglia, diretora-geral da subsidiária.

Teresa explica que há duas formas de distribuição. No ano que vem, o mercado receberá a opção que é testada pela companhia desde novembro de 2007, em 20 edifícios do bairro de Moema, em São Paulo. Cerca de outros 300 prédios, totalizando 1,5 mil domicílios, já estão aptos a receber a tecnologia.

Para esses prédios, a Eletropaulo conecta a rede de fibra ótica diretamente aos medidores de energia e, de lá, faz a distribuição aos moradores. Como se trata de uma rede particular, não há necessidade da autorização do órgão regulador. Em casa, os usuários apenas ligam o modem na tomada – independente do cômodo onde estiverem.

Já a segunda alternativa depende de autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), pois o distribuidor fica instalado no poste. A fornecedora leva os cabos de fibra óptica até determinado ponto, onde há um distribuidor para imóveis próximos. A partir desse ponto, o sinal é levado a casas e apartamentos por cabos de baixa tensão.

Teresa informa que a área regulatória da Eletropaulo estuda com o órgão como será a distribuição, nesse caso. Aliás, ela ressalta ainda que os investimentos – na faixa de R$ 20 milhões nos dois últimos anos – vão depender da regulamentação no mercado e da aceitação pelos consumidores.

Competitivo
O BPL da Eletropaulo terá preço compatível com o que é praticado atualmente no mercado como, por exemplo, em conexões wi-fi. Pelo menos, é o que Teresa argumenta. O diferencial, disse ela, é justamente a transmissão via rede elétrica. Entretanto, admite que a conexão está sujeita a oscilações do sistema de distribuição (como um apagão, por exemplo) e pode sofrer interferências de motores domésticos, como os de liquidificador, batedeira ou chuveiro. Para esse caso, ela garante que há uma solução que pode atenuar os danos: um filtro que é colocado junto ao modem, para que a conexão se mantenha estável.

Fonte: B2bmagazine

Published November 17th, 2008

Mais de 40 mil já aderiram à portabilidade

SÃO PAULO, 14 de novembro de 2008 - Mais de 40 mil usuários de telefones fixo e móvel já concluíram transferências de portabilidade no País. Os dados são da ABR Telecom, a entidade administradora da portabilidade numérica no Brasil.

O serviço que permite a troca de operadora com a permanência do número do telefone, até o momento, está disponível para 29,2 milhões de usuários no País. O processo de implantação da portabilidade iniciou em 1º de setembro, em oito DDDs. Hoje abrange 16 Códigos Nacionais e chegará, gradativamente, a todos os 67 DDDs do Brasil até o início de março de 2009.

Atualmente, de acordo com dados da Anatel, o Brasil tem 181 milhões de assinantes de telefonia móvel e fixa.

(Redação - InvestNews)

Fonte: Jbonline

Published November 17th, 2008

Microsoft é barrada na festa dos netbooks

Os minilaptops vendem muito, mas a empresa lucra pouco com eles.

A Microsoft divulgou, recentemente, seus resultados financeiros do período entre julho e setembro. Os lucros caíram apesar de as vendas seguirem em alta. Sabe de quem é a culpa? Dos netbooks, diz Chris Liddell, principal executivo de finanças da empresa. Esses micrinhos são, de longe, o segmento que mais cresce no mercado de computadores. No ano passado, foram vendidas 500 mil unidades. Neste ano, estima-se que serão 11 milhões. E a previsão para 2012 é 41 milhões. Esses números são uma festa para os fabricantes, mas não para a Microsoft. A empresa lucra pouco nesse segmento porque seus produtos mais lucrativos não se encaixam nele. Cerca de um quarto dos netbooks rodam Linux. Nos restantes, predomina o Windows XP, mais barato e menos lucrativo que o Vista.

No passado, a Microsoft desenvolvia software pensando na próxima geração de micros. Cada novo produto podia explorar ao máximo a capacidade do hardware. Quando o programa chegasse ao mercado, os micros já estariam mais poderosos e aptos a rodá-lo. A lei de Moore tornava viável essa estratégia, que também era seguida por outros produtores de software. Mas os netbooks subverteram a ordem ao dar marcha à ré na configuração. Para ganhar portabilidade e autonomia, abriram mão do hardware poderoso. O Windows Vista, desenvolvido para o que seria a próxima geração de PCs, não roda bem neles. Por isso, a Microsoft foi forçada a estender a vida do Windows XP Home, pelo menos até que o Windows 7 fique pronto.

Num evento recente, a empresa demonstrou o Windows 7 rodando num netbook. Diferentemente do Vista, o futuro sistema operacional deverá ter uma versão leve para essas máquinas. Considerando que a outra opção é o Linux, não dá para cobrar muito por um sistema para netbook. Se a Microsoft quiser que o Windows 7 faça sucesso nesses micros, vai ter de oferecer uma versão barata do sistema. Assim, é improvável que a empresa consiga, nesses minilaptops, as margens de lucro que tem nos PCs tradicionais.

Fonte: Info