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Archive for November, 2008


Published November 17th, 2008

Microsoft é barrada na festa dos netbooks

Os minilaptops vendem muito, mas a empresa lucra pouco com eles.

A Microsoft divulgou, recentemente, seus resultados financeiros do período entre julho e setembro. Os lucros caíram apesar de as vendas seguirem em alta. Sabe de quem é a culpa? Dos netbooks, diz Chris Liddell, principal executivo de finanças da empresa. Esses micrinhos são, de longe, o segmento que mais cresce no mercado de computadores. No ano passado, foram vendidas 500 mil unidades. Neste ano, estima-se que serão 11 milhões. E a previsão para 2012 é 41 milhões. Esses números são uma festa para os fabricantes, mas não para a Microsoft. A empresa lucra pouco nesse segmento porque seus produtos mais lucrativos não se encaixam nele. Cerca de um quarto dos netbooks rodam Linux. Nos restantes, predomina o Windows XP, mais barato e menos lucrativo que o Vista.

No passado, a Microsoft desenvolvia software pensando na próxima geração de micros. Cada novo produto podia explorar ao máximo a capacidade do hardware. Quando o programa chegasse ao mercado, os micros já estariam mais poderosos e aptos a rodá-lo. A lei de Moore tornava viável essa estratégia, que também era seguida por outros produtores de software. Mas os netbooks subverteram a ordem ao dar marcha à ré na configuração. Para ganhar portabilidade e autonomia, abriram mão do hardware poderoso. O Windows Vista, desenvolvido para o que seria a próxima geração de PCs, não roda bem neles. Por isso, a Microsoft foi forçada a estender a vida do Windows XP Home, pelo menos até que o Windows 7 fique pronto.

Num evento recente, a empresa demonstrou o Windows 7 rodando num netbook. Diferentemente do Vista, o futuro sistema operacional deverá ter uma versão leve para essas máquinas. Considerando que a outra opção é o Linux, não dá para cobrar muito por um sistema para netbook. Se a Microsoft quiser que o Windows 7 faça sucesso nesses micros, vai ter de oferecer uma versão barata do sistema. Assim, é improvável que a empresa consiga, nesses minilaptops, as margens de lucro que tem nos PCs tradicionais.

Fonte: Info

Published November 15th, 2008

Onda de demissões chega à web 2.0

SÃO PAULO - startups de web 2.0 iniciam demissões em massa, apesar de discurso otimista de que crise não os afeta.

Quem acompanhou os gurus da web 2.0 em palestras no encontro Web 2.0 Summit pode perceber o tom otimista de nomões como Tim O´Reilly e Mark Zuckerberg explicando que a crise global não limitará a inovação e investimentos em novos projetos.

Só nos últimos dez dias, no entanto, grandes projetos online anunciaram cortes.

A equipe online da revista americana Wired demitiu 3 de seus 28 funcionários, um corte de mais de 10%. O serviço CurrentMedia, criado por AlGore, fez demissões de 20% de seus quadros. Também o LinkedIn fez cortes em seu time, que ficou 10% menor.

Para muitos analistas, os cortes são ajustes que essas empresas fazem se antecipando à queda no faturamento publicitário e no menor número de investidores com disposição de arriscar seu capital em projetos de web 2.0.

Outros cortes, no entanto, são vistos como normais, pois o mercado de web 2.0 é muito volátil, com projetos que nascem e morrem todas as semanas. Este talvez seja o caso do BitTorrent, criador do padrão de troca de arquivos. A empresa cortou pela metade este semestre seu número de colaboradores.

Grandes empresas tradicionais, como a fabricante de chips AMD, Nokia ou mesmo o lucrativo Yahoo! comunicaram cortes acentuados em suas equipes. O Yahoo! pretende demitir até 10% de seus quadros no mundo até o final deste ano.

Fonte: Info

Published November 15th, 2008

In House cria Contact Center 2.0

Em comemoração ao aniversário de 20 anos, a In House lançou o serviço Contact Center 2.0. Esse conceito vai além da central convencional, visando o relacionamento das empresas diretamente com o “consumidor internauta”, por meio dos canais alternativos que a Web 2.0 disponibiliza. “O objetivo é gerar relacionamento com o consumidor por meio de múltiplos canais de contato com o público, seja via telefone e/ou internet, e convergindo todos os dados em uma base unificada de informação”, explica Silvia Marinho, gerente de operações da In House.

Profissionais irão monitorar sites, fóruns e blogs, para gerar conteúdo em uma via de mão dupla entre o consumidor e a companhia nesses mesmos canais, somando a enquetes e pesquisas na Internet, por meio da plataforma tecnológica da In House. “Dessa forma, delineamos com maior exatidão o perfil de cada consumidor, além de administrarmos a imagem institucional de nossos clientes em diversos meios de comunicação”, explica Silvia Marinho, Gerente de Operações da In House.

Fonte: Callcenter

Published November 15th, 2008

Oracle lança portal 2.0

A Oracle anunciou recentemente o seu novo portal de colaboração online, o My Oracle Support Community, ambiente de colaboração baseado na web 2.0 no qual os clientes podem acessar informações atualizadas sobre produtos e suporte, conhecer as melhores práticas, participar de discussões e trocar conhecimentos com especialistas da Oracle.

A novidade faz uso de redes existentes como Oracle Technology Network (OTN) e Oracle Partner Network (OPN).

Os clientes podem colaborar em uma ou várias comunidades de suporte Oracle, tendo contato com integrantes que compartilhem interesses comuns e com acesso a informações sobre produtos específicos, áreas de tópicos mais debatidos, atualizações executivas, notícias e eventos.

Fonte: Baguete