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Archive for January 12th, 2009


Published January 12th, 2009

China emite licenças para telefonia celular 3G

O governo da China emitiu hoje (7) licenças para operação da terceira geração de telefonia celular para as três principais operadoras do país. A maior delas vai adotar o padrão TD-SCDMA, desenvolvido nacionalmente, anunciou o Ministério da Indústria e Informatização, prevendo que bilhões serão investidos para construir novas redes de telefonia celular.

As três operadoras escolhidas são China Mobile, a maior do país, China Telecom e China Unicom. A China Mobile adotará o padrão TD-SCDMA, enquanto a China Telecom e a China Unicom usarão os padrões CDMA2000 e WCDMA, desenvolvidos pelos Estados Unidos e pela Europa, respectivamente.

No total, há somente três padrões tecnológicos 3G no mundo. Essa tecnologia tornará mais rápido “baixar” dados, permitirá aos usuários fazer chamadas com vídeo-conferência e assistir a programas de televisão no celular.

Antes da emissão dessas licenças, o setor chinês passou por uma reestruturação, iniciada em abril do ano passado. Espera-se que 280 bilhões de yuans sejam investidos na construção de novas redes nos próximos dois anos.

A China conta com 600 milhões de usuários de telefone celular, a maior quantidade do mundo.

Fonte: Cri.cn

Published January 12th, 2009

MySpace lança widget para a TV

SÃO PAULO – A rede social MySpace anunciou hoje à noite na feira CES, em Las Vegas, o MySpace Widget, uma aplicação para acessar o site pela TV digital.

O sistema foi desenvolvido para o canal de aplicações Widget Channel, criado pela parceria Intel-Yahoo!. Os membros do MySpace podem acessar e atualizar seus perfis, e interagir com os amigos, na interface televisiva. Tudo isso pode ser feito em uma pequena porção da tela do TV, enquanto a programação continua sendo exibida.

Ou seja, enquanto assiste TV, o usuário do MySpace pode ver surgir na tela avisos de atualizações dos perfis de amigos, mensagens, mudanças de status e humor dos amigos e o do próprio perfil, ver fotos e perfis, e enviar comentários.

A plataforma Yahoo! Widget Engine permite criar as aplicações interativas (widgets) nas linguagens Java Script, XML, HTML e Flash. Apresentado ao mercado em agosto do ano passado, o Widget Channel será olocal que reunirá widgets para distribuição para os usuários.

Haverá dois modos de visualizar o MySpace Widget na tela da TV: a Dock, uma barra na parte inferior, na qual aparecerão as atualizações e os links para as principais ferramentas da rede; e o Sidebar, uma janela expandida que é aberta quando o usuário clica em uma aplicação da Dock e então ganha acesso a todos os recursos disponíveis no Widget.

O acesso é feito pelo MySpace ID e a interação com o teclado ou controle remoto do serviço de TV digital. Não há previsão para o lançamento no Brasil, cuja TV digital ainda é incipiente e não dispõe de recursos de interatividade, até o middleware Ginga for finalizado e homologado pelo governo federal.

Fonte: Info

Published January 12th, 2009

Mandic renova site aposta em 2.0

A Mandic, especializada em soluções e serviços para e-mail, acaba de renovar seu portal. A página, que estará disponível a partir da quinta-feira, 15, foi desenvolvida pela equipe interna da empresa, em parceria com a Chleba.

O novo portal é baseado em web 2.0, visando a um layout mais leve e intuitivo. A página principal está dividida em duas áreas – Usuários Finais e Corporativos –, que apresentam os produtos destinados a cada um desses públicos com linguagem adequada ao perfil.

Além disso, a página cria uma forma simplificada de compra: as empresas podem escolher os produtos de interesse e criar uma proposta de acordo com suas necessidades, partindo daí para uma segunda fase, em que a Mandic disponibilizará um recurso de e-commerce aos clientes finais.

Outra novidade são vídeos com temas variados, que vão desde apoio ao usuário até apresentação de novos produtos. O primeiro conta com Aleksandar Mandic, presidente da Mandic, como protagonista. Os próximos roteiros já estão em fase de desenvolvimento e a proposta é que até o final do ano a empresa desenvolva mais cinco vídeos.

Renova site, renova infra
O site não é a única novidade da Mandic.

No final de 2008, a empresa investiu R$ 170 mil para renovar também sua infraestrutura de TI, com a aquisição de desktops, notebooks, servidores web, sistemas de armazenamento, fitas para backup e outros equipamentos, tudo Dell.

Fonte: Baguete

Published January 12th, 2009

Por que o PLC não vai revolucionar o acesso à internet

Apesar do potencial, a banda larga via rede elétrica não terá o papel de facilitar o acesso e reduzir os preços no Brasil e o culpado é o modelo de negócios

Por Vinícius Cherobino, do COMPUTERWORLD

Em 2009, o Brasil terá banda larga pela rede elétrica. A Copel confirmou a oferta comercial da tecnologia (conhecida como PLC ou BPL) em Curitiba (PR) ainda em 2007. A AES Eletropaulo Telecom seguiu o exemplo e, no início de novembro do ano passado, revelou seus planos para a cidade de São Paulo.

O interesse na tecnologia é facilmente explicado por seus benefícios. Ela dispensa cabeamento além dos fios de energia – o que teoricamente a tornaria disponível para 98% dos lares brasileiros que contam com luz elétrica. O PLC tem potencial, inclusive, para ser um agente responsável para garantir a inclusão digital em áreas de sombras de cobertura.

E as vantagens não param por aí. Ao mesmo tempo em que garante a mesma taxa para download e upload, o PLC tem a facilidade de permitir acesso à internet em qualquer tomada da residência ou empresa “iluminada”. O custo para os provedores é, potencialmente, menor do que as tecnologias rivais cabo e ADSL. A velocidade é um diferencial, já que a segunda geração do PLC tem velocidade de até 200 Mbps. No entanto, testes apontam que as taxas médias com novos equipamentos chegaram a 500 Mbps na camada física, com promessa de subir até 700 Mbps a 750 Mbps.

Funcionando apenas na última milha, o sinal de internet é injetado abaixo do transformador de energia até a casa, prédio ou empresa que optar pelo serviço. Para chegar até o poste, o sinal de comunicação é transportado pela rede de fibra ótica das empresas de telecomunicações que são subsidiárias ou atuam em parceria com as concessionárias de energia.

No entanto, garantem especialistas, a banda larga pela rede elétrica não vai alterar drasticamente o panorama do acesso a internet. E o grande culpado por isso é o modelo de negócios escolhido pelas concessionárias de energia.

Modelo indireto
As duas empresas que revelaram seus planos indicaram, com clareza, que não vão oferecer o acesso a internet diretamente para consumidores ou empresas. Tudo indica que esta será a tônica de todas as companhias. Com isso, o PLC será apenas mais uma tecnologia de acesso oferecida aos provedores de internet. As mesmas empresas que hoje dominam o mercado atuando com cabo ou ADSL.

Na prática, isso significa que a vantagem de preço, a velocidade maior e taxas iguais de upload e download serão oferecidos conforme o interesse do provedor de acesso. Quem esperava que o PLC nascesse derrubando os preços e trazendo mais competição a esse mercado, se enganou.

Para Pedro Luiz de Oliveira Jatobá, presidente da Aptel (Associação de Empresas Proprietárias de Infra-estrutura e Sistemas Privados de Telecomunicações), as concessionárias de energia não quiseram assumir o risco de partir diretamente para o mercado. “As empresas teriam que desenvolver um negócio novo do zero. Precisariam de coisas como pontos de atendimento (de SAC) e campanhas de marketing. É outra dimensão de atendimento para a qual elas não estão preparadas”, disse.

André Litmanowicz, sócio da consultoria iCG e ex-presidente da Arthur D. Little, concorda. Para ele, a aversão ao modelo direto se deve aos problemas de financiamento. “Para ir direto ao mercado, as concessionárias precisariam de grandes investimentos, por isso optaram por fornecer a infra-estrutura, o que é natural. Até por que não está claro como as agências reguladoras agiriam com a renda oriunda do acesso à internet via PLC”, disse.

Peso da regulamentação
Jatobá concorda com o peso da regulamentação do setor elétrico. Segundo ele, as normas são especialmente rígidas para o desenvolvimento de novos negócios. “A grande limitação para o PLC são as regras do setor. Elas já dificultaram a implementação da rede de fibra ótica e fazem o mesmo com o PLC”, acredita.

O especialista aponta a questão da modicidade tarifária (garantia de que um cidadão possa pagar água, luz e telecomunicações recebendo um salário mínimo) como um complicador especial. “É inviável pensar em uma empresa de telefonia fixa separando completamente os seus serviços de banda larga. Em energia, isso é regra. Em médio e longo prazo, essa escolha acaba gerando um preço maior para o consumidor já que cada empresa possui infra-estrutura exclusiva”, completou.

Litmanowicz conta que, em 2004, começou a ter reuniões com as empresas do setor de energia para discutir a viabilidade do PLC. Ele participou de oito projetos pilotos em distribuidoras de energia e, até o final de 2008, nenhum foi lançado ao mercado. “Na verdade”, afirma, “[a oferta atual] não foi o ideal para o mercado, mas é um bom negócio. É o primeiro passo. É muito positivo ver uma tecnologia revolucionária saindo do papel”.

Jatobá acredita que o bom desempenho do PLC pode gerar pressão para mudar o atual sistema de regulamentação do setor elétrico. “Com o sucesso do PLC, a sociedade pode pressionar os órgãos reguladores para flexibilizar isso. Especialmente porque, no atual modelo de infra-estrutura exclusiva, não é possível pensar nas redes smart grid”, completou.

Fonte: Computerworld

Published January 12th, 2009

Citi prevê ambiente competitivo difícil e indica venda de Telesp PN

Mesmo sendo a Telesp (Telefônica) o destaque do setor de telecomunicações no pagamento de dividendos, o Citigroup recomenda a seus clientes a venda das ações preferenciais da concessionária de telefonia fixa. O preço-alvo definido pelo grupo financeiro para estes papéis é de R$ 33,60 ao final de dezembro, potencial de deságio de 25,6% sobre os R$ 45,20 cotados às 11h30. Quanto às ações ordinárias, não são cobertas pela instituição em virtude do pequeno número de ações em poder do mercado e da baixa liquidez.

A instituição diz em relatório de ontem que a Telesp se encontra na pior posição dentre todas as operadoras de telefonia fixa da América Latina, com cerca de 60% de suas receitas originadas dos serviços de voz tradicionais. Além disso, os produtos da concessionária, conforme o Citi, são de 15% a 20% mais caros que os da concorrência. A competição acirrada no setor de telefonia - com a entrada de novas operadoras móveis em São Paulo, área de atuação da Telesp/Telefônica, e a portabilidade numérica, que em março estará funcionando em todo o País - deve provocar uma redução no custo do minuto, apertando as margens de ganho das empresas.

O Citi calcula para a Telesp um EV/Ebitda (valor da empresa sobre o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 3,7 vezes em 2009 e 3,6 vezes no ano seguinte, contra um múltiplo de 3,7 vezes estimado para 2008. E observa que a concessionária - hoje vista como a operadora fixa com a maior relação receita por empregado em todo mundo - agora não tem muito espaço de manobra para a redução de custos com pessoal. “Isto pode criar até mesmo mais vento contrário no futuro”, diz o relatório do Citigroup.

Como lembra o documento, desde 2003 a Telesp tem pago mais de 100% de seu ganho líquido em dividendos. “O problema, agora, é que a Telesp usou quase todas as suas reservas de distribuição. Na teoria, isso significa que a companhia está limitada ao pagamento de 100% do seu lucro líquido (sob a forma de dividendos) aos acionistas.”

Mas o Citi acha que a Telesp pode achar uma saída para preservar o volume destinado aos dividendos. “Nossas projeções assumem que a Telesp pode encontrar uma solução para este assunto (reduzindo o valor nominal de suas ações para elevar o pagamento de proventos). Esse foi o caso de outras operadoras de telecom, como a concessionária Swisscom)”, justifica o Citi, ponderando, entretanto, que a existência de implicações tributárias pode criar barreiras ao aumento da taxa de distribuição de dividendos. Se isso ocorrer, prevê o Citi, o prêmio (dividend yield), em vez dos 8,7% estimados para 2009, deve cair a 5,8%.

Com isso, a expectativa do Citi é de que a tele pague em 2008 dividendos na proporção de 154% de seu lucro líquido, porcentual que deve cair a 150% em 2009. Isso implica um prêmio de 7,2% para 2008 e 8,7% neste ano. “Na atua situação de aversão ao risco, nós preferimos títulos do governo”, afirma o relatório, lembrando que ativos de longo prazo do governo brasileiro têm pago um prêmio ao redor de 13%.

Com baixa alavancagem, receitas declinantes e limitada capacidade de acelerar retornos de capital, o Citi acredita que a Telesp pode procurar, nos próximos 12 meses, comprar a GVT, operadora regional de telefonia fixa. Segundo a instituição, este poderia ser um bom movimento defensivo, pois a Oi, que agora comprou a Brasil Telecom (BrT), deve entrar no mercado paulista para buscar clientes nos mercados corporativo e de pessoas físicas com alto poder aquisitivo.

Fonte: Noticias.yahoo

Published January 12th, 2009

Usuários de celular de mais nove estados poderão trocar de operadora e manter número

Nove estados brasileiros serão beneficiados com a operação de portabilidade numérica a partir desta quinta-feira. Os usuários são de São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Minas Gerais, Amazonas, Cuiabá, Amapá, Paraná e Roraima.

Desde que o sistema começou a ser posto em prática no Brasil, no dia 1º de setembro de 2008, 180.144 pessoas mudaram de operadora sem precisar alterar o número. Segundo a Telecom, está previsto para o mês de fevereiro a inclusão de 11 DDDs, que somam 41 milhões de assinantes, incluindo as cidades de Brasília, Recife e Rio de Janeiro.

Março é o mês que marca a última etapa. Mais de 36 milhões de pessoas terão acesso ao novo serviço, entre eles os usuários de Belém e São Paulo.

As informações são da Agência Brasil.

Fonte: Sidneyrezende