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Archive for February 1st, 2009


Published February 1st, 2009

4G deve chegar ao Brasil em 2010

Por Daniela Malara

Mais de 3 milhões de pessoas já usam a rede 3G na América Latina, sendo 57% deste montante, brasileiros. Apesar do potencial do mercado para utilizar tecnologias de banda larga móvel, especialista avalia que as operadoras necessitam que a Anatel libere novos espectros para a chegada da 4G.

Na Suécia e na Finlândia as redes já são de quarta geração, baseadas no sistema LTE, que proporciona velocidades de até 14 Mbps. No Brasil, onde mais de 1,5 milhões de pessoas já utilizam a 3G, as operadoras não possuem autorização para trabalhar com freqüências superiores a 2,1GHz e, portanto, não podem oferecer a mesma 4G.

Diga-se de passagem, que o País ainda está vivendo as primeiras experiências em 3G, com as redes HSDPA, capazes de prover banda larga a velocidades de até 1 Mbps. Esse tipo de rede é uma evolução que foi massificada em 2008, depois de uma demanda reprimida que, quando liberada, fez com que os brasileiros representassem 57% dos usuários de internet móvel da América Latina. “Apesar da situação financeira do mundo e da recente experiência do brasileiro com a 3G, a expectativa é que a 4G chegue ao Brasil em 2010”, diz Erasmo Rojas, diretor da 3G Americas para a América Latina e Caribe.

Por outro lado, o executivo ressalta, que apesar da demanda brasileira ser a mais crescente desta região, o principal entrave para a evolução do serviço é a liberação de novos espectros.

Ele exemplifica que na Europa as operadoras de telecomunicação podem utilizar a mesma faixa de frequência das emissoras de rádio, o que permite a abertura da banda em um nível dez vezes maior do que o daqui. Mas o Brasil não deve seguir essa linha no primeiro momento. Segundo Rojas, o País segue o modelo americano e terá um upgrade no sistema com a importação do HSDPA Plus (3,5G), que será lançado este ano nos Eua, provendo banda larga de até 2Mbps de velocidade.

Além da liberação de um espectro adequado por parte da Anatel, o executivo diz que a crise financeira também é um freio para os investimentos das operadoras, que precisam primeiro obter o retorno sobre investimentos das aplicações atuais, já que todas as grandes operadoras brasileiras lançaram o 3G.

Momento comercial
“O momento da chegada do LTE ou HSDPA Plus vai depender da demanda de cada país. A tendência das operadoras vai ser esperar a consolidação do consumo para ampliar o portfólio, afinal, em momentos de crise os usuários demoram mais para trocar de aparelhos e serviços”.

O aumento do dólar e a contenção de créditos geram inflação nos preços dos aparelhos, diminuindo o número de vendas. Deste modo, as operadoras passarão a oferecer maiores coberturas para investir em novas tecnologias após a fidelização dos clientes.

“Hoje já existem 290 milhões de usuários 3G no mundo, mas em meio a um momento de instabilidade, as empresas devem esperar para introduzir a quarta geração. Esperaremos a resposta do consumidor”, finaliza ele.

Fonte: Ipnews

Published February 1st, 2009

Portabilidade numérica: 88% dos municípios terão benefício no dia 02/02

São Paulo - Benefício chegará a mais 9 milhões de brasileiros, somando 121 milhões que podem manter número ao trocar de operadora.

Na segunda-feira (02/02), 88% dos municípios brasileiros terão a portabilidade numérica implantada para que os usuários de telefonia fixa e móvel possam trocar de operadora e manter seu número.

O serviço atingirá 121 milhões de brasileiros atendidos por 56 DDDs. Na segunda-feira (02/02), especificamente, mais 9 milhões de usuários ganham o benefício – são os DDDs 19 (SP), 45 e 46 (PR), 93 e 94 (PA).

Por enquanto, segundo a ABR Telecom, que comanda o benefício no Brasil, 197.105 usuários trocaram de operadora, sendo 67% referentes a telefonia móvel e 33% à fixa.

Todos os 67 DDDs do Brasil terão portabilidade numérica até a primeira semana de março.

Fonte: Idgnow

Published February 1st, 2009

Canais móveis serão estratégicos em 2009

O ano de 2008 foi extremamente positivo para o marketing em celulares no Brasil. Esse novo e importante canal de comunicação cresceu, ganhou uma maior atenção do mercado e deverá conquistar ainda mais adeptos em 2009.

Depois da chegada da tecnologia 3G e do iPhone ao País, acompanhamos a evolução do número de marcas que passaram a usar essa ferramenta como um canal estratégico de comunicação com seu público. Ainda nada que se compare aos países líderes do segmento, que geram bilhões de dólares em receita com esse serviço anualmente. É o caso dos EUA (Us$ 36 bi), Japão (Us$ $ 16 bi), China (Us$ $14 bi), Reino Unido (Us$ $8 bi) e Itália (Us$ $7,5 bi).

Com 147 milhões de celulares habilitados, os brasileiros terminaram o ano com um aumento significativo na utilização dos serviços de dados em todos os seus formatos, além do bem difundido SMS. Segundo pesquisa da Nielsen, 61% da população utilizou SMS constantemente em 2008. No ano anterior eram 51 %, de acordo com estudo similar da NIC.br. Da mesma forma, consultas às contas de e-mail e bancária, acesso à internet móvel e downloads de conteúdo estão fazendo cada vez mais parte do dia-a-dia de todos nós.

A chegada das novas tecnologias (3G e iPhone) é o principal fator para esse progresso. Prova disso são os dados do Terra sobre seu conteúdo de notícias, esportes e variedades no celular. Segundo o portal, desde a chegada do iPhone no Brasil, em agosto desse ano, sua audiência deu um salto expressivo e cresceu cerca de 160%.

O mais importante é que essa curva ascendente está apenas no começo. Acabamos de completar um ano de rede 3G no Brasil e ainda estamos presenciando a adoção de funcionalidades por parte dos usuários, como câmeras mais avançadas, opções de armazenamento de conteúdo (uploads e downloads) mais simples, entre outras. Isso sem mencionar o aumento do tamanho das telas dos celulares, como é o caso do iPhone da Apple, que tornou a exploração de conteúdo e web móvel mais ilustrativa.

Sendo assim, já é possível alegar que nosso mercado segue em ritmo acelerado rumo ao desenvolvimento de ações que tenham o móvel como canal. É inegável que os serviços de publicidade pelo celular realizados no País devam ser, pelo menos por enquanto, mais simplificados. Entretanto, devemos estar atentos para utilização de conceitos que já fazem parte da realidade dos países europeus e dos EUA. É o caso dos jogos com publicidade (advergaming) e interações utilizando MMS. Ambas deverão ganhar mais força em 2009 aliadas à criatividade típica brasileira.

Simples ou sofisticadas, as ações do chamado “mobile marketing” são abrangentes e podem envolver apenas um tipo de tecnologia ou se utilizar de muitas. Um exemplo disso é a ação desenvolvida por nós, da Mobext, para a Citröen que foi totalmente integrada à campanha on-line que estava no ar. A idéia era provocar a experimentação do produto e servir como catalisador no processo de compra por meio de um canal nunca utilizado pela montadora.

A informação era enviada sob uma estratégia de customização que incluía personalização do nome, click-to-call (primeira campanha a utilizar este recurso em SMS no Brasil) e a localização da concessionária mais próxima.

Em 28 dias, a Citröen viu o número de registros chegar a 20 mil. A interatividade com a mídia digital ainda proporcionou 200 mil cliques nos anúncios criativos, sendo que 96% dos que interagiram com o banner forneceram um número válido de telefone.

Além disso, um completo mapeamento das regiões brasileiras com consumidores potenciais da montadora foi adquirido e servirá de base para planejamentos estratégicos futuros. O reconhecimento do mercado para essa ação inusitada veio por meio do MMA Award 2008 que a elegeu como melhor campanha com integração de mídias da América Latina.

Fonte: Gazeta Mercantil

Published February 1st, 2009

Nortel encerra acordo sobre WiMAX

Por Network World/EUA

Companhia decidiu finalizar parceria com Alvarion e sair totalmente do mercado de WiMaxx.

A empresa canadense de telecom Nortel decidiu encerrar seus negócios envolvendo a tecnologia móvel WiMAX e finalizar sua parceria com a Alvarion.

Com a medida, a Nortel, que pediu proteção contra falência nos Estados Unidos em janeiro, sairá totalmente do mercado de WiMAX.

A companhia declarou que a decisão permitirá limitar seu foco e gerenciar melhor seus investimentos para melhor posicionar sua competitividade no longo prazo.

“Nosso contínuo sucesso nos negócios wireless exige focar nossa energia em oportunidades com clientes permanentes”, disse Richard Lowe, presidente da Nortel para redes de operadoras. “Isso irá posicionar a Nortel mais efetivamente para capitalizar no futuro quando os níveis de gastos voltarem a crescer”, completou.

A Nortel disse que irá trabalhar com a Alvarion para fazer a transição de seus clientes WiMAX e assegurar que o compromisso com suporte acontecerá sem interrupções.

“A prioridade é minimizar os efeitos nos clientes. Estaremos juntos com a Nortel para garantir uma transição tão tranquila quanto for possível”, declarou Tzvika Friedman, presidente da Alvarion.

A companhia chegou a testar, em 2007, a tecnologia WiMax no Brasil.

Jim Duffy, editor da Network World, dos EUA

Fonte: Idgnow

Published February 1st, 2009

Apple e Jobs revolucionam mercado de tecnologia há 25 anos

O Macintosh completou 25 anos nesta semana. Quando foi lançado, em 1984, o computador da Apple tinha tela de nove polegadas, 128k de memória RAM e vinha com um teclado e mouse do tipo botão. Vendida por cerca de 2.500 dólares, a máquina era considerada barata naqueles tempos, o que ajudou a popularizá-la. Acompanhado de uma ruidosa campanha publicitária, o lançamento do Macintosh configurou uma tentativa da Apple de conter o avanço de sua principal concorrente de mercado até então, a IBM, como explicou a reportagem de VEJA sobre o assunto.

O lançamento tornou sinônimos de inovação os nomes Apple e Steve Jobs, fundador da marca. A empresa havia sido criada há sete anos numa garagem de subúrbio no estado americano da Califórnia e, em pouco tempo, se tornou líder em vendas de computadores pessoais. O Macintosh, porém, não foi capaz de conter o avanço da IBM sobre a fatia de mercado dominada pela Apple. Como resultado, Jobs foi afastado da direção da empresa.

Já em 1991, as vendas da Apple cresceram 85% com a produção de modelos cada vez mais baratos de Macintosh. Com os preços em queda, porém, a receita da empresa cresceu apenas 19% no mesmo período. Apesar dos números, a Apple decidiu investir cada vez mais pesado no mercado de notebooks, chegando a lançar duas famílias inteiras de computadores pessoais Powerbook em apenas quatro meses no ano de 1993. Enquanto isso, os brasileiros sequer podiam comprar legalmente o já antigo Macintosh. O computador só foi lançado no país em 1995, anos após o fim da reserva de mercado de informática.

Os anos que se seguiram puseram à prova a sobrevivência da Apple no mercado de informática. Imersa em problemas administrativos, perdendo montanhas de dinheiro e clientes em todas as frentes,a empresa mergulhou em uma grave crise, que culminou na demissão de seu principal executivo, Michael Spindler. A falência da criadora do Macintosh foi evitada justamente por outra concorrente, a Microsoft. Em 1997, Bill Gates comprou 150 milhões de dólares em ações da Apple e tirou a empresa do fundo do poço.

Com Jobs de volta ao posto e o lançamento do iMac, um computador pessoal de baixo custo, e do Powerbook G3, a Apple voltou ao posto de empresa capaz de lançar produtos que chamem a atenção do usuário. A decisão de colocar Jobs novamente no comando resultou em uma nova revolução tecnológica: o lançamento do iPod. “Lançado em 2001, o produto da Apple foi aos poucos se tornando uma mania e hoje, entre os amantes da música e os adolescentes, passou a ser objeto de culto, um divisor de estilo de vida que coloca de um lado quem tem e de outro quem não tem iPod”, dizia a reportagem de VEJA sobre as vendas do produto no Natal de 2004.

Ao lançamento do iPod se seguiu a criação da Apple Music Store, uma loja em parceria com as gravadoras para a venda de músicas on-line. O negócio se expandiu de tal forma que, em 2005, a empresa vendeu 1 milhão de vídeos para iPod em vinte dias. Outra revolução, porém, ainda estava por vir. Dois anos depois, a Apple lançou o iPhone, um celular com acesso à Internet e música digital. A criação do iPhone produziu 200 novas patentes para a empresa - o dobro do que o Brasil registra em um ano.

As vendas do iPhone colocaram a Apple na vice-liderança no mercado de celulares em 2008. Lançamentos como esse tornaram a Apple a empresa mais inovadora do planeta ? posto que não teria alcançado sem a presença de Jobs. Como descreveu VEJA em 2008, “a cada nova apresentação do criador da Apple, os competidores apostam que, desta vez, Steve Jobs vai chutar para fora ou mandar na trave. Mas o zen-paranóico continua com uma taxa de acerto de 100% ao lançar produtos que voam no mercado”.

Fonte: Veja

Published February 1st, 2009

Operadoras devem ser criativas

Fernando Braga - Correio Braziliense

Um ano depois da tecnologia 3G dar os primeiros sinais (sem trocadilhos) de existência em terras tupiniquins, o brasileiro pode conferir de perto o que é ter acesso à banda larga móvel em qualquer lugar, sem complicações. No entanto, o celular — ferramenta mais adequada para receber a novidade — ainda está longe de ser o que mais tira proveito das redes de terceira geração das operadoras. De acordo com dados da Accenture, 90% dos acessos 3G no Brasil são feitos por modems e placas para computador. Segundo o diretor para América Latina e Caribe da 3G Américas, Erasmo Rojas, é preciso que as operadoras sejam mais criativas na oferta de conteúdo que realmente interessa ao usuário e menos gananciosas na cobrança de taxas de tráfego. “Uma parte importante da maneira de atrair os usuários para usar determinados serviços está no preço que  se deverá pagar por ele”, opina. Mesmo assim, a consultoria prevê que a região deverá crescer neste ano. Somente no Brasil, a estimativa é que a tecnologia tenha 3 milhões de assinantes até o fim de 2009.

A tecnologia 3G acaba de completar dois anos na América Latina (e um no Brasil). Qual o balanço que o senhor faz da plataforma neste período?
No fim de 2006, foi lançada a primeira rede no Chile. Dois anos depois, já contamos com 41 redes comerciais de HSDPA em 20 países e fechamos 2008 com 3 milhões de inscrições de usuários na região. Isso é muito importante, pois significa que a maioria dos países já atua com redes 3G.

No Brasil, 90% dos acessos à internet 3G são feitos por modems e placas para computador. O que é necessário para o acesso à banda larga pelo celular se tornar massivo?
Isso é uma combinação de duas coisas: um portfólio atraente de celulares e tarifas mais acessíveis. Muitas pessoas que gostam de aplicações, como redes sociais e programas de mensagem instantânea, são jovens e ainda não têm muito dinheiro. Logo, as operadoras precisariam ser mais criativas para oferecer os serviços desejados por esse público, mas que eles não sejam caros para, assim, fidelizá-los a médio e longo prazo.

O 3G impulsiona as vendas de determinados produtos ou são os produtos, como o iPhone, que aceleram o crescimento das redes de terceira geração?
As vendas de aparelhos, como iPhone, da Apple, e o Bold, da Blackberry, podem acelerar a adoção da terceira geração. Todos (as operadoras) querem o iPhone para oferecer aos clientes e assim estimular o uso de suas redes 3G. As tecnologias sozinhas não estimulam os usuários sem que haja aceleradores — que são os celulares, as aplicações ou os conteúdos. Hoje, temos bons produtos que nos conectam com velocidades muito boas.

Alguns especialistas defendem que o celular foi feito para trafegar voz e não dados. O que o senhor acha disso?
O telefone celular sempre foi feito para voz, mas com o desenvolvimento dos aparelhos o que vemos agora é que os smartphones se tornaram verdadeiros computadores móveis e, como consequência, precisam de uma rede para usar essas e outras aplicações. As pessoas estão descobrindo novas maneiras de se comunicarem, que vão além da voz, e é preciso oferecer uma rede capaz de dar suporte para isso.

A crise econômica pode afetar os investimentos que as operadoras planejavam fazer em suas redes?

Não vejo dificuldades a curto prazo, já que os financiamentos que as operadoras precisavam para os investimentos nas redes já foram aprovados. Mas para 2010 será um pouco mais difícil, já que os bancos não vão emprestar dinheiro tão facilmente. Mas na América Latina a densidade telefônica é de 70%. Isso prova que os latinos acham que se comunicar é uma coisa importante no dia-a-dia. Achamos que, se os usuários tiverem que escolher o gasto que deve ser cortado do orçamento, eles vão olhar para aqueles que não são essenciais e estamos convencidos de que os gastos com comunicação da telefonia móvel têm uma prioridade alta. Inclusive, muitas pessoas já estão sacrificando os serviços fixos, no lugar dos móveis.

Qual o principal erro das operadoras na oferta de 3G?
Achamos que as operadoras têm que ser um pouco mais criativas para seduzir os clientes. Um exemplo: elas poderiam ter programas de fidelização para manter os bons usuários (de alto consumo), assim como fazem as linhas aéreas com os programas de milhas. Além de conquistar os usuários, atrairiam clientes dos concorrentes. As operadoras que começarem a ser diferentes na oferta de serviços terão vantagem.

O recurso de videochamada parece não ter decolado no Brasil e no resto do mundo. Você acha que as pessoas não querem se ver ao falar por celular?
Entre nós, latinos, mais do que ver, gostamos de falar. Mas este serviço pode ser interessante, sim, para quem quer mostrar um documento, um lugar, alguma coisa. Na época do lançamento do 3G não havia tantos modelos de celular capazes de realizar videochamadas. Isso pode ter sido uma outra causa.

O WiMax vai engolir o 3G?
Quando falamos de uma tecnologia que ainda será lançada é importante saber quais empresas estão por trás dela. Achamos que, no futuro, o WiMax será utilizado para aplicações de um nicho, mas, para quem quer alta mobilidade, acreditamos que a tecnologia não terá nem escala nem terminais para se sobrepor. Mais que competir, achamos que ela é uma plataforma que vai complementar a conexão móvel.

Qual a expectativa de crescimento do 3G para este ano?
Começamos 2008 com oito redes comerciais e 100 mil usuários e fechamos com 41 redes e 3 milhões de assinantes em 20 países. Se o cenário mundial não se alterar, a expectativa é que o Brasil feche 2009 com pelo menos 3 milhões de usuários 3G.

Fonte: Uai