Universo TI - Informações sobre Redes, Wimax, TV Digital, Videoconferência, WebTV, Webrádio, e outras tecnologias


Archive for the ‘Celulares’


Published August 20th, 2008

Empresas querem ir além do Twitter

Um dos desafios é bolar modelos de negócio que envolvam o uso dos celulares.

Com a possibilidade de enviar mensagens de texto, rodar aplicativos, acessar a web e incorporar as tecnologias 3G e GPS os celulares estão na mira de muitas empresas que correm para encontrar modelos de negócios baseados nesses recursos. A idéia é criar esquemas de interação com suas atividades específicas e ir além da conexão web-computador-celular promovida hoje pela rede Twitter.

Representantes de quatro dessas empresas participaram do painel “Redes Móveis”, no Seminário Info Redes Sociais - A Nova Mídia e o Consumidor: Sandra Jimenez, diretora de TI e novos negócios da MTV; Fiore Mangone, diretor de serviços e software da Nokia; Jeff Paiva, gerente de mídias sociais da AgênciaClick; e Luís Gracioli, diretor de internet e inovação da RBS.

O objetivo de todos, segundo ficou claro no debate, é criar canais de aproximação com o consumidor, via web 2.0, permitindo a compartilhamento de mensagens, fotos e vídeos, envolvendo telefone celular. Um dos problemas atuais, no desenvolvimento desses canais, é o custo alto da comunicação móvel, que o usuário deve pagar.

Além disso, somente uma pequena parcela do público-alvo possui os celulares mais caros, capazes de lidar com todas essas tecnologias. Um dos desafios a enfrentar é desenvolver aplicações capazes de conquistar o usuário. Há muito a explorar em áreas como navegação por mapa (GPS) e redes sociais de compartilhamento de conteúdo.

Fonte: info

Published August 18th, 2008

Celular Google pode estar disponível em breve

O primeiro celular a rodar a plataforma Android, da Google, pode ser lançado em menos de cinco semanas, segundo rumores veiculados em sites internacionais.

Os rumores, que começaram com o site TmoNews, dão conta que o dispositivo de codinome G1, fabricado pela HTC, será vendido inicialmente por US$ 399, e teria sido fomentado por uma fonte anônima, mas dita confiável. O G1 entraria em pré-venda no dia 17 de setembro pela operadora norte-americana T-Mobile.

A pré-venda do aparelho duraria uma semana, reservada para clientes da operadora T-Mobile, e passado este período outros clientes da empresa receberiam a proposta de adquirir o aparelho por US$ 150. Entre começo e meio de outubro, então, o G1 estaria disponível para todo o público americano.

Entre os recursos do aparelho estarão tela de 5 polegadas de altura por 3 de altura sensível ao toque, um teclado Qwerty e conectividade UMA ou WiFi. O telefone também deve receber uma câmera de 3.0 megapixel e exigir que o usuário possua uma conta no serviço de email da Google, Gmail.

O celular seria o mesmo mostrado em um vídeo recentemente divulgado pelo YouTube, que mostra o HTC Dream. O vídeo mostra um aparelho branco, uma das três cores a escolha do usuário, além de preto e marrom.

Os novos rumores vão de encontro aos veiculados em junho pelo site Walls Street Journal, que citou fontes anônimas que informavam que a plataforma da Google poderia ser atrasada até 2009, conforme noticiou o site The Register.

Fonte: geek

Published August 18th, 2008

Estudo prevê estagnação da telefonia fixa; grandes perderão mercado

Enquanto o setor de telefonia móvel vai “de vento em popa”, com crescimento de cerca de 30% até 2009, o de telefonia fixa “deverá continuar amargando” estagnação no mesmo período. É o que afirma um estudo produzido pela consultoria Tendências, que ainda prevê redução de clientes nas grandes empresas do serviço fixo.

De acordo com o relatório, assinado por Adriano Pitoli e Camila Saito, e obtido com exclusividade pela Folha Online, o mercado de telefonia fixa deverá permanecer estagnado nos próximos anos, principalmente em decorrência da acentuada contestação de mercado exercida pelos celulares e também por outras tecnologias, como o VoIP. Para 2008 e 2009, a estimativa da Tendências é de leve aumento de 1,5% para ambos os anos.

Se o setor terá apenas “um leve crescimento” até 2009, o cenário para as três principais concessionárias fixas locais –Telefônica, Oi e BrT– é ainda mais negativo. Segundo o estudo, as três empresas já acumularam juntas uma queda de 8% no número de terminais em serviço nos últimos três anos.

“Nossa expectativa para os próximos anos é de continuidade desta trajetória, com quedas de 2,4% para este ano e de 3,0% para o próximo”, diz o relatório da Tendências.

Mercado

Contra as grandes teles, além do baixo crescimento do setor, estão as novas empresas entrantes no serviço, como a Embratel, a NET e a GVT, segundo o estudo. “É verdade que as concessionárias do serviço local (incluindo neste caso, a CTBC e Sercomtel) ainda detêm quase 90% do total de 39,4 milhões de terminais fixos em serviço no País, o que se explica pelo simples fato de que essas operadoras estão há muito mais tempo no mercado que as entrantes”.

O levantamento mostra que até 2004 as gigantes do setor conquistavam mais clientes que as novas concorrentes, mas esse quadro foi revertido a partir de 2005. A base de clientes das concessionárias encolheu em 436 mil usuários em 2005, 1,8 milhão em 2006 e em 693 mil em 2007. Na direção contrária, a base de usuários das empresas entrantes apresentou elevações para estes anos, nesta mesma ordem, de 630 mil, 850 mil e 1,2 milhão de novos usuários.

“Uma evidência adicional do aumento da contestação do serviço fixo é a recente iniciativa de parte das operadoras de celular de também oferecerem serviços de telefone fixo baseados em suas redes móveis. Através desta nova modalidade, o usuário pode dispor dos serviços fixo e móvel por meio de um só aparelho, sendo que, para cada serviço, o telefone possui um número diferente”.

Fonte: folhaonline

folhaonline

Published August 6th, 2008

Linux Mobile se expande, de olho na Symbian

Fundação aumenta número de membros e agrega aparelhos

Frente à competição com a Symbian, plataforma móvel amplamente disseminada entre os dispositivos móveis, que foi comprada recentemente pela Nokia e tornou-se aberta, a Limo Foudation - que promove o Linux como sistema operacional móvel - sinalizou que não vai ficar parada no mercado de dispositivos móveis de código aberto.

A entidade anuncia que acrescentou 11 novas empresas-membro nas últimas semanas, e que o número de aparelhos móveis que rodam com sistema operacional baeado em LiMo já está em 21.

“A combinação do modelo de governança transparente da LiMo, desenvolvimento balanceado e uma ampla presença na indústria de mobilidade fazem com que a fundação se diferencie”, afirmou Morgan Gillis, diretor executivo da LiMo Foundation, em comunicado.

Segundo a entidade, as fabricantes Motorola, Panasonic e NEC apresentaram novos celulares baseados em LiMo. A lista de novos parceiros da entidade inclui poucos nomes familiares, mas sua variedade indica que continua a atrair forte apoio da indústria, apesar das mdanças significativas no panorama dos sistemas operacionais móveis trazidas pela decisão da Nokia de comprar a Symbian e colocar a tecnologia no seio da comunidade de código aberto.

Os novos membros da LiMo incluem as empresas Cellon, Esmertec, Freescale Semiconductor, Movial, ZTE Corporation e Telecom Italia.

Fica a questão se é suficiente ampliar a participação de mercado da LiMo para a barreira de dois dígitos. A Symbian lidera o mercado global de sistemas operacionais móveis com 65% do total, seguida pela plataforma da Microsoft, que detém 12%, a da RIM, como 11%, e a da Apple, com 7%, segundo a empresa de pesquisas de mercado Canalys. Os sistemas baseados em Linux respondem por apenas 5% do total.

Com a decisão de abertura, a Symbian - e sua rede de parceiros/fabricantes de primeira linha, alguns dos quais também participam da LiMo - pode ser tentada a atrair também uma boa parcela desenvolvedores de mobilidade em código aberto. Se isso acontecer, o número de aplicações disponíveis para a plataforma da LiMo poderia estagnar.

O vice-presidente de estratégia da Symbian, John Forsyth, afirmou à InformationWeek EUA que quer “torná-lo o sistema operacional mais usado no planeta”. A Symbian Foundation agora inclui a Nokia, Sony Ericsson, Motorola, AT&T, e Vodafone.

É claro que não é só com a Symbian Foundation que a LiMo deve competir para ganhar maior parcela do mercado de sistemas operacionais móveis. A Microsoft continua a aperfeiçoar suas ofertas de Windows Mobile, e o Google - que suporta o projeto Android - tem sido apontado como o próximo a lançar seu próprio celular.

Fonte: itweb

Published July 30th, 2008

Vendas de modems USB superam celulares 3G

As vendas de modems USB para acesso em banda larga móvel superam as de celulares 3G no Brasil. A tendência já foi verificada na Claro e na Brasil Telecom, por exemplo, segundo a diretora de serviços de valor agregado da Claro, Fiamma Zarife, e o gerente de marketing de produtos da Brasil Telecom, Rivo Manhães.

Calcula-se que hoje exista mais de 1 milhão de usuários de banda larga móvel no país e estima-se que essa base alcance 3 milhões até dezembro. “No fim do ano, o mercado brasileiro estará vendendo mais acessos de banda larga móvel que fixa”, prevê o diretor de planejamento estratégico e novos negócios da TIM, Renato Ciuchini. O assunto é tema de matéria na edição de julho da revista TELETIME.

O crescimento do mercado brasileiro tem levado os fabricantes de modems a produzir no Brasil. A italiana Onda, que fornece para a TIM, começou a fabricar seus modems no país em abril, com a Celéstica. A Huawei também iniciou a produção de modens USB no Brasil no primeiro semestre, em contrato com a Flextronics. O mesmo passo foi dado pela ZTE, que em abril começou a produzir modems aqui em parceria com a Celéstica e a Evadin.

Avanços

Incentivados pelo bom momento nas vendas, os fabricantes planejam o lançamento de modems com novas funcionalidades agregadas. Uma novidade que deve chegar em breve ao mercado brasileiro através de diferentes fabricantes é o modem que serve como pendrive e vem com entrada para cartão de memória.

Outro passo esperado é a inclusão nos softwares de conexão da possibilidade de realizar chamadas de voz e de vídeo usando o microfone e a câmera do computador ao qual o modem está conectado. A maioria dos fabricantes está preparada para fazer isso e só dependeria da aprovação das operadoras, já que os equipamentos ainda não são vendidos diretamente para o varejo.

Fonte: tiinside

Published July 30th, 2008

Há cinco anos, celular não fazia 2% que o de hoje faz

Telefonia evoluiu mais em dez anos de iniciativa privada que na era anterior

Nenhum aparelho avançou tanto e em tão pouco tempo como o celular. Para tirar a dúvida, basta olhar para os modelos anteriores nos últimos dez anos - período que marca o tempo de privatização da telefonia no Brasil.

Os telefones fixos também passaram por avanços, que vão do sistema analógico à voz sobre protocolo de Internet. identificador de chamadas, rádio, navegação na Internet, teleconferências e até televisão. Essas são algumas das possibilidades oferecidas pelos aparelhos fixos e móveis hoje. E a boa notícia é que tudo isso é só o começo.

Para especialistas, um dos fatores que contribuiu para esse avanço foi justamente a privatização da telefonia. Eduardo Winter, professor de engenharia de telecomunicações que trabalha há 30 anos na área, explica que a privatização ajudou a deslanchar a digitalização. “Na época, essa etapa andava a passos de tartaruga. Com a privatização, os aparelhos analógicos sumiram do mapa”, diz. Hoje somente 0,5% do mercado usa essa tecnologia,

“Aparelhos de cinco ano atrás não faziam nem 2% do que os de hoje fazem”, confirma um outro especialista do setor, Luiz Gonzaga Leal, diretor da TIM.

Banda larga- Voz sobre IP é avanço das linhas fixas

A telefonia fixa não apresentou tantos avanços quanto a móvel nos últimos dez anos, mas abriu portas para o futuro. Uma delas foi o Voz sobre IP (VoIP<SC2295,41>, o que significa telefonia em banda larga. A previsão de Eduardo Winter, engenheiro de telecom, é de que o serviço esteja sendo usado pela maioria das pessoas em até dois anos. “É muito mais barata e, nesse mercado, as pequenas empresas podem concorrer com as grandes”, explica.
Com o VoIP integrando voz e dados, dá para realizar videoconferências e desviar a ligação do fixo para o celular, por exemplo.

Usuários- Do sistema Telebrás até hoje, 100 mi

Mais de 100 milhões. Esse foi o aumento no número de usuários de telefonia celular desde quando o Sistema Telebrás foi privatizado, há dez anos. Além dos usuários, o que avançou foram as tecnologias. O top de linha hoje é a terceira geração (3G), que em até cinco anos estará na grande maioria do país, segundo previsões da Anatel. Para se ter uma idéia do que oferece um celular 3G, basta imaginar o contraste entre a Internet discada e a banda larga.

“As velocidades são maiores e com isso a transmissão de dados é muito mais rápida. E quando chegar a fibra óptica, a velocidade chegará a 100 milhões de bits por segundo, enquanto hoje o mais avançado permite 3 milhões de bits por segundo”, explica Nelson Takayanagi, gerente de comunicações pessoais terrestres da Anatel.

Ele arrisca palpites para o futuro: jogar tênis com alguém que está no Japão, ou projetar parte de um avião aqui e outra parte na Itália. “Essa troca de informação em realidade virtual exige enorme capacidade de transmissão.”

Acesso fácil e preço são destaques

Para Luiz Gonzaga Leal, diretor da TIM, um dos resultados da privatização foi o aumento da concorrência entre as operadoras, o que baixou os preços. Para ele, a telefonia celular se divide em três fases: analógica, digital e banda larga, cujo desafio será a massificação.
Edson Bortolli, diretor de produtos de telefonia da Motorola, destaca como sucesso da privatização a popularização. “O consumidor precisava entrar na fila e se cadastrar para comprar um aparelho. Hoje, basta ir à loja.”

Fonte: otempo

Published July 25th, 2008

Receita com transmissão de dados móveis pode superar US$200 bi

As receitas globais de serviços de dados pelo celular poderão superar 200 bilhões de dólares este ano, acima dos 157 bilhões de dólares gerados em 2007, comandadas pela expansão de redes avançadas e pela popularidade de dispositivos com navegador à Internet, como o iPhone da Apple.

A receita com dados pelo celular no primeiro trimestre deste ano cresceu 43 por cento, para 49 bilhões de dólares, divulgou nesta quarta-feira a empresa britânica de pesquisas Informa Telecoms & Media.

A operadora japonesa NTT DoCoMo foi a companhia que gerou a maior fatia dessa receita global, com 3,6 bilhões de dólares.

A NTT superou o volume gerado pela China Mobile, maior operadora mundial de celulares em número de clientes, que faturou 3,5 bilhões de dólares com serviços que não envolvem voz.

As operadoras de telefonia estão ansiosas por elevar a receita de dados, à medida que seu negócio tradicional de voz está em declínio, graças ao aumento do uso de telefonia pelo protocolo IP e às políticas de preços praticadas.

A Informa disse que as operadoras conseguem hoje um quinto de sua receita total com a transmissão de dados, como as mensagens de texto (SMS).

A Smart Communications, das Filipinas, foi a única operadora que gerou a maior parte de sua receita com outros serviços que não a voz, graças à popularidade do SMS naquele país.

A região Ásia-Pacífico como um todo gerou 40 por cento de toda a receita de transmissão de dados do primeiro trimestre, segundo a Informa.

Fonte: reuters

Published July 14th, 2008

Nokia lidera acordo com Symbian Foundation

Mais nove empresas, incluindo as operadoras “3″ e TIM, se juntaram para abrigar a nova tecnologia móvel de software livre da Symbian Foundation, disse a Nokia nesta quinta-feira.

A Nokia disse no dia 24 de junho que compraria as ações de outros investidores da Symbian por US$ 410 milhões e não cobraria royaties para outros fabricantes de telefone, em resposta aos novos rivais como o Google.

A Nokia contribuirá com os ativos da Symbian, que poderá se unir aos maiores fabricantes de handsets, operadores de rede e fabricantes de chips para comunicação para criar uma plataforma aberta.

A Nokia disse que tem agora 30 membros depois que os operadores de telefonia móvel 3, America Movil e TIM, a empresa de chips Marvell, os provedores de serviços e software Aplix, Elektrobit, EMCC Software, Sanken e TietoEnator aderiram.

Fonte: info

Published July 8th, 2008

Telefônica quer clientes da concorrência

A Telefônica, que já concentra mais de 90% dos assinantes de telefonia fixa do estado de São Paulo, quer ainda mais: a empresa declarou que pretende capturar os clientes das empresas concorrentes assim que entrar em vigor o sistema de portabilidade numérica, que permite a mudança de operadora sem troca de número do celular.

O sistema passa a ser implantado em agosto deste ano, com cronograma estendido até março de 2009, quando estará disponível em todo o Brasil e nos serviços de telefonia móvel e fixa, informa a Reuters. Conforme a Telefônica, o início da portabilidade será uma porta aberta para sua operação de captura de clientes das rivais não somente no mercado doméstico, mas também no empresarial.

Entretanto, segundo a Reuters, por ser a operadora dominante, a Telefônica é também vista como a mais vulnerável a perder usuários com o início da portabilidade. Porém, a companhia discorda, afirmando que “não trabalha com a perspectiva de perder clientes”.

Fonte: baguete

Published July 7th, 2008

Spam utiliza iPhone 3G para espalhar trojan

Uma campanha de e-mail malicioso do tipo spam, com informações a respeito do lançamento do novo iPhone 3G, está atingindo a América Latina.

O spam utiliza uma tática de engenharia social com base nas notícias de lançamento no iPhone 3G para atrair os usuários. Após clicar nos links do email, o usuário dispara o download de um arquivo do tipo Trojan (cavalo-de-tróia), com o nome de presentacion.mov.exe.

Spams são emails disparados em séries com conteúdo malicioso ou marketing. Trojans –ou cavalos de Tróia– são arquivos que uma vez instalados no computador abrem as portas para possíveis invasores ou roubo de dados ou senhas.

Fonte: folhaonline

Published July 2nd, 2008

Dez anos depois, telefone perde limites geográficos

A distinção entre telefone fixo e móvel será cada vez mais tênue. Conteúdos como notícias, emails e vídeos poderão chegar na mão do cliente através de qualquer aparelho, sem restrição geográfica, sem limitação de cabos e a um preço cada vez menor, de acordo com o volume de serviços contratado.

O panorama descrito é o que se pode esperar dos próximos 10 anos da telefonia no Brasil, segundo executivos e especialistas ouvidos pela Reuters. Dez anos após a privatização das telecomunicações no país, a convergência de plataformas e a consolidação das empresas cria expectativa de que um número crescente de serviços chegará ao consumidor por preços cada vez mais baixos e através do aparelho que ele quiser, onde estiver.

As concessionárias que assumiram as três grandes regiões em que o Brasil foi dividido por ocasião da privatização da telefonia fixa em 1998 –Telefônica, Oi e Brasil Telecom — dominam ainda mais de 95 por cento do mercado em suas respectivas regiões, como mostram pesquisas, diferente da expectativa da privatização sobre criação de competição no setor.

Na opinião do primeiro presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Renato Guerreiro, entretanto, “a convergência das plataformas fará com que o tempo equacione essa questão”, já que ele acredita que telefonia não terá mais a distinção entre fixa e móvel no futuro.

A integração de tecnologias também é citada pelo presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco. “O futuro, que já começou, é a integração dos serviços em uma só plataforma”, disse em entrevista à Reuters.

Falco lembra que hoje muitas pessoas já dispõem de telefone e email no mesmo dispositivo. A distribuição de serviços e conteúdos através de qualquer tipo de aparelho, em qualquer lugar, “vai mudar os hábitos das pessoas e até melhorar o trânsito”, afirmou o executivo referindo-se à redução de necessidades de deslocamentos gerada pela transferência de dados.

Na Oi, por exemplo, hoje algo como 20 por cento da base de clientes utiliza mais de um serviço. A oferta compartilhada começou há dois anos. Falco arrisca dizer que em 10 anos, “provavelmente 70 por cento da base já utilize” os serviços de forma integrada.

PORTABILIDADE E CONCORRÊNCIA

O recurso da portabilidade numérica, que permite a um assinante mudar de operadora (celular ou fixa) sem alterar seu número antigo de telefone, pode ajudar a estimular a competição.

O calendário previsto pela Anatel prevê que os primeiros testes com a portabilidade comecem a ser feitos em agosto deste ano. A implantação será gradual e atingirá todo o Brasil a partir de março de 2009.

O fato do Brasil ter hoje um número de celulares três vezes maior que o de linhas fixas é um efeito da competição, que na fixa inexiste, segundo afirma o presidente da Claro, João Cox.

Porém, críticas não falta à organização de longo do prazo da indústria no país. Guerreiro, afirma que “o setor está à deriva, ninguém sabe para onde vai daqui a 10 anos”, afirmou.

Ele lembra que as regras estabelecidas em 1998 previam uma reavaliação do modelo cinco anos depois, ou em 2003, o que não aconteceu. “Quais são as políticas públicas que o governo quer para o país?”, questiona. A situação, na avaliação dele, “gera certa insegurança para os investidores” e cria um cenário “absolutamente duvidoso”.

O ex-ministro interino das Comunicações e sócio da Orion Consultores Associados, Juarez Quadros, afirma que o país tem de avançar na atualização regulatória. “O ambiente regulatório está sempre a reboque do ambiente tecnológico. A Anatel precisa se antecipar às demandas tecnológicas”, afirmou.

O atropelo das regras pela tecnologia gera situações como a tentativa de compra da Brasil Telecom pela Oi, que não pode ser concretizada sem alterações de normas criadas 10 anos atrás. O negócio pode chegar a até 12,3 bilhões de reais e entre as justificativas estão convergência de tecnologias e ganhos de escala. A Anatel está avaliando as mudanças e pode atualizar o quadro regulatório ainda este ano.

Fonte: abril

Published June 30th, 2008

Usuários de internet móvel devem triplicar em cinco anos

O número de assinantes de internet móvel subirá de 577 milhões para 1,7 bilhão em 2013 em conseqüência da procura de aplicações web 2.0 e uma melhora na taxa de penetração das redes 2,5 e 3G. A previsão é do relatório “Mobile Web 2.0: Leveraging ‘Location, IM, Social Web & Search 2008-2013″ da consultoria especializada em telecomunicações, Juniper Research.

O leste asiático e a China, em particular, serão os maiores mercados consumidores de dados móveis com 416 milhões de usuários em 2013. A pesquisa prevê que essas duas regiões fecharão este ano com 190 milhões de usuários. Regiões vizinhas, Europa Oriental ou leste europeu, onde a penetração da banda larga é relativamente alta, ajudarão a medir o comportamento desse setor nos próximos anos.

Ainda distante dos números dos asiáticos, mas considerada uma área com potencial de crescimento, a América do Sul é considerada no relatório como promissora.

Aumento da Competitividade

O aumento da demanda por conteúdo interativo deverá mudar o comportamento da indústria de telecom, que passará a explorar o modelo de vendas direto ao consumidor. Como o conteúdo gerado está cada vez mais nas mãos do usuário, as companhias terão que se adaptar caso queiram permanecer na briga pelas vendas.

“O mercado de internet móvel 2.0 ainda está se desenvolvendo e os modelos de negócio permanecem em um estado de incerteza. Então ainda há tempo para que as empresas estabeleçam parcerias frutíferas para que elas construam sua resistência e benefícios recíprocos” cometa Ian Chard, coordenador do relatório.

A nova estratégia comercial se baseia na modelo do acordo apresentado ontem, 25/06, pelo Google e Yahoo e da criação da Symbian Foundation no começo da semana.

Fonte: wnews

Technorati :
Del.icio.us :
Zooomr :
Flickr :

Published June 26th, 2008

iPhone 3G custa 173 dólares para ser fabricado, estima iSuppli

O mistério por trás do fato do novo iPhone ter sido prometido por um preço relativamente baixo pode estar resolvido, com projeção da consultoria iSuppli divulgada nesta quarta-feira (25/06) afirmando que o aparelho custa 173 dólares para ser produzido

A Apple causou comoção no começo do mês quando lançou o iPhone com suporte a 3G com preço sugerido de 199 dólares. Produtos apontados como rivais diretos do aparelho, como o Touch Diamond, da HTC, ou o N96, da Nokia, têm preços muito superiores - 785 dólares e 855 dólares, respectivamente.

São duas as principais razões para que a Apple possa cobrar tão pouco pelo iPhone, afirmou a iSuppli. Primeiro, operadoras subsidiarão os aparelhos pagando para a fabricante cerca de 300 dólares por celular, estima a consultoria. Outra razão é o baixo custo dos materiais usados na fabricação do iPhone.

A Apple escolheu tão bem os componentes para o novo iPhone 3G que fez com que o gadget custasse menos que sua versão original, mesmo com as melhorias, detalha a iSuppli. O iPhone antigo custava 226 dólares para ser feito e não incluia chips 3G ou GPS. Ainda assim, a Apple vendeu o aparelho por 499 dólares inicialmente.

O componente mais caro do iPhone 3G são os 8 GB de memória flash NAND, que custam 22,80 dólares, seguido pela tela sensível a toque de 20 dólares, estima a consultoria.

No geral, chips e componentes respondem por 164 dólares na conta, com a iSuppli estimando que ainda são acrescentados 9 dólares pela montagem do celular, o que leva ao total de 173 dólares.

A fabricante Hon Hai Precision Industry, de Taiwan, está fabricando os novos iPhones em sua fábrica na China.

A estimativa é baseada em informações disponíveis sobre o aparelho. Uma vez que o iPhone 3G estiver no mercado, a consultoria planeja abrir o gadget para determinar exatamente seu preço, cuja estimativa adicional não inclui desenvolvimento de software, frete, distribuição e acessórios incluidos com o iPhone.

Fonte: idgnow

Technorati : ,
Del.icio.us : ,
Zooomr : ,
Flickr : ,

Published June 23rd, 2008

Planos e aparelhos 3G ainda custam caro

Se você está disposto a entrar de cabeça no 3G, prepare o bolso. Os celulares mais avançados e os pacotes mais completos saem por boas centenas de reais. Os planos de voz das operadoras têm limites de tráfego e, dependendo do uso que você fizer dos aparelhos, essa quantidade pode ser insuficiente. O jeito é contratar um serviço de dados, que vai acrescentar à sua conta um valor mensal entre R$ 50 e R$ 100.

Aparelhos mais simples, como o Nokia 6120c e o LG MU500, podem até sair de graça, mas para isso é necessário se comprometer com um plano de pelo menos R$ 100 ao mês.

O sofisticado Palm Treo 750, por exemplo, não sai por menos de R$ 899 na Claro –isso se você contratar o plano 900, que custa R$ 376,90 ao mês e inclui 750 minutos de voz, 150 Mbytes de acesso à internet, 200 mensagens multimídia, 200 mensagens de texto e cem minutos de VoIP (voz sobre protocolo de internet).

Se o consumidor escolher o plano 80, o mais modesto (com 70 minutos de voz e 10 Mbytes de dados), o Palm custará nada menos que R$ 1.599.

A TIM oferece 3G para planos a partir de 120 minutos. Isso significa que o cliente vai pagar R$ 96,90 de mensalidade (que inclui minutos locais, pacote viagem, torpedo, fotomensagem e dados) mais pacote de dados. O menor, de 40 Mbytes, custa R$ 19,90. O maior, de 1 Gbyte, R$ 69.

Segundo uma vendedora de uma loja TIM no centro, com um pacote de 1 Gbyte dá para acessar a internet por 140 horas, ou quase seis dias inteiros –”Dá para navegar quatro horas por dia”, disse.

Mas cuidado: o plano de dados se refere a páginas carregadas. Para acessar o Gmail, por exemplo, você clica, no mínimo, em três páginas: o endereço do site, a sua entrada inicial e em um e-mail que você tenha interesse em ler. A cada clique, são consumidos vários Kbytes.

Na Claro, é possível ter 3G a partir do plano 80 –o valor mensal é de R$ 87,90 e inclui 70 minutos de ligações locais, dez minutos de videochamada, dez minutos de TV, 30 fotos, 30 torpedos e 10 Mbytes de dados. O plano com maior tráfego é o 3G 900, com 150 Mbytes.

Depois de estourar o limite estipulado pelo plano de dados contratado, o usuário pode ter sua velocidade reduzida até o fim do mês ou pagar pelos Mbytes excedentes. Por isso, fique atento às cláusulas do contrato, aos asteriscos e às letrinhas pequenas para não tomar um susto ao fim do mês.

O analista de sistema Gustavo Henrique Dias Mileo, assinante da Claro, utiliza seu celular 3G principalmente para acessar a internet –tanto no navegador do próprio celular quanto em computador tradicional, usando o aparelho como modem.

Apesar de não ter reclamações sobre a cobertura e a velocidade do serviço, ele hesita em assinar um plano de dados porque foi informado em uma loja sobre uma limitação que reduz a velocidade até o fim do mês depois de 1 Gbyte baixado. “Estou esperando que eles quebrem essa restrição para fazer o plano”, disse.

Fonte: folha

Technorati :
Del.icio.us :
Zooomr :
Flickr :

Published June 17th, 2008

Celular será porta de entrada para internet, diz “pai” da rede

Em entrevista publicada pelo jornal francês “Le Monde” e reproduzida pelo caderno Mais deste domingo, o evangelista-chefe do Google, Vinton Gray Cerf, afirma que, para grande parte da população, o primeiro contato com a internet virá pelo celular e prevê um novo conceito para definir a rede.

Cerf prega a disseminação da internet. Esse é seu cargo na corporação Google, líder nesse mercado: evangelista-chefe de internet, além de vice-presidente. Mas Cerf, 64, é mais conhecido como pai da internet, por haver criado, com Robert Kahn, os protocolos TCP/IP, parte da estrutura básica de funcionamento da rede mundial –em breve interplanetária, se depender dele– de computadores.

PERGUNTA - O sr. fez parte do grupo que conceituou a internet. Como vê a evolução da rede mundial?

VINTON CERF - Hoje em dia, muito mais gente tenta inovar na internet. Para descrever seu modo de evolução atual, muitas vezes recorro ao modelo do formigueiro. Caso você observe duas ou três formigas ao longo de todo um dia, é provável que pouco aconteça de interessante. Mas há milhões delas no formigueiro. E, a cada dia, uma ou duas formigas descobrem alguma coisa que beneficiará todas. A internet funciona assim.

Com quase 1,3 bilhão de usuários –o equivalente a cerca de 20% da população mundial–, novas experiências são realizadas a cada dia.

Fico sempre um pouco febril ao ler as páginas de negócios da imprensa, porque muitas vezes descubro ali que alguém inventou um novo uso para a internet, ao qual teremos de nos adaptar, uma vez mais.

PERGUNTA - Como a web 2.0 contribui para novos usos da rede (blogs, chats, trocas de arquivo)?

CERF - A meu ver, o termo ‘web 2.0′ é basicamente um slogan de marketing. Dá a entender que uma nova geração da web apareceu.

Acredito, em lugar disso, que a internet se transforma de acordo com um modelo de coevolução. Interage com tudo que a cerca e, então, se adapta. As novas aplicações levam a rede aos seus limites e forçam a criação de novas soluções técnicas.

Isso posto, devo reconhecer que certas inovações associadas à web 2.0 são um fato. No passado, os primeiros sistemas de troca de informações entre empresas não funcionavam bem por falta de padronização –e foi isso exatamente que a web 2.0 veio a fornecer.

E o avanço chegou em um bom momento. Nos EUA, os grandes investimentos realizados para enfrentar o bug do milênio, antes de 2000, permitiram automatizar a atividade interna das empresas.

Resta efetuar a etapa seguinte: automatizar o intercâmbio de informações entre empresas. E que melhor ferramenta para isso do que a internet?

PERGUNTA - E quanto ao comércio eletrônico?

CERF -Tomemos por exemplo uma empresa que disponha de uma lista de apartamentos para alugar em Dallas, no Texas.

Ela pode inserir essas informações no Google Maps. Quando uma pessoa está procurando casa, o banco de dados da imobiliária mostra todos os apartamentos que atendam aos critérios especificados.

Uma empresa assim estaria utilizando os recursos da web para aumentar o valor de suas informações.

PERGUNTA - Podemos esperar aplicações semelhantes para celulares?

CERF - Com certeza. Trata-se de um objeto que a pessoa carrega aonde quer que vá. Pode-se, nesse caso, apresentar perguntas que não fariam sentido caso o sistema de informação associado desconhecesse sua localização. Procurar o cinema mais próximo, por exemplo.

Os aparelhos móveis abrem as portas à obtenção de informações geograficamente indexadas de grande valor. Já existem 3 bilhões de celulares no mundo, dos quais 15% são capazes de acesso à internet, ou seja, quase meio bilhão de aparelhos. No futuro, para fração significativa da população, o primeiro contato com a internet acontecerá via celular, e não pelo computador.

PERGUNTA - Usar o celular torna menos confortável a utilização da internet?

CERF - À primeira vista, sim. A tela não tem tamanho parecido. Quanto ao teclado, seria ótimo se nós tivéssemos dez centímetros de altura. Mas quase todos nós somos maiores.

É preciso, assim, imaginar novas práticas. O celular que possa detectar a presença de uma tela de computador no local –não haveria motivo para que a informação não pudesse ser transmitida para ela e exibida. O mesmo vale para um teclado sem fio.

As pessoas estão tão acostumadas a usar a internet com um aparelho por vez que nem imaginam que um celular poderia se tornar o coração de uma pequena rede.

Fonte: folhaonline

Technorati : ,
Del.icio.us : ,
Zooomr : ,
Flickr : ,