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Archive for the ‘Celulares’


Published July 14th, 2008

Nokia lidera acordo com Symbian Foundation

Mais nove empresas, incluindo as operadoras “3″ e TIM, se juntaram para abrigar a nova tecnologia móvel de software livre da Symbian Foundation, disse a Nokia nesta quinta-feira.

A Nokia disse no dia 24 de junho que compraria as ações de outros investidores da Symbian por US$ 410 milhões e não cobraria royaties para outros fabricantes de telefone, em resposta aos novos rivais como o Google.

A Nokia contribuirá com os ativos da Symbian, que poderá se unir aos maiores fabricantes de handsets, operadores de rede e fabricantes de chips para comunicação para criar uma plataforma aberta.

A Nokia disse que tem agora 30 membros depois que os operadores de telefonia móvel 3, America Movil e TIM, a empresa de chips Marvell, os provedores de serviços e software Aplix, Elektrobit, EMCC Software, Sanken e TietoEnator aderiram.

Fonte: info

Published July 8th, 2008

Telefônica quer clientes da concorrência

A Telefônica, que já concentra mais de 90% dos assinantes de telefonia fixa do estado de São Paulo, quer ainda mais: a empresa declarou que pretende capturar os clientes das empresas concorrentes assim que entrar em vigor o sistema de portabilidade numérica, que permite a mudança de operadora sem troca de número do celular.

O sistema passa a ser implantado em agosto deste ano, com cronograma estendido até março de 2009, quando estará disponível em todo o Brasil e nos serviços de telefonia móvel e fixa, informa a Reuters. Conforme a Telefônica, o início da portabilidade será uma porta aberta para sua operação de captura de clientes das rivais não somente no mercado doméstico, mas também no empresarial.

Entretanto, segundo a Reuters, por ser a operadora dominante, a Telefônica é também vista como a mais vulnerável a perder usuários com o início da portabilidade. Porém, a companhia discorda, afirmando que “não trabalha com a perspectiva de perder clientes”.

Fonte: baguete

Published July 7th, 2008

Spam utiliza iPhone 3G para espalhar trojan

Uma campanha de e-mail malicioso do tipo spam, com informações a respeito do lançamento do novo iPhone 3G, está atingindo a América Latina.

O spam utiliza uma tática de engenharia social com base nas notícias de lançamento no iPhone 3G para atrair os usuários. Após clicar nos links do email, o usuário dispara o download de um arquivo do tipo Trojan (cavalo-de-tróia), com o nome de presentacion.mov.exe.

Spams são emails disparados em séries com conteúdo malicioso ou marketing. Trojans –ou cavalos de Tróia– são arquivos que uma vez instalados no computador abrem as portas para possíveis invasores ou roubo de dados ou senhas.

Fonte: folhaonline

Published July 2nd, 2008

Dez anos depois, telefone perde limites geográficos

A distinção entre telefone fixo e móvel será cada vez mais tênue. Conteúdos como notícias, emails e vídeos poderão chegar na mão do cliente através de qualquer aparelho, sem restrição geográfica, sem limitação de cabos e a um preço cada vez menor, de acordo com o volume de serviços contratado.

O panorama descrito é o que se pode esperar dos próximos 10 anos da telefonia no Brasil, segundo executivos e especialistas ouvidos pela Reuters. Dez anos após a privatização das telecomunicações no país, a convergência de plataformas e a consolidação das empresas cria expectativa de que um número crescente de serviços chegará ao consumidor por preços cada vez mais baixos e através do aparelho que ele quiser, onde estiver.

As concessionárias que assumiram as três grandes regiões em que o Brasil foi dividido por ocasião da privatização da telefonia fixa em 1998 –Telefônica, Oi e Brasil Telecom — dominam ainda mais de 95 por cento do mercado em suas respectivas regiões, como mostram pesquisas, diferente da expectativa da privatização sobre criação de competição no setor.

Na opinião do primeiro presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Renato Guerreiro, entretanto, “a convergência das plataformas fará com que o tempo equacione essa questão”, já que ele acredita que telefonia não terá mais a distinção entre fixa e móvel no futuro.

A integração de tecnologias também é citada pelo presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco. “O futuro, que já começou, é a integração dos serviços em uma só plataforma”, disse em entrevista à Reuters.

Falco lembra que hoje muitas pessoas já dispõem de telefone e email no mesmo dispositivo. A distribuição de serviços e conteúdos através de qualquer tipo de aparelho, em qualquer lugar, “vai mudar os hábitos das pessoas e até melhorar o trânsito”, afirmou o executivo referindo-se à redução de necessidades de deslocamentos gerada pela transferência de dados.

Na Oi, por exemplo, hoje algo como 20 por cento da base de clientes utiliza mais de um serviço. A oferta compartilhada começou há dois anos. Falco arrisca dizer que em 10 anos, “provavelmente 70 por cento da base já utilize” os serviços de forma integrada.

PORTABILIDADE E CONCORRÊNCIA

O recurso da portabilidade numérica, que permite a um assinante mudar de operadora (celular ou fixa) sem alterar seu número antigo de telefone, pode ajudar a estimular a competição.

O calendário previsto pela Anatel prevê que os primeiros testes com a portabilidade comecem a ser feitos em agosto deste ano. A implantação será gradual e atingirá todo o Brasil a partir de março de 2009.

O fato do Brasil ter hoje um número de celulares três vezes maior que o de linhas fixas é um efeito da competição, que na fixa inexiste, segundo afirma o presidente da Claro, João Cox.

Porém, críticas não falta à organização de longo do prazo da indústria no país. Guerreiro, afirma que “o setor está à deriva, ninguém sabe para onde vai daqui a 10 anos”, afirmou.

Ele lembra que as regras estabelecidas em 1998 previam uma reavaliação do modelo cinco anos depois, ou em 2003, o que não aconteceu. “Quais são as políticas públicas que o governo quer para o país?”, questiona. A situação, na avaliação dele, “gera certa insegurança para os investidores” e cria um cenário “absolutamente duvidoso”.

O ex-ministro interino das Comunicações e sócio da Orion Consultores Associados, Juarez Quadros, afirma que o país tem de avançar na atualização regulatória. “O ambiente regulatório está sempre a reboque do ambiente tecnológico. A Anatel precisa se antecipar às demandas tecnológicas”, afirmou.

O atropelo das regras pela tecnologia gera situações como a tentativa de compra da Brasil Telecom pela Oi, que não pode ser concretizada sem alterações de normas criadas 10 anos atrás. O negócio pode chegar a até 12,3 bilhões de reais e entre as justificativas estão convergência de tecnologias e ganhos de escala. A Anatel está avaliando as mudanças e pode atualizar o quadro regulatório ainda este ano.

Fonte: abril

Published June 30th, 2008

Usuários de internet móvel devem triplicar em cinco anos

O número de assinantes de internet móvel subirá de 577 milhões para 1,7 bilhão em 2013 em conseqüência da procura de aplicações web 2.0 e uma melhora na taxa de penetração das redes 2,5 e 3G. A previsão é do relatório “Mobile Web 2.0: Leveraging ‘Location, IM, Social Web & Search 2008-2013″ da consultoria especializada em telecomunicações, Juniper Research.

O leste asiático e a China, em particular, serão os maiores mercados consumidores de dados móveis com 416 milhões de usuários em 2013. A pesquisa prevê que essas duas regiões fecharão este ano com 190 milhões de usuários. Regiões vizinhas, Europa Oriental ou leste europeu, onde a penetração da banda larga é relativamente alta, ajudarão a medir o comportamento desse setor nos próximos anos.

Ainda distante dos números dos asiáticos, mas considerada uma área com potencial de crescimento, a América do Sul é considerada no relatório como promissora.

Aumento da Competitividade

O aumento da demanda por conteúdo interativo deverá mudar o comportamento da indústria de telecom, que passará a explorar o modelo de vendas direto ao consumidor. Como o conteúdo gerado está cada vez mais nas mãos do usuário, as companhias terão que se adaptar caso queiram permanecer na briga pelas vendas.

“O mercado de internet móvel 2.0 ainda está se desenvolvendo e os modelos de negócio permanecem em um estado de incerteza. Então ainda há tempo para que as empresas estabeleçam parcerias frutíferas para que elas construam sua resistência e benefícios recíprocos” cometa Ian Chard, coordenador do relatório.

A nova estratégia comercial se baseia na modelo do acordo apresentado ontem, 25/06, pelo Google e Yahoo e da criação da Symbian Foundation no começo da semana.

Fonte: wnews

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Published June 26th, 2008

iPhone 3G custa 173 dólares para ser fabricado, estima iSuppli

O mistério por trás do fato do novo iPhone ter sido prometido por um preço relativamente baixo pode estar resolvido, com projeção da consultoria iSuppli divulgada nesta quarta-feira (25/06) afirmando que o aparelho custa 173 dólares para ser produzido

A Apple causou comoção no começo do mês quando lançou o iPhone com suporte a 3G com preço sugerido de 199 dólares. Produtos apontados como rivais diretos do aparelho, como o Touch Diamond, da HTC, ou o N96, da Nokia, têm preços muito superiores - 785 dólares e 855 dólares, respectivamente.

São duas as principais razões para que a Apple possa cobrar tão pouco pelo iPhone, afirmou a iSuppli. Primeiro, operadoras subsidiarão os aparelhos pagando para a fabricante cerca de 300 dólares por celular, estima a consultoria. Outra razão é o baixo custo dos materiais usados na fabricação do iPhone.

A Apple escolheu tão bem os componentes para o novo iPhone 3G que fez com que o gadget custasse menos que sua versão original, mesmo com as melhorias, detalha a iSuppli. O iPhone antigo custava 226 dólares para ser feito e não incluia chips 3G ou GPS. Ainda assim, a Apple vendeu o aparelho por 499 dólares inicialmente.

O componente mais caro do iPhone 3G são os 8 GB de memória flash NAND, que custam 22,80 dólares, seguido pela tela sensível a toque de 20 dólares, estima a consultoria.

No geral, chips e componentes respondem por 164 dólares na conta, com a iSuppli estimando que ainda são acrescentados 9 dólares pela montagem do celular, o que leva ao total de 173 dólares.

A fabricante Hon Hai Precision Industry, de Taiwan, está fabricando os novos iPhones em sua fábrica na China.

A estimativa é baseada em informações disponíveis sobre o aparelho. Uma vez que o iPhone 3G estiver no mercado, a consultoria planeja abrir o gadget para determinar exatamente seu preço, cuja estimativa adicional não inclui desenvolvimento de software, frete, distribuição e acessórios incluidos com o iPhone.

Fonte: idgnow

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Published June 23rd, 2008

Planos e aparelhos 3G ainda custam caro

Se você está disposto a entrar de cabeça no 3G, prepare o bolso. Os celulares mais avançados e os pacotes mais completos saem por boas centenas de reais. Os planos de voz das operadoras têm limites de tráfego e, dependendo do uso que você fizer dos aparelhos, essa quantidade pode ser insuficiente. O jeito é contratar um serviço de dados, que vai acrescentar à sua conta um valor mensal entre R$ 50 e R$ 100.

Aparelhos mais simples, como o Nokia 6120c e o LG MU500, podem até sair de graça, mas para isso é necessário se comprometer com um plano de pelo menos R$ 100 ao mês.

O sofisticado Palm Treo 750, por exemplo, não sai por menos de R$ 899 na Claro –isso se você contratar o plano 900, que custa R$ 376,90 ao mês e inclui 750 minutos de voz, 150 Mbytes de acesso à internet, 200 mensagens multimídia, 200 mensagens de texto e cem minutos de VoIP (voz sobre protocolo de internet).

Se o consumidor escolher o plano 80, o mais modesto (com 70 minutos de voz e 10 Mbytes de dados), o Palm custará nada menos que R$ 1.599.

A TIM oferece 3G para planos a partir de 120 minutos. Isso significa que o cliente vai pagar R$ 96,90 de mensalidade (que inclui minutos locais, pacote viagem, torpedo, fotomensagem e dados) mais pacote de dados. O menor, de 40 Mbytes, custa R$ 19,90. O maior, de 1 Gbyte, R$ 69.

Segundo uma vendedora de uma loja TIM no centro, com um pacote de 1 Gbyte dá para acessar a internet por 140 horas, ou quase seis dias inteiros –”Dá para navegar quatro horas por dia”, disse.

Mas cuidado: o plano de dados se refere a páginas carregadas. Para acessar o Gmail, por exemplo, você clica, no mínimo, em três páginas: o endereço do site, a sua entrada inicial e em um e-mail que você tenha interesse em ler. A cada clique, são consumidos vários Kbytes.

Na Claro, é possível ter 3G a partir do plano 80 –o valor mensal é de R$ 87,90 e inclui 70 minutos de ligações locais, dez minutos de videochamada, dez minutos de TV, 30 fotos, 30 torpedos e 10 Mbytes de dados. O plano com maior tráfego é o 3G 900, com 150 Mbytes.

Depois de estourar o limite estipulado pelo plano de dados contratado, o usuário pode ter sua velocidade reduzida até o fim do mês ou pagar pelos Mbytes excedentes. Por isso, fique atento às cláusulas do contrato, aos asteriscos e às letrinhas pequenas para não tomar um susto ao fim do mês.

O analista de sistema Gustavo Henrique Dias Mileo, assinante da Claro, utiliza seu celular 3G principalmente para acessar a internet –tanto no navegador do próprio celular quanto em computador tradicional, usando o aparelho como modem.

Apesar de não ter reclamações sobre a cobertura e a velocidade do serviço, ele hesita em assinar um plano de dados porque foi informado em uma loja sobre uma limitação que reduz a velocidade até o fim do mês depois de 1 Gbyte baixado. “Estou esperando que eles quebrem essa restrição para fazer o plano”, disse.

Fonte: folha

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Published June 17th, 2008

Celular será porta de entrada para internet, diz “pai” da rede

Em entrevista publicada pelo jornal francês “Le Monde” e reproduzida pelo caderno Mais deste domingo, o evangelista-chefe do Google, Vinton Gray Cerf, afirma que, para grande parte da população, o primeiro contato com a internet virá pelo celular e prevê um novo conceito para definir a rede.

Cerf prega a disseminação da internet. Esse é seu cargo na corporação Google, líder nesse mercado: evangelista-chefe de internet, além de vice-presidente. Mas Cerf, 64, é mais conhecido como pai da internet, por haver criado, com Robert Kahn, os protocolos TCP/IP, parte da estrutura básica de funcionamento da rede mundial –em breve interplanetária, se depender dele– de computadores.

PERGUNTA - O sr. fez parte do grupo que conceituou a internet. Como vê a evolução da rede mundial?

VINTON CERF - Hoje em dia, muito mais gente tenta inovar na internet. Para descrever seu modo de evolução atual, muitas vezes recorro ao modelo do formigueiro. Caso você observe duas ou três formigas ao longo de todo um dia, é provável que pouco aconteça de interessante. Mas há milhões delas no formigueiro. E, a cada dia, uma ou duas formigas descobrem alguma coisa que beneficiará todas. A internet funciona assim.

Com quase 1,3 bilhão de usuários –o equivalente a cerca de 20% da população mundial–, novas experiências são realizadas a cada dia.

Fico sempre um pouco febril ao ler as páginas de negócios da imprensa, porque muitas vezes descubro ali que alguém inventou um novo uso para a internet, ao qual teremos de nos adaptar, uma vez mais.

PERGUNTA - Como a web 2.0 contribui para novos usos da rede (blogs, chats, trocas de arquivo)?

CERF - A meu ver, o termo ‘web 2.0′ é basicamente um slogan de marketing. Dá a entender que uma nova geração da web apareceu.

Acredito, em lugar disso, que a internet se transforma de acordo com um modelo de coevolução. Interage com tudo que a cerca e, então, se adapta. As novas aplicações levam a rede aos seus limites e forçam a criação de novas soluções técnicas.

Isso posto, devo reconhecer que certas inovações associadas à web 2.0 são um fato. No passado, os primeiros sistemas de troca de informações entre empresas não funcionavam bem por falta de padronização –e foi isso exatamente que a web 2.0 veio a fornecer.

E o avanço chegou em um bom momento. Nos EUA, os grandes investimentos realizados para enfrentar o bug do milênio, antes de 2000, permitiram automatizar a atividade interna das empresas.

Resta efetuar a etapa seguinte: automatizar o intercâmbio de informações entre empresas. E que melhor ferramenta para isso do que a internet?

PERGUNTA - E quanto ao comércio eletrônico?

CERF -Tomemos por exemplo uma empresa que disponha de uma lista de apartamentos para alugar em Dallas, no Texas.

Ela pode inserir essas informações no Google Maps. Quando uma pessoa está procurando casa, o banco de dados da imobiliária mostra todos os apartamentos que atendam aos critérios especificados.

Uma empresa assim estaria utilizando os recursos da web para aumentar o valor de suas informações.

PERGUNTA - Podemos esperar aplicações semelhantes para celulares?

CERF - Com certeza. Trata-se de um objeto que a pessoa carrega aonde quer que vá. Pode-se, nesse caso, apresentar perguntas que não fariam sentido caso o sistema de informação associado desconhecesse sua localização. Procurar o cinema mais próximo, por exemplo.

Os aparelhos móveis abrem as portas à obtenção de informações geograficamente indexadas de grande valor. Já existem 3 bilhões de celulares no mundo, dos quais 15% são capazes de acesso à internet, ou seja, quase meio bilhão de aparelhos. No futuro, para fração significativa da população, o primeiro contato com a internet acontecerá via celular, e não pelo computador.

PERGUNTA - Usar o celular torna menos confortável a utilização da internet?

CERF - À primeira vista, sim. A tela não tem tamanho parecido. Quanto ao teclado, seria ótimo se nós tivéssemos dez centímetros de altura. Mas quase todos nós somos maiores.

É preciso, assim, imaginar novas práticas. O celular que possa detectar a presença de uma tela de computador no local –não haveria motivo para que a informação não pudesse ser transmitida para ela e exibida. O mesmo vale para um teclado sem fio.

As pessoas estão tão acostumadas a usar a internet com um aparelho por vez que nem imaginam que um celular poderia se tornar o coração de uma pequena rede.

Fonte: folhaonline

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Published May 13th, 2008

2012: o ano em que tudo pode parar

Entre o final de agosto e os primeiros dias de setembro de 1859, estupendas auroras boreais puderam ser vistas no céu em vários pontos do planeta. O belo espetáculo de luzes esverdeadas foi documentado nos EUA, em partes da Europa, Japão, Austrália. E o telégrafo deixou de funcionar em vários desses lugares.

Era uma tempestade solar - a maior já documentada. Foi quando se descobriu que elas podem ser belíssimas e que comprometem os sistemas elétricos. Há uma nova tempestade destas começando no Sol. Ela deverá chegar ao seu ápice em 2012, quando veremos auroras boreais bem abaixo da Noruega e muito de nosso equipamento poderá deixar de funcionar.

Em março de 1989, quando houve a última tempestade solar intensa, os mais afetados foram os canadenses da região de Québec. A rede elétrica foi a pico e entrou em colapso. O blecaute durou nove horas e deixou sem energia mais de 6 milhões de pessoas. Na Bolsa de Valores de Toronto, quatro discos rígidos de computador pararam de funcionar um após o outro. O pregão congelou - nem o backup continuava de pé - enquanto a equipe de suporte técnico tentava em vão localizar o causador do mistério. Mais de 6 mil satélites saíram de suas órbitas.

Em 2012, pois é. O primeiro a ser afetado será o sistema de GPS. Atravessar o Oceano Atlântico de veleiro, naquele ano, não será uma boa idéia. (A não ser que alguém na tripulação saiba ler um astrolábio. A tecnologia do século 15 funcionará.) Principalmente no hemisfério norte, é bem possível que a rede elétrica pare de funcionar aqui e ali.

Esta será a primeira tempestade solar intensa que viveremos em plena era da internet, das redes sem fio WiFi, do GPS de uso vasto. Somos totalmente eletrônicos, digitais. Mas, diferentemente da tecnologia do século 15, a do século 21 é susceptível aos humores da estrela mais próxima. HDs vão deixar de funcionar de uma hora para a outra sem que seus donos compreendam o motivo.

A tempestade começa na superfície do Sol, com um vento solar. É um vento rápido, forte, carregado de prótons e elétrons que são lançados no espaço. A carga afeta os vários planetas do Sistema Solar de forma diferente. O campo eletromagnético da Terra nos protege na maioria das vezes da radiação - mas, nos picos da tempestade, não há jeito que nos salve. Ela vem.

O primeiro resultado é o aquecimento da atmosfera. O ar esquenta, a atmosfera se dilata e abocanha um naco que antes pertencia ao espaço. O resultado prático é que satélites de órbita baixa, repentinamente, não estão mais em órbita e sim na atmosfera. Se bobear, alguns caem.

A radiação de prótons e íons que entram no planeta afetam microchips. Eles param de funcionar. Sim, existem chips resistentes a este tipo de radiação - fundamentais para satélites ou naves espaciais. Mas aqueles encontrados dentro de nossos computadores não são assim.

Outra conseqüência da tempestade solar é que ela induz corrente - sim, surge energia elétrica do nada. Em Québec, o que ocorreu foi isso. Ao encontrar as linhas elétricas, os elétrons se concentraram ali. Deu sobrecarga, o sistema parou. Naquela primeira vez em que uma tempestade assim foi documentada, em 1859, enquanto vários telégrafos paravam de funcionar, ao menos dois operadores descobriram, estupefatos, que podiam continuar sua conversa normalmente mesmo após desligarem suas baterias. A linha estava eletrificada.

Há uma saída, claro: é fazer como Jocelyn Auricchio, especialista em games cá do Link. Ele está construindo uma casa. Nas paredes externas, pôs fios que nascem do telhado e escorregam até o chão, enterrando-se metros abaixo da superfície. É uma Gaiola de Faraday. Serve para desviar a eletricidade estática e proteger seu interior.

Fonte: estadao

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Published May 7th, 2008

Suecas vêm para descobrir o Brasil

Estocolmo, 5 de Maio de 2008 - Roxtec, DubTools, Aktavara, MobileArts, Polystar, Birdstep: essas empresas suecas estão vindo ao Brasil. Atuam no mercado de telecomunicações fixas e celulares e enxergam o País como um campo importante para fincar raízes e vender seus produtos. Terão um primeiro contato dias 4, 5 e 6, no Rio e em São Paulo, guiadas pela Câmara Sueca de Comércio. A instituição promove um seminário nesses dias para dar a oportunidade aos empreendedores suecos de pequeno e médio portes a mostrar o que podem fazer às operadoras brasileiras, donas de um mercado de 125 milhões de clientes.

“Há diferenças de mercado que podem ser absorvidas com benefícios para os dois lados”, diz o cônsul sueco no Brasil, Barry Bysted. Segundo ele, as empresas suecas vão ajudar as teles a mesclar seus serviços de modo a atender a públicos tão distintos como o grande contingente de pré-pagos versus o segmento menos numeroso, mas que tem poder aquisitivo elevado, de donos de celulares pós-pagos.

Na Suécia o pré-pago não é relevante, a renda per capita é bem distribuída, o poder aquisitivo é elevado e as tarifas de telefonia estão incluídas entre as três mais baixas do mundo, acima somente das do Chipre e Holanda. A combinação dessas características é explosiva e o mercado de telefonia celular sueco, vigoroso. Apesar disso, há limites de crescimento diante da população - são apenas 9,2 milhões no país inteiro - e por isso as empresas suecas buscam crescer em outros continentes.

A Roxtec faz cabos que conectam redes. Tem crescido 30% ao ano, mas as ligações com estações radiobase crescem em dobro: 60%. Dentre as 12 subsidiárias espalhadas pelo mundo, a Roxtec pretende que a filial brasileira cresça 100% nos próximos três anos. A Roxtec já atua na Rússia e na Ásia, e também na América do Sul, inclusive com a indústria de óleo e petróleo. No Brasil mantém escritório de vendas com 10 empregados. Essa estrutura deve crescer agora. O segmento de telecomunicações tem representado 30% do negócio, a Marinha, outros 30%, petróleo e gasolina, 20% e aplicações industriais, 20%. A Roxtec planeja ter parceiros para se tornar mais abrangente fora de casa. E esse crescimento inclui também o México, Colômbia, Bolívia, Uruguai e Chile.


A DubTools desenvolve programas de música e de conteúdo no celular e tem planos de levar principalmente os primeiros aos clientes brasileiros. Trata-se de uma empresa nova, quase recém nascida. Surgiu no ano passado na Escandinávia e desenvolveu um programa especial para muçulmanos, contendo o Alcorão, com informações temáticas, como a mesquita mais próxima e cânticos.

A gerente Christina Henkel estará no seminário em São Paulo e Rio para mostrar esse serviço que servirá como modelo de serviços a serem desenvolvidos no futuro. A DubTools não planeja investimentos para o Brasil. Trabalhamos com receita compartilhada de seus produtos, diz a executiva. Na Suécia, as teles ficam com 50% e a fornecedora, os outros 50%.
A Aktavara tem 5 anos de existência fazendo software de arquitetura de rede. Seu produto vem sendo utilizado por dez clientes em 5 países diferentes. “Estamos presentes na O2, que é a operadora que mais cresce na Alemanha, na Alice, que é uma operadora de serviços de internet, Bredbands e HaseNet, entre outras”, diz o diretor Andrew Ruckemann.
A empresa atua em ambiente IP. Por isso, conta Ruckemann, tem a Banverket Networks como uma cliente importante. A empresa é a maior operadora de fibra da Escandinávia, com rede ao longo das ferrovias suecas. Eles vendem capacidade às operadoras como Tele, Telenor, e operadoras de TV a cabo.

A Bredbands Bolaged, que é uma operadora “triple play”, também se serve do software da Aktavara. Com a chegada da 3G ao Brasil, o executivo enxerga um potencial muito grande para sua empresa entre as teles brasileiras. “Vamos duplicar as vendas este ano, auxiliados pela internacionalização”, diz Ruckemann. O faturamento no ano passado foi de U$ 2 milhões.
A Polystar também atua na área de software, desenvolvendo planilhas a partir de informações da própria rede, ou seja, ao examinar estatísticas de ligações efetuadas, a Polystar fornece à operadora a chance de formatar serviços de interesse daquele grupo específico. Também funciona para evitar erros recorrentes.A Polystar não quer estar somente no Brasil, visa também a América Latina, mas acredita que somente com presença local conseguira uma boa penetração. Com 3 escritórios nos Estados Unidos, a empresa conta com tradição de 25 anos, mas sabe que precisa ter flexibilidade também para entender mercados novos e emergentes. Opera em 8 países e tem 130 empregados. Nos últimos dois anos, num salto de internacionalização, duplicou o número de pessoas. O desenvolvimento tem ocorrido na Suécia e na China, mas não há restrições para que isso também possa ocorrer no Brasil.

Serviços de mobilidade

Já a MobileArts, que faturou € 1,8 milhão em 2007, provê infra-estrutura para operadoras móveis, com soluções padronizadas, diz o principal executivo, Peter Sjogren, referindo-se a serviços de caixa postal, de localização e de formas de mensagens curtas de texto (SMS), inclusive a possibilidade de direcioná-las à internet. Fornece para operadoras na Noruega, Estônia, Rússia, Ucrânia e Paquistão. Não atua ainda na América Latina mas reconhece que o mercado é interessante e merece ser explorado. “Há muita gente jovem e cresce muito. Enquanto aqui é muito estável (a Suécia)”, comenta.

O seminário de empresas suecas ainda vai trazer a BirdStep, que desenvolve software de conexão de modem a computadores móveis e desktops. Atua em 35 operadoras celulares, entre as quais a TIM, que também está no Brasil, a TMN, controlada pela Portugal Telecom, dona de parte da Vivo, Telia, TurkCell, e outras. O software permite que os usuários usem hotspots.
Por fim, a Câmara Sueca de Comercio vai trazer ao encontro com os brasileiros a IS Tool, que faz sistemas de informação, sem a necessidade de programadores. Segundo o vice-presidente de vendas e negócios, Magnus Hakansson, a Ericsson usa esse sistema no mundo inteiro. Sem ser originalmente voltada a telecomunicações, a IS Tool enxerga no setor uma porta de oportunidade a partir da transformação das operadoras em prestadoras de serviços customizados. “Temos bom produto que se adapta a onde há crescimento. A América do Sul tem um mercado em expansão e as teles precisam gerir muito bem os recursos que entram e os que saem, em busca de ampliar os ganhos”, comenta o executivo.

Fonte: gazetamercantil

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Published April 29th, 2008

Claro lança novas redes 3G no final do mês

Depois da assinatura dos contratos das licenças das faixas de 3G, prevista para esta terça-feira, 29/4, em Brasília, a Claro vai lançar novas redes em 2,1 GHz a partir do final deste mês. Segundo João Cox, presidente da Claro, os fornecedores Ericsson, Huawei e Nokia Siemens “estão sob pressão” para correr com a infra-estrutura permitindo dar início aos serviços.

A empresa já fez um pré-lançamento da rede 3G em Una, na Bahia, neste mês, mas não detalha quais cidades serão as próximas e em que Estados.

A Claro iniciou a oferta da rede 3G em novembro na faixa de 850 MHz em Fortaleza, Recife e Brasília, iniciando logo a seguir nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. As faixas na freqüência de 2,1 GHz, adquiridas no leilão, no final do ano passado, completa a cobertura da operadora no resto do País. A empresa pagou R$ 1,4 bilhão pelas licenças. Além desse desembolso, a América Móvil prevê investimentos de mais R$ 2 bilhões principalmente na infra-estrutura de redes (2G e 3G) em 2008.

Os serviços de valor agregado (SVA) das redes 3G ainda não tiveram reflexos nos resultados da companhia no primeiro trimestre deste ano. O crescimento de 49% da receita em SVA ano a ano deveu-se ao crescimento da transmissão de dados que era muito baixa no início de 2007. A receita líquida de serviços cresceu 22% no trimestre em relação ao primeiro trimestre de 2007.

Sobre a queda do Arpu combinado da Claro no trimestre de R$ 27 para R$ 26 comparado ao mesmo período do ano passado, deveu-se ao incremento da base de assinantes pré-pagos e promoções, como a da oferta de fale um minuto e ganhe 20. “Isso afetou o Arpu mas aumentou nosso tráfego de minutos”, diz Cox.

Outro destaque, segundo o executivo, foi o aumento dos clientes pós-pagos que cresceu 4,6% no trimestre e 39,4% ano a ano, devido principalmente ao aumento da adesão à planos corporativos.

Queda na velocidade

Sobre a defasagem da velocidade da banda larga móvel da rede 3G da Claro, sentida por alguns usuários, e que resultou em um aumento do número de reclamações da operadora junto à Anatel no último trimestre, Cox destaca que apesar da rede HSDPA permitir velocidade de até 7.2 Mbps, no contrato a operadora especifica que a empresa deverá entregar até 10% dessa velocidade, chegando a 1 Mbps.

“Mesmo assim, se há muita concentração do uso em determinada região de São Paulo, por exemplo, essa velocidade pode ser menor. Estamos adaptando nossas estações radiobase à demanda. Esse foi um período de teste”, explicou o executivo. A operadora tem em torno de 1 mil ERBs 3G instaladas no País, sendo em torno de 400 em São Paulo. Outro problema apontado por Cox é que alguns aparelhos 3G não estariam adaptados a velocidades maiores.

Fonte: tiinside

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Published April 28th, 2008

Pedra no sapato das operadoras, Skype testa aplicativo para celular

O Skype lançou uma versão de testes aberta de seu programa de VoIP (Voice over Internet Protocol) para celulares, com suporte a chamadas, chats e outras funções.

Cerca de 50 modelos de celular de fabricantes como Motorola, Nokia, Samsung e Sony Ericsson já são compatíveis com o serviço. Outros aparelhos também devem rodar o aplicativo, se tiverem suporte á linguagem Java.

As funções do Skype para celular já podem funcionar no Brasil (no Rio de Janeiro), no Reino Unido, na Suécia, Dinamarca, Finlândia, Polônia e Estônia. O download já está disponível no site do Skype.

O custo de cada chamada depende de uma série de fatores. Fazer uma chamada internacional para um contato do Skype será mais barato do que fazer chamadas regulares, porque a cobrança feita pela operadora equivale à de uma chamada local ou nacional.

Funções do serviço de VoIP para telefones móveis já funcionam em alguns países, incluindo o Brasil; custo é variável.

A empresa não recomenda o uso em outros países, pois o usuário terá que pagar tarifas de roaming da sua operadora.

O preço da ligação para um outro usuário não-Skype se divide em dois: primeiro, o usuário paga a operadora, como faria normalmente, e depois paga o SkypeOut a taxa referente ao destino para o qual ligou. Portanto, só sai mais barato ligar para o exterior via SkypeOut se as tarifas forem melhores do que as do plano internacional do usuário.

A ligação para outro usuário Skype é tarifada da mesma forma que uma ligação local.

Para enviar mensgaens de texto, o usuário acessa a rede de dados e também paga por isso. Nestes casos, o Skype recomenda o uso de um plano fixo de dados.

No entanto, o tráfego de dados é pequeno. Uma pessoa com 20 contatos, que fica offline por uma hora, usa mensagem instantânea por 10 minutos e faz uma ligação de 20 minutos por dia utilizaria 1 megabyte (MB) por mês, segundo o Skype.

Fonte: pcworld

Published April 22nd, 2008

Celular 3G da Tim começa a ser vendido hoje

Depois da Claro, agora é a vez da TIM entrar na onda 3G. A partir de hoje, os aparelhos de terceira geração já estão à venda nas lojas da operadora no Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba e Florianópolis. Uma das novidades mais esperadas no mercado de telecomunicações, a tecnologia 3G disponibiliza todos os serviços atualmente oferecidos pelo GSM, com acesso à internet banda larga até dez vezes mais rápido, além da função videochamada que permite ver e ouvir a pessoa com quem se está falando. Nos próximos dois anos, a TIM vai investir cerca de R$ 8 bilhões na expansão do 3G no Brasil.

Ao contrário do que fez a concorrente quando lançou o 3G no país, a TIM não vai obrigar os clientes a comprarem, junto com o aparelho compatível com a tecnologia, um chip e um plano específico para este serviço. “Esse é o nosso grande diferencial. O cliente pode continuar com o mesmo plano e o chip que utiliza, só terá que adquirir o celular”, aponta o diretor geral da TIM Nordeste, Rogério Lyra. Os telefones terão preços subsidiados, com valores que variam de acordo com a franquia de minutos contratada. De um total de quatro opções, o modelo mais barato é o Nokia 6120, que custa entre R$ 42,90 (TIM Brasil 400) e R$ 62,90 (TIM Brasil 60).

Para disseminar o uso da tecnologia 3G, a operadora vai disponibilizar gratuitamente até 30 de junho o acesso gratuito a serviços como You Tube Mobile e a programação de diversos canais da TIM TV - depois é cobrado entre R$ 3,99 e R$ 9,99 pela assinatura. Até esta data, todas as videochamadas terão a mesma tarifação das chamadas de voz (a empresa não divulgou qual será o custo após o prazo). Por 30 dias, haverá um bônus de 250 MB para uso da internet e conteúdos TIM Music Store, Google Maps e UOL.

Inicialmente, o 3G da TIM só estará disponível para os clientes pós-pagos. “Mas isso poderá ser ampliado. Outros serviços como TIM Web e o TIM Casa Flex também começaram assim e hoje estão disponíveis para todos os usúários”, conta Lyra. Serão mantidos os pacotes de 40 MB (R$ 19), 250 MB (R$ 29) e 1 G (R$ 69) para acesso a internet, com up grade para a velocidade de até 1 Mbps (o máximo dentro da tecnologia 3G da TIM), mantendo os mesmos valores. A banda larga com acesso ilimitado está custando R$ 99,90.

O lançamento do 3G será concentrado nos principais centros urbanos, em geral capitais. A TIM levou a tecnologia primeiro ao Nordeste e ao Sul do país porque nessas áreas há uma disponibilidade na frequência 850 MHz, utilizada pela tecnologia TDMA. “Para Rio de Janeiro e São Paulo precisamos da liberação da Anatel para a frequência 2.100 MHz. Mas fora da cobertura 3G, os aparelhos funcionam sem problemas na rede GSM”. O diretor ressalta que os serviços 3G têm limitantes, algo que, na sua opinião, não tem sido muito divulgado. “A internet poderá ficar mais lenta se houver muitos usuários acessando ao mesmo tempo”, alerta.

Fonte: pernambuco

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Published April 21st, 2008

Motorola dividirá companhia em duas em 2009

A Motorola deverá dividir a empresa em duas unidades independentes em 2009, que terão capital aberto em bolsa. Uma que abrange o negócio de dispositivos móveis e outra de banda larga e soluções móveis, que inclui mobilidade para a área empresarial, governo e segurança pública, e negócios domésticos e de rede.

As vendas no segmento de redes móveis e doméstica foram de US$ 2,7 bilhões, 11% acima de igual trimestre do ano anterior. Os ganhos operacionais caíram para US$ 192 milhões comparados a US$ 223 milhões do período anterior.

No ano, as vendas somaram US$ 10 bilhões, com aumento de 9% em relação a 2006 e geraram ganhos operacionais de US$ 709 milhões ante US$ 787 milhões. Foram vendidos 3,4 milhões de dispositivos de entretenimento digital durante o trimestre, com recorde no trimestre em set-tops IP, e embarcados 50 milhões de cable modems com plataforma de VoIP integrada.

Fonte: Tiinside

Published April 20th, 2008

Operadoras e fabricantes apostam na 4G

SÃO PAULO – Empresas como Nokia, a Sony Ericsson e NEC fizeram um acordo sobre o padrão LTE, considerado a 4G dos celulares.

As empresas concordaram em cobrar “preços justos” pelas licenças de patentes de tecnologias envolvidas no padrão, de forma que o preço dos royalties não fique superior a 10 dólares por notebook. Alcatel-Lucent, Next Wave Wireless, Siements e Ericsson também participaram do acordo.

O padrão LTE (Long Term Evolution) incrementa as redes 3G UMTS/WCDMA e é considerada concorrente do WiMax. Redes LTE já estão em desenvolvimento nos Estados Unidos, Japão e na China.

Fonte: Info