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Archive for the ‘Celulares’


Published April 20th, 2008

Operadoras e fabricantes apostam na 4G

SÃO PAULO – Empresas como Nokia, a Sony Ericsson e NEC fizeram um acordo sobre o padrão LTE, considerado a 4G dos celulares.

As empresas concordaram em cobrar “preços justos” pelas licenças de patentes de tecnologias envolvidas no padrão, de forma que o preço dos royalties não fique superior a 10 dólares por notebook. Alcatel-Lucent, Next Wave Wireless, Siements e Ericsson também participaram do acordo.

O padrão LTE (Long Term Evolution) incrementa as redes 3G UMTS/WCDMA e é considerada concorrente do WiMax. Redes LTE já estão em desenvolvimento nos Estados Unidos, Japão e na China.

Fonte: Info

Published April 17th, 2008

Recurso de interatividade chega antes à TV digital de celulares

Enquanto estiver assistindo à TV no telefone, você poderá participar de votações, obter informações sobre os programas, baixar o jingle do comercial e até comprar uma roupa igual à da protagonista da novela.

A tão propagada interatividade da TV digital - que ainda não apareceu - também chegará ao celular. E deve ser antes do que na TV “fixa”. A interatividade no celular usará tanto o sinal digital das emissoras de TV como a conexão da operadora de telefonia. Para receber dados, como enquetes, não se paga nada, já que a própria emissora faz a transmissão. Quando for necessário mandar uma resposta à emissora, como um voto, aí sim paga-se.

Como a interatividade utiliza a rede de telefonia para estabelecer a comunicação com a rede de televisão, o uso do sistema pode ser interessante para as operadoras. Mesmo sem gastar nada enquanto assiste à programação da TV aberta, o usuário obrigatoriamente consumirá sua franquia de tráfego de dados para interagir.

Mais otimista, a Samsung prevê que a interatividade móvel estará disponível a partir do segundo semestre. Globo e Vivo são mais cautelosas e afirmam que “sai ainda neste ano.” José Marcelo do Amaral, diretor de tecnologia da Record, avisa: “A interatividade chegará primeiro no celular do que na TV da sala. Há problemas com o licenciamento do software de interatividade para receptores ‘fixos’.”

Um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento do software Ginga, que padronizará a interatividade, o professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Guido Lemos de Souza Filho, explica a situação: “O software para celulares usa uma linguagem mais simples, de código livre, que não exige o pagamento de licenças. Já o software para os receptores ‘fixos’ usam uma linguagem mais complexa, ainda em fase de discussão de licenças.”

Segundo ele, a especificação do Ginga para o celular foi fechada em janeiro. Mas os fabricantes trabalham somente agora para tornar o software compatível com seus celulares. “Eles só tinham como adequá-lo quando os aparelhos estivessem prontos.” Souza Filho explica que esse processo leva dois meses. Ou seja, a partir de julho, já seria possível ter celulares interativos.

Os aparelhos da Samsung e da Semp Toshiba que chegam ao mercado agora não terão o software de interatividade. A Samsung promete que, quando estiver disponível, será possível instalá-lo nos aparelhos. Já a Semp Toshiba se esquiva. Por e-mail, informa que “como o Ginga ainda não está definido, não temos como saber como se dará a atualização”.

Enquanto isso, Globo, Band, RedeTV!, Cultura e MTV já começam a estudar o assunto. A Cultura faz planos concretos. Até o fim do ano deve ter aplicações interativas para programas infantis, com jogos, e para o programa cultural Metrópolis. “Nas eleições municipais, já iremos ter alguns testes no ar”, diz o diretor de novas mídias da emissora, Ricardo Mucci.

Fonte: ultimosegundo

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Published April 17th, 2008

Nokia apresenta concorrente para iPhone

A Nokia confirmou o desenvolvimento de um telefone celular com tela sensível ao toque que concorrerá diretamente com o bem sucedido iPhone, da Apple.

De codinome “Tube”, este será o primeiro aparelho da companhia finlandesa a ser completamente controlado pelo toque. O dispositivo também oferecerá suporte a Java e conectividade web, com funcionalidade confirmada de transferência automática de fotos para sites.

Especula-se que o aparelho será uma plataforma de vídeo portátil, e graças ao novo padrão de TV digital portátil DVB-H, o Tube provavelmente será uma televisão também.

Diferente do iPhone, a tela do Tube parece ser menor, além de não possuir o botão Home, que no aparelho da Apple retorna ao menu principal do sistema. Acredita-se, ainda, que o novo aparelho da Nokia rodará sob a plataforma Symbian S60.

O aparelho foi apresentado durante a conferência de desenvolvedores Evans Data, que aconteceu na Califórnia, Estados Unidos, mas nenhuma data de previsão de lançamento foi mencionada até o momento.

Fonte: tvcanal13

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Published April 15th, 2008

Japonesa Willcom lança 1o celular com chip Atom da Intel

TÓQUIO (Reuters) - A fabricante japonesa de telefones Willcom apresentou os primeiros celulares do mundo com microprocessadores Centrino Atom, da Intel, em sua nova empreitada para obter novos usuários num mercado saturado.

A Willcom, que possuía 4 por cento do mercado de telefonia móvel do Japão até o fim de março, afirmou que planeja atrair entre 50 e 100 mil novos usuários com seu telefone D4, que executa o sistema operacional Windows Vista, da Microsoft .

Cerceada num mercado dominado pelas operadoras NTT DoCoMo e KDDI Corp, a Willcom tem se focado em aparelhos com tecnologia de ponta, mais caros, e com atributos parecidos com computadores, visando usuários corporativos.

A empresa vendeu nos últimos três anos entre 150 mil e 200 mil celulares inteligentes (smartphones). A base de usuários da Willcom era de 4,6 milhões até o final de março.

O novo celular da empresa, que apresenta uma touchpad (área sensível a toque para controle do cursor) feita pela Sharp, deve chegar ao mercado em meados de junho custando 128,6 mil ienes (1,272 mil dólares).

No início deste mês, a Intel lançou os chips Centrino Atom com recursos gráficos integrados. A empresa norte-americana tem como objetivo equipar aparelhos portáteis com funções similares aos recursos de um PC, mas que não drenam num instante a bateria dos dispositivos.

Fonte:  Br.reuters

Published April 15th, 2008

Samsung aposta em celulares com foto, música, 3G e TV digital

Daniela Moreira, editora-assistente do IDG Now!

Companhia planeja encerrar 2008 com mais 20 modelos na área de telefonia e deve oferecer modens USB para redes 3G até o meio do ano.

A Samsung anunciou nesta segunda-feira (14/04) a incorporação de novos modelos de celulares ao seu portfólio no Brasil, incluindo recursos como foto, música, suporte a 3G e TV digital.

A companhia, que faturou 2,1 milhões de dólares no Brasil em 2007 (um crescimento de 30% sobre o ano anterior), planeja encerrar o ano de 2008 com 20 lançamentos na área de celulares no País e deve começar a vender modens USB para redes 3G até o meio do ano.

Uma das novidades anunciadas pela empresa é a chegada do primeiro modelo com suporte a TV digital, o V820L, às lojas da operadora Vivo. “Não deve passar de duas semanas”, assegura Oswaldo Mello, diretor da divisão de telecom da Samsung.

De acordo com o executivo, também há demanda para a oferta do aparelho em outras praças, embora o sinal de TV digital esteja disponível apenas em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

O V820L é compatível com redes 3G e traz antena retrátil para receber o sinal de TV digital. O aparelho tem display duplo e giratório em OLED, MP3 player e câmera de 2 megapixels ou VGA - esta última para realizar videochamadas. O valor do aparelho é 1.499 reais, mas ele deve ser oferecido por 1 mil reais com subsídio das operadoras em planos pós-pagos, segundo Mello.

No segmento musical, a fabricante lançou os modelos F250 e F210. O F-250, que já está nas lojas, traz câmera de 1.3 megapixel, cartão microSD de 512 MB (megabytes) e está disponível nas cores grafite com prata, azul com prata e marinho com branco. O preço sugerido é de 599 reais.

Já o F210, que chega às lojas em maio, oferece amplificador digital para otimizar o uso da função player musical, memória interna de 1GB, rádio FM com reconhecimento de música e câmera de 2 megapixel. O preço sugerido é de 799 reais. Ambos os modelos estão sendo promovidos em uma campanha que reúne Paula Toller, Falcão e DJ Marky em um single exclusivo.

Outra adição ao portfólio é uma nova versão do G600, que tem apenas 15 milímetros de espessura e agrega câmera com 5 megapixels, estabilizador e editor de imagens. O aparelho também traz rádio FM. O G600 já está disponível no mercado, por 1.199 reais.

O portfólio 3G da fornecedora também ganha uma adição, o smartphone i617, com sistema operacional Windows Mobile 6.0 e versões móveis do Outlook e do Microsoft Office. O dispositivo também possui navegação por GPS e câmera de 2 megapixels. O aparelho chega ao mercado ainda em abril pelo valor de 1.399 reais.

Finalmente, no segmento de aparelhos mais simples os modelos J700 – com design slide-up ultrafino – e o C275, em formato dobrável e com rádio FM embutido, completam os lançamentos da Samsung. Os preços sugeridos dos modelos são, respectivamente, 549 reais e 199 reais.

Fonte: Pcworld

Published April 15th, 2008

CTBC inicia operações de 3G em sua área de concessão

A CTBC, empresa de telecomunicações do grupo Algar, iniciou ontem os serviços de terceira geração de telefonia celular (3G) em partes de sua área de concessão que abrange 87 municípios localizados nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Mato Grosso. A operadora fechou o ano passado com 1, 202 milhão de clientes em telefonia fixa, celular e banda larga, um aumento de 4% em relação ao ano anterior.

Para este ano, a meta é um crescimento de 9% na base de clientes a partir da oferta de serviços tanto em 3G como pela convergência dos serviços de telefonia fixa e móvel, banda larga e TV.

Inicialmente a tecnologia 3G será oferecida em banda larga móvel com até 1 Mbps e videochamada por celular. Até o final do ano, o serviço deverá ser estendido a outras opções de transmissão de dados desenvolvidos pela própria empresa. A companhia é a primeira operadora a difundir o uso da tecnologia em municípios do interior do país em sua área de concessão.

De acordo com o presidente da CTBC, Divino Sebastião de Souza, este será um diferencial para a operadora. “É um serviço novo no Brasil, mas que deverá trazer soluções para a atividade rural, em fazendas onde não é possível acessar a internet”, diz. Para ele, a principal vantagem da tecnologia é a mobilidade, por permitir a utilização da internet em alta velocidade e outros conteúdos pelo celular.

A empresa pretende comercializar apenas aparelhos celulares 3G dual band, para sintonização das duas freqüências, de 850 e 2100 MHz cobertas pela empresa e por outras operadoras do Brasil. Com isso, o cliente poderá utilizar os serviços em todo território nacional depois que todas as outras empresas lançarem seus serviços em suas áreas de concessão. A CTBC comercializará ainda o mini modem em suas lojas.

Nos primeiros meses, considerada a primeira fase da operação, a tecnologia 3G da CTBC estará disponível na freqüência 850MHz para Uberlândia e Uberaba, em Minas Gerais, e Franca, em São Paulo. Essa licença, adquirida pela empresa em 2005, favoreceu a oferta da tecnologia na região do Brasil Central. “Por ser um serviço novo, este será um teste tanto para as operadoras, quanto para o cliente e por isso priorizamos os centros com maior concentração de clientes”, afirmou Souza.

A partir de agosto os serviços serão estendidos para outros 14 municípios dos Estados onde a operadora atua o que, conforme o presidente da CTBC deverá ocorrer de forma mais rápida. Nestas regiões, a empresa usará a cobertura de 2100 MHz, licença adquirida por R$ 32 milhões no leilão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), realizado em dezembro de 2007. Assim, até o final do ano, a companhia oferecerá a rede nas duas freqüências. Em 2007, a CTBC registrou lucro líquido de R$ 25,2 milhões, crescimento de 41,6% em relação ao ano anterior.

A empresa iniciou em 2007 a migração de toda a rede para uma plataforma sobre o protocolo IP, ou de próxima geração (NGN), que deve ser concluída até 2012. Para essas operações foram aplicados 21% dos investimentos totais da companhia, de R$ 159,9 milhões o que permitirá a integração dos seus serviços de telefonia fixa e móvel, banda larga e TV.

Fonte: Ultimosegundo

Published April 14th, 2008

CTBC estréia rede 3G em MG e SP

A operadora CTBC estreou sua rede 3G nas cidades de Franca (São Paulo), Uberlândia e Uberaba (Minas Gerais). Nesta primeira fase, a rede irá operar na freqüência de 850 MHz. A tecnologia 3G será utilizada pela operadora para oferecer videochamada pelo celular e banda larga móvel, com velocidade de até 1 Mbps, com modem USB ou placa PCMCIA.

A operadora vai expandir o serviço em agosto, utilizando a freqüência de 2100 MHz, para 14 cidades da sua área de concessão, como Itumbiara, Patos de Minas, Pará de Minas, Nova Serrana, Frutal, Ituiutaba e Iturama (MG), Itumbiara (GO), Paranaíba (MS), Batatais, Orlândia, São Joaquim da Barra, Guairá e Ituverava (SP).

No leilão da Anatel, realizado em dezembro do ano passado, a CTBC obteve a licença da região do Triângulo Mineiro e parte dos Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo, utilizando a freqüência de 2100 MHz.

Fonte: Info

Published April 13th, 2008

3G no Brasil: 2008 terá lançamentos; comércio fica forte em 2009

Diretor da 3G Américas diz que Claro e Telemig (agora Vivo) saíram na frente, mas que serviço só vai se popularizar quando as demais operadoras lançarem suas redes.

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD

O dia das mães é uma data que pode pressionar o Tribunal de Contas da União (TCU) a acelerar a aprovação das transações de compra de espectro realizadas durante o leilão de terceira geração realizado em dezembro do ano passado – o que viabiliza o lançamento dos serviços.

Mas mesmo se isso acontecer, o diretor da 3G Américas para América Latina e Caribe, Erasmo Rojas, acredita que ainda leva algum tempo para que as atividades comerciais se tornem intensas. “Esse ano é mais de lançamentos e a assinatura dos primeiros pacotes de serviços, que na verdade se intensificam mesmo em 2009”, diz.

O executivo acredita que apesar de Claro e Telemig Celular (que a Vivo adquiriu) terem lançado seus serviços em novembro do ano passado, com espectro que já possuíam – de 850 MHz a 1800 MHz – as ofertas e adesão dos consumidores só vai ser expressiva quando esse mercado tiver concorrência.

O foco de quem já fez lançamentos é o mercado corporativo e também os usuários de planos pós-pagos. “Quem já fez lançamento – justamente para sair na frente e ter um diferencial, procura anunciar ofertas que chamem a atenção e um dos destaques são as videochamadas”, diz.

A liberação de mais lotes de banda de terceira geração, no entanto, pode representar um benefício para o Brasil, que poderá cobrir mais cidades do interior com sinal de celular e levar também acesso a banda larga. “A divisão digital tende a diminuir”, afirma Rojas.

Fonte: Computerworld

Published April 13th, 2008

Lucro vai alimentar programas de espionagem móveis

O spyware passou dos computadores para os telemóveis, e apesar de ainda existir em menor quantidade nestes, é consideravelmente mais difícil de detectar e de combater. Espera-se que os programas de espionagem para telemóveis se tornem mais sofisticados e mais difíceis de detectar à medida que o negócio em redor das ferramentas necessárias para esse software continue em expansão.

O alerta foi dado na conferência Black Hat. Jarno Niemela, investigador de anti-vírus do fabricante finlandês F-Secure, afirma que os programas de espionagem disponíveis no mercado são poderosos, apesar de o seu código não ser propriamente sofisticado. No entanto, os lucros deste mercado estão a gerar incentivos cada vez maiores para novos programadores – e isso, alerta Niemela, pode tornar este tipo de software mais difícil de detectar. O investigador traçou um paralelismo com os programadores de malware no mercado de computadores – onde actualmente muitos hackers dedicam-se a conceber e a vender ferramentas de hacking fáceis de utilizar a hackers menos experientes, ao invés de eles mesmos realizarem acções de hacking.

Uma das mais recentes ferramentas de espionagem móvel disponíveis no mercado é a Mobile SpySuite, que Niemela crê ser o primeiro gerador de ferramentas de espionagem para equipamentos móveis. O Mobile SpySuite está à venda por cerca de oito mil euros e permite a um hacker desenvolver uma ferramenta personalizada para vários modelos de telemóveis Nokia.

Ainda assim, a quantidade de programas deste tipo para telemóveis ainda é incomparavelmente inferior à quantidade que existe para computadores. No entanto, o software para telemóveis é bem mais difícil de detectar – sobretudo porque encontrar na Internet amostras de programas para análise ser uma tarefa complicada. Dois dos mais conhecidos programas de espionagem são o Neo-call e o FlexiSpy. O primeiro consegue enviar SMS secretamente para outro telefone, com uma lista de contactos telefónicos e combinações de teclas pressionadas. O segundo dispõe de uma interface baseada em Web para exibir detalhes sobre as SMS e as chamadas – como a hora, a duração ou os números de telefone. O FlexiSpy pode até utilizar o receptor de GPS de um telefone para determinar a localização da vítima do ataque.

Normalmente, porém, é necessário aos hackers terem acesso directo ao telefone para instalarem o software. Fabricantes de sistemas operativos como o Symbian já activaram funcionalidades de segurança como o registo de aplicações, que procura prevenir a instalação de programas nocivos.
Spyware móvel mais frequente em empresas

Há indícios de que as empresas encontram cada vez mais spyware móvel nos telemóveis corporativos – e esses indícios têm origem em organizações algo cautelosas em falar sobre esse assunto. “Houve casos de clientes corporativos a colocar perguntas muito detalhadas acerca de ferramentas de espionagem, sem mencionar para que fim necessitariam daquelas informações”, afirma Niemela.

Como medida de protecção contra esta ameaça, Niemela recomenda a actualização constante do sistema operativo, e a utilização de um software anti-vírus. E, claro, proteger o telemóvel com palavra-chave para o caso de alguém ter acesso indevido a ele. Os administradores de TI das empresas podem também tomar medidas para que nos telemóveis corporativos apenas seja possível instalar algumas aplicações pré-definidas.

Fonte: Computerworld

Published April 13th, 2008

NXP e STMicroeletronics anunciam fusão

A NXP, empresa de semicondutores oriunda da Philips, e a STMicroeletronics, fornecedora de soluções para produtos de telefonia móvel, divulgaram nesta sexta-feira, 11, seu plano de fusão das operações wireless, formando uma joint-venture. A nova unidade vai fortalecer a atuação das duas empresas no fornecimento de soluções para telefonia celular nas áreas 2G, 2.5G, 3G e multimídia.

A fusão unirá duas companhias que, juntas, registraram um faturamento de US$ 3 bilhões em 2007. A joint-venture também deterá centenas de patentes, tornando-se uma das três líderes do setor de telefonia e comunicação.

A nova empresa atua com soluções de UMTS (Universal Mobile Telecommunication System), voltadas a funcionalidades de telefonia celular como WiFi, Bluetooth, GPS, rádio FM, USB e UWB (Ultra-wide band). Além disso, a joint-venture integrará as operações sem fio da Silicon Laboratories e as operações GPS da GloNav, adquiridas recentemente pela NXP.

Fonte: Baguete

Published April 13th, 2008

Vivo não está mais vendendo smartphones 3G em suas lojas

Daniela Moreira, editora-assistente do IDG Now!

*Colaborou Nando Rodrigues, editor da PC World

Para analista, movimento sinaliza intenção da operadora de migrar toda a base de usuários da tecnologia CDMA para o GSM.

A Vivo não está mais abastecendo suas lojas com smartphones com suporte a 3G, como o popular Moto Q. Somente as lojas com estoque remanescente têm aparelhos compatíveis com a tecnologia EV-DO, de transmissão de dados em alta velocidade em redes CDMA, para oferecer.

Contudo, a oferta de placas PCMCIA, Express Card ou modem USB para conexão ao serviço EV-DO via computador será mantida. A operadora oferece serviços baseados na tecnologia há quatro anos e possui uma base de 400 mil usuários de banda larga móvel via rede celular.

De acordo com a assessoria de imprensa da operadora, a decisão de não oferecer mais aparelhos com suporte a EV-DO foi uma adequação de portfólio feita a partir da própria demanda dos usuários. Hoje, praticamente 100% do portfólio de celulares da operadora já é GSM.

Para o analista Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, a medida já antecipa a intenção da operadora de fazer uma transição total da sua base de usuários CDMA para a rede GSM.

“O EV-DO só deve ser mantido até estrear a nova rede HSDPA estrear”, opina Tude. “A transição da base será natural, até porque a cobertura da nova rede será maior”, ele acrescenta.

A Vivo sustenta que vai manter as duas redes. A empresa possui grandes clientes corporativos que utilizam serviços dados EV-DO – um deles é a Petrobras. “O serviço pode fazer sentido em situações específicas como esta”, admite Tude.

A decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de suspender a assinatura dos contratos da 3G – cuja licitação aconteceu em dezembro – nesta semana pode atrasar a estréia da rede de terceira geração da Vivo, assim como as das suas concorrentes. O órgão pediu um prazo para avaliar os contratos antes da assinatura.

Fonte: Pcworld

Published April 13th, 2008

CTBC inicia operação da rede 3G

A partir desta quinta-feira (10/04) a CTBC, empresa de telecomunicações do grupo Algar, começa a operar a terceira geração de telefonia celular (3G) em sua área de concessão. Inicialmente, a tecnologia será oferecida em banda larga móvel com até 1 Mbps e videochamada por celular.

Até o final do ano, o serviço será estendido a outras opções de transmissão de dados desenvolvidos pela própria CTBC. Nos primeiros meses, a primeira fase da operação estará disponível na freqüência 850MHz para Uberlândia e Uberaba, em Minas Gerais, e Franca, em São Paulo. A licença, adquirida pela empresa em 2005, favoreceu a rápida oferta do 3G na região do Brasil Central.

A partir de agosto, cidades como Itumbiara, Patos de Minas, Pará de Minas, Nova Serrana, Frutal, Ituiutaba e Iturama (MG), Itumbiara (GO), Paranaíba (MS), Batatais, Orlândia, São Joaquim da Barra, Guairá e Ituverava (SP) também poderão usufruir. Nestas regiões, a empresa usará a cobertura de 2100 MHz, licença adquirida pela empresa após o lance de R$ 32 milhões no leilão da Anatel em dezembro de 2007.

Até o final do ano, os clientes vão contar com a cobertura tanto nos Estados Unidos (850MHz) quanto na Europa (2100 MHz).

A estratégia da empresa é difundir a tecnologia em etapas, acompanhando a instalação de redes e antenas compatíveis nas diferentes regiões de atuação para que os clientes possam usufruir do serviço por completo, principalmente à medida que a empresa ofereça novas opções de uso do 3G.

Fonte: B2bmagazine

Published April 11th, 2008

Unibanco: ambiente para portabilidade numérica no Brasil é favorável

O Unibanco divulgou pesquisa em que avalia a adoção da portabilidade numérica no Brasil, que está prevista para acontecer em meados deste ano. Para o banco, o ambiente operacional e regulatório para a portabilidade numérica no Brasil é favorável.

De acordo com o Unibanco, as principais variáveis que determinam se a portabilidade terá sucesso são: quem será responsável por iniciar o processo para portabilidade, a troca de informações sobre os números portáteis e como a portabilidade se tornará operacionalmente viável. No entanto, o banco observa que o que mais vai estimular a portabilidade numérica é a qualidade (ou a falta dela) nos serviços prestados.

O banco identificou três fatores que sugerem que a portabilidade numérica vai dar certo no Brasil: a taxa para portabilidade é baixa (deve ser de R$ 3), curto período para concluir o processo (a Anatel determinou de 3 a 5 dias) e a estrutura regulatória apropriada criada pela Anatel.

“Nós enfatizamos que as empresas de telecomunicações no Brasil tiveram tempo suficiente para se preparar para a portabilidade numérica, o que possivelmente vai mitigar seus prejuízos”, afirmou o analista Carlos Constantini.

Fonte: Ultimosegundo

Published April 11th, 2008

Triple play pode ter vida curta, diz IDC

Fora do Brasil, empresas tiveram de acrescentar serviço móvel

Monica Ciarelli

As operadoras de telefonia e as empresas de TV a cabo brigam pelo mercado brasileiro do chamado triple play, pacote de serviços que reúne telefone, banda larga e TV por assinatura. Mas será que vale a pena? Um estudo da consultoria IDC mostra que o sucesso do triple play pode ter vida curta no Brasil.

Em seu último boletim sobre o mercado de telecomunicações, a consultoria lembrou que a experiência em mercados mais maduros, como o Canadá, ficou abaixo das expectativas. O trabalho mostra que a oferta de triple play não foi um diferencial para as operadoras de telefonia fixa e empresas de TV a cabo.

Além disso, as vendas não resultaram em aumentos de receitas. Segundo a consultoria, passada a onda do lançamento, ficou nítido para as empresas que um incremento das receitas só seria possível com a inclusão de novos serviços. A constatação deu origem ao quadruple play, que também coloca à disposição dos consumidores os serviços de celular e mobilidade, como banda larga móvel.

Para Vinicius Caetano, analista de telefonia do IDC, o Triple Play muito em breve vai deixar de ser um diferencial para virar commodity no mercado brasileiro. “O triple play será visto simplesmente como uma plataforma para agregar novos serviços. E, da mesma forma que no Canadá, as empresas que aqui ofertam os pacotes terão de se valer do quadruple play e de novos serviços para angariar mais receita”, disse.

Caetano acrescenta que há sinergia para isso no mercado brasileiro. Ele lembra que importantes empresas de telefonia fixa e de cabo têm como matrizes companhias que possuem participação em operadoras celulares. Segundo ele, outro fator que reforça o interesse pelo quadruple play é a tendência para a interatividade via TV, já que os pacotes contemplam TV digital e banda larga.

O triple play tem incentivado as vendas da Net. Sua base de clientes de televisão cresceu 15,5% no ano passado, para 2,475 milhões. Os assinantes de banda larga aumentaram 64,7%, para 1,423 milhão, e os de telefonia subiram 211,5%, para 567 mil. A Telefônica passou a oferecer TV paga como uma reação à Net.

Fonte: Estadao

Published April 11th, 2008

Ericsson acelera HSPA até 42 Mbps em Los Angeles

A Ericsson fez as primeiras demonstrações da tecnologia HSPA Evolution com velocidade até 42 Mbps no CTIA Wireless 2008, em Las Vegas. Atingir esta meta é, para a fabricante, “um importante marco na indústria” e “reforça posição do HSPA como principal tecnologia de banda larga móvel”.

Esta velocidade é alcançada através da combinação da tecnologia de modulação (64QAM), em conjunto com a tecnologia de antena MIMO - Múltiplos Input e Múltiplos Output 2×2 - e permitirá aos operadores aproveitar as infra-estruturas de rede existentes para satisfazer as necessidades dos consumidores no que se refere a serviços de multimédia avançados.

As soluções de acesso via rádio WCDMA/HSPA da Ericsson oferecem um caminho evolutivo para a tecnologia HSPA. De acordo com a empresa, a família de antenas RBS 3000 são compatíveis tanto com redes HSPA Evolution como para LTE, a chamada quarta geração.

Com estas capacidades, são obtidos benefícios para os dois lados do mercado, ou seja, para os consumidores, que podem desfrutar da velocidade obtida, e para os operadores que serão capazes de reduzir os custos operacionais da rede graças ao aumento da produtividade estimulada pelo HSPA Evolution, explica Ulf Ewaldsson, vice-presidente e gestor de produto da área de rádio da Ericsson.

O HSPA Evolution está a ser lançado comercialmente em 80 países, de todos os continentes, com 90 das redes a serem desenvolvidas pela Ericsson que, em comunicado, refere que “o primeiro passo do HSPA Evolution será introduzido em 2008″.

Fonte: Tek