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Archive for the ‘IPTV’


Published October 2nd, 2008

Operadora japonesa lança set-top box para celular

Um novo equipamento lançado no Japão promete facilitar a transferência de músicas e vídeos para o celular. A AU Box da operadora japonesa AU, possui uma entada para CD e DVD na frente e atrás, além de portas para conexão com a internet e televisão.

O aparelho foi desenvolvido para que os usuários possam ouvir música e assistir vídeos de CDs, câmeras, TV e internet e colocar tudo no celular. Além das funcionalidades de mídía, o decodificador pode ser conectado ao computador e ser utilizado para navegação na internet ou assitir vídeos on demand da loja Lismo.

Toda a nevagação é feita remotamente, por meio do celular ou keypad. Os usuários também poderão assistir TV a cabo por meio da Hikari One IPTV, serviço da operadora KDDI.

Fonte: Adnews

Published August 14th, 2008

Telefonia: portabilidade numérica deveria custar R$ 10 ao usuário

Para o diretor de negócios e assuntos regulatórios da Clear Tech, Marcos Bellotti, o valor cobrado pelo serviço da portabilidade numérica, que possibilita ao usuário da telefonia mudar de operadora, sem ter de trocar o número de telefone, deve ficar em torno de R$ 10. “Esse é um valor mundialmente competitivo”, afirma.

A Clear Tech é a empresa responsável pela implementação e operação da plataforma que permite a troca de mensagens entre as empresas de telefonia em relação à portabilidade.

Os preços da portabilidade ainda serão definidos pelo Conselho Diretor da Anatel e cobrados do usuário apenas uma vez pela prestadora para a qual ele deseja mudar.

Além disso, a operadora poderá isentar o consumidor da tarifa, mas terá de repassar o valor para uma entidade administradora, que irá gerenciar o processo de portabilidade.

Testes

Os testes operacionais para adequação ao novo serviço estão sendo realizados desde 15 de julho pelas operadoras. Mas, segundo a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), os resultados apresentados até agora são insatisfatórios.

As operadoras de telefonia fixa e móvel têm mais 20 dias para fazer os últimos ajustes no sistema.

A entrada em vigor para a primeira fase do calendário de implantação está prevista para o dia 1° de setembro, e a Anatel garante que o prazo não será revisto.

Sem atrasos

Na semana passada, a agência convocou uma reunião com todas as empresas envolvidas no processo de implementação da portabilidade numérica para avaliar o andamento dos testes e anunciou que vai acompanhar sistematicamente o trabalho das operadoras, para que não haja atrasos no cronograma.

Entretanto, representantes das empresas de telefonia já alertaram para a necessidade de ter mais tempo para a conclusão dos teste. No mês passado, a Abrafix (Associação Brasileira de Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutável) e a Acel (Associação Nacional das Operadoras Celulares) enviaram correspondências à Anatel informando sobre problemas das empresas.

As operadoras preferem não comentar sobre a fase de implementação da portabilidade e a Anatel também não explicou porque considerou os testes insatisfatórios.

Projeto piloto

Para Bellotti, a complexidade do processo e os gastos que ele envolve podem ser as principais dificuldades encontradas pelas operadoras.

Segundo o diretor, se a Anatel não alterar o prazo para entrada em vigor do serviço, é possível que o sistema comece a funcionar mesmo sem estar completamente pronto.

“Os primeiro dias serão um período piloto, para a realização dos ajustes necessários, e cada operadora deve determinar suas estratégias de contingência”, ressaltou Bellotti à Agência Brasil.

Portabilidade numérica

A ativação do serviço será feita por etapas, de acordo com o código da área (DDD) de cada região. A previsão é que, até março de 2009, o sistema já esteja disponível em todo o País.

No dia 1° de setembro, entra em vigor a portabilidade para as regiões com código 14 (SP), 17 (SP), 27 (ES), 37 (MG), 43 (PR), 62 (GO), 67 (MS) e 86 (PI).

Na telefonia fixa, o serviço só poderá ser feito dentro da mesma área local - município ou conjunto de localidades com continuidade urbana. Para os celulares, a manutenção do número será possível dentro da mesma área de registro - que corresponde ao DDD.

O Regulamento Geral de Portabilidade foi aprovado pela Anatel em março de 2007, depois de ter sido levado à consulta pública.

Fonte: administradores

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Published June 19th, 2008

Alcatel-Lucent investe US$ 4 mi em centro em SP

Unidade será usada para integração e testes de plataformas para clientes; seis projetos já estão sendo desenvolvidos para quatro operadoras

De olho no crescimento de “dois dígitos” do mercado brasileiro e na expansão de 10% do mercado da América Latina, a Alcatel-Lucent anunciou nesta terça-feira (17/06) a inauguração de um centro de integração e testes de plataformas em sua unidade em São Paulo.

Batizado de Executive Briefing Center (EBC), a unidade recebeu investimento de US$ 4 milhões, sendo US$ 2,5 milhões em integração e formação de pessoal e US$ 1,5 milhão na reforma do prédio que servirá de vitrine para os produtos fabricante e também de solução de problemas e integração de sistemas.

“Tínhamos vontade a algum tempo de agrupar tecnologias que estavam espalhadas”, afirmou Jonio Foigel, CEO da Alcatel-Lucent Brasil. “Também queríamos ter aqui para não usar lá fora”, completou.

O centro brasileiro é o primeiro na América Latina e o 23º no mundo - o primeiro foi criado nos Estados Unidos há três anos para o desenvolvimento do projeto de IPTV da operadora AT&T. Segundo Jonio Foigel, CEO da Alcatel-Lucent Brasil, atualmente seis projetos já estão em desenvolvimento: redes de nova geração (NGN) para Telefônica, Brasil Telecom, Oi e IP call center para Brasil Telecom e Vivo e controle de tráfego IP para a Oi - que conta com software desenvolvido no Brasil. Trabalharão dedicados no centro 85 pessoas para suporte aos clientes além dos profissionais dos projetos em desenvolvimento - mais de 100 no momento. Cinquenta por cento do faturamento da Alcatel-Lucent no Brasil provêm de serviços, de acordo com Foigel.

Segundo Victor Agnellini, CEO da região Caribe e América Latina da empresa, a escolha do Brasil para sediar o EBC foi tomada por conta da maturidade do negócio e da capacidade de se integrar as outras economias por conta da representatividade do País na região. “Os egos na região estão ficando de lado porque os clientes são globais e utilizam a escala para ter ganhos”, disse.

O peso da região de Caribe e América Latina varia entre 4% e 7% do faturamento da Alcatel-Lucent hoje. Enquanto a perspectiva da empresa globalmente é de uma estabilidade, a região deve crescer mais que 5%, segundo Foigel. Em fevereiro, Agnellini havia afirmado ao Reseller Web que o número poderia chegar a 10%. O Brasil deve ter uma expansão de dois dígitos, afirmou Foigel. “Estamos em um ano muito bom”, comemorou o executivo.

Fonte:itweb

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Published June 19th, 2008

Teles também querem prover serviços para a banda larga

Se em anos anteriores o tema que mais dominava dos debates da NXTComm (em outros tempos, Supercomm) era IPTV e serviços de vídeo, parece que uma nova fronteira começa a se desenhar. Não que IPTV tenha deixado de ser um assunto importante. Mas o tema da edição deste ano do evento, que acontece até esta quinta-feira (19/6), em Las Vegas (EUA), parece ser aplicações em rede, associadas à oferta de redes banda larga e à web 2.0.

Em resumo, o que algumas teles começam a vislumbrar é a possibilidade de não apenas entregar aos usuários a infra-estrutura de acesso, mas também as aplicações, o processamento e o armazenamento de informações.

“Um ponto que estamos olhando com muita atenção é o nosso papel como provedores de aplicativos. Seremos mais e mais provedores de softwares online “, diz Sol Trajillo, CEO da Telstra, maior operadora de telecom da Austrália. Ele lembra que isso é algo que empresas como Goolge e Microsoft estão fazendo, mas todas elas, lembra ele, têm a limitação da infra-estrutura de rede.

A aposta da AT&T, por exemplo, é que daqui a cinco anos a empresa estará muito mais concentrada no desenvolvimento de aplicações e inovações e redes sociais do que apenas no provimento de infra-estrutura. “Não seremos simplesmente carriers”, diz Chris Rice, vice-presidente da AT&T para serviços compartilhados. Lembrando que a AT&T é hoje não apenas uma empresa de telefonia fixa e banda larga mas também a segunda maior operadora de telefonia celular dos EUA.

A Verizon, que tem um perfil parecido com o da AT&T, faz uma aposta um pouco diferente, ainda centrada na infra-estrutura.

“A tendência de serviços multimídia exige a construção de redes com tecnologias adequadas. A chave é conseguir colocar essa rede e ao mesmo tempo entregar os serviços. Em cinco anos, o segredo estará em entregar uma rede robusta e confiável para todos os serviços”, diz Mark Wegleitner, vice-presidente sênior de tecnologia e planejamento da operadora.

Para Pieter Poll, CTO da Qwest (a última operadora de telefonia fixa que ainda não foi consolidada), o futuro da empresa será levar a rede de banda larga. “Voz e vídeo serão apenas serviços dessa rede”, diz

Fonte: tiinside

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Published April 17th, 2008

Recurso de interatividade chega antes à TV digital de celulares

Enquanto estiver assistindo à TV no telefone, você poderá participar de votações, obter informações sobre os programas, baixar o jingle do comercial e até comprar uma roupa igual à da protagonista da novela.

A tão propagada interatividade da TV digital - que ainda não apareceu - também chegará ao celular. E deve ser antes do que na TV “fixa”. A interatividade no celular usará tanto o sinal digital das emissoras de TV como a conexão da operadora de telefonia. Para receber dados, como enquetes, não se paga nada, já que a própria emissora faz a transmissão. Quando for necessário mandar uma resposta à emissora, como um voto, aí sim paga-se.

Como a interatividade utiliza a rede de telefonia para estabelecer a comunicação com a rede de televisão, o uso do sistema pode ser interessante para as operadoras. Mesmo sem gastar nada enquanto assiste à programação da TV aberta, o usuário obrigatoriamente consumirá sua franquia de tráfego de dados para interagir.

Mais otimista, a Samsung prevê que a interatividade móvel estará disponível a partir do segundo semestre. Globo e Vivo são mais cautelosas e afirmam que “sai ainda neste ano.” José Marcelo do Amaral, diretor de tecnologia da Record, avisa: “A interatividade chegará primeiro no celular do que na TV da sala. Há problemas com o licenciamento do software de interatividade para receptores ‘fixos’.”

Um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento do software Ginga, que padronizará a interatividade, o professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Guido Lemos de Souza Filho, explica a situação: “O software para celulares usa uma linguagem mais simples, de código livre, que não exige o pagamento de licenças. Já o software para os receptores ‘fixos’ usam uma linguagem mais complexa, ainda em fase de discussão de licenças.”

Segundo ele, a especificação do Ginga para o celular foi fechada em janeiro. Mas os fabricantes trabalham somente agora para tornar o software compatível com seus celulares. “Eles só tinham como adequá-lo quando os aparelhos estivessem prontos.” Souza Filho explica que esse processo leva dois meses. Ou seja, a partir de julho, já seria possível ter celulares interativos.

Os aparelhos da Samsung e da Semp Toshiba que chegam ao mercado agora não terão o software de interatividade. A Samsung promete que, quando estiver disponível, será possível instalá-lo nos aparelhos. Já a Semp Toshiba se esquiva. Por e-mail, informa que “como o Ginga ainda não está definido, não temos como saber como se dará a atualização”.

Enquanto isso, Globo, Band, RedeTV!, Cultura e MTV já começam a estudar o assunto. A Cultura faz planos concretos. Até o fim do ano deve ter aplicações interativas para programas infantis, com jogos, e para o programa cultural Metrópolis. “Nas eleições municipais, já iremos ter alguns testes no ar”, diz o diretor de novas mídias da emissora, Ricardo Mucci.

Fonte: ultimosegundo

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Published April 17th, 2008

TV paga disputa clientes com maior e menor poder de compra

SÃO PAULO (Reuters) - No espaço de uma semana, Net e TVA, duas das maiores operadoras de TV por assinatura do país, anunciaram produtos para consumidores de alta renda. Mas ambas brigam também na ponta inferior da cadeia de poder de compra, com oferta de pacotes de serviços inferiores a 50 reais.

O diretor de produtos e serviços da Net Serviços, Márcio Carvalho, argumenta que a estratégia comercial da empresa não pode se restringir a uma ponta ou outra. “A gente está crescendo onde tem espaço”, afirmou, mencionando a classe C como o segmento com mais potencial.

Principal operadora de TV paga do Brasil, com 46 por cento do mercado, a Net busca aproveitar o momento de crescimento do poder aquisitivo para garantir ocupação maior da sua rede de cabos. A rede passa hoje por nove milhões de domicílios em 79 cidades, sendo que 6 milhões desses têm cabos bidirecionais, permitindo serviços de banda larga e TV digital.

Mas a ocupação dessa rede é ainda de 40 por cento, já que a Net tem 2,4 milhões de assinantes de TV paga. Carvalho recusou-se a divulgar uma meta para a ocupação da rede, mas disse que a média na Europa, que se repete entre as classes A e B atendidas pela Net, é de 70 a 80 por cento.

De olho no consumidor que tem renda familiar de mil reais e passou a comprar computador e a contratar conexão residencial com a Web, a Net se propôs a oferecer este ano pacote de serviços combinados de TV, telefonia IP e Internet rápida –o chamado “triple play”– por 39,90 reais.

Essa oferta está sendo contestada pela Telefônica, sócia da TVA, no Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária (Conar). Uma decisão deve sair na quinta-feira, segundo Carvalho. No ano passado, o Conar havia acatado representação da Net contra propaganda da Telefônica.

O que chamou de “mudança significativa” da Net, avançando sobre um “um público onde não conseguia atuar”, é o que tem incomodado a concorrência, na avaliação do executivo. E ele fez um alerta: “A TVA não vai jogar sozinha. Tudo o que eles fizerem, vamos olhar.”

Além de ter uma oferta de 49,90 reais por um pacote de 42 canais para quem contratar banda larga, a TVA disputa com a Net o consumidor de alto poder aquisitivo em São Paulo.

Na semana passada, a TVA anunciou serviços de TV baseados no protocolo Internet (IPTV) sobre a rede de fibra ótica da Telefônica no sofisticado bairro dos Jardins. Nesta quarta-feira, a Net apresentou equipamento de gravação de imagens em alta definição, o HD Max.

“A nossa é a melhor oferta para a área dos Jardins”, afirmou Carvalho em entrevista. O lançamento está previsto para as próximas semanas também em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.

O equipamento é importado do México, onde é produzido pela Cisco, via Miami. Uma fatia não divulgada dos investimentos de 750 milhões de reais previstos pela Net para o ano será colocada nessa importação. Parte do equipamento é subsidiada, mas ainda assim o HD Max será fornecido em comodato mediante adesão de 799 reais dividida em 10 vezes.

O usuário terá que pagar também uma mensalidade de 19,90 reais pelo serviço de gravação. Alternativamente, no entanto, pode assinar pacotes de serviços combinados, com esses custos incluídos, por valores que começam em 399 reais. A Net também anunciou um canal próprio de filmes em alta definição e negocia com a HBO.

Às 16h27, as ações da Net exibiam alta expressiva de 6,56 por cento, cotadas a 19,50 reais. No mesmo horário, o Ibovespa registrava valorização de 2,51 por cento.

Fonte: reuters

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Published April 16th, 2008

Digisoft obtém contrato para fornecer plataforma de aluguel eletrônico de vídeos para a Video Ezy®

A solução será lançada nas suas redes de lojas franqueadas Video Ezy e Blockbuster® na Austrália e Nova Zelândia

NAB2008

LAS VEGAS–(BUSINESS WIRE)–A DigiSoft.tv, uma das principais provedoras mundiais de soluções de categoria de operadora para IPTV, e a Video Ezy, a maior franquia de aluguel de vídeos australiana, anunciaram hoje a escolha da plataforma de fornecimento de IPTV e do middleware de decodificação da Digisoft para permitir o fornecimento do serviço de aluguel eletrônico de vídeos da Video Ezy, que será lançado nas lojas da Video Ezy e da Blockbuster na Austrália e na Nova Zelândia. A Video Ezy tem mais de mil lojas e atende a mais de oito milhões de clientes.

Entre os principais componentes do aluguel eletrônico da Video Ezy estão um quiosque na loja com uma biblioteca de filmes, com um sistema de armazenamento USB de marca ou tipo iPOD e um decodificador Java em casa. O cliente simplesmente conecta o USB ou o iPOD no quiosque para selecionar os filmes que quer alugar para reprodução posterior no decodificador Java. O software do decodificador desenvolvido pela Digisoft permite novos fluxos de receita e tira a dependência do middleware tradicional, possibilitando custo mais baixo de propriedade e retorno mais rápido sobre o investimento dos provedores de serviço.

“O principal objetivo da Video Ezy tem sido sempre dar aos nossos clientes um serviço dinâmico e inovador, centrado na qualidade e na relação custo-benefício, para a excelência do entretenimento doméstico. O aluguel eletrônico de vídeo oferece aos nossos clientes uma nova plataforma dinâmica e convincente de fornecimento de conteúdo, num modelo de aluguel realmente flexível”, disse Paul Uniacke, diretor administrativo da Video Ezy.

“A solução de decodificador da Digisoft oferece aos nossos clientes uma grande variedade de aplicações compatíveis com a mais nova tecnologia de alta definição de imagem de TV, e nos dá flexibilidade para adotar novos modelos de fornecimento online avançados no futuro”, concluiu.

“A Digisoft está contente por ter sido selecionada pela Video Ezy como parceira chave para esta solução nova e inovadora”, disse Tom Higgins, presidente executivo da DigiSoft.tv. “O serviço de aluguel de vídeo é um grande exemplo da flexibilidade do middleware da Digisoft para permitir novos canais de fornecimento e obter novas oportunidades de receita ao mudar radicalmente a experiência do consumidor”.

A solução da Digisoft é uma plataforma altamente escalável, de grande disponibilidade, compatível com grande número de clientes através de dispositivos combinados de alta definição (HD) e definição padrão (SD), em redes fixas ou sem fio. É também compatível com as mais modernas tecnologias de criptografia e de marcas dágua de parceiros selecionados. Atualmente, a solução da Digisoft oferece aos provedores de serviços de próxima geração a solução de fornecimento de conteúdo mais aberta, rentável e flexível do mercado.

Sobre a Video Ezy

A Video Ezy abriu a sua primeira loja em Hurstville, Sidney, em 1983, e agora tem mais de quinhentas lojas em todo o país, com oito milhões de clientes e uma receita anual de AU$ quatrocentos milhões. Em outubro de 2007, a Video Ezy assinou um contrato de aquisição de direitos de franquia master das lojas de entretenimento doméstico da BLOCKBUSTER® na Austrália, que acrescentou trezentos e sessenta lojas ao seu portfólio. O grupo possui, atualmente, cerca de novecentas lojas na Austrália.

Na sua hora de maior movimento (um sábado comum), as lojas da Video Ezy atendem a aproximadamente cem mil australianos. Sendo agora uma marca internacional, a Video Ezy tem cento e sessenta e uma lojas na Nova Zelândia, cento e trinta na Tailândia, cento e quarenta e três na Indonésia, vinte e nove em Cingapura, doze na Malásia e três em Fiji, e é a líder do mercado de entretenimento doméstico em venda e aluguel de produtos.

Sobre a DigiSoft.tv

Fundada em 2000, a Digisoft é uma das principais provedoras mundiais de soluções para IPTV com categoria de operadora. Potencializando os anos de experiência no mercado de transmissão, a Digisoft oferece soluções que vão da estação de transmissão ao decodificador STB que permite às operadoras desenvolver, testar, administrar e utilizar serviços de televisão interativa de última geração. As soluções escaláveis da Digisoft reduzem as despesas de capital necessária para o lançamento de serviços de IPTV diferenciados e aumentam a receita média anual por cliente.

A DigiSoft.tv é uma empresa de capital privado com sede na Irlanda e escritórios nos EUA, Reino Unido, Cingapura e Nova Zelândia. A empresa tem o apoio de investidores estratégicos.

Fonte: businesswire

Published April 14th, 2008

A DigiSoft anuncia disponibilização de solução cliente para edição micro da plataforma Java para IPTV

LAS VEGAS–(BUSINESS WIRE)–A DigiSoft.tv Inc. anunciou hoje que assinou um acordo global Binary Value Added Partner com a Sun Microsystems para a distribuição de um software stack para dispositivos de IPTV para TV baseado na plataforma Java Platform Micro Edition (Java ME).

O cliente de mídia baseado na tecnologia Java da Sun, combinado com a solução de middleware avançada da DigiSoft para dispositivos de IPTV para TV, permite que os provedores de serviços lancem rapidamente serviços lucrativos de alta definição (HD) com várias características, tais como vídeo e música sob demanda, karaokê, telecompras, gravação baseada em rede com decalagem de tempo para TV (network-based recording, NPVR), jogos e mais uma variedade de dispositivos de IPTV para TV com HD H.264 e vídeo SD. Ela também é compatível com as últimas tecnologias de criptografia e marca dágua de parceiros selecionados. O software stack combinado DigiSoft/Sun oferece aos provedores de serviços de IPTV a solução de middleware de IPTV mais aberta, de melhor relação custo/benefício e mais flexível atualmente disponível no mercado.

A DigiSoft anunciou hoje que já vendeu mais de 1,5 milhões de licenças do middleware em todo o mundo. Os dispositivos de TV baseados na tecnologia Java e operando com a solução de middleware da DigiSoft serão lançados em 30.000 pontos de venda de varejo em 2008.

Os provedores de serviços agora buscam plataformas de middleware ampliáveis e mais abertas que lhes permitam lançar aplicativos de HD de alta qualidade e serviços para atender a demanda dos clientes de grandes bases de clientes. Esta será, em breve, uma questão importante, visto que a adoção em massa de aparelhos de HDTV em todo o mundo indica que operadores e clientes, igualmente, exigirão serviços que tirem máximo proveito desse novo formato, disse John Allen, diretor executivo da DigiSoft.tv. A combinação da tecnologia de cliente Java da Sun com o middleware da DigiSoft mostra que agora é possível dimensionar o lançamento de serviços de TV e obter um retorno de investimento mais rápido, além de maior controle sobre o middleware e os aplicativos.

O uso da tecnologia Java para o software stack permite a criação de aplicativos Java multiplataformas (convergido) compatíveis com vários dispositivos baseados em Java, incluindo disc players Blu-ray, plataforma aberta de aplicativos de cabo (OCAP) e outros dispositivos de TV baseados em GEM (Globally Executable MHP), telefones celulares e computadores pessoais exigindo o mínimo de personalização e simplificando enormemente a implementação de serviços e aplicativos.

Há mais de 10 anos, a Sun vem trabalhando com órgãos normalizadores, operadores e prestadores de serviços para definir uma família de especificações para aplicativos e serviços de televisão digital tais como OCAP/tru2way® e BD-J e agora estamos observando o auge da aplicação de produtos baseados nesses padrões abertos, afirmou Jeet Kaul, vice-presidente do grupo de softwares clientes da Sun. Estamos muito satisfeitos por poder trabalhar com uma empresa com a experiência global da DigiSoft e seu histórico de fornecimento de tecnologia de IPTV, e esperamos ampliar a presença da tecnologia Java para o mercado de DTV com a solução de middleware da DigiSoft.

A DigiSoft apresentará seu novo middleware de IPTV no stand C1351 da NAB (National Association of Broadcasters).

Fonte: Businesswire

Published April 13th, 2008

IOGEAR cria disco multimídia portátil

A fabricante americana IOGEAR anunciou seu Portable Media Player, um tocador multimídia portátil que, apesar de seu nome genérico, traz alguns recursos interessantes, como capacidade de reprodução de filmes em 720p (alta definição).

Embora o aparelho não tenha uma tela própria, pode ser conectado a uma TV ou HDTV para reproduzir arquivos transferidos a partir de um PC para seu disco rígido via porta USB em diferentes formatos, como DivX, Xvid, MPEG-1 e MPEG-2 (com suporte a legendas) ou ainda pastas com DVDs completos, reproduzindo com fidelidade os menus originais, conforme noticiou o site Gizmodo.

Em seu disco de 120 GB é possível gravar cerca de 34 mil fotos digitais, 30 mil músicas em MP3 (ou 3 mil descompactadas, com qualidade em CD), até 9 horas de vídeo digital (DV) ou 50 horas de vídeos em qualidade de DVD.

O modelo GMD2025U120 vem acompanhado de um completo controle remoto, complementar aos botões básicos embutidos no portátil e, ao menos por enquanto, o aparelho é vendido apenas para clientes dos Estados Unidos e Canadá por US$ 349,95.

Mais informações e imagens do produto podem ser obtidas aqui.

Fonte: Geek

Published April 10th, 2008

Futuro da Internet em debate no IP Voice Meeting 2008

IMS, televisão, vídeo móvel e segurança foram alguns dos principais temas em discussão neste evento que é já uma referência no sector das comunicações sobre Internet

Já na sua quarta edição consecutiva, o IP Voice Meeting foi este ano mais uma vez palco para a discussão dos assuntos relacionais com as comunicações sobre Internet que estão na ordem do dia. No entanto, enquanto que as edições anteriores o evento se focou mais nas soluções de voz sobre IP (VoIP) e de telefonia IP, o IP Voice Meeting 2008 deu o passo em frente, tendo tido como mote a voz, o vídeo, o wireless e as comunicações unificadas, aquilo a que se poderia chamar de “tudo sobre Internet”.

De acordo com Hassen Claussen, responsável pela organização do evento, «o programa levou esta nova situação em consideração; enquanto que a manhã de ambos os dias de conferência serviu para apresentar os líderes da indústria e os carismáticos oradores principais, a tarde foi dedicada aos mercados verticais tais como os carriers/operadores e clientes empresariais». Algo que é tradicional no IP Voice Meeting é o convite a um orador principal, não tendo necessariamente que ser um perito em VoIP mas alguém com uma forte visão num dos vários aspectos das TI.

Este ano, a escolha recaiu sobre Jon ‘Maddog’ Hall, uma lenda da Internet e o director executivo da Linux International, uma associação de utilizadores informáticos que deseja apoiar e promover o sistema operativo Linux. Na sua intervenção, ‘Maddog’ falou sobre os esforços que se têm feito para levar a Internet às pessoas e analisou iniciativas como a One Laptop Per Child (OLPC  ou um computador portátil por criança), bem como as vantagens e os problemas deste tipo de projectos.

Jon ‘Maddog’ Hall sublinhou por que é que estas iniciativas não chegam, e referiu o que é que é necessário para permitir o acesso à informação por parte daqueles que são excluídos da Sociedade da Informação. O responsável da Linux International falou pela primeira vez num evento em Portugal e aproveitou esta oportunidade para conhecer os representantes da comunidade nacional de open source.

No que concerne aos temas da conferência, este ano o IP Multimedia Subsystem (IMS) teve uma atenção especial na medida em que se trata de um sistema que permite interligar diferentes plataformas, para além de integrar a convergência fixo/móvel e o triple/quad play. Os modelos de negócio e o desempenho da rede para a televisão e o vídeo móvel também provocaram um interesse especial por parte da assistência. E porque à medida que os negócios de toda a dimensão vão implementando soluções de telefonia IP, a segurança que é preciso considerar para estas novas aplicações também foi motivo de debate.

«Outro ponto considerado positivo por parte dos delegados foi o facto de, mais uma vez, a organização ter sido bem sucedida ao convidar os maiores players da indústria – Cisco, Nortel, Avaya, Alcatel-Lucent, Siemens e Nokia – para falarem sobre Unified Communications e Open Communications no espírito de uma Internet Communication redefinida», salientou Hassen Claussen.

Houve ainda oportunidade para ouvir em primeira-mão informação de operadores como a British Telecom e T-Mobile, cujos responsáveis falaram sobre VoIP móvel e serviços IP. Outra aposta ganha foi a vinda de Ari Takanen da Codenomicon, um perito em segurança co-autor do livro How to keep the network secure.

Tal como tem vindo a acontecer nas edições anteriores, a organização ficou muito satisfeita com o IP Voice Meeting 2008. «Mais uma vez, foi possível reunir os maiores players da indústria e cerca de trinta oradores discutiram os tópicos mais quentes das comunicações sobre Internet em várias sessões», disse-nos Hassan Claussen.

O próximo passo passa por incorporar tecnologias, tais como o wireless e a mobilidade, bem como dar um enfoque às novas plataformas (plataformas renovadas) e trazer o Social Media ou o Instant Messaging para este evento. «A conferência foi nomeada por mais do que uma vez como o evento de referência no ambiente das comunicações em IP em Portugal e caminha no sentido de se tornar um verdadeiro evento de Internet; P2P, Presence, convergência fixo/móvel, IPv6, Unified Communications, QoS, Wireless/Mobility, todos estes desafios debaixo de um único tecto – esse é o caminho a seguir.»

Fonte: Semanainformatica

Published April 10th, 2008

TV digital chega em breve a celulares, mini-TVs e laptops

Rodrigo Martins

Depois do lançamento da TV digital em São Paulo, que não empolgou por causa dos preços altos dos conversores, começa a surgir nas prateleiras um novo atrativo para tentar convencer o telespectador a aderir ao sistema digital: a mobilidade.

No fim do mês, já será possível assistir à novela pelo celular - e sem gastar com o tráfego de dados da operadora. O primeiro modelo de telefone que recebe o sinal de TV digital móvel no Brasil será lançado pela Semp Toshiba, novata no ramo de telefonia no Brasil.

A Samsung promete um aparelho semelhante, mas não divulgou uma data. Se preferir uma tela maior (mas ainda portátil), que tal um minitelevisor de LCD com 3,5 polegadas que, além de sintonizar as emissoras, grava a programação, toca MP3 e tem rádio? Três aparelhos do tipo estarão nas lojas a partir do fim do mês, segundo os fabricantes TeleSystem, Gradiente e Toshiba.

O seu notebook também pode virar um televisor. Lançado timidamente em dezembro, o receptor USB para TV digital já está sendo comercializado por seis fabricantes.

Todos esses novos aparelhos, do celular à mini-TV, recebem as imagens pelo sinal de TV digital móvel, bem mais forte e estável do que o sinal analógico.

“Mesmo em movimento, é possível receber imagens estáveis. O sinal é mais robusto”, explica um dos responsáveis por desenvolver o sistema de transmissão da TV digital brasileira, Gunnar Bedicks, do Mackenzie.

Mobilidade vai modificar hábitos

Para os fabricantes a mobilidade é a novidade da TV digital. “Mesmo sem alta definição, as pessoas conseguem assistir à novela pela transmissão analógica em casa”, diz o gerente de Produtos da Gradiente, Anderson Canno. “Já para ter mobilidade, só no sistema digital.”

Segundo o diretor de Mobilidade da Toshiba, Jairo Siwek, em alguns anos todos os celulares, mesmo os mais baratos, sintonizarão TV. “A mobilidade modificará os hábitos do telespectador, que verá programas quando quiser, onde estiver.”

TV no celular? Basta um toque na tela para assistir a programa

É um celular e também uma TV. Com previsão de chegada às lojas no fim do mês, o VK-500, da Semp Toshiba, dá a largada para mais um recurso na tão falada convergência nos telefones móveis. Sim, o aparelho toca música, tira foto e grava vídeo.

E é o primeiro no país a receber a programação dos canais abertos via TV digital móvel, o que se tornará comum em alguns anos. Tem tela sensível ao toque e não possui um teclado físico, só virtual. Para ativar a maioria das funções ou digitar, só com o dedo na tela - o que a deixa engordurada.

Chama a atenção a bateria “gorda” do aparelho, onde também se encontra o sintonizador de TV e uma antena retrátil - como a de antigos rádios à pilha.

Funcionamento

Assistir a TV no aparelho é simples. Com um toque na tela de 2,4 polegadas, abre-se o sintonizador e as imagens começam a ser exibidas.

Para trocar de canal, aperta-se botões de ir e voltar na própria tela. O processo, aparentemente simples, demora cerca de 8 segundos, pois o VK-500, como os receptores fixos de TV digital, é lento para fazer essa sintonia.

O celular também permite configurar como a imagem será mostrada: em tela cheia, widescreen ou com zoom. Esse recurso é muito útil porque cada emissora transmite hoje imagens com um formato de tela diferente, sem um padrão.

E a qualidade da imagem? Não espere alta definição. No sinal móvel, a imagem é compactada e perde qualidade, mas dá para assistir perfeitamente aos programas. Nos testes, Globo e Band estavam impecáveis. RedeTV! teve algumas distorções. A Record teve problema de sincronia entre voz e vídeo. Porém nada que atrapalhasse. Mesmo em movimento, a recepção foi boa.

O som é baixo e distorcido

O VK-500 utiliza o alto falante do celular – o mesmo usado nas conversas telefônicas.

O som, além de ser baixo – se estiver em um ambiente aberto, não se ouve –, é distorcido. Em um programa de auditório, só dá para ouvir a voz - estridente - do apresentador.

A música de fundo se perde. O telefone tem saída para fone de ouvido, o que resolveria o problema. Não pudemos comprovar isso pois a Semp Toshiba não forneceu os fones com entrada proprietária.

Números

2 Mpixels de resolução É o que tem a câmera do telefone VK-500 da Semp Toshiba

De R$ 1.200 a R$ 1.300 É quanto deve custar o aparelho de telefone integrado com a TV digital, segundo informação repassada pela Semp Toshiba.

Fonte: Gazetaonline

Published April 10th, 2008

TVA oferece serviço premium com fibra ótica da Telefônica

Por Renata de Freitas

SÃO PAULO (Reuters) - Utilizando a rede de fibra ótica da Telefônica em um bairro de São Paulo, a operadora de TV paga TVA passa a oferecer serviços de IPTV, como o ‘video on demand’. A diretora-geral da TVA, Leila Lória, afirmou nesta terça-feira que ter a Telefônica como sócia assegurou à empresa capacidade de investimento maior.

“Conseguimos atender clientes nas duas pontas: o premium, com a fibra ótica e, no outro extremo, estamos trazendo para TV por assinatura quem não era cliente”, afirmou Leila a jornalistas, em um balanço dos primeiros meses da parceria desde a aprovação do negócio pela Anatel em outubro.

De um lado, a TVA está ofertando para 40 mil domicílios no sofisticado bairro dos Jardins, na capital paulista, pacote de TV digital com IPTV e alta definição, acesso banda larga da Telefônica, planos de voz, wi-fi e serviços diferenciados por 399 reais em diante. Na outra ponta, está comercializando um pacote de 49,90 reais com 42 canais de TV paga para quem contratar banda larga.

“A gente consegue oferecer pacotes que alargam a base de TV por assinatura”, afirmou a executiva. Pela previsão dela, a penetração de TV paga no país, hoje inferior a 10 por cento dos domicílios, pode alcançar 18 por cento em três anos.

A TVA, em que o grupo espanhol de telecomunicações detém 19 por cento, além de ser parceiro do grupo Abril, encerrou 2007 com cerca de 400 mil assinantes de TV paga, crescimento de 21,3 por cento no ano, o que ficou acima da média de mercado, segundo a empresa.

Operando infra-estrutura de cabo e microondas (MMDS), a TVA concluiu no ano passado a digitalização do MMDS no Rio, Curitiba e Porto Alegre, decorrente do investimento reforçado pela parceria com a Telefônica. “A intenção é incrementar ainda mais esses resultados, fortalecendo nossa atuação também fora de São Paulo”, disse Leila.

Outra aposta forte da TVA é na oferta de conteúdo dos canais Globosat –”após sete anos de brigas e muitos meses de negociação”, comentou a executiva na entrevista.

Além disso, a empresa veiculará dois canais de alta definição da HBO e passará a fornecer em comodato um decodificador de alta definição integrado com a TV digital aberta.

Fonte: Br.reuters

Published March 31st, 2008

Globo estréia hoje novidades na programação 2008

A Globo estréia neste domingo à noite, no Fantástico (20h45), as novidades para a programação 2008, que se destaca pela entrada de novos seriados na grade de programação. O carro-chefe da revista eletrônica apresentada por Patrícia Poeta e Zeca Camargo, será o quadro Sexo Oposto, estrelado por Fernanda Torres (grávida de oito meses) e Evandro Mesquita, que explora as diferenças entre os gêneros pelo prisma do humor.

Durante a semana, as novidades seguem a linha do que a Globo chama de programas da segunda linha de shows, ou seja, os seriados. Na quinta, a emissora estréia Casos e Acasos, em que os personagens diversos (interpretados por nomes como Marcos Palmeira) fogem dos estereótipos e têm suas rotinas modificadas com os acontecimentos do dia-a-dia.

Às sextas-feiras, volta Dicas de Um Sedutor, com o profundo conhecedor da alma feminina, Santiago (Luiz Fernando Guimarães). A partir da sexta-feira (4), ele vai responder tudo que as mulheres sempre quiseram saber sobre o mundo masculino e que eles jamais tiveram coragem de contar.

As inovações se completam no próximo domingo, com o programa Faça Sua História, com traço humorístico. São histórias contadas pelos clientes do taxista Oswaldir (Vladimir Brichta), que sabe tudo o que se passa pelas ruas do Rio de Janeiro. A série teve um piloto exibido no final do ano passado, como parte da programação especial de final de ano, antes de ter o horário fixo aos domingos, após o Fantástico.

Às terças-feiras, Toma Lá, Dá Cá volta em nova temporada. A atração vem depois do Casseta & Planeta Urgente!, que retoma temporada sem Maria Paula, em licença-maternidade, substituída pela atriz Claudia Rodrigues, a Marinete no seriado A Diarista. Completam a nova grade da Globo filmes inéditos, a cobertura da Olimpíada de Pequim e das eleições municipais. Uma nova logomarca da emissora vai ao ar a partir de hoje com traços renovados e mais modernos e primeira exibição durante o Fantástico.

TV DIGITAL - A “vênus platinada” promete investimentos na TV digital. Fernando Bittencourt, da cúpula da emissora, falou sobre tecnologia, TV digital e distribuição de conteúdo em uma tela touch screen durante o lançamento da programação na semana passada. Ele fez um breve histórico da evolução da TV digital no Brasil e os próximos passos.

“Ainda no primeiro semestre deste ano, vamos iniciar as transmissões digitais no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. No segundo semestre, algumas afiliadas começarão a transmitir digitalmente. Brasília e Recife vão começar no primeiro semestre de 2009. E no final do ano que vem, até15 cidades já estarão com seus processos iniciados”, explicou.

Ele também falou sobre os investimentos que a TV Globo está fazendo para a alta definição, como a construção de 6 estúdios – 4 já em funcionamento - e a sofisticação das produções com a expansão do Centro de Pós-produção, no Projac. Bittencourt mostrou ainda quais são os programas da grade da TV Globo que já estão ou estarão em alta definição em 2008: filmes, futebol, Duas Caras, A Grande Família, Dicas de um Sedutor, quadros do Fantástico, eventos como Carnaval, Criança Esperança e Olimpíadas, além do SPTV 1ª e 2ª edições e algumas edições do Globo Repórter.

JORNALISMO - Ainda durante o lançamento da nova programação, na semana passada, Carlos Henrique Schroder, diretor de jornalismo da Globo, apresentou os principais eventos do ano que terão cobertura jornalística da TV Globo e mostrou também as principais novidades dos programas jornalísticos. “O jornalismo consegue planejar o que é previsível, caso de grandes eventos como Eleições e Olimpíadas, mas a nossa matéria prima primordial é o factual, o importante para nós é trabalhar com agilidade, transparência e qualidade cada vez maiores. Hoje temos 731 equipes de reportagem diariamente nas ruas do Brasil produzindo matérias para jornais locais e de rede com o objetivo de levar o melhor jornalismo ao telespectador”.

Schroder falou, ainda, sobre a importância da cobertura nas eleições municipais no Brasil, que envolverão cerca de 5.500 municípios com debates e entrevistas, além das eleições americanas. Falou sobre o trabalho da Central Globo de Jornalismo nas Olimpíadas e nos principais eventos esportivos. Sobre os programas, Schroder revelou que o Profissão Repórter estará na grade de programação da TV Globo com uma edição ao mês. E como processo de renovação, apresentou os novos cenários do Globo Esporte, Globo Repórter, que completa 35 anos, e do SPTV, que, a partir de 26 de abril, terá um estúdio de vidro, com a cidade de São Paulo ao fundo como cenário.

* Com informações fo    rnecidas pela TV Globo

Fonte: Atarde

Published March 18th, 2008

União Européia apóia padrão Nokia para TV móvel

BRUXELAS (Reuters) - A Comissão Européia agiu para simplificar o nascente setor de TV móvel, ao adotar um padrão apoiado pela finlandesa Nokia, mas as operadoras de celular européias alegam que Bruxelas está agindo de maneira precipitada.

A Comissão disse que estabelecer o Digital Video Broadcasting Handheld (DVB-H) como padrão preferencial da União Européia estimularia o setor.

“Para que a TV móvel decole na Europa, primeiro precisa existir certeza quanto à tecnologia”, afirmou Viviane Reding, comissária das Telecomunicações na União Européia, em comunicado divulgado na segunda-feira.

O DVB-H é o único padrão com presença mundial, embora Coréia do Sul, Japão, China e Estados Unidos estejam adotando padrões desenvolvidos localmente, como o do grupo norte-americano Qualcomm.

A comissária da União Européia afirmou que sua decisão envia “um sinal importante” a outros países que estão se preparando para decidir se adotarão o DVB-H ou outro padrão.

Os países da União Européia agora terão a obrigação de encorajar o uso do DVB-H, segundo a Comissão. Alguns dos países-membros, como Reino Unido, Alemanha e Holanda, se opunham à adoção do DVB-H como padrão único para o bloco.

Mas o Executivo da União Européia declarou na segunda-feira que o padrão era o mais usado da Europa e que está em teste ou sendo lançado comercialmente em 16 países.

A GSM Association, que representa as operadoras de telefonia móvel européias, declarou que se manteria neutra quanto à tecnologia de TV móvel, já que o mercado é que deveria definir o padrão.

“Qualquer adesão oficial tem peso, mas não está claro que o DVB-H seja realmente o melhor padrão”, disse um porta-voz da associação.

As redes de TV disseram que a questão de que padrão endossar era quase irrelevante, já que o tema fundamental seria definir se os pacotes de TV móvel seriam capazes de se bancar economicamente.

“Como criar um serviço atraente, que conquiste o interesse das pessoas? Mesmo que seja gratuito e financiado por publicidade, quantos comerciais as pessoas desejariam assistir em uma telinha?”, disse Ross Biggam, diretor-geral da Associação de TV Comercial da Europa.

(Reportagem de William Schomberg e Huw Jones)

Fonte: Br.reuters

Published March 13th, 2008

Serviços IPTV com 12,3 milhões de clientes em todo o mundo

O número de assinantes de serviços de IPTV em todo o mundo aumentou 117 por cento ao longo do ano passado. Actualmente, existem cerca de 12,3 milhões de clientes de televisão suportada por redes IP a nível global, um valor para o qual contribuíram as adesões registadas na Europa Ocidental, onde alguns fornecedores de banda larga oferecem este serviço gratuitamente, indica um relatório emitido pela Informa Telecoms & Media.

Segundo os números publicados pela consultora, a Europa Ocidental concentra 57 por cento do total de assinantes de IPTV de todo o mundo. O mercado francês é o líder na Europa, já que agrega perto de 75 por cento do total de assinantes destes serviços em todo o continente. Em conjunto com a Itália, os dois países detêm 5 milhões de clientes, um número potenciado pela quantidade de pacotes gratuitos oferecidos pelos operadores.

Apesar de a grande maioria destes assinantes não pagarem pelos conteúdos adicionais, acabam por receber acesso gratuito aos serviços de triple-play básicos, uma mais valia que acaba por promover o IPTV e por aumentar o número de acessos ao serviço.

A região Ásia-Pacífico também se destacou ao longo do ano passado. A China alcançou mais de um milhão de assinantes de IPTV e Hong Kong, em Setembro, já havia ultrapassado essa meta, o que, somando aos valores registados no Japão, faz destes mercados os mais maduros a nível mundial com 60 por cento dos acessos a TV por redes DSL.

A Informa refere ainda que nos Estados Unidos foi somados mais um milhão de clientes em 2007, muito por causa dos desenvolvimentos a nível da s redes de fibra desencadeados pela Verizon e AT&T.

Em Portugal, os serviços de IPTV são prestados pela Portugal Telecom, através do meo, e pelo Clix, com o SmarTV. No caso da PT, o número de clientes conhecido desta oferta ascende aos 21 mil, 15 mil dos quais angariados no último trimestre. Quanto ao Clix não são conhecidos quaisquer números dado que a empresa alega não ter por política revelar dados específicos referentes a assinaturas de serviços.

Fonte: Sapo