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Archive for the ‘IPTV’


Published January 8th, 2008

Hughes adquire empresa de IPTV

Segundo as empresas, aquisição vai fortalecer a Hughes em soluções de IPTV empresarial para aplicações como treinamento, comunicações corporativas e sinalizações digitais.

A Hughes Communications, que atua na área de satélites e banda larga, anunciou hoje ter entrado em um acordo definitivo para adquirir a Helius, Inc., uma empresa pertencente à Canopy Ventures que atua no fornecimento de sistemas de IPTV. O valor do negócio, entretanto, não foi divulgado.

A aquisição, que deve estar concluída em fevereiro de 2008, fará da Helius uma subsidiária integral da Hughes. Segundo comunicado distribuído à imprensa, a aquisição combinará as aptidões da Helius com a experiência em rede de banda larga e com a base de clientes da Hughes.

A Helius, fundada em 1995 e de capital fechado, fornece soluções de IPTV empresarial para aplicações como treinamento, comunicações corporativas e sinalizações digitais, enquanto a Hughes informou ter “uma ampla e crescente” base de clientes nos setores de governo, varejo, hospitalidade e petróleo, interessados em aplicações de IPTV empresarial.

Fonte: Computerworld

Published January 6th, 2008

Operadoras indianas pagarão de 6 a 10% da receita por IPTV

NOVA DÉLHI (Reuters) - As operadoras de telefonia móvel que quiserem transmitir programas de TV via Internet na Índia precisarão pagar entr 6 e 10 por cento de suas receitas como taxa de licença, dependendo da zona onde querem atuar, afirmou a reguladora do setor nesta sexta-feira.

As empresas de telecomunicações, operadoras de TV a cabo e alguns provedores de Internet podem oferecer televisão em protocolo de Internet (IPTV) na Índia. Grandes empresas do segmento como a Bharti Airtel e Reliance Communications já detalharam os planos para esses serviços.

As transmissoras devem obter permissão para oferecer sinais de TV para todas as distribuidoras dos canais, afirmou a agência reguladora. A legislação atual afirma que as emissoras podem oferecer equipamento para decodificar os sinais somente para operadoras de cabo ou sistemas de televisão de multi-cabos.

As empresas de telecomunicações poderão transmitir somente os canais de notícias que forem aprovados, recomendou a reguladora, acrescentando que as empresas devem aderir ao código de programação e propaganda do país se quiserem transmistir conteúdo que não sejam canais de TV.

Analistas afirma que a IPTV é uma tecnologia promissora, mas que a Índia enfrentará problemas por conta da baixa penetração da banda larga no país.

Fonte: Reuters

Published January 1st, 2008

Amapá conecta-se à web banda larga

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, assinou um convênio com todos os 16 municípios do Amapá para a entrega dos kits de instalação de telecentros comunitários. Eles serão conectados à internet de alta velocidade, assim como todas as escolas públicas do Estado. O Amapá é o primeiro Estado a receber os kits dos telecentros comunitários, porque é a única unidade da federação que ainda não recebeu nenhum telecentro comunitário do Ministério das Comunicações.

O MC, em convênio com as prefeituras e o Estado, capacitou monitores para promover cursos de qualificação profissional, de cidadania, e ainda dar apoio educacional aos estudantes. O telecentro conta com telefonia, via VoIP, e IPTV, o que permite veiculação de programas como a “TV Escola”.

O kit contém um servidor de informática; 10 computadores; 01 central de monitoramento; uma câmera de vídeo de segurança; um roteador wireless; 11 estabilizadores; uma impressora a laser; um projetor multimídia (data show); 21 cadeiras; uma mesa do professor; 11 mesas para computador; uma mesa para impressora; e um armário baixo. A conexão está sendo feita pelo Programa Gesac (Governo Eletrônico - Serviço de Atendimento ao Cidadão).

O ministério já licitou 5.400 kits, ou 54 mil computadores. Até agora, 4.712 prefeituras se cadastraram para receber os equipamentos. A meta, segundo Hélio Costa, é instalar pelo menos um telecentro comunitário em cada município brasileiro. Por isso, as prefeituras que ainda não se inscreveram no programa devem fazê-lo o mais rápido possível, por meio do formulário disponível na página do MC na internet.

Fonte: B2bmagazine

Published December 31st, 2007

Ericsson adquire consultoria de IPTV espanhola

Nas projeções da empresa norueguesa, mercado potencial do serviço será de 600 milhões de pessoas em cinco anos

A Ericsson anunciou a aquisição do Grupo HyC, empresa espanhola de consultoria de TV e integração de sistemas, com 110 funcionários. Com a aquisição da HyC, a Ericsson aumenta a sua capacidade de apoiar operadoras e provedores de serviços na criação, instalação, integração e operação de serviços IPTV.

Os funcionários da HyC serão integrados à unidade de Serviços da Ericsson. A aquisição da HyC segue o mesmo modelo da incorporação da Tandberg Television, principal provedora global de tecnologias avançadas de compressão de vídeo, no início do ano.

O Gartner projeta que o número de assinantes de serviços de IPTV deve mais que dobrar em 2007, chegando a 13,3 milhões. Em 2010, o número deve chegar a 48 milhões em todo o mundo. Nas projeções da Ericsson, o mercado potencial de IPTV deve chegar a 600 milhões de pessoas com a expansão do acesso à internet em banda larga.

Fonte: Itweb

Published December 30th, 2007

Ericsson compra consultoria e integradora espanhola de IPTV

A Ericsson anunciou nesta quinta-feira (20/12) a compra do grupo HyC, empresa espanhola de consultoria na área de TV e integração de sistemas, com cerca de cem funcionários. As bases financeiras da transação não foram divulgadas.

Com a aquisição, a Ericsson aumenta sua capacidade como integradora de soluções IPTV para operadoras de telecomunicações e provedores de serviços que oferecem serviços interativos e personalizados de TV banda larga para usuários fixos e móveis.

Conforme os termos do acordo, os funcionários da HyC serão integrados à unidade de Serviços da Ericsson. A aquisição da HyC segue o mesmo modelo da incorporação da Tandberg Television, fabricante de tecnologias para transmissão de TV e dispositivos para clientes, no início do ano.

O vice-presidente executivo e CFO da Ericsson, Hans Vestberg, enfatizou que multimídia e serviços, que incluem IPTV e integração de sistemas, são duas áreas estratégicas para a companhia. “Posso declarar que essa aquisição deve aumentar a nossa capacidade de apoiar nossos clientes, oferecendo serviços atraentes para consumidores com implementação rápida e eficiente. As habilidades e experiência da HyC se encaixam perfeitamente aos nossos produtos e serviços na área de TV e integração de sistemas.”

Segundo ele, todo ano a Ericsson entrega mais de mil projetos de integração de sistemas, em ambientes de múltiplos fornecedores e tecnologias, para operadoras e empresas. A experiência da Ericsson na integração de sistemas abrange serviços multimídia e de rede, gestão de telecomunicações, backbone para pacotes IP, IMS (IP Multimedia Subsystem) e comunicações via satélite.

Fonte: Tiinside

Published December 30th, 2007

allTV cria rede de TV interativa no País

Emissora de televisão na internet montou uma rede com nove ‘retransmissoras’ que permite programação local em 19 EstadosMarili Ribeiro

Perto de comemorar seis anos de transmissão online - em maio de 2008 -, a emissora de televisão na internet allTV, criada e dirigida pelo jornalista e empresário Alberto Luchetti Neto, anuncia a criação do que ele define como a “primeira rede de televisão interativa do Brasil”. Desde o começo do mês, por meio de um modelo de negócio que se apóia em um sistema de franquias, parcerias e investimentos próprios , a allTV montou nove “retransmissoras”. Graças a elas, forma uma rede de TV interativa 24 horas ao vivo no ar.

Além da sede em São Paulo, a allTV conta agora com geradoras de conteúdo regional, com equipes habilitadas a transmitir nove horas de programação e entretenimento local, nas seguintes regiões: allTV Amazônia, cobrindo os Estados do Acre, Rondônia, Pará, Amapá, parte de Mato Grosso, Roraima, Maranhão, Amazonas e Tocantins; allTV Rio; allTV Bahia; allTV Rio Grande do Sul, extensiva a Santa Catarina e Paraná; allTV Pantanal, chegando a Mato Grosso do Sul e parte de Mato Grosso; e allTV Brasília (Distrito Federal e Goiás).

“Quando criei a allTV, imaginei reunir o melhor de cada veículo de comunicação por onde passei na minha carreira profissional”, diz Luchetti. “A televisão na internet é capaz de ter o imediatismo e a agilidade do rádio, a riqueza de conteúdo dos jornais, a plástica da televisão e ainda proporciona a interatividade, ou seja, o telespectador/internauta pode se comunicar na hora com o apresentador, do outro lado da tela.”

A maior vantagem da IPTV (sigla para televisão sobre protocolo de internet) é a facilidade de uso de recursos que barateiam a captação e o envio de sinais via computador. “Para relatar o caos dos aeroportos, por exemplo, nós, da allTV, precisamos apenas de um cartão de internet para telefone, um laptop e uma câmera de computador”, diz Luchetti. “As emissoras tradicionais têm de mobilizar muitos recursos caros.”

Segundo Luchetti, a allTV já alcança 30 milhões de acessos por mês. Boa parte dessa audiência, cerca de 32%, vem do exterior. “São brasileiros que vivem nos EUA, Europa ou Japão e que nos assistem para ver o que acontece em casa sem qualquer custo. Caso contrário, precisam pagar a Globo ou a Record internacional”, diz. Segundo ele, esse internauta até tem acesso a determinados programas no site das emissoras. “Mas com atraso”, diz.

Atualmente, a receita da allTV vem da publicidade convencional e também de projetos de TV interativa para grandes corporações. Com a criação da rede interativa, Luchetti espera aumentar significativamente a receita, que não revela qual é.

Fonte: Txt.estado

Published December 17th, 2007

Telefônica pode oferecer IPTV a partir de janeiro

Serviço estará disponível para assinantes do pacote de “super-banda larga” que a operadora oferecerá a clientes da região dos Jardins, em SP

O lançamento da superbanda larga da Telefônica, que pode atingir conexões de até 100 Mbps, marca não só um aumento de quase dez vezes na oferta de banda larga no País - hoje o maior pacote chega a 10 Mbps na GVT - mas também a entrada da operadora no mundo da IPTV e do vídeo sob demanda (VoD), ao qual já aderiram a Brasil Telecom e a Oi.

Ainda não está certo se o serviço seguirá os moldes do Imagenio - IPTV oferecida pela Telefônica na Espanha, que conta com 450 mil assinantes. A operadora afirmou apenas que ele fará parte dos pacotes que serão oferecidos na região dos Jardins e bairros vizinhos, região nobre da capital paulista, onde a empresa iniciará a operação comercial de sua rede de fibra ótica a partir de janeiro de 2008.

Em princípio, o pacote oferecido pela Telefônica será composto por banda larga de 30 Mbps para download, 5 Mbps para download, pacote de segurança e assistência técnica ao PC, rede Wi-Fi e TV por assinatura. Além disso ligações locais e de longa distância dentro do Estado de São Paulo também estarão incluídas O valor irá variar entre R$ 300 e R$ 500, de acordo com Carlos Morales, vice-presidente da operadora para o segmento residencial.

Segundo a Telefônica, a construção da rede de fibra - iniciada em maio deste ano e que atende 40 mil habitantes - demandou investimentos da ordem de R$ 10 milhões. O número de clientes testando o acesso à internet por meio desta tecnologia chega a 60. No próximo ano, serão investidos mais R$ 123 milhões na extensão da rede de fibra ótica a clientes de outras regiões do Estado.

No contrato de prestação do serviço do Speedy, a Telefônica garante um mínimo de 10% da velocidade de conexão. Morales argumenta que isto não irá mudar, mas que o acesso por fibra ótica já é uma garantia de maior velocidade de conexão, pois “não há compartilhamento da banda”.

A rede de fibra também abre caminho para o lançamento do conceito de “lar digital”, com serviços digitais avançados e possibilidade de gestão remota de serviços. Outro ponto em que a operadora deve trabalhar agora também é na ampliação da oferta do serviço de suporte a instalação e manutenção de produtos eletrônicos, que já é oferecido no Carrefour sob o nome provisório de “Tec Total”.

Fonte: Itweb

Published December 12th, 2007

Comtrend prevê crescimento impactante nos próximos cinco anos

Com sede em Taiwan, a Comtrend atua na América do Norte, Europa, China e América do Sul, onde se estabeleceu há três anos com seus equipamentos de acesso às tecnologias que utilizam banda larga. Este ano, as novas operações sul-americanas renderão faturamento de US$ 1,6 milhão, representando 3% do faturamento global da empresa. Mas, a projeção para os próximos cinco anos é de US$ 60 milhões.

A estratégia da Comtrend é continuar investindo no pioneirismo e aproveitar o ‘boom’ das novas tecnologias, assumindo a liderança no mercado sul-americano em 2009. “Enquanto a população está começando a ouvir falar em TV Digital, já estamos produzindo equipamentos com novas tecnologias que devem se popularizar a partir de 2009, fruto da investida das teles na área de conteúdo, usando a tecnologia conhecida como IPTV”, diz Glauco Nunes, diretor de vendas para América do Sul.

Os principais mercados da companhia taiwanesa na América do Sul são Argentina, Brasil, Chile e Colômbia, tendo clientes de peso, como Telefonica (Colômbia, Brasil), Telebucaramanga (Colômbia), Telesur (Suriname), Ericsson (Argentina, Brasil, Colômbia), IFX (Brasil, Colômbia) e Global Crossing (Argentina, Peru).

Nunes afirma que o grande trunfo da Comtrend é antecipar a necessidade do mercado, sendo uma das primeiras a testar e oferecer equipamentos com novas tecnologias. “A Comtrend foi uma das primeiras empresas a apresentar produtos ADSL2+ no mercado e agora está na frente novamente, apresentando um dos primeiros modems com tecnologia VDSL2. Seu pioneirismo já rendeu, inclusive, o prêmio Taiwan Symbol of Excellence, oferecido pelo governo às empresas mais inovadoras”.

Fonte: Revistafator

Published December 12th, 2007

Telefônica cria serviço de instalação para PCs e até televisores

Companhia firma parcerias com redes de varejo na expectativa de aumentar a demanda por seus serviços de banda larga e TV por assinatura.

Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD

04 de dezembro de 2007 - 08h05

A Telefônica iniciou no estado de São Paulo uma nova modalidade de serviços ao consumidor, pouco ligada ao segmento de telecomunicações. A operadora de origem espanhola passou a fazer instalação e prestar serviços de manutenção em equipamentos como microcomputadores, televisores e home theaters.

O serviço, batizado de Tec Total, é prestado em eletroeletrônicos de qualquer marca e tem por objetivo incentivar a contratação de serviços da Telefônica, como o acesso em banda larga ou a TV por assinatura, mas essas não são condições imprescindíveis para a prestação dos serviços do Tec Total, como explicou Carlos Morales Paulin, vice-presidente da operadora para o segmento residencial.

Segundo ele, “os equipamentos estão cada vez mais complexos, por isso os clientes precisam de assessoria” quando adquirem um televisor de mais nova geração ou um computador novo. A empresa já fechou parcerias com o Ponto Frio e com o Carrefour para que possa oferecer seus serviços aos consumidores dessas redes.

No caso do Carrefour, explicou o executivo, a parceria envolve a oferta - pela rede de varejo francesa - do Speedy, serviço de banda larga da Telefônica, mas a contratação dos serviços do Tec Total pode ser feita por qualquer consumidor.

Morales Paulin apresentou, durante o Broadband World Forum Americas, o conceito do “lar digital” que a operadora quer oferecer, que envolve banda “muito larga” e serviços em quatro vertentes: telecomunicações (telefonia, videoconferência), internet (transmissão de dados e serviços de valor agregado), TV (com alta definição e recursos como DVR) e segurança no lar (com recursos de telessegurança).

Fonte: Computerworld

Published December 6th, 2007

ZGXSports on-line

A Heylife desenvolveu um projecto de um programa de Internet e telemóvel sobre desportos radicais.

Trata-se de um programa inédito e original, de desenvolvimento interno, que pretendeu distanciar-se dos habituais formatos. Tem a particularidade de ser unicamente para a Internet, IPTV e telemóvel, embora possa vir a ser utilizado em televisão.

Pretendemos criar conteúdos de qualidade para estes meios e dotá-los de interactividade, só possível de implementar através de meios combinados Internet, SMS e MMS.

O programa consistirá na cobertura de alguns eventos (campeonatos, demonstrações, eventos radicais em território nacional) de 3 modalidades principais: Surf, Skate e Bikes. Pensamos também dar visibilidade a algumas modalidades menos usuais, ou que tenham poucos praticantes em Portugal, para que desta forma nos consigamos diferenciar de alguns programas já existentes.

Para isso apostamos em formatos mensais de reportagens com 10 minutos, e entrevistas (ilustradas) a nomes de destaque em cada uma das modalidades/eventos.

Os programas estarão acessíveis por telemóvel e será possível obter a informações/vídeos/fotos por SMS/MMS.

O Zásguru é um espaço de comunidade onde podes gerir toda a tua “vida digital”:

1– Vê, cria e partilha na Net ou no móvel.
2– Carrega e descarrega conteúdos estejas onde estiveres.
3– Net, Móvel e Broadcast ligados como nunca.
4– Faz amizades e talvez algo mais.
5– Joga, curte, aprende e anima-te

O Zásguru pretende dar uma nova forma de visibilidade às marcas através de um canal de TV On-line (no ZGTV) disponível 24 horas por dia, onde poderão colocar qualquer tipo de conteúdos multimédia e possibilidade de comercialização de produtos das marcas.

Toda a página terá o look and feel da marca, sendo que é possível ter um destaque nos especiais que estará disponível em todas as áreas do portal, ficando acessível a qualquer utilizador independentemente da sua área de navegação dentro do Zásguru.

www.zasguru.com
www.heylife.com

Fonte:  Ondasurf

Published December 6th, 2007

Comissão aprova participação de telefônica em radiodifusão

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou nesta quinta-feira (22) a norma que regula as tevês por assinatura, inclusive o IPTV, a que é acessada pela internet. O texto aprovado permite às empresas de telefonia fixa e móvel o direito de possuir até 30% do capital das empresas de radiodifusão, de produção ou de programação de conteúdo audiovisual brasileiro. As telefônicas, no entanto, não poderão exercer qualquer forma de influência na administração, na gestão das atividades ou no conteúdo da programação dessas empresas.

As empresas de produção e programação de conteúdo audiovisual brasileiro também poderão contar com a participação de até 30% de capital estrangeiro. Em qualquer caso, os restantes 70% deverão pertencer a brasileiros natos ou naturalizados há mais de 10 anos. Caberá a estes exercerem, obrigatoriamente, a gestão das atividades e estabelecer o conteúdo da programação.

O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Wellington Fagundes (PR-MT), que aproveitou sugestões do Projeto de Lei 29/07, do deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC); e dos PLs apensados:
- 70/07, do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP);
- 332/07, do deputado Paulo Teixeira (PT-SP); e
- 1908/07, do deputado João Maia (PR-RN). O relator acatou 21 das 32 emendas apresentadas ao substitutivo.

Por acordo, foram excluídos da aplicação da norma os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens, como pretendiam os projetos de lei. Rádio e televisão aberta serão tratados em legislação específica. As propostas também pretendiam legislar sobre a internet, mas a opção foi por deixá-la de fora da aplicação da norma devido às características próprias da rede mundial de computadores, que impossibilita regular conteúdos produzidos, distribuídos e acessados em todo o mundo.

Conteúdo nacional
Outro dos principais itens aprovados prevê que no mínimo 50% da programação total de cada operadora de TV por assinatura deverá ter conteúdo nacional, sendo que 10% desse percentual deverão ser produzidos por produtores independentes. A proposta pode parecer impraticável - até mesmo pela falta de produtora para suprir tanto conteúdo -, mas a inclusão desse item garantiu a aprovação da matéria.

A proposta original era muito mais radical, pois previa que todos os canais da TV paga deveriam veicular pelo menos 20% de conteúdo nacional. Isso praticamente inviabilizaria a transmissão no Brasil de canais internacionais como a CNN, BBC, NHK e outros que, por definição, têm conteúdo internacional.

Assim, de acordo com o texto aprovado, desde que a soma total da programação da operadora atinja 50% de conteúdo nacional, alguns canais poderão ter 100% de conteúdo nacional e outros 10%, 20% ou mesmo nenhum conteúdo produzido por brasileiros.

Princípios e fiscalização
O substitutivo define os seguintes princípios da TV por assinatura:
- promoção da diversidade de opiniões;
- incentivo ao lazer, entretenimento e desenvolvimento social e econômico do País;
- divulgação da cultura universal, nacional e regional; e
- estímulo à produção independente que objetive a divulgação da educação, das artes e da cultura nacional e regional.

O texto aprovado considera que é livre, em todo o território nacional, a produção de conteúdo audiovisual eletrônico. A manifestação do pensamento, a criação, a liberdade de expressão e o acesso à informação não sofrerão qualquer restrição ou censura de natureza política, ideológica e artística.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) se encarregará da fiscalização do cumprimento dessas normas, no que se refere às atividades de distribuição de conteúdo, e a Agência Nacional de Cinema (Ancine) fiscalizará seu cumprimento quanto às atividades de produção, programação e empacotamento (constituição de um pacote de canais). A proposta adapta ainda aspectos da Lei Geral de Telecomunicações (Lei 9.472/97) a itens desta regulação das tevês por assinatura.

Tramitação
O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Camara

Published October 31st, 2007

Brasil chega à era digital

SÃO PAULO, 26 de outubro de 2007 - Acredita-se que até 2010, 140 milhões de residências em todo o mundo estarão preparados para receber a IPTV. Pelo andar dos investimentos em tecnologia, como os suscessíveis aumento da largura de banda e o salto nos Mbps (o megabit por segundo, que é uma unidade de transmissão de dados equivalente a 1.000 kilobits por segundo ou 1.000.000 bits por segundo), prova que a IPTV é comercialmente viável.

SÃO PAULO, 26 de outubro de 2007 - Acredita-se que até 2010, 140 milhões de residências em todo o mundo estarão preparados para receber a IPTV. Pelo andar dos investimentos em tecnologia, como os suscessíveis aumento da largura de banda e o salto nos Mbps (o megabit por segundo, que é uma unidade de transmissão de dados equivalente a 1.000 kilobits por segundo ou 1.000.000 bits por segundo), prova que a IPTV é comercialmente viável.

Mas, as melhoras ainda se fazem necessárias. No Japão, por exemplo, há internet rodando com 50 Mbps e na França, os usuários contam com 24 Mbps em circulação, enquanto que no Brasil, este potencial não passa dos 8Mbps. Na Inglaterra, a IPTV parece ter caido no gostos dos amantes da internet. Os usuários assistem o que é ao vivo pela TV Digital, enquanto que os programas estáticos, como filme, ele compra e acessa via IPTV.

Enquanto ao projeto da TV Digital, os investimentos por parte de emissoras abertas e fechadas, fabricantes de equipamentos e consumidores no Brasil pode exigir um montante R$ 85 bilhões nos próximos 10 anos, prazo estimado para que os atuais sinais analógicos de transmissão estejam finalmente desligados e o novo padrão de televisão oficialmente instalado.

Por aqui, a Lopes Consultoria de Imóveis disponibiliza, há dois anos, em parceria com o canal de venda Shop Tour, a Lopes TV, um canal de interatividade apresentado e dirigido pelo jornalista Elia Jr. Idealizado pelo presidente Marcos Lopes, a TV Lopes mostra com exclusividade os últimos lançamentos imobiliários com precisão de imagem e som, já que os equipamentos, de acordo com o apresentador, são de altíssima qualidade, tudo gravado e editado nos estúdios da Shop Tour, que por sinal, aposta no potencial da TV Digital no país e disponibiliza a ferramenta denominada e-TV, transformando o jeito de se fazer anúncio pela internet e televisão.

Elia Jr. acredita que a internet é, definitivamente, uma ferramenta que veio para ficar, e que a TV pela internet vem dando seus passos gradualmente e ganhando um espaço considerável na geração de negócios. ‘Imagino eu que 20% dos negócios são gerados pela internet e tudo indica que a tendência é de aumento, e de forma bem rápida’. (Ciça Ferraz - InvestNews)

Fonte: GazetaMercantil

Published October 30th, 2007

Petrobras: excelência em TV via web para exportação

Quando se fala em Petrobras, praticamente tudo o que se aborda tem dimensões estrondosas. É uma empresa que no ano passado faturou nada menos do que 158,2 bilhões de reais, possui reservas de 11,4 bilhões de barris de óleo e gás e mantém quase 70 mil funcionários. Nada mais natural do que seus projetos serem igualmente grandiosos.

No entanto, o que tem destacado a empresa brasileira no exterior desta vez não está relacionado aos recordes de produção ou novas fontes de petróleo. Representantes da Petrobras apresentam nesta semana nos Estados Unidos a tecnologia que se consolidou na empresa para TV corporativa via internet, a WebTV.

O projeto, que neste mês de outubro completou quatro anos, chama atenção especialmente pela organização e maturidade que ganhou dentro da companhia. Segundo Janaína Aragão, líder do projeto de WebTV, a demanda que partiu da comunicação institucional e da divisão de recursos humanos acabou mobilizando de maneira notável a área de infra-estrutura de tecnologia.

“A demanda de nosso cliente interno já existia há vários anos antes do início do projeto, especialmente destinada para poder integrar melhor o grande número de funcionários da empresa”, conta. Entretanto, apesar do desejo de distribuir o conteúdo da já existente TV Corporativa, a infra-estrutura de redes não suportaria a demanda para todas as localidades instaladas da Petrobras.

Em meados de 2003, no entanto, boa parte da estrutura foi reformulada. A Petrobras investiu nas redes capazes de servir não só as iniciativas de WebTV, mas as operações da empresa de forma geral. Em parceria com o Vignette implantou os sistemas de gerenciamento de conteúdo e caminhou para a personalização dos programas da WebTV.

Ao final do primeiro ano do projeto, a Petrobras conseguia adaptar o conteúdo da TV corporativa para a Web, mas antes de completar 24 meses, a companhia já produzia conteúdo diferenciado e quatro canais específicos para WebTV. Hoje, a evolução foi tamanha que a empresa atingiu a marca de 20 eventos transmitidos ao vivo para todos os funcionários da empresa via internet.

Segundo Janaína, o grande diferencial da WebTV está no alcance e facilidade de disseminação de conteúdo. “A TV corporativa exige a criação de um ambiente para ser o ponto de presença na empresa, onde os funcionários possam se reunir para diferente da WebTV. Além disso, o gasto da implantação é diluído, já que a rede por onde passa o conteúdo também pode ser utilizada para outras funções”, comenta.

A Petrobras não tem a intenção pontual de abandonar a TV Corporativa. Segundo a executiva, quem vai ditar se essa forma de comunicação será descontinuada ou não serão os próprios funcionários/espectadores.

Modelo para grandes corporações
A iniciativa foi longe e hoje a WebTV contabiliza em média 10 mil acessos por semana. A iniciativa mobiliza uma equipe de quatro pessoas da divisão da infra-estrutura, comandados por Janaína, que também editam conteúdos e os veiculam na rede.

A iniciativa tem servido de modelo para grandes corporações, bancos e até hospitais, segundo a executiva. A abertura de oportunidades para eventos internacionais servirá para, além de mostrar a experiência da Petrobras nessa área, compartilhar tecnologias e tendências nesse setor.
“A partir de agora que as portas se abriram com novo eventos, as idéias da participação no exterior é saber para onde caminhar e conhecer quais as melhores práticas, já que aqui na América do Sul somos a referência”, resume Luis Roberto Paes, coordenador de serviços e soluções de infra-estrutura da empresa.

Fonte:  COMPUTERWORLD

Published October 28th, 2007

TV 2.0 debate crescimento do vídeo em novas plataformas

O crescimento do mercado de vídeo on demand, que apresenta desenvolvimento acelerado com a consolidação de novas plataformas digitais, será um dos temas do Congresso TV 2.0 – O Futuro da Televisão.

O evento, que acontece nos dias 30 e 31 de outubro, no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo, irá apresentar pesquisas como a da Informa On Demand TV, que diz que cerca de 38% dos lares no mundo utilizarão serviços de video on demand até 2011.

O IPTV, serviço que oferece TV através da rede IP diretamente ao aparelho de televisão, é um dos grandes responsáveis pela expansão deste segmento. No Brasil, foi anunciado recentemente o lançamento do serviço de IPTV por uma grande operadora de telefonia, a Brasil Telecom.

Os portais de Internet também vêm investindo em conteúdos premium, em um modelo gratuito, baseado em publicidade. Para debater o assunto, o Congresso TV 2.0 irá trazer como convidado internacional Simon McGrath, Deputy CEO da ODG Group, consultoria que atua no mercado de interatividade e no desenvolvimento de conteúdos on demand para televisão. A empresa foi fundada em 1995 em Londres e opera em mais de 20 países. 

Na Europa, a estimativa que o mercado de IPTV dobre de tamanho em 2007. A consultoria Screen Digest analisa que até o final do ano serão contabilizados cerca de 5,6 milhões de assinantes de serviços de IPTV, alcançando um faturamento de 1 bilhão de euros.

A Screen Digest também analisou na Europa, os 54 serviços de IPTV presentes na Inglaterra, França, Itália, Alemanha e Espanha e constatou que o mercado passará dos atuais 2,9 milhões de assinantes para 5,6 milhões até o final de 2007. Sendo que na França serão mais de 1 milhão de novos consumidores.

Fonte: Revistapublicidad

Published October 25th, 2007

Anatel aprova compra da Way TV pela Oi

A Anatel aprovou ontem a compra da operadora de televisão a cabo Way TV pela Oi. Em agosto deste ano a Way TV tinha cerca de 110 mil usuários, sendo 55,5 mil em televisão a cabo e 54,5 mil em internet banda larga. Em Belo Horizonte, principal cidade de sua área de atuação, a empresa tem participação de 26% no mercado de TV a cabo. A Way TV também tem licença para operar nos municípios Poços de Caldas, Uberlândia e Barbacena.

Com a compra da Oi, os consumidores desses municípios vão ter opções de serviços de telefonia da Oi. “Inauguramos agora a era quadri-play (fixo, móvel, banda larga e TV por assinatura). Passamos a ser provedores de todos os serviços de telecomunicações, incluindo a distribuição de conteúdo, que os consumidores demandam de uma única companhia”, afirma Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi.

Em Belo Horizonte, a rede de telefonia fixa da Oi alcança cerca de 1,1 milhão de domicílios, dos quais aproximadamente 500 mil não têm cobertura de TV a cabo e poderão ser atendidos pelo serviço de IPTV da companhia. O serviço permite a transmissão de imagens pelo mesmo cabo utilizado pela telefonia fixa e pela internet em banda larga.

A Way TV foi adquirida em julho do ano passado, por R$ 132 milhões, em leilão público. A Oi já tem uma parceria comercial com a operadora de TV por satélite Sky e prepara o lançamento do serviço de IPTV na cidade do Rio de Janeiro. O serviço permitirá que os usuários possam acessar na televisão conteúdos distribuídos pela infra-estrutura de internet em banda larga.

Fonte: PERNAMBUCO.COM