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Archive for the ‘LTE’


Published January 8th, 2010

Radiodifusores reclamam de adiamento de prazo para celular com TV digital

Reação é contra a portaria do governo, emitida no final ano, que passa para 2012 a obrigatoriedade para fabricantes de celulares.
A Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra) se manifesta contra a alteração, pelo governo federal, do prazo para a obrigatoriedade de fabricação de celulares com recepção de TV digital.

Portarias do Ministério da Ciência e Tecnologia e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, publicadas em 30 de dezembro de 2008, estabeleciam que a partir de 1º de janeiro de 2010 os fabricantes de celulares no Brasil deveriam produzir pelo menos 5% de modelos capazes de receber sinais de TV digital.

O pomo da discórdia surgiu no dia 29/12/2009, quando uma outra portaria interministerial adiou para 2012 a meta de 5% da produção de aparelhos com sintonia de TV.

Segundo a Abra, essa mudança é prejudica o consumidor, que ficará sem o serviço de TV móvel gratuito.

Fonte: Idgnow

Published August 25th, 2009

GSM deve chegar a 4 bilhões de usuários no mundo em setembro

Portal Terra

SÃO PAULO - A 3G Americas, associação da indústria sem fio que representa a família GSM de tecnologias, inclusive a HSPA e a LTE, anuncia que a GSM-HSPA deverá chegar a quatro bilhões de conexões móveis mundialmente em setembro de 2009. O número representa um grande marco para o setor, pois nenhuma outra inovação tecnológica atingiu uma escala semelhante em termos de penetração. De acordo com a associação, em um grupo de 10 pessoas, mais de seis já utilizam a tecnologia.

Outro destaque é o crescente número de assinantes 3G em todo mundo para a tecnologia UMTS-HSPA; foram 57% nos últimos 12 meses (até junho de 2009), segundo a consultoria Informa Telecoms & Media’s World Cellular Information Service. Com mais de 377 milhões de assinantes no final do primeiro semestre de 2009, a UMTS-HSPA atraiu 137 milhões de novas conexões nos últimos 12 meses.

A região da América Latina e do Caribe continua a mostrar uma curva de crescimento distinta para assinaturas de tecnologias GSM-HSPA. No final do segundo trimestre de 2009, a CDMA teve uma queda no número de assinaturas enquanto a GSM registrou crescimento de 22% e atingiu mais de 433 milhões de conexões com uma participação de mercado de 90%.

Em relação à economia global, nota-se que na região das Américas a evolução 3GPP da GSM para a HSPA teve um crescimento anual superior a 19% até junho de 2009 (2Tri) e atingiu 561 milhões de assinantes e participação de mercado de 72%. Mundialmente, a GSM-HSPA cresceu 20%, tendo quase 645 milhões de novas conexões no mesmo período de 12 meses.

Atualmente, a região da América Latina e Caribe possui 49 redes UMTS-HSPA em operação comercial, em 24 países. Mundialmente, são 277 redes comerciais, em 116 países. Além disso, 11 redes passaram por um upgrade e operam com tecnologia HSPA+. De acordo com a consultoria Informa Telecoms & Media, até 2012, a UMTS-HSPA deve atingir o marco de um bilhão de assinantes.

- Máquinas inovadoras como o carro, telefone, televisão e o computador pessoal transformaram o mundo e impactaram diretamente na vida das pessoas. Dos grandes inventos, nada se compara ao impacto gerado pela telefonia móvel sem fio. Em alguns países, a penetração tecnológica já ultrapassou a marca dos 100%. Hoje, além das pessoas, aparelhos se conectam por meio da tecnologia GSM - afirma Chris Pearson, presidente da 3G Americas.

Fonte: Jbonline

Published February 27th, 2009

Mercado de telecom vai faturar US$ 64 bi em 2013

O fortalecimento de tecnologias como WiMax, IPTV e VoIP deve fazer com que o mercado brasileiro de telecomunicações obtenha  receita de US$ 64 bilhões em 2013. Os serviços de transmissão de dados por plataformas móveis ou fixas devem impulsionar o mercado no País, visto que a receita média desses serviços por assinante aumentou 50% de 2007 para 2008.

As informações são da consultoria Pyramid Research, que traçou um panorama do setor no Brasil e prevê que, apesar da crise, o País continuará a ser líder desse mercado na América Latina. De acordo com o relatório “Mercado de Comunicações no Brasil”, o País deve ter fechado 2008 com um faturamento de US$ 55,8 bilhões em telecomunicações – o que representa uma alta de 7,8% em relação a 2007.

“Esse crescimento foi impulsionado pelo aumento da penetração dos serviços móveis e da transmissão de dados por assinante”, explica Fernando Faria, analista sênior da Pyramid Research e autor do relatório.

Faria adiciona ainda que as assinaturas de serviços móveis atingiam 65% da população em 2007 e passaram para 79% em 2008. Nesse ritmo, o Brasil deve chegar a 222 milhões de linhas móveis e 109% de penetração até o final de 2013. “Esse índice colocaria a taxa de penetração do Brasil acima de mercados como o do México e da Colômbia”, salienta o analista.

O mercado deve ganhar mais força com a revisão da Lei Geral de Telecomunicações pela Anatel, a supervisão de fusões e aquisições, a implementação total da portabilidade numérica e o licenciamento da faixa de espectro de WiMax.

Fonte: B2bmagazine

Published February 26th, 2009

WiMax tem vantagem sobre LTE para acesso móvel 4G, afirma In-Stat

Na corrida pelo acesso 4G, consultoria vê vantagem do WiMax na competição com LTE pelo pioneirismo dos planos comerciais.

O WiMax leva vantagem sobre a LTE como padrão mais popular para acesso móvel à internet nos próximos anos dado o pioneirismo no investimento em redes do tipo, segundo estudo da consultoria In-Stat divulgado nesta quarta-feira (25/02).

Ainda que o investimento em redes WiMax venha se arrastando nos últimos ano dado seu potencial de conectividade, com poucas iniciativas reais de planos de acesso comerciais disponíveis em países como Estados Unidos e Coréia, o fato de operadoras considerarem investimentos do tipo colocam o WiMax em vantagem.

“O WiMax móvel já tem planos comerciais, enquanto a LTE não estará disponível comercialmente até o final de 2009″, nota a consultoria, que prevê ainda que ambas as tecnologias deverão tomar caminhos diferentes.

O WiMax já começa a se posicionar como uma tecnologia usada por empresas de banda larga como uma forma de ampliar seus domínios e oferecer outras formas de conectividade, em pontos fixos, na sua maioria, para seus clientes.

Já o LTE, afirma a consultoria, vem sendo encarada como uma aposta das operadoras para preencher “buracos” registrados dentro de suas redes telefônicos, aumentando também o alcance de seus serviços para usuários que navegam online.

Sigla de Long Term Evolution, a LTE é um padrão de troca de dados em redes telefônicas que apresenta evoluções no padrão UMTS principalmente no que diz respeito a novos usos para espectro. Tecnicamente, a tecnologia permite navegação com velocidade de até 326 Mbits em até 100 quilômetros de distância.

Até 2013, a consultoria espera que a LTE alcance cerca de 23,1 milhões de assinantes pelo mundo, enquanto, simultaneamente, o número de PCs vendidos com acesso WiMax chegue a 82 milhões de unidades.

Fonte: Idgnow

Published February 19th, 2009

Verizon começa a implantar rede LTE nos EUA ainda este ano

Operadora expandirá acesso à tecnologia a até 30 mercados em 2010. Rede usará equipamentos da Alcatel-Lucent e Ericsson.

A Verizon começará a implantar sua rede LTE (Long-Term Evolution) em duas cidades dos Estados Unidos ainda este ano, e deve promover expansão para 25 a 30 mercados em 2010. A rede será construída com equipamentos de rádio da Alcatel-Lucent e da Ericsson, anunciou a operadora nesta quarta-feira (18/02).

As tentativas com a LTE, que a Verizon promoveu com a Vodafone na Europa e nos EUA, mostraram velocidades de até 80 Mbps, afirma o vice-presidente executivo da Verizon, Dick Lynch.

O que mais importa, segundo Lynch, é a velocidade média, ainda desconhecida. Os primeiros usuários da LTE serão donos de laptops, e o executivo espera que os primeiros smartphones com a tecnologia sejam lançados em meados de 2011.

“Eu acho que a LTE é a oportunidade da indústria oferecer todos os tipos de dispositivos com capacidades wireless”, afirma Lynch. “Eu seria um fotógrafo muito feliz se conseguisse, por exemplo, ter uma câmera que monitorasse os dados em meu cartão de memória e os enviasse para ‘as nuvens’ ou para meu PC”.

O custo da tecnologia ainda não foi definido, mas será baseado no consumo. Atualmente, a Verizon tem pacotes de 50 MB e 5 GB.

Mikael Ricknäs, editor do IDG News Service, de Estocolmo

Fonte: Idgnow

Published February 18th, 2009

Entidades firmam acordo para impulsionar desenvolvimento do LTE

3G Americas e Aliança NGMM anunciam convênio para desenvolver e vender tecnologias e serviços de banda larga móvel de próxima geração.

A 3G Americas e Aliança NGMN anunciaram um acordo para desenvolver e vender tecnologias e serviços de banda larga móvel de próxima geração (4G). O convênio incluirá cooperação em projetos e intercâmbio de informações, além de trabalhos conjuntos em relações públicas, marketing e apoio.

O anúncio ocorreu no Mobile World Congress, que acontece até a próxima quinta-feira em Barcelona.

A NGMN é uma organização fundada para avaliar quais tecnologias podem desenvolver soluções apropriadas para a evolução de redes sem fio. Já a 3G Americas é uma associação setorial de provedores de serviços e fabricantes do setor de telecomunicações.

O Long Term Evolution (LTE), apontado sucessor do 3G, foi a primeira tecnologia a preencher as recomendações da NGMN, informam as entidades. O acordo de cooperação deve permitir o desenvolvimento e a instalação de banda larga móvel comercial neste padrão.

Segundo comunicado divulgado pelas duas entidades, no mundo inteiro, mais de 100 operadoras anunciaram seus planos para testar ou instalar a LTE para banda larga móvel de próxima geração.

Fonte: Computerworld

Published February 16th, 2009

Evolução para 4G será um dos focos do Mobile World Congress

Diretor da 3G Américas para a América Latina prevê também que necessidades de espectro e oferta de conteúdos serão destaque na edição 2009 do evento.

A evolução para o padrão Long Term Evolution (LTE), chamado de 4G, deverá ser um dos destaques dos debates do Mobile World Congress, evento sobre tecnologias de mobilidade que acontece em Barcelona entre 16/02 e 19/02.

A expectativa de Erasmo Rojas, diretor da 3G Américas para a América Latina, é que fabricantes de aparelhos mostrarão o que acontece em evolução de handsets para HSPA+ (tecnologia considerada de terceira geração, mas que permite maior velocidade na transmissão de dados) e para LTE. Haverá também novas versões de modems USB e cartões integrados a notebooks.

Do lado dos fabricantes de equipamentos de redes e infraestrutura, também devem ser apresentadas inovações para as tecnologias EDGE e HSPA+ que permitam às operadoras caminharem para o LTE “de forma evolutiva e não revolucionária”, opina Rojas.

“Há também expectativa em relação a fornecedores como Dell e Toshiba, seguindo a experiência que a Apple teve com o iPhone”, acrescenta.

A aposta do executivo é que o evento também seja palco de uma maior oferta e variedade de conteúdos para dispositivos móveis. Para ele, tradicionais fornecedores de conteúdo disputarão espaço com empresas que até então não tinham tradição no segmento, como o Google.

Esse interesse deve-se à cobertura de redes 3G na América Latina, que atinge 20 países e 5 milhões de assinantes. “Mas isso só representa 1% de todas as assinaturas móveis da região. Temos redes e aparelhos, mas onde estão as aplicações?”, ressalta Rojas.

A necessidade de mais espectro para redes móveis será um dos principais pontos em discussão nos debates do Mobile World Congress, na opinião do executivo. As redes de terceira geração precisam de mais espectro para atender a demanda de serviços de banda larga móvel.

“Vamos discutir as necessidades de espectro para um cenário futuro, caso contrário, se os governos não começarem a pensar em espectro adicional, haverá um freio no desenvolvimento de serviços de hoje em dia e de uso de redes móveis para comunicação entre máquinas e para a troca de arquivos de alta velocidade”, alerta.

Fonte: Computerworld

Published February 4th, 2009

Alcatel-Lucent mira 4G para crescimento

Depois de anunciar perdas de US$ 5 bilhões no quarto trimestre, companhia deve focar investimentos na infraestrutura de LTE

Alcatel-Lucent ainda trabalha para esquecer a perda de US$ 5 bilhões registrada no quarto trimestre fiscal da companhia, mas avisa que está otimista com a possibilidade de estabilizar a empresa.

Enquanto o CEO da companhia Bem Verwaayen tenta resgatar o controle da empresa, a Alcatel-Lucent teve estratégias revistas para aumentar o foco na infraestrutura LTE, além de outras medidas. Grande parte das perdas é atribuída à redução de valor de mercado.

“Durante o quarto trimestre, fizemos o que anunciamos que seria feito”, informou Verwaayen, em comunicado. “Estou estimulado com a nossa performance operacional. A deterioração da economia global durante o quarto trimestre impactou nossas linhas de produtos e motivou nossa decisão de ter um portfólio mais focado”, completou.

A empresa informou acreditar em uma recuperação e que não precisará buscar crescimento em capital.

Apesar da empresa não detalhar possíveis mudanças no portfólio de produtos, é visível o planejamento para acelerar os investimentos em infraestrutura de LTE. Mesmo com a projeção de queda no mercado global de equipamentos de telecomunicações, na ordem de 8% a 12%, a Alcatel-Lucent estava otimista em relação a sua posição no mercado 3G da China, onde é fornecedora das três tecnologias líderes - CDMA EV-DO, TD-SCDMA e WCDMA.

Fonte: Itweb

Published February 1st, 2009

4G deve chegar ao Brasil em 2010

Por Daniela Malara

Mais de 3 milhões de pessoas já usam a rede 3G na América Latina, sendo 57% deste montante, brasileiros. Apesar do potencial do mercado para utilizar tecnologias de banda larga móvel, especialista avalia que as operadoras necessitam que a Anatel libere novos espectros para a chegada da 4G.

Na Suécia e na Finlândia as redes já são de quarta geração, baseadas no sistema LTE, que proporciona velocidades de até 14 Mbps. No Brasil, onde mais de 1,5 milhões de pessoas já utilizam a 3G, as operadoras não possuem autorização para trabalhar com freqüências superiores a 2,1GHz e, portanto, não podem oferecer a mesma 4G.

Diga-se de passagem, que o País ainda está vivendo as primeiras experiências em 3G, com as redes HSDPA, capazes de prover banda larga a velocidades de até 1 Mbps. Esse tipo de rede é uma evolução que foi massificada em 2008, depois de uma demanda reprimida que, quando liberada, fez com que os brasileiros representassem 57% dos usuários de internet móvel da América Latina. “Apesar da situação financeira do mundo e da recente experiência do brasileiro com a 3G, a expectativa é que a 4G chegue ao Brasil em 2010”, diz Erasmo Rojas, diretor da 3G Americas para a América Latina e Caribe.

Por outro lado, o executivo ressalta, que apesar da demanda brasileira ser a mais crescente desta região, o principal entrave para a evolução do serviço é a liberação de novos espectros.

Ele exemplifica que na Europa as operadoras de telecomunicação podem utilizar a mesma faixa de frequência das emissoras de rádio, o que permite a abertura da banda em um nível dez vezes maior do que o daqui. Mas o Brasil não deve seguir essa linha no primeiro momento. Segundo Rojas, o País segue o modelo americano e terá um upgrade no sistema com a importação do HSDPA Plus (3,5G), que será lançado este ano nos Eua, provendo banda larga de até 2Mbps de velocidade.

Além da liberação de um espectro adequado por parte da Anatel, o executivo diz que a crise financeira também é um freio para os investimentos das operadoras, que precisam primeiro obter o retorno sobre investimentos das aplicações atuais, já que todas as grandes operadoras brasileiras lançaram o 3G.

Momento comercial
“O momento da chegada do LTE ou HSDPA Plus vai depender da demanda de cada país. A tendência das operadoras vai ser esperar a consolidação do consumo para ampliar o portfólio, afinal, em momentos de crise os usuários demoram mais para trocar de aparelhos e serviços”.

O aumento do dólar e a contenção de créditos geram inflação nos preços dos aparelhos, diminuindo o número de vendas. Deste modo, as operadoras passarão a oferecer maiores coberturas para investir em novas tecnologias após a fidelização dos clientes.

“Hoje já existem 290 milhões de usuários 3G no mundo, mas em meio a um momento de instabilidade, as empresas devem esperar para introduzir a quarta geração. Esperaremos a resposta do consumidor”, finaliza ele.

Fonte: Ipnews

Published January 13th, 2009

Operadoras de Telecom investirão US$ 8,6 bi em LTE até 2013

De acordo com um estudo realizado pela ABI Research, mais de 18 operadoras de telecom de todo o mundo anunciaram seus planos de implementação de infraestrutura ‘long term evolution’, a chamada LTE. Com a antecipação dos planos, as primeiras redes usando a tecnologia devem estar prontas em 2010, enquanto as demais são planejadas entre 2011 e 2012.

Na visão do instituto, o investimento nessas redes deve ser o principal foco de gastos das teles ao longo dos próximos anos. Apenas com as estações radiobase LTE, as empresas devem desembolsar mais de US$ 8,6 bilhões até 2013.

O estudo aponta ainda que a chegada das novas redes devem impulsionar também os investimentos de outros players do setor, como os desenvolvedores de aplicações móveis. Isso porque a LTE, com mais velocidade e menos latência, permite a criação de serviços mais sofisticados que os oferecidos atualmente.

Fonte: Wnews

Published June 13th, 2008

Números enormes: o novo modem da NXP

A tecnologia LTE dá mais um sinal de sua existência. O pessoal da NXP Semiconductors mostrou hoje um novo modem híbrido para dispositivos móveis que promete ir além do mais rápido que já existe hoje.

O Nexperia Cellular System Solution PNX6910 promete taxas de transferência de dados de 150 Mbps para download e 50 Mbps para upload, sendo compatível com redes LTE/HSPA/UMTS/EDGE/GPRS/GSM.

Diz a NXP que em um desses dá para baixar um filme em alta definição em sete minutos (isso em LTE, ainda em fase de testes - é quase 20 vezes mais rápido que um modem HSPA atual - o tão falado 3G - de 7,2 Mbps).

A fabricante promete lançar o PNX6910 para o segundo trimestre de 2009. Até lá, alguma operadora pelo mundo já terá instalado sua rede - ou não! O modem será produzido para funcionar também em eletrônicos de consumo, tornando câmeras digitais, notebooks, internet tablets e UMPCs em dispositivos conectados.

Fonte: zumo

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Published June 12th, 2008

Nortel abandona WiMax para investir no desenvolvimento do LTE

Empresa vai descontinuar os produtos WiMax e concentrar os investimentos em pesquisa e desenvolvimento no LTE.

A Nortel anunciou que vai focar seus esforços no desenvolvimento do LTE (Long Term Evolution), a nova geração da telefonia móvel, em detrimento do Wimax.

De acordo com Gerry Collins, diretor de wireless para Europa, Oriente Médio e África da Companhia, o desenvolvimento do LTE foi acelerado, ao mesmo tempo em que o WiMax não evoluiu na velocidade que a empresa esperava.

Collins ainda afirmou que, analisando seu portfólio, a empresa considerou que não tinha ofertas em nenhuma das tecnologias. Por esse motivo, em vez de investir nas duas, foi decidido concentrar a maior parte dos gastos com pesquisa e desenvolvimento no LTE.

A Nortel sofreu com a diminuição do crescimento no setor de Telecom e não foi capaz de investir recursos suficientes para se manter competitiva nas duas áreas, explicou Richard Webb, diretor de análises da consultoria Infonetics.

Por outro lado, a empresa não pretende virar as costas para o WiMax completamente. Por esse motivo, a companhia fez um acordo com a Alvarion para integrar seus produtos de rede e backhaul com as tecnologias de acesso por rádio da fornecedora israelense.

Como os produtos de WiMax da Nortel serão descontinuados, os atuais clientes migrarão para a Alvarion e devem ganhar uma bonificação pelo inconveniente.

Fonte: computerworld

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Published April 29th, 2008

Motorola anuncia plataforma de banda larga sem fio

A Motorola anunciou uma nova plataforma de banda larga sem fio que poderá ser utilizada para suportar pontos de acesso WiMAX 802.16e e NodeB LTE (eNodeB).

O lançamento apresenta dimensões menores que o produto WiMAX de primeira geração, o que reduz os custos operacionais e de implementação por parte das operadoras. A tecnologia moderna e flexível da Motorola permite que a plataforma comum possa ser configurada para suportar WiMAX ou LTE (Long Term Evolution). As soluções LTE da Motorola são compostas por uma plataforma comum de banda larga sem fio e uma seleção de opções de rádio que inclui antenas inteligentes e tecnologia wireless MIMO (multiple input, multiple output).

O portfólio inclui estruturas e frames de rádios, bases de rádios remotos e rádios localizados na parte superior das torres para suportar uma ampla variedade de cenários de implementação de LTE por meio de novos espectros disponíveis, bem como os espectros existentes GSM ou CDMA. A solução WiMAX da Motorola é formada por uma série de configurações de pontos de acesso, tanto na parte superior da torre quanto na superfície, que utilizam MIMO B ou tecnologias de antenas inteligentes e podem ser operados nas bandas de freqüência 2,3 GHz, 2,5 GHz e 3,5 GHz.

Fonte: odebate

Published April 20th, 2008

Operadoras e fabricantes apostam na 4G

SÃO PAULO – Empresas como Nokia, a Sony Ericsson e NEC fizeram um acordo sobre o padrão LTE, considerado a 4G dos celulares.

As empresas concordaram em cobrar “preços justos” pelas licenças de patentes de tecnologias envolvidas no padrão, de forma que o preço dos royalties não fique superior a 10 dólares por notebook. Alcatel-Lucent, Next Wave Wireless, Siements e Ericsson também participaram do acordo.

O padrão LTE (Long Term Evolution) incrementa as redes 3G UMTS/WCDMA e é considerada concorrente do WiMax. Redes LTE já estão em desenvolvimento nos Estados Unidos, Japão e na China.

Fonte: Info

Published April 14th, 2008

Grupo de tecnologia firma acordo de patentes de redes móveis LTE

Por Tarmo Virki

HELSINQUE (Reuters) - Algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo firmaram acordo para um sistema de licenciamento de suas patentes relacionadas à tecnologia de rede móvel emergente, conhecida como Long Term Evolution (LTE).

As empresas, entre as quais estão a gigante de celulares Nokia e a fabricante de redes Ericsson, afirmaram nesta segunda-feira que querem impulsionar o lançamento da nova tecnologia ao concordarem em licenciar suas patentes em termos justos e razoáveis.

A LTE promete tornar tudo mais rápido, desde compartilhamento de vídeo sem fio até downloads de músicas, mas ela pode não representar um aumento expressivo nas vendas de equipamentos de rede para a indústria tão cedo, já que as primeiras redes não devem chegar antes de dois anos e muitas operadoras preferem esperar até a tecnologia amadurecer.

“O anúncio de hoje é um passo na direção do estabelecimento mais transparente e previsível dos custos de licenciamento de forma que se permita a adoção mais rápida de novas tecnologias”, afirmou Ilkka Rahnasto, chefe da área de propriedade intelectual da Nokia, em comunicado.

As empresas se comprometeram em manter o patamar de royalities sobre patentes LTE para dispositivos portáteis abaixo de 10 por cento do preço de venda, com a taxa máxima para notebooks com LTE ficando abaixo de 10 dólares.

O grupo inclui também a Alcatel-Lucent, NEC, NextWave Wireless, Nokia Siemens Networks [NSN.UL] e Sony Ericsson .

A Verizon Wireless, segunda maior operadora de telefonia móvel dos Estados Unidos, decidiu montar uma rede LTE, enquanto a China Mobile, maior operadora do mundo, afirmou no início do ano que irá fazer testes em plataformas LTE.

Fonte: Abril