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Archive for the ‘PLC’


Published November 17th, 2008

Eletropaulo promete internet na tomada em 2009

Por Thiago Borges, em São Paulo - SP

Nada de cabos espalhados pelo chão. Para conectar-se à internet, o usuário apenas liga um modem na tomada e pronto: está on-line. A tecnologia que permite tal façanha é conhecida como Powerline Connect (PLC) ou Broadband Powerline (BPL), cujo conceito é a transmissão de dados e voz pela rede elétrica.

A AES Eletropaulo Telecom – braço do grupo no ramo de telecomunicações que começou a estudar meios para viabilizar a tecnologia em 2006 – fez uma demonstração de sua aplicação em um apartamento no bairro paulistano do Itaim Bibi, nesta quinta-feira (13/11).

A Eletropaulo promete a comercialização de banda larga na tomada já no primeiro trimestre do próximo ano que vem. A companhia tem 2 mil quilômetros de rede de fibra óptica sobre 24 municípios da Grande São Paulo (cerca de 4,5 milhões de residências e 770 mil empresas).

A empresa disponibilizará a rede – com conexão de até 80 Mbps por ponto – às operadoras para que elas vendam o serviço aos clientes. “Não vamos concorrer com nossos clientes”, garante Teresa Vernaglia, diretora-geral da subsidiária.

Teresa explica que há duas formas de distribuição. No ano que vem, o mercado receberá a opção que é testada pela companhia desde novembro de 2007, em 20 edifícios do bairro de Moema, em São Paulo. Cerca de outros 300 prédios, totalizando 1,5 mil domicílios, já estão aptos a receber a tecnologia.

Para esses prédios, a Eletropaulo conecta a rede de fibra ótica diretamente aos medidores de energia e, de lá, faz a distribuição aos moradores. Como se trata de uma rede particular, não há necessidade da autorização do órgão regulador. Em casa, os usuários apenas ligam o modem na tomada – independente do cômodo onde estiverem.

Já a segunda alternativa depende de autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), pois o distribuidor fica instalado no poste. A fornecedora leva os cabos de fibra óptica até determinado ponto, onde há um distribuidor para imóveis próximos. A partir desse ponto, o sinal é levado a casas e apartamentos por cabos de baixa tensão.

Teresa informa que a área regulatória da Eletropaulo estuda com o órgão como será a distribuição, nesse caso. Aliás, ela ressalta ainda que os investimentos – na faixa de R$ 20 milhões nos dois últimos anos – vão depender da regulamentação no mercado e da aceitação pelos consumidores.

Competitivo
O BPL da Eletropaulo terá preço compatível com o que é praticado atualmente no mercado como, por exemplo, em conexões wi-fi. Pelo menos, é o que Teresa argumenta. O diferencial, disse ela, é justamente a transmissão via rede elétrica. Entretanto, admite que a conexão está sujeita a oscilações do sistema de distribuição (como um apagão, por exemplo) e pode sofrer interferências de motores domésticos, como os de liquidificador, batedeira ou chuveiro. Para esse caso, ela garante que há uma solução que pode atenuar os danos: um filtro que é colocado junto ao modem, para que a conexão se mantenha estável.

Fonte: B2bmagazine

Published August 25th, 2008

Anatel não cede a apelo de teles e mantém prazos da portabilidade

Apesar do apelo das operadoras de telefonia, o conselho diretor da Anatel decidiu nesta sexta-feira, 22, manter o início da implementação da portabilidade numérica no dia 1º de setembro. Os diretores também decidiram, por meio de circuito deliberativo, que o Grupo de Implementação da Portabilidade (GIP) deve acompanhar diariamente as dificuldades apresentadas durante os testes realizados pelas operadoras e cobrar a resolução dos problemas. A equipe de fiscalização da Anatel vai acompanhar a veracidade dos resultados dos testes de rede apresentados pelas operadoras.

Na quarta-feira, 20, sete operadoras de telefonia enviaram uma carta à agência solicitando mudanças no cronograma da portabilidade. As empresas alegam que ainda é preciso concluir os testes antes de colocar o sistema em prática (veja mais informações em “links relacionados” abaixo).

A portabilidade, que vai permitir que o usuário troque de operadora sem ter que mudar o número do telefone, passa a valer no dia 1º de setembro para as regiões com código 14 (SP), 17 (SP), 27 (ES), 37 (MG), 43 (PR), 62 (GO), 67 (MS) e 86 (PI). A previsão é que até março de 2009 o sistema já esteja disponível em todo o país.

O conselho diretor decidiu, ainda, que será feito um acompanhamento diário, por meio do GIP, da resolução dos problemas apresentados durante os testes de processo e de rede, tanto das operadoras quanto da Entidade Administradora, com ênfase na cobrança da resolução dos problemas listados nos boletins de anormalidade (BAs), determinando, inclusive, os principais ofensores dos testes; acompanhamento diário, por meio da equipe de fiscalização da Anatel, da veracidade dos resultados dos testes de rede apresentados pelas operadoras; envio diário pelo GIP e pela Superintendência de Radiofreqüência e Fiscalização, às Superintendências de Serviços Públicos e de Privados das informações resultantes dos acompanhamentos constantes; e coordenação diária entre as Superintendências de Serviços Públicos, Serviços Privados e de Radiofreqüência e Fiscalização no sentido de cobrar resultados e propor ações imediatas para a solução de possíveis problemas.

Fonte: tiinside

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Published April 30th, 2008

PLC é alternativa de conexão à internet banda larga

De nome difícil, mas princípio simples, o Power Line Communication (PLC) usa a rede elétrica para a transmissão de dados e voz. Os primeiros testes da tecnologia foram feitos na Inglaterra, na segunda metade dos anos 90. Atualmente, cresce aos poucos no Brasil, porém ainda sem utilizar todo o seu potencial: 96% das residências brasileiras têm energia elétrica, mas o PLC ainda é usado praticamente apenas em programas piloto.

O sinal de PLC é transmitido sobre os fios de cobre (ou alumínio) das redes de distribuição de baixa e média tensão e pode chegar a todos os cômodos de uma casa. Com ele, cada tomada se torna um ponto de acesso à internet, sem precisar de conversores ou instalações especiais, apenas de um decofificador, semelhante aos modens usados nas conexões em banda larga wireless ou através de linha telefônica e TV a cabo, que separa a corrente elétrica dos sinais de voz, dados e Internet.

Empresas de energia brasileira já colocam projetos em andamento. A Eletronorte, que “irriga” com cabos de energia elétrica toda a região Norte, é parceira do governo do Pará para a utilização de sua rede para transmissão de sinal de internet no estado.A Cemig, de Minas Gerais,realizou,em 2002, piloto de PLC pelo período de um ano em dois bairros de Belo Horizonte.

A Copel, do Paraná, em 2001 já havia realizado programa piloto em 50 domicílios, com equipamentos doados por uma fabricante alemã. No mês passado, lançou um novo piloto, ampliado, que durante um ano pretende levar internet por fios de luz a 300 domicílios, a fim de fazer novas avaliações. Outras companhias elétricas também já se interessam por PLC.

“Atualmente, 96% das residências têm energia elétrica, e somente cerca de 65% são servidas por serviços de telecomunicações.Portanto,o acesso à utilização de PLC pode representar, para algumas comunidades,a única forma de receber sinais de telecomunicações”,avalia Dymitr Wajsman,um dos diretores da Associação de Empresas Proprietárias de Infra-Estrutura e de Sistemas Privados de Telecomunicações (Aptel).

A Aptel participou de um dos primeiros projetos de PLC do Brasil, realizado na cidade maranhense de Barreirinhas, em 2003. A diferença deste projeto, batizado de Ilha Digital, para os pilotos das companhias elétricas foi que ele abarcou a cidade inteira. A iniciativa teve início, meio e fim.Porém, foi relançada em 2007,agora já com o nome de Vilas Digitais e tendo à frente o Ministério das Comunicações.

O sinal de dados chega via satélite,por intermédio do programa Gesac,e é distribuído por PLC para 150 pontos,incluindo escolas,centros de saúde, centros administrativos, pequenas empresas e residências. Também integram o projeto a Eletrobrás,Eletronorte,Cemar,a Prefeitura de Barreirinhas e a própria Aptel.

Prós e contras

Algumas vantagens são óbvias na utilização de PLC. Sempre há tomadas em qualquer das áreas de casas e edifícios,enquanto nem todo cômodo tem um telefone.A capilaridade da rede elétrica é grande:como já dito,ela chega praticamente à totalidade dos domicílios brasileiros, enquanto nem todas as cidades têm serviços de telefonia fixa.Dessa forma,o sinal por rede elétrica, se passar a ser usado,já nasceria universalizado.

Outra vantagem é a facilidade de implementação.Não é necessária nenhuma instalação elétrica nova,e a rede não soma nenhum custo à conta de energia. Já se prevê que, com o PLC, o usuário poderá ligar ou desligar fogões,TVs, iluminação,ar-condicionado e outros eletrodomésticos via Internet,já que será utilizada a mesma rede.

Por suas características, a tecnologia surge como uma alternativa forte. Porém, sua velocidade de banda e suscetibilidade a interferências ainda não a tornaram a solução ideal. Normalmente, a banda de internet não passa dos 4,5 Mbps dentro de uma mesma área (ou seja, o trecho “iluminado” por um mesmo transformador).

Apesar de novos equipamentos e sistemas lógicos estarem sendo testados, prometendo velocidades de até 200 Mbps,a realidade é que,no Brasil,a rede elétrica é antiga,e a disposição de transformadores e equipamentos teria que ser melhorada para poder oferecer velocidades confortáveis para cidades inteiras.

Outra desvantagem vem do fato de o PLC ser uma mídia compartilhada: todas as casas conectadas numa mesma subestação estarão usando a mesma largura de banda. Isto significa que o desempenho da conexão pode variar de acordo com o número de pessoas que estiverem navegando ou baixando arquivos simultaneamente.Ainda,o sinal de internet pode sofrer oscilações pelos variados usos dados à rede elétrica,que puxem mais ou menos energia,ou variar acentuadamente à medida que se ligam ou desligam luzes ou aparelhos conectados a ela.

Além disso,outra característica das redes de energia elétrica no Brasil é o fato de estarem ao ar livre,o que as torna suscetíveis a fatores climáticos, vandalismos e demais possibilidades de interrupções. Países da Europa que já utilizam PLC de forma mais difundida,como a Alemanha,têm suas redes elétricas embaixo da terra.

Tanto essas vantagens e desvantagens, quanto novidades na área estarão em discussão no IX Seminário de Tecnologia PLC,marcado para 11,12 e 13 de junho de 2008, em Belo Horizonte. Promovido anualmente pela Aptel,o evento é considerado o principal fórum de divulgação da tecnologia PLC no País,e é uma oportunidade para quem deseja conhecer mais sobre o assunto.Aspectos regulatórios, possibilidades de uso interno nas empresas e utilização de PLC para fins de inclusão social estarão na pauta.

Fonte: guiadascidadesdigitais

Published March 19th, 2008

Panasonic pode participar de Vila Digital no Brasil

Interesse da empresa seria no desenvolvimento da tecnologia que permite a conexão pela rede elétrica.

A Panasonic do Japão enviou ao Brasil um grupo de técnicos com o objetivo de avaliar a possibilidade de participar de um projeto de vila digital no País. O grupo visitou a cidade de Barreirinhas (MA), que possui um projeto de inclusão digital denominado Vila Digital de Barreirinhas. O programa é coordenado pela Associação de Empresas Proprietárias de Infra-Estrutura e Sistemas Privados de Telecomunicações - Aptel, em parceria com a Cemar; TV Mirante; Sebrae-MA; além de outras entidades nacionais como a Universidade de São Paulo (USP); Universidade de Fortaleza; Ministério das Comunicações e internacionais como a Iberdrola (Espanha); Create-NET e Digilab (centros de pesquisa italianos).

O motivo do interesse da Panasonic em se instalar em uma vila digital no Brasil é a intenção da empresa em testar e divulgar a tecnologia Power Line Communication (PLC) que viabiliza a transmissão de voz, dados e imagens por meio da rede elétrica convencional. O projeto permitirá que regiões que hoje não possuem acesso a uma conexão de banda larga na Internet possam acessar a rede mundial de computadores com uma qualidade superior à discada (embora atualmente o PLC ofereça qualidade inferior à conexão de banda larga convencional).

Ao investir na tecnologia PLC em sua estratégia corporativa, a Panasonic pretende desenvolver produtos eletrônicos com capacidade para se comunicar por intermédio da rede elétrica, o que viabilizará a inclusão digital de várias pessoas que hoje não possuem acesso a uma conexão de qualidade com a web.

Caso a permanência da Panasonic na Vila Digital de Barreirinhas se confirme, os maiores beneficiados serão os habitantes e visitantes da região. A cidade fica a 250 km da capital São Luís, na região norte do Maranhão e, segundo o Censo de 2006, possui 45 mil habitantes.

A Panasonic é uma empresa japonesa controlada pelo grupo Matsushita que atua no mundo inteiro e que possui mais de 300 companhias e 250 mil empregados. O grupo possui uma cartela de produtos variada e é responsável pelas marcas Panasonic, National, Technics, Quasar e Ramsa.

Fonte: Ipcdigital

Published March 18th, 2008

Panasonic testa web por rede elétrica no MA

A tecnologia, chamada de Power Line Communication (PLC), se baseia no uso da rede elétrica para transmitir sinal de internet.

A tecnologia é econômica porque usa linhas de transmissão já prontas ao invés de precisar cabear áreas extensas, como no caso das redes de fibra óptica.

Se optar pela construção da rede, a Panasonic fará a experiência no município de Barreirinhas, onde uma associação de empresas de telecom (APTEL) construiu um projeto chamado Vila Digital, região que agrega várias experiências em internet.

Segundo a Panasonic, a idéia é usar Barreirinhas para demonstrar a viabilidade do PLC. A tecnologia consiste em levar um link de fibra óptica até uma estação de energia e, depois, distribuí-lo nas linhas de tensão.

A empresa japonesa desenvolve eletrônicos capacitados para navegar na web via PLC e, por isso, tem interesse em divulgar a tecnologia.

A experiência deverá ser feita em parceria entre a Panasonic e a Equatorial Energia, distribuidora que opera na região de Barreirinhas.

Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

Fonte: Info

Published March 11th, 2008

Siemens HomePlug transmite dados pela rede elétrica

Em locais onde o tráfego do sinal Wi-Fi é difícil, como estúdios de gravação com paredes grossas, uma solução é usar a rede elétrica para transmitir dados em banda larga.

Os dispositivos PLC (Power Line Communications), como o Gigaset HomePlug AV200 Duo, da Siemens, resolvem a parada e são muito fáceis de usar. É só ligar o equipamento à tomada e ao computador.

O HomePlug AV200 Duo tem 50 metros de alcance e velocidade nominal de 200 Mbps. Os dados trafegam sempre criptografados para não ter problema de segurança.

O aparelho é pequeno e tem visual bacana, nas cores prata e branca. Ele já está nas lojas brasileiras, e o par custa 899 reais.

Fonte: Info

Published March 8th, 2008

Procempa é finalista do UTC Apex Award

A Procempa é a primeira empresa fora dos Estados Unidos a ser apontada como finalista do prêmio UTC Apex Award 2008, cujos vencedores serão conhecidos no dia 06 de maio em Orlando, Flórida. A Companhia concorre com o projeto “Power Line Communication (PLC) - Internet pela rede elétrica”, implantado em dezembro de 2006 na Restinga, em Porto Alegre, em parceria com a CEEE, Ufrgs e Ceta/Senai-RS.Além da Procempa, outros 11 finalistas disputam o prêmio. Ao final, serão três empresas vencedoras. Se a companhia gaúcha figurar neste grupo, um chairman do Boards of Directors da UTC virá à sua sede para conhecer mais de perto o trabalho desenvolvido tanto no projeto de PLC quanto nas demais iniciativas que compreendem o programa POA Digital.

Fonte: Baguete

Published March 3rd, 2008

Internet via rede elétrica pode chegar a 6 mil usuários em 2008

O número de usuários da internet utilizando a rede de transmissão de energia, o chamado Power Line Communications (PLC), hoje estimados em 3 mil no País, deve pelo menos dobrar em 2008, estimou Otávio Oliveira, gerente de tecnologia da Hypertrade Telecom. A tecnologia permite o envio e recebimento de dados pela rede elétrica, atingindo locais que os cabos de conexões tradicionais não alcançam.

Segundo ele, “a rede elétrica é a única infra-estrutura que atinge 98% de todas as unidades habitacionais, sejam residenciais, comerciais, industriais ou rurais. A PLC não compete com outros tipos de conexões. Em 2008 mais que dobraremos o número de usuários”. Ele participou de reunião do comitê de Tecnologia da Informação e Comunicações da Câmara Americana de Comercio de Belo Horizonte, informa o site www.Amcham.com.br.

Oliveira explicou que a velocidade da conexão pela rede elétrica não é tão grande quanto a das redes tradicionais. O seu principal mercado são os consumidores que têm dificuldade de conseguir outro tipo de acesso.

Fonte: Atarde

Published March 1st, 2008

Copel vai testar tecnologia que transmite telefone e internet pela rede elétrica

Testes vão começar no segundo semestre deste ano. Velocidade de conexão será de 100 megabytes. Trezentos usuários serão monitorados durante um ano.

No segundo semestre deste ano a Companhia Paranaense de Energia (Copel) vai iniciar testes usando a rede elétrica para a transmissão de serviços como telefonia, conexão com internet e TV a cabo. Ainda não foi definida a cidade do estado que receberá os equipamentos que permitirão a conexão em banda “extralarga” utilizando a fiação de energia elétrica como caminho. A Copel adotará conexões com capacidade de até 100 megabits por segundo (100 Mbps). Atualmente, a velocidade mais rápida oferecida para residências é 8 Mbps.

O objetivo da companhia de energia é avaliar, em situação normal de uso, o comportamento e o desempenho de equipamentos de última geração na tecnologia PLC - iniciais de powerline communications, ou comunicação por linhas elétricas. Os testes contarão com a participação de 300 usuários de diferentes perfis (residências, estabelecimentos comerciais e de serviços). Durante um ano a Superintendência de Telecomunicações da
Copel vai monitorar os testes.

Rede de dados

A tecnologia vai transformar a rede elétrica do domicílio numa rede de dados. Segundo a assessoria de imprensa da Copel, serão instalados equipamentos tanto na rede elétrica da rua quanto nas casas. Para funcionar, a pessoa vai precisar ter um conversor na residência (modem), para interpretar os dados de som e imagem que chegam pela rede elétrica. O aparelho será fornecido gratuitamente pela Copel para ser realizado o teste.

Na rede elétrica na rua será colocado um amplificador, aonde chegarão os dados por meio de fibra ótica. Esses dados serão convertidos para a rede elétrica migrando para a casa do consumidor, que os receberá por meio de um modem individual. De acordo com a assessoria de imprensa, a Copel possui aproximadamente 10 mil quilômetros de fibras óticas no Paraná inteiro.

Investimentos

A companhia sabe que a tecnologia funciona. Os testes serão para saber qual a melhor forma possível de funcionamento. Durante um ano, o desempenho do sistema será monitorado e avaliado permanentemente pela Copel, que investirá R$ 1 milhão na compra dos equipamentos necessários. “Pretendemos abrir licitação para aquisição dos equipamentos até 10 de março”, explicou Orlando César de Oliveira, coordenador do projeto à Agência Estadual de Notícias (AEN).

Os testes também revelarão quais serão as adaptações necessárias na rede elétrica para adequá-la da melhor forma a nova aplicação. Se for comprovado que será necessário mexer muito na rede elétrica já existente, o projeto será descartado.

Tecnologia já testada

Em 1998, a Copel tornou-se a primeira concessionária de energia do Brasil a obter autorização da Anatel para atuar também na área de telecomunicações. No ano de 2001 a empresa testou as conexões por meio da rede elétrica num grupo de 50 domicílios de Curitiba, utilizando equipamentos cedidos mediante convênio de cooperação com uma empresa da Alemanha. Por seis meses, os usuários puderam experimentar acesso à internet por banda larga, telefonia, vigilância, segurança e automação das instalações elétricas internas – tudo pela rede de energia da Copel.

Fonte: Portal.rpc

Published February 28th, 2008

Acesso a internet por rede elétrica será testado no PR

Testes serão conduzidos pela Superintendência de Telecomunicações da Copel, numa cidade paranaense ainda a ser definida

A Copel começa, nos próximos meses, instalação e teste de equipamentos que permitirão a um domicílio ter acesso, em banda extralarga, à internet e a serviços de telecomunicações, utilizando a fiação de energia elétrica como caminho. O objetivo é avaliar, em situação normal de uso, o comportamento e o desempenho de equipamentos de última geração na tecnologia PLC – iniciais de powerline communications, ou comunicação por linhas elétricas.

Os testes serão conduzidos pela Superintendência de Telecomunicações da Copel, numa cidade paranaense ainda a ser definida, com a participação de 300 usuários de diferentes perfis (residências, estabelecimentos comerciais e de serviços), que durante um ano irão usar o PLC. Essa tecnologia transforma a rede elétrica do domicílio numa rede de dados, fazendo das tomadas de energia portas de entrada para serviços como telefonia, conexão com internet e TV a cabo.

O desempenho do sistema será monitorado e avaliado permanentemente pela Copel, que investirá R$ 1 milhão na compra dos equipamentos necessários. “Pretendemos abrir licitação para aquisição dos equipamentos até 10 de março”, adianta Orlando César de Oliveira, coordenador do projeto. “A idéia é testar a confiabilidade, qualidade, estabilidade e desempenho dessa tecnologia e, ao mesmo tempo, detectar e dimensionar as adaptações necessárias na rede elétrica existente para adequá-la da melhor maneira a essa nova aplicação.”

Segundo informações do coordenador, existem no mundo quase cem indústrias fabricantes de equipamentos com a tecnologia PLC para redes de acesso e de dados. “Há mais de 700 empresas envolvidas com o aprimoramento da tecnologia ou que já comercializam serviços de acesso via PLC, fazendo da fiação elétrica interna do domicílio e dos condutores que percorrem as ruas o meio físico para conexão de serviços de voz e dados”, observa Orlando Oliveira.

De acordo com informações da Agência Estadual de Notícias, o sistema PLC já é realidade em mais de 40 países e vem sendo explorado comercialmente em pelo menos 20 deles.

Fonte: Bonde

Published February 12th, 2008

Devolo chega a Portugal

A devolo, empresa alemã especializada em adaptadores PLC (Powerline Communication), acaba de anunciar o lançamento da sua gama de produtos com tecnologia HomePlug no mercado português.

Da gama dLAN, os novos Highspeed Ethernet e Wireless Extender são produtos baseados na teconogia HomePlug, isto é, tecnologia PLC (PowerLine Communication), que permite a criação de redes informáticas através da corrente eléctrica.

 

Os adaptadores PLC permitem que em qualquer divisão da casa se possa aceder ao Router (Internet), a outros PCs ou impressoras ou ligar consolas de jogos em rede, que se encontrem noutras divisões, sem necessidade de utilizar cabos ou de fazer obras. Esta tecnologia permite assim a criação de uma rede informática doméstica utilizando a rede eléctrica já existente em casa e/ou escritório.

 

Para Nicolai Kollock, representante da marca em Portugal, “os produtos dLAN da devolo são a alternativa ideal para os usuários com problemas de ligação em rede – reúnem muitas mais vantagens que os sistemas mais populares como o WiFi, pois as redes baseadas em tecnologia PLC resolvem inconvenientes como paredes e muros e garantem a qualidade do serviço”.

 

Fonte: Electro-imagen